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quinta-feira, 14 de março de 2019

Do Pretogal profundo... imagens deslumbrantes!


     E agora, caros leitores, vamos fazer uma viagem maravilhosa por um recantozinho de Portugal que a esmagadora maioria de vocês certamente desconhece, o Bairro 6 de Maio, nesse magnífico concelho cada vez mais pretoguês que dá pelo nome de Amadora.

Que agradecer ao Filho da Truta (FdT) por mais esta sua contribuição preciosa para o TU: foi ele que nos trouxe estas fotografias cuja beleza é de cortar a respiração! Muito obrigado, caríssimo!

«A pouco mais de cinco quilómetros do centro de Lisboa, onde o turismo avança a velocidades nunca vistas, o Bairro 6 de Maio, no concelho da Amadora, está a definhar.

Estigmatizado durante anos a fio, mitificado ao longo de décadas como "o sítio onde nem a polícia entra", o Bairro 6 de Maio começou a ser desmantelado em 2016, num processo de despejos, realojamentos polémicos, rusgas policiais frequentes e tentativas activistas de travar o inevitável. Um processo que se arrasta e que tem servido para enfatizar ainda mais os problemas de uma comunidade na sua maioria composta por cabo-verdianos que decidiram tentar uma vida nova em Portugal no pós-Ultramar, entre o final dos anos 70 e início de 80. Um gueto às portas de Lisboa, onde mais do que viver, todos tentam sobreviver. Alguns da única forma que sabem, à margem da lei.»

É sempre a mesma conversa de merda por parte dos mé(r)dia: "da única forma que sabem", como se o analfabetismo fosse desculpa válida para se ser um criminoso. Enfim... sem mais demora, vamos então até o Bairro 6 de Maio. Não se esqueçam que estas fotografias foram todas tiradas em Portugal!



“G” (nome fictício), faz uma vigia no bairro com a sua caçadeira, na expectativa da chegada de membros de gangues rivais. 
Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018. 


Mulher caminha no Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018. Este bairro degradado situa-se a cerca de cinco quilómetros do centro da capital. Construído ilegalmente nos anos 70 por imigrantes Cabo-verdianos e guineenses é, actualmente, um foco de problemas sociais e criminalidade, tráfico de drogas, armas e prostituição. 

 
Carlon, 35 anos, barbeiro, atende um cliente. Natural de Cabo Verde, imigrou aos dois anos de idade com os seus pais, há 18 anos que é o barbeiro do bairro. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


 Homem (não identificado), no interior da sua casa empunha uma arma de fogo. A posse de armas ilegais é comum entre os membros dos gangs do bairro. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


 Homens praticam exercício numa casa que tinha sido demolida pela Câmara Municipal e posteriormente reconstruída pelos residentes. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


Dois homens lutam junto a uma casa demolida. Ambos são “snipers”, vigias das entradas do bairro que alertam os traficantes para a aproximação de forças policiais e membros de gangues rivais. A luta foi desencadeada porque um dos “snipers” falhou na sua missão. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.

 Alex (nome fictício) segura na mão uma catana num dos becos do bairro. Uma arma branca que o seu pai trouxe para Portugal quando emigrou no período pós-colonial. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


 Elvis (nome fictício) mostra uma cicatriz abdominal resultante de um ferimento causado por uma bala perdida durante uma luta com um gangue rival. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


Carlos (nome fictício) treina o seu cão “Pitt-Bull” para atacar em frente à sua casa. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018. 


Traficante trata plantas de canábis numa estufa ilegal. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
 

 Boss G (nome fictício), com uma máscara para ocultar a identidade, mostra as suas jóias de ouro num beco do bairro. Aos 15 anos foi integrado numa casa de correcção juvenil, aos 18 sentenciado a uma pena de prisão por “car-jacking” e aos 25 anos voltou a cumprir pena por assalto a uma joalharia.


Traficante de droga (não identificado) prepara doses para venda, junto a uma imagem de Nossa Senhora de Fátima. Os traficantes acreditam na sua protecção para o negócio.


 Toxicodependentes consomem crack numa das habitações devolutas do bairro.  


 Patrulha da Polícia de Segurança Pública. 
 


