sexta-feira, 24 de maio de 2019

E ainda mais lixo feminista: vejam só o trailer do novo, ou melhor, da nova Terminator!


      Depois de ontem termos visto a nova Batwoman lésbica e guerreira da (in)justiça social, hoje temos a nova 'exterminadora implacável', uma lingrinhas loira praticamente sem rabo nem mamas, corte de cabelo à rapazinho e um ar repugnante de Brie Lars... eeer... perdão, um ar modernaço e refrescante de lambedora de carpetes, que é salva pela avozinha Sara Connor, heroína dos primeiros dois filmes. Apesar de só ter 63 anos, a Linda Hamilton parece quase uma velhinha de 80, com os braços flácidos e um pescoço de galinha. A sério, a minha avó tinha melhor aspecto aos 90 anos do que esta tipa aos 60 e poucos, sendo que a minha avó nem sequer tinha acesso à multiplicidade de tecnologias dermoestéticas que as prostitut.. eeer... perdão, as actrizes de Hollywood têm ao seu dispor.

Seja como for, a Sara protege a lingrinhas, que por sua vez protege uma miúda com ar de mexicana. Que moderno e progressista, pá! Viva a diversidade! Mas claro, o exterminador "mau" continua a ser um homem, embora também ele com ar mestiço. A certa altura do trailer ainda aparece o bom e velho Arnaldo, que parece ter apenas um papel secundário neste filme. Girl Power! Yay!!!

Ora, o mesmo fulano irlandês que arrasava a Batwoman no vídeo anterior,  decidiu comentar o trailer que foi ontem divulgado:


quinta-feira, 23 de maio de 2019

Tempo de Antena do PNR (versão 3)


     Em Portugal, não há mais nenhum partido político que defenda aquilo que os dirigentes do PNR defendem neste excelente Tempo de Antena. É por isso que, no próximo dia 26 de Maio, só o Nacionalismo é solução!


Sobre o mais recente desvario do bêbado imprestável que preside à Comissão Europeia


     A maioria das pessoas fixou-se no "estúpidos nacionalistas", mas a parte realmente interessante na intervenção disparatada desta pobre 'vítima de ciática' é aquela que eu sublinhei a cor vermelha na imagem em baixo:




Mas... mas afinal que tipo de pessoa não ama o seu país? E que raio de "líderes" europeus são estes, que consideram que uma pessoa gostar do seu país é uma coisa má???... Traidores, é a única resposta que me ocorre. E vocês, caros leitores, têm outra?...

Mais lixo feminista: nova série de TV tem como protagonista uma mulher-morcego fufa e guerreira da (in)justiça social


      Para quem ainda tem paciência suficiente para ligar a televisão, vem aí uma nova série de super-heróis "moderna" e "vanguardista" que nenhum soyboy que se preze deve perder: a Batwoman! Não confundir com o Batman, que esse gajo é misógino, patriarcal e sexista, pá!... Trata-se antes da Batwoman, a mulher-morcego, uma heroína lésbica e progressista, completamente nova e super-original... mas que no fundo não passa de uma versão rasca do Batman com vagina! Confuso?

Não se preocupe, caro leitor, temos um trailer perfeitamente esclarecedor e também o vídeo que se segue, no qual um fulano irlandês desconstrói habilmente a propaganda femiestalinista:


quarta-feira, 22 de maio de 2019

O PNR condena a perseguição à PSP por parte da imprensa


Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«É com profundo sentimento de revolta que lemos a notícia publicada pelo Diário de Notícias, na sua edição digital, datada de 21 de Maio de 2019, intitulada “Cova da Moura. Quem são os oito polícias condenados?”, da autoria da jornalista Valentina Marcelino.

Neste artigo, a mencionada jornalista expõe os nomes dos oito agentes julgados e condenados ao abrigo do chamado processo da Cova da Moura. Entretanto, esta jornalista, que se tem destacado na elaboração de peças “jornalísticas” sistematicamente com alvo na chamada “extrema-direita” e nas instituições que asseguram a ordem pública, expõe de forma inaceitável parte do que refere constar no acórdão da sentença, concretamente os dados biográficos dos mencionados agentes da PSP, onde não faltam detalhes sobre os familiares e respectivas actividades profissionais.

Nós entendemos que isso não é jornalismo! Trata-se de uma exposição gratuita – despida de qualquer interesse social – dos agentes da PSP, bem como uma inqualificável devassa das suas vidas privadas e familiares, que, mercê do lamentável texto dessa jornalista, vêem agora a sua própria segurança e integridade física colocadas em risco.

O Partido Nacional Renovador quer aqui manifestar total solidariedade com os agentes visados pelo Diário de Notícias, que assim mais parece um “pasquim”. Este artigo representa um despudorado ataque não só aos referidos agentes, como também visa denegrir toda a PSP, – que tem sido objecto de uma campanha vil e muito negativa por parte de certa comunicação social politicamente comprometida.

Assim, o Partido Nacional Renovador declara:
– Solidariedade absoluta com os agentes condenados e alvo desta abjecta peça jornalística, e com toda a Polícia de Segurança Pública na sua missão de garante da ordem pública e da paz social.
– Corte de todas as relações com o jornal Diário de Notícias.  Além da publicação desse texto desprezível ser um acto irresponsável, consideramos que este órgão da imprensa nacional tem reiteradamente contribuído para a promoção de reconhecidas “fake news” (notícias falsas).»

sábado, 18 de maio de 2019

Tempo de Antena do PNR (versão 2)


Em Portugal, não há mais nenhum partido que defenda aquilo que os dirigentes do PNR defendem neste Tempo de Antena. É por isso que, no próximo dia 26 de Maio, só o Nacionalismo é solução!

