▪ O cabeça-de-lista do PNR esteve globalmente bem,
falando com fluidez e convicção. Se tivermos em conta que João Patrocínio é praticamente um estreante nestas andanças, foi uma boa première e acho sinceramente que não se lhe podia exigir mais.
▪ A moderadora, Maria Flor Pedroso, esteve quase sempre bem, exceptuando ter permitido ao candidato do MAS atacar directamente o PNR e o Chega várias vezes.
▪ No que respeita à
denúncia da utilização inadequada dos fundos europeus, o candidato mais próximo
de João Patrocínio foi Paulo Morais. Não surpreende, uma vez que a grande
bandeira do Prof. Morais tem sido, ao longo dos anos, o combate à corrupção. E
como eu disse várias vezes aqui no TU, ele é que devia ser agora o nosso
Presidente da República, não o execrável demagogo bilderberguer
populista que dá pelo nome de Marcelo Rebelo de Sousa.
▪ O candidato do MAS,
num estilo surrealmente estalinista, afirmou a certa altura que “na Europa
não pode haver lugar para os salazaristas e para o discurso de ódio do Chega e
do PNR”. Que fique registado: o MAS é abertamente a favor da censura,
o que faz dele um partido claramente antidemocrático. Aliás, o candidato do MAS chegou ao cúmulo de acusar a "extrema-direita" de ser a principal causa do terrorismo na Europa!
▪ Mais uma vez, os
militantes do PCTP-MRPP revelaram ser uns canalhas: o cabeça-de-lista deste
partido defendeu que, uma vez que os militares portugueses têm participado em
diversas missões no estrangeiro, “não devemos ficar surpreendidos se
houver retaliações nas grandes cidades portuguesas”. Ou seja, tal
como o animal felizmente já defunto do Arnaldo Matos, o comuna Luís Júdice
legitimou os atentados terroristas no nosso país.
▪ O Ricardo Arroja, do Iniciativa Liberal, não
conseguiu disfarçar um sorrisinho cretino durante as intervenções de João
Patrocínio, em especial durante aquela em que o candidato do PNR apelou à canalização
dos fundos comunitários dos movimentos LGBT e de outros movimentos inúteis para
a revitalização da nossa produção nacional.
▪ A propósito da imigração em massa para a Europa, o Ricardo Arroja defendeu ainda que "os países que não cumpram as suas obrigações humanitárias devem ser multados". Perceberam, caros leitores? Ou acolhem os imigrantes ou são multados!!! É esta a famigerada "liberdade de escolha" com que os liberais tugas enchem a boca!
▪ Houve um momento hilariante em que o candidato do PURP se pegou com o betinho do PAN e lhe disse: "nós achamos que as pessoas estão primeiro que os animais"!
▪ Houve um momento hilariante em que o candidato do PURP se pegou com o betinho do PAN e lhe disse: "nós achamos que as pessoas estão primeiro que os animais"!
▪ Aliás, o candidato do PURP, Fernando Loureiro, surpreendeu-me pela positiva. A certa altura ele disse mesmo: "não aceito esta imigração para a Europa quando temos aqui em Portugal 4 milhões de reformados em condições de miséria". Infelizmente, o Sr. Loureiro fez questão de se demarcar dos nacionalistas logo a seguir: "mas não sou racista e não tenho nada a ver com o PNR".
▪ O betinho do PAN, que é um partido de extrema-esquerda, protagonizou outro momento hilariante, ao dizer: "os extremismos, tanto à esquerda como à direita, são sempre de evitar!" A propósito, este caramelo vai propor brevemente ao Par(a)lamento "tuga" a redução da idade mínima de voto para os 16 anos.










