Quem é que podia ter previsto uma coisas destas? Para além das pessoas com um QI de três dígitos, evidentemente?
Atenção: isto não é racismo! Racismo é só quando os brancos excluem outras raças!
Quando os pretos excluem os brancos, trata-se de progressismo, evidentemente!
Sabem o que tem mais piada nisto tudo, caros leitores? É que, não obstante a multiplicação de declarações deste género (veja-se por exemplo o caso da putéfia feminista que fez de Capitã Marvel), os eunucos dos brancos continuam a ir em manada ao cinema. Alguns chegam até a afirmar que boicotar a valente porcaria de filmes que são exibidos actualmente nas salas de cinema seria como "isolar-se numa caverna", como se o mundo retratado nos filmes tivesse alguma coisa a ver com a realidade!
Tudo isto se resume àquilo que eu e vários leitores do TU andamos a dizer há já uns tempos: os brancos só têm que o que merecem. A raça branca não tem carácter, nem coluna vertebral suficientes para merecer ser livre, quanto mais para sobreviver. Quem nem sequer consegue boicotar o lixo que Hollywood produz por ter medo de ser rejeitado socialmente ou de perder o comboio da modernidade não passa de um escravo, sem apelo nem agravo.
As feministas irão em breve manifestar-se contra isto. Mas mesmo muito em breve! Ainda antes de morrermos todos! É "limpinho, limpinho", como dizia o Jesus da Amadora...
«O imã Jassem Al-Mutawa é um dos convidados de honra da Feira da
Esperança de Milão, um evento levado a cabo pela ONG internacional
Islamic Relied. No entanto, o convite está a gerar polémica em Itália,
isto porque o clérigo muçulmano ficou conhecido por ir a um programa de
televisão ensinar as melhores técnicas para os homens baterem nas
mulheres para as disciplinar.»
«A menos de um mês do evento, que vai decorrer nos dias 20 e 21 de Abril, o jornal italiano II Giornale publicou a notícia, depois de uma
denúncia de um especialista em assuntos islâmicos, Lorenzo Vidino.
“Um marido que bate na mulher por vingança ou maldade comete um
pecado. O objectivo da agressão é passar uma mensagem, dizer: ‘Não estou
agradado com o teu comportamento, começa a comportar-te bem’”, diz
Al-Mutawa, no vídeo disponível no Youtube.»
Atenção agora, que este parágrafo é muitíssimo interessante:
«“Hoje, os ocidentais criticam-nos por causa de batermos nas mulheres,
no Islão. Mas nenhuma mulher muçulmana morreu por causa das agressões
do marido. E se isso alguma vez acontece nas nossas sociedades é
considerado muito raro e todos os jornais falam disso. Porém, de acordo
com as últimas estatísticas da ONU, de 1999-2000, a cada 12 segundos uma
mulher é espancada pelo marido nos Estados Unidos. Em alguns casos,
estas agressões levam à morte da mulher”, acrescenta ainda.
O mesmo programa onde o clérigo muçulmano participou também já havia
tido uma secção onde ensinava as mulheres a cobrir com maquilhagem as
marcas de maus-tratos. Beppe Sala, presidente da Câmara de Milão, já foi chamado a intervir.»
Ora, eu não faço a mínima ideia se as estatísticas mencionadas pelo "clérigo" islâmico são verdadeiras ou não. Duvido muito que os países islâmicos as compilem adequadamente. Mas eu não ficaria admirado se houvesse alguma verdade nelas. Que fique bem claro que eu não defendo que os homens possam bater nas mulheres. Não quero de forma alguma legitimar aquilo que os muçulmanos fazem.
Mas estou cada vez mais convencido de que muita da violência doméstica a que assistimos no Ocidente decorre precisamente do declínio da masculinidade dos homens europeus e norte-americanos. Um homem masculino sabe perfeitamente que, se a sua mulher se portar mal, for infiel ou injusta para com ele de alguma forma, ele pode arranjar outra facilmente. Homem que é homem sabe que a melhor forma de exigir respeito é estar disposto a sair pela porta fora se for abusado. Um homem feminino, pelo contrário, não acredita no seu valor, pelo que acha sempre que jamais conseguirá substituir a mulher que tem a seu lado. Por conseguinte, ele é capaz de fazer tudo para manter a sua mulher junto de si, podendo ir até ao extremo de matá-la. Como dizia aquela canção dos Guns N' Roses, "I used to love her, but I had to kill her. I knew I'd miss her, so I had to keep her."