Fátima (à esquerda), 20 anos, dependente de crack, junto a Joana (à direita - nome fictício), também toxicodependente, "mulher" trans. Ambas trabalhadoras sexuais.


Wilson, 24 anos, treina boxe diariamente num ginásio instalado numa casa demolida e posteriormente reconstruída pelos residentes. Sonha em ser pugilista profissional. 


  Drogas, balança de precisão, arma automática, munições e notas de euros no chão de uma das casas do bairro.  


Uma mulher penteia uma jovem e outra alimenta de biberão um bebé. O quotidiano das famílias no bairro.  


 Esta rua é um autêntico supermercado de estupefacientes, onde os traficantes se juntam para fazer negócio com os residentes e consumidores externos.


 Rute (à esquerda - nome fictício) e Dany(à direita - nome fictício) acariciam Tivon (nome fictício) numa festa no bairro. Tivon, um dos criminosos mais respeitados do bairro, já foi condenado a penas de prisão mais de quatro vezes, por roubos à mão armada e assaltos a habitações.


 Jogo de poker a dinheiro entre habitantes durante a noite.  


  Homens e mulheres divertem-se numa festa.


  Casas demolidas no bairro, a Câmara Municipal da Amadora alega que as famílias desalojadas aderiram a programas de apoio ao auto-alojamento.


Então, gostaram, caros leitores? Não é inspirador ver como estes imigrantes cabo-verdianos vieram fazer o que nós, portugueses preguiçosos, já não queremos fazer? E não é reconfortante ver como os nossos impostos estão a ser usados para financiar estas... hum... "famílias"? É não, é?... Porque "os melhores são os que partem", como diz o Daniel (l)Oliveira! Não se esqueçam de continuar a votar massivamente no PS/PSD/CDS/CDU/BE/PAN, que é para vermos se os bairros 6 de Maio se multiplicam um pouco por todo o país! 😜

quarta-feira, 6 de março de 2019

Em Marrocos: camião português atacado por "jovens" que quereriam vir para a Europa


      O Correio Manhoso (CM) publicou hoje esta notícia sobre um casal de camionistas portugueses que terá vivido uma situação de aperto em Marrocos. A leitura integral da notícia está reservada aos assinantes do CM, mas há algo que salta à vista no pouco que nos é permitido ver a nós, comuns mortais:

"Parecia um filme de terror": Casal vive pânico com imigrantes em Marrocos
Veículos portugueses apedrejados e invadidos por grupo de "jovens" que tencionava entrar ilegalmente na Europa.

Apedrejados? Que comportamento tão estranho por parte de quem quereria usar os camiões como veículo de transporte para entrar na Europa. Eu sei que os "jovens" destas paragens não devem muito à inteligência, mas até eles deverão compreender que atirar pedras aos camionistas portugueses apenas faria com fugissem! Há aqui algo mais... algo que o CM não nos quer dizer, mas que fica bastante claro ao olhar para o tipo de mercadoria que os camiões em causa transportavam:




Reparem nas letras na parte de baixo do camião, caros leitores: "Transporte de Animais Vivos"! O casal de camionistas descreveu o sucedido desta forma:

«"Parecia um filme de terror. Passámos ali duas horas a tentar tirá-los do camião, mas quantas mais vezes parávamos, mais apareciam. Atiravam pedras e paus aos camiões para nos obrigarem a parar e nem a Polícia respeitavam. Foram duas horas de pânico".»



Pois é... eles só queriam vir para a Europa, pá! A carga dos camiões não tinha nada a ver com a sua fúria!... Enfim, vai ser bonito quando os canalhas não-eleitos da UE cumprirem o seu sonho globalista de transformar a União do Mediterrâneo a uma espécie de UE + Norte de África! Vamos ter "jovens" destes por todo o lado...


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

"Jovens" tornam o futebol britânico mais vibrante!


