domingo, 6 de outubro de 2019

Legislativas 2019: afluência até às 12:00 diminui face a 2015


     A afluência às urnas até ao meio-dia foi apenas 18,83%. Nas Legislativas de 2015, a afluência às urnas até ao meio-dia tinha sido 20,65%, e nas Legislativas de 2011 20,01%. Fiz uma pequena tabela para tentarmos perceber quão elevado poderá vir a ser o valor final da abstenção:




Olhando para a tabela acima, verificamos que o valor da afluência até às 12 h não tem grande utilidade como estimador do valor final da abstenção. Por exemplo, em 2011 a afluência às urnas até às 12 h tinha sido menor do que em 2015 (20,01% < 20,65%), mas a abstenção acabou por ser menor em 2011 do que em 2015 (41,93% > 44,14%). 

O que realmente salta à vista nesta tabela é que o valor da abstenção tem aumentado claramente desde 2005. Se a tendência se mantiver, hoje teremos uma abstenção acima dos 45,5%. Um número escandaloso para um povo que está sempre a queixar-se da ditadura do Estado Novo, mas que depois não cumpre os requisitos mínimos para merecer viver em democracia...

Vamos lá ver como é que isto acaba logo à noite. Pouco depois das 17h00, irei actualizar novamente esta tabela com os valores relativos à afluência até às 16 h. Até lá, se ainda não foram votar, vão!!!

Momento Musical (10): Hino dos Querubins (Tchaikovsky)


     Depois de vos ter trazido uma peça para violino solo no último "Momento Musical", hoje regressamos aos corais, desta feita com uma peça composta em 1878 pelo russo Piotr Ilitch Tchaikovski (1840-1893). Mas não se deixem enganar pelo "russo", esta obra é inteiramente ocidental, tanto no texto, como na música.

Trata-se do "Hino dos Querubins" ou Cherubikon (do grego χερουβικόν), cujo texto foi extraído directamente da Divina Liturgia de São João Crisóstomo, arcebispo de Constantinopla no século V, e que é a mais celebrada Liturgia no rito bizantino. 

Não vou dizer mais nada. O resto é para ouvir... e sentir.


sábado, 5 de outubro de 2019

A questão da abstenção, novamente


      Eis-nos chegados a mais uma véspera eleitoral, o tal "dia de reflexão" em que já não se pode fazer campanha eleitoral, uma vez que a Lei Eleitoral da Assembleia da República (LEAR) o proíbe:


Artigo 141.º
Propaganda depois de encerrada a campanha eleitoral
1 — Aquele que no dia da eleição ou no anterior fizer propaganda eleitoral por qualquer meio será punido com prisão até seis meses e multa de 2,49 € a 24,94 €.
2 — Aquele que no dia da eleição fizer propaganda nas assembleias de voto ou nas suas imediações até 500 metros será punido com prisão até seis meses e multa de 4,99 € a 94,88 €.


Na versão anotada da LEAR pode ler-se ainda o seguinte:

«I. Período de reflexão

1. Por todos os cidadãos e entidades deve ser respeitado o escopo da lei, que proíbe qualquer propaganda eleitoral na véspera do ato eleitoral e no próprio dia da eleição, até ao encerramento das assembleias de voto.
2. Esta disposição legal tem como «razão de ser» preservar a liberdade de escolha dos cidadãos, procurando impedir qualquer forma de pressão na formação da vontade do eleitor.
3. O dever de respeito pelo período de reflexão implica a abstenção da prática de actos de propaganda por qualquer meio na véspera e no dia da eleição até ao fecho das urnas. Com efeito, a lei não permite que, findo o período de campanha eleitoral definido no artigo 53.º da presente lei, se assuma qualquer tipo de comportamento público suscetível de integrar o conceito de propaganda tal como a lei o define, pelo que a proibição envolve toda a actividade passível de influenciar, ainda que indirectamente, o eleitorado quanto ao sentido de voto, o que inclui qualquer ato, mesmo que não destinado à eleição a realizar.
4. Por outro lado, «não podem ser transmitidas notícias, reportagens ou entrevistas que de qualquer modo possam ser entendidas como favorecendo ou prejudicando um concorrente às eleições, em detrimento ou vantagem de outro»(CNE 19/IV/1982).
5. Se a CNE concluir pela existência de elementos que possam indiciar a violação do disposto no n.º 1 do artigo 141.º da LEAR, fará a competente participação junto do Ministério Público, remetendo-lhe os documentos que constem no processo.»


