quinta-feira, 28 de março de 2019

O Fuçaslivro vai apertar ainda mais a malha aos nacionalistas


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia. Ela foi redigida em português do Brasil, por isso tenham paciência...

«O Facebook vai ampliar a sua definição de "discurso de ódio" para enquadrar "nacionalistas brancos" e "separatistas brancos." Anteriormente, a empresa permitia postagens desses grupos, apesar de proibir há muito tempo a "supremacia branca".»

 "A longo prazo, a minha rede social terá apenas globalistas e guerreiros da (in)justiça social!"

«Numa publicação nesta quarta-feira (27), a rede social disse que anteriormente ligava expressões do nacionalismo branco a conceitos mais amplos de nacionalismo e separatismo - como o orgulho americano ou o separatismo basco, ambos ainda permitidos.
Mas grupos de defesa dos direitos civis e académicos chamaram essa visão de "equivocada" e há muito pressionam a empresa a mudar sua postura. O Facebook diz que concluiu após meses de "conversas" com eles que o nacionalismo e o separatismo branco não podem ser significativamente separados da supremacia branca e dos grupos de ódio organizados.»

Perceberam o que aconteceu aqui, caros leitores? "Grupos de defesa dos direitos civis e académicos"! Os nacionalistas bem podem espernear contra a censura do Facebook e têm bastantes razões para isso. Mas culpar apenas o Facebook é uma atitude extremamente míope. O grande problema é que houve pessoas e grupos de interesse que pressionaram o Facebook a agir, i.e. houve alguém que se mexeu em nome da sua mundivisão e objectivos políticos... enquanto os nacionalistas, conservadores e direitinhas em geral cruzaram os braços!

Quando eu falo em guerra cultural é precisamente a isto que me refiro. A esta poderosíssima influência sore a sociedade a todos os níveis. O esquerdalho sabe fazer lobbying, sabe influenciar a opinião pública e pressionar as figuras-chave da sociedade, mesmo que essas figuras-chave sejam líderes das corporações mais poderosas do mundo. É por isso que temos a Gillette a fazer anúncios misandristas, a Disney a fazer filmes cheios de engenharia social multirracialista e homossexualista, a Starbucks a oferecer empregos aos "refugiados" e o Twitter e o Facebook a censurar opiniões antiglobalistas. O mundo é de quem melhor sabe lavar o cérebro das pessoas, o mundo é de quem melhor sabe perpetuar a sua narrativa.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Lista completa dos traidores portugueses que votaram a favor
dos artigos 11 e 13 no Par(a)lamento Europeu


Os seguintes eurodeputados votaram a favor de limitar a nossa liberdade de expressão:
António Marinho e Pinto (PDR)
Carlos Coelho (PSD)
Carlos Zorrinho (PS)
Cláudia Aguiar (PSD)
Fernando Ruas (PSD)
José Inácio Faria (PT)
José Manuel Fernandes (PSD)
Liliana Rodrigues (PS)
Manuel dos Santos (PS)
Maria João Rodrigues (PS)
Nuno Melo (CDS/PP)
Paulo Rangel (PSD)
Pedro Silva Pereira (PS)
Ricardo Serrão Santos (PS)
Sofia Ribeiro (PSD)
Não se esqueçam de lhes agradecer devidamente, continuando a votar fielmente nos partidos do arco da grande tragédia abrilina. E depois não se queixem quando um dia a polícia vos bater à porta por causa de meia-dúzia de tretas que escreveram no Facebook. Se já acontece na Alemanha e no Reino Unido, é uma questão de tempo até começar a acontecer aqui também. A Liberdade não se perde do dia para a noite, ela perde-se um bocadinho todos os dias...


Al-Público, o "jornal" em que a pornografia é elevada a arte


   Um muito obrigado! ao Zé do Burro por nos ter trazido aqui esta galeria de imagens que eu me recuso terminantemente a reproduzir aqui no TU. A "jornalista" que republicou esta valente porcaria dá-nos a entender que se trata de arte quando, na verdade, se trata simplesmente de pornografia:

«Ao longo do ano de 2018, a britânica Laura Stevens convidou cerca de 50 homens para serem fotografados nus, em sua casa, na sua cama. Em todos os casos, Laura observou, eles posaram. Eles frágeis, vulneráveis; ela dominante, directiva. 
As fotografias são silenciosas, lânguidas, suaves. ”Eu quero mostrar o corpo masculino a partir de um olhar feminino. Quis afastar-me das representações de masculinidade mais óbvias — dureza, força, virilidade (…). Interesso-me, geralmente, por fotografar a vulnerabilidade, a sensibilidade, sejam de origem masculina ou feminina.”»