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Aliança, o partido da direitinha liderado por um fulano que nem sequer tem o seguro do seu carro em dia?


O dono deste pastor alemão também deve ser um "amigo dos animais"...


    As cidades portuguesas estão cheias de cães de grande porte que passam o dia enfiados em apartamentos, ou presos em espaços reduzidos. Depois acontecem casos como este, em que felizmente não morreu ninguém, mas podia ter morrido.

Nada que preocupe os tarados dos "amigos dos animais", gente malformada e ignorante que acha que ter um cãozarrão dentro de um T2 é estar na vanguarda da inteligência e da modernidade. Meter na cabeça desta gente que um pastor alemão foi feito para passar o dia a correr é mais difícil do que fazer chover no deserto Sara. Para os pacóvios cosmopolitas, um cão de grande porte é uma espécie de BMW ou de Mercedes que serve para impressionar e não deixar dormir a vizinhança.

A vocês, que têm cães que não controlam, deixo o aviso: se algum dia acontecer a um familiar meu o que aconteceu a esta senhora de Braga, garanto-vos, primeiro mato-vos o caralho do cão... e depois acabo com a vossa raça, seus grandessíssimos filhos da puta irresponsáveis! Um cão não é um brinquedo, nem um artigo de luxo! Estou farto de gente que se acha o máximo só por ter animais em casa! Vocês não são "amigos dos animais" nenhuns, vocês são uns parolos cheios de manias que não valem a ponta de um corno!!!

Entrevista de João Patrocínio à brasileira Play Mídia TV


      João Patriocínio, o cabeça de lista pelo único partido nacionalista português (o PNR) às próximas eleições europeias, deu em Abril esta entrevista à brasileira Play Mídia TV No próximo dia 26 de Maio, não se esqueçam de votar no PNR!


Sobre o mais recente ataque da ICAR ao PNR


Da página de Facebook do Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«Não resisto a publicar aqui o "desabafo" do nosso candidato do Porto, José Pedro Leão:
«Como católico, devo evitar o ultramontanismo ou seja, pôr em causa ou duvidar da autoridade da Santa Sé. No entanto, simples mortal e imperfeito que sou, por vezes vejo-me tentado a questionar certas atitudes do clero. Hoje, acordei com a notícia que o Patriarcado de Lisboa, fez referência a que o voto em alguns partidos, se enquadra na fé cristã. Para meu espanto, não foi mencionado o único partido que incondicionalmente apoiou e apoia, todas as decisões da Igreja, mesmo as menos populares, como o incondicional NÃO ao aborto, o incondicional NÃO à eutanásia, o incondicional NÃO às ligações homossexuais, o incondicional NÃO à maçonaria, o total respeito à autoridade do Clero. O PNR, é o único partido que não é permeável ao facilitismo, é o único partido que entende que jamais nos havemos de afastar de Deus para agradar ao Homem, mas sim, por muito que nos custe, temos de nos afastar do Homem para agradar a Deus. Estou triste pois nunca pensei que membros do Clero fossem tentados ao politicamente correcto».


 O Patriarcado de Lisboa incluiu o Aliança da direitinha e o Basta da direitinha, mas "esqueceu-se" do PNR.

Estamos habituados ao boicote mediático e a todo o género de tropelias e injustiças que tornam a nossa luta profundamente desigual, revelando-se tão mais frustrante quando se trata de ir a votos. Mas há certo tipo de injustiças que ainda magoam mais. Hoje foi uma delas.»

Ora bem, normalmente eu abstenho-me de fazer considerações sobre os comentários deixados por dirigentes do PNR nas redes sociais, mas hoje não consigo. Há aqui demasiadas coisas que me revoltam, que me fazem cerrar os punhos de raiva e esmurrar a mesa.

Para começar, a atitude da Igreja, que só supreenderá quem andar muito distraído. Ao longo das últimas décadas, a ICAR tem estado sempre contra os nacionalistas. SEMPRE! Os católicos bem podem protestar, porque a verdade é que os clérigos cristãos, de uma forma geral, atacam implacavelmente o Nacionalismo. E de nada adianta haver um ou outro padre que não ataca, porque as figuras mais destacadas, os bispos, os arcebispos e sobretudo o próprio papa, atacam-no de forma sistemática.

Em relação ao "desabafo" deixado por José Pedro Leão, parece haver uma confusão em relação ao significado do termo "ultramontanismo". O ultramontano é aquele que apoia incondicionalmente o papa e a Igreja, não o contrário. Talvez o  José Pedro Leão esteja a confundir ultramontanismo com sedevecantismo?... Mas isso é o menos importante. O que realmente me incomoda no comentário do candidato do Porto é esta passagem: «pôr em causa ou duvidar da autoridade da Santa Sé». Mas porque diabo é que, em pleno séc. XXI, não havemos de duvidar dos homens que lideram a Igreja? Quem são eles para estarem isentos do nosso escrutínio? Porque é que esta atitude patética de submissão bovina prevalece entre os católicos? A quem serve esta constante genuflexão incondicional perante o clero? 

Finalmente, temos o comentário do Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, que se diz "magoado" com a atitude do Patriarcado de Lisboa. Pois eu não estou "magoado", Sr. Presidente. Eu estou revoltado, furioso!!! Os clérigos que condenam o PNR são os mesmos que levaram a ICAR ao descrédito, que afastaram as pessoas das igrejas e as deixaram às moscas! São exactamente as mesmas pessoas que, ao longo das últimas décadas, falharam(?) estrondosamente o combate ao marxismo cultural, permitindo que os valores da nossa sociedade regredissem até ao niilismo e ao hedonismo grotescos a que assistimos hoje em dia, com as graves consequências demográficas que o Sr. Presidente tão bem conhece!

