Amanhã estreia o novo filme da Marvel, "Vingadores: Endgame". Tenho reparado que há uma grande expectativa, entre a população masculina em geral -e até mesmo entre "homens" que já têm idade para ter juízo- em relação ao filme. Muitos confessam abertamente a sua vontade de irem a correr gastar o seu dinheiro em três horas de "entretenimento" juvenil e verem mais um festival de lugares-comuns, graçolas infantis, girl power de dar vómitos e batalhas intermináveis em CGI, cheias de explosões, luzinhas coloridas e muitos flashes.
Normalmente eu não teria nada contra isso, cada um é livre de gastar o seu dinheiro como bem entender. E eu até me fartava de ler bandas desenhadas da Marvel (e da DC) quando era adolescente, pelo que não condeno ninguém por gostar de super-heróis. Porém, como já expliquei a propósito do filme Capitã Marvel, o cinema norte-americano é um inimigo declarado do Nacionalismo e cada euro que dermos a Hollywood será mais um prego no caixão da raça branca.
Por exemplo, aquando da eleição do Presidente Trump, vários actores dos filmes da Marvel apelaram aos eleitores norte-americanos que não votassem no Donaldo porque ele era "racista" e "misógino". Entre eles constavam a mega-estrela Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Mark Ruffalo (Hulk), Don Cheadle (Máquina de Guerra ou Patriota de Ferro nas versões brasileiras), James Franco (Harry Osborne na primeira trilogia do Homem-Aranha), e Cobie Smulders (agente Maria Hill).
O fulano que dá corpo ao Capitão América já disse várias vezes que não gosta dos apoiantes do Presidente Trump, criticando em particular o jogador da NFL Tom Brady por apoiar o Presidente.
A Marvel tem um historial de promoção da (in)justiça social, sobretudo da ideologia feminista e de incontáveis apelos à miscigenação. Há vários personagens da Marvel que eram originalmente brancos e que foram sendo gradualmente substituídos por negros, como por exemplo Nick Fury, Heimdall, Valquíria e até o Homem-Aranha. Há inclusivamente uma versão feminina do Thor!
A Marvel tem um historial de promoção da (in)justiça social, sobretudo da ideologia feminista e de incontáveis apelos à miscigenação. Há vários personagens da Marvel que eram originalmente brancos e que foram sendo gradualmente substituídos por negros, como por exemplo Nick Fury, Heimdall, Valquíria e até o Homem-Aranha. Há inclusivamente uma versão feminina do Thor!
Eu podia dar aqui muitos mais exemplos, mas não me vou alongar mais, senão já sei que ninguém vai ler. O ponto é este: não podemos ter o sol na eira e a chuva no nabal. Quem quiser realmente salvar a raça branca, não pode andar a enriquecer os seus maiores inimigos, justamente aqueles que mais a querem destruir. Isto não é radicalismo, é a realidade. Se vocês nem sequer conseguem resistir a irem ver a propaganda inimiga, ainda por cima pagando por ela, vocês não merecem ser salvos. Tudo na vida tem um preço, tudo o que vale a pena implica sacrifícios.














