Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia. Ela foi redigida em português do Brasil, por isso tenham paciência...
«O Facebook vai ampliar a sua definição de "discurso de ódio" para enquadrar "nacionalistas brancos" e "separatistas brancos." Anteriormente, a empresa permitia postagens desses grupos, apesar de proibir há muito tempo a "supremacia branca".»
"A longo prazo, a minha rede social terá apenas globalistas e guerreiros da (in)justiça social!"
«Numa publicação nesta quarta-feira (27), a rede social disse que anteriormente ligava expressões do nacionalismo branco a conceitos mais amplos de nacionalismo e separatismo - como o orgulho americano ou o separatismo basco, ambos ainda permitidos.
Mas grupos de defesa dos direitos civis e académicos chamaram essa visão de "equivocada" e há muito pressionam a empresa a mudar sua postura. O Facebook diz que concluiu após meses de "conversas" com eles que o nacionalismo e o separatismo branco não podem ser significativamente separados da supremacia branca e dos grupos de ódio organizados.»
Perceberam o que aconteceu aqui, caros leitores? "Grupos de defesa dos direitos civis e académicos"! Os nacionalistas bem podem espernear contra a censura do Facebook e têm bastantes razões para isso. Mas culpar apenas o Facebook é uma atitude extremamente míope. O grande problema é que houve pessoas e grupos de interesse que pressionaram o Facebook a agir, i.e. houve alguém que se mexeu em nome da sua mundivisão e objectivos políticos... enquanto os nacionalistas, conservadores e direitinhas em geral cruzaram os braços!
Quando eu falo em guerra cultural é precisamente a isto que me refiro. A esta poderosíssima influência sore a sociedade a todos os níveis. O esquerdalho sabe fazer lobbying, sabe influenciar a opinião pública e pressionar as figuras-chave da sociedade, mesmo que essas figuras-chave sejam líderes das corporações mais poderosas do mundo. É por isso que temos a Gillette a fazer anúncios misandristas, a Disney a fazer filmes cheios de engenharia social multirracialista e homossexualista, a Starbucks a oferecer empregos aos "refugiados" e o Twitter e o Facebook a censurar opiniões antiglobalistas. O mundo é de quem melhor sabe lavar o cérebro das pessoas, o mundo é de quem melhor sabe perpetuar a sua narrativa.





