Encontrei este gráfico por acaso e decidi partilhá-lo aqui:
Já sei que certas alminhas perdidas -incluindo algumas que até se dizem nacionalistas- são muito bem capazes de olhar para este gráfico e ver nele a confirmação de que o mundo gente tem gente a mais e que não devemos ter filhos. A pensar nessas pessoas, vou incluir aqui mais alguns gráficos, que é para ver se abrem a pestana de uma vez por todas. O primeiro mostra o crescimento populacional em cada continente em termos absolutos, i.e. a evolução do número de habitantes em cada continente:
Reparem que este gráfico é algo enganador: como os números do crescimento populacional usados são absolutos (e não relativos), fica-se com a sensação de que o problema reside sobretudo na Ásia, o que não é verdade. A Ásia tem de facto muita população mas, quando se pensa em termos de crescimento populacional, o mais importante aqui é observar o declive das curvas! E é aqui que saltam à vista sobretudo dois casos: a África subsariana e o Sul da Ásia.
Este segundo gráfico mostra exactamente o que eu quero dizer. Trata-se de um mapa de cores consoante a taxa de fertilidade (número de filhos por mulher). Reparem como praticamente todo o Ocidente está a cor azul (apenas 1 a 2 filhos/mulher), abaixo da taxa de fertilidade mínima que assegura a substituição populacional (2,1 filhos/mulher). Reparem também que todos os países com elevado crescimento demográfico estão fora do Ocidente, com especial destaque para a África subsariana:
Em sentido contrário, estes são os países do mundo em que a população menos cresceu. Vejam lá se reconhecem algum!...
E para quem mesmo assim não estiver convencido, aqui ficam as percentagens por continente:
E também o crescimento populacional separado por nível de desenvolvimento dos países (reparem como o crescimento da população praticamente estagnou nos países desenvolvidos, mas continua imparável nos países em vias de desenvolvimento):

Porque é que eu fiz questão de colocar todos estes gráficos aqui? Por um motivo muito simples: estou farto, farto, mas realmente FARTO de ouvir autoproclamados nacionalistas a desvalorizar constantemente a questão da natalidade. Isto é tão simples quanto isto: não é minimamente realista pensar que podemos fechar as fronteiras do Ocidente num futuro próximo; pelo que, se não tivermos filhos, os filhos dos outros povos acabarão por tomar o lugar dos filhos que devíamos ter tido. Não me venham com histórias da carochinha sobre o Japão, porque até mesmo o "país do sol nascente" está a receber cada vez mais imigrantes. É certo que ainda são muito poucos comparados aos que a Europa e a América do Norte têm recebido. Mas nestas coisas da demografia, tudo muda de repente e há indicadores de que a abertura dos japoneses à imigração poderá ser apenas uma questão de tempo e de deixar morrer a geração actualmente no poder.
Uma coisa é certa: a abertura dos europeus e dos norte-americanos à imigração não vai diminuir significativamente nos próximos tempos. Nesse sentido, apelar ao aumento da natalidade dos países ocidentais não se trata de "competir demograficamente com os povos de outras paragens", como alguns nacionalistas me têm dito, a meu ver estupidamente. Trata-se única e exclusivamente de assegurar que a população autóctone não continua a diminuir, dando assim argumentos aos capitalistas selvagens, ao esquerdalho universalista e aos representantes das religiões abraâmicas que insistem em querer importar mais e mais imigrantes. Mais do que isso, se perdermos a corrida demográfica nos nossos países, tornar-se-á impossível vencer eleições. Notem que nem sequer é necessário que os iminvasores nos ultrapassem em número, basta que votem nos partidos globalistas de forma concertada, uma vez que a maioria dos brancos não vota fielmente nos partidos nacionalistas, para não mencionar aqueles imbecis que se abstêm por "princípio". E depois, o que é que nos restará? A guerra? Não me façam rir! Não é possível fazer guerra -quanto mais vencê-la- quando a esmagadora maioria da população nunca pegou numa arma!
Termino com um gráfico que todo o bom nacionalista já deverá conhecer, o das projecções de crescimento populacional em cada continente até 2050:

Só há um continente com uma curva descendente (diminuição populacional) em todos os cenários, que é precisamente Europa! E não haja ilusões: o reduzido crescimento da população da América do Norte será conseguido à custa de população não-branca, porque todos os estudos feitos nos EUA e no Canadá apontam para que as populações brancas se tornem uma minoria até meados deste século!
Portanto, vejam se acordam de uma vez por todas e deixam de fazer o jogo dos globalistas. Se queremos mesmo que a raça branca sobreviva, então temos de ter mais filhos, muitos mais filhos do que estamos a ter presentemente! Isto é matemática simples, não é engenharia aerospacial. A redução da percentagem relativa da população branca em cada país do Ocidente levará ao declínio da sua influência política, administrativa e, finalmente, militar. A partir de um certo nível de redução, atingiremos o ponto de não-retorno, o limite a partir do qual só nos restará o abrasileiramento, ou pior do que isso, a africanização.