sábado, 23 de novembro de 2019

José Pinto-Coelho exemplifica um dos principais motivos pelos quais só mesmo o PNR é solução


     Não sei se o caros leitores deste blogue se aperceberam, mas o Par(a)lamento aprovou anteontem um voto de pesar pela morte do cantaroleiro comuna José Mário Branco. O deputado André (des)Ventura, que tem sido idolatrado por muitos dos leitores deste blogue, votou a favor desse voto de pesar. Que fique bem registado para a posterioridade!

Independentemente do que se pense acerca do talento do cantor vermelho, que eu próprio reconheço, não é minimamente aceitável que o Par(a)lamento aprove votos de pesar para simpatizantes de terroristas. E ainda é menos aceitável que uma pessoa que se diga de Direita (André Ventura, direitinhas do CDS, etc.) o faça. Uma coisa é qualquer um de nós, cidadãos portugueses não-eleitos, fazê-lo a título individual e separando devida e claramente a carreira do artista da sua mundivisão política. Isso é perfeitamente aceitável. Outra coisa completamente diferente é que os mais altos representantes da nação -incluindo aqueles que dizem querer reformar o actual sistema político- o façam.

É por estas e por outras que eu não consigo confiar no André (des)Ventura. Por muito que ele condene os abusos da ciganada e fale contra corrupção, as suas bases ideológicas são fracas, incoerentes até. Um verdeiro democrata condena o comunismo, porque o comunismo é a negação da democracia por excelência. Ninguém é realmente democrata se não o fizer. Porque nenhuma ideologia matou mais, nenhum sistema oprimiu, amordaçou e castrou mais. 


quinta-feira, 21 de novembro de 2019

José Pinto-Coelho: «Islão, aqui não!»


«A propósito da jogadora de basquetebol, de Tavira, que conseguiu impor a seus costumes aos nossos (no nosso país!), recupero aqui um excerto do meu discurso numa conferência promovida pelo PNR, no dia 20 de Outubro de 2018, intitulada “Por que combatemos o Islão?”.?»


Miguel Macedo sobre a barreira colocada pelos nossos pulhíticos covardes para impedir os polícias de subir as escadarias da AR


     Aqui fica um excelente comentário do nosso já conhecido Miguel Macedo, dono do canal de YouTube Talk About em português, à barreira de betão que os nossos (des)governantes colocaram para impedir os polícias que se manifestaram hoje de subir as escadarias da Assembleia da República.


José Pinto-Coelho denuncia a comunicação social do sistema


«A promiscuidade entre órgãos de soberania e comunicação social, entre o capital liberal e as agendas esquerdistas. A alternativa são os meios informativos que vão surgindo na internet.»


quarta-feira, 20 de novembro de 2019

O PNR apoia a manifestação dos polícias que se realizará amanhã


«O Partido Nacional Renovador (PNR), que sempre defendeu as forças da ordem, reclamando meios e autoridade para a sua boa actuação, marcará presença na grande manifestação convocada pela PSP e GNR para amanhã.»

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

O Presidente do PNR fala acerca do 1º de Dezembro, que este ano será celebrado pelo partido no Porto


«O PNR comemorará o 1º de Dezembro de 2019 no Porto. No Dia da Restauração, vamos evocar o nosso passado glorioso, exaltar os nossos heróis e apelar à restauração do orgulho nacional e dos valores pátrios para que se concretize a #RenovaçãoNacional.»


sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Questões em directo com José Pinto-Coelho # 002 (12/11/2019) - LADO B


     Partilho aqui a segunda parte do segundo "Questões em directo", com o Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR), que esteve ontem (13-Nov) em directo no seu canal do YouTube, a responder às perguntas que alguns dos espectadores lhe tinham colocado no passado dia 12. 

Nesta segunda parte, a que José Pinto-Coelho chamou "Lado B", o Presidente do PNR falou da posição do PNR em relação ao aborto, da eutanásia, dos valores e das referências morais pelas quais uma sociedade se deve guiar, da controlo da maçonaria e da superclasse mundialista sobre a política e sobre a sociedade.

Posteriormente e já a título pessoal, José Pinto-Coelho falou da possibilidade hipotética de constituição de uma câmara corporativa que, a seu ver, teria um carácter estritamente consultivo.


Year3: realizador "jovem" tira fotografias que celebram e documentam o genocídio branco em Londres


Um muito obrigado! à Raquel por nos ter trazido aqui esta notícia tão reveladora quanto deprimente. Depois de, em Junho deste ano, o Diário de Notícias ter celebrado o genocídio dos portugueses alentejanos, o mesmo jornal celebra agora o genocídio dos ingleses de Londres:

«Steve McQueen [o preto hipócrita que realizou o filme "12 Anos Escravo" e que casou com uma mulher inglesa branca, não o actor norte-americano e ícone da masculinidade ocidental] teve a ideia de convidar todos os alunos do terceiro ano de Londres a participarem no seu projecto e a deixarem-se fotografar por uma equipa da Tate Gallery. Inscreveram-se miúdos das mais diversas proveniências: de escolas públicas e de escolas religiosas, de ensino especial e de colégios, de escolas artísticas e até do ensino doméstico. O trabalho durou mais de um ano: era preciso ter as autorizações de todos os pais, algumas escolas queriam participar no projeto mas não tinham os meios para o fazer, a equipa da Tate teve mesmo que se envolver no processo para tornar o projeto possível.
O resultado já está nas ruas e no metro de Londres, em 33 cartazes espalhados pela cidade, e vai estar na exposição intitulada Year 3, na Tate Britain, a partir de amanhã e até 3 de Maio. A entrada é gratuita.»

Um exposição que, apesar de ter sido feita por um "jovem", tem especial interesse para nós, racialistas, uma vez que nos providencia mais documentação e provas do genocídio branco.

«Todas as fotografias têm o mesmo formato, foram feitas nas escolas e com luz natural. No total, foram feitas mais de 3 mil fotografias com 76 mil crianças de sete e oito anos, de famílias ricas e pobres, de diferentes bairros e etnias, todas muito diferentes e ao mesmo tempo todas muito parecidas. "Nestas fotografias são todos iguais. Todos começam da mesma maneira. Como vão ser, no futuro, logo veremos." Mas o futuro está aqui, explicou ao The Guardian: "Haverá um criminoso, um banqueiro, um que não viverá até aos 21 anos. Estão todos aqui."

O futuro de Londres será mestiço, evidentemente. Uma salgalhada multirracial tão grotesca e aberrante que fará inveja ao próprio Brasil!

«"Há uma urgência em reflectir em quem somos e em qual será o nosso futuro", explicou McQueen, vencedor do Prémio Turner em 1999 e do Óscar de Melhor Realizador (por Doze Anos Escravo, de 2013), que vê esta exposição como uma "reflexão visual sobre as pessoas que fazem esta cidade funcionar".»

LOL! "Que fazem esta cidade funcionar"! Nem ele próprio acredita nisso... Vamos passar agora às fotografias, caros leitores. Fiz um pequeno exercício em cada uma delas: contem o número de alunos brancos, o número de alunos não-brancos e calculei a percentagem brancos/total. Como o interesse da exposição é o futuro demográfico de Londres (e não o presente), excluí da contagem @s professor@s  apesar de também já haver muitos professores não-brancos. Infelizmente, nem todas as imagens têm uma boa resolução, não permitindo concluir em definitivo acerca da raça de todas as crianças, pelo que algumas contagens não são certas. Nesses casos, optei por usar majorantes e minorantes.



Nº de alunos brancos: 4; nº de alunos não-brancos: 15; brancos/total: 21,1%.


 Nº de alunos brancos: 2-3; nº de alunos não-brancos: 4-5; brancos/total: 28,6%-42,9%


 Nº de alunos brancos: 0; nº de alunos não-brancos: 22; brancos/total: 0%.
(já agora, o que pensará a professora branca a respeito disto?) 


 Nº de alunos brancos: 13-14; nº de alunos não-brancos: 15-16; brancos/total: 44,8%-48,3%.


 Nº de alunos brancos: 5-7; nº de alunos não-brancos: 22-24; brancos/total: 17,2%-24,1%.


  Nº de alunos brancos: 8-9; nº de alunos não-brancos: 16-17; brancos/total: 32,0%-36,0%.


Repararam como, em TODAS as fotografias, os alunos brancos são minoritários? Isto significa que, dentro de apenas duas décadas (na melhor das hipóteses), deixará de haver qualquer possibilidade de um partido nacionalista vencer as eleições em Londres!

Já agora, aqui ficam os números se juntarmos todas as fotagrafias numa só: 

Nº de alunos brancos: 32-37; nº de alunos não-brancos: 94-99; brancos/total: 24,4%-28,2% 

É realmente esclarecedor!... O que vale é o genocídio branco não passa de uma reles teoria da conspiração, senão estaríamos bem lixados!...

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Questões em directo com José Pinto-Coelho # 002 (12/11/2019)


     Partilho aqui o segundo "Questões em directo", com o Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR), que esteve ontem em directo no seu canal do YouTube, a responder às perguntas que alguns dos espectadores lhe colocaram.

Neste segundo directo, José Pinto-Coelho falou, entre outros temas, da génese do PNR, das diferenças entre os nacionalistas em cada país da Europa, do sucesso do VOX em Espanha, das diferenças ideológicas entre o VOX e o PNR, das diferenças ideológicas entre o Chega e o PNR, dos insultos que lhe são dirigidos pelos seus adversários políticos (incluindo alguns nacionalistas), dos liberais de Direita (ou seja, da direitinha co-responsável pelo avanço da agenda LGBT e da ideologia de "género") e da falácia do "discurso de ódio". 


Aos poucos, os muçulmanos em Portugal começam a levantar a crista...


Vejam só o que aconteceu em Tavira, caros leitores:

«Fatima Habib, jogadora de 13 anos da equipa de sub-16 do Clube de Basquetebol de Tavira, foi impedida de defrontar, no domingo, o Imortal Basquetebol Clube de Albufeira, depois de recusar despir a camisola preta que tinha vestida debaixo do equipamento oficial.


Reparem que esta fotografia é desonesta, porque mostra várias jogadoras vestidas com camisolas (camisetas no Brasil). Ora, o que está aqui em causa é que equipamento se deve usar no momento em que se está a jogar, não no momento em que se está fora de campo. O regulamento estipula que as jogadoras têm de ter os braços à mostra. Logo, para poderem jogar, as miúdas portuguesas apenas têm que tirar as camisolas. Mas a miúda musla tem a camisola por debaixo do equipamento, precisamente porque não a tenciona tirar!


«A equipa de arbitragem não contestou o lenço e os collants colãs que a cidadã paquistanesa sempre usou em treinos ou jogos, mas como não aceitou o argumento de que a religião muçulmana lhe vedava também a possibilidade de mostrar os braços, obrigou a rapariga a abandonar o campo. Fatima acabaria por acompanhar o jogo no banco depois de ter fugido para o balneário, de onde foi resgatada minutos depois pela capitã da equipa. "Fiquei espantada, chorei, e rezei", disse, emocionada, a atleta visada, recordando também que já no quinto ano de escolaridade lhe aconteceu o mesmo na aula de educação física. "Valeu a directora de turma que me autorizou a vestir como queria", explicou.


Uma directora de turma de MERDA, sem apelo nem agravo. Deve ser judia, não é, ó paspalhos nazionaliztaz? Porque os portugueses são todos puros e inocentes!!!

«No domingo, a atleta sugeriu arregaçar as mangas da camisola até aos cotovelos, mas nem assim foi autorizada a jogar. "Está no clube há três épocas, é a melhor jogadora da equipa e nunca até hoje tinha sido afrontada como foi", disse o treinador André Pacheco que também exerce funções de subdirector do Agrupamento de Escolas D. Manuel I de Tavira.»

Portanto, mais uma vez se confirma aquilo que tenho dito ao longo dos anos: a iminvasão é um produto da negligência, da conivência e da passividade geral dos brancos, não apenas para com os iminvasores, mas também e sobretudo para com o cumprimento das nossas próprias regras, regras que impomos de forma inflexível sempre que os visados são brancos, mas que descuramos quase sempre quando os visados são não-brancos.

Isto a mim revolta-me profundamente, porque esta situação -e muitas outras do género- eram perfeitamente evitáveis. Tudo o que estes MERDAS de professorzecos tinham de fazer era, desde o primeiro momento, impor o código de vestuário nativo à miúda musla e, se ela recusasse, explicar-lhe que Portugal não é o Paquistão. Mas não... os cornos dos "tugas" cedem sempre. E depois queixam-se...

Mais um português de gema para o FCP! (7)


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia que, apesar de nos dar uma desagradável sensação de déjà vu, não deixa de ser colorida e vibrante, como quase todas as notícias que dizem respeito ao desporto-rei (da selva):


«O FC Porto anunciou a contratação do avançado Hélio Alberto Silva, mais conhecido por Papalélé. O internacional por Cabo-Verde vai jogar na equipa B dos azuis e brancos e começa já esta terça-feira a trabalhar às ordens de Rui Barros.»

Papalelé: beleza arrebatadora, talento ímpar, porque o futebol é o desporto mais identitário que existe!

«Papalélé, de 21 anos [embora pareça ter trinta e muitos], chega a custo zero depois de ter sido formado no Mindelense. Nas últimas duas épocas impressionou com 41 golos em 62 jogos, tendo sido chamado à selecção e feito um golo num jogo contra a Mauritânia, em Agosto. 
«É um sentimento de alegria. Estou muito feliz por agora fazer parte deste clube. Chegar aqui é como um sonho realizado. Sou um jogador que dá tudo dentro do campo para ajudar a equipa e estou aqui para isso. É a minha primeira experiência fora do meu país e estou muito entusiasmado. Vou trabalhar muito para marcar golos e ajudar a equipa», disse o jogador ao site do FC Porto. 
O jogador esteve perto de assinar pelo Lille, no final de 2018, mas problemas com o visto fizeram cair o negócio. Esteve ainda a treinar no Fafe, mas acabou por assinar pelos azuis e brancos.»

Curioso... os problemas de visto impediram-no de jogar no Lille, mas não no FCP. Ainda bem, porque "o que interessa é continuarmos a ganhar", não é mesmo? Mesmo quando a equipa for toda constituída por africanos! Orgulho tripeiro, carago! Orgulho tripeiro do Congo!!!

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Ver também:

Mais dois portugueses de gema para o FCP!

A implosão do feminismo: 'transgénero' vence mundial de ciclismo feminino e diz que queixas vêm de “perdedoras”


Um muito obrigado! ao Zé do Burro por nos ter trazido aqui esta notícia tão deprimente quanto hilariante e que, "estranhamente", não apareceu em nenhum dos grandes mé(r)dia "tugas"...

«“A ciclista Rachel McKinnon, um homem biológico que se apresenta como mulher, venceu o campeonato mundial feminino no sábado e estabeleceu um recorde mundial feminino no evento classificatório.



McKinnon, professor de filosofia canadiano na Universidade de Charleston, vencera o mesmo evento em 2018. Numa entrevista concedida na sexta-feira (18) à Sky News, McKinnon disse que as tentativas de nivelar o campo de actuação do desporto feminino discriminando os atletas transgénero equivalem a “negar os seus direitos humanos”.»


Ouviram? Um homem a competir com mulheres diz que não o deixarem competir com mulheres seria "negar os seus direitos humanos". Estão contentes, femiporcas (e femiporcos)? Estão orgulhosas? Este é o vosso legado, seus grandessíssimos imbecis!!!

«“Todos os meus registos médicos dizem que sou mulher”, disse McKinnon. “O meu médico trata-me como uma mulher, a minha licença de corrida diz que sou uma mulher, mas as pessoas que se opõem à minha existência ainda querem pensar em mim como homem… dizer que se acredita que você é uma mulher à sociedade excepto nessa parte central que é o desporto, isso não é justo. ”»


Coitado do médico que se atrevesse a dizer que tu não és uma mulher! Perdia logo a licença! Ainda por cima no Canadá, o país que reelegeu o Justino Asinino que até mandou mudar o hino!

«Victoria Hood, ex-campeã de ciclismo e gerente de uma equipa britânica de ciclismo feminina, desafiou McKinnon, dizendo à Sky que “não é complicado, a ciência está lá e diz que é injusto. O corpo masculino, que passou pela puberdade masculina, ainda mantém sua vantagem, que não desaparece. Eu tenho simpatia por eles. Eles têm o direito de praticar desporto, mas não o direito de entrar em qualquer categoria que desejarem.”»


Ah, menina Hood, essa ciência de que fala é demasiado patriarcal e heteronormativa! A verdadeira ciência, a ciência pós-moderna, estipula que os homens que mandaram cortar a sua pilinha são tão mulheres como qualquer mulher que tenha nascido com uma vagina! Temos pena, mas agora é mesmo assim! Agradeça às broncas da femiestalinistas pelo "progresso"!

«No sábado, McKinnon divulgou um comunicado à imprensa denunciando Hood por ter “um medo irracional de mulheres trans”.»

Ah ah ah ah, mas que lata! O gajo venceu o campeonato MUNDIAL já por duas vezes, mas depois tem o descaramento de falar em "medo irracional"! Isto é clown world total, caros leitores! 😂

«Após a vitória, McKinnon foi ao Twitter para desafiar os críticos. No domingo, McKinnon tuítou: “Ainda não encontrei uma verdadeira campeã que tenha problemas com "mulheres" trans. Campeões de verdade querem uma concorrência mais forte. Se você vencer porque o fanatismo proibiu sua concorrência… você é uma perdedora."»

Portanto, segundo este bronco do McKinnon, exigir a igualdade de circunstâncias entre as atletas emm competição é "fanatismo"! Será que o McKinnon percebe os motivos pelos quais foram criadas as diferentes categorias de peso nos deportos de combate? Será que ele compreende que o simples tamanho, massa muscular, densidade óssea e capacidade explosiva conferem vantagem a um adversário? É claro que percebe, porque ele usufrui de todas essas vantagens quando compete com mulheres.

Este é o mundo que o mito da igualdade está a criar, um mundo desigual, profundamente injusto e até surreal. Um mundo onde a verdade e os factos são completamente distorcidos, quando não invertidos, para obedecer a narrativas e ideologias aberrantes.

domingo, 10 de novembro de 2019

O PNR apresentou queixa contra o Livre por desrespeito à bandeira nacional


Da página oficial do único Partido Nacionalista Português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«Na quinta-feira, dia 31 de Outubro, pelas 11:30 horas, o PNR entregou uma queixa contra o partido Livre, na Procuradoria-Geral da República, por causa das declarações ofensivas proferidas contra a bandeira nacional numa manifestação promovida por esse partido.

O recurso ao discurso de ódio contra a matriz civilizacional portuguesa, por parte do Livre, bem como de diversas associações ditas anti-racistas – que mais não fazem que recorrer à vitimização e ao apelo ao ódio anti-nacional – tem subido de tom e ofendem tudo e todos que não caibam no seu cantinho ideológico.

Nessa senda, organizaram conjuntamente, no passado dia 21 de Outubro, uma manifestação de apoio à recém-eleita deputada, Joacine Katar-Moreira, contra supostas ofensas racistas, mas que, na verdade, serviu apenas para acicatar o verdadeiro racismo, e na qual esteve presente o próprio Presidente do partido Livre, Rui Tavares. Entre outros, discursou um tal Yussef, do movimento “Consciência Negra”, tendo proferido claras ofensas à Bandeira Nacional, à História de Portugal e ao sentimento colectivo do povo português.

justa indignação das pessoas, perante tal espectáculo desrespeitoso, não pode ser suficiente, razão pela qual o PNR apresentará queixa oficial, junto da Procuradoria-Geral da República, solicitando o apuramento de responsabilidades e penalização dos autores, morais e materiais, prevista no artigo nº 332 do Código Penal, pelo desrespeito aos símbolos nacionais.»