Julgo que todos os frequentadores deste blogue estarão ao corrente do caso. Numa manifestação em frente à Assembleia da República promovida pelos sebosos do partido de extrema-esquerda que dá pelo nome desonesto de Livre, um "jovem" racista antibranco insultou a bandeira portuguesa com o maior dos à-vontades.
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sexta-feira, 25 de outubro de 2019
José Pinto-Coelho fala acerca do "jovem" que insultou a bandeira portuguesa
quinta-feira, 24 de outubro de 2019
A ouvir: entrevista de André Ventura à Antena 1
Deixo aqui uma entrevista que André Ventura concedeu hoje à Antena 1. Partilho aqui a entrevista não para apoiar Ventura, mas porque me parece importante que as suas posições fiquem bem claras. Julgo que muitos nacionalistas ainda não perceberam muito bem o que este indivíduo defende realmente e qual é a sua verdadeira função no circo abrilino. Por exemplo:
1. A partir dos 4 minutos e 16 segundos, Ventura reconhece que não tem nada contra o crime do aborto; isto é que é "extrema-direita"? Aceitar o aborto?
2. Aos 12m19s, Ventura diz, a propósito da ideologia de "género": «se nós não pararmos isto a tempo, um dia a reacção ao sistema vai ser muito pior do que está a ser»; ou seja, ficamos com a sensação que Ventura quer combater a ideologia de "género" para evitar a reacção contra ela que poderá vir a ter lugar no futuro... e não por causa da natureza criminosa da ideologia de "género" em si.
3. Perto do fim do vídeo, Ventura vai ainda mais longe: «há um descontentamento enorme contra o sistema, uma abstenção de 51%, se isto não se revolver a tempo, o sistema não sobreviverá». Portanto, a preocupação de André Ventura é manter vivo o sistema, é garantir que o sistema sobrevive.
Depois não digam que não foram avisados... o homem nunca escondeu as suas verdadeiras intenções.
quarta-feira, 23 de outubro de 2019
Questões em directo com José Pinto-Coelho # 001 (17/10/2019) - LADO B
Partilho aqui a segunda parte do primeiro "Questões em directo", com o Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR), que esteve hoje (23-Out) em directo no seu canal do YouTube, a responder a perguntas que alguns dos espectadores lhe tinham colocado no passado dia 17.
Nesta segunda parte, a que José Pinto-Coelho chamou "Lado B", o Presidente do PNR continuou a falar dos resultados das Eleições Legislativas do passado dia 6 de Outubro, bem como da necessidade de renovar a imagem do partido. Falou ainda do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo da posição do PNR em relação a essa aberração. Finalmente, José Pinto-Coelho falou acerca da guerra cultural que a Esquerda tem vencido desde há já várias décadas no Ocidente, e da necessidade de os Nacionalistas se aplicarem muito mais para terem a possibilidade de reverter essas vitórias da Esquerda.
Nesta segunda parte, a que José Pinto-Coelho chamou "Lado B", o Presidente do PNR continuou a falar dos resultados das Eleições Legislativas do passado dia 6 de Outubro, bem como da necessidade de renovar a imagem do partido. Falou ainda do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo da posição do PNR em relação a essa aberração. Finalmente, José Pinto-Coelho falou acerca da guerra cultural que a Esquerda tem vencido desde há já várias décadas no Ocidente, e da necessidade de os Nacionalistas se aplicarem muito mais para terem a possibilidade de reverter essas vitórias da Esquerda.
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Ver também:
Questões em directo com José Pinto-Coelho # 001 (17/10/2019)
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
Um breve comentário aos resultados obtidos pelo PNR no estrangeiro
Foram ontem finalmente divulgados os resultados da Eleições Legislativas de 2019 no estrangeiro. A surpresa, pelo menos para mim, foi bastante grande: aqui em Portugal, o PNR perdeu cerca de 43,7% dos votos que tinha obtido nas Legislativas de 2015; mas, no estrangeiro, o PNR cesceu 1350%!
