sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Entrevista de José Pinto-Coelho ao Notícias de Viriato


     Aqui fica mais uma entrevista concedida pelo Presidente do único partido nacionalista português. Este ano, ninguém se pode queixar de não ter informação suficiente acerca do PNR!


Entrevista de José Pinto-Coelho ao Podcast Conversa


    Nos primeiros minutos desta entrevista, o Presidente do único partido nacionalista português desmascara o Chega! de André (des)Ventura recorrendo a várias citações do próprio (des)Ventura. Depois disso, José Pinto-Coelho (JPC) explica que, ao contrário do que diz a escumalha abrilina, ainda existe censura em Portugal.

Mais à frente na entrevista, JPC informa-nos que os dirigentes do PNR pretendem mudar o nome do partido a seguir a estas Legislativas.


Entrevista de João Patrocínio à Kuriakos TV a propósito das Legislativas 2019


      Aqui fica uma entrevista concedida por João Patrocínio, Secretário-Geral do Partido Nacional Renovador (PNR) e cabeça-de-lista do PNR pelo círculo eleitoral de Setúbal, à Kuriakos TV. Conheça alguns pontos do programa eleitoral do PNR, em particular no que respeita ao combate à hedionda ideologia de "género", à defesa da família tradicional, à degradação das forças de segurança portuguesas, à Lei da Nacionalidade (privilegiando o jus sanguinis sobre o jus solis), à imigração, à crise dos "refugiados", à construção de uma nova mesquita em Lisboa paga com dinheiros públicos e à defesa da identidade nacional.


Três vídeos que vale a pena ver (68): o debate entre os pequenos partidos na RTP


     Uma vez que algumas pessoas têm tido dificuldade em (re)ver o debate que a televisão pública levou a cabo com os 15 partidos sem representação parlamentar (entre os quais se inclui o PNR), decidi partilhá-lo na íntegra aqui no TU. O debate foi moderado pela jornalista Maria Flor Pedroso.


1. Primeira Parte: a moderadora colocou três perguntas aos representantes partidários. Fiz uma tabela-resumo com as respostas mais abaixo.



Pergunta 1: "Se for eleito deputado votaria a favor de haver uma comissão permanente para investigar o caso Tancos?"

Pergunta 2: "Como é que foi a sua campanha eleitoral no dia de ontem?"

Pergunta 3: "Se fosse eleito primeiro-ministro, qual era a primeira coisa que fazia?"

 Como a segunda pergunta é pouco interessante, a tabela inclui apenas a primeira e terceira perguntas:

(clicar na tabela para aumentar o seu tamanho)


2. Segunda Parte:
os intervenientes continuam a responder à terceira pergunta colocada pela moderadora. Depois disso, são-lhes colocadas mais duas perguntas. A quinta pergunta é respondida apenas na terceira parte do debat. Fiz outra tabela-resumo com as respostas mais abaixo.


Pergunta 4: "Indique duas medidas que entende serem absolutamente informadoras da lógica do seu partido."
Pergunta 5: "Se for eleito tem disponibilidade para viabilizar uma solução política com o PSD ou o PS?

(clicar na tabela para aumentar o seu tamanho)


3. Terceira Parte: os intervenientes continuam a responder à quarta pergunta e depois respondem à quinta.

 

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Em França: "maluquinho" mata quatro agentes de polícia numa esquadra parisiense


Leia bem esta notícia e digam-me se acham que algo nela não bate certo, caros leitores:

«Um homem atacou agentes da polícia com uma faca em Paris, esta quinta-feira, antes de ser abatido. Quatro polícias morreram.
O ataque aconteceu na sede da Polícia, no 4.º bairro de Paris, pelas 13 horas (12 horas em Portugal continental). Na sequência do ataque morreram quatro agentes da polícia. As vítimas são três homens e uma mulher.




O autor, abatido a tiro por um agente no local, era surdo-mudo e era um funcionário civil da esquadra há mais de 20 anos. Segundo a France-Presse, os investigadores exploram a pista de um conflito pessoal. Foram ordenadas buscas à sua habitação, na capital francesa.

Loic Travers, porta-voz do sindicato da polícia francesa, indicou que foi accionado apoio psicológico. A prefeitura de polícia de Paris situa-se no centro histórico da capital francesa, perto da Catedral de Notre Dame e em frente do Palácio de Justiça. O ataque acontece no dia seguinte a uma greve por parte da polícia francesa que pede mais protecção para os agentes.