A submissão dos povos dos países do Sul da Europa aos ditames do clero católico é um erro histórico que já vai sendo hora de rectificarmos de uma vez por todas! Ser cristão não é -ou pelo menos não deveria ser- obedecer cegamente a um cretino globalista só porque esse cretino é padre, ou bispo, ou até papa!!! A religião da submissão é o Islão, não é o Cristianismo! A Igreja existe para servir a sociedade, regulando a moral e os costumes, não o contrário! A sociedade não existe para servir a Igreja!!!

quinta-feira, 16 de maio de 2019

A "recuperação" económica da 'geringonça' é a maior mentira de toda a "democracia" abrilina


     Aqui fica uma notícia que só deverá ser "surpresa" para quem for realmente muito ingénuo ou andar realmente muito distraído:

«A carga fiscal e contributiva aumentou de forma significativa entre 2016 e 2018, estando agora ligeiramente acima dos níveis do programa de ajustamento, na altura, empolados pelo "enorme aumento de impostos" do Governo do PSD-CDS, refere o Banco de Portugal (BdP) no Boletim Económico, publicado esta quarta-feira.»

Traduzido por miúdos, os portugueses estão agora a pagar mais impostos do que durante o período da famigerada crise de 2008-2011. Mas que grande "retoma", hãã!

«"Em 2018, a receita de impostos e contribuições sociais cresceu 5,9%. Em termos estruturais, estima-se que este agregado se tenha situado em 37,5% do PIB  potencial , aumentando 0,8 pontos percentuais face ao ano anterior", refere o novo estudo.»




«"Apesar dos aumentos evidenciados nos últimos dois anos, a receita estrutural de impostos e contribuições tem permanecido num nível apenas ligeiramente superior ao registado no final do Programa de Assistência Económica e Financeira", refere o banco governado por Carlos Costa.
Quando a carga em percentagem do PIB sobe, significa que a colecta de impostos e contribuições cresceu mais do que o valor da economia.»

Nada que pareça preocupar os bons e velhos "tuguinhas" submissos, que parecem estar apostados em reeleger o Costa e o Marcelo...
 «(...) O supervisor destaca que "a receita de impostos sobre o rendimento das famílias aumentou 0,1 % em termos estruturais, não obstante a implementação de medidas de redução da tributação em sede de IRS (nomeadamente, o efeito remanescente da eliminação da sobretaxa de IRS introduzida em 2013 e as alterações dos escalões deste imposto no âmbito do OE/2018)".
O peso dos descontos para os sistemas de Segurança Social, tutela do ministro Vieira da Silva, também subiu à medida que os níveis da economia e do emprego foram aumentando nesta fase da retoma.»

O que não servirá de nada porque, por este caminho, dificilmente haverá dinheiro para pagar reformas depois de 2030... a não ser as dos pulhíticos e as dos seus compadres, é claro!

O Presidente do PNR relembra-nos quem realmente é André (des)Ventura
e aquilo que realmente é o seu "basta" da direitinha



«O sistema - e a comunicação social em particular - tudo fazem para desacelerar o crescimento do PNR, por isso não nos dão voz e, por outro lado, promovem uma suposta "extrema-direita" (que em rigor é do centro-esquerda ao centro-direita), que mais não é que um monumental embuste, levado ao  colo, encabeçado por alguém que prefere a "bola" ao debate político.
Por isso, por favor, não confundam nacionalismo com oportunismo. Há menos de dois anos, quando Ventura por acaso disse uma verdade sobre ciganos, foi logo criticado pelo próprio sistema a que pertence, e mesmo sendo ele do PSD, eu fui o único que o apoiei. E qual foi a resposta dele, que usufrui de acesso constante à comunicação social? Foi esta dada ao Jornal Económico no dia 19 de Agosto de 2017...
Por isso, se querem votar numa coligação de dois partidos do sistema, encabeçada por um homem do sistema, força! Mas irem ao engano é que não. Já "Basta", não?!»

 

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Tempo de Antena do PNR para as Eleições Europeias de 2019
- e um comentário do vosso blogueiro


    Um muito obrigado! ao Filho da Truta e ao João Rodrigues por me terem alertado para este Tempo de Antena do PNR:




Peço aos leitores do TU que prestem bem atenção às palavras do cabeça-de-lista do PNR por volta dos 24 segundos do vídeo: "queremos servir de ligação com o Brasil e também com África".

Ora bem, o que é que se entende exactamente por "servir de ligação"?... Gostava realmente de saber, porque estas palavras de João Patrocínio deixam-me bastante desconfortável. Em todo o programa político do PNR, a única vez que as palavras "Brasil" e "África" aparecem é no ponto 2 (Renegociar, reposicionar e produzir):

«(...) o PNR defende:   (...)
– Estabelecer acordos económicos, com o Brasil e África fazendo de charneira com a Europa;»

Tudo isto é bastante vago, mas a meu ver preocupante. É evidente que seria uma estupidez se Portugal pura e simplesmente desperdiçasse o enorme potencial que África e o Brasil representam em termos de oportunidades de negócio. Isso seria entregar de bandeja esse grande potencial a outros países europeus, ou pior, aos EUA e à China.

O problema é que tudo isto tem mesmo de cingir-se apenas ao plano económico... e eu não sei, muito sinceramente, se isso será possível. É que a história mostra-nos que os "acordos económicos" tendem a propiciar acordos de carácter demográfico e (i)migratório em paralelo.

