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domingo, 14 de abril de 2019

Causas do "populismo" para totós (4)




 

Já agora, todos os protagonistas destas notícias são judeus ou sionistas, não é?... O Constâncio, o Pinho, o Marcelo, o Rio... todos sionistas, certo??? Só eu é que sou burro demais para ver, não é?!?!

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Ver também:


Causas do "populismo" para totós (3)

quarta-feira, 27 de março de 2019

Lista completa dos traidores portugueses que votaram a favor
dos artigos 11 e 13 no Par(a)lamento Europeu


Os seguintes eurodeputados votaram a favor de limitar a nossa liberdade de expressão:
António Marinho e Pinto (PDR)
Carlos Coelho (PSD)
Carlos Zorrinho (PS)
Cláudia Aguiar (PSD)
Fernando Ruas (PSD)
José Inácio Faria (PT)
José Manuel Fernandes (PSD)
Liliana Rodrigues (PS)
Manuel dos Santos (PS)
Maria João Rodrigues (PS)
Nuno Melo (CDS/PP)
Paulo Rangel (PSD)
Pedro Silva Pereira (PS)
Ricardo Serrão Santos (PS)
Sofia Ribeiro (PSD)
Não se esqueçam de lhes agradecer devidamente, continuando a votar fielmente nos partidos do arco da grande tragédia abrilina. E depois não se queixem quando um dia a polícia vos bater à porta por causa de meia-dúzia de tretas que escreveram no Facebook. Se já acontece na Alemanha e no Reino Unido, é uma questão de tempo até começar a acontecer aqui também. A Liberdade não se perde do dia para a noite, ela perde-se um bocadinho todos os dias...


"Eu votei no Marcelo para contrariar o domínio da esquerda no governo, pá!"


Ai, votaste? Então és mas é um(a) grande burro(a), porque um bilderberguer jamais atacará ou condenará outro bilderberguer:



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Ver também:

O PNR denuncia mais um acto de traição do bilderberguer Marcelo
O PNR repudia veementemente a vista do bilderberguer Marcelo ao bairro da Jamaica
Marcelo Rebelo de Sousa branqueia os crimes do comunista aspirante a terrorista Arnaldo Matos
A valente merda que é a nossa "direita" (5)

sexta-feira, 22 de março de 2019

Da "democracia" à la PCP...



«A Coreia do Norte é ou não uma democracia? “É uma opinião”, responde Jerónimo de Sousa, recusando assim admitir se o regime de Kim Jong-un é ou não um regime democrático. Numa entrevista ao Polígrafo, que será publicada na íntegra esta segunda-feira, e questionado sobre o facto de a Coreia do Norte não ser uma democracia, o secretário-geral do PCP recusou-se a “fazer essa classificação”. 
Perante a insistência na mesma pergunta, Jerónimo questionou: “O que é a democracia? Primeiro tínhamos de discutir o que é a democracia”. O líder comunista recusa-se assim a classificar o comunismo da Coreia do Norte e o seu posicionamento de forma clara relativamente ao regime de Pyongyang. 
Quanto ao socialismo em Portugal, Jerónimo explicou as diferenças entre os dois países. “O que eu acho é que, primeiro, há o princípio que eles afirmam, em segundo lugar, nós, em relação ao nosso projecto de sociedade, seria com certeza bem diferente do modelo da Coreia do Norte, tendo em conta a nossa cultura, tendo em conta a nossa história, tendo em conta o nosso povo. Estas opiniões críticas não invalidam que nos coloquemos do lado de uma solução política, de uma solução pacífica…”, declarou. 
Jerónimo sublinhou também “as diferenças e divergências” de opinião em relação “a esse e outros países que se afirmam de construção do socialismo”. O líder comunista explicou ainda que “o PCP defende uma democracia avançada tendo em conta os valores de abril, sem perder a perspetiva da construção do socialismo”. 
Já em 2003 Bernardino Soares — então líder parlamentar do PCP e actual presidente da câmara de Loures — viu-se envolvido numa polémica por causa de declarações proferidas sobre o regime norte-coreano. “Tenho dúvidas de que a Coreia do Norte não seja uma democracia”, dizia então Bernardino Soares, em entrevista ao Diário de Notícias, tendo depois pedido que a entrevista não fosse publicada, o que não foi aceite pelo jornal.

