Tenho repetido muitas vezes, ao longo dos anos, que o feminismo é uma ideologia criminosa. Há quem ache, mesmo entre os nacionalistas, que esta minha posição é um exagero. Mas eu não vejo que outro adjectivo utilizar para qualificar uma ideologia que insiste que as mulheres ocidentais são oprimidas pelos seus homens, quando a Senhora Realidade demonstra precisamente o contrário.
A tabela que se segue reúne uma série de estatísticas compiladas pelo Professor Mark J. Perry, com base em dados divulgados ao longo dos anos por diversas instituições governamentais dos EUA (Centro e Prevenção e Controlo de Doenças, Centro Nacional de Estatísticas da Saúde, Centro Nacional de Estatísticas da Educação, bases de dados de universidades, etc). Na coluna à esquerda, temos a rubrica "para cada 100 raparigas/mulheres" que verificam uma determina condição listada, à qual corresponde a coluna "há tantos rapazes/homens" que verificam essa mesma condição. Por exemplo, na primeira linha vemos que para cada 100 raparigas/mulheres que obtiveram prémios/honras em cursos de arte/música, houve apenas 54 rapazes/homens que fizeram o mesmo.
Repare-se que as primeiras entradas da tabela, em que as raparigas/mulheres dominam, dizem respeito ao sucesso na educação, desde o pré-escolar até à obtenção de cursos universitários. Por exemplo, para cada 100 raparigas/mulheres que obtiveram o grau de mestre, houve apenas 74 rapazes/homens que fizeram o mesmo. Também podemos ver que para cada 100 raparigas/mulheres que se encontram matriculadas nas universidades norte-americanas, há apenas 77 rapazes/homens que estão matriculados.
Nas entradas em que os rapazes/homens superam as raparigas/mulheres, só encontramos coisas más. Por exemplo, para cada 100 raparigas/mulheres desalojadas temos 154 rapazes/homens. Este número sobe para 242 rapazes/homens quando se incluem os sem-abrigo. O número de homens com problemas de alcoolismo é o dobro das mulheres. Os rapazes entre os 15 e os 19 anos cometem quase três vezes mais suicídio do que as mulheres. Este número sobe para 4,5 vezes para os homens entre os 20 e os 29 anos. Já o número de homens que morre no seu emprego é quase 13 vezes superior ao das mulheres que morre no seu emprego!
Notem que eu apenas mencionei alguns dos números inscritos na tabela, deixo os outros à vossa consideração. Mas a pergunta é inevitável: isto é que é um "patriarcado"?... E andar a defender quotas e outras medidas pró-mulheres perante estes números não é criminoso? É pois! Não me venham cá com tretas, porque os números não mentem! O feminismo é uma ideologia criminosa!!!
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Ver também:
A horrível opressão do "patriarcado heteronormativo do homem branco" em dados concretos (2)