Isto significa que, de hoje até segunda-feira, não divulgarei aqui no TU quaisquer notícias de interesse nacionalista. O TU é visitado regularmente por computadores pertencentes a instituições do Estado Português, pelo que não posso esticar-me demasiado. No entanto, posso -e a meu ver devo- falar novamente num tema que me é particularmente caro e ingrato ao mesmo tempo, e ao qual me vejo obrigado a regressar sempre que há eleições: a abstenção

Já falei na abstenção várias vezes aqui no TU. Aliás, fi-lo relativamente recentemente, aquando das Eleições Europeias do último mês de Maio. Mas hoje vou fazer algo ligeiramente diferente do que tem sido habitual. O afro-Público, com todos os seus defeitos (que excedem largamente as suas poucas virtudes), publicou ontem uma reportagem muito interessante acerca da evolução da abstenção desde o dia da grande tragédia abrilina.

Neste primeiro gráfico, construído a partir do número de votos em cada partido (considerando a abstenção e os votos brancos/nulos como partidos), podemos ver podemos ver que, quando olhamos para os resultados eleitorais desde 1975, a abstenção tem vindo a ganhar terreno e, se fosse um partido político, seria de longe o mais votado da actualidade:



(Fonte: afro-Público)
Os brancos e nulos estão representados entre a abstenção e o CDS-PP.


Ainda assim, é preciso ressalvar que a mistura de cores do gráfico acima dá a impressão de que a abstenção é um monstro fora de controlo, o que não é verdade. Quando se olha para a abstenção em termos de votantes e não-votantes (participação vs. abstenção), fica bem claro que a maioria dos eleitores portugueses ainda vota:




É evidente que isto pode mudar nos próximos anos. Convém lembrar que o valor da abstenção tem vindo a aumentar praticamente a cada acto eleitoral. Veja-se, por exemplo, o que aconteceu entre 1999 e 2015:




A tabela acima revela-nos que a abstenção aumentou 5,98% desde 1999, o que representa um crescimento médio anual de aproximadamente 0,37% /ano. A manter-se esta tendência, poderemos ultrapassar os 45,5% amanhã, embora eu pessoalmente não acredite nisso. Também é possível chegar a conclusões semelhantes olhando para a evolução da participação ou afluência (o inverso da abstenção) desde 1975:





Ora, é precisamente aqui que começam os nossos problemas. Há demasiados portugueses -e demasiados nacionalistas- que olham para estes números e tiram conclusões não apenas precipitadas mas sobretudo erradas.

Vou dar um exemplo concreto para que fique bem claro o que quero dizer. Há uns dias, deixei um comentário num certo blogue e recebi a resposta que podem ver em baixo. Omiti os nomes do blogue e do autor da resposta porque o meu objectivo aqui é unicamente discutir ideias, não pessoas. Não quero fomentar guerras, quero apenas determinar aquilo que é melhor para o Movimento Nacionalista como um todo.




Ao longo dos anos, tenho recebido inúmeras respostas como esta às minhas objecções em relação aos apelos à abstenção. Essas respostas caracterizam-se quase sempre pela presença das premissas/pressupostos que podemos ler acima:
1. Votar não resolve nada (ou, na formulação acima, tem "hipóteses de resolver baixas");
2. Os partidos são todos iguais;
3. Há um certo nível de participação abaixo do qual (ou de abstenção acima do qual) "alguém se capacitará".
Ora, as duas primeiras premissas desmontam-se com relativa facilidade: se votar não resolvesse nada e os partidos fossem mesmo todos iguais, não teríamos fenómenos como Matteo Salvini, Viktor Orbán, o Brexit ou até mesmo Donald Trump. Já sei que haverá sempre quem diga que todas estas personalidades são todas "sionistas",  mas a verdade é que se elas fossem mesmo iguais aos restantes políticos, Salvini ainda seria Ministro do Interior de Itália, o Fidesz de Orbán não teria sido suspenso do Partido Popular Europeu, o Brexit já teria sido efectivado e o Presidente Trump não estaria a ser alvo de uma tentativa de impeachment.

Portanto, é verdade que votar não resolve tudo, mas é falso que não resolva nada. E também é falso que os partidos e os políticos sejam todos iguais, porque se há políticos que enriquecem à custa da política e do dinheiro dos contribuintes, também há outros que se sacrificam, pagam tudo do seu bolso e no final ainda são processados por dizerem coisas que são inteiramente verdadeiras.

O que nos leva à terceira premissa, que é aquela que parece dominar o imaginário dos abstencionistas.  A ideia de que "algo acontecerá" ou que  "alguém se capacitará" é um clássico que vai sendo repetido nos meios nacionalistas ao longo dos anos e que, devo dizer, me desconcerta profundamente. Desde logo por não ser propriamente uma ideia, mas sim uma crença, uma expectativa sem qualquer sustentação factual ou correspondência com a realidade.

Há apenas 20 anos, havia nacionalistas que garantiam que, quando a abstenção chegasse aos 50%, havia de "acontecer algo". Agora há quem acredite que há-de ser aos 60% ou, no caso do autor do comentário acima, aos 70%. Mas porque é que havia de "acontecer algo"?!?! Será que esta gente não percebe que o nível da abstenção não tem, em termos legais, qualquer efeito prático na validade dos sufrágios???



