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segunda-feira, 4 de março de 2019

O cúmulo do nojo: (des)governo português pede desculpa a Angola pelas agressões dos "jovens" do bairro da Jamaica às autoridades portuguesas


Via O Cavaleiro do Apocalipse

     A subserviência cretina da nossa classe pulhítica para com o terceiro mundo lusófono nunca deixa de me surpreender: por mais que já tenham vendido Portugal a retalho e conspurcado o nome da nossa nação como se de uma reles rameira se tratasse, eles conseguem arranjar sempre novas formas de nos enterrar ainda mais no lodo da falta de carácter:

«O Governo angolano garantiu esta segunda-feira que "não existe qualquer irritante" nas relações entre Angola e Portugal, salientando, paralelamente, que o "Caso Jamaica", com críticas à actuação da polícia, está ultrapassado, depois de uma actuação "discreta" das duas partes.
Em conferência de imprensa realizada hoje em Luanda, destinada a fazer o "lançamento" da visita a Angola do Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, que começa oficialmente quarta-feira, Manuel Augusto lembrou que as autoridades angolanas acompanharam, em conjunto com as congéneres portuguesas, o assunto desde o primeiro momento.
"Desculpem! Perdão! Clemência! Eu chupo... eeeer... perdão, eu faço o que for preciso!

«Em causa o incidente entre moradores angolanos daquele bairro, no concelho do Seixal, e a polícia, ocorrido em Janeiro e que deu origem depois a uma manifestação realizada em Lisboa, em que se registaram incidentes entre manifestantes e polícias.
Manuel Augusto escusou-se a comentar o tratamento que as autoridades e a imprensa de Portugal deram ao assunto, considerando uma "matéria interna" portuguesa, apesar das críticas, nos dois países, à actuação da polícia.
(...) "Quero aqui assegurar que o Governo angolano, através dos seus representantes em Portugal, assumiu as suas responsabilidades, estabeleceu pontes de diálogo com as autoridades portuguesas, condenou o uso excessivo da força, tal como também o fez tem relação ao respeito às autoridades (policiais portuguesas). Tivemos uma atitude permanente, sem muito barulho, mas eficaz", salientou.
Por outro lado, Manuel Augusto salientou ter estado em contacto com o homólogo português, Augusto Santos Silva.
"Teve a hombridade de me ligar, não só para apresentar desculpas, mas também para sublinhar a forma, com sentido de Estado, como as autoridades angolanas reagiram", sublinhou.»

Fabuloso! Os "jovens" agridem a polícia; a polícia, logicamente, reage... mas no final, ainda acabamos de joelhos, todos nós portugueses, a pedir desculpa a Angola através do nosso inenarrável ministro dos Negócios Estrangeiros! Mas que puta de nojo!!!

E reparem bem na contradição gritante, caros leitores: então os "jovens" da Jamaica não são portugueses de pleno direito?! Que tem a Angola de meter o bedelho em assuntos entre portugueses? E que tem o governo português de pedir desculpa a Angola por causa de quezílias entre portugueses? Ou será que afinal isso da raça e da nacionalidade não é bem a história da Carochinha que as "nossas" elites e os genocidas globalistas querem fazer vingar?...

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Os "novos portugueses": penacovenses de gema!


      Lembram-se de eu ter comentado, aquando do grande incêndio de Pedrógão Grande, em 2017, que parecia haver muitos "jovens" entre as vítimas? Pois bem, o nosso amigo G, o cigano trouxe-nos aqui uma página do Fuçaslivro que parece confirmar essa observação. Trata-se da página do Fuçaslivro da Escola Profissional Beira Aguieira, em Penacova, no distrito de Coimbra (não confundir com Aguiar da Beira, no distrito da Guarda).

Vou transcrever o texto do comentário do G, uma vez que resume o essencial. E muito obrigado, caro G!
«Recomendo uma visita à Escola Profissional Beira Aguieira (Penacova) para apreciar a quantidade de "jovens" que frequentam esta diversa escola.

Existe uma turma formada unicamente por "jovens", muito inteligentes, que frequentam um curso de informática. Atente-se que são jovens oriundos directamente de Africa, ou seja, com grande prática em computadores.

Farão parte, no futuro, dos quadros de grandes empresas na area tecnológica, retribuindo dessa forma o investimento que Portugal faz no presente nestes jovens. Ou não.»

Vamos lá então dar uma olhadela (clicar nas imagens para aumentar o seu tamanho)...















Há muitas mais fotografias como estas na tal página do Fuçaslivro, mas acho que os caros leitores já deverão ter ficado com uma ideia bastante concreta da coisa.

Vou repetir o comentário que fiz na altura a propósito de Pedrógrão Grande:
«Não estamos a falar de um qualquer dormitório do capitalismo selvagem anexo às grandes cidades, como é o caso de Almada, Amadora, Setúbal ou até Vila Nova de Gaia. Pelo contrário, estamos a falar do interior de Portugal, ou perto disso, de um lugar onde supostamente não deveria haver oportunidades de trabalho que permitissem fixar a população alógena... e no entanto, eles aqui estão!

...E você, o que é que vai fazer quando isto acontecer aí no seu bairro? E quando a sua filha chegar um dia a sua casa e anunciar estar noiva de um destes "jovens"? E quando os seus netos já não se parecerem consigo? Vai dar graças por nunca ter sido racista?»

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Ver também:

Sobre a tragédia de Pedrógão Grande...
SEF confirma "aumento significativo" de brasileiros em Portugal
Sobre a subida ilusória da natalidade portuguesa...
Insanidade total: a 'geringonça' vai instalar "refugiados" nos quartéis militares!
A sondagem mais deprimente que alguma vez partilhei neste blogue
O (des)governo da 'geringonça' quer acabar de vez com o Interior de Portugal
A 'geringonça' insiste em tentar destruir Portugal: (des)governo quer 75 mil imigrantes por ano!
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