O Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR), publicou este vídeo no seu canal do YouTube, esclarecendo a sua posição em relação ao caso Marega.
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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020
Miguel Macedo comenta o caso Marega, o "debate" entre o Ventura e o Sousa Tavares e a eutanásia
Mais um excelente vídeo do dono do canal Talk about em português. Em relação ao debate entre André Ventura e Miguel Sousa Tavares, relembro que o publiquei aqui no TU.
12,2% dos casamentos celebrados no distrito do Porto entre 2009 e 2019 foram entre portugueses e estrangeiros
Vou começar esta posta a pedir desculpa a um dos mais fiéis leitores e comentadores do TU, o Fuas Roupinho. Ao longo dos últimos anos, o Fuas tem trazido às caixas de comentários deste blogue inúmeros artigos com estatísticas da iminvasão, traduzindo a realidade dilacerante da destruição demográfica de Portugal. Infelizmente, eu tenho publicado apenas uma pequena parte das dezenas de links que ele nos trouxe (pelo que te peço desculpa, caro Fuas!), pelo pior dos motivos: os números deixam-me tão deprimido que eu não consigo olhar para eles sem ficar maldisposto.
Mas de nada serve tentar evitar a realidade. Pelo contrário, eu acho que um dos maiores problemas do movimento nacionalista português é que temos muita gente cheia de ideais e de pujança, mas que depois não é capaz de diagnosticar adequadamente o nossos problemas, apresentando factos e citando dados concretos, números e estatísticas. Além de que as pessoas de carácter têm de enfrentar a realidade tal como ela é, e não como elas gostariam que a realidade fosse.
Portanto, vou publicar aqui no TU as notícias que o Fuas Roupinho nos foi trazendo e que ficaram por publicar, a começar por esta que se segue (muito obrigado, caro Fuas!):
«No distrito do Porto, o número de casamentos entre portugueses e estrangeiros em 2019 aumentou quase 40% em relação a 2009 e no 'top' seis dos países unidos por matrimónio estão Cabo Verde, Ucrânia, Espanha, Angola, Índia e Brasil.»
40% em apenas dez anos! E como veremos mais adiante, não é um amento de 40% face a um número muito baixo... como veremos mais abaixo, o número de casamentos entre portugueses e estrangeiros no distrito do Porto andou na casa dos milhares!
«Dados do Ministério da Justiça revelados esta quinta-feira à Lusa indicam que, na última década, foram celebrados no distrito do Porto 7.280 matrimónios entre portugueses e estrangeiros, num universo total de 59.770 casamentos, sendo que os últimos três anos foram os que mais enlaces registaram. Em 2019 houve 781 casamentos, em 2018 registaram-se 938 matrimónios e em 2017 contabilizaram-se 895 enlaces.»
7 280 em 59 770, ou seja 12,18% dos casamentos no distrito do Porto foram celebrados entre um português (ou portuguesa) e um(a) estrangeiro(a)! E de que nacionalidade são esses estrangeiros?...
«No 'top' seis de cidadãos estrangeiros que quiseram celebrar uma relação de união com portugueses estão os cidadãos cabo-verdianos com 529 matrimónios registados em 10 anos, seguido depois dos cidadãos ucranianos com 406 casamentos, depois a Espanha (395), Angola (345), Índia (275) e Brasil (257).»
Ora, nós aqui no TU sabemos que quando há casamentos entre brancos e negros, a probabilidade de estarmos perante um casamento entre um homem preto e uma mulher branca é muito maior do que a probabilidade de o casamento ter sido celebrado entre um homem branco e uma mulher preta. Esta realidade faz com a presença de cidadãos cabo-verdianos, angolanos, indianos e brasileiros no 'top seis' de casais seja especialmente preocupante, porque ela significa que a maioria desses casais será, em princípio, do tipo mulher branca + homem alógeno. E isso é duplamente negativo: (1) por um lado, perdemos uma potencial mãe de portugueses; (2) por outro lado, "ganhámos" uma mãe de mestiços.
