1. Porque é que lavar as mãos é tão importante para prevenir a SARS-CoV-2
2. Porque é que o isolamento social é tão importante para prevenir a SARS-CoV-2
3. Como identificar os sintomas da SARS-CoV-2
«O homicídio da portuguesa Catarina Barros de Sousa, 51 anos, deixou toda a nação de São Tomé e Príncipe em choque. "A Catarina? Como é possível?" Quase todos a conheciam. Há 12 anos, a portuguesa chegou ao arquipélago africano numa acção de voluntariado com crianças de rua. Acabou por ficar em São Tomé, tendo já a dupla nacionalidade, sendo uma pessoa muito activa na comunidade e conhecida de todos. Na segunda-feira ao fim da tarde, pouco depois das 18:00 h, foi assassinada de forma brutal no seu gabinete de trabalho na unidade hoteleira Mucumbli, onde trabalhava desde 2018.»
«Era a mulher da motorizada. Todos conheciam Catarina por "andar sempre de scooter" pela ilha de São Tomé, algo raro para uma mulher. Depois do voluntariado, trabalhou em várias empresas e instituições, como a empresa de aviação Africa's Connection. Foi durante anos a guia turística na Corallo, a empresa de chocolate. Fazia as visitas guiadas "e era, por isso, conhecida de todos e de muitos turistas que passaram por São Tomé." Há dois anos foi trabalhar para o Mucumbli, um hotel de turismo rural e ecológico na zona norte da ilha, propriedade um casal amigo de italianos.
"Isto caiu de repente, foi um choque. Surpreendeu tudo e todos. Estamos num sítio muito reservado e tranquilo mas nunca tivemos problemas", contou ao DN Tiziano Pisoni, o italiano que há mais de 30 anos está radicado em São Tomé, sendo já cidadão nacional. Conhecia a portuguesa "há mais de dez anos", mesmo antes de Catarina ir para o Mucumbli. "Quase toda a gente a conhecia." O Mucumbli fica em Ponta Figo, a 50 km da capital.»
«Era uma pessoa muito conhecida. Era muito boa, dava-se bem com toda a gente, estava sempre disponível. Fazia muito voluntariado junto de crianças, era simpática", disse Tiziano Pisoni, ainda abalado com a brutalidade do crime para o qual ainda não tem uma explicação.»
«(...) Catarina Barros de Sousa terá sido atacada com uma catana, de forma muito violenta, tendo o corpo ficado desfigurado.»
«(...) As suspeitas sobre um funcionário devem-se a alegadas ameaças que terá lançado após a portuguesa lhe ter movido um processo disciplinar e descontado o salário por faltas ao trabalho.»
1. A curva azul representa o número de indivíduos sem imunização ou susceptíveis de contrair a doença; no início da infecção, toda a população é susceptível de contrair a doença, pelo que a curva começa no canto superior esquerdo (todos os habitantes da população ainda estão por infectar, neste caso 500 habitantes). À medida que o tempo vai passando, a população vai sendo infectada, pelo que o número de indivíduos por infectar vai decrescendo; no final do processo, praticamente toda a população ficará imunizada, excluídos os que entretanto tiverem morrido.2. A curva verde, que é a mais importante deste gráfico, mostra o processo de infecção da população; a curva começa no canto inferior esquerdo do gráfico, porque quando o vírus chega a um país ou região, ainda ninguém foi infectado; à medida que a infecção se vai processando, o número de casos vai aumentando seguindo uma função exponencial, conforme mostrado nos gráficos anteriores; ou seja, primeiro lentamente, depois cada vez mais rápido; a certo ponto, atingir-se-á o pico da curva, com as novas infecções a diminuírem... o problema é que é impossível dizer quando é que esse pico acontecerá.3. Finalmemte, a curva a vermelho traduz o número de imunizados ou recuperados, i.e. aqueles que sobreviveram à infecção e se curaram. Tal como a curva verde, a curva vermelha começa no canto inferior esquerdo e vai aumentando gradualmente; repare-se, contudo, que a curva vermelha nunca chega ao canto superior direito, porque houve uma parte da população que morreu.
«Lisboa - Mulher portuguesa é rodeada, insultada e agredida à porta de uma escola em Sacavém por mulheres afrodescentes, visto estar em minoria. Nenhuma acção foi tomada pela escola dado que a agressão se deu fora da instituição de ensino.»