quinta-feira, 7 de março de 2019

O vice-reitor da Universidade de Kingston pede acção afirmativa nas notas escolares!


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia absolutamente surreal publicada no inenarrável Al-Guardian, o jornaleco neomarxista e pós-modernista do Reino Unido que serve de inspiração aos "nossos" Al-Público e Diário de Noticiazinhas (e até ao próprio Observador da direitinha, que republica artigos do Al-Guardian de vez em quando).

Quando li os escritos que vou reproduzir a seguir pela primeira vez, eu não me apercebi do quão grave é o caso. É que eu julguei que a notícia tinha sido escrita por um alucinado neomarxista lá do pasquim, como é habitual. Só depois reparei que o seu autor era nada mais, nada menos, que o vice-reitor da Universidade de Kingston!

Vamos começar pelo título e primeiro parágrafo, que resumem logo o essencial:

«As universidades deviam ser castigadas por darem notas mais baixas aos estudantes negros
O governo devia julgar o ensino universitário com base na forma como promove a igualdade e a diversidade.»

Promissor, não é? Não vou publicar aqui o resto, porque não estou para ter a trabalheira de andar a traduzir para depois praticamente ninguém ler. Quem quiser, pode deliciar-se com a maravilha aqui.

Vou só comentar a ideia central do artigo: o vice-reitor da Universidade de Kingston, a criatura de beleza arrebatadora que podem ver na fotografia abaixo, acha que as universidades da Grã-Bretanha não têm feito o suficiente para promover a "diversidade". A prova, segundo o Estêvão, é que os alunos negros continuam a ter notas mais baixas do que os alunos brancos. Ele cita números relativos ao ano lectivo de 2016-2017, em que "apenas" 66% dos alunos de "minorias" étnicas obtiveram um diploma académico, enquanto o número equivalente para os alunos brancos foi 79,6%.



Steven Spier: vice-reitor da Universidade de Kingston e soyboy extraordinaire!


Ora bem, qualquer nacionalista minimamente atento reconhecerá imediatamente a falácia no "raciocínio" do Estêvão: se o QI médio dos habitantes da África subsariana ronda apenas os 70 pontos, enquanto o dos alunos brancos ronda os 100 pontos, os alunos negros não estão sub-representados nas estatísticas, mas sim sobre-representados, ao contrário do que ele afirma.

Ora reparem, caros leitores: 


Aliás, mesmo que consideremos que os estudantes negros do Reino Unido são um pouco mais inteligentes do que os africanos, os brancos ainda saem a perder. Por exemplo, se admitirmos um QI médio de 80 pontos, teremos 66/80 = 82,5%.

Resumindo e concluindo: agora que já temos acção afirmativa para as vagas em várias universidades ocidentais, há quem queira também alargar o âmbito da acção afirmativa aos resultados académicos! Porque a guerra à raça branca nunca vai acabar, por mais "direitos" e "conquistas" que as outras raças obtenham no Ocidente. Esse é ponto crítico a reter, a engenharia social que visa exterminar a raça branca nunca vai parar. É por isso que não há alternativa ao Nacionalismo, por mais que os líderes nacionalistas possam deixar a desejar nalguns aspectos. O esquerdalho e a direitinha não vão parar. Os mé(r)dia não vão parar. As elites académicas não vão parar. E quem os controla a todos a partir dos bastidores não vai parar: a raça branca é mesmo para acabar!

quarta-feira, 6 de março de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 48: Prioridades do Avesso


     Aqui fica mais um episódio da excelente e cada vez mais relevante série "Portugal Desintegrado", da autoria do nosso já conhecido Ilo Stabet. Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes.
 
Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!

O PNR teve sucesso: Jean Wyllys desiste de se refugiar em Portugal


Da página oficial de internet do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«Como anunciado, nos dias 26 de Fevereiro, em Coimbra, e 27 em Lisboa, o PNR protestou contra a presença de Jean Wyllys em Portugal, o ex-deputado brasileiro do PSOL (partido de extrema-Esquerda), a convite da Universidade de Coimbra e da Fundação Saramago – ou seja, pago com o nosso dinheiro – para proferir duas conferências repletas de lixo ideológico, mentira e ódio aos valores normais e tradicionais de uma sociedade. 