"Odeio brancos mas adoro brancas! Viva Pretogal!"
«A união entre portugueses e cidadãos do Reino Unido (279) e Venezuela (217) aparecem em 7.º e 8.º lugares, respectivamente, mas a variedade de casamentos multinacionais estende-se por cidadãos da Itália (189), EUA (183), Guiné Bissau (154) Rússia (151), Marrocos (108), México (56), Nepal (46), Irlanda (51), Hungria (23) ou Japão (19).
(...)
O número de casamentos no distrito do Porto em que ambos os cônjuges são estrangeiros também aumentou ao longo da última década. Em 2009 as conservatórias apenas tinham registo de 14 matrimónios e em 2019 foram celebrados 76 casamentos.»
Repito, mais uma vez os números-chave deste artigo: 7 280 casamentos entre portugueses e estrangeiros num total 59 770 casamentos celebrados no distrito do Porto entre 2009 e 2019, ou seja 12,18% de casamentos entre portugueses e estrangeiros, um aumento de 40% face à década anterior. Os casamentos em que ambos os noivos são estrangeiros passaram 14 em 2009 para 76 em 2019, um aumento de 464,3%!
Nada disto deverá supreender quem anda na rua com os olhos abertos. Infelizmente, parece que só os "racistas" como eu e os leitores deste blogue é que andam, pelo que convém sabermos os números.
O 'woke capitalism' chega a Portugal...
É por estas e por outras que eu só bebo maduro tinto...
Não ao raxismo! Não ao raxismo! Não ao raxismo!...
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020
O PNR denuncia o aproveitamento político do caso Marega
«A indústria do racismo está de novo ao rubro. Moussa Marega, atleta do Futebol Clube do Porto, refere ter sido alvo de racismo por parte dos adeptos do Vitória Sport Clube. Rapidamente o jornalismo entrou em frenesi, onde não faltaram indignados opinadores em programas sensacionalistas, que, sem necessário apuramento dos factos, estabeleceram de forma inquestionável que os adeptos vimaranenses são racistas! A secundar este carnaval mediático, que quer impor na ordem do dia um imaginário racismo português, vieram à liça diversos políticos, entre os quais o Presidente da República e o Primeiro-Ministro, o qual, não sendo branco, estranhamente governa um segundo mandato neste país de empedernidos racistas.
Queremos deixar claro. Condenamos toda e qualquer manifestação de ódio. Se Marega foi insultado com base na sua origem racial e cor de pele, tal revela-se absolutamente reprovável. Contudo, porque o bom senso impõe, importa não permitir extrapolar um eventual caso isolado, inserindo-o no contexto de agitação gerado pelo fenómeno desportivo.
Por fim, ressalta, vergonhosamente, o silêncio dos, agora mui indignados surfistas da onda do racismo, face a outras manifestações de incivilidade nos recintos desportivos, como são os insultos aos guarda-redes, frequentemente chamados de filhos da P… pelos adeptos. Acaso este impropério não é tão gravoso ou mais ainda? Acaso os insultos proferidos nos recintos desportivos conhecem gradações ou especial reprovação quando o visado é africano?
Reiteramos, o desporto deve ser vivido com natural emoção e civilidade, mas não nos deixemos arrastar pelos oportunistas cânticos das sereias da indústria do racismo, alguns dos quais, ainda não há muito tempo, cantarolavam pela morte do Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro.»
André Ventura sobre o caso Marega
Reitero, mais uma vez, que não acho que o Doutor Ventura seja a solução para os problemas de Portugal. Mas, mais uma vez, ele tem toda a razão em relação a este caso (caso Marega e seu aproveitamento político pela indústria do "anti-racismo"). As reacções ao que se passou no Estádio Afonso Henriques são manifestamente exageradas e há um claro aproveitamento político da situação por parte dos partidos do arco da Grande Tragédia Abrilina.