Seja como for, o mais importante nesta altura do campeonato é o seguinte: desde a sua fundação, o melhor resultado que o PNR já obteve foi 0,50% (27 269 votos). Nas últimas eleições europeias de 2014, o PNR obteve 0,46% (15 036 votos). Apesar do optimismo dos seus dirigentes, não é expectável que o PNR faça muito melhor do que isso nestas eleições. Portanto, uma vez que não há a possibilidade matemática de o PNR fazer a diferença, seja de que forma for, a prioridade dos nacionalistas deve ser fazer crescer e dar mais visibilidade ao movimento.

Recomendo por isso aos nacionalistas que, apesar deste "servir de ligação", votem no PNR no próximo dia 26. Até porque (ainda) não há alternativa...

terça-feira, 14 de maio de 2019

Programa eleitoral do PNR para as eleições europeias de 2019


Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):


«Introdução

O posicionamento do PNR em relação à União Europeia, como se sabe, é de oposição a este modelo federalista que nos tem vindo a ser imposto sem referendos nem debates alargados, antes satisfazendo interesses inconfessáveis, sem transparência, de agendas políticas, económicas e financeiras que não servem os interesses nacionais. Antes pelo contrário.

Em linha com a visão de outros partidos de direita nacional europeus, defendemos um espaço europeu coeso, solidário, mas de pátrias livres e soberanas. Não podemos aceitar a transferência da nossa soberania para eurocratas que mandam em nós e geralmente contra os nossos interesses. Ao contrário dos políticos vendidos, do sistema, não achamos nada disso “porreiro, pá!”

O PNR concorre a estas Eleições Europeias 2019, sob o lema suficientemente expressivo “Portugal português numa Europa europeia”, vincando com isso a nossa ideia de Europa como o conjunto de pátrias soberanas, confederadas, onde a identidade de cada qual é preservada, antagónica ao actual modelo de uma Europa amordaçada num federalismo artificial e forçado que sufoca as nações e os povos europeus.

Queremos, pois, traçar um desígnio nacional que corresponde à nossa mundivisão expondo as suas linhas mestras, de forma sintética, neste programa eleitoral.


A União Europeia, hoje

A União Europeia evoluiu rapidamente, nas últimas décadas e sobretudo nos últimos anos, para uma estrutura federal, governada a partir dos gabinetes de Bruxelas, ao serviço de agendas globalistas e não ao serviço dos povos europeus. Tal situação artificial e por isso desajustada e injusta, tem criado um conjunto de assimetrias e conflitos que são consequência disso mesmo: uma construção à revelia dos povos, sem ter em conta as suas características, identidade e circunstâncias.

Não será justo ou razoável afirmar-se que tudo é negativo na União Europeia. Há alguns aspectos positivos que convém manter, como por exemplo os herdados da então Comunidade Económica Europeia ou outros que se prendem com a mobilidade dos europeus no espaço geográfico do seu continente. As políticas e são evolutivas, assim como a sociedade se vai transformando, de modo que o ajustamento aos tempos e circunstâncias – sem abdicar da carga ideológica e da mundivisão no seu todo! – tem de ser uma atitude dinâmica para melhor salvaguardar o essencial, salvar o que possa ser salvo e proporcionar os meios para uma futura mudança.

A União Europeia tem mudado, para pior, a cada tratado que celebra, sendo o de Maastricht e o de Lisboa especialmente nefastos. Longe vão os tempos fundacionais em que os mentores da “construção europeia” a idealizaram e com uma visão geo-estratégica e económica que assentava expressamente na identidade cristã e ocidental da Europa, afastando assim o espectro multicultural ou da inexistência de fronteiras.

A própria ideia de se construir um bloco forte que se defenda de outros super-poderes, com os UEA, Rússia ou China, não passa de uma ilusão, já que um federalismo forçado gera mais conflituosidade interna que apenas fragiliza, do que uma frente forte, impossível de se concretizar nestes moldes.

Perante tais mudanças dramáticas, temos de reconhecer que é contraproducente lutar contra algumas delas, pelo menos para já, como por exemplo a questão da moeda única que se tem mostrado negativa para Portugal, mas dadas as circunstâncias não temos condições mínimas de a abandonar. É nesse sentido que o PNR tem reposicionado o seu discurso em relação à União Europeia: não por a aceitar, mas para se focar no combate pelo possível, deixando o “impossível” de lado.

O PNR insiste em denunciar e condenar os danos causados pela União Europeia: perda da soberania; destruição do tecido produtivo português; falta de controlo nas fronteiras; identidade seriamente ameaçada; imigração invasora e islamização; dívida externa muito superior ao PIB e a ultrapassar já os 200 mil milhões de Euros, etc.

Alguém nos perguntou se queríamos, ao entrar na União, transferir para as mãos de federalistas, valores fundamentais de uma Pátria soberana? Não! Tudo nos foi ocultado e apresentado como decisões e factos consumados.

Neste Estado federal europeu, Portugal não é mais do que um mero espectador da vida política, não tendo qualquer hipótese de salvaguardar os seus legítimos interesses. Daqui resulta que uma Europa federal é totalmente contrária à autodeterminação e liberdade dos povos e não passa, no fundo, de uma forma de totalitarismo com máscara benevolente de democracia. Sempre nos opusemos à nossa entrada na UE, mas sair agora seria desastroso.

Alguém nos perguntou se queríamos aderir à moeda única? Também não! Hoje está demonstrado que cada português já perdeu 40 mil euros desde que adoptámos o Euro. Hoje, inúmeros economistas insuspeitos afirmam que a nossa adesão ao Euro foi um erro. O PNR sempre foi contra essa opção, mas agora já lá estamos e, por ora, é impossível sequer equacionar uma saída, no entanto defendemos o relançamento da produção nacional e a renegociação de inúmeras políticas europeias que nos permitam criar os meios necessários para a maior autonomia possível e um dia possamos repensar a questão da moeda única.