Essas declarações foram alvo de contestação no seio do partido, com o deputado Lino de Carvalho a confirmar categoricamente no dia seguinte em declarações à TSF. “Pessoalmente não tenho dúvidas de que a Coreia do Norte é uma democracia”.

Sobre a resposta que Bernardino Soares deu em 2003 sobre a Coreia do Norte, Jerónimo de Sousa questionou o jornalista: “Não estava a fazer a pergunta a ver se eu caía nessa, não?”

Em 2014, o PCP votou no Parlamento contra um voto de condenação de crimes do regime comunista da Coreia do Norte, e que tinha como base um relatório da ONU contestado pelos comunistas, que acusava o regime norte-coreano de “cometer violações sistemáticas, duradouras e graves” dos direitos humanos.

Nesta entrevista ao Polígrafo, o secretário-geral do PCP também não assumiu que o presidente de facto da Venezuela, Nicolás Maduro, seja um ditador, e comentou ainda o processo que o funcionário da organização do PCP Miguel Casanova, filho do histórico militante José Casanova, colocou ao partido por despedimento ilegal.
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Já notei que há uma certa simpatia pelo PCP por parte de alguns nacionalistas. Esta posta foi só para lembrar a essas pessoas aquilo que este partido é realmente. Por muito que os papagaios vermelhos repitam a velha desculpa esfarrapada do "aquilo não era o verdadeiro comunismo, pá!", as intenções dos dirigentes comunistas são claras: o objectivo é, como sempre foi, implementar uma "democracia" à sua maneira. 

E deixem-me ser claro: não são só os comunas, todos aqueles que defendem mais Estado querem o mesmo. Eu já não tenho a menor dúvida acerca disso! Porque o Estado não existe, só existem as pessoas que o constituem. É evidente que tem de haver o mínimo de Estado, quanto mais não seja porque é preciso haver um contrapoder às grandes coporações. Mas demasiado Estado acaba sempre em tirania. É tão certo como o sol nascer amanhã!

quinta-feira, 14 de março de 2019

A questão é saber porque é que ele a tinha recebido...




«A Ordem do Infante D. Henrique é uma ordem honorífica portuguesa, criada a 2 de Junho de 1960 aquando do V Centenário da morte do Infante D. Henrique e reformulada e alargada em 1962, que visa distinguir a prestação de serviços relevantes a Portugal, no país ou no estrangeiro, ou serviços na expansão da cultura portuguesa, da sua História e dos seus valores.

O Grão-Mestre da Ordem é, tal como nas demais Ordens Honoríficas Portuguesas, por inerência o Presidente da República.»

Em face desta informação, por alma de quem é que o Vara foi agraciado com a Ordem do Infante? Que "serviços relevantes" prestou a Portugal? Ter criado fundações financiadas com dinheiros públicos? Ter subornado e corrompido personalidades ligadas ao Estado, a empresas privadas e a outras organizações? Ter feito parte do bando de malfeitores que deixou a CGD em maus lençóis?

A sério, como é que alguém como o Vara recebeu a Ordem do Infante??? Alguém me explique, por favor, que eu sinceramente não compreendo! A atribuição destas condecorações não tem que ser justificada perante ninguém? Não há critérios a seguir nem requisitos mínimos a observar???

segunda-feira, 11 de março de 2019

O PNR denuncia mais um acto de traição do bilderberguer Marcelo



«O Presidente da República Portuguesa deslocou-se a Angola e foi prestar homenagem a Agostinho Neto no memorial onde repousam os restos mortais daquele que foi responsável directo pela morte de centenas de portugueses militares e civis.


Entretanto, os cemitérios militares Portugueses em Angola estão completamente abandonados e vandalizados.
Agora, fazemos a pergunta: esteve no programa de visitas do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa uma ida ao Talhão Militar Português no cemitério de Luanda? Claro que não...»

De quantas mais provas é que os portugueses ainda precisarão para se convencerem que este tipo é um canalha que os despreza?...

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Ver também: 

segunda-feira, 4 de março de 2019

O cúmulo do nojo: (des)governo português pede desculpa a Angola pelas agressões dos "jovens" do bairro da Jamaica às autoridades portuguesas


Via O Cavaleiro do Apocalipse

     A subserviência cretina da nossa classe pulhítica para com o terceiro mundo lusófono nunca deixa de me surpreender: por mais que já tenham vendido Portugal a retalho e conspurcado o nome da nossa nação como se de uma reles rameira se tratasse, eles conseguem arranjar sempre novas formas de nos enterrar ainda mais no lodo da falta de carácter:

«O Governo angolano garantiu esta segunda-feira que "não existe qualquer irritante" nas relações entre Angola e Portugal, salientando, paralelamente, que o "Caso Jamaica", com críticas à actuação da polícia, está ultrapassado, depois de uma actuação "discreta" das duas partes.
Em conferência de imprensa realizada hoje em Luanda, destinada a fazer o "lançamento" da visita a Angola do Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, que começa oficialmente quarta-feira, Manuel Augusto lembrou que as autoridades angolanas acompanharam, em conjunto com as congéneres portuguesas, o assunto desde o primeiro momento.
"Desculpem! Perdão! Clemência! Eu chupo... eeeer... perdão, eu faço o que for preciso!

«Em causa o incidente entre moradores angolanos daquele bairro, no concelho do Seixal, e a polícia, ocorrido em Janeiro e que deu origem depois a uma manifestação realizada em Lisboa, em que se registaram incidentes entre manifestantes e polícias.
Manuel Augusto escusou-se a comentar o tratamento que as autoridades e a imprensa de Portugal deram ao assunto, considerando uma "matéria interna" portuguesa, apesar das críticas, nos dois países, à actuação da polícia.
(...) "Quero aqui assegurar que o Governo angolano, através dos seus representantes em Portugal, assumiu as suas responsabilidades, estabeleceu pontes de diálogo com as autoridades portuguesas, condenou o uso excessivo da força, tal como também o fez tem relação ao respeito às autoridades (policiais portuguesas). Tivemos uma atitude permanente, sem muito barulho, mas eficaz", salientou.
Por outro lado, Manuel Augusto salientou ter estado em contacto com o homólogo português, Augusto Santos Silva.
"Teve a hombridade de me ligar, não só para apresentar desculpas, mas também para sublinhar a forma, com sentido de Estado, como as autoridades angolanas reagiram", sublinhou.»

Fabuloso! Os "jovens" agridem a polícia; a polícia, logicamente, reage... mas no final, ainda acabamos de joelhos, todos nós portugueses, a pedir desculpa a Angola através do nosso inenarrável ministro dos Negócios Estrangeiros! Mas que puta de nojo!!!

E reparem bem na contradição gritante, caros leitores: então os "jovens" da Jamaica não são portugueses de pleno direito?! Que tem a Angola de meter o bedelho em assuntos entre portugueses? E que tem o governo português de pedir desculpa a Angola por causa de quezílias entre portugueses? Ou será que afinal isso da raça e da nacionalidade não é bem a história da Carochinha que as "nossas" elites e os genocidas globalistas querem fazer vingar?...

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

O PNR repudia veementemente a vista do bilderberguer Marcelo ao bairro da Jamaica


Da página de internet do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):


«O PNR repudia veementemente a visita do Presidente da República ao bairro da Jamaica – como de resto, a de qualquer outro político – que vai perdendo cada vez mais a noção do ridículo à medida que aumenta o seu ego insaciável, alimentado a extremo-populismo cada vez mais politicamente correcto. Entendeu, o mais alto magistrado da nação, ser mais importante ir dar afectos aos bandidos, para ficar “bem na fotografia”, do que ir visitar e as forças da autoridade para lhes dar apoio institucional.

O “jovem”, que foi acarinhar, além de ter agredido um agente da autoridade, já foi detido várias vezes, por tráfico de heroína, tentativa de roubo e por participação num motim contra a polícia, em 2009.


Ainda ontem, no julgamento de outros quatro “jovens” detidos nos desacatos da Avenida da Liberdade, promovidos pela extrema-Esquerda, este “segmento social” voltou a ser notícia pelos piores motivos: novos desacatos em pleno tribunal! E porquê? Porque se sentem impunes e protegidos não só pela Esquerda, pelo politicamente correcto, pela comunicação social e pela governação, mas também pela mais alta figura da nação. Com essas atitudes cresce o desrespeito e a falta de civismo dessa gente.

Essa atitude, além de configurar um desrespeito pelos portugueses, é uma vergonha, senhor Presidente! Sempre a escolher o lado errado, popularucho, segundo a óptica do pensamento único, politicamente correcto, e da mais afrontosa injustiça!»


Só há uma forma de castigar os pulhíticos traiçoeiros como o Marcelo: votar naqueles que os querem responsabilizar! Portanto, no próximo dia 26 de Maio, já sabe em quem deve votar: