segunda-feira, 13 de maio de 2019

Algumas impressões sobre o debate para eleições europeias na RTP 1




O cabeça-de-lista do PNR esteve globalmente bem, falando com fluidez e convicção. Se tivermos em conta que João Patrocínio é praticamente um estreante nestas andanças, foi uma boa première e acho sinceramente que não se lhe podia exigir mais.

A moderadora, Maria Flor Pedroso, esteve quase sempre bem, exceptuando ter permitido ao candidato do MAS atacar directamente o PNR e o Chega várias vezes.

No que respeita à denúncia da utilização inadequada dos fundos europeus, o candidato mais próximo de João Patrocínio foi Paulo Morais. Não  surpreende, uma vez que a grande bandeira do Prof. Morais tem sido, ao longo dos anos, o combate à corrupção. E como eu disse várias vezes aqui no TU, ele é que devia ser agora o nosso Presidente da República, não o execrável demagogo bilderberguer populista que dá pelo nome de Marcelo Rebelo de Sousa.

O candidato do MAS, num estilo surrealmente estalinista, afirmou a certa altura que “na Europa não pode haver lugar para os salazaristas e para o discurso de ódio do Chega e do PNR”. Que fique registado: o MAS é abertamente a favor da censura, o que faz dele um partido claramente antidemocrático. Aliás, o candidato do MAS chegou ao cúmulo de acusar a "extrema-direita" de ser a principal causa do terrorismo na Europa!

Mais uma vez, os militantes do PCTP-MRPP revelaram ser uns canalhas: o cabeça-de-lista deste partido defendeu que, uma vez que os militares portugueses têm participado em diversas missões no estrangeiro, “não devemos ficar surpreendidos se houver retaliações nas grandes cidades portuguesas”. Ou seja, tal como o animal felizmente já defunto do Arnaldo Matos, o comuna Luís Júdice legitimou os atentados terroristas no nosso país. 

O Ricardo Arroja, do Iniciativa Liberal, não conseguiu disfarçar um sorrisinho cretino durante as intervenções de João Patrocínio, em especial durante aquela em que o candidato do PNR apelou à canalização dos fundos comunitários dos movimentos LGBT e de outros movimentos inúteis para a revitalização da nossa produção nacional.

A propósito da imigração em massa para a Europa, o Ricardo Arroja defendeu ainda que "os países que não cumpram as suas obrigações humanitárias devem ser multados". Perceberam, caros leitores? Ou acolhem os imigrantes ou são multados!!! É esta a famigerada "liberdade de escolha" com que os liberais tugas enchem a boca! 

Houve um momento hilariante em que o candidato do PURP se pegou com o betinho do PAN e lhe disse: "nós achamos que as pessoas estão primeiro que os animais"! 

Aliás, o candidato do PURP, Fernando Loureiro, surpreendeu-me pela positiva. A certa altura ele disse mesmo: "não aceito esta imigração para a Europa quando temos aqui em Portugal 4 milhões de reformados em condições de miséria". Infelizmente, o Sr. Loureiro fez questão de se demarcar dos nacionalistas logo a seguir: "mas não sou racista e não tenho nada a ver com o PNR".

O betinho do PAN, que é um partido de extrema-esquerda, protagonizou outro momento hilariante, ao dizer: "os extremismos, tanto à esquerda como à direita, são sempre de evitar!" A propósito, este caramelo vai propor brevemente ao Par(a)lamento "tuga"  a redução da idade mínima de voto para os 16 anos.

Hoje à noite, na RTP 1: debate para as eleições europeias com João Patrocínio


    O cabeça-de-lista pelo único partido nacionalista português às eleições europeias, o Partido Nacional Renovador (PNR), participará num debate promovido pela RTP, logo à noite, a partir das 22h00. Quem puder ver, não perca, porque o PNR é de extrema-necessidade!
 



Aqui fica também a grelha de transmissão dos Tempos de Antena do PNR nos três canais de televisão com maior audiência de Portugal:



quinta-feira, 9 de maio de 2019

segunda-feira, 6 de maio de 2019

A SIC, a estação de televisão do bilderberguer Balsemão, censura o PNR!






"De acordo com os seus critérios editoriais", disseram os cretinos, como se pudesse haver "critérios editoriais" a considerar quando se trata de debates para eleições. É este o espírito democrático dos donos disto tudo! Isto é censura descarada, esta gente da SIC não tem um pingo de vergonha na cara!




Ao arquivar as queixas do PNR, a ERC e a CNE são coniventes com a censura me(r)diáica! É este o Portugal de Abril, "livre e democrático", onde os patrões globalistas podem censurar à vontadinha!

