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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Presidente da Itália dá uma de Jorge Sampaio e expulsa Salvini do poder


      Aliás, é ainda pior do que aquilo que fez o Sampaio, porque o 'xuxa' teve pelo menos a decência de convocar eleições. Agora vamos ver como reage o povo italiano. Para já, vai ter de gramar um governo pró-UE e pró-iminvasão, pelo menos nos próximos meses. É o que dá não se votar em que se deve votar logo à primeira!

«O Presidente italiano, Sergio Mattarella, deu luz verde ao primeiro-ministro demissionário, Giuseppe Conte, para formar governo e pôs de fora o líder da Liga e ministro da Administração Interna, Matteo Salvini — que a 8 de Agosto desfez a coligação de governo entre o Movimento 5 Estrelas (M5E) e a Liga, colocando Itália numa crise política. Conte tinha apresentado a demissão na semana passada, na sequência desta ruptura.»


O presidente Mattarella com a bandeira a que obedece... aquela azulinha mais à direita.

«Conte aceitou o mandato “com reservas”, segundo escreve o jornal italiano Corriere della Serra. “A ideia de formar um novo Governo com uma maioria diferente da anterior suscitou-me mais do que dúvidas”, disse num comentário à saída da reunião, garantindo que vai formar “um governo para o bem dos cidadãos“. Conte acrescentou ainda que “este é um momento de coragem, um momento de determinação” e reconheceu que é preciso “sair da incerteza política o mais rápido possível”.»


"Um governo para o bem os cidadãos?"... Como é que isso é possível quando se vai passar a deixar entrar em Itália milhares de refujiadistas?

«O presidente italiano recebeu na manhã desta quinta-feira o primeiro-ministro demissionário, Giuseppe Conte, depois dos partidos Movimento 5 Estrelas (M5E) e Democrático (PD) terem anunciado um acordo para a formação de um novo executivo em Itália. “Expressámos ao Presidente da República a nossa luz verde para um governo com uma nova maioria política. Comunicamos ao presidente que aceitamos a proposta do M5E no nome para presidente do Conselho [primeiro-ministro]”, referiu Nicola Zingaretti, citado pelo Corriere della Sera.»


A jogada de Salvini era de facto muito arriscada e o resultado está à vista. Mas, como dizem os bifes, "every cloud has a silver lining"... tudo depende da forma como o povo italiano reagir a esta tomada de posição por parte do "seu" presidente.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Bergoglio, o anti-papa islamófilo (2)


Mais uma traição do vigarista argentino que lidera a Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR):

«O papa Francisco nomeou recentemente um novo arcebispo para a grande cidade francesa de Marselha, na costa do Mediterrâneo: o bispo Jean-Marc Aveline, de 60 anos, mais conhecido pelo seu compromisso com o "diálogo islâmico-cristão". A usa nomeação é uma mensagem clara comunidade de Marselha, tanto no norte da África como na região subsaariana. Os distritos do norte da cidade são famosos em França por sua pobreza e insegurança, crimes violentos e tráfico de drogas.» 


 Allahu akbar, minhas ovelhinhas!



Relembro aos leitores do TU que Marselha é uma das cidades mais islamizadas da Europa. Aliás, de todo o Ocidente...

«Jean-Marc Aveline já era, desde 2013, o bispo auxiliar de Marselha; antes disso, ele tinha sido o seu vigário-geral. (...) Em 2017, Aveline foi nomeado presidente do Conselho de Relações Inter-Religiosas da Conferência dos Bispos Franceses

 Jean-Marc Aveline, islamófilo convicto e relativista moral anti-católico.

«Ele nasceu em Sidi Bel Abbès em 1958, na Argélia, quando ainda era uma colónia francesa. Ele estudou no sul de França e no modernista Instituto Católico de Paris antes de ser ordenado para a diocese de Marselha em 1984.»