Os resultados obtidos pelo PNR no estrangeiro parecem-me interessantíssimos. O PNR ficou à frente do Aliança do Santa (f)Lopes, do Chega! do André (des)Ventura, do Livre da preta gaga e até do PCTP-MRPP da escumalha comunista revolucionária:
Como tinha dito acima, em Portugal, o PNR perdeu cerca de 43,7% dos votos que tinha obtido em
2015, passando de 27 41 para 15 270 votos. Mas no estrangeiro aconteceu o
oposto! Em 2015, o PNR tinha obtido apenas 128 votos no estrangeiro. Em
2019, obteve 1856 votos! Uma subida de 1350%!!!
Ora, isto vem ao encontro daquilo que eu penso há já muitos anos: o problema do crescimento anémico do Nacionalismo em Portugal não reside apenas no PNR, mas também na mundivisão e na forma de estar da sociedade portuguesa, que parece ter especificidades culturais próprias e que não compreende a urgência do combate nacionalista face aos graves efeitos do multiculturalismo e do multirracialismo no resto da Europa.
Ora, isto vem ao encontro daquilo que eu penso há já muitos anos: o problema do crescimento anémico do Nacionalismo em Portugal não reside apenas no PNR, mas também na mundivisão e na forma de estar da sociedade portuguesa, que parece ter especificidades culturais próprias e que não compreende a urgência do combate nacionalista face aos graves efeitos do multiculturalismo e do multirracialismo no resto da Europa.
Parece-me por isso pertintente entrevistar os
ex-votantes do PNR e os votantes do Chega! para percebermos exactamente o
que distingue o eleitor português em Portugal do eleitor português no
estrangeiro. Não podemos fugir mais desta realidade: o que tem
funcionado na Europa para fazer crescer os partidos nacionalistas não
está a funcionar aqui no rectângulo. E é preciso urgentemente perceber
porquê, sob pena de continuarmos a falhar.
Observe-se também que mais de metade dos votos que o PNR obteve no estrangeiro este ano vieram
do Brasil (970 votos). O que significa que a estratégia adoptada pelo
PNR para seduzir os luso-brasileiros não era assim tão estúpida:
Resultados das Eleições Legislativas de 2019 no Brasil (SGMAI)
Se o PNR tivesse crescido tanto em Portugal como na Europa (1700%), teria sido a quarta força política mais votada, com uns assombrosos 461 397 votos! Só o BE, o PSD e o PS teriam tido mais votos!
Ou seja, o nosso problema, o problema do crescimento nacionalista reside mesmo na sociedade portuguesa. Desde os grandes burros que se abstêm até àqueles que se deixaram seduzir pelo (des)Ventura por motivos superficiais (aparência de moderação, falta de eloquência dos dirigentes do PNR, prevalência da corrente minho-timorista no partido, etc), o que está a falhar na nossa estratégia é sobretudo a nossa incapacidade de transmitir a urgência do Nacionalismo ao povo que vive em Portugal.
Não se pense, porém, que o resultado do PNR nos consulados se fica a dever única e exclusivamente ao Brasil. Apesar de o PNR ter obtido, em termos absolutos, menos votos na
Europa, o crescimento relativo do PNR no Velho Continente é maior do que
aquele teve no Brasil!
Repare-se: em 2015, o PNR tinha obtido apenas 45 votos na Europa. Este ano, o PNR obteve 810 votos na Europa. É um crescimento de 1700%! No Brasil, o PNR tinha obtido apenas 71 votos em 2015, mas este ano teve 970, um crescimento de aproximadamente 1266%.
Repare-se: em 2015, o PNR tinha obtido apenas 45 votos na Europa. Este ano, o PNR obteve 810 votos na Europa. É um crescimento de 1700%! No Brasil, o PNR tinha obtido apenas 71 votos em 2015, mas este ano teve 970, um crescimento de aproximadamente 1266%.
Se o PNR tivesse crescido tanto em Portugal como na Europa (1700%), teria sido a quarta força política mais votada, com uns assombrosos 461 397 votos! Só o BE, o PSD e o PS teriam tido mais votos!
Ou seja, o nosso problema, o problema do crescimento nacionalista reside mesmo na sociedade portuguesa. Desde os grandes burros que se abstêm até àqueles que se deixaram seduzir pelo (des)Ventura por motivos superficiais (aparência de moderação, falta de eloquência dos dirigentes do PNR, prevalência da corrente minho-timorista no partido, etc), o que está a falhar na nossa estratégia é sobretudo a nossa incapacidade de transmitir a urgência do Nacionalismo ao povo que vive em Portugal.