Mas não é a saída – de resto impossível – da UE ou a não participação eleitoral que resolve o que quer que seja: vamos a eleições pois queremos mudar a UE por dentro, corrigi-la, tirar dela o melhor partido possível e transformá-la de um federalismo indesejado para uma confederação de pátrias livres, formando um bloco forte à escala mundial.


O modelo que defendemos: pontos fundamentais.

1 – Do federalismo castrador a uma confederação vantajosa
2 – Renegociar, produzir e mediar
3 – Representação e transparência
4 – Identidade, imigração e islão
5 – Ideologia de Género
6 – Forças Armadas Europeias
7 – Ambiente
8 – Olivença e Cabinda


1 – Do federalismo castrador a uma confederação vantajosa

O modelo que o PNR defende para a Europa, é a de um espaço geográfico e civilizacional unido, mas de pátrias livres, onde a sua soberania seja respeitada e garantida. Para isso, é necessário abolir o Tratado de Lisboa e toda a deriva federalista, castradora da liberdade das nações, substituindo-a pelo paradigma uma Confederação de Países Europeus.

O federalismo é um sistema centralista, pesado, burocrático, artificial, que suga a liberdade das Nações, obrigando todos os povos europeus a submeter-se a políticas que podem ser contrárias aos seus interesses. Por muito que se diga o contrário, o federalismo europeu é um atentado à liberdade dos povos, porque lhes rouba a sua soberania e a transfere para Bruxelas.

A este modelo, o PNR propõe como alternativa uma Europa das Pátrias, ou seja, uma aliança entre os diferentes países europeus, livres de estabelecerem acordos entre si sem qualquer tipo de chantagem. Isto pressupõe uma Europa de europeus que salvaguarde a sua matriz civilizacional. Por tal razão, entendemos, por exemplo, que jamais a Turquia poderá entrar nesta, ou noutra qualquer forma de comunidade europeia, pois ela não é culturalmente europeia.

Queremos uma Europa em que o direito de cada estado prevaleça sobre o direito europeu. Uma Europa, em suma, onde não tenhamos de abdicar de nada do que somos para sermos algo que já nos é inato: sermos Europeus.

Em suma, o PNR defende:
– Construir um modelo Confederal que substituía o actual federalismo de Bruxelas;
– Abolir o Tratado de Lisboa e criar o “Tratado Confederado Europeu”;
– Defender a matriz histórico-civilizacional da Europa;
– Impedir que qualquer outro país não europeu, seja a que título for, faça parte da confederação, desde logo e sobretudo a Turquia;
– Celebrar acordos entre países europeus, aos mais diversos níveis (económico, ambiental, cultural, etc.), de livre adesão e saída, no âmbito de uma Confederação, por isso, livres do centralismo de Bruxelas.


2 – Renegociar, reposicionar e produzir


Tal como está, a Europa vai acabar por implodir, todos os sinais estão aí, a “construção federalista de Europa” está presas por fios é inevitável a sua falência se tiver de enfrentar mais alguns embates, sobretudo se forem de dimensão considerável.

Uma posição geográfica, geopolítica e geo-estratégica privilegiada, aliada a um capital histórico-cultural extraordinário, fazem de Portugal um caso ímpar no concerto das nações europeias e no mundo, em forma de eixo global e que, não obstante, tal não impediu a destruição da nossa pesca, agricultura e indústria por via da má gestão política dos nossos representantes junto da UE.

Se Portugal está cativo, de mãos e pés atados, com a soberania nacional tão debilitada devido à deficiente defesa dos interesses nacionais, ao menos agora temos de ter a coragem de aproveitar a actual fragilidade da União Europeia para reverter os termos actuais da nossa posição:  re-negociar é a palavra de ordem!

Portugal é o único país europeu que exporta somente 40% do PIB, quando os outros países da nossa dimensão exportam entre 60% e 105%. Um dos pilares para esse desenvolvimento passará pela aposta na ferrovia – que o PNR tanto tem defendido – para um transporte de mercadorias rápido, moderno, económico e ecológico, adaptado à nossa realidade. Assim, é imperioso que se aproveite o financiamento pela União Europeia, a fundo perdido, no valor de 85% dos custos para a construção de uma nova linha em bitola europeia, de Aveiro à fronteira, ligada à rede Espanhola em direcção ao centro da Europa.

Por outro lado, a evolução da tecnologia rumo à robotização e o aumento progressivo da esperança de vida das pessoas terá um grande o impacto a vários níveis, nomeadamente dos empregos. Ora, o estudo e análise desta evolução na sociedade, as suas consequências imediatas, os investimentos necessários, as transformações que o sistema de ensino terá de sofrer para responder a essa sociedade são pontos que têm de ser trabalhados por uma equipa dedicada exclusivamente para este efeito. Para tal, propor-se-ia a criação da comissão europeia do futuro, que terá forçosamente as suas representações locais em cada um dos Estados-membro, por forma a prepararmos um novo modelo de organização política, económica, social e cultural.

No que ao digital diz respeito, reconhecemos que a digitalização é vista como uma das mais significantes evoluções da economia desde a revolução industrial; não obstante, a taxação da economia digital não tem reflectido a mais-valia criada pela difusão tecnológica. A nossa visão defende um equilíbrio que, reconhecendo o que estas empresas inovam e os empregos que criam, não se permita o afastamento colossal que existe entre as riquezas que elas criam, graças aos nossos dados pessoais, ou às infraestruturas de que beneficiam, e os impostos que pagam em retorno. Não vemos como séria a discrepância de 14% que existe actualmente entre a taxação das nossas empresas e estes gigantes multinacionais. Taxar é permitir o financiamento dos Estados em nome do interesse geral, e fomentar o desenvolvimento nacional e local. Independentemente do que venha a ser decidido pela UE, o PNR defende que Portugal aplique internamente um ISD (Imposto sobre Digital) de 3%, acrescidos de 1% sobre publicidade, websites e revenda de dados privados.

Em suma, o PNR defende:
– Renegociar os fundos europeus canalizando-os para reactivarmos a produção nacional imprescindível para o nosso sustento;
– Estabelecer acordos económicos, com o Brasil e África fazendo de charneira com a Europa;
– Defender uma nova política económica virada para a exportação;
– Apostar na ferrovia;
– Reforçar as relações bilaterais com o Reino Unido apoiando o Brexit;
– Criação de uma Comissão Europeia para o Futuro (e respectiva Secretaria de Estado ou Ministério Nacional);
– Taxar as multinacionais na área do digital, direccinando o produto desse imposto para o nosso sistema de apoios sociais.


3 – Representação e transparência

Uma das principais críticas que apontamos à actual UE é a sua natureza economicista, legalmente blindada, entretanto, por organismos que simultaneamente apresentam um défice democrático (Conselho e Comissão Europeia) e sem o mínimo contacto com a realidade quotidiana dos cidadãos dos diversos países. Assim, nesta situação concreta levantamos a bandeira da necessidade de uma Europa dos povos, em contraposição à Europa das elites, dos plutocratas e tecnocratas, onde o aperfeiçoamento dos mecanismos e instituições os torne realmente participativos (democracia directa, participativa e referendária) e sejam uma realidade a subsidiariedade de um princípio inalienável de cada Estado.

A abstenção tem sido elevadíssima nas sucessivas eleições europeias – coisa que de certa forma é compreensível – pois o eleitorado não se sente minimamente representado nas instituições europeias e percebe que na teia dos grandes interesses instalados entre Bruxelas e Estrasburgo se governa com pouca transparência, nas suas costas e geralmente contra si. Afinal, que contributo têm dado os 21 deputados portugueses em prol da nossa Pátria? O que fazem com os votos que os elegeram? Como gastam o dinheiro dos nossos impostos? Estas são algumas questões pertinentes, cuja falta de resposta – pelo menos clara – cria uma nuvem de dúvidas que desincentiva à participação eleitoral. É inconcebível, por exemplo, que tais deputados acumulem essa função parlamentar com outras, que passem a vida em debates televisivos em Portugal (em nada relacionados com o cargo que ocupam), que faltem a votações no Parlamento Europeu… Por isso, o PNR bate-se pelo escrutínio da sua actividade na UE.

Em suma, o PNR defende:
– Combater o totalitarismo dos poderes não eleitos e as elites dominantes nas suas “torres de marfim”;
– Reforçar o sistema financeiro público nacional, garantindo que o BdP não seja uma simples filial do BCE, e proteger assim o cidadão nacional;
– Impedir toda e qualquer forma de censura no mercado digital, mesmo que camuflados com a protecção dos direitos de autor;
– Proibir a acumulação do cargo de deputado europeu com qualquer outra actividade profissional;
– Estabelecer a obrigatoriedade de prestação de contas, trimestralmente, na Assembleia da República e à comunicação social, acerca da sua actividade de cada deputado no Parlamento Europeu.


4 – Identidade, imigração e Islão


É central a questão em torno dos ditos “refugiados”, da imigração, do imigracionismo enquanto fenómeno imposto nas costas dos povos pelas ditas elites, o qual coloca indubitavelmente em causa a especificidade identitária de cada povo e, por conseguinte, a própria singularidade do Velho Continente. É a nossa segurança interna, soberania, identidade e cultura que estão seriamente ameaçadas.

Será lícito que, sem termos sido consultados, nos escancarassem as fronteiras, ao abrigo de objectivos globalistas e multiculturais, deixando a nossa Europa e suas Pátrias à mercê da imigração invasora, da criminalidade crescente e da ameaça à nossa matriz civilizacional? Será lícito terem assinado um “Pacto Global para a Migração, com gravíssimas consequências sem uma consulta popular? Os políticos portugueses, ao embarcarem irresponsavelmente no barco dos mundialistas que pululam em Bruxelas, e demonstrando face à imigração uma permissividade incompreensível, permitem que toda a miséria do mundo se instale clandestinamente em Portugal adaptando as leis sobre a matéria, cada vez mais permissivas, às políticas suicidas implementadas, abdicando das suas responsabilidades na defesa do bem-estar dos portugueses.

Não a queremos evitar a mobilidade, mas queremos ter controlo sobre ela, reactivando fronteiras e defendendo novas políticas de imigração para cidadãos europeus e não europeus. Quanto aos “refugiados” só devem de ser recebidos por quem os aceita e nunca por imposição.

A maior ameaça à Europa, nos nossos tempos, chama-se Islão! E a principal culpa disso é dos próprios governantes europeus e da União Europeia. Não podemos tolerar que uma suposta religião, assumidamente invasora e portadora da jiad, se instale em solo europeu e em solo nacional, não para se ocidentalizar, mas antes para nos islamizar, impondo-nos a sua cultura. Trata-se de um sistema político-religioso, hostil, com uma cultura diametralmente oposta à nossa, bárbara na conduta, atrasada nos costumes, selvagem nas leis, intolerante na convivência. Ora, neste particular temos de ser altamente firmes e combativos: Islão, aqui não!