Portanto, temos aqui uma combinação mortal: argelino, modernista e agente activo no "diálogo" inter-religioso. O Bergoglio sabe mesmo escolhê-los, não sabe?... E atenção, que este artigo está prestes a "melhorar":


«Aveline fundou o Instituto de Ciências e Teologia das Religiões (ICTR), que também dirigiu de 1992 a 2002. O referido instituto promove uma visão relativista das religiões, colocando a fé cristã e o islamismo no mesmo plano, segundo comentários do jornalista católico Yves Daoudal, que fez um estudo aprofundado sobre o caso dos monges "martirizados" de Tiberihine: o padre Christian de Chergé e seis de seus companheiros foram mortos pelos islamistas, seus opositores políticos nesta região desértica da Argélia, em 1996. Foram beatificados em Dezembro passado, apesar da sua atitude mais que acolhedora em relação ao Islão, às suas crenças e ao Alcorão.»


Reparem: os padrecos de merda foram mortos apesar de aceitarem o Islão e beatificados apesar de aceitarem o Islão. É duplamente ridículo, mas é a ilustração perfeita do estado presente da ICAR!


«Para o suceder à frente do ICTR, Aveline escolheu o padre “pensador” Christian Salenson. Salenson, que também foi director do Seminário de Avignon, perto de Marselha, deixou bem patente o seu sincretismo religioso em 2010, quando levou a cabo uma homenagem ao padre Christian de Chergé em que, entre outras coisas, colocou o Alcorão na capela do seu mosteiro e usou-o para fazer a lectio divina da comunidade.»

Christian Salenson, islamófilo convicto e relativista moral anti-católico.


Uau! Usar o livro sagrado dos muçulmanos para rezar em homenagem a um padre católico! Que moderno! Que progressista! Que vibrante!!!


«A lectio divina, ou leitura divina, é a prática monástica tradicional de ler textos sagrados e meditar em oração com o fim de promover a comunhão com Deus e aumentar o conhecimento da Sua palavra. Normalmente é feito lendo a Bíblia. Substituir esta última pelos textos supostamente “sagrados” de uma religião falsa, como o Alcorão, é contrário ao seu propósito.»


Ou talvez não! Talvez seja esse exactamente o propósito do padre Salenson e do bispo Aveline, afastar os católicos do seu Deus e aproximá-lo do Alá dos muçulmanos!... 


«Mas este género de exercício está no centro do “diálogo islâmico-cristão” modernista, como é praticado oficialmente nos principais órgãos católicos de França que, em vez de promoverem a amizade e a compreensão entre católicos e muçulmanos, (...) centram os seus esforços na “partilha” ilusória entre a fé islâmica e a católica, com as discussões teológicas a procurar as verdades e convergências em ambas, sem levar em conta a sua incompatibilidade radical.»


Por outras palavras, este clérigos traidores franceses cingem o seu uso do Alcorão aos versos e às passagens que são mais ou menos semelhantes àquelas que podem ser encontradas na Bíblia. Desta forma, o rebanho católico não estranha, nem levanta objecções. Pelo contrário, até acha muito giro e salutar! Todos nós já vimos essa táctica covarde e repugnante ser empregada com sucesso, até mesmo aqui em Portugal, nas "celebrações ecuménicas" apadrinhadas pelo bilderberguer Marcelo Rebelo de Sousa.

«Neste seu texto de 2010, Salenson explicou que “através da experiência pessoal”, Christian de Chergé “sabia que o Islão é uma maneira de acompanhar homens e mulheres no caminho para Deus. O Vaticano II confirma-o nesta opinião”, acrescentou, ressaltando o “respeito sincero” pelos “raios da verdade” em outras religiões recomendadas pela Nostra aetate. No entanto, este texto [o do Vaticano II] fala de "estima" pelos muçulmanos e não pelo Islão.»


Ou seja, o padre Salenson distorceu a mensagem do texto do Concílio Vaticano II para fazer passar a ideia de que a ICAR tinha reconhecido a compatibilidade entre o Cristianismo e o Islão. O que aconteceu ao "não levantarás falso testemunho", padre Salenson?


