Da página oficial de internet do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):
«Como anunciado, nos dias 26 de
Fevereiro, em Coimbra, e 27 em Lisboa, o PNR protestou contra a presença
de Jean Wyllys em Portugal, o ex-deputado brasileiro do PSOL (partido
de extrema-Esquerda), a convite da Universidade de Coimbra e da Fundação
Saramago – ou seja, pago com o nosso dinheiro – para proferir duas
conferências repletas de lixo ideológico, mentira e ódio aos valores
normais e tradicionais de uma sociedade.
Se esta impunidade moral da
extrema-Esquerda, que tanto dano faz à sociedade – ao dominar a
educação, a universidade e a comunicação social – é, para muitos, motivo
de um encolher de ombros, para o PNR não é! Não podíamos nem devíamos
calar diante da afronta que tal convite constituiu.
No dia 26, manifestámo-nos junto à
Universidade de Coimbra e enfrentámos uma contra-manifestação muito
maior, promovida por partidos e movimentos de extrema-Esquerda que
facilmente mobilizam jovens manipuláveis, subsídio e bolso-dependentes,
doutrinados por dentro, pela cartilha do marxismo cultural, e
estereotipados por fora, pelo aspecto piolhoso. Viveram-se momentos de
tensão entre os quais o momento em que uma extremista despejou um copo
de purpurinas na cabeça de um dirigente do PNR. Isso, como se viu,
passou completamente ao lado da indignação selectiva da comunicação
social que apenas se deteve no facto de militantes do PNR (um deles
anónimo, encarregue de fazer as filmagens que divulgámos) no interior do
auditório da universidade, terem interrompido a “douta palestra” do
convidado “respeitável” com o arremesso de um ovo que só não acertou no
próprio Jean Wyllys (o tal que cuspiu em Bolsonaro) devido à intercepção
do objecto voador por parte de um segurança.
No dia seguinte, em Lisboa, levámos a cabo novo protesto em frente à Casa do Alentejo, onde nova sessão de mentira e lixo foi proferido com o apoio entusiástico de esquerdistas nacionais e brasileiros que ali acorreram para ouvir o guru de serviço, sendo que mais de metade não tiveram e lugar lá dentro e tiveram de se contentar em contra-manifestar-se na rua contra o PNR.
Entretanto, no interior, já quase no fim da conferência, um assistente levantou-se, abriu o casaco e deixou a descoberto a t-shirt com a imagem do “Capitão” enquanto gritou: “Jair Bolsonaro”! Novamente surpreendidos, como na véspera, os esquerdistas expulsaram-no do recinto, entre urros e cânticos, tendo ele vindo juntar-se a nós.
As duas acções do contaram com a presença de brasileiros de Direita, a residir em Portugal, que se juntaram aos apoiantes do PNR. Jean Wyllys confessou à imprensa que não equaciona refugiar-se em Portugal – enquanto foragido da Justiça brasileira – pois aqui não teria sossego. Pois não teria mesmo! O recado ficou dado.»
No dia seguinte, em Lisboa, levámos a cabo novo protesto em frente à Casa do Alentejo, onde nova sessão de mentira e lixo foi proferido com o apoio entusiástico de esquerdistas nacionais e brasileiros que ali acorreram para ouvir o guru de serviço, sendo que mais de metade não tiveram e lugar lá dentro e tiveram de se contentar em contra-manifestar-se na rua contra o PNR.
Entretanto, no interior, já quase no fim da conferência, um assistente levantou-se, abriu o casaco e deixou a descoberto a t-shirt com a imagem do “Capitão” enquanto gritou: “Jair Bolsonaro”! Novamente surpreendidos, como na véspera, os esquerdistas expulsaram-no do recinto, entre urros e cânticos, tendo ele vindo juntar-se a nós.
As duas acções do contaram com a presença de brasileiros de Direita, a residir em Portugal, que se juntaram aos apoiantes do PNR. Jean Wyllys confessou à imprensa que não equaciona refugiar-se em Portugal – enquanto foragido da Justiça brasileira – pois aqui não teria sossego. Pois não teria mesmo! O recado ficou dado.»

