sábado, 2 de novembro de 2019

Mais uma contradição no percurso de André Ventura


Mais um forte indício -e já começa a haver muitos-  de que André Ventura poderá não passar de uma fraude:



«Segundo defendia André Ventura no trabalho académico, as políticas antiterroristas são “medidas restritivas e altamente intrusivas das liberdades dos cidadãos, que nunca seriam possíveis num contexto normal”, e que encontram o seu fundamento apenas “no medo”, o que provoca uma “alta conflitualidade social e um aumento da suspeição em relação a determinadas comunidades”. Nesse contexto, André Ventura, académico, mostrava-se então preocupado com a discriminação e a “estigmatização” das minorias e alarmava-se com a expansão dos poderes policiais, criticando nomeadamente as detenções “sem provas concretas”.
(...)
O autor da tese é o mesmo que, agora, foi eleito deputado à Assembleia da República, pelo Chega, com um programa eleitoral que se assume como “partido securitário” e da “direita identitária”, que defende “uma política comum de defesa contra a invasão maciça dos países do sul do mediterrâneo”, e que defende a abolição das “autorizações de residência para protecção humanitária”. Mais: é o mesmo que, em 2016, logo após o ataque terrorista de Julho em Nice, defendia “um olhar diferente sobre as comunidades islâmicas na Europa”. “Poderemos fazer qualquer prevenção que seja quando estas comunidades são, em alguns países, de milhões de habitantes ou, em algumas cidades, 25% da população? Creio que não… e por isso mesmo não vejo outra solução que não seja a redução drástica da presença islâmica na União Europeia”, escrevia na altura no Facebook.
Questionado pelo Diário de Notícias sobre as aparentes contradições, André Ventura rejeita a ideia. “A minha tese não é uma questão de opinião, é uma questão de ciência”, disse. “Sempre distingui muito bem a parte científica da parte opinativa”, acrescentou ainda quando questionado por aquele jornal.»


Mas então a "ciência" feita pelo Doutor André Ventura é uma coisa, enquanto a "opinião" do político André Ventura é outra? Isso não é minimamente coerente, senhor deputado!...

No tal artigo do DN mencionado acima pode ler-se ainda o seguinte:

«Por exemplo criticar a estigmatização dos muçulmanos por serem "associados de modo superficial ao terrorismo", "políticas de controlo imigração dirigidas a muçulmanos" e "a discriminação das pessoas com base na sua origem e nas suas características étnicas e religiosas", como fez enquanto académico, em nada se opõe a defender a "redução da presença islâmica na Europa", o estabelecer de "uma lista de países seguros na origem" ou a "proibição do ensino do Islão na escola pública."»

Também aqui Ventura é manifestamente incoerente: reduzir a presença islâmica na Europa é uma "política de controlo da imigração dirigida a muçulmanos". A primeira implica a segunda, por muito que Ventura diga o contrário.

«[André Ventura] Explica: "Não vejo contradição porque uma coisa é criticar uma estigmatização judicial - que houve nos processos de Guantánamo, por exemplo, e foi até reconhecido pelo Congresso dos EUA, é puramente científico -- e outra uma posição política de se dizer 'para o futuro devemos ter em conta que a presença de pessoas oriundas de alguns países onde o fundamentalismo islâmico é mais forte deve ser controlada.'"
Agregar toda a comunidade islâmica europeia ao fundamentalismo islâmico e portanto ao terrorismo não é pois estigmatizar. É só, diz, "uma questão de controlo: se em determinadas cidades europeias uma população é 25% ou mais de 20% islâmica nós temos muita dificuldade em controlar, fazer filtragem."»

Mais uma vez, controlar a população islâmica implica necessariamente "estigmatização judicial". Ninguém pode ser deportado sem ser que tal seja devidamente autorizado e legitimado pela Justiça. Ventura bem pode repetir que aquilo que estava em causa na sua tese de doutoramento era Guantánamo, mas a verdade é que aquilo que está em causa AGORA é como lidar com a incompatibilidade entre o Islão e o Ocidente.

«Do mesmo modo, afirmar na tese que "Portugal é um dos países mais pacíficos do mundo" não colide em nada com clamar no programa do Chega que é "um país com insegurança crónica".
"Nada a ver", comenta. "Uma coisa é a análise dos relatórios, e nos relatórios, é evidente, Portugal é dos mais pacíficos. Outra coisa é a percepção real e os números reais que as pessoas têm do ponto de vista da percepção e da existência."»