Esta coisa de os homens muçulmanos poderem bater à vontade nas suas mulheres é evidentemente uma desgraça, mas se o paradoxo mencionado por este clérigo for mesmo verdade, então há uma reflexão que nós, ocidentais com a puta da mania que somos superiores, temos obrigatoriamente de fazer: como é que se explica esta contradição?...
O Paul Joseph Watson fez um bom vídeo sobre o estado actual da nossa civilização:
Infelizmente, há um pequeno "detalhe" que o PJW deixou de fora do seu vídeo, provavelmente para evitar ser censurado pelos eunucos do YouTube. Mas esse pequeno "detalhe" (notem bem as aspas) faz toda a diferença:
Quem tem razão? O PJW ou o JT? Só o tempo dirá. Eu, infelizmente, tendo mais para o lado do PJW, uma vez que o optimismo do JT me parece francamente excessivo. Porquê? Porque o JT se esqueceu da ameaça mais importante que a raça branca enfrenta no presente, que é o facto de não estar a proceder à sua renovação demográfica. Já o escrevi várias vezes aqui no TU, mas insisto: sem filhos, não há futuro. As nossas fronteiras não se fecharão por milagre, é preciso que haja vontade política para isso. E se os europeus continuarem a não ter filhos, a sua vontade política será cada vez menos determinante para o futuro do Ocidente, uma vez que a vontade política dos alógenos tenderá cada vez mais a sobrepor-se.
Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia. Ela foi redigida em português do Brasil, por isso tenham paciência...
«O Facebook vai ampliar a sua definição de "discurso de ódio" para enquadrar "nacionalistas brancos" e "separatistas brancos." Anteriormente, a empresa permitia postagens desses grupos, apesar de proibir há muito tempo a "supremacia branca".»
"A longo prazo, a minha rede social terá apenas globalistas e guerreiros da (in)justiça social!"
«Numa publicação nesta quarta-feira (27), a rede social disse que
anteriormente ligava expressões do nacionalismo branco a conceitos mais
amplos de nacionalismo e separatismo - como o orgulho americano ou o
separatismo basco, ambos ainda permitidos.
Mas grupos de defesa dos direitos civis e académicos chamaram essa
visão de "equivocada" e há muito pressionam a empresa a mudar sua
postura. O Facebook diz que concluiu após meses de "conversas" com eles
que o nacionalismo e o separatismo branco não podem ser
significativamente separados da supremacia branca e dos grupos de ódio
organizados.»
Perceberam o que aconteceu aqui, caros leitores? "Grupos de defesa dos direitos civis e académicos"! Os nacionalistas bem podem espernear contra a censura do Facebook e têm bastantes razões para isso. Mas culpar apenas o Facebook é uma atitude extremamente míope. O grande problema é que houve pessoas e grupos de interesse que pressionaram o Facebook a agir, i.e. houve alguém que se mexeu em nome da sua mundivisão e objectivos políticos... enquanto os nacionalistas, conservadores e direitinhas em geral cruzaram os braços!
Quando eu falo em guerra cultural é precisamente a isto que me refiro. A esta poderosíssima influência sore a sociedade a todos os níveis. O esquerdalho sabe fazer lobbying, sabe influenciar a opinião pública e pressionar as figuras-chave da sociedade, mesmo que essas figuras-chave sejam líderes das corporações mais poderosas do mundo. É por isso que temos a Gillette a fazer anúncios misandristas, a Disney a fazer filmes cheios de engenharia social multirracialista e homossexualista, a Starbucks a oferecer empregos aos "refugiados" e o Twitter e o Facebook a censurar opiniões antiglobalistas. O mundo é de quem melhor sabe lavar o cérebro das pessoas, o mundo é de quem melhor sabe perpetuar a sua narrativa.
Os seguintes eurodeputados votaram a favor de limitar a nossa liberdade de expressão:
António Marinho e Pinto (PDR) Carlos Coelho (PSD) Carlos Zorrinho (PS) Cláudia Aguiar (PSD) Fernando Ruas (PSD) José Inácio Faria (PT) José Manuel Fernandes (PSD) Liliana Rodrigues (PS) Manuel dos Santos (PS) Maria João Rodrigues (PS) Nuno Melo (CDS/PP) Paulo Rangel (PSD) Pedro Silva Pereira (PS) Ricardo Serrão Santos (PS) Sofia Ribeiro (PSD)
Não se esqueçam de lhes agradecer devidamente, continuando a votar fielmente nos partidos do arco da grande tragédia abrilina. E depois não se queixem quando um dia a polícia vos bater à porta por causa de meia-dúzia de tretas que escreveram no Facebook. Se já acontece na Alemanha e no Reino Unido, é uma questão de tempo até começar a acontecer aqui também. A Liberdade não se perde do dia para a noite, ela perde-se um bocadinho todos os dias...