Ou seja, a criatura que tirou esta nojice de fotos acha que olhar para homens nus é um acto feminista, desde que os homens nus estejam prostrados a seu gosto. Se esta merda tivesse sido publicada no Correio da Manhã seria um escândalo. Mas como foi no Al-Público, o jornal das elites "bem pensantes" da Tugalândia, temos aqui uma obra de arte...

A superioridade moral do Ocidente: "Desculpa! Desculpa! Desculpa!"


     E agora, caros leitores, chegou o momento de fazermos aquilo que os ocidentais sabem fazer melhor: fustigarmo-nos colectivamente! Sim, vamos todos desatar a chorar copiosamente, ajoelhar, baixar as cabecinhas carregadas de pensamentos pecaminosos e pedir desculpa pelo menos mil vezes pelo facto de sermos apenas humanos! 

"Mas que relambório vem a ser este"?- perguntarão vocês. É difícil de explicar por palavras, por isso vou mostrar-vos este videozinho giríssimo que a Raquel nos trouxe (muito obrigado, cara Raquel):




Deixem-me ser absolutamente claro: é evidente que os animais devem ser abatidos de uma forma que seja o menos dolorosa possível para eles. Mas este vídeo -e as dezenas de comentários que o acompanham- é uma excelente ilustração daquilo em que o Ocidente se transformou: um desfilar de "sensibilidades" (i.e. pieguices) que fazem dar a volta ao estômago a qualquer pessoa que compreenda minimamente a realidade do mundo em que vivemos.

O que é que vocês acham que o africano, o médio oriental ou o sul-asiático típicos vão sentir se por acaso virem este vídeo? É óbvio: vão-se convencer ainda mais da legitimidade de nos conquistarem e submeterem. Tornámo-nos demasiado fracos, demasiado lamechas, demasiado desligados da dura realidade das leis da Mãe Natureza. Julgamo-nos "civilizados", mas somos é parvos, isto que se vê neste vídeo é pura parvoíce, é o recurso gratuito à emoção primária em detrimento da procura de argumentos racionais e de soluções concretas.

Eu não tenho nada contra os vegetarianos em si, cada um sabe da sua própria vida. Mas não queiram impor esta merda aos outros, sobretudo com este tipo de atitude deprimente. Ninguém segue a fraqueza, ninguém a admira, a não ser os aleijados do corpo e da alma. Eu sei que temos muitos desses no Ocidente... e, no momento certo, o resto do mundo será implacável para com eles.

Já agora, nada garante sequer que estas pessoas são sinceras na sua choraminguice depressiva:


"Eu votei no Marcelo para contrariar o domínio da esquerda no governo, pá!"


Ai, votaste? Então és mas é um(a) grande burro(a), porque um bilderberguer jamais atacará ou condenará outro bilderberguer:



____________
Ver também:

O PNR denuncia mais um acto de traição do bilderberguer Marcelo
O PNR repudia veementemente a vista do bilderberguer Marcelo ao bairro da Jamaica
Marcelo Rebelo de Sousa branqueia os crimes do comunista aspirante a terrorista Arnaldo Matos
A valente merda que é a nossa "direita" (5)

terça-feira, 26 de março de 2019

Três vídeos que vale a pena ver (68): "Verbos Malditos"
- A nova série do Ilo Stabet


      O Ilo Stabet, autor da excelente série "Portugal Desintegrado", criou uma nova rubrica intitulada "Verbos Malditos", na qual desconstrói eloquentemente vários conceitos, termos e expressões da linguagem criada pelos engenheiros sociais neomarxistas (e neoliberais) que trabalham para a destruição do Ocidente. Trata-se de um valiosíssimo contributo da sua parte para a guerra cultural em curso: a linguagem é uma das maiores armas dos nossos inimigos, sobretudo porque poucos na Direita têm sabido compreender a sua importância e contrariá-la adequadamente ao longo dos anos.

Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes. Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!




segunda-feira, 25 de março de 2019

Apresentação da candidatura do PNR às eleições europeias de 2019


«O PNR fez a apresentação da sua candidatura às Europeias, em Lisboa, no dia 23 de Março, numa sessão de entrada livre onde esteve presente, no início, a RTP e a Lusa.




