terça-feira, 6 de agosto de 2019

"Jovem" astrofísico me(r)diático adorado pelo esquerdalho ousa pensar por si próprio... e o esquerdalho que o adorava cai-lhe em cima!


    O "jovem" cientista Neil deGrasse Tyson, conhecido do grande público sobretudo por ser o apresentador e narrador da  série "Cosmos: Uma Odisseia no Espaço-Tempo", tem sido, nas últimas horas, o alvo da revolta indignadinha do esquerdalho ianque. Porquê? Por causa deste tuíte que ele teve o "atrevimento" de partilhar:




Uau! Morre mais gente a cada 48 horas abatida por pessoas com revólveres e pistolas do que morreram nos dois ataques de El Paso e Dayton! "Quem diria, hã?" Bem, este artigo no Observador ainda vai mais longe, informando-nos que o número de homicídios desse género (revólveres e pistolas) andou na casa dos 45/dia durante as 48 horas em que ocorreram os dois ataques, e não apenas 20/dia, como tuítou o "jovem" Tyson. Porque será, já agora? 😏

Ora, como não podia deixar de ser, o esquerdalho não gostou nada desta verdade inconveniente. Como se pode ler aqui, houve logo várias reacções indignadas ao tuíte do "jovem" Tyson que, infelizmente, já cedeu à pressão e pediu desculpa.

A moral da história aqui é a seguinte: nem mesmo os "jovens" estão a salvo da ira dos seus donos quando se atrevem a sair da plantação. E também: o que o esquerdalho quer não é evitar mortes, é  tirar as armas ao povo norte-americano.

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 5: Opiniões Académicas


     Este mês de Agosto vai ser o mês do podcast 'Portugal Desintegrado' aqui no TU. Vou publicar um episódio diferente a cada dia, desde o início até ao fim da série.

No episódio de hoje, o quinto da série, podemos ouvir o Ilo dissertar acerca do estado do ensino superior no Ocidente, bem como do ambiente de intimidação intelectual que se vive nas universidades, outrora centros de excelência e de racionalidade.  Vem mesmo a propósito do ensaio do Vicente Baltazar que reproduzi na posta anterior!

O Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde foram publicadas várias postas excelentes.


Afinal, nem toda a nossa juventude (sem aspas) está perdida!


     Só resta saber quantos jovens millennials e da geração z é que pensarão como o autor do texto que reproduzo a seguir, de seu nome Vincente Teles Baltazar, estudante do ensino secundário. Não se deixem enganar pela sua falta de currículo: o rapaz ainda é novinho, mas percebe melhor o que se está a passar do que a sonsa da Cristas ou o bilderberguer Rio Risonho!

Um muito obrigado! ao Nuno por nos ter trazido os escritos do Vicente aqui ao TU!

«Acção afirmativa num mundo académico pós-modernista/neomarxista


Hoje em dia, os chamados “progressistas” estão a tentar voltar a categorizar os indivíduos e a sociedade. Defendem a política de identidade, de maneira a alcançar o seu objectivo supremo, a "justiça social".

Os factos são coisas teimosas, e quaisquer que sejam os nossos desejos ou inclinações,
ou os ditames das nossas paixões, estes não podem alterar o estado dos factos e das provas.

-John Adams, 2º Presidente dos Estados Unidos da América»

Relembrando aos mais distraídos: o pós-modernismo é a doutrina sociológica desenvolvida na segunda metade do séc. XX segundo a qual não existem verdades absolutas, colocando em causa a noção de racionalidade, de validade do conhecimento científico e até da própria realidade objectiva; já o neomarxismo é a extensão dos conceitos de luta de classes desenvolvidos por Marx, em particular da sua dicotomia cretina "proletariado vs. burguesia", ao contexto sociocultural das nações, através da incorporação da teoria crítica do marxismo cultural, da psicanálise e até do existencialismo. O resultado final é que os neomarxistas encaram a luta de classes como não apenas uma luta entre proletários e burgueses mas sobretudo entre "classes com poder" e "classes sem poder": ricos vs pobres; brancos vs negros; nativos vs imigrantes; cristãos vs muçulmanos; mulheres vs homens; etc. O neomarxismo é uma estupidez completa por motivos óbvios: o poder é circunstancial, não depende da raça, nem do sexo, nem da religião das pessoas.

Voltando ao texto:

«Neste ensaio, defenderei a tese de que a acção afirmativa (referida, muitas vezes, através da expressão “quotas para entrada nas universidades”) é moralmente errada, injusta e discriminatória e, portanto, não deve ser implementada em Portugal.
Acção afirmativa, termo cunhado em 1961 pelo então presidente dos EUA, John Kennedy, é entendida pelos seus apoiantes como discriminação positiva a favor de minorias historicamente oprimidas e deve ser usada como arma para alcançar a equidade. A acção afirmativa, posta em prática actualmente nos EUA, consiste, em sentido lato, no estabelecimento de quotas de admissão nas universidades para minorias historicamente desfavorecidas

Reparem que o Vicente escreve "equidade" e não "igualdade". E escreve muito bem, porque a diferença entre os dois conceitos é extremamente importante: por igualdade, no contexto político, entende-se o acesso universal às mesmas oportunidades, o haver as mesmas oportunidades para todas as pessoas. No entanto, a equidade consiste na obtenção dos mesmos resultados para todas as pessoas. Por exemplo, para haver equidade numa turma de alunos, é preciso que todos os alunos dessa turma tenham as mesmas notas, a todas as disciplinas! Não é preciso grande inteligência para perceber que a igualdade é desejável, enquanto a equidade é abominável!