Um muito obrigado! ao Zé do Burro por nos ter trazido aqui esta galeria de imagens que eu me recuso terminantemente a reproduzir aqui no TU. A "jornalista" que republicou esta valente porcaria dá-nos a entender que se trata de arte quando, na verdade, se trata simplesmente de pornografia:
«Ao longo do ano de 2018, a britânica Laura Stevens convidou cerca de 50 homens para serem fotografados nus, em sua casa, na sua cama. Em todos os casos, Laura observou, eles posaram. Eles frágeis, vulneráveis; ela dominante, directiva.
As fotografias são silenciosas, lânguidas, suaves. ”Eu quero mostrar o corpo masculino
a partir de um olhar feminino. Quis afastar-me das representações de
masculinidade mais óbvias — dureza, força, virilidade (…). Interesso-me,
geralmente, por fotografar a vulnerabilidade, a sensibilidade, sejam de
origem masculina ou feminina.”»
Ou seja, a criatura que tirou esta nojice de fotos acha que olhar para homens nus é um acto feminista, desde que os homens nus estejam prostrados a seu gosto. Se esta merda tivesse sido publicada no Correio da Manhã seria um escândalo. Mas como foi no Al-Público, o jornal das elites "bem pensantes" da Tugalândia, temos aqui uma obra de arte...
E agora, caros leitores, chegou o momento de fazermos aquilo que os ocidentais sabem fazer melhor: fustigarmo-nos colectivamente! Sim, vamos todos desatar a chorar copiosamente, ajoelhar, baixar as cabecinhas carregadas de pensamentos pecaminosos e pedir desculpa pelo menos mil vezes pelo facto de sermos apenas humanos!
"Mas que relambório vem a ser este"?- perguntarão vocês. É difícil de explicar por palavras, por isso vou mostrar-vos este videozinho giríssimo que a Raquel nos trouxe (muito obrigado, cara Raquel):
Deixem-me ser absolutamente claro: é evidente que os animais devem ser abatidos de uma forma que seja o menos dolorosa possível para eles. Mas este vídeo -e as dezenas de comentários que o acompanham- é uma excelente ilustração daquilo em que o Ocidente se transformou: um desfilar de "sensibilidades" (i.e. pieguices) que fazem dar a volta ao estômago a qualquer pessoa que compreenda minimamente a realidade do mundo em que vivemos. O que é que vocês acham que o africano, o médio oriental ou o sul-asiático típicos vão sentir se por acaso virem este vídeo? É óbvio: vão-se convencer ainda mais da legitimidade de nos conquistarem e submeterem. Tornámo-nos demasiado fracos, demasiado lamechas, demasiado desligados da dura realidade das leis da Mãe Natureza. Julgamo-nos "civilizados", mas somos é parvos, isto que se vê neste vídeo é pura parvoíce, é o recurso gratuito à emoção primária em detrimento da procura de argumentos racionais e de soluções concretas. Eu não tenho nada contra os vegetarianos em si, cada um sabe da sua própria vida. Mas não queiram impor esta merda aos outros, sobretudo com este tipo de atitude deprimente. Ninguém segue a fraqueza, ninguém a admira, a não ser os aleijados do corpo e da alma. Eu sei que temos muitos desses no Ocidente... e, no momento certo, o resto do mundo será implacável para com eles.
Já agora, nada garante sequer que estas pessoas são sinceras na sua choraminguice depressiva:
O Ilo Stabet, autor da excelente série "Portugal Desintegrado", criou uma nova rubrica intitulada "Verbos Malditos", na qual desconstrói eloquentemente vários conceitos, termos e expressões da linguagem criada pelos engenheiros sociais neomarxistas (e neoliberais) que trabalham para a destruição do Ocidente. Trata-se de um valiosíssimo contributo da sua parte para a guerra cultural em curso: a linguagem é uma das maiores armas dos nossos inimigos, sobretudo porque poucos na Direita têm sabido compreender a sua importância e contrariá-la adequadamente ao longo dos anos.
Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes. Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo
e, para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem
comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com
ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!