      O futebol britânico costumava ser uma valente pasmaceira. O pessoal ia aos estádios para ver vinte e dois marmanjos a correr atrás de uma bola, a dar-lhe pontapés e a tentarem enfiá-la dentro de um rectângulo delimitado atrás da linha de fundo. Uma seca! Felizmente, a imigração nunca falha e está a mudar a face do "desporto-rei" (da selva) para melhor. Um muito obrigado! ao FdT por nos ter trazido aqui estas notícias vibrantes:

1. «Aboubakar Kamara está novamente no centro das atenções, sendo que desta vez foi detido pelas autoridades. De acordo com o jornal britânico The Sun, o avançado terá agredido um funcionário do Fulham.»

 Aboubakar Kamara: beleza arrebatadora e inteligência demolidora!

«Ao que tudo indica, o incidente ocorreu no centro de treinos do clube, tendo atingido proporções de tal forma elevadas que obrigou os responsáveis do Fulham a chamar a polícia ao local.
Num comunicado enviado aos meios de comunicação social, o penúltimo classificado da Premier League agradeceu a rápida prestação da polícia e garantiu cooperar com toda a investigação: "O sujeito [Kamara] foi detido e banido indefinidamente de Motspur Park e de todas as actividades do clube. Vamos deter-nos de mais comentários, mas sublinhamos que iremos cooperar totalmente com qualquer nova ou presente investigação ou procedimento legal, de forma a proporcionar a todos um ambiente de trabalho seguro".
Kamara tem sido protagonista de vários momentos polémicos no Fulham. No mês passado roubou a bola a Aleksandar Mitrovic para cobrar uma grande penalidade e logo na semana seguinte pegou-se com um colega de equipa durante uma sessão de ioga.»

Que emocionante! Um "jovem" cheio de vida e de garra, de tal forma vivaço e "apaixonado" que até se pega com os próprios colegas e funcionários do seu clube! E nem o ioga o acalma, hã! Isto sim, é amor à arte, pá! Mas não se pense que ele é caso único:

2. «Nelson Oliveira considera que "teve sorte em não ter ficado cego", na sequência do lance com Tyrone Mings no sábado [2 de Fevereiro], em que o defesa do Aston Villa caiu com os pitons na cara do avançado do Reading, provocando-lhe fracturas no nariz e a necessidade de levar vários pontos ao longo da face. O internacional português admite que o adversário não tenha feito de propósito mas não deixa de lançar algumas críticas.

 O jovem Nélson, depois de ter sido "enriquecido" pelo "jovem" Tyrone.

"Não direi que ele fez de propósito, mas o que me deixa irritado e com má sensação é que é algo que ele podia ter evitado. Não me cabe a mim decidir se foi intencional ou não. A única coisa que posso dizer com 100% de certeza é que ele podia ter evitado. E as melhores pessoas para analisar o lance são futebolistas, pois sabem como se aterra após jogadas no ar e como se movem em campo", disse à 'BBC Radio Berkshire'.

Podia ter sido evitado?! Mas porque é que o Tyrone havia de passar a oportunidade de pisar a tua carinha laroca? Julgas que a tua cara te pertence, pá?! A tua cara pertence a todo o mundo, tal como os países da Europa pertencem a todos os povos! Deixa de ser egoísta e partilha a tua cara com o resto da humanidade, seu opressor branco!

«Convidado a recordar o fatídico lance, Nelson Oliveira diz que tudo "aconteceu muito depressa". "A minha primeira reacção quando senti impacto foi pensar que era o joelho dele. Pisarem-te na cara é algo muito raro no futebol. Tive muita sorte por ter sido apenas o meu nariz a fracturar.. Podia ter ficado cego e impossibilitado de voltar a jogador futebol, ou ter fracurado mais ossos na minha cara ou mandíbula", considerou.»

Correcção, caro Nélson, "pisarem-te na cara ERA algo muito raro no futebol"! Porque agora os padrões são outros, agora os padrões são "jovens", são "modernos", são "vibrantes"!!! Ou será que tu eras daqueles "optimistas" quem achava que podíamos importar milhões de terceiro-mundistas e continuar a viver num ambiente de primeiro mundo?...

domingo, 10 de fevereiro de 2019

"Jovens" fazem arrastão em centro comercial do Carregado (no concelho de Alenquer)


     Esta notícia já tem alguns dias, mas eu ainda não a tinha publicado aqui no TU, pelo que julgo que vale a pena retê-la para a posterioridade. Quero agradecer às duas pessoas que a trouxeram até aqui, mas já não me lembro ao certo de quem foram. Muito obrigado! a essas duas pessoas e desculpem a minha amnésia!