«Mas ele foi ainda mais longe, dizendo: "Seria difícil para a Igreja de hoje dizer qual é precisamente o lugar do Islão no desígnio de Deus, mas ela também não pode rejeitar esta tradição religiosa por princípio." Salenson continuou, explicando que o padre Chergé pensava que "no seio do Pai, os muçulmanos permanecem os Seus filhos do Islão. Eles são filhos do Pai apesar de não pertencerem à religião, mas como crentes do Islão", escreveu ele - como se os muçulmanos pudessem aceitar o conceito da paternidade de Deus.»


Mais claro não se pode falar: este padre católico francês acha que é tão legítimo ser-se cristão, como ser-se muçulmano. Para ele, é tudo a mesma coisa!

«O arcebispo Aveline, nomeado por Francisco, já havia seguido exactamente esta linha, quando fora director do ICTR. O blogue progressista parisiense já saudou a nomeação de Aveline como mais uma prova da preferência, por parte de Roma e do Papa Francisco, do "diálogo inter-religioso e ecuménico" numa "Igreja aberta".»

Uma "Igreja aberta" ao seu declínio e destruição!... Eu publiquei este artigo por dois motivos: (1) para deixar aqui mais uma prova da perversão do clero católico e da necessidade dos cristãos terem coragem de enfrentar os padrecos e bispecos desta estirpe; (2) em tempos, eu fiz uma previsão que a maioria dos leitores do TU achou exagerada e improvável, paranóica até; eu previ que, um dia, os líderes da ICAR abraçariam o Islão como a sua religião, renegando o Cristianismo. Ainda vos parece assim tão improvável e paranóico? Respondam, por favor, gostava mesmo de saber a vossa opinião!

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Ver também:

Bergoglio, o anti-Papa islamófilo

Papa Chico, o podólatra (2)
Bergoglio, o anti-Papa modernaço (2)
Jorge Bergoglio: um canalha, um vigarista e um hipócrita

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Uma reflexão sobre os "resignados" que permitem que vá ficando tudo na mesma


     Um muito obrigado! ao Stonefield por nos ter trazido aqui esta pertinente reflexão. Traduzi o texto original directamente do espanhol recorrendo a ferramentas online e procedendo posteriormente a alterações, pelo que algumas passagens poderão ter ficado semântica e gramaticalmente "estranhas". Esta análise foi feita para a realidade francesa e para o caso específico do Reagrupamento Nacional de Marine le Pen (antiga Frente Nacional). Mas as suas conclusões são válidas para qualquer país e partido nacionalista do Ocidente, assentando como uma luva à realidade portuguesa.

«Os defensores da imigração podem ser divididos em várias categorias. Os membros da classe dominante, que querem, fomentam e organizam a imigração, estão na primeira dessas categorias, a dos traidores. A imigração é parte integrante do projecto globalista que eles querem concretizar, com o objectivo de aumentar ainda mais seu poder e maximizar os seus lucros. Os imigracionistas que, sem pertencerem à classe dominante, colaboram com entusiasmo para constituírem a imigração em massa, formam o segundo grupo. Esses colaboradores aderem à utopia absurda de um mundo sem fronteiras onde reinaria a paz e a justiça e onde a pobreza e o racismo seriam erradicados.
Tendemos a pensar menos na última categoria de imigracionistas que, no entanto, é a mais numerosa, a da resignação. Eles não são os organizadores da imigração, não colaboram com o frenesi pró-imigrante e não percebem todos os riscos associados. Mas eles sabem bem que, na realidade, a Europa está a ser invadida pela imigração. (...) É impossível não a ver. A realidade da invasão salta aos nossos olhos e nós temo-la diariamente diante de nós. Basta apanhar o metro ou andar alguns minutos pelas ruas das nossas grandes cidades. Aliás, o comportamento dos resignados mostra o quanto eles já sabem.»

Há "resignados" em todos os quadrantes do espectro político, caros leitores. Inclusive entre os nacionalistas!...