E é isso, acima de tudo, que temos de corrigir no futuro. Temos de perceber o que é que o povo quer e ir ao seu encontro. Ou será que vocês querem ser como os autistas do PCTP-MRPP e continuar a sonhar com uma revolução que nunca acontecerá?
quinta-feira, 17 de outubro de 2019
Questões em directo com José Pinto-Coelho # 001 (17/10/2019)
Partilho aqui o primeiro "Questões em directo", com o Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR), que esteve hoje em directo no seu canal do YouTube, a responder às perguntas que alguns dos espectadores lhe colocaram.
Neste primeiro directo, José Pinto-Coelho falou dos resultados obtidos pelo PNR nas Eleições Legislativas de 2019 e do sucesso do Chega! de André (des)Ventura, apresentando a sua interpretação do que aconteceu na noite eleitoral do passado dia 6 de Outubro, incluindo o crescimento da abstenção.
Recomendo vivamente aos leitores do TU que não vejam o vídeo aqui, mas sim no canal do YouTube de José Pinto-Coelho, porque assim poderão ver também os comentários deixados pelos espectadores no "Chat Replay". Para tal, basta clicar no vídeo e depois na palavra 'YouTube', no canto inferior direito do mesmo.
Hoje, a partir das 22h00: José Pinto-Coelho em directo no YouTube
Numa iniciativa que eu considero extremamente louvável, o Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR), vai estar hoje em directo no seu canal do YouTube, a partir das 22h00, para responder às perguntas que os espectadores eventualmente lhe quiserem endereçar. Aqueles que (ainda) tiverem dúvidas acerca do PNR e daquilo que o partido representa e pretende alcançar, não devem perder esta oportunidade para falar directamente com o seu Presidente.
sexta-feira, 11 de outubro de 2019
Momento humorístico: a elite me(r)diática "tuga" chora a eleição de André Ventura
Desde a eleição do Presidente Trump que eu não via tanto choro, caros leitores! 😂
quinta-feira, 10 de outubro de 2019
Uma das pretas que os nacionalistas abstencionistas ajudaram a meter no Parlamento não passa de uma grande farsa, mas é mais esperta do que parece
Um muito obrigado! ao G, o cigano por nos ter trazido aqui este vídeo. Afinal, a gaga do livre não é gaga nenhuma. E, neste vídeo, ela mostra ser bem mais inteligente que muitos dos nacionalistas portugueses: ela apela aos "jovens" que entrem na política e tomem o poder, enquanto os burros dos nacionalistas apelam à abstenção na esperança IMBECIL de que venha a haver uma revolução armada...
Mensagem da Joacine, da Beatriz e da Romualda para os nacionalistas abstencionistas
"Do fundo dos nossos corações, queremos agradecer a todos os nacionalistas que se abstiveram no passado domingo, permitindo-nos ser eleitas para o Parlamento 'tuga'! Muito obrigado, palerm... eeer... perdão, nacionalistas abstencionistas! Jamais teríamos conseguido sem vocês!Agora vamos continuar a trabalhar juntos para expropriar e destruir os portugueses brancos de uma vez por todas! Quotas, naturalizações, acção afirmativa, aproximações à CPLP, islamização, feminismo radical, ideologia de "género"... já sabem, podem contar connosco para tudo isso e muito mais!"
"Eu também agradeço! Viva Pretogal!!!"
"Não liguem ao que o Afonso diz! Ele é um agente sionista! A verdade é que no domingo ficámos mais perto do poder!
De deputada preta em deputada preta, até à vitória ariana final! Sieg Heil!"
De deputada preta em deputada preta, até à vitória ariana final! Sieg Heil!"
terça-feira, 8 de outubro de 2019
Dois excelentes comentários aos resultados da noite eleitoral de Domingo
Um da autoria do Emídio, no 'Ectoplasmas Delirantes' e o outro da autoria do Ilo Stabet, no 'Portugal Integral'.
Passem por lá e deixem os vossos comentários. Estes dois escribas merecem muito mais audiência do que têm tido! Não só escrevem bem, como escrevem de uma perspectiva bastante diferente da minha aqui no TU (o racialismo), o que ajuda a compreender melhor o movimento nacionalista/patriótico como um todo. Vão lá e incentivem-nos, porque eles merecem!
segunda-feira, 7 de outubro de 2019
"Especialistas" pronunciam-se sobre a vitória do Chega
Dizer que o Marchi e o Costa Pinto são especialistas no que quer que seja é um exagero, mas há que conceder que, neste caso em concreto, parecem ter globalmente razão:
«De acordo com Ricardo Marchi, investigador do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, “era bastante expectável que, mais cedo ou mais tarde, se replicasse em Portugal um fenómeno que percorre a Europa”.
Ricardo Marchi.
Segundo Marchi, André Ventura “aproveitou uma janela interessante”, beneficiando da “crise da direita”, conquistando por um lado eleitores descontentes com a linha política do PSD e do CDS-PP, e, por outro lado, eleitores do partido de extrema-direita, o Partido Nacional Renovador (PNR), que nunca conseguiu “conquistar o eleitorado mais populista”.»
Como é que ele sabe de onde vieram os eleitores do Chega? Uma coisa é especular que deverá ter sido assim, outra coisa é afirmá-lo como se fosse um dado adquirido!
«“É um partido populista de direita radical, não é um partido nem subversivo nem revolucionário. Não quer acabar com a democracia, mas é um partido que reconhece o sistema democrático e aceita o sistema democrático como o melhor sistema para a governação dos países e da Europa e é um partido que quer participar no sistema politico dentro das regras democráticas”, sustenta.»
Os nacionalistas antidemocráticos não concordarão. Já eu, por exemplo, acho que é absolutamente evidente que o Chega tem uma auréola de moderação que o PNR nunca teve.
«Especialista no estudo da direita portuguesa, Ricardo Marchi é autor de obras como “Ideias e percursos das direitas portuguesas”, “As direitas na democracia portuguesa” ou “Império Nação Revolução - As direitas radicais no fim do Estado Novo”.
Para o investigador do ISCTE, ao usar o tema da lei e da ordem ou argumentos contra a subsidiodependência, André Ventura pode continuar “a captar largas faixas do eleitorado”.
Ao contrário do PNR, que “teria dificuldade, porque é um partido com um discurso e uma cultura politica anti-abrilista”, este investigador considera que André Ventura “não quer ter nada a ver nem com fascismo nem com nacional-socialismo, nem com salazarismos ou franquismos” e antecipa que até poderá ter “toda a facilidade de festejar o 25 de Abril de cravo vermelho ao peito”.
Não sei até que ponto é que o Marchi terá razão neste capítulo, não sei até que ponto é que as pessoas que votaram no Chega! serão mesmo anti-salazaristas convictas e adeptas da democracia. Mas parece-me que, de facto, o André (des)Ventura é um democrata ou, pelo menos, faz-se passar por tal. Basta olhar para a forma como, por exemplo, ele interpelou a representante do PCTP-MRPP durante o debate com os pequenos partidos, quando ela sugeriu tomar o poder através da força. Nenhum dos outros presentes o fez e Ventura chegou mesmo a ser censurado pelo representante do PURP. Sintomático...
«António Costa Pinto, politólogo do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, salientou que, além do Chega, também chegaram ao parlamento outros dois pequenos partidos, um deles de direita liberal, “integrados numa conjuntura eleitoral caracterizada fundamentalmente por uma vitória mais ou menos anunciada da esquerda e do PS” e pela desmobilização dos eleitores dos dois principais partidos de direita.
António Costa Pinto.
Segundo Costa Pinto, a entrada no parlamento irá dar ao “modelo tribunício” do Chega maior destaque e visibilidade mediática, e até apoio financeiro para o partido. “Até que ponto lhe permitirá consolidar o seu eleitorado, eventualmente aumentá-lo, só o futuro o dirá”, afirmou, sublinhando que “os partidos não existem fora das conjunturas em que nascem e crescem”.
O especialista considerou ainda que, com base na representação partidária no parlamento, o Chega, provavelmente, “vai estar isolado”, porque os restantes partidos, "muito naturalmente, deverão realizar à volta deste partido uma espécie de 'cordão sanitário'”.
O Chega, com 1,30% dos votos, elegeu domingo o deputado André Ventura numas legislativas ganhas sem maioria absoluta pelo PS, com 36,6% dos votos e com 106 deputados.»
A melhor coisa que poderá acontecer ao Chega! é precisamente ser isolado pelos partidos do arco da grande tragédia abrilina. Isso faria com que muitos dos eleitores portugueses descontentes com o actual regime passassem a ver o partido como a única oposição parlamentar legítima. Resta-nos esperar que os deputados eleitos pelos outros partidos sejam mesmo assim tão estúpidos...
Comunicado do PNR sobre a noite eleitoral de ontem
Da página de internet do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):
«Ao contrário do que tem sido a tendência de crescimento do PNR, em eleições legislativas, o nosso partido perdeu ontem cerca de 40% dos votos relativamente às eleições de 2015. Ao facto de não termos crescido expressivamente como desejado, acresceu ainda uma substancial descida, o que constituiu um duro golpe.
Foi uma amarga derrota que irá ter as suas naturais consequências a nível interno. Poderíamos enumerar as várias razões para o sucedido, mas isso poderia ser interpretado como desculpas, e a elas não gostamos de recorrer, nem de nada adiantam.
Agradecemos, reconhecidamente, a todos aqueles que depositaram a confiança do seu voto no PNR – pela primeira vez ou de forma habitual – e desejamos que continuem sempre a fazê-lo. Manifestamos também uma imensa gratidão a todos aqueles que, apesar das dificuldades desta campanha, não desistiram e lutaram até ao final. Esses são um exemplo!
É verdade que sem os meios o combate torna-se difícil, mas temos a razão, defendemos aquilo que muitos pensam, temos uma carga ideológica firme, um bom programa e uma mensagem muito boa. Isso são, só por si, motivos mais que suficientes para erguermos a cabeça e seguirmos em frente!
Esperamos que até às próximas eleições continue a aparecer “sangue-novo” – como tem sucedido nos tempos mais recentes -, com outra frescura, para que o combate continue.
Um bem-haja a todos! É uma honra servirmos lado a lado!
Viva o PNR e Viva Portugal!»
Hoje, o Nacionalismo português recuou 10 anos
Neste momento, já se encontram apuradas todas as freguesias do território nacional. Ainda falta apurar os consulados e há quatro mandatos por atribuir. Mas, no caso dos partidos pequenos, os resultados já não deverão sofrer alterações significativas:
O resultado obtido pelo único partido nacionalista português ficou abaixo daquele que tinha sido obtido em 2015 (27 269 votos ou 0,50%) e em 2011 (17 742 votos ou 0,32%). É preciso recuar até 2009 para se encontrar um resultado pior do que o de hoje (11 628 ou 0,20%). Isto quer dizer que hoje, o Nacionalismo português recuou 10 anos.
Não, o Chega! não é Nacionalista. O André (des)Ventura é assumidamente um homem do sistema e eu estou convencido que actuará como um homem do sistema nos próximos quatro anos.
E nem sequer podemos retirar algum consolo do facto de o PCP ter perdido 5 deputados: o PAN e o Livre ganharam 4, pelo que a extrema-esquerda no Parlamento continua fortíssima, com um total de 36 deputados. Se a estes somarmos os 106 do PS (que ainda deverão aumentar com os votos no estrangeiro), temos uma Assembleia da República completamente dominada pela Esquerda.
Quero por isso dar os meus sinceros parabéns a todos os nacionalistas que se abstiveram: esta vitória da Esquerda apátrida e genocida também é vossa, não seria possível sem vocês! Não se esqueçam disso quando a Joacine e a Beatriz aprovarem mais medidas de acção afirmativa! Não se esqueçam disso quando o Costa mandar vir mais "refugiados" e fizer aprovar mais medidas de aproximação à CPLP! Não se esqueçam disso quando as manas Mortágua decidirem que vocês têm demasiado dinheiro no banco e que os "ricos" têm de pagar mais impostos! Não se esqueçam disso quando os fanáticos do PAN eliminarem completamente a carne das cantinas das nossas instituições! Não se esqueçam disso quando forem a passear na rua e se virem impedidos de continuar por um grupo de muçulmanos virados para Meca de rabo para o ar... porque vocês merecem tudo isso e muito mais!
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