Então é necessário explicar porque é  que existe uma discrepância entre os relatórios e a "percepção real". Porque só um deles, relatórios ou "percepção real", corresponde efectivamente à realidade!

«Como assim? Os números não estão nos relatórios? Quando escreveu que Portugal é um dos países mais pacíficos do mundo, portanto dos mais seguros, afinal disse algo em que não acredita? "Eu politicamente também digo que nos relatórios Portugal é um dos países mais pacíficos do mundo, está ali. Outra coisa é a percepção que eu tenho e que os cidadãos têm. Uma coisa é a percepção científica das coisas e outra coisa a análise científica dos dados."»

Não, Doutor Ventura. Vai ter de me desculpar, mas não existe nenhuma "percepção científica". Os cientistas não se baseiam em percepções, os cientistas baseiam-se em factos concretos e demonstráveis. Das duas uma, (1) ou o Doutor Ventura acredita que os relatórios são uma aldrabice -e, nesse caso, deve dizê-lo abertamente-, ou (2) o Doutor Ventura acredita que os relatórios estão correctos, mas prefere explorar o sentimento ilusório de insegurança do eleitorado. As duas coisas ao mesmo tempo é que não pode ser, porque elas não são conciliáveis!

Claro que há sempre a possibilidade de Ventura acreditar que a insegurança é mesmo real, mas escreveu o que entendeu ser necessário para que a sua tese de doutoramento fosse aprovada. Esta estratégia será aceitável numa lógica de "fazer o jogo do sistema em vez de ir contra o sistema"...


«E claro, quando o André Ventura académico usou a expressão "populismo penal", descrevendo-o como "o processo pelo qual os políticos se aproveitam, e usam para sua vantagem, aquilo que crêem ser a generalizada vontade de punição do público", não estava a falar de programas como o do Chega e líderes políticos como ele próprio. Porque "um populista é alguém que usa de forma abusiva os anseios de uma população para manipular as suas aspirações e para conseguir triunfar... Querermos uma justiça mais forte é populismo? Isto é o sentimento comum, básico, de qualquer cidadão que se indigna perante estas coisas."»

Portanto, quando os outros políticos o fazem, é populismo. Quando o André Ventura o faz, não é... onde é que eu já vi isto?


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Ver também:


Lembrete para os nacionalistas que votaram no Chega
A ouvir: entrevista de André Ventura à Antena 1

Relembrar novamente: a Escola de Francoforte e a Teoria Crítica


     De tempos a tempos, é necessário regressarmos a este género de vídeos, para nos lembrarmos de onde vêm exactamente os "jovens" que aparecem a falar mal da nossa bandeira. Não, não vêm da ignorância, como escreveram erradamente demasiados cronistas da nossa praça, alguns dos quais tinham a obrigação de saber bem melhor. Os "jovens" que odeiam a nossa cultura e símbolos nacionais são produto de algo que é muito, mas muito maior e mais sinistro do que a ignorância:




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Ver também:

José Pinto-Coelho fala acerca do "jovem" que insultou a bandeira portuguesa
A (in)justiça social chegou finalmente às ciências exactas!
«A Narrativa» - Marxismo Cultural para Totós

No Alentejo: ciganos agridem bombeiros por tentarem fazer o seu trabalho


É apenas mais um entre inúmeros de casos do mesmo género. Quem não quiser ler o texto poderá optar por ver o vídeo no final.

«Os Bombeiros Voluntários de Borba foram atacados e agredidos dentro do próprio quartel, na madrugada deste sábado.
O episódio aconteceu quando, "cerca das 00h30, um grupo com de cerca de 20 pessoas de etnia cigana deslocaram-se se deslocou às instalações dos Bombeiros, com o intuito de pedirem auxílio para uma vítima que se encontrava inconsciente." »

Antes de mais, um louvor a quem redigiu esta notícia por ter chamado os bois pelos nomes, ao invés de recorrer a termos desonestos como "indivíduos", "feirantes" ou "clã familiar".