Relembro aos caros leitores do TU que há até quem esteja a pedir o agravemento da "criminalização do racismo", e não apenas na extrema-esquerda. Isto está a ultrapassar todos os limites do razoável. O sistema quer silenciar à viva força todos os que se opõem ao plano globalista.
Relembro aos caros leitores do TU que há até quem esteja a pedir o agravemento da "criminalização do racismo", e não apenas na extrema-esquerda. Isto está a ultrapassar todos os limites do razoável. O sistema quer silenciar à viva força todos os que se opõem ao plano globalista.
sábado, 15 de fevereiro de 2020
A valente merda que é a nossa "direita" (10): o minho-timorismo do Chega e o "pacifismo" homossexualista da Iniciativa Liberal
Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) e ao Bruno D. por nos terem trazido aqui mais duas provas inequívocas daquilo que os "novos" partidos da direitinha são realmente. O FdT chamou-me a atenção para esta parte do programa político do Chega:
«"Haverá ainda que, suplementarmente, estabelecer com todos os países europeus da bacia do Mediterrâneo uma política comum de defesa contra a invasão maciça proveniente dos países do sul do Mediterrâneo. No que respeita ao equilíbrio de forças no Mediterrâneo Sul, fundamental um compromisso inequívoco com a defesa da existência do Estado de Israel, face ao recrudescimento do anti-semitismo e das ameaças terroristas de que o povo judeu é alvo, pugnando pela transferência da Embaixada Portuguesa para Jerusalém. O eventual aniquilamento do Estado de Israel teria consequências dramáticas, impossibilitando a contenção, já hoje no limite, do radicalismo islâmico."»
É bastante estranho que o programa político do Chega tenha sido tão mal escrito (Mediterrâneo escrito ora com letra maiúscula, ora minúscula, acentos e vírgulas mal colocadas...), mas a melhor parte deste parágrafo é saber que muitos nazionaliztaz preferiram o Chega ao PNR, sobretudo aqueles oriundos da Nova Ordem Social. Espero que estejam orgulhosos da vossa escolha, rapazes! Viva Israel, pá! Sionismo forever! 😜
Mas atenção, que agora vem a melhor parte:
«"3. ESPAÇO LUSÓFONO
Em caso de colapso da UE o espaço lusófono e o Espaço Atlântico são as duas alternativas a explorar. E importa que sempre haja mais do que uma alternativa para salvaguarda de uma sempre necessária liberdade de movimentos. Assim sendo, importa ir lançando as bases de proposta da evolução da CPLP para uma Comunidade Económica de Países de Língua Portuguesa (CEPLP). Tal passo permitiria a afirmação do espaço lusófono não apenas no plano cultural, mas também nos planos politico e económico. A aplicação desta medida pressupõe:
a) A aprovação de um tratado definindo a natureza, o âmbito e os objectivos da Comunidade
b) O incremento de bolsas de estudo e estágios profissionais
c) O reforço de parcerias estratégicas envolvendo Escolas e Empresas"»
Pois é... parece que afinal isto não era só um pormenorzinho:
Ou seja, o monhé António Costa e o bilderberguer Marcelo Rebelo de Sousa não são os únicos a querer criar um "Espaço Schengen da Lusofonia"! O André Ventura e o seu Chega também querem! Isto sim, é nacionalismo de verdade! Viva Pretogal! Viva Brasugal! Viva o Portugal do Minho até Timor, sem fronteiras nem identidades étnico-raciais!
Já estou a ouvir um coro de críticas: "Ó Afonso, pronto, o Ventura é uma fraude, mas pelo menos temos a Iniciativa Liberal no Parlamento!"... Então, não temos? Ora vejam só o lindo cartaz que o Bruno D. nos trouxe:
"Amor não é violência, mas liberdade!" Que bonito, pá! Mas... espera lá... aquilo à esquerda é um par de lésbicas?! E aqueles dois à direita são um par de panascas, ainda por cima um branco e um mestiço?!?! O único casal heterossexual do cartaz é um par de velhos que, ainda por cima, está de costas, como se estivesse a ir embora, como se o seu tempo tivesse acabado??? Até já estou a ouvir o Castelo Bronco: "Ai, Lili, isto é fabuloso!!!"