Com a presença de 21 dos 29 candidatos que compõem a lista – entre efectivos e suplentes -, decorreu a sessão de apresentação dos candidatos e dos pontos essenciais do programa e posicionamento do PNR em relação à União Europeia. Seguiu-se um espaço de questões que foi extremamente participado e muito enriquecedor.

Diana Almeida iniciou a sessão e deu as boas vindas aos participantes seguindo-se a intervenção do Vice-presidente do PNR, João Pais do Amaral, que apelou ao apoio aos candidatos, à mobilização de todos e às partilhas maciças da nossa campanha às Europeias nas redes sociais, já que é esse o único meio de que dispomos, pois a cobertura mediática será residual e os meios financeiros são igualmente residuais, não podendo haver outdoors e outro tipo de propaganda. De seguida apresentou cada um dos candidatos – presentes e ausentes – todos eles fortemente aplaudidos pelos assistentes. 

Por fim, apresentou a mandatária nacional da lista do PNR, Otília Fernandes, que proferiu umas breves palavras nas quais destacou a importância do papel da mulher na sociedade, mas fora do espartilho do feminismo militante e histérico.  

Seguiu-se a intervenção da candidata número três da lista, Joana Dinis, que falou da perspectiva da juventude acerca do valor da mobilidade e liberdade de circulação, mas com fronteiras controladas, e da ameaça da censura sobre o digital por via dos artigos 11 e 13 da Directiva da União Europeia sobre Direitos de Autor, que mais não é que uma forma dissimulada, perniciosa, de controlar os conteúdos na internet e exercer censura arbitrária. Acerca do Imposto Sobre o Digital (ISD), afirmou a posição favorável do PNR no sentido de taxar esses gigantes multinacionais sobre o seu volume de negócios em Portugal e na Europa, o que representaria muitos milhões de euros a entrar nos cofres do Estado.

Carlos Teles, o segundo da lista, debruçou-se sobre o tema mais sensível dos tempos actuais que consiste na invasão imigrante, nomeadamente a islâmica, que constitui uma séria e grave ameaça à soberania, identidade e matriz civilizacional das Pátrias Europeias. Novamente, e sempre, o PNR ergue a prumo esta bandeira da defesa da identidade e do combate à invasão imigrante e ao multiculturalismo.

Por fim, o candidato João Patrocínio, numa intervenção de vinte minutos, expôs o essencial da posição do PNR perante a União Europeia, com palavras e ideias contundentes e eloquência combativa que diversas vezes levou a assistência ao rubro, com salvas de palmas entusiásticas e de pé. Explicou o modelo que o PNR defende para a Europa, que passa pelo fim desta União Europeia castradora, convertendo-a, por dentro, numa Confederação de pátrias livres e soberanas, formando um bloco coeso, da economia à defesa, no qual a soberania das nações estaria garantida, ao contrário do que hoje se passa, em que esta foi transferida para Bruxelas e onde as leis “europeias” se sobrepõem às nacionais.

João Patrocínio afirmou, preto no branco, que o objectivo eleitoral do PNR não é outro se não o da sua eleição para o Parlamento Europeu, onde, como primeiro deputado nacionalista português assumirá uma posição de exigência de respeito por Portugal. Somos uma nação com quase 900 anos de História que não tem de andar a mendigar subsídios e a inferiorizar-se perante os outros países que, até mesmo por isso, nos tratam com desrespeito. No Parlamento Europeu, integrado no grupo dos partidos de Direita Nacional (que não é do centro) – que se prevê venha a ser o maior – lutará em conjunto com eles por esse objectivo: mudar a União Europeia por dentro, deixando de ser nociva para os países que a compõem a fim de se tornar um bloco de peso que possa enfrentar outros blocos, super-potências e todas as ameaças que daí possam advir.

Seguiu-se, por fim, um amplo espaço de questões que serviram também de reflexão e enriquecimento do programa que por não ser estático estará sempre aberto a contributos que o enriqueçam e aprofundem.

Como sempre, cantou-se o Hino Nacional e deu-se por encerrada esta sessão que foi extraordinariamente motivadora. No próximo dia 25 de Abril, realiza-se uma apresentação idêntica no Porto.»

O xadrez é racista, pá!