«A escolha do bairro onde moram, os amigos com quem andam, a escola que os filhos frequentam, as actividades de lazer que praticam, toda a vivência diária é guiada de perto pelo objectivo implícito de evitar, tanto quanto possível, o contacto frequente com imigrantes. E no entanto, os resignados são na prática imigracionistas. Em público ou no seu círculo privado, repetem o discurso da classe dominante. Ou, na melhor das hipóteses, ficam calados. E em ambos os casos, continuam a votar em partidos pró-imigração, de esquerda, centro ou direita, a rejeitar o Reagrupamento Nacional (RN) de Marine le Pen e "populismo". Porque é que isto acontece?»

Continuo a ver demasiadas vezes este erro em textos nacionalistas: quando se fala em populismo no contexto nacionalista, é preciso esclarecer que ele constitui a antítese do elitismo. A palavra populismo tem hoje uma conotação tão negativa quanto a palavra nazi, graças à sua diabolização constante por parte das elites académicas e me(r)diáticas. Portanto, quem a empregar no âmbito do combate nacionalista deve deixar bem claro que se está a referir à defesa da vontade do povo por oposição à vontade da elite. Porque a rejeição do populismo, só por si, tem actualmente a mesma conotação que a rejeição do nazismo, é encarada como uma coisa boa.

«Se os imigracionistas resignados continuam a votar nos partidos pró-imigração quando já sabem que a imigração é uma catástrofe, é porque fazem alguns cálculos. Estes cálculos compreendem três componentes. Primeiro, a idade. Entre os resignados estão muitos aposentados. E entre os que ainda trabalham, há muitos já chegaram ou passaram dos 50 anos.
Esses resignados sabem que as coisas vão continuar a degradar-se. Que o crime vai continuar a aumentar. Que a descaracterização das suas cidades vai acentuar-se. Que o número de bairros sob controlo dos imãs e dos gangues étnicos continuará a crescer. Que o Islão vai ser estar cada vez mais presente, arrogante e vingativo nos nossos territórios. E que a imigração será maciça, acabando por chegar àquelas localidades que ainda estão ainda relativamente tranquilas. Mas eles também sabem que toda esta degradação está a processar-se a um ritmo suficientemente lento para permitir que eles já não venham a ser afectados directamente por ela ao longo dos vinte ou trinta anos de expectativa de vida que ainda lhes restam.»
 
Por outras palavras, quando a bomba multikulti rebentar finalmente, eles já vão estar todos mortos. E como dizem os brasileiros, "pimenta no cu dos outros é refresco".

«O segundo parâmetro do cálculo dos resignados é a sua situação material, que é geralmente satisfatória. Proprietários da sua própria habitação num bairro decente, com uma pensão de reforma suficiente ou poupanças consideráveis, os resignados estimam que o bem-estar material lhes vai permitir continuar a escapar das áreas mais problemática durante o tempo de vida que lhes resta
Em terceiro lugar, os resignados antevêem correctamente que a  chegada ao poder dos "populistas" implicaria o risco de um aumento considerável das tensões, provocar revoltas e até desencadear uma guerra civil que levasse ao caos. E o caos é precisamente o que o resignado mais quer evitar: eles querem uma situação suficientemente estável para serem capazes de manter o que têm e desfrutar de sua pensão e património enquanto puderem viver.»

Lembram-se daqueles velhos de Queluz que se queixavam da insegurança provocada pelos "jovens" mas depois não faziam nada? Pois bem, os parágrafos anteriores descrevem-nos na perfeição: idade (velhos), situação material (têm recursos suficientes para viverem com dignidade) e aversão ao risco (medo dos "fascistas"). A tríade dos resignados que permitem que a sua terra se encha de imigrantes agressivos sem nunca fazerem nada!


"E o que é havemos de fazer, Afonso?! Votar nos fascistas é que não pode ser!"

«Por outro lado, os resignados sabem assumir publicamente o "populismo" implicaria desistir de qualquer perspectiva de carreira, ser afastado da função pública e demitido das grandes empresas.
Considerados indesejáveis, eles seriam rejeitados pelos seus amigos e interesses românticos. E, acima de tudo, reconhecer-se como hostis à imigração levá-los-ia a renunciar à sua identidade humanista e anti-racista, em torno da qual se desenvolveram.»