 
Este abstencionista estava à espera de um grande splash... que nunca veio.


Conforme já expliquei aqui no TU várias vezes, quer seja 10%, quer seja 90%, a abstenção terá sempre o mesmo efeito prático: nenhum! A abstenção não tem -nem pode ter, do ponto de vista constitucional- qualquer impacto no resultado dos escrutínios:



Constituição da República Portuguesa

Artigo 152.º
Representação política
1. A lei não pode estabelecer limites à conversão dos votos em mandatos por exigência de uma percentagem de votos nacional mínima.



Isto significa que quem não vota, consente. E, nesse sentido, não votar é votar por omissão. Os abstencionistas bem podem protestar, espernear e choramingar à vontade porque a verdade é só uma: quem não vota, é  tão responsável pela eleição dos pulhíticos como quem vota neles. Dizer o contrário é como dizer que um tipo que não nunca fala com as mulheres merece ter uma namorada toda boa. Ou que um tipo que não tem trabalho e que nem sequer anda à procura emprego merece ser promovido a chefe de secção. Não se pode renunciar a participar nos processos necessários para se atingir determinados fins e depois reivindicar direitos sobre esses fins. Não há um pingo de seriedade nas pessoas que agem desta forma!

E o que é válido para a abstenção também serve para os votos brancos/nulos, conforme esclarece a Comissão Nacional de Eleições:
 
   «O que é um voto em branco?
 
    É aquele cujo boletim não contenha qualquer marca ou sinal.
 

     O que é um voto nulo?
 
    É aquele em cujo boletim de voto:

       - Tenha sido assinalado mais de um quadrado;
       - Haja dúvidas sobre qual o quadrado assinalado;
       - Tenha sido assinalado o quadrado correspondente a uma candidatura que tenha sido rejeitada;
          ou desistido das eleições;
       - Tenha sido feito qualquer corte, desenho ou rasura;
       - Tenha sido escrita qualquer palavra.

O que acontece se numa eleição os votos brancos e/ou nulos forem superiores aos votos nas candidaturas?

Os votos em branco, bem como os votos nulos, não sendo votos validamente expressos, não têm influência no apuramento do número de votos obtidos por cada candidatura e na sua conversão em mandatos.

Ainda que o número de votos em branco ou nulos seja maioritário, a eleição é válida e os mandatos apurados tendo em conta os votos validamente expressos nas candidaturas.
»

...Ou seja, mais uma vez: votar branco/nulo é, na prática, votar por omissão!


Quem não vota ou vota branco/nulo, consente. Bem podem os abstencionistas e os que votam branco/nulo protestar que "não consentem coisa nenhuma" e que "só não alinham na palhaçada democrática", porque na prática consentem e alinham de bom grado: a abstenção não representa nada de concreto, nenhuma posição ou tendência política em particular. Não adianta insistir no contrário, porque as coisas só têm valor quando têm efeitos práticos e a abstenção não tem efeitos práticos nenhuns. Não causa qualquer mossa aos partidos do arco da tragédia. Pelo contrário, até os favorece, porque quanto menos votos contra eles houver, maior será a sua percentagem relativa nos resultados do sufrágio. Por isso, deixem de sonhar acordados: não vai haver nenhuma revolução ou mudança radical de regime só por causa da abstenção; tal coisa nunca aconteceu no mundo civilizado, pelo que muito dificilmente vai acontecer aqui em Portugal.

É preciso lembrar ainda que não se vota apenas para escolher um determinado candidato, vota-se também para impedir ou para mitigar a hegemonia dos outros candidatos. E que, quando votamos, estamos a dar maior visibilidade política e mediática não apenas ao partido em que votamos, mas também ao movimento ideológico a que ele pertence.

Vocês podem sempre optar por fazer como o fulano da imagem que se segue. Mas depois não se podem queixar de que ficou tudo na mesma. Lamento, mas não podem! Cruzar os braços e não fazer nada não é uma estratégia de actuação válida! Estas coisas são como os jogos de futebol: não podemos marcar golos estando sentados no banco de suplentes.



sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 6)


     Aqui fica o sexto e último dos seis Tempos de Antena do PNR que vão ser transmitidos nestas Legislativas de 2019. Partilhem até se cansarem! Este sexto Tempo de Antena é o mais curto de todos (apenas 46 segundos) e pretende deixar bem clara uma realidade que muitos dos críticos do PNR não valorizam: o PNR é o único partido político português cujo programa eleitoral está claramente em ruptura com o sistema vigente. É por isso que, no próximo domingo, só o Nacionalismo do PNR é solução!



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Ver também:


Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 1)
Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 2)
Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 3)
Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 4)
Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 5)

Entrevista de José Pinto-Coelho ao Sapo24


    Aqui fica mais uma entrevista concedida aos média pelo Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR). Os interessados poderão encontrar outras entrevistas nos links que disponibilizo mais abaixo.