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui mais esta pérola do fanatismo anti-racista. Nem vou dizer mais nada, vejam e riam!... Ou chorem, que isto dá para as duas coisas! E se tiverem conta no YouTube, não se esqueçam de dar "não gosto", que os promotores desta "parvoíce" bem merecem!

Mais um "refugiado" que foi apanhado a roubar no nosso país


     Há pouco mais de um mês, eu reportei aqui no TU o caso de um "refugiado" africano (notar as aspas) de 34 anos que foi apanhado a roubar uma loja em Loures (porque "os melhores são os que partem!").

Pois bem, temos agora um segundo "refugiado", que estava alojado exactamente mo mesmo centro de "pobres coitadinhos fugidos à guerra" e que também decidiu "fazer aquilo que os portugueses não querem fazer":

«Um "refugiado" palestiniano, natural da Síria, está a cumprir uma pena de dois anos e quatro meses de prisão, após ter sido condenado por um crime de roubo que foi cometido 22 dias depois da sua entrada em território português. Foi o único de seis suspeitos a ser identificado, detido e condenado.


O crime aconteceu em Janeiro do ano passado, no dia 22 às 03.30, em Lisboa. O homem de 27 anos tinha chegado a Portugal no dia 1 do mesmo mês e desde que foi detido, logo na madrugada da ocorrência, não saiu mais da prisão. Da sentença do Juízo Local Criminal de Lisboa já houve decisão em recurso, com o Tribunal da Relação de Lisboa a confirmar a pena, rejeitando as questões colocadas pela defesa do arguido: a falha no reconhecimento do arguido pelo ofendido em audiência de julgamento, a qualificação do crime como roubo consumado e a não suspensão da pena.
Naquela madrugada do ano passado, um homem apanhou um táxi com o destino a ser o Porto de Lisboa, onde estava o navio em que trabalhava. Durante o percurso, o taxista, que as autoridades não conseguiram identificar (apenas se determinou que se tratava de veículo da marca Mercedes), parou junto a uma pensão. Nesse momento, um grupo de cinco indivíduos arrastou o homem para fora do táxi e levou-o para o interior da pensão. Ali retiraram-lhe 400 euros em dinheiro e o telemóvel que valia 300 euros. A vítima foi depois para um quarto onde surgiu um homem, o "refugiado", que lhe pediu os cartões bancários e os respetivos PIN. O suspeito terá deixado a divisão momentaneamente e regressado depois, gritando que o ofendido o havia enganado ao fornecer códigos PIN errado. Mas eram verdadeiros, apurou-se em tribunal. Descreve a sentença que o "refugiado" atirou depois os cartões ao chão e saiu do quarto.
(...)

O Ministério Público pediu a expulsão do território português após o cumprimento da pena mas o juiz indeferiu. Esta questão não foi analisada no acórdão da Relação de Lisboa, datado do dia 12 de Março.»

Sublinho: o MP pediu a expulsão do alógeno criminoso, mas o juiz indeferiu! E ninguém protesta!!! É que citar a bíblia para confirmar sentenças de primeira instância é imperdoável, mas deixar criminosos estrangeiros permanecer no nosso país é perfeitamente normal... Portugal é isto, um país onde as prioridades estão todas ao contrário! E não esquecer: há mais cinco "seres humanos como nós" que participaram no assalto ao homem que ia no táxi e nunca chegaram a ser presos!

A montanha pariu um rato...




Ou seja, os mesmos mé(r)dia que passam o tempo todo a dar-nos sermões sobre fake news estiveram os últimos dois anos a tentar perpetuar a notícia falsa de que Trump seria uma espécie de agente russo. E agora? Será que vamos ouvir ou ler um pedido de desculpas? Será que vamos ter pelo menos uma retracção das milhares de notícias, crónicas e artigos de "opinião" que davam como certa a hipótese de Trump ser uma marioneta de Putin?