Confirma-se mais uma vez mais que o PNR é o único partido político português que mete medo aos senhores do sistema. Confirma-se mais uma vez que só o Nacionalismo é solução!!!

domingo, 5 de maio de 2019

Arrogância alógena: alunos brasileiros da FDUL são favorecidos,
mas choramingam contra a "xenofobia"


     Um muito obrigado! ao 8gn8g3, que até é brasileiro, por nos ter trazido aqui mais uma notícia bem esclarecedora sobre o apoio verdadeiramente CRIMINOSO que o "ensino" superior português concede aos alunos estrangeiros. Esta notícia é longa, mas atenção, ela contém estatísticas muito importantes.

«Um grupo satírico instalou na Faculdade de Direito de Lisboa uma caixa com pedras para "atirar a um zuca que passou à frente nos mestrados". Os alunos brasileiros indignaram-se: "Xenofobia não tem piada."»

E passar à frente dos alunos portugueses, não é "xenofobia"? ...

«Susana e Camila estão a conversar à porta da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. São ambas brasileiras, são ambas alunas de mestrado. Às dez da manhã de segunda-feira, quando entraram no edifício da Cidade Universitária, havia uma caixa de cartão com pedras lá dentro que dizia: "Grátis se for para atirar a um zuca que passou à frente no mestrado."




Enquanto Susana começou a protestar com os colegas que tinham feito aquilo, Camila desatou naquilo que agora chama "um choro de raiva". É disso que falam agora, de que podem ficar no papel de vítimas ou protestar pelo que consideram "um acto de xenofobia inadmissível." Fotografaram a instalação e começaram a enviar a mensagem via Whatsapp a mais alunos brasileiros. A meio da tarde, tinha-se juntado um grupo em protesto à porta da faculdade.




A autoria da instalação foi da Tertúlia Libertas, um grupo satírico fundado depois do 25 de Abril para zombar de professores, alunos, e cenas da vida académica. Quando Passos Coelho era primeiro-ministro e visitou a faculdade, eles passearam-se pelas instalações com um coelho enforcado. O ano passado fecharam as portas do estabelecimento em protesto contra o número excessivo de alunos nas turmas. São eles que publicam o jornal O Berro, que troça despudoradamente de professores e alunos.»


Ah, mas troçar de professores, alunos e políticos portugueses é salutar e democrático... já troçar de estrangeiros é "xenofobia"...


«"Limitámo-nos a fazer uma piada", diz uma porta-voz do grupo, que diz não se poder identificar por serem esses os estatutos da Tertúlia. "Há muitas piadas aqui sobre uma situação de privilégio de que os alunos brasileiros de mestrado auferem e nós quisemos gozar com quem discrimina os brasileiros, não com os brasileiros. Mas fomos mal entendidos e a coisa tomou proporções que não esperávamos."

Segunda-feira era dia de arranque da campanha eleitoral para a associação de estudantes e a entrada da universidade tem bancas para cada uma das quatro listas. No topo da escadaria há também o posto da Tertúlia, que eles chamaram de Movimento Cívico Os Marretas, com cartazes que dizem para não alimentar os pombos e um panfleto de propostas como viagens de finalistas a Auschwitz, operar as cordas vocais de um dos candidatos, organizar um fórum jurídico de Direito Penal com Lula da Silva e José Sócrates. 
"As piadas só têm piada quando funcionam para os dois lados. Eu sou estudante de mestrado e estou aqui com sacrifício, mas se me atrevesse a rir dos portugueses sei que eles não iam admitir e mandar-me de volta para a minha terra", diz Amanda Machado, brasileira de Cuiabá. "Este humor parece-me muito inclinado num só sentido."»


Tretas! As piadas têm piada independentemente dos visados e da (falta de) universalidade da piada. E se há de facto uma situação de favorecimento dos brasileiros em Portugal, então os brasileiros deviam ter vergonha ao invés de se fazerem de vítimas. Aliás, a menina Machado escusa de se armar em virgem ofendida, porque toda a gente sabe que os portugueses são o alvo de piadas constantes por parte dos brasileiros no Brasil, sendo a maioria dessas piadas de extremo mau gosto.


 «A presidente do Núcleo de estudos Luso-Brasileiros, que também é representante dos estudantes do maior país lusófono na Faculdade de Direito, diz que "de há dois anos para cá que se sente um aumento da discriminação, não só de alunos, como também de professores." Elizabeth Lima está cá há quatro anos, e sabe que a mudança das regras de acesso aos mestrados vieram veio acirrar os ânimos. "Mas, haja que justificação houver, a xenofobia nunca tem piada."»


