A pouca-vergonha me(r)diática não acaba. São 'fake news' atrás de 'fake news', numa sequência aparentemente interminável... a propósito, tomem bem nota dos comentários dos muçulmanos ao incêndio.
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quinta-feira, 18 de abril de 2019
Paul Joseph Watson denuncia mais 'fake news' dos cabrões esquerdalhistas do Buzzfeed a propósito do incêndio de Notre-Dame (com legendas)
terça-feira, 16 de abril de 2019
Uma breve nota sobre o grande incêndio que consumiu ontem grande parte da mais importante catedral da Europa
Ainda não se sabe ao certo o que provocou o incêndio que podia ter destruído completamente um dos mais importantes e emblemáticos monumentos históricos de toda a civilização europeia. Mas sabemos o seguinte:
▪ Em França, várias igrejas foram atacadas e vandalizadas só desde o início deste ano. Algumas delas foram mesmo incendiadas, conforme se pode ler aqui e também aqui.
▪ A tendência é semelhante no resto da Europa, mas os números são particularmente impressionantes em França; conforme se pode ler aqui, terá havido 1063 ataques contra igrejas francesas, só em 2018.
▪ Muitos muçulmanos "franceses" (e não só) celebraram o incêndio da catedral de Notre-Dame nas redes socais.
▪ Um pouco por toda a Europa, os actos de vandalismo contra igrejas e estátuas cristãs estão a tornar-se cada vez mais frequentes. Eu já reportei vários aqui no TU, mas aqui fica mais um muito recente, que teve lugar na Alemanha.
▪ E, mais importante de tudo, já tinha havido, no passado, muçulmanos "franceses" que tinham planeado atacar a catedral de Notre-Dame, conforme se pode ler aqui.
Portanto, mesmo que o incêndio de Notre-Dame não tenha tido mão criminosa (e provavelmente jamais será revelado se teve ou não), é difícil não ficarmos com a pulga atrás da orelha...
Leituras complementares:
Fogo posto pelos Maome(r)das na catedral de Notre Dame em Paris (Escólios)
Deus existe para quem tem fé e para quem não tem (Porta da Loja)
Notre-Dame, símbolo do catolicismo (Alerta Digital, artigo em espanhol)
quinta-feira, 28 de março de 2019
Em Itália: imã fanático é "convidado de honra" na Feira da Esperança de Milão
As feministas irão em breve manifestar-se contra isto. Mas mesmo muito em breve! Ainda antes de morrermos todos! É "limpinho, limpinho", como dizia o Jesus da Amadora...
«O imã Jassem Al-Mutawa é um dos convidados de honra da Feira da Esperança de Milão, um evento levado a cabo pela ONG internacional Islamic Relied. No entanto, o convite está a gerar polémica em Itália, isto porque o clérigo muçulmano ficou conhecido por ir a um programa de televisão ensinar as melhores técnicas para os homens baterem nas mulheres para as disciplinar.»
«A menos de um mês do evento, que vai decorrer nos dias 20 e 21 de Abril, o jornal italiano II Giornale publicou a notícia, depois de uma denúncia de um especialista em assuntos islâmicos, Lorenzo Vidino.
“Um marido que bate na mulher por vingança ou maldade comete um pecado. O objectivo da agressão é passar uma mensagem, dizer: ‘Não estou agradado com o teu comportamento, começa a comportar-te bem’”, diz Al-Mutawa, no vídeo disponível no Youtube.»
Atenção agora, que este parágrafo é muitíssimo interessante:
«“Hoje, os ocidentais criticam-nos por causa de batermos nas mulheres, no Islão. Mas nenhuma mulher muçulmana morreu por causa das agressões do marido. E se isso alguma vez acontece nas nossas sociedades é considerado muito raro e todos os jornais falam disso. Porém, de acordo com as últimas estatísticas da ONU, de 1999-2000, a cada 12 segundos uma mulher é espancada pelo marido nos Estados Unidos. Em alguns casos, estas agressões levam à morte da mulher”, acrescenta ainda.
O mesmo programa onde o clérigo muçulmano participou também já havia tido uma secção onde ensinava as mulheres a cobrir com maquilhagem as marcas de maus-tratos.
Beppe Sala, presidente da Câmara de Milão, já foi chamado a intervir.»
Ora, eu não faço a mínima ideia se as estatísticas mencionadas pelo "clérigo" islâmico são verdadeiras ou não. Duvido muito que os países islâmicos as compilem adequadamente. Mas eu não ficaria admirado se houvesse alguma verdade nelas. Que fique bem claro que eu não defendo que os homens possam bater nas mulheres. Não quero de forma alguma legitimar aquilo que os muçulmanos fazem.
Mas estou cada vez mais convencido de que muita da violência doméstica a que assistimos no Ocidente decorre precisamente do declínio da masculinidade dos homens europeus e norte-americanos. Um homem masculino sabe perfeitamente que, se a sua mulher se portar mal, for infiel ou injusta para com ele de alguma forma, ele pode arranjar outra facilmente. Homem que é homem sabe que a melhor forma de exigir respeito é estar disposto a sair pela porta fora se for abusado. Um homem feminino, pelo contrário, não acredita no seu valor, pelo que acha sempre que jamais conseguirá substituir a mulher que tem a seu lado. Por conseguinte, ele é capaz de fazer tudo para manter a sua mulher junto de si, podendo ir até ao extremo de matá-la. Como dizia aquela canção dos Guns N' Roses, "I used to love her, but I had to kill her. I knew I'd miss her, so I had to keep her."
Esta coisa de os homens muçulmanos poderem bater à vontade nas suas mulheres é evidentemente uma desgraça, mas se o paradoxo mencionado por este clérigo for mesmo verdade, então há uma reflexão que nós, ocidentais com a puta da mania que somos superiores, temos obrigatoriamente de fazer: como é que se explica esta contradição?...
terça-feira, 12 de março de 2019
O estado do Ocidente: alemães fogem em pânico durante o funeral de uma mulher assassinada por um iminvasor tunisino
E porque é que fugiram em pânico? Porque um "pobre coitadinho fugido à guerra" entrou na igreja e gritou 'Allahu Akbar!' (Alá acima de todos):
«Na cidadde de Worms, mais de 500 pessoas participavam no funeral de Cynthia R., uma jovem de 21 anos que fora assassinada pelo seu namorado Ahmed T., de 22 anos. A jovem Cynthia tinha acedido a usar o hijabe e aprender a língua árabe para agradar ao seu namorado requerente de asilo.»
Ahmed T. e Cynthia R., antes da islamização da jovem alemã.
«No entanto, Ahmed já sabia que ia ser deportado. Ele tinha abusado do generoso sistema de segurança social alemão usando três nomes diferentes. Exigiu então que Cynthia regressasse com ele à Tunísia, mas a jovem recusou. Furioso, Ahmed assassinou a jovem esfaqueando-a mais de 10 vezes no pescoço, pulmões, costas e mãos.»
Cynthia R. e Achmed T., depois da islamização da jovem alemã. O piscar de olho é para nós, cornos mansos europeus.
«O funeral foi arruinado quando um homem entrou na igreja, estendeu os seus braços e mãos e gritou: 'Allahu Akbar!' (Alá acima de todos). Isto fez com cerca de 20 pessoas fugissem a correr da igreja, em pânico, e algumas até a chorar. O homem foi depois detido pelas autoridades.»
Sublinho, caros leitores, bastou um muslo seboso entrar na igreja aos berros e logo uma data de alemães desataram a fugir cheiinhos de medo! Este é o estado do Ocidente... mas continuem a vociferar que os homens brancos são opressores e que a sua masculinidade é tóxica. Depois não se queixem!
quarta-feira, 6 de março de 2019
Em Marrocos: camião português atacado por "jovens" que quereriam vir para a Europa
O Correio Manhoso (CM) publicou hoje esta notícia sobre um casal de camionistas portugueses que terá vivido uma situação de aperto em Marrocos. A leitura integral da notícia está reservada aos assinantes do CM, mas há algo que salta à vista no pouco que nos é permitido ver a nós, comuns mortais:
"Parecia um filme de terror": Casal vive pânico com imigrantes em Marrocos
Veículos portugueses apedrejados e invadidos por grupo de "jovens" que tencionava entrar ilegalmente na Europa.
Apedrejados? Que comportamento tão estranho por parte de quem quereria usar os camiões como veículo de transporte para entrar na Europa. Eu sei que os "jovens" destas paragens não devem muito à inteligência, mas até eles deverão compreender que atirar pedras aos camionistas portugueses apenas faria com fugissem! Há aqui algo mais... algo que o CM não nos quer dizer, mas que fica bastante claro ao olhar para o tipo de mercadoria que os camiões em causa transportavam:
Reparem nas letras na parte de baixo do camião, caros leitores: "Transporte de Animais Vivos"! O casal de camionistas descreveu o sucedido desta forma:
«"Parecia um filme de terror. Passámos ali duas horas a tentar tirá-los do camião, mas quantas mais vezes parávamos, mais apareciam. Atiravam pedras e paus aos camiões para nos obrigarem a parar e nem a Polícia respeitavam. Foram duas horas de pânico".»
Pois é... eles só queriam vir para a Europa, pá! A carga dos camiões não tinha nada a ver com a sua fúria!... Enfim, vai ser bonito quando os canalhas não-eleitos da UE cumprirem o seu sonho globalista de transformar a União do Mediterrâneo a uma espécie de UE + Norte de África! Vamos ter "jovens" destes por todo o lado...
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