«Passam
hoje 6 anos sobre a trágica morte de Bruno Chainho, o heróico militar
da GNR que se colocou na linha de fogo de um sequestrador moldavo, para
evitar que este matasse uma mãe e uma filha [portuguesas] que mantinha presas num
restaurante em Pinhal Novo, Setúbal.
O PNR presta uma vez mais a sua homenagem ao bravo soldado da GNR caído nesta ocasião fatídica.»
Aqui fica também a minha homenagem: agente Bruno Chainho, que vivas para sempre!
Bruno Chainho: a imigração de fronteiras escancaradas levou um dos nossos melhores.
...mais uma do (des)Ventura: ontem, o Chega absteve-se numa outra votação, desta feita num "voto de pesar e solidariedade com a Comunidade Trans, por ocasião do Dia da Memória Trans". Para se ter uma noção do que esta abstenção do Chega representa, até a merda do CDS -sim, a direitinha do CDS que ainda há não muito tempo tinha proposto passadeiras LGBT em Lisboa- votou contra!
Foi nisto que os eleitores do Chega votaram? Na indiferença face à calamidade do transsexualismo? Se foi, muitos parabéns!
«O Parlamento aprovou esta sexta-feira um voto apresentado pelo PS de pesar e solidariedade com a Comunidade Trans, por ocasião do Dia da Memória Trans, com o voto contra do CDS-PP e com a abstenção do Chega.
#PerfeitamenteNormal
"Desde 1999 assinala-se a 20 de Novembro o Dia Internacional da Memória Trans, em que se relembra as pessoas transgénero vitimadas pelo preconceito e ódio em relação à sua identidade", refere o texto.
(...)
O PS defende no texto que a legislatura anterior foi "uma época de avanços para esta comunidade" nomeadamente com a aprovação da lei que veio estabelecer o direito à autodeterminação da identidade de género e expressão de género e à protecção das características sexuais de cada pessoa.»
A tal lei aberrante que permite aos maiores de 16 anos mudar de sexo, apesar de ainda não poderem votar e independentemente do que pensem os seus pais.
«Ainda assim, os autores do voto consideram que cresce "a urgência de melhor apoio a esta comunidade que sofre diariamente discriminação", em áreas como emprego, habitação ou saúde.»
O que virá aí? Quotas para os transcoiso?
«"A Assembleia da República, reunida em sessão plenária, expressa o seu pesar por todas as vítimas transsexuais ou de género não-binário e a sua solidariedade para com a comunidade, afirmando o compromisso de pugnar pelos seus direitos e pelo fim da discriminação e do preconceito para com estes cidadãos", refere a parte resolutiva do voto.»
Dia da mémoria 'trans'? Hãã... opá, acho que me vou abster!
Não sei se o caros leitores deste blogue se aperceberam, mas o Par(a)lamento aprovou anteontem um voto de pesar pela morte do cantaroleiro comuna José Mário Branco. O deputado André (des)Ventura, que tem sido idolatrado por muitos dos leitores deste blogue, votou a favor desse voto de pesar. Que fique bem registado para a posterioridade!
Independentemente do que se pense acerca do talento do cantor vermelho, que eu próprio reconheço, não é minimamente aceitável que o Par(a)lamento aprove votos de pesar para simpatizantes de terroristas. E ainda é menos aceitável que uma pessoa que se diga de Direita (André Ventura, direitinhas do CDS, etc.) o faça. Uma coisa é qualquer um de nós, cidadãos portugueses não-eleitos, fazê-lo a título individual e separando devida e claramente a carreira do artista da sua mundivisão política. Isso é perfeitamente aceitável. Outra coisa completamente diferente é que os mais altos representantes da nação -incluindo aqueles que dizem querer reformar o actual sistema político- o façam.
É por estas e por outras que eu não consigo confiar no André (des)Ventura. Por muito que ele condene os abusos da ciganada e fale contra corrupção, as suas bases ideológicas são fracas, incoerentes até. Um verdeiro democrata condena o comunismo, porque o comunismo é a negação da democracia por excelência. Ninguém é realmente democrata se não o fizer. Porque nenhuma ideologia matou mais, nenhum sistema oprimiu, amordaçou e castrou mais.
Aqui fica um excelente comentário do nosso já conhecido Miguel Macedo, dono do canal de YouTube Talk About em português, à barreira de betão que os nossos (des)governantes colocaram para impedir os polícias que se manifestaram hoje de subir as escadarias da Assembleia da República.
«A promiscuidade entre órgãos de soberania e comunicação social, entre o capital liberal e as agendas esquerdistas.
A alternativa são os meios informativos que vão surgindo na internet.»
«O Partido Nacional Renovador (PNR), que sempre defendeu as forças da ordem, reclamando meios e
autoridade para a sua boa actuação, marcará presença na grande
manifestação convocada pela PSP e GNR para amanhã.»
«O PNR comemorará o 1º de Dezembro de 2019 no Porto. No Dia da Restauração,
vamos evocar o nosso passado glorioso, exaltar os nossos heróis e apelar
à restauração do orgulho nacional e dos valores pátrios para que se
concretize a #RenovaçãoNacional.»
Depois de em Março ter ligado directamente para o programa da Cristina Peixeir... eer... perdão, Ferreira, o papagaio-mor aqui do rectângulo ligou agora para o (l)Oliveira & C.ª! Mas depois os outros é que são populistas, hã! O Sr. Presidente da Repúbica é uma pessoa muito séria!!!
Partilho aqui a segunda parte do segundo "Questões em directo", como
Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional
Renovador (PNR), que esteve ontem (13-Nov) em directo no seu canal do YouTube, a responder às perguntas que alguns dos espectadores lhe tinham colocado no passado dia 12.
Nesta segunda parte, a que José
Pinto-Coelho
chamou "Lado B", o Presidente do PNR falou da posição do PNR em relação ao aborto, da eutanásia, dos valores e das referências morais pelas quais uma sociedade se deve guiar, da controlo da maçonaria e da superclasse mundialista sobre a política e sobre a sociedade.
Posteriormente e já a título pessoal, José
Pinto-Coelho falou da possibilidade hipotética de constituição de uma câmara corporativa que, a seu ver, teria um carácter estritamente consultivo.
«Steve McQueen [o preto hipócrita que realizou o filme "12 Anos Escravo" e que casou com uma mulher inglesa branca, não o actor norte-americano e ícone da masculinidade ocidental] teve a ideia de convidar todos os alunos do terceiro ano de Londres a participarem no seu projecto e a deixarem-se fotografar por uma equipa da Tate Gallery. Inscreveram-se miúdos das mais diversas proveniências: de escolas públicas e de escolas religiosas, de ensino especial e de colégios, de escolas artísticas e até do ensino doméstico. O trabalho durou mais de um ano: era preciso ter as autorizações de todos os pais, algumas escolas queriam participar no projeto mas não tinham os meios para o fazer, a equipa da Tate teve mesmo que se envolver no processo para tornar o projeto possível.
O resultado já está nas ruas e no metro de Londres, em 33 cartazes espalhados pela cidade, e vai estar na exposição intituladaYear 3, na Tate Britain, a partir de amanhã e até 3 de Maio. A entrada é gratuita.»
Um exposição que, apesar de ter sido feita por um "jovem", tem especial interesse para nós, racialistas, uma vez que nos providencia mais documentação e provas do genocídio branco.
«Todas as fotografias têm o mesmo formato, foram feitas nas escolas e com luz natural. No total, foram feitas mais de 3 mil fotografias com 76 mil crianças de sete e oito anos, de famílias ricas e pobres, de diferentes bairros e etnias, todas muito diferentes e ao mesmo tempo todas muito parecidas. "Nestas fotografias são todos iguais. Todos começam da mesma maneira. Como vão ser, no futuro, logo veremos." Mas o futuro está aqui, explicou ao The Guardian: "Haverá um criminoso, um banqueiro, um que não viverá até aos 21 anos. Estão todos aqui."
O futuro de Londres será mestiço, evidentemente. Uma salgalhada multirracial tão grotesca e aberrante que fará inveja ao próprio Brasil!
«"Há uma urgência em reflectir em quem somos e em qual será o nosso
futuro", explicou McQueen, vencedor do Prémio Turner em 1999 e do Óscar
de Melhor Realizador (por Doze Anos Escravo, de 2013), que vê esta exposição como uma "reflexão visual sobre as pessoas que fazem esta cidade funcionar".»
LOL! "Que fazem esta cidade funcionar"! Nem ele próprio acredita nisso... Vamos passar agora às fotografias, caros leitores. Fiz um pequeno exercício em cada uma delas: contem o número de alunos brancos, o número de alunos não-brancos e calculei a percentagem brancos/total. Como o interesse da exposição é o futuro demográfico de Londres (e não o presente), excluí da contagem @s professor@s apesar de também já haver muitos professores não-brancos. Infelizmente, nem todas as imagens têm uma boa resolução, não permitindo concluir em definitivo acerca da raça de todas as crianças, pelo que algumas contagens não são certas. Nesses casos, optei por usar majorantes e minorantes.
Nº de alunos brancos: 4; nº de alunos não-brancos: 15; brancos/total: 21,1%.
Nº de alunos brancos: 2-3; nº de alunos não-brancos: 4-5; brancos/total: 28,6%-42,9%
Nº de alunos brancos: 0; nº de alunos não-brancos: 22; brancos/total: 0%.
(já agora, o que pensará a professora branca a respeito disto?)
Nº de alunos brancos: 13-14; nº de alunos não-brancos: 15-16; brancos/total: 44,8%-48,3%.
Nº de alunos brancos: 5-7; nº de alunos não-brancos: 22-24; brancos/total: 17,2%-24,1%.
Nº de alunos brancos: 8-9; nº de alunos não-brancos: 16-17; brancos/total: 32,0%-36,0%.
Repararam como, em TODASas fotografias, os alunos brancos são minoritários? Isto significa que, dentro de apenas duas décadas (na melhor das hipóteses), deixará de haver qualquer possibilidade de um partido nacionalista vencer as eleições em Londres!
Já agora, aqui ficam os números se juntarmos todas as fotagrafias numa só:
Nº de alunos brancos: 32-37; nº de alunos não-brancos: 94-99; brancos/total: 24,4%-28,2%
É realmente esclarecedor!... O que vale é o genocídio branco não passa de uma reles teoria da conspiração, senão estaríamos bem lixados!...
Partilho aqui o segundo "Questões em directo", como Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR), que esteve ontem em directo no seu canal do YouTube, a responder às perguntas que alguns dos espectadores lhe colocaram.
Neste segundo directo, José Pinto-Coelho
falou, entre outros temas, da génese do PNR, das diferenças entre os nacionalistas em cada país da Europa, do sucesso do VOX em Espanha, das diferenças ideológicas entre o VOX e o PNR, das diferenças ideológicas entre o Chega e o PNR, dos insultos que lhe são dirigidos pelos seus adversários políticos (incluindo alguns nacionalistas), dos liberais de Direita (ou seja, da direitinha co-responsável pelo avanço da agenda LGBT e da ideologia de "género") e da falácia do "discurso de ódio".
«Fatima Habib, jogadora de 13 anos da equipa de sub-16 do Clube de Basquetebol de Tavira, foi impedida de defrontar, no domingo, o Imortal Basquetebol Clube de Albufeira, depois de recusar despir a camisola preta que tinha vestida debaixo do equipamento oficial.
Reparem que esta fotografia é desonesta, porque mostra várias jogadoras vestidas com camisolas (camisetas no Brasil). Ora, o que está aqui em causa é que equipamento se deve usar no momento em que se está a jogar, não no momento em que se está fora de campo. O regulamento estipula que as jogadoras têm de ter os braços à mostra. Logo, para poderem jogar, as miúdas portuguesas apenas têm que tirar as camisolas. Mas a miúda musla tem a camisola por debaixo do equipamento, precisamente porque não a tenciona tirar!
«A equipa de arbitragem não contestou o lenço e os collantscolãs que a cidadã paquistanesa sempre usou em treinos ou jogos, mas como não aceitou o argumento de que a religião muçulmana lhe vedava também a possibilidade de mostrar os braços, obrigou a rapariga a abandonar o campo. Fatima acabaria por acompanhar o jogo no banco depois de ter fugido para o balneário, de onde foi resgatada minutos depois pela capitã da equipa. "Fiquei espantada, chorei, e rezei", disse, emocionada, a atleta visada, recordando também que já no quinto ano de escolaridade lhe aconteceu o mesmo na aula de educação física. "Valeu a directora de turma que me autorizou a vestir como queria", explicou.
Uma directora de turma de MERDA, sem apelo nem agravo. Deve ser judia, não é, ó paspalhos nazionaliztaz? Porque os portugueses são todos puros e inocentes!!!
«No domingo, a atleta sugeriu arregaçar as mangas da camisola até aos cotovelos, mas nem assim foi autorizada a jogar. "Está no clube há três épocas, é a melhor jogadora da equipa e nunca até hoje tinha sido afrontada como foi", disse o treinador André Pacheco que também exerce funções de subdirector do Agrupamento de Escolas D. Manuel I de Tavira.»
Portanto, mais uma vez se confirma aquilo que tenho dito ao longo dos anos: a iminvasão é um produto da negligência, da conivência e da passividade geral dos brancos, não apenas para com os iminvasores, mas também e sobretudo para com o cumprimento das nossas próprias regras, regras que impomos de forma inflexível sempre que os visados são brancos, mas que descuramos quase sempre quando os visados são não-brancos.
Isto a mim revolta-me profundamente, porque esta situação -e muitas outras do género- eram perfeitamente evitáveis. Tudo o que estes MERDAS de professorzecos tinham de fazer era, desde o primeiro momento, impor o código de vestuário nativo à miúda musla e, se ela recusasse, explicar-lhe que Portugal não é o Paquistão. Mas não... os cornos dos "tugas" cedem sempre. E depois queixam-se...
Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia que, apesar de nos dar uma desagradável sensação de déjà vu, não deixa de ser colorida e vibrante, como quase todas as notícias que dizem respeito ao desporto-rei (da selva):
«O FC Porto anunciou a contratação do avançado Hélio Alberto Silva, mais conhecido por Papalélé. O internacional por Cabo-Verde vai jogar na equipa B dos azuis e brancos e começa já esta terça-feira a trabalhar às ordens de Rui Barros.»
Papalelé: beleza arrebatadora, talento ímpar, porque o futebol é o desporto mais identitário que existe!
«Papalélé, de 21 anos [embora pareça ter trinta e muitos], chega a custo zero depois de ter sido formado no Mindelense. Nas últimas duas épocas impressionou com 41 golos em 62 jogos, tendo sido chamado à selecção e feito um golo num jogo contra a Mauritânia, em Agosto.
«É um sentimento de alegria. Estou muito feliz por agora fazer parte deste clube. Chegar aqui é como um sonho realizado. Sou um jogador que dá tudo dentro do campo para ajudar a equipa e estou aqui para isso. É a minha primeira experiência fora do meu país e estou muito entusiasmado. Vou trabalhar muito para marcar golos e ajudar a equipa», disse o jogador ao site do FC Porto.
O jogador esteve perto de assinar pelo Lille, no final de 2018, mas problemas com o visto fizeram cair o negócio. Esteve ainda a treinar no Fafe, mas acabou por assinar pelos azuis e brancos.»
Curioso... os problemas de visto impediram-no de jogar no Lille, mas não no FCP. Ainda bem, porque "o que interessa é continuarmos a ganhar", não é mesmo? Mesmo quando a equipa for toda constituída por africanos! Orgulho tripeiro, carago! Orgulho tripeiro do Congo!!!