Com a presença de 21 dos 29 candidatos
que compõem a lista – entre efectivos e suplentes -, decorreu a sessão
de apresentação dos candidatos e dos pontos essenciais do programa e
posicionamento do PNR em relação à União Europeia. Seguiu-se um espaço
de questões que foi extremamente participado e muito enriquecedor.
Diana Almeida iniciou a sessão e deu as
boas vindas aos participantes seguindo-se a intervenção do
Vice-presidente do PNR, João Pais do Amaral, que apelou ao apoio aos
candidatos, à mobilização de todos e às partilhas maciças da nossa
campanha às Europeias nas redes sociais, já que é esse o único meio de
que dispomos, pois a cobertura mediática será residual e os meios
financeiros são igualmente residuais, não podendo haver outdoors e outro
tipo de propaganda. De seguida apresentou cada um dos candidatos –
presentes e ausentes – todos eles fortemente aplaudidos pelos
assistentes.
Por fim, apresentou a mandatária
nacional da lista do PNR, Otília Fernandes, que proferiu umas breves
palavras nas quais destacou a importância do papel da mulher na
sociedade, mas fora do espartilho do feminismo militante e histérico.
Seguiu-se a intervenção da candidata
número três da lista, Joana Dinis, que falou da perspectiva da juventude
acerca do valor da mobilidade e liberdade de circulação, mas com
fronteiras controladas, e da ameaça da censura sobre o digital por via
dos artigos 11 e 13 da Directiva da União Europeia sobre Direitos de
Autor, que mais não é que uma forma dissimulada, perniciosa, de
controlar os conteúdos na internet e exercer censura arbitrária. Acerca
do Imposto Sobre o Digital (ISD), afirmou a posição favorável do PNR no
sentido de taxar esses gigantes multinacionais sobre o seu volume de
negócios em Portugal e na Europa, o que representaria muitos milhões de
euros a entrar nos cofres do Estado.
Carlos Teles, o segundo da lista,
debruçou-se sobre o tema mais sensível dos tempos actuais que consiste
na invasão imigrante, nomeadamente a islâmica, que constitui uma séria e
grave ameaça à soberania, identidade e matriz civilizacional das
Pátrias Europeias. Novamente, e sempre, o PNR ergue a prumo esta
bandeira da defesa da identidade e do combate à invasão imigrante e ao
multiculturalismo.
Por fim, o candidato João Patrocínio,
numa intervenção de vinte minutos, expôs o essencial da posição do PNR
perante a União Europeia, com palavras e ideias contundentes e
eloquência combativa que diversas vezes levou a assistência ao rubro,
com salvas de palmas entusiásticas e de pé. Explicou o modelo que o PNR
defende para a Europa, que passa pelo fim desta União Europeia
castradora, convertendo-a, por dentro, numa Confederação de pátrias
livres e soberanas, formando um bloco coeso, da economia à defesa, no
qual a soberania das nações estaria garantida, ao contrário do que hoje
se passa, em que esta foi transferida para Bruxelas e onde as leis
“europeias” se sobrepõem às nacionais.
João Patrocínio afirmou, preto no
branco, que o objectivo eleitoral do PNR não é outro se não o da sua
eleição para o Parlamento Europeu, onde, como primeiro deputado
nacionalista português assumirá uma posição de exigência de respeito por
Portugal. Somos uma nação com quase 900 anos de História que não tem de
andar a mendigar subsídios e a inferiorizar-se perante os outros países
que, até mesmo por isso, nos tratam com desrespeito. No Parlamento
Europeu, integrado no grupo dos partidos de Direita Nacional (que não é
do centro) – que se prevê venha a ser o maior – lutará em conjunto com
eles por esse objectivo: mudar a União Europeia por dentro, deixando de
ser nociva para os países que a compõem a fim de se tornar um bloco de
peso que possa enfrentar outros blocos, super-potências e todas as
ameaças que daí possam advir.
Seguiu-se, por fim, um amplo espaço de
questões que serviram também de reflexão e enriquecimento do programa
que por não ser estático estará sempre aberto a contributos que o
enriqueçam e aprofundem.
Como sempre, cantou-se o Hino Nacional e
deu-se por encerrada esta sessão que foi extraordinariamente
motivadora. No próximo dia 25 de Abril, realiza-se uma apresentação
idêntica no Porto.»
Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui mais esta pérola do fanatismo anti-racista. Nem vou dizer mais nada, vejam e riam!... Ou chorem, que isto dá para as duas coisas! E se tiverem conta no YouTube, não se esqueçam de dar "não gosto", que os promotores desta "parvoíce" bem merecem!