Mais uma vez,  recorre-se ao uso gratuito e abusivo da palavra "xenofobia", sem nunca falar da situação que, em concreto, deu origem ao protesto (favorecimento dos alunos brasileiros).


«Ao final da manhã, a direcção da faculdade pediu aos alunos que retirassem a caixa de pedras. Mais tarde, emitiria um comunicado dizendo que "se orgulha de ser um espaço de liberdade", que "convive com a autocrítica, o humor e a sátira", mas que "não tolera quaisquer acções ofensivas relativamente a alunos da faculdade".»


Ou seja, mais uma direcção do ensino superior sem carácter, sem vergonha e sem coluna vertebral. Mas prestem atenção, caros leitores, que estamos prestes a esclarecer o motivo da "xenofobia":


«"A tensão começou a aumentar no ano passado", admite Paula Vaz Freire, subdirectora da instituição, "quando reformulámos o regulamento de entrada no mestrado e o momento de candidatura." Ao abrir os concursos em Março e Abril, verificaram um problema: os alunos portugueses que ainda não tinham concluído a licenciatura não podiam seguir para mestrado.
E, ao contar apenas com a média, verificaram que os alunos brasileiros chegavam com médias mais altas, e por isso entravam nos cursos com maior facilidade. "As notas nunca são muito elevadas na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa", diziam vários alunos, das duas nacionalidades. "Faz parte da cultura da casa." »


Estão a ver esta verdadeira filha da putice, caros leitores? A FDUL tem regras que beneficiam os alunos brasileiros e penalizam os alunos portugueses! E asseguro-vos, caros leitores, isto está longe de ser um caso isolado no "ensino" superior português!


«Hoje, 60 % dos alunos de mestrado em Direito e Ciências Jurídicas são brasileiros. A própria representante dos alunos do Brasil admite que as regras beneficiam quem chega de fora com o curso já concluído. A subdirectora da faculdade promete resolver o assunto no futuro. "E ainda este ano", diz Paula Vaz Freire.
Dos 5488 alunos da Faculdade de Direito de Lisboa, 1227 são brasileiros - ou seja, 22%. Os portugueses representam 66% dos estudantes da instituição, com 3620 inscritos.»

Pois é, as administrações das instituições do ensino superior "tugas" gostam muito de alunos estrangeiros. A coisa só podia dar asneira, evidentemente. E a procissão ainda vai no adro...

sábado, 4 de maio de 2019

A valente merda que é a nossa "direita" (6):
o CDS quer passadeiras LGBT e o PSD quer legalizar a erva


     Um muito obrigado! à Raquel e ao Filho da Truta (FdT) por nos terem trazido aqui estas duas notícias, que constituem mais dois exemplos paradigmáticos daquilo que são realmente o CDS da betinha islamófila Cristas e o PSD do bilderberguer Rio Risonho:

1. Lisboa vai ter passadeiras arco-íris contra a homofobia e transfobia

«Mais concretamente na avenida Almirante Reis, com o objectivo de assinalar o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, a 17 de Maio. Proposta do CDS-PP na Assembleia de Freguesia de Arroios foi aprovada por unanimidade.»


«“Esta efeméride celebra-se a 17 de Maio por ter sido nesse dia em 1990 que se retirou a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial de Saúde (OMS)” [o que foi uma decisão inteiramente política, não científica], destaca-se na fundamentação da proposta do CDS-PP, na qual se salienta também que “a Freguesia de Arroios é um lugar de todos e para todos, e sobretudo um lugar de inclusão”.
Os representantes do CDS-PP na Assembleia de Freguesia de Arroios, Frederico Sapage Pereira e Vítor Teles, propuseram então que se assinale a efeméride “com a colocação de passadeiras arco-íris, na avenida Almirante Reis, em frente aos sinais luminosos para passagem de peões junto aos números 1 e 13”.»


2. PSD avança com proposta de legalização da canábis para fins recreativos na próxima legislatura


«A notícia é avançada pelo “Público” que cita o deputado social-democrata Ricardo Baptista Leite, “neste momento, temos a evidência científica para podermos dar esse passo, dentro de um modelo regulatório firme, baseado nas experiências internacionais, e em linha com aquilo que o PSD aprovou no último congresso”, declarou ao jornal.




Segundo o social-democrata, a proposta apresentada pelo Bloco de Esquerda na actual legislatura só não contou com o apoio do PSD “porque o BE insistiu numa lógica de auto-produção e o PSD não pode concordar com isso, porque se torna impossível regular a concentração da substância activa” da cannabis e logo os seus potenciais efeitos adversos junto nos consumidores.»