«"Os elementos que se encontravam de serviço avaliaram a situação e verificaram que, efectivamente, a pessoa não se encontrava inconsciente e questionaram as pessoas já tinham ligado o 112", revela o comandante. "Essas pessoas disseram que não tinham ligado [o 112], nem o tinham que fazer e o que exigiam era o socorro para uma situação que, efectivamente, não correspondia à informação inicial".
Os elementos do grupo iniciaram "agressões físicas a um dos elementos que os atendeu e esse elemento refugiou-se dentro das instalações, fechando a porta". As pessoas acabaram por partir o vidro da porta de entrada "projectando os vidros para cima de um outro elemento e abriram de forma forçada a porta". »


Esta  história não está muito bem contada... felizmente, o JN dá-nos mais alguns pormenores:

«"Os elementos dos bombeiros perguntaram se tinham ligado ao 112, mas [os ciganos] responderam que não e que a assistência tinha de ser feita ali". Depois de [o bombeiro] responder que era necessário activar o Sistema Integrado de Emergência Médica, uma das pessoas do grupo "agrediu o elemento com dois murros" e, depois de os bombeiros fecharem a porta, os agressores partiram os vidros, projectando pedaços partidos contra outro elemento que assistia o colega ferido, contou Joaquim Branco.»

Reparem na sequência de acontecimentos, caros leitores: um dos ciganos ficou inconsciente; em vez de ligarem o 112, os outros ciganos pegaram nele e foram directos ao quartel dos bombeiros; uma vez no local, exigiram a um dos bombeiros presentes que socorresse o cigano, que afinal nem sequer estaria inconsciente; e quando o bombeiro tentou explicar que havia um procedimento a adoptar para este tipo de emergências, os ciganos passaram imediatamente à violência!

E ainda há quem julgue que é possível integrar esta escumalha na sociedade! Isto não é gente, isto é uma matilha de cães raivosos, de animais descerebrados que só respeitam a lei do mais forte! É impossível que estas "pessoas" tenham algo de válido e de positivo a oferecer ao mundo civilizado!

Mas atenção, que a coisa não ficou por aqui:

«O grupo invadiu o quartel e perseguiu os quatro bombeiros de piquete, que fugiram e se esconderam. Só depois de ser chamada a GNR, que mobilizou uma patrulha de Borba e outra de serviço no distrito de Évora, e uma viatura do Corpo de Intervenção da PSP, é que os agressores foram embora, cerca das 3 horas. No entanto, seguiram até ao Centro de Saúde de Estremoz, onde os dois bombeiros feridos tiveram de ser assistidos. A GNR ficou no local para controlar a situação.
Apesar das lesões "não serem graves", os bombeiros ficaram "muito afectados psicologicamente", disse o comandante. O piquete que permaneceu durante o resto da noite no quartel ficou acompanhado por uma patrulha da GNR.»


Acredito que tenham ficado mesmo "muito afectados psicologicamente", mas... em que é que o senhores bombeiros têm votado ao longo dos anos? É que quem vota nos partidos do arco da grande tragédia abrilina, PS/PSD/BE/CDU/CDS/PAN, não se pode queixar destas situações! Não podemos ter o sol na eira e a chuva no nabal... quem quer segurança, tem de votar nos partidos que defendem a responsabilização e a deportação da ciganada (e não apenas a integração, como faz o André Ventura).

«Os elementos do piquete que também se encontravam de serviço refugiaram-se dentro das viaturas e das instalações "com o objectivo de garantir a sua segurança", acrescenta o comandante. Dois dos elementos dos bombeiros foram avaliados no Centro de Saúde de Estremoz, mas apenas com ferimentos ligeiros.
O comandante revelou ainda que serão tomadas algumas medidas de reforço da segurança, nomeadamente "aumentar os níveis de alerta, coordenar com a Guarda Nacional Republicana, nomeadamente com o posto de Borba, com o intuito de dar também o apoio suficiente para situações que se mostrem preocupantes" porque "já houve mais situações, mas não com uma gravidade deste tipo". 

"Já houve mais situações"... mas como sempre, é preciso haver violência para que alguém tome finalmente uma atitude.  É realmente lamentável. O povo português só acorda quando apanha no focinho...


Coisas que vou aprendendo graças aos mé(r)dia...



Mas então a maiora ameaça actual ao mundo não era o aquecimento global?...


Por apenas 22 cêntimos, leia a "opinião" de uma elitista arrogante que lhe explicará que comer carne faz mal!


Porque os impostos em Portugal ainda são muito baixinhos...