Há pouco mais de um mês, eu reportei aqui no TU o caso de um "refugiado" africano (notar as aspas) de 34 anos que foi apanhado a roubar uma loja em Loures (porque "os melhores são os que partem!").
Pois bem, temos agora um segundo "refugiado", que estava alojado exactamente mo mesmo centro de "pobres coitadinhos fugidos à guerra" e que também decidiu "fazer aquilo que os portugueses não querem fazer":
«Um "refugiado" palestiniano, natural da Síria, está a cumprir uma pena
de dois anos e quatro meses de prisão, após ter sido condenado por um
crime de roubo que foi cometido 22 dias depois da sua entrada em
território português. Foi o único de seis suspeitos a ser identificado,
detido e condenado.
O crime aconteceu em Janeiro do ano
passado, no dia 22 às 03.30, em Lisboa. O homem de 27 anos tinha chegado
a Portugal no dia 1 do mesmo mês e desde que foi detido, logo na
madrugada da ocorrência, não saiu mais da prisão. Da sentença do Juízo
Local Criminal de Lisboa já houve decisão em recurso, com o Tribunal da
Relação de Lisboa a confirmar a pena, rejeitando as questões
colocadas pela defesa do arguido: a falha no reconhecimento do arguido
pelo ofendido em audiência de julgamento, a qualificação do crime como
roubo consumado e a não suspensão da pena.
Naquela madrugada do
ano passado, um homem apanhou um táxi com o destino a ser o Porto de
Lisboa, onde estava o navio em que trabalhava. Durante o percurso, o
taxista, que as autoridades não conseguiram identificar (apenas se
determinou que se tratava de veículo da marca Mercedes), parou junto a
uma pensão. Nesse momento, um grupo de cinco indivíduos arrastou o homem
para fora do táxi e levou-o para o interior da pensão. Ali
retiraram-lhe 400 euros em dinheiro e o telemóvel que valia 300 euros. A
vítima foi depois para um quarto onde surgiu um homem, o "refugiado", que
lhe pediu os cartões bancários e os respetivos PIN. O suspeito terá
deixado a divisão momentaneamente e regressado depois, gritando que o
ofendido o havia enganado ao fornecer códigos PIN errado. Mas eram
verdadeiros, apurou-se em tribunal. Descreve a sentença que o "refugiado"atirou depois os cartões ao chão e saiu do quarto.
(...)
O Ministério Público pediu a expulsão do território português após o cumprimento da pena mas o juiz indeferiu. Esta questão não foi analisada no acórdão da Relação de Lisboa, datado do dia 12 de Março.»
Sublinho: o MP pediu a expulsão do alógeno criminoso, mas o juiz indeferiu! E ninguém protesta!!! É que citar a bíblia para confirmar sentenças de primeira instância é imperdoável, mas deixar criminosos estrangeiros permanecer no nosso país é perfeitamente normal... Portugal é isto, um país onde as prioridades estão todas ao contrário! E não esquecer: há mais cinco "seres humanos como nós" que participaram no assalto ao homem que ia no táxi e nunca chegaram a ser presos!
Ou seja, os mesmos mé(r)dia que passam o tempo todo a dar-nos sermões sobre fake news estiveram os últimos dois anos a tentar perpetuar a notícia falsa de que Trump seria uma espécie de agente russo. E agora? Será que vamos ouvir ou ler um pedido de desculpas? Será que vamos ter pelo menos uma retracção das milhares de notícias, crónicas e artigos de "opinião" que davam como certa a hipótese de Trump ser uma marioneta de Putin?
É claro que não. Um dos maiores problemas do Ocidente é mesmo esse, os mé(r)dia são praticamente inimputáveis. Podem publicar tudo e mais alguma coisa, todas as mentiras e mais alguma, que raramente lhes acontece alguma coisa, raramente há consequências. A situação é particularmente grave aqui em Portugal, onde a esmagadora maioria dos "tugas" continua a engolir alegremente todas as tretas que a elite me(r)diática lhes enfia pela goela abaixo... eu perdi a conta às pessoas que, aqui no rectângulo, se convenceram de que Trump era mesmo um agente russo. Cheguei a ser insultado por algumas delas, apenas por lhes dizer que ainda não tinha visto quaisquer provas do famigerado "conluio". Um povo que se deixa manipular tão facilmente não merece ser livre. E grande parte dos nossos problemas decorre disso mesmo, engolimos demasiado facilmente todas as tretas que nos impingem...