Introdução
«Xenofobia, racismo, homofobia. Afinal, o PNR tem um discurso de ódio ou apenas de medo? José Pinto-Coelho diz que não se pode rotular e calar um partido apenas porque este tem ideias diferentes para o país.

O partido nasceu com uma vantagem sobre os outros: não foi preciso recolher as 7500 assinaturas obrigatórias, um processo difícil. Em vez disso, os seu líderes fizeram um "assalto" ao poder no PRD - o partido que tinha sido de Ramalho Eanes - já moribundo e prestes a ser extinto. Tudo na maior legalidade.


José Pinto-Coelho, Presidente do Partido Nacional Renovador (PNR).


Vinte anos passados, o partido não conseguiu mais de 0,50% dos votos, menos de 30 mil eleitores. José Pinto-Coelho, fundador e presidente da comissão política nacional, queixa-se de boicote e diz que, como está, é difícil fazer passar as ideias do PNR.

Interrompeu as férias em São Martinho do Porto, meteu-se na sua Kynco 125, "uma mota coreana que não presta para nada mas é óptima para andar na cidade", e veio até Lisboa conversar com o Sapo24 e contar na primeira pessoa quem é José Pinto Coelho e o que defende, afinal, o Partido Nacional Renovador.

Nasceu em 1960, "um ano redondo", no Campo Grande, em Lisboa, na Clínica de São Miguel, e é o segundo de quatro irmãos, nascido numa família tradicional. Diz que "sempre fui uma criança muito tímida, acanhado, calado, introspetivo, sensível - ainda sou, não de lágrima fácil, mas de sentimento lamechas". Por "osmose", sempre bebeu uma educação de direita nacional. O avô, sabemos, era um homem do regime. Tinha 13 anos quando aconteceu o 25 de Abril e a família teve de se mudar para o Brasil, Rio de Janeiro, Botafogo nos primeiros meses, Flamengo no tempo seguinte.
Foi bom e mau estudante: em 1974 só não chumbou graças ao 25 de Abril - "eu preferia ter chumbado e que não houvesse 25 de Abril" - porque passou a ser possível passar de ano cortado a duas disciplinas. Quando chegou a altura de escolher um curso, foi "impelido" a ir para Direito, talvez rendido ao factos de ambos os avôs, materno e paterno, serem juristas. "Detestei e passado um ano e meio fui para o IADE, onde tirei o bacharel em Design". Desde então divide o seu tempo entre dar aulas e trabalhar com profissional liberal em design.
Por acaso, o logotipo do PNR não é da sua autoria, mas nunca é tarde: é que o partido vai mudar de nome. "A decisão foi tomada há pouco menos de um ano, mas não quisemos fazê-lo antes das eleições para não confundir as pessoas". A nova designação ainda está no segredo dos deuses, até porque uma das ideias é lançar um concurso nas redes sociais: "Sugira-nos um nome". E tudo será possível, desde que José Pinto-Coelho não seja bloqueado no Facebook. Este ano já aconteceu sete vezes, a última a conta foi reativada ontem [dia anterior à entrevista].
Para o PNR esta é uma situação duplamente grave em véspera de eleições legislativas, uma vez que, devido ao baixo orçamento do partido, esta é uma das principais formas de campanha. "Agora tenho andado mais no Twitter, que é mais reactivo, do que no Facebook, onde estou sempre a ser bloqueado. Ofendem-me até à última casa, mas divirto-me. À agressividade só não acho piada, mas não bloqueio ninguém nem apago nada, e há coisas com humor. Por causa da história do novo nome do partido, apareceu logo um: 'Ó presidente, porque é que não dá o nome de Partido Nacional Socialista do Trabalhador Português?' Teve graça."»

 Ainda bem que ele achou graça, porque eu não acho...



Entrevista

«Sapo24: Por que motivo é bloqueado no Facebook?

JPC: São denúncias. Sou bloqueado muitas vezes, é infernal. Há certas imagens e palavras que são consideradas discurso de ódio. Uma das vezes foi porque falei em sociopatas, a propósito de uns livros infantis. Para mim, quem está a dar cabo da sociedade é um sociopata. Pronto, bloqueado. E eu preciso realmente do
Facebook para fazer campanha, mas o Facebook é insuportável.


Sapo24: Mas também foi bloqueado depois de uma conversa sobre se era ou não era homossexual...

JPC: Ah, isso foi conversa de um rapaz esquerdista, o 'Jovem Conservador de Direita', que tem alguma piada quando não é ordinário - às vezes é ordinário e afino, sobretudo quando mexe com religião. Ele tem graça, e às vezes pica-se comigo. E um dia disse qualquer coisa sobre eu ser ou ter sido gay, fez uma montagem e, claro, pegou fogo. Depois o Polígrafo veio desmontar isso. Posso ter muitos defeitos, mas se há defeito que não tenho é gostar de homens. Podia ser, mas só gosto de mulheres.