O que vale é que os alemães são o povo mais inteligente do mundo... e quiçá da Europa! 😝


A comparação é mais certeira do que esta bimba da Fanucci julga: é que se nós bebêssemos apenas H20, ficaríamos doentes... a água que bebemos possui toda uma panóplia de minerais que são imprescindíveis para a nossa saúde. Da forma semelhante, quem quiser igualdade mas ficar apenas pelo feminismo, acabará por encontrar só decepção e ressentimento... e não merecerá mais do que isso!

quinta-feira, 31 de outubro de 2019

José Pinto-Coelho no "Talk About em português"


     Aqui fica a interessantíssima conversa que Miguel Macedo,  dono do canal de YouTube "Talk About em português", manteve com José Pinto-Coelho, o Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR). A tertúlia contou também com o brasileiro David Silva.

Como sempre, recomendo aos leitores do TU que vejam o vídeo no próprio YouTube, para assim poderem ler também os comentários que foram sendo deixados pelos espectadores ao longo da conversa.


Mais duas intervenções de André Ventura na AR


     Depois de ontem vos ter trazido aqui a grande estreia de Ventura no Par(a)lamento, aqui ficam mais duas suas intervenções. Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui a primeira delas.

Alguns de vocês poderão estar a coçar a cabeça: "Ó Afonso, mas tu não és contra o Ventura? Então para que diabo estás a partilhar as suas intervenções?" Por três motivos: (1) acho efectivamente que Ventura é um homem do sistema, mas até o ter demonstrado inequivocamente merece o benefício da dúvida; (2) acho que Ventura pode servir de "stepping stone" para o Nacionalismo e "radicalizar" as pessoas no sentido de abrirem a mente a votar noutros partidos que não os do sistema; (3) parece-me extremamente importante monitorizarmos as reacções do eleitorado ao discurso de Ventura, para medirmos o impacto das suas palavras e percebermos o que resulta e o que não resulta em termos de propaganda política.




quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Hoje, a partir das 21h00: José Pinto-Coelho no "Talk About em português"


     O Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR), vai estar hoje em directo no canal  "Talk About em português", um dos canais conservadores mais populares do YouTube, para conversar com o vlogueiro (video blogger) residente.



A conversa poderá ser seguida a partir das 21 h, através desta hiperligação. Não percam!

Boa estreia, Doutor Ventura!


Porque há que dar mérito a quem o merece. Aqui fica a primeira intervenção de André Ventura na AR, foi hoje mesmo, há apenas algumas horas. Se isto é ou não um indicador do que vai acontecer no futuro, só o tempo dirá. Mas para já, Ventura merece o benefício da dúvida.


terça-feira, 29 de outubro de 2019

Pretogueses continuam a dar má fama aos Portugueses no estrangeiro


Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia "tão bonita e singela", como cantava o Zé Cabra:

«Um emigrante português de 35 anos, que já foi duas vezes deportado para Portugal, foi detido, em Inglaterra, por ter assaltado um homem de 73 anos, quando o idoso estava a ter um ataque cardíaco num terminal de autocarros.»


Antes de continuarmos, vamos dar uma olhadela à linda cara deste "português":


Hum... não consigo dizer se será minhoto ou transmontano. O que é que vos parece?


«Charles Jackson, 73 anos, terá sido a última vítima de Danilo Furtado, português de 35 anos que foi detido, em Inglaterra, e condenado a 20 meses de prisão.»


"Português de 35 anos"... que sentido de humor tão giro que os "nossos" jornalistas têm!

«No passado mês de agosto, Charles Jackson sofreu um ataque cardíaco no terminal de autocarros Bury Interchange, na região de Manchester. Danilo Furtado, em vez de auxiliar o idoso, roubou-lhe a carteira, o telemóvel e um fio e cruz de ouro. 
Charles Jackson morreu 13 horas depois. Por não ter identificação, o contacto com a família do idoso foi mais difícil e aconteceu já após a morte do homem.»


Ah! O Sr. Jackson era certamente um homem branco, logo patriarcal, logo heteronormativo, logo misógino, logo xenófobo, logo racista, logo neocolonialista... tinha mesmo era de morrer, pá!  Todos os homens brancos têm de morrer!