É claro que não. Um dos maiores problemas do Ocidente é mesmo esse, os mé(r)dia são praticamente inimputáveis. Podem publicar tudo e mais alguma coisa, todas as mentiras e mais alguma, que raramente lhes acontece alguma coisa, raramente há consequências. A situação é particularmente grave aqui em Portugal, onde a esmagadora maioria dos "tugas" continua a engolir alegremente todas as tretas que a elite me(r)diática lhes enfia pela goela abaixo... eu perdi a conta às pessoas que, aqui no rectângulo, se convenceram de que Trump era mesmo um agente russo. Cheguei a ser insultado por algumas delas, apenas por lhes dizer que ainda não tinha visto quaisquer provas do famigerado "conluio". Um povo que se deixa manipular tão facilmente não merece ser livre. E grande parte dos nossos problemas decorre disso mesmo, engolimos demasiado facilmente todas as tretas que nos impingem...

domingo, 24 de março de 2019

«Filhos do feminismo» - o novo livro da Doutora Janice Fiamengo


      Aqueles que ainda não conhecem a Doutora Janice Fiamengo, antifeminista convicta e professora na Universidade de Otava, no Canadá, não sabem o que perdem. Esta mulher é um autêntico tesouro mundial, como as dezenas de vídeos de grande qualidade que ela já colocou no canal Studio Brulé permitem comprovar.




Nos últimos anos, a Doutora Fiamengo compilou relatos de vários homens cujas vidas foram destruídas pelos resultados práticos da ideologia feminista, desde vítimas de falsas acusações de violação, a homens cujo processo de divórcio os afastou permanentemente de todos os seus bens materiais e dos seus filhos, passando pela forma verdadeiramente CRIMINOSA como os jovens universitários do sexo masculino estão a ser ensinados a odiar-se nos estabelecimentos de ensino superior do país (des)governado pelo larilas Justino.  E, já agora, de praticamente todo o mundo ocidental, incluindo este (cada vez menos) nosso Portugal.

Esse relato deu origem ao livro "Sons of feminism" ou, em português "Filhos do feminismo", que contém os 25 relatos que a Doutora Fiamengo considerou mais relevantes:

«Feminist leaders tell us that men are entitled and powerful. Janice Fiamengo actually asked men what it is like to be male in a feminist culture -and they responded. These 25 stories may surprise you with their accounts of men belittled, disliked, dismissed, blamed, falsely accused, and discriminated against under law—all while being expected to apologize for their “male privilege.” The volume includes a substantial introduction by the editor, Janice Fiamengo, and an Appendix of Recommended Reading.»

Eu vou mandar vir uma cópia para mim, quanto mais não seja porque a Doutora Fiamengo merece o nosso apoio. Depois digo-vos o que achei...

Helena Matos sobre a diferença de tratamento dado pelos mé(r)dia aos diferentes terroristas


     A Helena Matos é uma das poucas escribas que ainda se aproveitam no cada vez mais abominável Observador da direitinha. Uma das razões para que assim seja é que ela tem uma capacidade notável de, em apenas alguns parágrafos, pôr em evidência a hipocrisia escandalosa dos donos disto tudo:
«Após uma leitura aturada dos jornais desta semana venho propor uma nova classificação para o terrorismo/terroristas. A saber:

1. O terrorista anti-islâmico que como o nome indica ataca mesquitas e muçulmanos. Na Nova Zelândia tivemos um caso claro deste tipo de terrorismo. Vimos o rosto e soubemos o nome deste terrorista. Não houve dúvidas sobre as suas intenções.

2. O terrorista. Apresentado unicamente como terrorista opera geralmente em África e na Ásia. Tem os cristãos como alvos. Mas nunca é apresentado como anti-cristão ou anti o quer que seja. É terrorista apenas ou preferencialmente “membro de grupo armado”. Não tem nome nem rosto. As suas vítimas são igualmente desprovidas de qualquer elemento que as identifique.
3. O terrorista sem motivação. Trata-se de um endemismo europeu: alguém que age como terrorista, faz atentados, fere e mata. Mas uma vez detido as autoridades têm dificuldade em detectar-lhe motivações terroristas mesmo que o terrorista dito sem motivações confesse, grite e reivindique o seu ódio aos cristãos e ao Ocidente. Numa evolução recente o terrorista sem motivação transformou-se no perturbado [ou como nós dizemos aqui no TU, "maluquinho"] que pratica actos que parecem terrorismo mas não são terrorismo. Ou só são admitidos como tal quando o atentado já desapareceu das notícias. Por exemplo, no atentado que teve lugar esta semana  em Utrech o terrorista até fez questão de redigir uma carta a dar conta das suas motivações mas mesmo assim  ainda não está claro que ele estivesse mesmo motivado.

O tipo da esquerda é um "terrorista anti-islâmico". O tipo da direita é apenas um "maluquinho".