Isto, caros leitores, é a direitinha dos "novos" partidos com assento na (cada vez menos) nossa Assembleia da República. Partidos que apoiam abertamente a mesma estratégia de africanização/abrasileiramento de Portugal perseguida pela Esquerda (Chega), ou a mesma indiferença para com a imoralidade e relativismo moral impostos pela Esquerda (Iniciativa Liberal). Esta "direita" faz parte do problema, não da solução. Porque só o Nacionalismo é solução e nenhum destes partidos preconiza o Nacionalismo. Pelo contrário, condenam-no com veemência!
Coronavírus: a paranóia no seu devido contexto
Devo confessar que estou bastante impressionado com o terror que o recente surto da nova estirpe de Coronavírus tem causado em muitas pessoas. Desde logo porque já não é a primeira vez que algo do género sucede, para além da pandemia de Gripe A de 2009 (vírus H1N1) e da famosa "gripe das aves" (vírus H5N1). As pessoas já deviam ter aprendido que não há razões para entrar em pânico, apesar de ser prudente tomar certas precauções.
É até bastante fácil desmontar a paranóia. Na tabela abaixo podemos ver o número total de mortos devido à presente epidemia de pneumonia causada pelo novo coronavírus (a 15 de Fevereiro de 2020):
Ainda "só" morreram 1527 pessoas, e só morreram 4 fora da China, uma única na Europa (França). Para os mais desatentos, 1527 mortos pode parecer um número escandaloso. Porém, conforme eu digo sempre quando falo a propósito das estatísticas de criminalidade racial, os números só fazem sentido se forem lidos no seu devido contexto. O que é que eu quero dizer com isto? Atente-se na infografia que se segue:
Fonte: Divisão de Gripe Influenza do Centro para o Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC)
Vejam bem quantas pessoas morreram por ano nos EUA de gripe "normal" em cada estação gripal (período do ano em que há mais casos de gripe registados, geralmente coincidente com o Inverno), entre 2010 e 2018:
37 mil em 2010-2011; 12 mil em 2011-2012; 43 mil em 2012-2014; 38 mil em 2012-2014; 51 mil em 2014-2015; 23 mil em 2015-2016; 28 mil em 2016-2017; 61 mil em 2017-2018;
Ou seja, todos os anos, a gripe "normal" mata muito mais gente só nos EUA do que a nova "gripe corona" já matou!
Meus amigos, uma pessoa só tem razões para temer a gripe se estiver fragilizada, se for velhinha, ou criança, ou se tiver o seu sistema imunitário comprometido. Um adulto normal e saudável, que coma e repouse em condições, dificilmente morrerá de gripe. A menos que decida ir jogar futebol à chuva quando estiver com 38 graus de febre ou outra palermice do género. Um adulto saudável que morra de gripe quase merece morrer de gripe, porque o organismo humano evoluiu a combater as gripes durante milhões de anos. E embora os vírus da gripe também evoluam, o nosso sistema imunitário consegue aprender e adaptar-se a essa evolução. Desde que não esteja comprometido, é claro.
Antigamente a gripe matava muitas pessoas porque as condições de vida eram precárias, a qualidade da alimentação das pessoas era deficitária, muitas casas não tinham aquecimento, o acesso a cuidados médicos era muito mais difícil, as pessoas não podiam dar-se ao luxo de faltar ao trabalho, etc. Mas apesar das mentiras incessáveis do esquerdalho acerca da desigualdade, a humanidade nunca esteve tão bem, tendo hoje muitas comodidades e direitos que não tinha há apenas algumas décadas.
Não quero com isto dizer que as pessoas não devem tomar precauções, é claro que devem. Quem tiver sintomas de gripe deve imediatamente resguardar-se e seguir as recomendações do Serviço Nacional de Saúde, que até tem uma linha telefónica de apoio que funciona 24 h por dia: 808 24 24 24 (SNS24).