Se esta impunidade moral da extrema-Esquerda, que tanto dano faz à sociedade – ao dominar a educação, a universidade e a comunicação social – é, para muitos, motivo de um encolher de ombros, para o PNR não é! Não podíamos nem devíamos calar diante da afronta que tal convite constituiu.

No dia 26, manifestámo-nos junto à Universidade de Coimbra e enfrentámos uma contra-manifestação muito maior, promovida por partidos e movimentos de extrema-Esquerda que facilmente mobilizam jovens manipuláveis, subsídio e bolso-dependentes, doutrinados por dentro, pela cartilha do marxismo cultural, e estereotipados por fora, pelo aspecto piolhoso. Viveram-se momentos de tensão entre os quais o momento em que uma extremista despejou um copo de purpurinas na cabeça de um dirigente do PNR. Isso, como se viu, passou completamente ao lado da indignação selectiva da comunicação social que apenas se deteve no facto de militantes do PNR (um deles anónimo, encarregue de fazer as filmagens que divulgámos) no interior do auditório da universidade, terem interrompido a “douta palestra” do convidado “respeitável” com o arremesso de um ovo que só não acertou no próprio Jean Wyllys (o tal que cuspiu em Bolsonaro) devido à intercepção do objecto voador por parte de um segurança.

No dia seguinte, em Lisboa, levámos a cabo novo protesto em frente à Casa do Alentejo, onde nova sessão de mentira e lixo foi proferido com o apoio entusiástico de esquerdistas nacionais e brasileiros que ali acorreram para ouvir o guru de serviço, sendo que mais de metade não tiveram e lugar lá dentro e tiveram de se contentar em contra-manifestar-se na rua contra o PNR.

Entretanto, no interior, já quase no fim da conferência, um assistente levantou-se, abriu o casaco e deixou a descoberto a t-shirt com a imagem do “Capitão” enquanto gritou: “Jair Bolsonaro”! Novamente surpreendidos, como na véspera, os esquerdistas expulsaram-no do recinto, entre urros e cânticos, tendo ele vindo juntar-se a nós.

As duas acções do contaram com a presença de brasileiros de Direita, a residir em Portugal, que se juntaram aos apoiantes do PNR. Jean Wyllys confessou à imprensa que não equaciona refugiar-se em Portugal – enquanto foragido da Justiça brasileira – pois aqui não teria sossego. Pois não teria mesmo! O recado ficou dado.»

Ben Shapiro denuncia a incoerência de algumas figuras públicas pró-aborto (com legendas)


     A Marcha Pela Vida é um evento anual na capital dos Estados Unidos da América (Washington), em que os opositores do aborto se reúnem para protestar, nas palavras dos seus organizadores, contra "a maior violação dos direitos humanos do mundo moderno, o aborto a pedido". 

Na edição deste ano, que teve lugar no passado dia 18 de Janeiro, o pequeno Ben Shapiro (fujam, nazionaliztaz, fujam que ele é judeu!) fez uma interessante intervenção em frente ao Capitólio, a casa do Congresso dos Estados Unidos, no qual apontou a incoerência do discurso de algumas figuras públicas que defenderam publicamente o crime do aborto.

A tradução não é perfeita e o tamanho das legendas é demasiado pequeno mas, ainda assim, o vídeo vale a pena, quanto mais não seja para reforçarmos o nosso argumentário antiaborto.

Em Marrocos: camião português atacado por "jovens" que quereriam vir para a Europa


      O Correio Manhoso (CM) publicou hoje esta notícia sobre um casal de camionistas portugueses que terá vivido uma situação de aperto em Marrocos. A leitura integral da notícia está reservada aos assinantes do CM, mas há algo que salta à vista no pouco que nos é permitido ver a nós, comuns mortais:

"Parecia um filme de terror": Casal vive pânico com imigrantes em Marrocos
Veículos portugueses apedrejados e invadidos por grupo de "jovens" que tencionava entrar ilegalmente na Europa.

Apedrejados? Que comportamento tão estranho por parte de quem quereria usar os camiões como veículo de transporte para entrar na Europa. Eu sei que os "jovens" destas paragens não devem muito à inteligência, mas até eles deverão compreender que atirar pedras aos camionistas portugueses apenas faria com fugissem! Há aqui algo mais... algo que o CM não nos quer dizer, mas que fica bastante claro ao olhar para o tipo de mercadoria que os camiões em causa transportavam:




Reparem nas letras na parte de baixo do camião, caros leitores: "Transporte de Animais Vivos"! O casal de camionistas descreveu o sucedido desta forma:

«"Parecia um filme de terror. Passámos ali duas horas a tentar tirá-los do camião, mas quantas mais vezes parávamos, mais apareciam. Atiravam pedras e paus aos camiões para nos obrigarem a parar e nem a Polícia respeitavam. Foram duas horas de pânico".»



Pois é... eles só queriam vir para a Europa, pá! A carga dos camiões não tinha nada a ver com a sua fúria!... Enfim, vai ser bonito quando os canalhas não-eleitos da UE cumprirem o seu sonho globalista de transformar a União do Mediterrâneo a uma espécie de UE + Norte de África! Vamos ter "jovens" destes por todo o lado...


O feminismo venceu, Portugal perdeu: Neto de Moura já não vai julgar mais casos de violência doméstica


      A caça às bruxas me(r)diática surtiu o efeito pretendido: o juiz Neto de Moura vai deixar de julgar casos de violência doméstica. Tal como tem acontecido um pouco por todo o Mundo Ocidental, a (i)moralidade esquerdalhista de fazer dos homens o epicentro de toda a violência doméstica, perseguindo activamente todos os não respeitarem esse paradigma, prevaleceu.

É realmente assombrosa a forma como um grupelho de cretinos "bem pensantes" tem tamanha influência sobre a sociedade portuguesa, a ponto conseguir fazer com que um juiz do Tribunal da Relação do Porto seja transferido de secção.

A pergunta é inevitável: se eles conseguem fazer isto a um juiz, o que não conseguirão fazer ao cidadão comum?... Como escrevi antes, aqui no Ocidente, o verdadeiro poder está nas mãos dos mé(r)dia. Esta é a lição que todos os Nacionalistas e amantes da liberdade devem retirar deste caso.

Triste futebol: Portugal exporta o Pretogal


      Quem segue este blogue regularmente sabe que eu fiz em tempos uma previsão bastante funesta para o futebol europeu: um dia, há-de acontecer às equipas de futebol europeias o que já aconteceu às equipas de basquetebol norte-americanas, i.e. serão todas constituídas por "jovens" ou quase.

Fui bastante gozado por esta previsão, mas o tempo vai-me dando razão: o que começou por ser um fenómeno circunscrito apenas às grandes ligas, estendeu-se depois às divisões menores e aos campeonatos regionais, como mostrei por exemplo aqui. Mas o PRAC (processo de africanização em curso) continua, muito graças aos portugueses, que continuam pioneiros da globalização e da mestiçagem, como veremos a seguir. Um muito obrigado ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia sintomática:
«Gilson Correia (ex-Peniche), 21 anos, assinou esta segunda-feira contrato com o IBV Vestmannaeyjar, equipa da primeira liga islandesa, válido por uma época desportiva.»


«O central guineense vai ser orientado pelo treinador português Pedro Hipólito e ser companheiro de equipa de Rafael Veloso, Telmo Castanheira e Diogo Coelho numa equipa que irá lutar pelo acesso às competições europeias esta temporada.  
Com passado na formação de Estoril Praia e Belenenses, Gilson dá o salto do terceiro escalão do futebol português para uma primeira liga europeia, num negócio intermediado pela empresa portuguesa KSirius Football Management.»

Reparem, caros leitores: treinador e companheiros portugueses, empresa de transferências portuguesa. Como se já não bastasse terem transformado o futebol português numa salgalhada multirracial de meter nojo aos cães, os futeboleiros "tugas" estão a espalhar essa desgraça pelo mundo!

Nos últimos dois campeonatos de futebol da Europa (selecções), a Islândia foi a única selecção a alinhar quase exclusivamente com jogadores europeus. Isso vai muito provavelmente mudar no futuro...

terça-feira, 5 de março de 2019

A direitinha toda partidinha


      Não sei o que está a acontecer aos direitinhas aqui do rectângulo mas, nos últimos anos, parecem ter contraído a mesma doença aparentemente incurável que, durante décadas a fio, tem afectado o Nacionalismo português: cada cabeça, sua sentença.

Escrevo isto porque depois do Aliança do Santana (f)Lopes, do Iniciativa Liberal dos betinhos da FEP e do Chega do André (des)Ventura (este último ainda à espera de aprovação por parte do Tribunal Constitucional), temos agora mais um projecto de partido da direitinha, o Partido Libertário:




É realmente difícil destrinçar diferenças entre todos estes novos partidos, uma vez que, no essencial, o seu ideário político é mais ou menos transversal: menos Estado e menos despesa, promessas eternas e eternamente adiadas dos "velhinhos" PSD e do CDS, um autêntico clássico da demagog... eeer.. perdão, da essência política da direitinha. E claro, nada sobre identidade, sobre imigração, sobre a defesa da nossa civilização ou sobre como aumentar a nossa taxa de natalidade. Essas coisas são demasiado "reaccionárias" para o bom direitinha, que gosta de muito da liberdade de mercado mas despreza o conservadorismo "retrógrado" e "antiquado" das "mentes tacanhas, provincianas e inimigas da liberdade de escolha".

Confesso que ainda não percebi se isto é ou não positivo para o futuro do Nacionalismo. Só o tempo dirá. Mas de uma coisa estou convencido: esta direitinha toda partidinha é um autêntico maná para o esquerdalho. O monhé em S. Bento das manhãs da Cristina, em particular, só pode rir à fartazana com tudo isto!

O preço do anti-Cristianismo primário


     Os nacionalistas que combatem o Cristianismo de uma forma fanática -e a meu ver, absolutamente contraproducente-, deviam pôr os seus olhinhos indignados nesta notícia sintomática:

«Na passada sexta-feira [01-Mar-2019], cerca de 600 crianças foram retiradas de uma escola primária, na comunidade de Parkfield, em Birmingham, em protesto contra o programa "No Outsiders" - em português, "sem pessoas de fora" -, um programa que visa promover o fim da homofobia. O movimento teve início por parte de pais e mães muçulmanos, que afirmam que os seus filhos estão a sofrer uma "lavagem cerebral".


Fatima Shah, mãe de uma aluna da escola de Parkfield afirma que "os homossexuais deveriam ser tratados com respeito", no entanto, condenou o programa, afirmando que este é "desapropriado e completamente errado". Shah defende que 98% dos alunos da escola são muçulmanos e que é errado dizer-lhes que ser homossexual está certo, visto a homossexualidade ser proibida no Islão. "A educação sobre relações sexuais está a ser dada sem o nosso consentimento. Nós não fomos informados sobre o que está a ser ensinado", defende.»

Quando um casal cristão retira os seus filhos de uma escola, começa-se logo a discutir se o Estado não devia obrigar os pais a submeter as suas crianças à "educação tolerante e progressista". Será que vai acontecer o mesmo no caso dos casais muçulmanos? Vamos ver:

«Os pais justificam a atitude de terem retirado os filhos da escola devido a sentirem que os seus direitos estão a ser postos em causa e que a homossexualidade está "a ser promovida agressivamente". Também se pode ler na publicação feita pela comunidade que petições e tentativas de diálogo por parte dos pais foram ignoradas pela escola, o que levou ao protesto da manhã de dia 1. Durante o protesto, as crianças seguraram cartazes com mensagens como "deixem as crianças serem crianças" e "parem de explorar a inocência infantil".
Depois do protesto de sexta-feira, o conselho directivo da escola reuniu com o comissário das escolas regionais e com os pais dos alunos e decidiu acabar com o programa até depois da Páscoa, pelo menos, para poder abordar o assunto com os pais e ter a sua opinião em conta.
(...) O ministro das escolas, Nick Gibb, disse ser importante as escolas terem em consideração, as crenças religiosas dos seus alunos quando decidem entregar certos conteúdos para garantir que os tópicos são tratados de maneira apropriada.»

Ou seja: contrariamente ao que sucede quase sempre quando os pais são cristãos, a escola e o próprio Estado (pela voz do ministro da escolas) cederam à pressão dos pais muçulmanos!

Os nacionalistas anticristãos deviam pensar nisto seriamente: se os muçulmanos podem ser abertamente "homofóbicos" e serem recompensados por isso, enquanto os cristãos "homofóbicos" são perseguidos activamente por várias organizações a começar pelo próprio Estado, o que é que acham que os cristãos "homofóbicos" vão tender a fazer com o tempo? Converter-se ao Islão, evidentemente! 

Não, isto não é uma fantasia e um exagero da minha parte, conheço cada vez mais cristãos que elogiam abertamente o Islão, não devido a uma formatação ideológica de pendor multiculturalista, mas por entenderem que o Islão pode desempenhar um papel de regulação dos costumes da sociedade que o Cristianismo já não pode.

Já sei que a resposta de algumas pessoas a isto vai ser "ai, isso resolve-se com mais educação, mais cidadania e mais civilização." Tretas! A tolerância dos ocidentais para com os sodomitas decorre da doutrinação massiva por parte dos mé(r)dia e do sistema (des)educativo, pelo que os muçulmanos, ao rejeitarem naturalmente a nossa sociedade e modo de vida, estão geralmente imunes a essa formatação! Já disse isto várias vezes, mas vou repeti-lo novamente: as sociedades humanas ainda não estão preparadas para viver totalmente sem religião, sem um sentido maior para a nossa existência. Isso significa que haverá sempre religião na sociedade. E se nós acabarmos com uma grande religião, outra religião da mesma dimensão surgirá no seu lugar.

Pedro Varela: «A dimensão desconhecida»


Via José Silva (YouTube)

      Aqui fica uma palestra muito interessante proferida pelo célebre nacionalista Pedro Varela, dono da Livraria Europa, em Barcelona, no passado dia 16 de Fevereiro. Devo dizer que não concordo com tudo o que é dito, mas o conceito da "dimensão desconhecida" é bastante certeiro no contexto da guerra cultural que mencionei na posta anterior.

Os casos de Neto de Moura e de Donald Trump...


...ilustram perfeitamente quem é que realmente detém o poder no Ocidente. Não são as autoridades. Não é a Justiça. Nem sequer são os pulhíticos, por mais incrível que pareça.

Nada disso, o à-vontade descarado, a presunção de superioridade moral e a ferocidade asinina com que os "humoristas" da nossa praça têm atacado o juiz do Tribunal da Relação do Porto, tal como a campanha de fake news incessante dos mé(r)dia norte-americanos contra o Presidente Trump, mostram-nos que o verdadeiro poder está nas mãos dos mé(r)dia

É disto que se trata quando eu e outros nacionalistas falamos em guerra cultural. E é precisamente essa guerra que as Direitas do Ocidente têm perdido de forma sistemática. Aliás, a Direita em geral nem sequer percebe a realidade da guerra cultural, pelo que não tem comparecido no campo de batalha.

A grande consequência disto tudo é que hoje praticamente todos os veículos me(r)diáticos estão nas mãos dos globalistas, sejam direitinhas, sejam esquerdalhistas. E quem controla a narrativa, controla o futuro...

Atenção, isto não é populismo!




Isto, segundo os entendidos, é exercer a democracia!...

Dennis Prager: «A pergunta mais importante sobre o aborto (com legendas)


     Numa altura em que até já alguns "nacionalistas" são a favor do aborto (porque a natalidade dos nativos europeus não interessa para nada, aparentemente), é cada vez mais importante munirmo-nos de argumentos consequentes para podermos rebater facilmente todos aqueles que perderam o respeito pela vida, pela inocência daqueles que não se podem defender e pela dignidade do ser humano.

É a pensar nisso que deixo aqui este excelente vídeo do Dennis Praguer (fujam nazionaliztaz, fujam, que ele é judeu!).

segunda-feira, 4 de março de 2019

O cúmulo do nojo: (des)governo português pede desculpa a Angola pelas agressões dos "jovens" do bairro da Jamaica às autoridades portuguesas


Via O Cavaleiro do Apocalipse

     A subserviência cretina da nossa classe pulhítica para com o terceiro mundo lusófono nunca deixa de me surpreender: por mais que já tenham vendido Portugal a retalho e conspurcado o nome da nossa nação como se de uma reles rameira se tratasse, eles conseguem arranjar sempre novas formas de nos enterrar ainda mais no lodo da falta de carácter:

«O Governo angolano garantiu esta segunda-feira que "não existe qualquer irritante" nas relações entre Angola e Portugal, salientando, paralelamente, que o "Caso Jamaica", com críticas à actuação da polícia, está ultrapassado, depois de uma actuação "discreta" das duas partes.
Em conferência de imprensa realizada hoje em Luanda, destinada a fazer o "lançamento" da visita a Angola do Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, que começa oficialmente quarta-feira, Manuel Augusto lembrou que as autoridades angolanas acompanharam, em conjunto com as congéneres portuguesas, o assunto desde o primeiro momento.
"Desculpem! Perdão! Clemência! Eu chupo... eeeer... perdão, eu faço o que for preciso!

«Em causa o incidente entre moradores angolanos daquele bairro, no concelho do Seixal, e a polícia, ocorrido em Janeiro e que deu origem depois a uma manifestação realizada em Lisboa, em que se registaram incidentes entre manifestantes e polícias.
Manuel Augusto escusou-se a comentar o tratamento que as autoridades e a imprensa de Portugal deram ao assunto, considerando uma "matéria interna" portuguesa, apesar das críticas, nos dois países, à actuação da polícia.
(...) "Quero aqui assegurar que o Governo angolano, através dos seus representantes em Portugal, assumiu as suas responsabilidades, estabeleceu pontes de diálogo com as autoridades portuguesas, condenou o uso excessivo da força, tal como também o fez tem relação ao respeito às autoridades (policiais portuguesas). Tivemos uma atitude permanente, sem muito barulho, mas eficaz", salientou.
Por outro lado, Manuel Augusto salientou ter estado em contacto com o homólogo português, Augusto Santos Silva.
"Teve a hombridade de me ligar, não só para apresentar desculpas, mas também para sublinhar a forma, com sentido de Estado, como as autoridades angolanas reagiram", sublinhou.»

Fabuloso! Os "jovens" agridem a polícia; a polícia, logicamente, reage... mas no final, ainda acabamos de joelhos, todos nós portugueses, a pedir desculpa a Angola através do nosso inenarrável ministro dos Negócios Estrangeiros! Mas que puta de nojo!!!

E reparem bem na contradição gritante, caros leitores: então os "jovens" da Jamaica não são portugueses de pleno direito?! Que tem a Angola de meter o bedelho em assuntos entre portugueses? E que tem o governo português de pedir desculpa a Angola por causa de quezílias entre portugueses? Ou será que afinal isso da raça e da nacionalidade não é bem a história da Carochinha que as "nossas" elites e os genocidas globalistas querem fazer vingar?...

Triste futebol: em Espanha, há vida para além dos "jovens"!


      Só não é vida europeia... e claro, o Observador da direitinha, como bom jornal globalista e liberalzinho, não podia deixar de glorificar esta nojice:

«Depois de se tornar apenas o segundo chinês a jogar em Espanha, Wu Lei [nome tipicamente espanhol] entrou este sábado para a história do futebol chinês e do futebol espanhol ao marcar o primeiro golo de um jogador daquele país asiático na La Liga.»

 Tem mesmo cara de catalão, não tem?

«O terceiro golo da vitória caseira do Espanyol frente ao Valladolid (3-1) foi o concretizar de algo por que os adeptos do clube da Catalunha esperavam desde que Wu Lei chegou a Barcelona: afinal, e mesmo com os rumores de segundas intenções e interesses pré-estabelecidos, a verdade é que os apoiantes do Espanyol se mostraram entusiasmados com a contratação do avançado desde a primeira hora e fizeram questão de o demonstrar.»

Sublinho, "desde a primeira hora"! O que vale é que "o futebol é um desporto identitário, pá!", senão então é que teríamos um enorme descalabro! 

«Cerca de duas semanas depois de se mudar para Espanha, Wu Lei já era o jogador do Espanyol que mais camisolas vendia. Nesse período, as lojas oficiais do clube venderam mais de 400 camisolas com o nome do jogador chinês e o número 24 e o clube aproveitou a euforia para lançar uma campanha de edição limitada que incluía 100 camisolas de Lei, Borja Iglesias e Marc Roca, os três jogadores que mais merchandising vendem, com os respectivos nomes escritos em caracteres castelhanos e chineses. O entusiasmo com a chegada do chinês de 27 anos ficou patente também através das redes sociais, onde Wu Lei já leva mais de 2 milhões de seguidores — algo insignificante face aos 76 milhões de Cristiano Ronaldo mas relevante em comparação aos 400 mil do próprio Espanyol.»

Mas não percam o próximo jogo do clube do vosso coração, hã! Não quero que o desaparecimento da raça branca atrapalhe o vosso amor pela camisola!!!