Sapo24: Um homem gostar de outro é um defeito?

JPC: Olhe, coitados dos que nascem coxos, isso é um defeito. Uma pessoa que não vê, é um defeito... Atenção, tenho imensa consideração por quem tem esse sofrimento, porque há pessoas que nascem no corpo errado, mas toda a vida houve
gays, e sejam muito felizes, mas é um defeito de produção.

Sapo24: A Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade do grupo de doenças há uns anos.
JPC: Por mim era outra coisa que acabava, a ONU [Organização das Nações Unidas, casa mãe], um organismo altamente nefasto.

Sapo24: Tem filhos. O que fazia se um deles lhe dissesse que era homossexual?
JPC: Tenho cinco filhos, que têm entre 20 e 33 anos. Não lhes vou dizer, como o Bolsonaro, que lhes dava dois pares de estalos para ficarem homens. Se tivesse um filho homossexual amá-lo-ia infinitamente e sofria o sofrimento dele. Se ele fosse realmente homossexual. Mas agora há homossexuais que o são por opção. É evidente que numa família são todos diferentes, pode haver pessoas honestas e um é um patife, mas a educação gera um campo mais ou menos propício. É por isso que cabe à família ser a primeira educadora, são os pais que têm de decidir como querem educar os filhos, ao contrário dos regimes comunistas, em que é o Estado a educar as crianças, uma coisa contranatura. 

Sapo24: O que o fez despertar para a política, o que o levou a interessar-se?
JPC: Tudo é política, todas as atitudes são fazer politica, mesmo que a pessoa não tenha essa consciência. Interessei-me por política, talvez a partir do dia 26 de abril de 1974. Até dia 24 à noite vivia tranquilamente, não sabia nada de política - sabia que havia russos e americanos, fascistas e comunistas, tinha uns soldadinho com que brincava, e sabia que havia a guerra para defesa do Ultramar e um governo português que era bom e que era bom que se mantivesse como tal. Só no 25 de Abril vejo o mundo, o meu mundo, desabar, tudo a virar-se de pernas para o ar. De repente, as minhas referências e toda a minha vivência mudou radicalmente. E isso fez-me, com os meus treze anos, querer saber coisas sobre política. 

Sapo24: Já tinha uma orientação política, uma tendência ideológica?
JPC: Embora haja na direita muita gente que entrou pela esquerda, sempre fui intrinsecamente nacionalista, nunca fui outra coisa desde o 25 de Abril. Mas uma coisa foi interessar-me e começar a devorar livros logo na primeira juventude - um dos temas que mais me fascinou foi a guerra civil espanhola - outro foi a intervenção na política, que aconteceu quando regressei a Portugal - tinha o bichinho, queria fazer qualquer coisa, e foi quando ingressei no Movimento Nacionalista. E isso encheu-me as medidas.  

Sapo24: Quando passou a ter idade para votar, em quem votava?
JPC: Ao 18/19 anos já votava no MIRN [Movimento Independente para a Reconstrução Nacional], Partido da Direita Portuguesa, de Kaúlza de Arriaga. Nas eleições usava sempre um autocolante e, quando nos editais da junta de freguesia em que eu residia, a Lapa, apareciam os resultados dos votos - vamos imaginar que a AD tinha três mil e o MIRN 15 votos - eu dizia orgulhosamente que um daqueles 15 era meu. Teve uma vida efémera e concorreu coligado com o PDC e com a Frente Nacional [PDC-MIRN/PDP-FN], quando toda a gente votava AD. O MIRN foi vítima da febre da Aliança Democrática e do voto útil, que aniquilou qualquer esperança de crescimento do partido. Toda a minha família votava AD, e são pessoas que pensam como eu. Quando desapareceu, passei a fazer parte da abstenção, deixei de votar. Devo dizer-lhe que ao princípio ainda me dava ao trabalho de ir votar e votava nulo.

Sapo24: O que escrevia no voto?
JPC: Não digo, não acrescenta rigorosamente nada, mas dava-me a esse trabalho. Quando o PNR apareceu, fui um dos fundadores, comecei a votar PNR. Tive um ocaso de cerca de 20 anos em que não votava, porque o espectro político nacional e a composição da Assembleia da República vai da extrema-esquerda ao centro-direita. Hoje a diferença entre a esquerda e a direita está esbatida, mas ultimamente está a renascer, e é por isso que a esquerda tem uma necessidade extrema de chamar direita àquilo que não é direita. É a direita que lhe convém.


Sapo24: Que partidos não são de direita?
JPC: O CDS e o PSD, por exemplo. O CDS é, quando muito, centro-direita, e o seu eleitorado é claramente mais à direita do que o partido. E o do PSD, parcialmente, também será. 