Em suma, o PNR defende:
– Garantir a Identidade ocidental e a matriz cultural cristã;
– Reverter os fluxos migratórios;
– Denunciar o “Pacto Global para a Migração”;
– Denunciar os acordos de Schengen e repor o controlo sobre as fronteiras;
– Repatriar imigrantes subsídio-dependentes, criminosos ilegais e que não se integrem;
– Cortar os apoios e subsídios, de discriminação positiva para as minorias étnicas;
– Reconhecer que no actual momento histórico o Islão é o maior inimigo da nossa matriz cultural e encetar políticas de “desislamização”;
– Portugal propor-se como observador do Grupo de Visegrado (principal opositor à colonização da Europa por imigrantes).


5 – Ideologia de Género
 

Nunca, como nos tempos actuais, o ataque aos alicerces naturais da sociedade e à família tradicional se sentiram com tanta agressividade! A ideologia de género nada tem de bondoso ou de humanismo! É apenas um instrumento de submissão e controlo das massas. Não podemos consentir que, sob o falso pretexto de uma suposta tolerância para com os homossexuais, nos queiram impor um pensamento único, obrigatório, que perverte a própria natureza, a biologia e a ciência, submetendo-as às “ciências sociais” como veículo da mentira de uma ideologia doentia. A educação dos filhos cabe aos pais e não ao Estado! Muito menos a este que pratica um verdadeiro terrorismo inquisitorial sobre quem ousa dele discordar nesta matéria – como de resto em muitas outras. Não podemos consentir que nas escolas doutrinem as nossas crianças com mentiras deformadoras, assentes em programas perversos, idealizados por activistas sectários.

Em suma, o PNR defende:
– Recusar fundos europeus para promoção da “Igualdade de Género” (ou seja, Ideologia de Género) e renegociar a sua conversão em fundos de apoio à natalidade de portugueses;
– Reformular os programas de cidadania, eliminando as prerrogativas ao “género”;
– Rejeitar a “novilíngua” e utilizar os tradicionais e nnaturais termos: sexo masculino e sexo feminino;
– Cortar todas as verbas e apoios a associações LGBTI;
– Combater o aborto e apoiar a natalidade de portugueses;
– Reforçar os cuidados paliativos e impedir a legalização da eutanásia;
– Anular a lei do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo.


6 – Forças armadas Europeias

Do modelo confederado que o PNR defende para a Europa, faz parte a existência de Forças Armadas Europeias subsidiárias às dos países que as integrem. Não se trata de um exército único, pois ao defendermos a nossa soberania, defendemos um exército nacional adequado, sendo que, do Orçamento de Estado destinado à defesa, 80% seria para as forças armadas nacionais e 20% para a exército conjunto. A defesa da Europa e, em concreto a de Portugal e da nossa ZEE, obriga a que se encare seriamente a Europa como um bloco armado, contra peso ás potências dos EUA, Rússia, China, Turquia, etc.. A Europa poderá manter-se sob a alçada americana ou, finalmente, conseguir a emancipação. O conjunto de Estados europeus deve trabalhar no sentido do desenvolvimento e criação de uma indústria bélica dissuasora mais activa.

Portugal deve envidar esforços no sentido de vir a tornar-se um país equiparável aos seus congéneres europeus, particularmente nos campos científico e tecnológico. Uma indústria de defesa nacional saudável é não só fonte de segurança e de receitas, mas também uma importante fonte de emprego para os cidadãos nacionais.

Em suma, o PNR defende:
– Pugnar pela criação de umas Forças Armadas Europeias;
– Intervir activamente no âmbito da PESCO (Cooperação Estruturada Permanente para a defesa europeia);
– Investir na indústria bélica.


7 – Ambiente

O modelo económico adoptado pela União Europeia, baseado em zonas centrais e zonas periféricas, é causador de profundas clivagens entre os vários países que a compõem. Desastrosas políticas comuns provocaram nos países periféricos o abandono das zonas rurais e significaram o fim das pequenas e médias explorações agrícolas e pecuárias, utilizadoras de técnicas de cultivo mais saudáveis, porque extensivas. Passou-se assim a praticar uma agricultura intensiva, que tem um impacto muito mais acentuado no meio ambiente, aliada a um desrespeito profundo pelas condições de vida dos animais, criados de acordo com métodos absolutamente antinaturais e exploratórios para satisfazer os desígnios do “lucro a qualquer preço”.

Por outro lado, a abertura das águas territoriais portuguesas a frotas pesqueiras estrangeiras coloca em perigo irreparável os bancos de pesca e os habitats marinhos nacionais. Reclamamos o direito a mandarmos nas nossas águas e exigimos o fim da pesca intensiva e do arrasto descontrolado.

Portugal e a Europa têm vivido um perigoso espírito que considera o homem superior à Natureza. Foi este pensamento que conduziu à industrialização e à exploração até à exaustão dos recursos, não esquecendo a inacreditável negociata em torno dos fogos sazonais. Ora, para o PNR, a produção e o lucro a todo o custo não são aceitáveis quando está em risco a existência do próprio ser humano e da biodiversidade que torna a Natureza num todo orgânico e equilibrado. Para nós, existe um elo sagrado entre cada Povo e a sua Terra. Por isso, as gerações presentes não têm o direito de destruir, para seu suposto proveito, aquela que será a fonte de subsistência das futuras gerações, sob risco de as condenarem à morte.

Em suma, o PNR defende:
– Promover políticas de repovoamento do interior (incentivos fiscais, fundos comunitários, ferrovia, serviços, etc);
– Investir seriamente na nossa ZEE e no mar;
– Combater sem tréguas toda e qualquer forma de negócio e lucro com o fogo;
– Impedir a plantação maciça de eucalipto;
– Considerar o tema da água (barragens e regadio) uma prioridade e investir nos meios que permitam minimizar o risco de seca e a aumentar a nossa autonomia no que toca ao abastecimento de água.