Mas por favor, evitem as teorias da conspiração apocalípticas. Já temos demasiadas no movimento...
sábado, 8 de fevereiro de 2020
Os "grandes líderes" do "nacionalismo" nos EUA: sodomitas e misóginos!
Não sei se os caros leitores do TU ainda se recordam, mas em tempos fiz aqui uma posta a denunciar o "nacionalista" norte-americano Richard Spencer pela sua homofilia assumida. Para quem eventualmente já não se recorde, aqui fica o essencial:
Já hoje descobri que a situação é muito mais grave do que eu julgava:
«A homossexualidade parece ser uma espécie de último reduto da identidade branca implícita»?! Mas que bacorada vem a ser esta?!?! Desde quando é que a homossexualidade é um exclusivo da raça branca, quanto mais "uma espécie de último reduto" da nossa identidade?!?! Mas que grande farsante que este paspalho do Spencer nos saiu! Sodomita asqueroso!!!
Outra grande charlatão do movimento nacionalista mundial é o popularíssimo pigmeu que dá pelo nome Andrew Anglin. O Anglin não incentiva a sodomia, "apenas" a misoginia. Vejam bem o que o anão do Daily Stormer escreveu a respeito das mulheres:
«As mulheres (...) não são humanas, (...) são satânicas, monstros sádicos que derivam prazer em destruir os homens»!
Sim senhor, muito construtivo, sobretudo numa altura em que o Ocidente precisa desesperadamente que haja mais casamentos e mais crianças! Este chorrilho de disparates podia perfeitamente ter sido escrito por um daqueles frustrados que se dizem MGTOW ou Incel! Como é que o movimento nacionalista mundial há-de progredir com falhados destes à frente???
Outra grande charlatão do movimento nacionalista mundial é o popularíssimo pigmeu que dá pelo nome Andrew Anglin. O Anglin não incentiva a sodomia, "apenas" a misoginia. Vejam bem o que o anão do Daily Stormer escreveu a respeito das mulheres:
«As mulheres (...) não são humanas, (...) são satânicas, monstros sádicos que derivam prazer em destruir os homens»!
Sim senhor, muito construtivo, sobretudo numa altura em que o Ocidente precisa desesperadamente que haja mais casamentos e mais crianças! Este chorrilho de disparates podia perfeitamente ter sido escrito por um daqueles frustrados que se dizem MGTOW ou Incel! Como é que o movimento nacionalista mundial há-de progredir com falhados destes à frente???
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
Será impressão minha...
...ou as caixas de comentários do Observador da direitinha foram capturadas por agentes do sistema? É que os comentários anti-globalismo e anti-esquerdalho costumavam ser predominantes, mas nos últimos dias parece estar a acontecer precisamente o contrário. Veja-se este artigo da Cristina Miranda, por exemplo: os comentários mais votados são claramente da autoria do esquerdalho.
Por outro lado, os poucos comentadores de Direita que ainda restam queixam-se de que haverá inúmeros comentários que foram apagados pelos censores de serviço. Será que isto tem alguma coisa a ver com o que se passa no CDS?
"O crime violento em Portugal está a dimunuir, pá!"
Parece incrível, mas estes dois gráficos foram retirados do mesmo relatório. Como é que era, mesmo? "Mentiras, mentiras descaradas e estatísticas"?...
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
O PNR denuncia a incoerência do Chega!
Eu já tinha denunciado esta situação aqui no TU. Fico contente que o PNR se tenha pronunciado acerca dela, porque é de facto inaceitável que um partido que diz ser contra o sistema apresente uma proposta destas:
Na notícia do Observador da direitinha pode ler-se o seguinte:
«O partido de André Ventura, em comunicado, lamenta que os partidos se tenham recusado a “aceder ao apelo do Presidente da República que já alertou para a crise que existe na comunicação social”.»
Mas então o Ventura foi eleito ser moço de recados do Marcelo?! Isto é que ser oposição ao sistema?! Isto é que é mudança?! Usando as suas próprias palavras, tenha mas é vergonha, Doutor Ventura!
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020
A montanha pariu um rato... (2)
Ele bem avisou o pessoal de que ele e os seus apoiantes iam ganhar tanto que chegariam a ficar fartos de ganhar! 😂
Dedico esta posta a todos aqueles que disseram ou escreveram que as provas contra o Presidente Trump eram claras. Ganhem vergonha na cara de uma vez por todas! Vocês são a razão pela qual o populismo não pára de crescer!!!
Ver também:
A montanha pariu um rato: Trump ilibado de ligações à Rússia
Paul Joseph Watson: «EUA e Rússia: A Maior Fake News de toda uma Geração» (com legendas)
Trump Derangment Syndrome & Star Wars
Isto é simplesmente... brilhante!
O caso curioso de Vasco Gargalo...
Há um cartunista em Portugal que dá pelo nome de Vasco Gargalo. A sua especialidade é fazer cartunes (sim, é mesmo assim que se escreve) a criticar Israel. Os cartunes são quase sempre de muito mau gosto, como por exemplo este que se segue:
Mas o mau gosto dos cartunes não pode, de forma alguma, justificar isto:
«O cartoonista português Vasco Gargalo disse esta quarta-feira [5-Fev-2020] à agência Lusa ter recebido ameaças de morte, além de acusações de anti-semitismo, por causa de um cartoon publicado em Novembro, e sublinhou que continuará a lutar pela liberdade de expressão.
“É mais um sinal de que a comunidade judaica não pode ser criticada. Cada vez que isso acontece [é-se] logo acusado de anti-semita. É uma perseguição para aniquilar o meu trabalho”, lamentou o cartoonista.
Em causa está um cartoon, intitulado “Crematório”, que Vasco Gargalo publicou online, na plataforma Cartoon Movement a 15 de Novembro de 2019 e que republicou na semana passada, num comentário ao plano de paz para o Médio-Oriente apresentado pelos Estados Unidos. O cartoon, que faz uma alusão ao Holocausto, mostra o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, a empurrar um caixão, coberto com a bandeira palestiniana, para um crematório onde está inscrito “Arbeit Macht Frei” (“O trabalho liberta”), replicando a frase que está na entrada do campo de concentração nazi de Auschwitz.»
A comunidade judaica em Portugal tem todo o direito de estar indignada e de achar que o Vasco Gargalo é um imbecil. Eu também acho que ele é um imbecil, porque o seu cartune representa os palestinianos como vítimas indefesas, e qualquer pessoa minimamente honesta sabe admitir que não é bem isso que se está a passar no Oriente Médio.
Mas ninguém tem direito de querer censurar o Vasco Gargalo, muito menos de tentar que ele seja despedido. A Liberdade de Expressão existe precisamente para garantir a expressão das opiniões de que não gostamos. De contrário, ela não faz qualquer sentido.
«“É a minha visão sobre este ataque. Quando fiz o cartoon sabia que era forte, que ia tocar na questão das vítimas do Holocausto, mas na verdade não acrescento nada ao que vejo. É uma comparação que fiz do conflito israelo-palestiniano”, disse Vasco Gargalo. O cartoonista fala em ameaças de morte e injúrias, de pessoas da comunidade judaica em Portugal e no estrangeiro, de uma “enorme pressão sobre os media”.
Segundo Vasco Gargalo, é quase certoo desvinculamentoa desvinculação da revista Courrier International, uma das publicações com as quais trabalha, e a retirada do Prémio Plumes Libres que a publicação lhe atribuiu em Novembro passado, mas mantém a relação laboral com a revista Sábado e o Correio da Manhã.»
É realmente difícil combater o anti-semitismo quando a comunidade judaica tem atitudes destas...
“Não me incomoda a retirada do prémio, não vai influenciar a minha forma de desenhar. No dia em que me sentir pressionado deixo de fazer o meu trabalho. O que eu quero saber é até que ponto uma publicação como o Courrier International defende a liberdade de expressão, se ceder a pressões internacionais”, afirmou.