Sapo24: Para terminar, como passou à atividade partidária, o que o levou a dar esse passo?
JPC: Entrei na política já casado e com filhos relativamente criados. Em 1997, quando vou sair de um edifício onde tinha clientes da minha atividade de artes gráficas, no Bairro Azul, vejo uns folhetos com uma imagem claramente nacionalista colocados no carros, aproximo-me, retiro um e eram do Aliança Nacional. Telefono a saber quem eram e vou parar à Aliança Nacional, que é a génese do PNR, que nasce em 2000. Sempre disse que não me oferecia para nada de especial, mas nunca recusaria o que o partido me pedisse. Em 2002, nas primeiras eleições legislativas a que concorremos, era preciso um cabeça-de-lista por Lisboa e ninguém queria dar a cara; fiquei eu. E em 2005, quando o partido esteve na eminência de desaparecer, percebi que ou agarrava aquilo ou nunca mais teríamos outro igual.

Sapo24: Onde se posiciona o PNR no espectro político?
JPC: Na direita da sua extrema, como é evidente. Quando eu for eleito, agora ou nas próximas eleições, vou sentar-me no último lugar da direita na Assembleia da República, e aí ela estará completa, porque vai ter direita. O PNR é a direita nacional, portanto, somos a direita e a sua extrema, não há volta a dar ou nada para escamotear.»


Costa das Índias perde a cabeça e mostra a sua verdadeira cara!


"Quem se mete com o PS, leva!" E tudo indica que esta criatura primária vai ser o primeiro-ministro de Portugal por mais 4 anos. Os portugueses só têm o que merecem...


Entrevista de José Pinto-Coelho ao Notícias de Viriato


     Aqui fica mais uma entrevista concedida pelo Presidente do único partido nacionalista português. Este ano, ninguém se pode queixar de não ter informação suficiente acerca do PNR!


Entrevista de José Pinto-Coelho ao Podcast Conversa


    Nos primeiros minutos desta entrevista, o Presidente do único partido nacionalista português desmascara o Chega! de André (des)Ventura recorrendo a várias citações do próprio (des)Ventura. Depois disso, José Pinto-Coelho (JPC) explica que, ao contrário do que diz a escumalha abrilina, ainda existe censura em Portugal.

Mais à frente na entrevista, JPC informa-nos que os dirigentes do PNR pretendem mudar o nome do partido a seguir a estas Legislativas.


Entrevista de João Patrocínio à Kuriakos TV a propósito das Legislativas 2019


      Aqui fica uma entrevista concedida por João Patrocínio, Secretário-Geral do Partido Nacional Renovador (PNR) e cabeça-de-lista do PNR pelo círculo eleitoral de Setúbal, à Kuriakos TV. Conheça alguns pontos do programa eleitoral do PNR, em particular no que respeita ao combate à hedionda ideologia de "género", à defesa da família tradicional, à degradação das forças de segurança portuguesas, à Lei da Nacionalidade (privilegiando o jus sanguinis sobre o jus solis), à imigração, à crise dos "refugiados", à construção de uma nova mesquita em Lisboa paga com dinheiros públicos e à defesa da identidade nacional.


Três vídeos que vale a pena ver (68): o debate entre os pequenos partidos na RTP


     Uma vez que algumas pessoas têm tido dificuldade em (re)ver o debate que a televisão pública levou a cabo com os 15 partidos sem representação parlamentar (entre os quais se inclui o PNR), decidi partilhá-lo na íntegra aqui no TU. O debate foi moderado pela jornalista Maria Flor Pedroso.


1. Primeira Parte: a moderadora colocou três perguntas aos representantes partidários. Fiz uma tabela-resumo com as respostas mais abaixo.



Pergunta 1: "Se for eleito deputado votaria a favor de haver uma comissão permanente para investigar o caso Tancos?"

Pergunta 2: "Como é que foi a sua campanha eleitoral no dia de ontem?"

Pergunta 3: "Se fosse eleito primeiro-ministro, qual era a primeira coisa que fazia?"

 Como a segunda pergunta é pouco interessante, a tabela inclui apenas a primeira e terceira perguntas:

(clicar na tabela para aumentar o seu tamanho)


2. Segunda Parte:
os intervenientes continuam a responder à terceira pergunta colocada pela moderadora. Depois disso, são-lhes colocadas mais duas perguntas. A quinta pergunta é respondida apenas na terceira parte do debat. Fiz outra tabela-resumo com as respostas mais abaixo.


Pergunta 4: "Indique duas medidas que entende serem absolutamente informadoras da lógica do seu partido."
Pergunta 5: "Se for eleito tem disponibilidade para viabilizar uma solução política com o PSD ou o PS?