A estação de metro mais próxima da esquadra foi encerrada por questões de segurança. As autoridades criaram ainda um perímetro de segurança e isolaram a zona envolvente. O procurador de Paris Remy Heitz disse que as autoridades vão abrir um inquérito e que para já, está descartada a hipótese de terrorismo.
»

Não bate, pois não? Ficamos com a clara sensação de que nos estão a esconder alguma coisa... felizmente, existe um jornal "populista" no Reino Unido que dá pelo nome de Daily Mail e que nos diz o seguinte:

«Deaf Islamic convert is named as Paris police HQ attacker: IT worker who fell out with supervisor 'after he refused to deal with women' slaughters four colleagues, including female officer, with a knife - as police arrest Muslim wife.

(....)

Michael Harpon, 45, caused the bloodbath in the French capital's historic Police Prefecture, next door to Notre Dame Cathedral. Investigators have not ruled out a possible terrorist motivation for the Thursday afternoon attack, which left a woman and three men dead.»

Reparem que isto é precisamente o contrário do que o JN tinha reportado!...

«All were repeatedly stabbed by Harpon, who had worked in the IT department at the Prefecture since 2003, in the worst loss of French police lives in a single day since World War II.

Harpon had recently been reprimanded by his female boss over his refusal to interact with women, Actu17 reported.
»


Ou seja, o muslo matou os seus quatro colegas porque a sua superior hierárquica não o deixava seguir os preceitos da sua nova religião que, só por concidência -mas só mesmo por coincidência, hãã!- era a religião do "profeta" pedófilo. E, se dúvidas ainda houvesse:

«Christophe Crépin, spokesman for the union France Police Policeman in Anger, told The Telegraph: 'I know this man. He worked in IT and he had long-running problems with his superior. He stabbed her first and then colleagues intervened and were stabbed as well. I am told he then got hold of a firearm.' »

Resumindo, os "jornalistas" tugas tentaram fazer-nos acreditar que se tinha tratado de um conflito laboral, mas o que realmente se passou foi um conflito multicultural. E depois ainda querem que as pessoas confiem nos mé(r)dia!

José Pinto-Coelho num centro comercial da Amadora


     Neste vídeo que tem apenas dois minutinhos, o Presidente do PNR faz-nos uma visita guiada pelo centro comercial Babilónia, na Amadora. O local já foi um ícone da cidade, mas hoje é um exemplo daquilo que pode muito bem vir a ser o futuro de Portugal. Ou melhor, de Pretogal


Deixo aqui a minha sentida homenagem ao Prof. Freitas do Amaral


      Esta posta poderá ser algo surpreendente para os leitores do TU. Porque havia um nacionalista de homenagear um político de centro-direita, um homem do sistema que chegou a ser Ministro dos Negócios Estrangeiros de um governo socialista?... Alguém que, por exemplo, chegou a dizer coisas como esta:

«De cada vez que uma pessoa de extrema-direita me vira a cara, eu sinto-me honrado. Quando me lembro de que em 1974-75 havia quem me chamasse fascista, dá-me uma certa vontade de rir… e faz-me ficar satisfeito de cada vez que um fascista corta relações comigo!»

É deveras irónico, porque por incrível que pareça, é em grande parte ao Prof. Freitas do Amaral que eu devo não apenas o meu fascínio por D. Afonso Henriques, mas também por Portugal.

Passo a explicar. Há muitas biografias do nosso primeiro rei, D. Afonso Henriques, o Pai Fundador. As mais célebres e respeitadas são talvez as do historiador José Mattoso e do jornalista Mário Domingues. Mas há uma, em particular, que mudou para sempre o meu entendimento do que é ser português e do porquê valer a pena lutar por Portugal:




Escrita numa linguagem acessível e de uma forma sucinta, esta biografia afonsina da autoria do Prof. Amaral é diferente das outras porque, mantendo o rigor histórico e as dúvidas que persistem sobre determinados episódios da vida de El-Bortukali, ela consegue realçar vários aspectos que são geralmente descurados pelos outros autores:
1. Portugal não nasce da luta contra os mouros; ele legitima-se na luta contra os mouros, mas Portugal nasce do desejo das elites portuguesas se libertarem do domínio das elites galaico-leonesas.
2. O rei Afonso foi educado para ser apenas um peão nessa luta, mas recusou reduzir-se ao papel a que ambas nobreza e clero portugueses pretendiam confiná-lo; e esta é de longe a sua maior vitória, a sua maior conquista: Afonso foi, sem sombra de dúvida, senhor do seu próprio destino.
3. Ao longo da sua vida, o rei Afonso viu-se muitas vezes obrigado a fazer e desfazer acordos, dar o dito por não dito e até faltar à sua palavra. Algo que muitos nacionalistas condenarão como "imoral" mas que, como Maquiavel explicou, é imprescindível a quem quiser vencer neste mundo e colocar a sua nação e o seu povo acima de tudo o resto. Porque a honestidade só é uma virtude entre gente honesta. Entre vigaristas -que é aquilo que a nobreza e o clero europeus sempre foram-, um homem honesto passa a ser apenas mais uma vítima. E se há coisa que o rei Afonso nunca foi, foi precisamente uma vítima.
Até ler este livro, eu encarava o rei Afonso apenas como uma figura histórica importante, um guerreiro/monarca corajoso que se bateu contra a moirama e contra os espanhóis (sim, eu sei que na altura ainda não havia Espanha, mas vocês percebem o que eu quero dizer). Mas ele foi muito mais do que isso. Aliás, os mouros e os espanhóis nem sequer foram os seus maiores inimigos. Afonso foi, acima de tudo, um homem que se libertou do destino de servidão e mediocridade a que todos à sua volta o queriam condenar, a começar pelos seus pares portugueses.

E esta, meus caros amigos e leitores do TU, é a essência de um verdadeiro herói. Poucos podem libertar-se das prisões construídas para o corpo, mas são ainda menos os que conseguem libertar-se das prisões concebidas para a mente e para a alma humana. É que, antes de se libertarem da Lei da Morte, os heróis têm de se libertar primeiro dos vícios da sua própria gente, bem como da sua propensão humana para o conformismo. Felizmente, nenhuma dessas prisões pôde conter o espírito indomável de Afonso I de Portugal. Que é, afinal, o verdadeiro espírito português!

É ao Prof. Freitas do Amaral que eu devo ter finalmente compreendido toda a grandeza do nosso primeiro rei e dos seus companheiros, de Fuas Roupinho a Geraldo Geraldes, passando pelo lendário Martim Moniz.


Diogo Freitas do Amaral (1941-2019)


Ainda valerá a pena lutar por Portugal? Freitas do Amaral acreditava que sim, precisamente porque o exemplo do primeiro rei é intemporal. Antes e depois dele, os portugueses, os verdadeiros portugueses, nunca aceitaram ser governados por outros povos, mesmo quando atravessaram longos períodos de submissão (império romano, domínio filipino, etc.). Já Teófilo Braga tinha percebido isso no seu "Viriato - Ensaio Sobre a Alma Portuguesa".

Ainda será racional pensar assim no actual mundo globalizado? Eu julgo que sim, julgo até que é mais racional do que nunca. Viver num mundo pequeno, na tal "aldeia global" a que os cosmopolitas aludem constantemente, não pode significar abdicarmos da nossa soberania e do nosso património material e imaterial. Tal como é possível respeitar os outros sem deixarmos de nos respeitar a nós próprios, também é possível viver com os outros sem termos de lhes ceder o que é nosso. Podemos sempre partilhar sem termos de renunciar. E quem disser o contrário, é porque no-lo quer roubar!

Voltando a Freitas, embora não aprovando o seu percurso político, tenho de louvar a sua compostura e elevação consistentes. Também tenho poucas dúvidas de que Portugal seria hoje um pouco melhor se Freitas tivesse sido Presidente da República em vez do oportunista Mário Soares. Estou convencido que, ao contrário do 'bochechas', o Prof. Freitas do Amaral amava genuinamente o nosso país.

Até sempre, Professor. Muito obrigado pela lição. Que vivas para sempre!

Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 5)


     Aqui fica o quinto dos seis Tempos de Antena do PNR que vão ser transmitidos nestas Legislativas de 2019. Partilhem até se cansarem! Os temas deste quinto Tempo de Antena são a imigração, em particular a imigração incompatível com a superior Civilização Ocidental e a corrupção.