Tradução: os direitinhas do PSD querem reservar o "negócio" para os seus compadres e amigos.

«A proposta a apresentar pelos social-democratas no Parlamento não diferirá muito do que foi defendido na moção aprovada no congresso do PSD, em Fevereiro. “O entendimento é que a legalização será possível com venda interdita a menores de 21 anos de idade, porque está demonstrado que o risco de esquizofrenia e de psicoses está associado a consumos abaixo dos 18 anos. E haveria um limite de concentração de THC e CBD [substâncias activas] definido na lei, o que evitaria a entrada no mercado de legal de produtos de elevada potência”, precisou o social-democrata, falando no final da sua intervenção na 26ª Conferência Internacional de Redução de Riscos associados ao consumo de drogas, que arrancou neste domingo no Porto.»

Mas não se preocupem, caros leitores, não faltarão direitinhas a vociferar que tudo isto é secundário e que a economia é a única coisa nesta vida que realmente importa! Orientação sexual? Consumo de drogas? Isso não interessa para nada, cada um é livre de fazer o que quiser, pá! O que é mesmo importante é garantir a liberdade de mercado, seus pacóvios! Se o fizermos, todos os nossos problemas ficarão resolvidos, hããã!!! É "limpinho, limpinho", como dizia o Jesus da Amadora! A sério, foi isso que aprendi a ler os evangelhos segundo S. Mises, Santo Hayek e S. Friedman, pá!!!!!!

...Já agora, os funcionários do Jornal Económico, de onde transcrevi estas duas notícias, escrevem segundo o aborto ortográfico. Ou melhor, dizem que escrevem segundo o aborto ortográfico... porque, na prática, não aplicam nem o aborto nem a ortografia correcta. Tanto escrevem "objetivo", sem "c" como escrevem "activas", com "c". Em ambos os casos, as palavras não deviam ter "c" na versão com aborto, porque o "c" é mudo (e.g. lê-se à-ti-vas e não à-que-ti-vas). Quem não acreditar em mim pode confirmar neste conversor da Porto Editora. Ou seja, os funcionários do Jornal Económico não sabem aplicar o aborto ortográfico de uma de forma coerente. Que "surpresa", não é? Os jornalistas da nossa praça serem analfabetos funcionais!...

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Ver também:


A valente merda que é a nossa "direita" (5)
O PNR denuncia mais um acto de traição do bilderberguer Marcelo

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Damas e cavalheiros, eis a "mulher" ocidental! (12): a vontade de "conhecer" da apresentadora de televisão mais popular de Portugal


    Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia "tão bonita e singela", como cantava aquele talento ímpar da música popularucha 'tuga' que dava pelo nome de Zé Cabra:

«Cristina Ferreira protagonizou um momento insólito e muito revelador no programa desta terça-feira, dia 23 de Abril. A apresentadora juntou em estúdio Cláudio Ramos, Eduardo Madeira e o médico Almeida Nunes para desmitificarem tabus sobre o pénis. A ideia era perceber «se o tamanho importa» e quais é que são as causas que influenciam o crescimento, ou não, do órgão sexual masculino.
Durante a conversa, o Dr. Almeida Nunes esclarece que o tamanho do pénis é influenciado pela genética, mas também pela alimentação. «Podem reparar que as gerações mais novas são cada vez mais altas e isso tem a ver com o teor proteico». De seguida, esclarece um mito antigo: «Os pénis mais avultados do Planeta são dos homens da República democrática do Congo». Cristina aproveita logo para brincar com esta revelação. «Vou marcar isso como destino de férias, uma pessoa precisa ter conhecimento», diz, entre gargalhadas, para a seguir partilhar uma preocupação de mãe. «Tenho uma preocupação de mãe, como é que sabemos que 'aquilo' vai ser assim [faz um gesto com as mãos], chega a uma altura que nunca mais vamos ver. Eu agora ainda vejo e depois vou deixar de ver. Como é que eu sei se 'aquilo' está no tamanho certo e a funcionar? Ele por acaso é bem feitinho», questiona,  referindo-se ao filho Tiago, de 10 anos.»