(clicar na tabela para aumentar o seu tamanho)


3. Terceira Parte: os intervenientes continuam a responder à quarta pergunta e depois respondem à quinta.

 

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Em França: "maluquinho" mata quatro agentes de polícia numa esquadra parisiense


Leia bem esta notícia e digam-me se acham que algo nela não bate certo, caros leitores:

«Um homem atacou agentes da polícia com uma faca em Paris, esta quinta-feira, antes de ser abatido. Quatro polícias morreram.
O ataque aconteceu na sede da Polícia, no 4.º bairro de Paris, pelas 13 horas (12 horas em Portugal continental). Na sequência do ataque morreram quatro agentes da polícia. As vítimas são três homens e uma mulher.




O autor, abatido a tiro por um agente no local, era surdo-mudo e era um funcionário civil da esquadra há mais de 20 anos. Segundo a France-Presse, os investigadores exploram a pista de um conflito pessoal. Foram ordenadas buscas à sua habitação, na capital francesa.

Loic Travers, porta-voz do sindicato da polícia francesa, indicou que foi accionado apoio psicológico. A prefeitura de polícia de Paris situa-se no centro histórico da capital francesa, perto da Catedral de Notre Dame e em frente do Palácio de Justiça. O ataque acontece no dia seguinte a uma greve por parte da polícia francesa que pede mais protecção para os agentes.

A estação de metro mais próxima da esquadra foi encerrada por questões de segurança. As autoridades criaram ainda um perímetro de segurança e isolaram a zona envolvente. O procurador de Paris Remy Heitz disse que as autoridades vão abrir um inquérito e que para já, está descartada a hipótese de terrorismo.
»

Não bate, pois não? Ficamos com a clara sensação de que nos estão a esconder alguma coisa... felizmente, existe um jornal "populista" no Reino Unido que dá pelo nome de Daily Mail e que nos diz o seguinte:

«Deaf Islamic convert is named as Paris police HQ attacker: IT worker who fell out with supervisor 'after he refused to deal with women' slaughters four colleagues, including female officer, with a knife - as police arrest Muslim wife.

(....)

Michael Harpon, 45, caused the bloodbath in the French capital's historic Police Prefecture, next door to Notre Dame Cathedral. Investigators have not ruled out a possible terrorist motivation for the Thursday afternoon attack, which left a woman and three men dead.»

Reparem que isto é precisamente o contrário do que o JN tinha reportado!...

«All were repeatedly stabbed by Harpon, who had worked in the IT department at the Prefecture since 2003, in the worst loss of French police lives in a single day since World War II.

Harpon had recently been reprimanded by his female boss over his refusal to interact with women, Actu17 reported.
»


Ou seja, o muslo matou os seus quatro colegas porque a sua superior hierárquica não o deixava seguir os preceitos da sua nova religião que, só por concidência -mas só mesmo por coincidência, hãã!- era a religião do "profeta" pedófilo. E, se dúvidas ainda houvesse:

«Christophe Crépin, spokesman for the union France Police Policeman in Anger, told The Telegraph: 'I know this man. He worked in IT and he had long-running problems with his superior. He stabbed her first and then colleagues intervened and were stabbed as well. I am told he then got hold of a firearm.' »

Resumindo, os "jornalistas" tugas tentaram fazer-nos acreditar que se tinha tratado de um conflito laboral, mas o que realmente se passou foi um conflito multicultural. E depois ainda querem que as pessoas confiem nos mé(r)dia!

José Pinto-Coelho num centro comercial da Amadora


     Neste vídeo que tem apenas dois minutinhos, o Presidente do PNR faz-nos uma visita guiada pelo centro comercial Babilónia, na Amadora. O local já foi um ícone da cidade, mas hoje é um exemplo daquilo que pode muito bem vir a ser o futuro de Portugal. Ou melhor, de Pretogal


Deixo aqui a minha sentida homenagem ao Prof. Freitas do Amaral


      Esta posta poderá ser algo surpreendente para os leitores do TU. Porque havia um nacionalista de homenagear um político de centro-direita, um homem do sistema que chegou a ser Ministro dos Negócios Estrangeiros de um governo socialista?... Alguém que, por exemplo, chegou a dizer coisas como esta:

«De cada vez que uma pessoa de extrema-direita me vira a cara, eu sinto-me honrado. Quando me lembro de que em 1974-75 havia quem me chamasse fascista, dá-me uma certa vontade de rir… e faz-me ficar satisfeito de cada vez que um fascista corta relações comigo!»

É deveras irónico, porque por incrível que pareça, é em grande parte ao Prof. Freitas do Amaral que eu devo não apenas o meu fascínio por D. Afonso Henriques, mas também por Portugal.