Qualquer pessoa que seja nacionalista perceberá tudo isto bem demais. Mas é preciso dizer bem alto que aqueles que aceitam a imigração por terem medo das consequências de protestar não merecem os incontáveis sacrifícios dos nossos antepassados e, sobretudo, não merecem ficar com esta terra que herdámos deles. Morreu muita gente para que hoje pudéssemos ter este nosso Portugal. Ficou muita gente estropiada, muitas famílias destroçadas, muitos filhos sem pai, muitas mães sem filhos. Não é minimamente admissível que haja agora pessoas que aceitam perder,  só para não se chatearem demasiado, o que os nossos antepassados conquistaram ao longo de tantos séculos e à custa de tanto esforço e sofrimento.
 
«O resultado desta análise de custo-benefício da resignação é, portanto, encarado como positivo pelos resignados. E isto acontece mesmo quando eles são vítimas, seja de uma agressão, de um roubo com violência, ou quando são insultados, ameaçados, humilhados na rua ou nos transportes públicos, actos cometidos quase sempre por imigrantes [e ainda falta aqui mencionar a "acção afirmativa" e outras aberrações do género...]. Conscientes de que a passividade é, ainda e apesar de tudo, a opção menos dispendiosa, os resignados  não mudam suas posições de imigração e, uma vez assimilados o medo e a vergonha, colocam o que sofreram sob os efeitos do “álcool, drogas ou estupidez ". O cálculo da renúncia é simples, resumido e muito racional: apostar numa degradação suficientemente lenta da situação em vez de correr o risco de carregar tudo.»

Devo dizer que esta é a parte que mais me incomoda em todo este processo, constatar que há brancos que, mesmo depois de terem sido agredidos, roubados e humilhados pelos alógenos, continuam a agir como se nada se passasse...

«Os resignados estão objectivamente interessados em continuar a ser imigracionistas, apesar de terem de assumir com uma posição pouco gloriosa: são imigracionistas por estratégia, sabendo perfeitamente que a imigração é uma calamidade. Como é que o resignado consegue viver esta situação da melhor forma possível e não sofrer muito com esta esquizofrenia?
O primeiro método já foi descrito mais acima. O imigracionistas protegem-se o máximo possível da imigração escolhendo o seu local de residência, a escola dos seus filhos ou a sua rede de relacionamentos. Assim protegido, o resignado pode pensar mais facilmente noutra coisa e extrair a questão da imigração de suas principais preocupações.»

Uma observação que tanto eu, como os outros nacionalistas que não resumem todos os problemas do Ocidente aos judeus e ao sionismo, temos feito ao longo dos anos...

«Os resignados afastam-se cuidadosamente da imprensa regional e das suas notícias. Evitam, evidentemente, ler nos média as inconformidades que poderiam desestabilizá-los. Eles têm um olhar particular na rua que consiste em olhar sem ver. Em conversas, os resignados protegem-se por detrás de fórmulas pré-concebidas: as coisas são mais complicadas do que tudo isso; os extremismos nunca são boa solução. Sobre a questão da imigração, os resignados têm uma autêntica panóplia de afirmações memorizadas, sem relação com a verdade, mas que são recitadas energeticamente uma após outra: o que precisa ser feito é ajudar os países pobres a desenvolverem-se; a maior parte dos imigrantes deseja integrar-se; as coisas seriam melhores se a extrema-direita não deitasse mais lenha para o fogo...
No entanto, o argumento mais importante entre aqueles papagueados pelo resignado é o seguinte: “de qualquer forma, já não se pode fazer outra coisa: é impossível impedir a imigração de forma material ou moral; é uma realidade inevitável."»

E é por isto, caros leitores, é precisamente por isto que se pode ler nos dois parágrafos anteriores, que eu deixei de ter paciência para com os nazionaliztaz. Porque se é verdade que há um grande apoio por parte de certos sectores da comunidade judaica à imigração, não é menos verdade que não há praticamente nenhuma resistência, por parte das populações autóctones, ao fenómeno. Sobretudo aqui em Portugal, onde o único partido nacionalista legalizado ainda não conseguiu obter nem sequer 1% dos votos!