Aqueles que ainda não conhecem a Doutora Janice Fiamengo, antifeminista convicta e professora na Universidade de Otava, no Canadá, não sabem o que perdem. Esta mulher é um autêntico tesouro mundial, como as dezenas de vídeos de grande qualidade que ela já colocou no canal Studio Brulé permitem comprovar.
Nos últimos anos, a Doutora Fiamengo compilou relatos de vários homens cujas vidas foram destruídas pelos resultados práticos da ideologia feminista, desde vítimas de falsas acusações de violação, a homens cujo processo de divórcio os afastou permanentemente de todos os seus bens materiais e dos seus filhos, passando pela forma verdadeiramente CRIMINOSA como os jovens universitários do sexo masculino estão a ser ensinados a odiar-se nos estabelecimentos de ensino superior do país (des)governado pelo larilas Justino. E, já agora, de praticamente todo o mundo ocidental, incluindo este (cada vez menos) nosso Portugal.
«Feminist leaders tell us that men are entitled and powerful. Janice Fiamengo actually asked men what it is like to be male in a feminist culture -and they responded. These 25 stories may surprise you with their accounts of men belittled, disliked, dismissed, blamed, falsely accused, and discriminated against under law—all while being expected to apologize for their “male privilege.” The volume includes a substantial introduction by the editor, Janice Fiamengo, and an Appendix of Recommended Reading.»
Eu vou mandar vir uma cópia para mim, quanto mais não seja porque a Doutora Fiamengo merece o nosso apoio. Depois digo-vos o que achei...
A Helena Matos é uma das poucas escribas que ainda se aproveitam no cada vez mais abominável Observador da direitinha. Uma das razões para que assim seja é que ela tem uma capacidade notável de, em apenas alguns parágrafos, pôr em evidência a hipocrisia escandalosa dos donos disto tudo:
1.
O terrorista anti-islâmico que como o nome indica ataca mesquitas e
muçulmanos. Na Nova Zelândia tivemos um caso claro deste tipo de
terrorismo. Vimos o rosto e soubemos o nome deste terrorista. Não houve
dúvidas sobre as suas intenções.
2. O terrorista.
Apresentado unicamente como terrorista opera geralmente em África e na
Ásia. Tem os cristãos como alvos. Mas nunca é apresentado como
anti-cristão ou anti o quer que seja. É terrorista apenas ou
preferencialmente “membro de grupo armado”. Não tem nome nem rosto. As
suas vítimas são igualmente desprovidas de qualquer elemento que as
identifique.
3. O terrorista sem motivação. Trata-se de
um endemismo europeu: alguém que age como terrorista, faz atentados,
fere e mata. Mas uma vez detido as autoridades têm dificuldade em
detectar-lhe motivações terroristas mesmo que o terrorista dito sem
motivações confesse, grite e reivindique o seu ódio aos cristãos e ao
Ocidente. Numa evolução recente o terrorista sem motivação
transformou-se no perturbado [ou como nós dizemos aqui no TU, "maluquinho"] que pratica actos que parecem terrorismo
mas não são terrorismo. Ou só são admitidos como tal quando o atentado
já desapareceu das notícias. Por exemplo, no atentado que teve lugar
esta semana em Utrech o terrorista até fez questão de redigir uma carta
a dar conta das suas motivações mas mesmo assim ainda não está claro
que ele estivesse mesmo motivado.
O tipo da esquerda é um "terrorista anti-islâmico". O tipo da direita é apenas um "maluquinho".
4. O terrorista
invisível autor de atentados não referidos. Em Itália um homem
sequestrou esta semana um autocarro, com 51 crianças lá dentro.
Amarrou-as e, em seguida, incendiou o autocarro. Anunciou-lhes que iam
morrer porque ele queria protestar desse modo contra as mortes de
imigrantes no Mediterrâneo. Após uma perseguição policial as crianças
foram retiradas do autocarro em chamas e o homem em questão, um cidadão
nascido no Senegal, foi detido e as crianças libertas. Graças ao efeito
terrorista-invisível este atentado pouco foi noticiado. O terrorista
invisível, autor de atentados ainda mais invisíveis é a versão mais
moderna do terrorista sem motivação.
Actualização: o Ilo Stabet trouxe-nos aqui este link com o caso referido pela Helena no ponto 4. Muito obrigado, caro Ilo!