«No entanto, esta noção é baseada numa miríade de falácias, perpetuada pelos académicos pós-modernistas/neomarxistas[1] que, actualmente, dominam as universidades norte-americanas.»

E também as universidades europeias e sul-americanas, caro Vicente!...

«Muitos dos que estão a ler este ensaio pensarão que as ideias marxistas são coisa do passado, exaltadas apenas, por volta da dupla 25 de Abril/1º de maio. Este equívoco é compreensível, contudo, não fosse os novos apologistas de Marx se terem camuflado sob o vulto do pós-modernismo, movimento político-cultural apregoado, entre outros, por uma grande parte dos millennials. Mas como e porque aconteceu o aparente cisma?
Na década de 1960, em França, progressivamente se tomava conhecimento dos horrores levados a cabo pela implementação da ideologia marxista (China, 65 milhões de mortos; URSS, 20 milhões de mortos; Coreia do Norte, dois milhões de mortos; Camboja, dois milhões de mortos; etc.).[2] Esta situação levou a que os filósofos marxistas franceses da época, porventura o mais conhecido Jean-Paul Sartre, tivessem de camuflar a sua perspectiva. Para tal, efectuaram uma troca simples: a clássica classificação marxista de opressor/oprimido foi alterada. Deixava de ser a burguesia contra o proletariado para passarem a ser os homens brancos contra todos os outros. Estava criado o neomarxismo e, consigo, a política identitária.[3]»

Em rigor, foram os marxistas da Escola de Francoforte quem primeiro alargou a dicotomia "proletariado vs. burguesia" para "classe sem poder vs. classe com poder", como referi mais acima. O que, por definição, redunda de facto em "homem branco vs. todos os outros", como o Vicente bem observou. Mas é importante percebermos que o problema já vem da primeira metade do séc. XX.

«Discriminação positiva é outro dos termos imaginados pelos pensadores neomarxistas e que está na base da implementação de programas como a acção afirmativa, mas não só; veja-se o Estado-Providência no qual este termo se encontra mascarado através da designação de princípio de Solidariedade Social. Porém, a maior falha encontra-se no próprio termo: “discriminação” e “positiva” são incompatíveis:

Guerra é Paz
Liberdade é Escravidão
Ignorância é Força

É este o famoso slogan do INGSOC (Socialismo Inglês), partido que controla a Oceânia na famosa obra “1984” de George Orwell. À semelhança do Big Brother também os pensadores pós-modernistas/neomarxistas tentam controlar a nossa linguagem com termos completamente orwellianos, como “acção afirmativa” e “discriminação positiva”. Esta táctica devia ser particularmente preocupante para todos aqueles que apoiam a liberdade, já que sabemos que o controlo da linguagem é o controlo do pensamento ou como diria o INGSOC “quem controla o passado, controla o futuro; quem controla o presente, controla o passado.[4]»

É por isso que, quando me aparecem nacionalistas a falar em "patriarcado", eu fico logo muito preocupado: significa que não só não entendem a parte que sublinhei a cor vermelha, como já engoliram, digeriram e incorporaram na sua mundivisão a falsa narrativa engendrada por quem controla o presente.

«Poderia argumentar que a acção afirmativa é pura e simplesmente inconstitucional:
Constituição da República Portuguesa – Artigo 13.º
Princípio da igualdade
1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.
2. Ninguém pode ser privilegiado*, beneficiado*, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.»

É curioso, eu próprio usei este argumento aqui no TU numa conversa que mantive com o Silvino de Portugal. Será que o jovem Vicente lê este blogue?  😜

«No entanto, o propósito deste ensaio não é abordar o tema de um ponto de vista jurídico. Martin Luther King Jr. proferiu, no seu famoso discurso de 28 de agosto de 1963, que “[tinha] um sonho que um dia os [indivíduos] pudessem ser julgados, não pela cor da pele, mas pelo conteúdo do carácter”. As suas palavras são tão actuais como o eram há 56 anos, num mundo hoje conduzido pela política de identidade. De facto, estamos a assistir a um retorno da segregação racial, patrocinado pelo neomarxismo: ou não são as políticas de acção afirmativa injustas para os indivíduos prejudicados em detrimento de outros, simplesmente por terem nascido com uma certa cor de pele, facto que não conseguem controlar.»

Exacto, a acção afirmativa é intrinsecamente racista, porque assenta na falácia de que todos os indivíduos de uma determinada raça são beneficiados ou, como dizem os tarados dos guerreiros da (in)justiça social, "têm privilégio".

«Por que razão terá um estudante branco de ter melhor nota de candidatura que um estudante cigano? Os defensores de tais políticas afirmam que certas raças foram/têm sido historicamente prejudicadas e que, por isso, os indivíduos que por mero acaso nasceram com essa cor de pele precisam de ajuda para entrar na universidade.[5]

Em primeira análise, este argumento parece-me ser racista, mais que não seja para com os indivíduos “historicamente oprimidos”. Não me parece que uma pessoa, no século XXI, seja menos capaz de ter um bom aproveitamento escolar devido à sua raça ou etnia. Aliás, porque é que o PS não propôs quotas para indivíduos com ascendência asiática, que são uma minoria étnica em Portugal? É bastante óbvio: porque estes têm bom aproveitamento escolar. Torna-se claro que as quotas são um instrumento para legitimar e prolongar o insucesso e o facilitismo.»

Também, mas não só: as quotas são sobretudo um instrumento para remover os homens brancos do poder: privá-los da formação académica, dos bons empregos, das forças de segurança, dos cargos públicos, etc.

«A pergunta que temos de fazer é “que características é que definem a nota que obtemos no ensino secundário e, portanto, se entramos na universidade ou não?”. Eu respondo que são o empenho, inteligência, autonomia, esforço, dedicação, competência, entre outros. E não outro qualquer factor físico.

É realmente estonteante as incoerências com que nos deparamos ao tomar conhecimento dos argumentos dos nossos opositores. Um tema tão importante como este deveria, com toda a certeza, contar com a influência de filósofos/pensadores quer de um lado como do outro. Do lado da minha tese destacaria Jordan Peterson, Ben Shapiro e Thomas Sowell, este último apresentando um argumento particularmente distintivo.»

O esquerdalho odeia o mérito, porque o mérito cria automaticamente as tais classes que eles abominam. É incontornável, os neomarxistas odeiam a competência e sobretudo a inteligência, porque as pessoas inteligentes tendem a desenrascar-se na vida, a rejeitar a cultura de vitimização e a mundivisão infantil da luta de classes. O marxismo e os seus derivados consistem, uma vez despidos da sua pretensiosidade científica, na mera exaltação da inveja e do ressabiamento, duas das emoções mais poderosas do ser humano. Mas não haja ilusões: os capitalistas também só gostam de competência e de inteligência até um determinado ponto, quando se deparam com alguém realmente inteligente e que não pode ser comprado, decretam imediatamente que essa pessoa constitui um perigo para as suas aspirações... eer... perdão, "para a sociedade".

«No outro campo, não tenho receio de dizer que não existem pessoas que se possam chamar de filósofos. Em minha opinião, são ideólogos. Existirá outro nome para pessoas que, apesar de contradições tão graves, consigam continuar a apregoar a sua doutrina? De facto, indivíduos como deputados do PS e Bloco de Esquerda e membros de “delegações” do BE, como a ILGA, SOS Racismo, OMAR e MDM não passam de activistas que pretendem passar a sua agenda interseccional[6]

É realmente muito corajoso, por parte do Vicente, escrever isto -que é inteiramente verdade- e dar a cara. Espero bem que, daqui a uns anos, não deixem de lhe dar emprego por causa disto.

«Estes sujeitos afirmam que devemos ter diversidade de pensamento nas universidades, de maneira a cada “grupo social” ser representado justamente. No entanto, não são capazes de apresentar um único estudo ou outro documento que prove que, digamos, um homem cigano tenha um modo de pensar diferente de um homem branco ou que pense sequer em assuntos distintos. De facto, a única diferença biológica a esse nível dá-se entre sexo masculino e sexo feminino.[7]»

Esse é outro problema crónico do neomarxismo: mil teorias, zero evidências. Aliás, as evidências disponíveis mostram que o marxismo falhou espectacularmente onde quer que tenha sido implementado. Não, a Escandinávia não é socialista. Tenham paciência, não é!

«O princípio da equidade (igualdade de resultados) afirma que, por exemplo, as mulheres deviam representar 50% dos canalizadores ou que metade dos educadores de infância sejam homens. Desenganem-se aqueles que pensam que o sistema de quotas ainda não chegou a Portugal: veja-se a Lei da Paridade, onde tem de haver um mínimo de 40% de mulheres e 40% de homens nas listas apresentadas por partidos políticos a eleições[8]. Na realidade, surpreende-me o facto do número não ser 50%. Estará 20% reservado para não-binários?»

Por favor, não lhes dês ideias, Vicente...

«O argumento essencial que contradiz as teorias da equidade, justiça social e demais terminologias pós-modernistas afirma que o desejável é termos hierarquias baseadas na competência. Estas hierarquias são, pois, o melhor sistema possível para a sociedade se auto-organizar e que mais efectivamente asseguram o progresso humano. Partilho totalmente desta opinião. Na realidade, foram estas hierarquias que construíram a civilização ocidental e, portanto, as universidades.
No entanto, os ideólogos pós-modernistas pretendem destruir as bases da civilização que proporcionou ao mais alto nível a liberdade, procura da felicidade, prosperidade e que mais massas levantou da pobreza em países que adoptaram o seu sistema económico, o capitalismo, como por exemplo a Índia. O objectivo neomarxista é transformar as universidades, instituições que deviam transmitir todas as conquistas da civilização ocidental, em completos campos de doutrinação.»

Objectivo que, em grande medida, foi alcançado, sobretudo no domínio das "ciências" sociais e humanas.

«Como tenho vindo a demonstrar ao longo das últimas linhas, a acção afirmativa contribui para o fortalecimento de estereótipos, através do pensamento de que todas as pessoas de certa raça são “estúpidas” e destrói a ideia da meritocracia (as pessoas mais aptas devem receber os melhores cargos ou posições) que, por sua vez, dá origem às hierarquias.

Thomas Sowell, renomado economista [e "jovem", nunca é demais lembrar], apresentou um argumento que se concentra não na moralidade da implementação da acção afirmativa, mas antes, nos seus efeitos, ou seja, um argumento empírico. Sowell afirma que os estudantes que precisariam, em condições naturais, de ter uma média igual ou superior ao último candidato aceite em, digamos, Harvard, vão ser prejudicados se entrarem com notas inferiores. Isto acontece porque esses estudantes não estarão preparados para enfrentar o ambiente extremamente competitivo e a carga lectiva de uma instituição de topo.

Ora, esta situação originará descontentamento para o estudante porque este não se identificará com os outros colegas e, por isso, provavelmente, desistirá do curso. Conclui-se, portanto, que se esses estudantes tivessem sido tratados em condições de igualdade teriam entrado noutra universidade com menos prestígio, mas onde se sentiriam integrados e pudessem dar continuidade ao seu percurso académico e, posteriormente, profissional.[9] Do mesmo modo, possíveis empregadores não contratarão estudantes excepcionais do mesmo grupo étnico para o qual foram definidas quotas porque terá a dúvida se este entrou na universidade por mérito próprio.[10]»

A menos que os neomarxistas dêem o passo seguinte nas suas aspirações criminosas, que é impor quotas nas empresas! Parece impossível? Também o casamento guei, a adopção guei, as quotas nos partidos políticos e a acção afirmativa o pareciam ser, há apenas algumas décadas atrás! Aliás, a Comissão Europeia já tentou exigir ao estados-membros que os conselhos de administração das empresas cotadas em bolsa tivessem pelo menos 40% de mulheres! Agora que o bêbado Juncker foi substituído pela Ursula von der Leyen, uma feminista convicta, é muito provável que a Comissão volte a tentar exigir algo do género.

«Em suma, penso que se deve voltar ao pensamento desenvolvido por John Locke de que todos os Homens são iguais perante a lei[11] e têm capacidades inatas que lhes permitem a aplicar razão.

Hoje em dia, os chamados “progressistas” estão a tentar voltar a categorizar os indivíduos e a sociedade. Defendem a política de identidade, de maneira a alcançar o seu objectivo supremo, a "justiça social".

No entanto, quem preza a liberdade e a prosperidade que vivemos no Ocidente deve fazer frente a esta ideologia. Além disso, devemos tratar cada ser humano como um indivíduo único, que tem características próprias que definem o seu curso de vida. Um dos aspectos do seu curso de vida é, então, a entrada na universidade que deve ser independente de características físicas que o indivíduo não controla. Nem o Estado nem a reitoria de uma universidade pública ou privada deve através de critérios arbitrários que nada têm que ver com as capacidades de um indivíduo definir se este entrará no ensino superior.

Este ensaio foi elaborado no âmbito de um trabalho escolar e publicado à data de hoje, dia 30 de Julho de 2019, no site do Jornal Económico.»

[1] Jordan Peterson explica o fenómeno do pós-modernismo/neomarxismo
[2] Courtois, Stéphane, O Livro Negro do Comunismo, Quetzal, 1998
[3] Ver discurso inicial de Jordan Peterson
[4] George Orwell, 1984, Antígona, 2012
* Negritos são da responsabilidade do autor
[5] Ver os argumentos a favor da ação afirmativa
[6] Ben Shapiro explica a teoria da interseccionalidade
[7] Jordan Peterson nas diferenças entre homens e mulheres, que também explicam a desigualdade salarial entre os dois sexos
[8] Lei da Paridade
[9] Sowell, Thomas, Affirmative Action Around the World-an Empirical Study, 2005, Yale University Press
[10] Clarence Thomas, juiz do Supremo Tribunal dos Estados Unidos, teve dificuldade em arranjar trabalho depois de se graduar em Yale
[11] Locke, John, Dois Tratados do Governo, 2006, Edições 70»

Excelente ensaio, especialmente tendo em conta que foi escrito por um miúdo do secundário. Parabéns, Vicente! Que seja o primeiro de muitos!!!

domingo, 4 de agosto de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 4: A Família Moderna


     Este mês de Agosto vai ser o mês do podcast 'Portugal Desintegrado' aqui no TU. Vou publicar um episódio diferente a cada dia, desde o início até ao fim da série.

O grande Ilo Stabet teve a gentileza de me conceder a sua permissão para partilhar aqui os vídeos da sua fabulosa série 'Portugal Desintegrado' que, infelizmente, ele se viu forçado a interromper por tempo indeterminado. Relembro os leitores do TU que o Ilo teve de colocar todos os vídeos desta série -e também da sua outra série 'Verbos Malditos'- em modo privado, por ter sido alvo da censura covarde por parte dos eunucos do YouTube. Considero que a série 'Portugal Desintegrado' é demasiado boa e pertinente para permanecer na obscuridade, pelo que decidi republicar aqui -com a sua bênção- todos os vídeos que o Ilo criou ao longo dos últimos dois anos. O Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde foram publicadas várias postas excelentes.

Este quarto episódio é sobre um tema que me é particularmente caro: o colapso da taxa de natalidade dos portugueses, que é agora das mais baixas de todo o Ocidente (chegou mesmo a ser a mais baixa em 2013). O Ilo lê e comenta várias notícias que nos mostram o quão grave já é a enfermidade: tal como eu denunciei em tempos este vídeo, os portugueses -e os ocidentais em geral- parecem estar a transferir o amor que a natureza neles embutiu para cuidarem adequadamente dos seus filhos para os seus animais de estimação.


Mais uma jovem europeia violada por norte-africanos


Desta vez foi em Bilbau, no País Vasco, em Espanha. Um muito obrigado ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui a notícia:

«Seis homens foram detidos, esta sexta-feira [02-Ago-2019], suspeitos de violarem em grupo uma jovem de 18 anos num jardim público em Bilbau, Espanha.
De acordo com o Diário de Navarra, o crime ocorreu na quinta-feira por volta das 23h00. A vítima ter-se-á dirigido ao local sozinha, depois de combinar um encontro com um dos agressores, que havia conhecido na Internet. Ao aperceber-se da presença do grupo, a jovem ainda tentou fugir, mas sem sucesso.»

Atentem bem na parte que eu sublinhei a cor vermelha, caros leitores: esta jovenzinha foi ter com os violadores alógenos de sua livre vontade.

«Segundo o jornal espanhol, a vítima alegou que os suspeitos a violaram e, depois de consumados os actos, lhe atiraram 17 euros para cima e fugiram. A jovem acabou por se dirigir sozinha ao hospital mais próximo e os exames realizados confirmaram as agressões sexuais.
A impressa escreve que os suspeitos serão de origem argelina e magrebina e terão idades compreendidas entre os 18 e 36 anos.»

 
"Origem argelina e magrebina?... É natural, porque os melhores são os que partem!" 


Mais uma bimba europeia que foi "enriquecida" por violadores norte-africanos que, com grande probabilidade, serão seguidores do credo do "profeta" pedófilo, também conhecido aqui no Ocidente como "religião da paz". A culpa é nossa, dos nacionalistas, que temos avisado repetidamente as nossas mulheres de que estas coisas tendem a acontecer a quem se mete com a escumalha vinda do terceiro-mundo... se não fosse por nós e pelo nosso "racismo", os iminvasores jamais violariam as mulheres europeias, é claro!

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Ver também:

Em Itália: imã misógino é "convidado de honra" na Feira da Esperança de Milão
Alemães fogem em pânico durante o funeral de uma mulher assassinada por um iminvasor tunisino

Jared Taylor: «A Realidade Biológica das Raças»



      Na sequência deste vídeo que publiquei aqui há uns dias, e destoutro que publiquei aqui ontem, aqui fica mais uma pertinentíssima reflexão por parte do Dr. Jared Taylor no âmbito da discussão sobre a existência ou não de raças humanas.




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Ver também:

As raças humanas existem?
Jared Taylor: «O que é o realismo racial?»
Paul Joseph Watson tenta explicar o colapso do Ocidente. Jared Taylor discorda.

Os frutos do feminismo (5): a Gillette acumula perdas de milhares de milhões!


      A Gillette contabilizou perdas de 7 482 milhões de euros só no último trimestre, 4 699 milhões do quais se devem exclusivamente à quebra de vendas dos seus produtos! 😁



Continuemos pois a boicotar esta multinacional anti-homem, caros leitores, que estes grandessíssimos filhos da outra senhora decidiram abraçar a ideologia criminosa do feminismo e, por conseguinte, não merecem senão a falência!

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Ver tambem:

Uma breve nota sobre o tal anúncio misândrico da Gillette que tem dado muito que falar
Ainda sobre o anúncio imperdoável da Gillette
A Gillette volta a atacar: o seu novo anúncio é protagonizado por um negro "transgénero" a fazer a barba pela primeira vez
Lista das marcas pertencentes à Procter & Gamble (para boicotar)
A última machadada na credibilidade da psicologia: APA declara guerra à "masculinidade tradicional"

sábado, 3 de agosto de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 3: Concordar com a Esquerda pelas Razões Erradas


     Este mês de Agosto vai ser o mês do podcast 'Portugal Desintegrado' aqui no TU. Vou publicar um episódio diferente a cada dia, desde o início até ao fim da série.

O grande Ilo Stabet teve a gentileza de me conceder a sua permissão para partilhar aqui os vídeos da sua fabulosa série 'Portugal Desintegrado' que, infelizmente, ele se viu forçado a interromper por tempo indeterminado. Relembro os leitores do TU que o Ilo teve de colocar todos os vídeos desta série -e também da sua outra série 'Verbos Malditos'- em modo privado, por ter sido alvo da censura covarde por parte dos eunucos do YouTube.

Considero que a série 'Portugal Desintegrado' é demasiado boa e pertinente para permanecer na obscuridade, pelo que decidi republicar aqui -com a sua bênção- todos os vídeos que o Ilo criou ao longo dos últimos dois anos.

O Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde foram publicadas várias postas excelentes.


O PNR condena a atribuição do nome de uma rua em Lisboa a uma falsa mártir do esquerdalho


Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«A Câmara Municipal de Lisboa, na senda da insanidade e a reboque da agenda de extrema-esquerda, aprovou por unanimidade – ou seja, com os votos da “direitinha” cobarde, cúmplice e traidora do CDS e PSD – a atribuição de um nome de rua a Marielle Franco na nossa capital .

Quem foi afinal Marielle Franco e que tem ela a ver com Lisboa, quando nunca pôs cá os pés? Não passava de uma ilustre desconhecida – até no próprio Brasil! – vereadora no Rio de Janeiro, activista de extrema-esquerda e alinhada nas ideologias de condenação às Descobertas Portuguesas e à nossa civilização – empenhadas em reescrever a História, submetendo-a ao gueto ideológico marxista. A desconhecida Marielle vivia no meio dos gangues do crime e do tráfico de droga e, com toda a probabilidade, foi morta por um gangue rival, em Março de 2018, mas em vésperas de eleições quentes, que opunham Bolsonaro a Haddad, rapidamente se transformou em mártir da causa esquerdista, anti-”racista”, anti-polícia e pró-LGBT, fruto da eficaz máquina de engenharia social do marxismo-cultural. Acusam a direita pró-Bolsonaro de a ter assassinado. Como se alguém tivesse interesse em assassinar uma “Marielle-Ninguém” e com isso criar uma mártir para a causa esquerdopata…

Em Portugal, desde logo, essa figura atirada da obscuridade para a visibilidade, já em cadáver, teve um fortíssimo eco na extrema-esquerda, contagiando-se rapidamente, através do politicamente correcto – veículo do intelectualmente desonesto – ao habitual leque de forças políticas que vai desde a extrema-esquerda ao centro-direita: PSD e CDS. Mas o PNR, a verdadeira Direita Nacional, não cala, como de resto nunca calou, perante tamanha vergonha e prepotência esquerdista e não aceitamos que as suas agendas se imponham sem contraditório!

Perante esta situação, o PNR convoca um protesto-boicote à inauguração da tal rua e apelamos também à presença dos brasileiros de Direita que residem em Portugal. Lutemos pela nossa dignidade: querermos um ar mais respirável!
»

Jared Taylor: «O que é o realismo racial?»



      Na sequência deste vídeo que publiquei aqui há uns dias, aqui fica mais uma pertinentíssima reflexão por parte do Dr. Jared Taylor no âmbito da discussão sobre a existência ou não de raças humanas. Devo confessar que eu próprio não tinha conhecimento do desprezo anticientífico que certos académicos de renome mundial devotam ao tema. Parece que afinal, tantos séculos depois do caso de Galileu, ainda há quem se recuse a aceitar determinadas evidências ou, pelo menos, a discutir a sua validade enquanto evidências.

A factura do Novo Banco já vai em 7 850 milhões de euros!


Mas depois a direitinha betola -e os próprios xuxalistas- ficam muito admirados por haver cada vez mais gente a votar na extrema-esquerda!...

«A 3 de Agosto de 2014, a resolução do Banco Espírito Santo (BES) fazia nascer o Novo Banco. Dividiam-se banco bom para um lado e activos tóxicos para o outro, sendo a opção da nacionalização afastada para proteger o sistema financeiro, os depositantes e o financiamento da economia

Não é por acaso que o povo diz que "de boas intenções está o Inferno cheio"...

«Ao longo dos últimos cinco anos, percebeu-se que a divisão não foi assim tão simples e o legado é pesado. “É importante mostrar às pessoas que os resultados do Novo Banco estão mascarados por uma resolução falhada“, afirmava o ministro das Finanças, Mário Centeno, numa audição no Parlamento, em Março, apontando a Carlos Costa. “Resolução deixou um banco mau dentro do Novo Banco“.»

Tradução: "A culpa não foi minha, pá, foi do outro gajo que esteve aqui antes de mim!"


Este resultado representa um agravamento de 88,5% dos prejuízos do banco (agravamento de 2018 para 2019).

«A factura do Novo Banco — repartida entre Estado (na grande maioria), contribuições dos outros bancos e accionista maioritário Lone Star - já vai em 7 850 mil milhões de euros. E começou a fazer-se sentir logo em Agosto de 2014. O Fundo de Resolução (FdR) foi chamado a suportar custos: eram precisos 4,9 milhões de euros, mas o organismo liderado por Luís Máximo dos Santos (que tinha então apenas dois anos e cujas receitas vêm de contribuições da banca) tinha apenas 365 milhões de euros em caixa. Pediu um empréstimo de 3 900 milhões ao Estado e outro de 700 milhões aos bancos.»

Nada como começar uma recuperação económica pedindo dinheiro a Estado e aos outros bancos! Imaginem isto aplicado às pessoas: "caro gerente de conta, fui despedido, tive de vender o meu carro para pagar umas dívidas, cortaram-me a luz e a água em casa, devo dinheiro em várias lojas... não me empresta uns milhares de euritos para eu refazer a minha vida?" Soa ridículo, não soa? Mas é mesmo assim aqui em Portugal, o que seria ridículo para as pessoas tornou-se a realidade para os bancos!

«A partir daí, o objectivo era claro. Era preciso encontrar comprador para a renascida instituição financeira. Em 2015, uma tentativa falhada custou 9,7 milhões de euros em consultoria jurídica e financeira ao Fundo de Resolução. Só dois anos depois, é que o negócio ficou fechado: o Lone Star comprava 75% do Novo Banco (os restantes 25% ficaram no FdR), numa transacção que aumentou a conta em mais mil milhões de euros.

A totalidade do valor serviu para injectar no banco, sendo que ficou ainda acordada uma rede de segurança para eventuais custos futuros. Para que a venda se concretizasse, o Governo teve de aceitar criar um mecanismo de capital contingente, ou seja, um mecanismo suportado pelo Fundo de Resolução, que entra em acção se os rácios de capital do banco caírem abaixo de um determinado valor.»

Eu também gostava de ter um fundo que "entrasse em acção" sempre que as minhas despesas excedessem as minhas expectativas.