Garantindo que “vai lutar pela liberdade de expressão e pela liberdade de imprensa”, Vasco Gargalo referiu que vai reportar o caso à associação Cartooning For Peace, da qual faz parte.
Na quarta-feira, a organização judaica internacional de direitos humanos B’nai B’rith acusou Vasco Gargalo de estar a “demonizar o Estado de Israel” ao compará-lo ao regime nazi, e incitou a revista Sábado a desvincular-se do cartoonista, embora a revista nunca tenha publicado o cartoon em causa.»
Novamente, é realmente difícil combater o anti-semitismo quando a comunidade judaica tem atitudes destas...
«À agência Lusa, o director da Sábado, Eduardo Dâmaso, afirmou esta quarta-feira que não há nenhuma razão para a revista portuguesa terminar a relação contratual com o cartoonista, sublinhando a defesa da “liberdade de criação” do autor.»
Vá lá, alguém com alguma coluna vertebral no meio disto tudo!
«Esta polémica ocorre meses depois de o cartoonista português António ter sido também acusado de anti-semitismo com um cartoon publicado na edição internacional do New York Times. O jornal pediu desculpa e deixou de publicar cartoons na sequência deste caso. Nesse cartoon, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aparece com um ‘kipá’ (símbolo judaico) e óculos escuros a ser conduzido por um cão-guia com a cara de Benjamin Netanyahu.
Mais uma vez, o cartune é de péssimo gosto, mas não justifica a censura.
«Na altura, a direcção do jornal norte-americano pediu desculpa pela publicação e justificou-se dizendo que tinha sido o resultado da decisão isolada de um editor, que não reconheceu o potencial de leitura anti-semita, e rompeu o contrato com a empresa de serviço de distribuição de cartoons que trabalhava com vários cartoonistas internacionais, entre eles o português António (António Antunes). Na altura em que o seu cartoon foi alvo de polémica, António já tinha denunciado a “vulnerabilidade” do jornal nova-iorquino ao que considerou ser “grupos de pressão” com grande influência na sua linha editorial. “Provavelmente, tem a ver com as suas linhas de financiamento. Não sei. É um espectáculo triste”, lamentou António.
O cartoonista esteve há uns dias à conversa com a rádio Observador no programa Conversas de Fim de Tarde e afirmou que não cede a pressões e que os cartoons têm de ser respeitados.»
Pois é...os muçulmanos matam cartunistas, os judeus são mais sofisticados e fazem com sejam despedidos. Só que o Ocidente não é isto, meus senhores. Ou, pelo menos, não deveria ser... e os judeus já deviam ter percebido que este tipo de atitude só contribui para aumentar a hostilidade contra eles. É muito fácil combater a propaganda dos cartunes como os do António Antunes, do Vasco Gargalo ou, já agora, do brasileiro Latuff: só é preciso fazer outros cartunes que mostrem a estupidez e a ignorância destes cartunistas. É neste plano -e só neste plano- que deve ser travada a batalha.
Porque quem recorre à censura, não se pode queixar se vier a ser censurado no futuro. O mundo dá muitas voltas, meus senhores. A Liberdade de Expressão é inegociável precisamente por isso, porque ela é uma das únicas armas que temos contra a opressão e a tirania.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
A traição aos Portugueses em números concretos (103) - Adenda
Para complementar esta posta sobre o crescimento da dívida pública portuguesa em 2019, aqui ficam dois gráficos que ilustram a realidade que eu tinha denunciado:
Conforme se pode ver ao comparar os dois gráficos, olhar apenas para a dívida em percentagem do PIB é enganador, porque ela não nos diz nada acerca do crescimento da dívida em euros e da sua inegável tendência de crescimento de longo prazo. Só quando se olha para o segundo gráfico, com a dívida em termos nominais (em M€), é que se percebe que a nossa dívida ainda não parou de crescer, apesar do crescimento económico moderado que se tem registado nos últimos anos.
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