«A Guarda Nacional Republicana (GNR) identificou vinte e nove "jovens", com idades compreendidas entre os 13 e os 20 anos, por suspeitas da prática de crimes de furto numa loja de materiais desportivos do Centro Comercial “Campera” do Carregado. Cinco destes jovens foram mesmo detidos por terem na sua posse bens do estabelecimento comercial em causa. Foram constituídos arguidos e saíram em liberdade, tendo também em conta o facto de serem menores de idade.»

Alguns dos leitores mais "inocentes" deste blogue poderão ter lido parágrafo anterior e pensado algo do género: "lá está este racistazinho primário do Afonso a colocar aspas de forma abusiva... sabe lá ele se os criminosos eram pretos ou não"!

Sei pois... desde logo, o modus operandi dos protagonistas deste arrastão tresanda a "juventude". Mas há uma prova concreta de que foram mesmo "jovens" a protagonizá-lo, que é o vídeo que se segue:


 


Repararam bem no tipo que aparece algemado à esquerda a partir dos 11 segundos do vídeo? Então deixem-se de conversas, porque eu não falo de cor (embora fale de cor, perceberam? 😉). A maioria dos miúdos brancos já nem sequer tem amigos suficientes para fazer algo deste género! Adiante...

«O Comando Territorial de Lisboa da GNR explica que, cerca das 11h30 de quinta-feira [31 de Janeiro de 2019], “a GNR foi informada que cerca de 30 indivíduos encontravam-se no interior de uma loja a furtar diversos artigos desportivos. De imediato foram mobilizadas diversas patrulhas para o local, tendo sido montado um dispositivo policial que possibilitou a detecção e intercepção do grupo de suspeitos nas imediações do referido estabelecimento comercial e recuperar parte do material furtado”.
A mesma nota acrescenta que os cinco jovens detidos “foram constituídos arguidos e restituídos à liberdade, pelo facto de serem menores de idade, tendo sido entregues aos seus representantes legais, sendo os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Alenquer”. A operação mobilizou cerca de 30 militares dos destacamentos territoriais de Alenquer e de Vila Franca de Xira e do Destacamento de Trânsito do Carregado, bem como militares da estrutura de investigação criminal.»

Reparem, caros leitores: os "jovens" nem sequer vão ser castigados, porque são demasiado novinhos e fofinhos!...  De onde terão saído, estes "jovens" tão bonitos e singelos, como diria aquele génio musical que dá pelo nome de Zé Cabra?

«Os cerca de 30 jovens, na sua maioria oriundos da Linha de Sintra, que na quinta-feira foram interceptados pela GNR quando realizavam uma sucessão de furtos (arrastão) de material desportivo dentro de uma loja do centro comercial Campera, no Carregado, Alenquer, combinaram a incursão criminosa através da troca de mensagens em redes sociais na internet.

O quê? Linha de Sintra?!?! Quem diria, hem? 😜

«(...) Nas primeiras conversas mantidas com os "jovens" interceptados, alguns com 13 ou 14 anos, os militares da GNR de Alenquer perceberam que o arrastão já estava a ser preparado há algum tempo. A maioria dos membros do gangue já se conhecia e combinou nas redes sociais ou em aplicações de telemóvel, a deslocação até ao Campera para efectivar o assalto.

Viajaram de comboio até ao Carregado para depois entrarem, todos juntos, no centro comercial, procurando consumar os crimes com a maior rapidez possível. A intervenção da GNR foi acelerada pelos próprios empregados da loja atacada, que rapidamente perceberam que eram poucos para controlar tantos jovens.

À chegada, os militares rapidamente encostaram os assaltantes a uma zona de gradeamento do recinto do Campera, para assim conseguirem identificá-los e recuperar os bens furtados.
»

Não há nada para ver aqui, hã! O multiculturalismo e o multirracialismo funcionam! Só não vê quem não quer, pá! Continuem a votar alegremente no PS/PSD/CDS/CDU/BE/PAN, ouviram? Obedeçam!!!