«Para demonstrar a impossibilidade material de travar a imigração, os resignados apontam o aumento da pressão (i)migratória por causa da demografia mundial, das fomes e da degradação do clima. Quando lhes é dito que a maioria dos imigrantes chega a França legalmente e que seria muito fácil, por exemplo, não fornecer mais vistos ou autorizações de residência e abolir o direito ao reagrupamento familiar, o resignado mudam a cassete para o registo da impossibilidade moral, invocando os "valores". E quando lhes fazemos ver que esses valores são absurdos, pois levam à instalação, sem reacção contra, da desordem, da violência e da desestabilização, eles bloqueiam e cortam a conversa, denunciando o "ódio" e o "fascismo".»

E já se sabe, "fascismo nunca mais", "25 de Abril, sempre", pá!!!

«Mais recentemente, os resignados descobriram um novo subterfúgio para eliminar qualquer desconforto existencial: todos estão agora mobilizados para a causa do meio ambiente. É nela que eles exibem os seus ímpetos por sinceridade, a sua capacidade de indignação, o seu zelo militante, a sua sede de verdade. É na questão do clima que eles se permitem confessar o seu pessimismo e seus medos. A questão ambiental reveste-se, para os resignados, de um duplo interesse. Permite-lhes ocupar o espírito e pensar menos sobre a questão da imigração. Ela serve para refrear a angústia que a invasão da França causa, tanto no resignado quanto em qualquer outra pessoa: temerosos, como todos os europeus, com a ideia do caos que está a chegar e a ser aos poucos instalado, os resignados optam por desviar seus medos para questão climática e para a "pegada ecológica".»

Ora aqui está uma boa teoria para explicar metade sucesso do PAN. A outra metade explica-se pelo amorzinho patológico que os betinhos cosmopolitas devotam cada vez mais aos seus animais de estimação e que eu denunciei neste vídeo.

«Por tudo isto, a vitória eleitoral do RN afigura-se impossível. Seja qual for o líder, o discurso e o programa do partido, os "populistas" não podem vencê-los ou convencê-los porque a maioria dos franceses não acham bem que eles cheguem ao poder, com os problemas que isso poderia causar. É o caso dos aposentados. É o caso de pessoas abastadas de certa idade, que julgam dispor  dos meios para que a imigração não os afecte. E quando se trata de jovens, aqueles com dinheiro dizem que, em qualquer caso, se a situação na França se degradasse demais, eles sempre teriam o recurso de se estabelecer nos Estados Unidos, no Canadá ou na Austrália. Essa juventude das classes abastadas vive agora noutro mundo, o da metrópole cosmopolita, e já estabeleceu suas distâncias com qualquer tipo de identificação nacional.»

A este propósito, sugiro aos caros leitores um exercício bem giro: perguntem aos vossos familiares e amigos se se consideram cidadãos do mundo. E depois digam-me o que é que eles responderam!

«Quanto aos imigrantes, cujo número aumenta em cerca de mil pessoas todos os dias, graças a nascimentos e chegadas legais e ilegais, eles têm todo o interesse, é claro, de que o sistema de imigração continue no poder. É por isso que o eleitorado do RN é composto, na maior parte, daqueles para quem o futuro constitui uma ameaça: as classes média e popular de origem europeia que ainda estão longe da aposentadoria... Todos sabem que não terão os meios para se proteger de catástrofes que se avizinham e que, nalguns casos, já estão a chegar.»

Resumindo e concluindo, fomos traídos pela geração dos nossos pais, os "baby boomers". E estamos a trair-nos a nós próprios, ao abraçar ideologias suicidas como o cosmopolitismo, o antinatalismo, o globalismo, o neomarxismo, o pós-modernismo, o relativismo moral e claro, o multiculturalismo e o multirracialismo. Como é que isto vai acabar?... Só o tempo dirá, mas a demografia -e, por conseguinte, o tempo- estão claramente contra nós. O que acontecer nos próximos 20 anos vai ser quase garantidamente decisivo para estabelecer se a Europa sobrevive ou se se transforma num gigantesco Brasil! Ou ainda pior, numa gigantesca Eurábia...

terça-feira, 2 de julho de 2019

Polícia pretoguesa!


    O (des)governo da 'geringonça' parece ter arranjado uma forma de acabar com o "racismo" por parte das forças de segurança. Como é que conseguiu semelhante proeza? A fotografia que podem ver abaixo diz tudo o que é preciso saber...




...em Londres, o pandemónio a que se assiste actualmente começou assim. Na sequência de medidas de "acção afirmativa", os polícias brancos ingleses foram sendo substituídos por indianos, paquistaneses, caribenhos e outros indivíduos de nacionalidades "vibrantes". Hoje em dia, a Polícia Metropolitana de Londres gasta mais tempo e recursos a perseguir o "discurso de ódio" nas redes sociais do que a prender criminosos de verdade. E não é pelo facto de o crime na cidade ter descido, antes pelo contrário... Londres tem agora mais homicídios do que Nova Iorque. Viva a diversidade!

sábado, 15 de junho de 2019

O triste lamento da mudshark...




Conselho? Vou dar-te o mesmo conselho que as tuas amiguinhas feministas dão aos homens brancos que não conseguem arranjar namorada: mata-te, estúpida de merda!!!... Agora a sério, a parte em que ela menciona o Obama como exemplo a seguir é asbolutamente hilariante! Estas rameiras primatas não têm mesmo noção do ridículo! Elas não são capazes de compreender o nojo, o NOJO que nos metem!!!

Um louvor a todos os homens brancos que rejeitaram esta criatura miserável. Once you go black, we don't want you back!

domingo, 2 de junho de 2019

Durão "cherne" Barroso regressa ao Clube de Bilderberg... e leva dois novos recrutas com ele!


     Tomem bem nota destes nomes e caras, caros leitores... os bilderbergues tendem a acabar no (des)governo "tuga"! O actual presidente da Câmara Municipal de Lisboa até pode parecer um parolinho, mas dizia-se o mesmo de Jorge Sampaio e de António Costa quando ocupavam o seu lugar...

«Fernando Medina e Estela Barbot juntam-se a Durão Barroso na representação de Portugal no encontro do grupo de Bilderberg que este ano decorre entre os dias 30 de Maio e 2 de Junho, em Montreux, Suíça.»

 Da esquerda para a direita: Barroso, Medina e Barbot.

«Para a 67.ª edição da reunião do grupo de poderosos em que se encontram alguns dos milionários, empresários e líderes políticos mais relevantes em termos mundiais, Durão Barroso escolheu o presidente da autarquia lisboeta e a administradora da REN como os representantes de Portugal.
Recorde-se que foi em 2015 que Pinto Balsemão escolheu o agora ex-presidente da Comissão Europeia e antigo primeiro-ministro para o substituir no conselho director responsável pela organização dos encontros anuais do grupo de Bilderberg. Na edição do ano passado, Durão escolheu duas mulheres: Paula Amorim e Isabel Mota.

Este ano serão 11 os principais temas em debate e são todas questões muito actuais: uma ordem estratégica estável, o futuro da Europa, alterações climáticas, China, Rússia, Brexit, o futuro do capitalismo, as questões éticas relacionadas com a inteligência artificial, a importância do espaço, e ataques cibernéticos. A reunião vai contar com cerca de 130 participantes oriundos de 23 países.

Fernando Medina chegou à liderança da câmara da capital em 2015, substituindo António Costa. Até aí tinha sido número dois, desde 2013, do actual primeiro-ministro na autarquia.

Antes de enveredar pela política local, Medina foi deputado eleito pelo PS e membro do Governo de José Sócrates como secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, pasta tutelada pelo ministro do Trabalho, Vieira da Silva.

Já Estela Barbot tem um vasto currículo no mundo empresarial, tendo passado por sectores como a banca (directora do Banco Santander de Negócios) ou o energético, onde actualmente se encontra como administradora da REN.

Foi também empresária e conselheira do Fundo Monetário Internacional (FMI).»


Já agora, no ano passado o Durão da Goldman 'Saques' tinha escolhido a herdeira Amorim e a Isabel da Gulbenkian.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Sobre o mais recente desvario do bêbado imprestável que preside à Comissão Europeia


     A maioria das pessoas fixou-se no "estúpidos nacionalistas", mas a parte realmente interessante na intervenção disparatada desta pobre 'vítima de ciática' é aquela que eu sublinhei a cor vermelha na imagem em baixo:




Mas... mas afinal que tipo de pessoa não ama o seu país? E que raio de "líderes" europeus são estes, que consideram que uma pessoa gostar do seu país é uma coisa má???... Traidores, é a única resposta que me ocorre. E vocês, caros leitores, têm outra?...

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Algumas impressões sobre o debate para eleições europeias na RTP 1




O cabeça-de-lista do PNR esteve globalmente bem, falando com fluidez e convicção. Se tivermos em conta que João Patrocínio é praticamente um estreante nestas andanças, foi uma boa première e acho sinceramente que não se lhe podia exigir mais.

A moderadora, Maria Flor Pedroso, esteve quase sempre bem, exceptuando ter permitido ao candidato do MAS atacar directamente o PNR e o Chega várias vezes.

No que respeita à denúncia da utilização inadequada dos fundos europeus, o candidato mais próximo de João Patrocínio foi Paulo Morais. Não  surpreende, uma vez que a grande bandeira do Prof. Morais tem sido, ao longo dos anos, o combate à corrupção. E como eu disse várias vezes aqui no TU, ele é que devia ser agora o nosso Presidente da República, não o execrável demagogo bilderberguer populista que dá pelo nome de Marcelo Rebelo de Sousa.

O candidato do MAS, num estilo surrealmente estalinista, afirmou a certa altura que “na Europa não pode haver lugar para os salazaristas e para o discurso de ódio do Chega e do PNR”. Que fique registado: o MAS é abertamente a favor da censura, o que faz dele um partido claramente antidemocrático. Aliás, o candidato do MAS chegou ao cúmulo de acusar a "extrema-direita" de ser a principal causa do terrorismo na Europa!

Mais uma vez, os militantes do PCTP-MRPP revelaram ser uns canalhas: o cabeça-de-lista deste partido defendeu que, uma vez que os militares portugueses têm participado em diversas missões no estrangeiro, “não devemos ficar surpreendidos se houver retaliações nas grandes cidades portuguesas”. Ou seja, tal como o animal felizmente já defunto do Arnaldo Matos, o comuna Luís Júdice legitimou os atentados terroristas no nosso país. 

O Ricardo Arroja, do Iniciativa Liberal, não conseguiu disfarçar um sorrisinho cretino durante as intervenções de João Patrocínio, em especial durante aquela em que o candidato do PNR apelou à canalização dos fundos comunitários dos movimentos LGBT e de outros movimentos inúteis para a revitalização da nossa produção nacional.

A propósito da imigração em massa para a Europa, o Ricardo Arroja defendeu ainda que "os países que não cumpram as suas obrigações humanitárias devem ser multados". Perceberam, caros leitores? Ou acolhem os imigrantes ou são multados!!! É esta a famigerada "liberdade de escolha" com que os liberais tugas enchem a boca! 

Houve um momento hilariante em que o candidato do PURP se pegou com o betinho do PAN e lhe disse: "nós achamos que as pessoas estão primeiro que os animais"! 

Aliás, o candidato do PURP, Fernando Loureiro, surpreendeu-me pela positiva. A certa altura ele disse mesmo: "não aceito esta imigração para a Europa quando temos aqui em Portugal 4 milhões de reformados em condições de miséria". Infelizmente, o Sr. Loureiro fez questão de se demarcar dos nacionalistas logo a seguir: "mas não sou racista e não tenho nada a ver com o PNR".

O betinho do PAN, que é um partido de extrema-esquerda, protagonizou outro momento hilariante, ao dizer: "os extremismos, tanto à esquerda como à direita, são sempre de evitar!" A propósito, este caramelo vai propor brevemente ao Par(a)lamento "tuga"  a redução da idade mínima de voto para os 16 anos.