«Segundo a imprensa britânica, Danilo Furtado é toxicodependente e já tinha no cadastro 32 crimes, como furtos em lojas, posse de arma branca e drogas. Foi deportado duas vezes de Inglaterra (2014 e 2017) mas acabou por voltar ao país.»


 
"Tinha sido deportado duas vezes? É natural... porque os melhores são os que partem!" 


«Nichola Garton, filha de Charles Jackson, diz que a família sente que lhe foi roubada a hipótese de passar as últimas horas de vida com o pai. "O meu pai estaria provavelmente ainda semi consciente quando ele passou no local e em vez de o ajudar decidiu roubar-lhe o fio e cruz de ouro, o telemóvel e a carteira. Não teve compaixão, nem humanidade, nem consciência. As suas acções inumanas são deploráveis, mas ainda mais importante, as consequências dessas acções resultaram na morte do nosso pai", frisou Nichola Garton, citada pelo "Daily Mail".»


Hum... em que partidos é que a menina Garton terá votado ao longo dos anos? É que a única forma de evitar os Danilos da vida é apostar no Nacionalismo... mas a Inglaterra não é propriamente a nação mais nacionalista da Europa!

«Foi um irmão de Nichola, preocupado pela ausência do pai, que decidiu ir à sua residência. Quando chegou, tinha dois agentes da polícia à espera para informar de que Charles Jackson tinha morrido.

Danilo Furtado e um cúmplice foram detidos depois de terem vendido o fio e cruz de ouro numa loja de produtos em segunda mão por 100 libras (116 euros). O português também tentou usar o cartão de multibanco da vítima.

Segundo o seu advogado, Paul Brynin, Danilo "pensou que a vítima estava apenas embriagada e aproveitou-se da situação para o roubar para comprar comida e drogas".

"O que fez foi vergonhoso, desprezível e totalmente vazio de humanidade", considerou o juiz que analisou o caso.»


Pôssa, que juiz mais severo! Ninguém lhe deve ter dito que "a diversidade é a nossa força"!... 

Nota final: alguns de vocês poderão achar que eu não devia gozar com estas coisas. Como observou o FdT, «como se já não bastasse estar a ter um ataque cardíaco, a último imagem que tem do mundo é de um preto a roubar-lhe a carteira. »É verdade, o velhote teve um final bem triste. Mas, por outro lado, é preciso ter em conta a estatística: sendo esse velho inglês, a probabilidade de ele ter votado durante a sua vida nos imigracionistas do Labour e do Partido Conservador é muito mais elevada do que a probabilidade de ele ter votado no BNP ou até no UKIP. Por isso, o mais provável é que ele tenha tido exactamente o destino que merecia, tal como a esmagadora maioria dos ingleses (e, já agora, dos portugueses) que morrerem em situação semelhante.

Alguns de vocês poderão achar esta minha atitude de uma frieza quase psicopática, mas eu cheguei a um ponto em que já só sinto pena dos brancos que lutaram de alguma forma contra a "diversidade". Os outros não merecem sequer a nossa consideração. Até porque eles sentem exactamente o mesmo em relação ao nós. Em geral, consideram-nos criminosos apenas porque queremos continuar a viver na nossa terra e com a nossa própria gente. Portanto, e perdoe-me o cinismo, que se f***m. Já não tenho paciência nem pena de quem se entregou de corpo e alma à desgraça da "diversidade".

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Ver também:

Futebolista "português" que jogava na Holanda morre na Bélgica...
Amadora: um destino de sonho para o seu fim-de-semana!
Em Vilamoura (Algarve): "jovem" mata jovem por motivo fútil
Ainda sobre a grande "festa" na estação ferroviária de Queluz-Belas
Sermões do Afonso #6: "Jovens" dão mais cor à noite de Santo António
Jovem (ou seria "jovem"?) enriquecido dentro de um comboio em Sintra
Triste futebol: "jovem" do FC Porto devolve aos adeptos o carinho que recebeu... com juros!
(des)Governo português pede desculpa a Angola pelas agressões dos "jovens" do bairro da Jamaica às autoridades portuguesas
PSP obrigada a disparar para "serenar os ânimos" em Carcavelos
No Estoril: "jovens" agridem menina de forma selvagem, arracando-lhe o cabelo
"Jovem" são-tomense ouve "a voz de Deus" e decide enriquecer umas quantas viaturas...
Em Agualva-Cacém: gangue de "jovens" arma cilada a dono de pastelaria
O PNR repudia veementemente a vista do bilderberguer Marcelo ao bairro da Jamaica
Aqui em Portugal: "refugiado" africano detido por assalto a estabelecimento comercial
"Jovens" tornam o futebol britânico mais vibrante!
"Jovens" fazem arrastão em centro comercial do Carregado (no concelho de Alenquer)
Os "novos portugueses": penacovenses de gema!
"Jovens" usam o Fuçaslivro para conversar sobre matar polícias e militantes do PNR (2)
"Jovens" usam o Fuçaslivro para conversar sobre matar polícias e militantes do PNR
Arrogância alógena: "jovem" vibrante explica que «os 'tugas' são uma merda!» 
José Pinto-Coelho num centro comercial da Amadora
José Pinto-Coelho fala acerca do "jovem" que insultou a bandeira portuguesa

Gastaram-se milhares de milhões a fazer auto-estradas...


...e agora começa a acontecer o que se previa: as empresas que as exploram vão passando para mãos estrangeiras. Primeiro foi a Mota-Engil, agora é a vez da Brisa:

«Mais de 20 anos depois de ter entrado e assumido a gestão da Brisa, o grupo José de Mello prepara-se para ceder o controlo accionista da empresa, num negócio que pode ultrapassar os três mil milhões de euros. É uma grande operação, mesmo para a escala europeia, e está a atrair o interesse de muitos potenciais investidores. Mas também pela sua dimensão, dificilmente veremos investidores nacionais na corrida.
Ainda que o grupo Mello mantenha uma participação minoritária de 20%, é quase certo que a Brisa será mais uma empresa de referência a ir para o controlo de investidores estrangeiros, como aliás já aconteceu com outras concessionárias de infra-estruturas de transportes. A segunda maior concessionária de auto-estradas, a Ascendi, que era detida pela Mota-Engil e pelo Novo Banco, foi alienada em 2016 a um fundo internacional baseado em França, a Ardian.»

Auto-estradas construídas graças a fundos comunitários a passar para o controlo de estrangeiros? Quem é podia ter previsto uma coisa destas?...

«A mesma Mota-Engil vendeu a concessionária portuária, dona da Liscont e outras concessões, aos turcos da Yildirim. A própria Brisa também alienou 30% da sua principal concessão a um grupo de investidores brasileiros. Isto para não falar nas concessionárias dos aeroportos, a ANA, que desde 2013 é detida pelos franceses da Vinci, que são também os maiores accionistas da Lusoponte, a empresa que explora as travessias rodoviárias do Tejo, ainda que aqui tenha ao seu lado a Mota-Engil.
Com a Brisa a ir ao mercado vai mudar de mãos o capital da empresa que explora as principais auto-estradas do país, desde a A1, a A2, a A5, passando pela A8 da Auto-estradas do Atlântico, pela A6 que vai para a Espanha, ou a Norte, pela A3, que liga Porto a Valença. E também pela Via Verde.»

Ou seja, é apenas uma questão de tempo até os novos donos perceberem que quase todas as auto-estradas portuguesas dão prejuízo e começarem a aumentar as portagens. De forma progressiva, é claro, que é para os "tugas" não começarem logo a protestar...

«Quem são os potenciais compradores? Fundos de investimento em infra-estruturas, fundos de pensões, seguradoras, investidores que têm um perfil de longo prazo e gostam de remunerações garantidas, e, eventualmente, investidores que já tem interesses em auto-estradas em Portugal e Espanha, como o fundo francês dono da Ascendi, ainda que neste caso possa haver um problema de concorrência, ou a espanhola Globalvia. A geografia dos interessados estende-se desde a Europa e Estados Unidos até à Austrália, onde há fundos com grande tradição em infra-estruturas. Por exemplo, a Macquarie – com origem na Austrália e que já foi accionista da Lusoponte.
Quanto vão comprar? O que está à venda são dois blocos de 40%, num total de 80% do capital do grupo Brisa. É uma posição de controlo que, por isso, terá associado um prémio a pagar pelos investidores, mas a configuração do negócio vai depender muito de quantos investidores aparecerem e se vão ou não concorrer em consórcio. O preço terá implícito um prémio de controlo e, tendo como referência apenas a performance financeira recente da Brisa e o seu balanço, poderá chegar a um valor superior a três mil milhões.»

Pois é... graças aos dinheiros vindos da UE, foi construída uma rede auto-estradas que deu de comer a muitos compadres e (des)governantes. Mas agora, apenas umas décadas mais tarde, tudo indica que a manutenção dessa rede é incomportável, algo que todas as pessoas com dois dedos de testa tinham previsto.

Entretanto, os portugueses não têm alternativas viáveis a muitas destas novas auto-estradas, incluindo uma rede ferroviária que cumpra os requisitos mínimos de qualidade, conforto e tempos de viagem. Também aqui se vê o resultado da negligência grosseira do povo português em relação aos seus próprios interesses. E a sua indiferença criminosa em relação à incompetência e à corrupção dos seus dirigentes políticos... Portugal vai continuar a ser vendido, peça por peça. Um dia os portugueses vão acordar e verificar que já nada lhes pertence. Mas desde que haja futebol, smartphones, festivais de música e carros de alta gama, os "tugas" não se vão importar grande coisa... afinal, "o que importa é sermos felizes", não é mesmo?

domingo, 27 de outubro de 2019

Uma estatística extremamente preocupante


     Nos EUA, uma organização de defesa da Liberdade de Expressão fez uma sondagem acerca da forma como os norte-americanos encaram o "discurso livre" (free speech). Os resultados são extremamente preocupantes:

▪ 51% norte-americanos acham que Primeira Emenda, adoptada em 1791, "deve ser actualizada para reflectir as normas culturais da actualidade".

▪ Entre os 'millennials' (29-38 anos), a situação é especialmente grave; 51% acredita que o "discurso de ódio" deve ser criminalizado.

▪ A percentagem correspondente para a 'geração x' (39-54 anos) e para os 'baby boomers' (55-73 anos), desce para 46%; ou seja, as gerações mais novas são menos respeitadoras da Liberdade de Expressão do que as gerações mais velhas.

▪ Entre os que defendem a criminalização do "discurso de ódio", 54% acha que o castigo a aplicar deve ser a prisão; só 46% acha que multar seria suficiente.


▪ 52% dos inquiridos acha que a o "discurso racista" deve ser proibido.

▪ 50% dos inquiridos acha que os neonazis não devem poder falar livremente,


▪ 46% dos inquiridos acha que os islamistas radicais não devem poder falar livremente;

▪ 35 % dos inquiridos acha que os negadores do Holocausto não devem poder falar livremente.

▪ 20% dos inquiridos acha que os movimentos anti-vacinação devem ser proibidos;

▪ 18% dos inquiridos acha que os negadores das alterações climáticas devem ser silenciados.

Porque é que isto é grave? Porque os EUA são o único país do Ocidente onde ainda existe realmente Liberdade de Expressão. Uma revisão da Primeira Emenda no sentido desejado por aqueles que responderam a este inquérito significaria o fim dessa liberdade e, muito provavelmente, o silenciamento final dos povos do Ocidente, sobretudo dos Nacionalistas.

Apesar de jamais ser capaz de votar na Iniciativa Liberal...


...tenho de admitr que os seus cartazes são simplesmente brilhantes! Depois do #ComPrimos, que gozava com o original do PS "#Cumprimos" e do Impostopoly, os estrategas da IL criaram agora o #Comprido:

«A Iniciativa Liberal considerou este sábado que o novo Governo já “não é com primos”, mas é comprido, complicado, de continuidade e convencido ser possível atrair investimento mantendo o sistema fiscal, a justiça lenta e serviços públicos a funcionar mal.»


A boa propaganda política é mesmo assim: pega-se num defeito do inimigo e salienta-se esse defeito. Neste caso, o defeito é a dimensão excessiva do (des)governo, que tem ainda mais boys e girls para alimentar do que o anterior executivo... salientado pelo recurso a três painéis publicitários.

A traição aos Portugueses em números concretos (102)


Mais um motivo de orgulho, pá! Portugal é o terceiro país da UE com mais riqueza em paraísos fiscais!!! "Heróis do mar, nobre povo..."

«Os portugueses desviaram cerca de 50 mil milhões de euros para offshores entre 2001 e 2016 [durante um período de 15 anos], tornando-se o terceiro país da União Europeia que mais riqueza transferiu para paraísos fiscais, noticiou o Jornal de Negócios com base num estudo da Comissão Europeia.
Cerca de um quarto (23,9%) do Produto Interno Bruto (PIB) português é desviado para offshores, sendo superado apenas por países como o Chipre (38%) e Malta (31%).
Estes três países também são os que mais perdem em receita fiscal por causa das transferências para os paraísos fiscais, segundo a estimativa da CE. Só Portugal terá perdido 1,3 mil milhões de euros entre 2004 e 2016, cerca de 1% do PIB português.


Estes números são estranhos... entre 2001 e 2016 Portugal perdeu 50 G€, mas entre 2004 e 2016 só perdeu 1,3 G€?! 
 
“Menos receita fiscal significa menos serviços públicos ou taxas de IVA mais altas para o cidadão comum”, diz Johan Langerock, assessor de políticas fiscais e desigualdade da Oxfam.
O recurso a estes paraísos fiscais deve-se muitas vezes às tentativas de evasão fiscal, para evitar ter a riqueza sujeita a impostos, mas no caso de Portugal e de outros que tiveram ajuda financeira pode dever-se também à incerteza económica e à necessidade de proteger a riqueza.»

A última frase é realmente um espectáculo. Uma formulação mais honesta seria: "os paraísos fiscais são usados normalmente para fugir aos impostos, mas isto aqui no rectângulo está tão mau que muitas pessoas estão a pôr o seu rico dinheirinho noutro lado, não vá o (des)Governo lembrar-se de arranjar alguma forma de lhe deitar a mão"!

sábado, 26 de outubro de 2019

Muito interessante...


...este artigo do Instituto Gatestone. Mostra a forma como os estrangeiros viram a eleição do Chega para o parlamento português. Recomendo a sua leitura integral, mas vou deixar aqui algumas partes "picantes":

«In the area of ​​foreign policy, Ventura has called for opposing European federalism, safeguarding national sovereignty from encroaching globalism and taking Portugal out of the UN's Global Compact for Migration. He has called for reinforcing Portugal's role in NATO, and for fighting against the "hegemonic temptations" of China, Iran and the European Union. He has also called for an "unequivocal commitment" to support the State of Israel and for transferring the Portuguese embassy to Jerusalem.»


Curiosamente, ainda não vi nenhum nazionalizta pronunciar-se acerca disto. Curioso, no mínimo...

«Chega leader André Ventura, a 36-year-old law professor and television sports personality, campaigned on a theme of law and order and opposition to both political correctness and the imposition of cultural Marxism. He rode a wave of discontent with traditional center-right parties, which in recent years have drifted to the left on domestic and foreign policy issues.»


Reparem que os "comentadores" e "jornalistas" portugueses raramente referem isto. Toda a gente sabe que o PSD e o CDS perderam votos por se terem aproximado demasiado à Esquerda, mas a narrativa oficial aqui no rectângulo é que estes partidos foram derrotados por causa do seu conservadorismo, não por causa do seu crescente "progressismo". É realmente engraçado que tenha de vir um jornalista estrangeiro escrever o que os "jornalistas" portugueses não querem escrever...

«Portugal's establishment media and left-wing parties have sought to discredit Chega by branding the party as "far right," "extremist," and "populist right wing." A review of Chega's "70 Measures to Rebuild Portugal" shows it to be a conservative party promoting classical liberal economic policies and traditional social values.»


Exacto. O que o Chega defende é, essencialmente, o que o Partido Republicano defende nos EUA. Não há nada de verdadeiramente radical no Chega, mas em Portugal ser genuinamente de Direita é ser considerado radical e de "extrema-direita"...

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Aconteceu hoje, no Par(a)lamento...


    A deputada eleita pelo Livre tomou posse hoje, fazendo-se acompanhar pelo seu assessor, vestido da forma que podem ver nas duas fotografias em baixo. Um muito obrigado! ao Bruno D. por me ter chamado a atenção para mais este episódio surreal da "democracia" portuguesa.

Adenda:  muito obrigado! também ao FdT que me trouxe aqui esta notícia no exacto momento em que eu a publiquei! 😝





Nacionalistas abstencionistas, espero que se sintam orgulhosos, porque este triunfo da "modernidade" e do "progressismo" também é vosso! Se vocês tivessem ido votar, a Joacine não teria conseguido chegar à Assembleia da República! Mas vocês querem mudar o mundo cruzando os braços e afundando o traseiro flácido no sofá, portanto, só têm o que merecem!