Reparem bem, caros leitores, na cara gulosa da criatura:



«Se você diz que é genético, eu lembrei-me do pai [António Casinhas, o antigo companheiro da apresentadora], vou saber como é o filho?», pergunta Cristina Ferreira muito sorridente. Ao receber uma resposta positiva, a apresentadora fica com um sorriso de orelha a orelha.
O tema continua a ser discutido e Almeida Nunes segue nos seus esclarecimentos: «É normal ter entre 12 e 16 centímetros no estado erectus. Ser pequenino não é problema, porque a sensibilidade da mulher está no clitóris..
Quase no final da rubrica, Cristina Ferreira esclarece o porquê de falar sobre este tema tabu no seu programa. «Este assunto é muito sério, porque tem muita implicação na vida dos homens e das mulheres».
«Sabe quais é que são os europeus que têm os pénis com um diâmetro maior? Os franceses», continua Almeida Nunes.
«Lá está, por isso é que eu quero aprender a falar francês, que eu andei a fazer um estudo...», brinca a estrela da SIC mais uma vez, para a seguir dar a conversa por encerrada: «Que esta conversa sirva para aliviar cabeças!».

Franceses ou "franceses"? É no mínimo muito estranho que os gauleses tenham um tamanho médio do pénis superior ao do resto dos europeus. A menos que, é claro, os efeitos da mestiçagem distorçam a média de uma forma significativa, que é aquilo em que eu aposto.

Seja como for, o objectivo desta posta não é tanto discutir o impacto da iminvasão na sexualidade europeia, mas antes apontar, mais uma vez, a facilidade e o descaramento com que as mulheres europeias se mostram dispostas a experimentar carne fumada. Ou a "ter conhecimento", como diz alegremente a Cristina...

Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (2)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (3)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (4)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (5)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (6)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (7)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (8)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (9)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (10)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (11)

domingo, 28 de abril de 2019

Mais uma sondagem deprimente (7): Marcelo com via aberta para a reeleição


      Antes de mais, quero dizer os leitores mais assíduos do TU que não me esqueci dos vários links que vocês deixaram aqui nos últimos dias, irei aproveitá-los. Mas, entretanto, julgo que esta notícia tem prioridade por ser -infelizmente- demasiado importante para o futuro de Portugal:

«Marcelo Rebelo de Sousa parece ter uma popularidade à prova de bala. Se se repetissem agora as eleições presidenciais de 2016, seria escolhido com 74%, diz a sondagem da Pitagórica. Uma intenção de voto alicerçada nos 91% que fazem uma avaliação positiva da sua presidência.»

Facto "giro": a confirmar-se este assombroso número, 74%, será o melhor resultado de sempre para um Presidente da República. E já não falta assim tanto tempo para as eleições, que terão lugar em Janeiro de 2020...




O que é que se faz com um eleitorado destes? Nada, rigorosamente nada... Portugal é cada vez mais o país que os portugueses merecem. E continuará inevitavelmente a regredir, porque a sociedade tuga está perfeitamente resignada e não parece minimamente interessada em apostar no seu futuro.
 
«(...) Não há região, classe social, grupo etário ou eleitoral que não lhe dê um apoio massivo. Marcelo somaria agora mais 22 pontos do que aqueles que teve há três anos. Embora seja necessário olhar para estes dados com a ressalva de se saber que voltou a ser confrontado com os mesmos adversários de Janeiro de 2016, vários deles fora do radar público, é relevante a capacidade de conquistar apoios em todos os partidos. Com especial destaque para os eleitores do PS, que lhe dariam agora 80%, um ponto mais que os do PSD/CDS, o berço natural da sua candidatura. Os eleitores da CDU são os menos disponíveis para a rendição. Ainda assim, o apoio chega aos 50% (são apenas menos dois pontos que os 52% que o levaram à Presidência).»

As intenções de voto dos eleitores do PS confirmam mais uma vez aquilo que os nacionalistas têm vindo a dizer ao longo dos anos: já não há nenhuma diferença entre o PS e o PSD, se é que alguma vez houve.

«Adivinha-se um passeio para a recandidatura de 2021, que Marcelo já pré-anunciou durante as Jornadas Mundiais da Juventude no Panamá, enquanto rejubilava com a escolha de Lisboa para as que se seguem, em 2022. No entanto, se quiser bater um recorde, há um número: os 70% que Mário Soares conseguiu na reeleição de 1991.
(...) São 91% os que acham boa a actuação do presidente Marcelo (29% dizem mesmo que é muito boa), conseguindo praticamente a unanimidade entre os portugueses da faixa etária dos 55 aos 64 anos (97%), dos habitantes de Lisboa (95%) e dos eleitores do PS e do Bloco (96%). São mais 10 pontos do que entre a sua família política de origem (PSD/CDS).»

Reparem: Marcelo não só tem mais intenções de voto no PS do que no "seu" PSD, como chega a ter mais intenções de voto no BE do que no PS! E ainda há quem tenha a lata de afirmar que ele não é um presidente de esquerda!...