____________
Ver também:


Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 1)
Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 2)
Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 3)
Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 4)

terça-feira, 1 de outubro de 2019

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Observador, o "jornal" que comprova que a direitinha é tão má ou até pior do que o esquerdalho (2)


     Aparentemente, o Observador da direitinha já não permite que os leitores deixem os seus comentários às notícias relacionadas com o Presidente Trump. De que terão medo os donos daquela tasca? Não sabemos, mas uma coisa é certa: o Observador era o único veículo me(r)diático português onde havia muitos comentadores a defender o Presidente dos EUA e a desmontar o ridículo de algumas das peças "jornalísticas" anti-Trump...



Censorship by the Observador? It's huuuuge!!!

____________
Ver também:

Observador, o "jornal" que comprova que a direitinha é tão má ou até pior do que o esquerdalho

A não perder, logo à noite!...



domingo, 29 de setembro de 2019

Reportagem da Sapo24 sobre uma intervenção do Presidente do PNR na Covilhã


     Para aqueles que gostam mais de ler do que de ver/ouvir vídeos, aqui fica uma breve reportagem da Sapo24 sobre a participação de José Pinto-Coelho num debate que teve lugar na Covilhã:

«O presidente do Partido Nacional Renovador (PNR), defendeu hoje que a ‘troika’ regressará ao país na próxima legislatura, se o eleitorado continuar a votar nos mesmos, considerando que esta é a única força partidária que representa a "verdadeira diferença".


José Pinto-Coelho, Presidente do Partido Nacional Renovador (PNR).

«"Se mantivermos a votação nada vai mudar, se nada vai mudar vamos voltar para o buraco e quando as pessoas menos esperarem. E a 'tróica' virá cá parar porque esta governação do PS está a levar-nos para o buraco", disse. José Pinto-Coelho falava na Covilhã, distrito de Castelo Branco, onde hoje levou a cabo uma acção de campanha.
Em declarações à agência Lusa, já no final da acção, José Pinto-Coelho criticou a governação dos últimos quatro anos e enfatizou as cativações, a falta de investimento no país e a falta de manutenção em todos os serviços.
Segundo considerou, "há um grande buraco dento da carcaça que é a aparência de um país normal", pelo que, a "’'tróica' irá bater à porta do país" e a situação "será pior do que em 2011". José Pinto-Coelho defendeu ainda que, o PNR é que representa a "verdadeira diferença" e defendeu que é o único partido nacionalista e o único que apresenta propostas ao nível da defesa da identidade, da defesa da família e da vida e da defesa da soberania.
"O nosso primado é a nação. Para outros pode ser os animais, para outros pode ser a social-democracia, para nós é a nação e tudo tem de estar orientado para os interesses nacionais", referiu. José Pinto-Coelho acusou a PSD e CDS de fazerem uma opinião "muito frouxa", de "centro direitinha" e "conivente com os grandes partidos da esquerda", pelo que, reiterou que o eleitorado de direita deve votar PNR.
A falar num concelho do interior, José Pinto-Coelho garantiu que o PNR também quer acabar com as portagens nas antigas Scut [Vias sem custo para o utilizador], sublinhou que quer acabar com o despovoamento do interior. Criticando a "lógica economicista" de encerramento de serviços que também ajuda a despovoar os territórios, apresentou como propostas a manutenção de serviços, a atribuição de benefícios fiscais a empresas e famílias e o investimento nas vias de comunicação, nomeadamente na ferrovia.
"Nós dizemos ‘para o interior, rapidamente e em força'", apontou, referindo ainda que, se o Governo cortasse no "sustento das bancas falidas", nos privilégios dos políticos, nas assessorias externas e nos "amigalhaços", haveria dinheiro para as medidas a favor do interior.»

sábado, 28 de setembro de 2019

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 3)


     Aqui fica o terceiro dos seis Tempos de Antena do PNR que vão ser transmitidos nestas Legislativas de 2019. Partilhem até se cansarem! Os temas deste terceiro Tempos de Antena são a imigração, as diferenças na carga laboral entre os sectores público e privado e a defesa das culturas portuguesa e europeia.




____________
Ver também:

Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 1)
Tempo de Antena do PNR para as Eleições Legislativas de 2019 (versão 2)

O Presidente do PNR explica a acção contra o mural do BE


    José Pinto-Coelho, Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR), esclarece os motivos da iniciativa do PNR de apagar o mural do Bloco de Esquerda. A comunicação social mente. Conheça a verdade. O PNR não tem medo dos esquerdopatas.



____________
Ver também:

O PNR foi apagar a selvajaria feita pelo “Bloco Mortágua"!