8 – A questão de Olivença e de Cabinda


Não sendo estas, questões prioritárias, num momento em que Portugal encara inúmeros desafios e está ameaçado na sua própria existência, não pode o PNR, contudo, silenciar estas grosseiras violações: a ocupação de uma parte do Alentejo por Espanha e anexação de Cabinda que é protectorado Português, e nunca deixou de o ser, por parte de Angola aquando da sua independência É uma questão de dignidade nacional e uma elementar função do Estado exigir o cumprimento dos Tratados, sejam o de Viena (1815), no primeiro caso ou de Simulambuco (1885) no segundo.

Connosco, estas questões não ficarão silenciadas, exigindo-se das instâncias internacionais aquilo que os nossos governantes evitam fazer em nome de amizades e solidariedades que sempre funcionam contra nós. Olivença é um caso que exemplifica bem aquilo que acontece quando governantes traidores não defendem o interesse nacional desde a primeira hora: os portugueses calaram-se com Olivença, e agora Espanha foi mais além e já exige o nosso mar em redor das Ilhas Selvagens (pertencentes ao arquipélago da Madeira), tentando assim ficar com uma extensa área da nossa Zona Económica Exclusiva e dos nossos recursos ainda inexplorados.


Nota final


Cada vez mais, as decisões que nos dizem respeito são tratadas em Bruxelas – desde refugiados a Ideologia de Género, passando pelo Pacto de estabilidade e Convergência -, logo é uma falsa questão pensar que estas eleições não nos dizem respeito. Por isso, ao concorrermos às Eleições Europeias 2019, pretendemos eleger um deputado e contribuir para o reforço do grupo dos partidos da direita (que não é de centro), defensores das identidades e soberanias nacionais e anti “Pacto Global para as Migração”. Esperamos e desejamos que este se torne maior grupo no Parlamento Europeu.

Por essa razão, só o voto no PNR fará a verdadeira diferença e contribuirá para uma mudança de “extrema necessidade”. O voto nos mesmos partidos de sempre, nada mudará! A abstenção tremenda que este tipo de eleições assinala, também não!

Queremos ajudar a construir algo de positivo, ao mesmo tempo que defendemos os interesses nacionais. Urge renovar a União Europeia!»

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Algumas impressões sobre o debate para eleições europeias na RTP 1




O cabeça-de-lista do PNR esteve globalmente bem, falando com fluidez e convicção. Se tivermos em conta que João Patrocínio é praticamente um estreante nestas andanças, foi uma boa première e acho sinceramente que não se lhe podia exigir mais.

A moderadora, Maria Flor Pedroso, esteve quase sempre bem, exceptuando ter permitido ao candidato do MAS atacar directamente o PNR e o Chega várias vezes.

No que respeita à denúncia da utilização inadequada dos fundos europeus, o candidato mais próximo de João Patrocínio foi Paulo Morais. Não  surpreende, uma vez que a grande bandeira do Prof. Morais tem sido, ao longo dos anos, o combate à corrupção. E como eu disse várias vezes aqui no TU, ele é que devia ser agora o nosso Presidente da República, não o execrável demagogo bilderberguer populista que dá pelo nome de Marcelo Rebelo de Sousa.

O candidato do MAS, num estilo surrealmente estalinista, afirmou a certa altura que “na Europa não pode haver lugar para os salazaristas e para o discurso de ódio do Chega e do PNR”. Que fique registado: o MAS é abertamente a favor da censura, o que faz dele um partido claramente antidemocrático. Aliás, o candidato do MAS chegou ao cúmulo de acusar a "extrema-direita" de ser a principal causa do terrorismo na Europa!

Mais uma vez, os militantes do PCTP-MRPP revelaram ser uns canalhas: o cabeça-de-lista deste partido defendeu que, uma vez que os militares portugueses têm participado em diversas missões no estrangeiro, “não devemos ficar surpreendidos se houver retaliações nas grandes cidades portuguesas”. Ou seja, tal como o animal felizmente já defunto do Arnaldo Matos, o comuna Luís Júdice legitimou os atentados terroristas no nosso país. 

O Ricardo Arroja, do Iniciativa Liberal, não conseguiu disfarçar um sorrisinho cretino durante as intervenções de João Patrocínio, em especial durante aquela em que o candidato do PNR apelou à canalização dos fundos comunitários dos movimentos LGBT e de outros movimentos inúteis para a revitalização da nossa produção nacional.

A propósito da imigração em massa para a Europa, o Ricardo Arroja defendeu ainda que "os países que não cumpram as suas obrigações humanitárias devem ser multados". Perceberam, caros leitores? Ou acolhem os imigrantes ou são multados!!! É esta a famigerada "liberdade de escolha" com que os liberais tugas enchem a boca! 

Houve um momento hilariante em que o candidato do PURP se pegou com o betinho do PAN e lhe disse: "nós achamos que as pessoas estão primeiro que os animais"! 

Aliás, o candidato do PURP, Fernando Loureiro, surpreendeu-me pela positiva. A certa altura ele disse mesmo: "não aceito esta imigração para a Europa quando temos aqui em Portugal 4 milhões de reformados em condições de miséria". Infelizmente, o Sr. Loureiro fez questão de se demarcar dos nacionalistas logo a seguir: "mas não sou racista e não tenho nada a ver com o PNR".

O betinho do PAN, que é um partido de extrema-esquerda, protagonizou outro momento hilariante, ao dizer: "os extremismos, tanto à esquerda como à direita, são sempre de evitar!" A propósito, este caramelo vai propor brevemente ao Par(a)lamento "tuga"  a redução da idade mínima de voto para os 16 anos.