Passo a explicar. Há muitas biografias do nosso primeiro rei, D. Afonso Henriques, o Pai Fundador. As mais célebres e respeitadas são talvez as do historiador José Mattoso e do jornalista Mário Domingues. Mas há uma, em particular, que mudou para sempre o meu entendimento do que é ser português e do porquê valer a pena lutar por Portugal:




Escrita numa linguagem acessível e de uma forma sucinta, esta biografia afonsina da autoria do Prof. Amaral é diferente das outras porque, mantendo o rigor histórico e as dúvidas que persistem sobre determinados episódios da vida de El-Bortukali, ela consegue realçar vários aspectos que são geralmente descurados pelos outros autores:
1. Portugal não nasce da luta contra os mouros; ele legitima-se na luta contra os mouros, mas Portugal nasce do desejo das elites portuguesas se libertarem do domínio das elites galaico-leonesas.
2. O rei Afonso foi educado para ser apenas um peão nessa luta, mas recusou reduzir-se ao papel a que ambas nobreza e clero portugueses pretendiam confiná-lo; e esta é de longe a sua maior vitória, a sua maior conquista: Afonso foi, sem sombra de dúvida, senhor do seu próprio destino.
3. Ao longo da sua vida, o rei Afonso viu-se muitas vezes obrigado a fazer e desfazer acordos, dar o dito por não dito e até faltar à sua palavra. Algo que muitos nacionalistas condenarão como "imoral" mas que, como Maquiavel explicou, é imprescindível a quem quiser vencer neste mundo e colocar a sua nação e o seu povo acima de tudo o resto. Porque a honestidade só é uma virtude entre gente honesta. Entre vigaristas -que é aquilo que a nobreza e o clero europeus sempre foram-, um homem honesto passa a ser apenas mais uma vítima. E se há coisa que o rei Afonso nunca foi, foi precisamente uma vítima.
Até ler este livro, eu encarava o rei Afonso apenas como uma figura histórica importante, um guerreiro/monarca corajoso que se bateu contra a moirama e contra os espanhóis (sim, eu sei que na altura ainda não havia Espanha, mas vocês percebem o que eu quero dizer). Mas ele foi muito mais do que isso. Aliás, os mouros e os espanhóis nem sequer foram os seus maiores inimigos. Afonso foi, acima de tudo, um homem que se libertou do destino de servidão e mediocridade a que todos à sua volta o queriam condenar, a começar pelos seus pares portugueses.

E esta, meus caros amigos e leitores do TU, é a essência de um verdadeiro herói. Poucos podem libertar-se das prisões construídas para o corpo, mas são ainda menos os que conseguem libertar-se das prisões concebidas para a mente e para a alma humana. É que, antes de se libertarem da Lei da Morte, os heróis têm de se libertar primeiro dos vícios da sua própria gente, bem como da sua propensão humana para o conformismo. Felizmente, nenhuma dessas prisões pôde conter o espírito indomável de Afonso I de Portugal. Que é, afinal, o verdadeiro espírito português!

É ao Prof. Freitas do Amaral que eu devo ter finalmente compreendido toda a grandeza do nosso primeiro rei e dos seus companheiros, de Fuas Roupinho a Geraldo Geraldes, passando pelo lendário Martim Moniz.


Diogo Freitas do Amaral (1941-2019)


Ainda valerá a pena lutar por Portugal? Freitas do Amaral acreditava que sim, precisamente porque o exemplo do primeiro rei é intemporal. Antes e depois dele, os portugueses, os verdadeiros portugueses, nunca aceitaram ser governados por outros povos, mesmo quando atravessaram longos períodos de submissão (império romano, domínio filipino, etc.). Já Teófilo Braga tinha percebido isso no seu "Viriato - Ensaio Sobre a Alma Portuguesa".

Ainda será racional pensar assim no actual mundo globalizado? Eu julgo que sim, julgo até que é mais racional do que nunca. Viver num mundo pequeno, na tal "aldeia global" a que os cosmopolitas aludem constantemente, não pode significar abdicarmos da nossa soberania e do nosso património material e imaterial. Tal como é possível respeitar os outros sem deixarmos de nos respeitar a nós próprios, também é possível viver com os outros sem termos de lhes ceder o que é nosso. Podemos sempre partilhar sem termos de renunciar. E quem disser o contrário, é porque no-lo quer roubar!

Voltando a Freitas, embora não aprovando o seu percurso político, tenho de louvar a sua compostura e elevação consistentes. Também tenho poucas dúvidas de que Portugal seria hoje um pouco melhor se Freitas tivesse sido Presidente da República em vez do oportunista Mário Soares. Estou convencido que, ao contrário do 'bochechas', o Prof. Freitas do Amaral amava genuinamente o nosso país.

Até sempre, Professor. Muito obrigado pela lição. Que vivas para sempre!

Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 5)


     Aqui fica o quinto dos seis Tempos de Antena do PNR que vão ser transmitidos nestas Legislativas de 2019. Partilhem até se cansarem! Os temas deste quinto Tempo de Antena são a imigração, em particular a imigração incompatível com a superior Civilização Ocidental e a corrupção.



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Ver também:


Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 1)
Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 2)
Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 3)
Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 4)

terça-feira, 1 de outubro de 2019