«O primeiro-ministro António Costa garantia, ao lado de Centeno, que não existiria “impacto directo ou indirecto nas contas públicas, nem novos encargos para os contribuintes” enquanto apresentava o negócio e explicava que activação do mecanismo previa duas condições cumulativas

E a parte mais engraçada é que houve muita gente que acreditou nele! 😂

«Por um lado, que os activos considerados tóxicos do Novo Banco sofressem uma desvalorização face ao valor de referência e, por outro, que os rácios de capital baixassem do nível acordado. No máximo, o fundo (com garantias públicas) podia transferir 3,89 mil milhões de euros e, apesar das garantias do Governo, foi chamado a intervir logo no ano seguinte.

Ao longo de todo o período em que se limitava a ser um banco de transição (antes da venda), o Novo Banco nunca tinha tido lucros — foram prejuízos de 500 milhões entre Agosto e Dezembro de 2014, de 981 milhões em 2015 e de 780 milhões de euros em 2016 — e assim continuou.»

Reparem, teve sempre prejuízos, num período em que as economias nacional e mundial cresceram sempre! É obra!!!

«Após perdas de 2 298 milhões em 2017 (ano da venda e da criação do mecanismo), o Estado financiou uma injecção do Fundo de Resolução de 791,6 milhões. No ano passado, prejuízos de 1 412 milhões levaram a nova injecção de 1 149 milhões. O FdR já esgotou mais de 1 941 mil milhões de euros, ficando apenas dois mil milhões disponíveis. 
O Governo prevê diminuir as transferências para 600 milhões de euros em 2020 e 400 milhões no ano seguinte, segundo as estimativas inscritas no Programa de Estabilidade. Entre 2022 e 2026, a margem total emagrece para mil milhões de euros, mas a expectativa é que seja suficiente.»

A Comissão de Acompanhamento do Novo Banco estima que seja necessário um total de 3 000 milhões. “Penso que vamos ficar aquém [do limite]. O quanto aquém é difícil quantificar“, confirmava Máximo dos Santos. No entanto, as contas ainda estão longe do equilíbrio. Fruto do esforço de “limpeza”, o banco liderado por António Ramalho apresentou mais 400 milhões de euros de prejuízos na primeira metade deste ano.

Apesar de o ano ainda ir a meio, o Novo Banco já está a alertar que vai precisar de mais dinheiro no fecho das contas de 2019. Tendo em conta mais estes milhões de prejuízos, já prevê pedir 540 milhões de euros ao FdR, valor que pode variar em função do que acontecer nos próximos meses.

Esta estratégia tem exigido todas estas injecções pelo FdR (que tem mais de duas décadas para cobrar taxas aos bancos e devolver o empréstimo público). Ainda assim, o ministro das Finanças tem mantido a posição: a nacionalização seria ainda pior.

“Todos os custos que vemos passar à nossa frente passavam a ser financiados pelos portugueses. Mas tinha mais consequências: Portugal entrava em 2017 no procedimento por défices excessivos e iria endividar-se mais“, acrescentou Centeno, na mesma audição no Parlamento.»

Agora vamos fazer umas continhas rápidas, caros leitores. O Estado português gastou 3,9 mil milhões de euros logo em 2014. A propósito, esse valor é dado como perdido pelo próprio Estado. Ou seja, vai ser preciso ir buscar dinheiro a outro lado para, até 2046, devolver esse dinheiro ao Tesouro e aos outros credores, com juros. Mas assumindo que os valores desta notícia estão correctos, temos 3,9 G€ em 2014, mais 9,7 M€ e 2015, mais 791,6 M€ em 2017, mais 1 149 M€ em 2018... o que perfaz a fantástica quantia de 5 855,2 milhões de euros atirados pelo Estado português ao buraco sem fundo do Novo Banco! Sendo que a este valor ainda deverá ser preciso adicionar os tais 541 milhões que o Novo Banco pediu esta semana ao Fundo de Resolução e que dificilmente lhe serão recusados!

A propósito, quem desconfiar das minhas contas pode confirmá-las neste outro artigo do Expresso.

Mas alegre-se, car@ leitor@... apesar de estar a ser roubad@ à força toda, pelo menos você não votou nos "fascistas" do PNR! 25 de Abril, sempre! Fascismo, nunca mais!!!

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 2: O Deus da Sodomia


Este mês de Agosto vai ser assim aqui no TU, um vídeo da série Portugal Desintegrado por dia!

O grande Ilo Stabet teve a gentileza de me conceder a sua permissão para partilhar aqui os vídeos da sua fabulosa série "Portugal Desintegrado" que, infelizmente, ele se viu forçado a interromper por tempo indeterminado. Relembro os leitores do TU que o Ilo teve de colocar todos os vídeos desta série -e também da sua outra série "Verbos Malditos"- em modo privado, por ter sido alvo da censura covarde por parte dos eunucos do YouTube.

Considero que a série "Portugal Desintegrado" é demasiado boa e pertinente para permanecer na obscuridade, pelo que decidi republicar aqui -com a sua bênção- todos os vídeos que o Ilo criou ao longo dos últimos dois anos.
 
O Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde foram publicadas várias postas excelentes.

Causas do "populismo" para totós (5)


25 de Abril, sempre! Fascismo, nunca mais! Paga e não bufa, tuguinha!


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Ver também:

 
Causas do "populismo" para totós (4)
Causas do "populismo" para totós (3)
Causas do "populismo" para totós (2)
Causas do "populismo" para totós

O Bloco de Esterco volta a mostrar a sua verdadeira face...


...a face de um partido totalitarista e antidemocrático:

«O Bloco de Esquerda (BE) considerou nesta quinta-feira inaceitável a visita a Portugal do presidente do Brasil, defendendo que o Governo português a deve cancelar. O partido entende que Jair Bolsonaro “não é bem-vindo” ao país por ser alguém que mostra “constante desrespeito” pela democracia. Ainda nesta quinta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros reagiu à posição demonstrada pelo partido, em declarações à TSF, dizendo que não pode “cancelar viagens que não estão programadas”.»

Sobretudo sob um argumento tão cretino como este que está a ser usado pelos anormais do BE. Bolsonaro "desrespeita constantemente a democracia"? Como, se ele foi eleito democraticamente? Como, se as decisões dele estão sujeitas aos limites impostos pela Constituição da República Federativa do Brasil e pelo Tribunal Superior Eleitoral do Brasil?!...


Jair Bolsonaro: a fazer o esquerdalho espumar de raiva dos dois lados do atlântico!

«Numa nota do BE enviada às redacções, o partido começa por se referir às afirmações de Jair Bolsonaro “a propósito da morte do activista estudantil e militante político Fernando Santa Cruz, dado como desaparecido em 1974, em plena ditadura militar naquele país“. O Presidente do Brasil provocou o presidente da Ordem dos Advogados brasileiro, filho de Santa Cruz, afirmando que se quisesse poderia dizer-lhe de que forma o seu pai desapareceu no período de ditadura militar. “E não vai querer saber a verdade”, acrescentou ainda Jair Bolsonaro.»

E como é que isto, sendo de gosto duvidoso, representa um ataque à democracia??? 

«Por isso, o Bloco de Esquerda pega neste recente exemplo para apelar ao Governo que não receba o Presidente do Brasil com honras de Estado. Em declarações ao Observador, a deputada do Bloco de Esquerda Joana Mortágua detalha as razões que levaram o partido a avançar com este pedido. “Está na altura de a comunidade internacional dar um sinal. A nossa solidariedade é com o Brasil e com o povo brasileiro, não temos de dar sinais de aprovação ou de legitimação deste tipo de declarações“, critica a bloquista. “A vinda de Jair Bolsonaro poderia sinalizar que o Governo português é conivente com o constante desrespeito pela democracia”.»

O povo brasileiro elegeu Bolsonaro. Desrespeito para com a democracia seria não o receber com honras de Estado.

«O cancelamento da visita podia, no entender do partido, ser o sinal político necessário para que a comunidade internacional olhasse para este assunto e afirmasse a sua posição. “Seria um sinal importante num momento em que o Brasil em peso, da esquerda à direita, está indignado com estas declarações de Jair Bolsonaro“, diz a deputada.»

Mas que "direita" é que está indignada, exactamente? A direitinha lá do sítio?

«“É um sinal político mas tem de ser dado. Receber ou deixar de receber com honras de Estado um presidente em determinado momento tem uma mensagem política. E é esse sinal político que a comunidade internacional devia enviar: o de que não está de acordo com as declarações de um presidente que demonstra ausência de respeito pelos direitos humanos e pela democracia“, resume Joana Mortágua.»

Isto, vindo da filha de um terrorista, é de uma ironia que só não é deliciosa porque a certa altura lembramo-nos que ela tem assento no Assembleia da República de Portugal.

«Joana Mortágua não acredita que esta atitude venha a significar uma ruptura das relações bilaterais entre os dois países. “O que deve ser sinalizado é que a comunidade internacional, numa altura de movimentos que põem em causa as nossas liberdades democráticas, tem de tomar uma posição quando um presidente de um país democrático faz uma declaração perversa em que demonstra ter algum tipo de acordo ou conivência com a tortura e a ditadura brasileiras“, conclui.»

 Excepto que a declaração, sendo de mau gosto, não mostra nada disso.

«Assim, o partido considera “inaceitável a realização desta visita”, afirmando que “Jair Bolsonaro não é bem-vindo a Portugal” e pedindo directamente ao Ministério dos Negócios Estrangeiros que cancele a visita “o quanto antes“. A visita ainda não está agendada, mas ainda decorrem negociações entre os corpos diplomáticos dos dois países e é expectável que venha a acontecer no início do próximo ano.»

Era só o que faltava o Governo Português cancelar a visita do Chefe de Estado do maior país da Lusofonia porque a extrema-esquerda "tuga" não aprova a sua conduta! Mas quem é que esta gentinha execrável do BE julga que é???



quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 1: A Mulher Moderna


     O grande Ilo Stabet teve a gentileza de me conceder a sua permissão para partilhar aqui os vídeos da sua fabulosa série "Portugal Desintegrado" que, infelizmente, ele se viu forçado a interromper por tempo indeterminado. Relembro os leitores do TU que o Ilo teve de colocar todos os vídeos desta série -e também da sua outra série "Verbos Malditos"- em modo privado, por ter sido alvo da censura covarde por parte dos eunucos do YouTube.

Considero que a série "Portugal Desintegrado" é demasiado boa e pertinente para permanecer na obscuridade, pelo que decidi republicar aqui -com a sua bênção- todos os 54 vídeos que o Ilo criou ao longo dos últimos dois anos.

O Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde foram publicadas várias postas excelentes.