4. O terrorista invisível autor de atentados não referidos. Em Itália um homem sequestrou esta semana um autocarro, com 51 crianças lá dentro. Amarrou-as e, em seguida, incendiou o autocarro. Anunciou-lhes que iam morrer porque ele queria protestar desse modo contra as mortes de imigrantes no Mediterrâneo. Após uma perseguição policial as crianças foram retiradas do autocarro em chamas e o homem em questão, um cidadão nascido no Senegal, foi detido e as crianças libertas. Graças ao efeito terrorista-invisível este atentado pouco foi noticiado. O terrorista invisível, autor de atentados ainda mais invisíveis é a versão mais moderna do terrorista sem motivação.

Actualização: o Ilo Stabet trouxe-nos aqui este link com o caso referido pela Helena no ponto 4. Muito obrigado, caro Ilo!

sábado, 23 de março de 2019

Três vídeos que vale a pena ver (67): o cancro da ideológia de "género"


1. Augustín Laje explica como a ideologia de "género" é nociva para a sociedade - e não só para o indivíduo - e as consequências de seguir a agenda internacional que impõe essa bandeira. 



2. Sean McDowell, Professor Associado de teologia e de filosofia na Universidade de Biola (em Os Anjos, Califórnia -não, não é Los Angeles, eu não sou espanhol e por isso não tenho que escrever em espanhol!), mostra-nos vários exemplos de como as tentativas de transformar meninos em meninas e vice-versa falham estrondosamente.



3. Para terminar, Maria Helena Costa, que tem sido a principal oradora das palestras contra a ideologia de "género" promovidas pelo PNR, denuncia a doutrinação escandalosa a que as nossas crianças estão a ser sujeitas nas "nossas" escolas. Ela tem um blogue intitulado "Ideologia de Género [Sexo]", que adicionei à Blogosfera Relevante, no qual ela tem denunciado muitas situações inacreditáveis e que eu considero até  abuso infantil.

Cinema "português": propaganda pró-mestiçagem revoltante


Um muito obrigado! ao Fuas Roupinho por nos ter trazido aqui este vídeo que mete nojo aos cães, às pulgas e até aos vermes dentro das pulgas. Trata-se do trailer de um filme "tuga" de que, felizmente, eu nunca tinha ouvido falar, mas que é do mais cretino que existe. O Fuas Roupinho resumiu muito bem o que está em jogo no seu comentário:

«Afonso, repara no novo filme português a estrear esta semana, o herói escurinho, contra os polícias brancos portugueses malvados e a branca loira que fica com ele. A narrativa nunca muda é sempre isto, estão mesmo apostados em acabar com os portugueses brancos.»

Perfeito! Em três linhas, ficou tudo dito. É para mim um motivo de grande orgulho ter aqui no TU vários leitores com a inteligência do Fuas Roupinho. Durante muitos anos, eu tive (e continuo a ter) grandes dificuldades em fazer entender às pessoas a enorme toxicidade dos nossos mé(r)dia. A par do sistema (des)educativo, os mé(r)dia são os principais responsáveis por moldar o imaginário e a mundivisão dos nossos jovens, lavando-lhes o cérebro bem lavadinho logo desde tenra idade. É a esse processo que eu chamo guerra cultural, que mais não é do que a aplicação prática da Teoria Crítica. A Direita ocidental tem perdido essa guerra de uma forma verdadeiramente espectacular, porque não tem sabido contrariar a formatação ideológica imposta pelo esquerdalho e pela direitinha neoliberal.

Vejam bem esta valente merda, caros leitores. Faço notar que este não é o primeiro filme deste género, já nos anos 90 houve o famoso "Zona J", outro verdadeiro nojo de filme financiado em parte com o dinheiro dos nossos impostos e em que um preto e uma branca viviam um "amor proibido", acabando por se suicidar por term sido "rejeitados pela sociedade". Vejam e digam de vossa sentença! 


sexta-feira, 22 de março de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 50


     Aqui fica mais um episódio da excelente e cada vez mais relevante série "Portugal Desintegrado", da autoria do nosso já conhecido amigo e camarada Ilo Stabet. Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes.
 
Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!




Para verem mais episódios da série "Portugal Desintegrado" cliquem no separador "Portugal Desintegrado", por debaixo do título deste blogue. 

Já agora,  quem estiver interessado em ouvir na íntegra a música que o Ilo usou para abrir a série, aqui fica uma versão mais ou menos decente: