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segunda-feira, 25 de março de 2019

A montanha pariu um rato...




Ou seja, os mesmos mé(r)dia que passam o tempo todo a dar-nos sermões sobre fake news estiveram os últimos dois anos a tentar perpetuar a notícia falsa de que Trump seria uma espécie de agente russo. E agora? Será que vamos ouvir ou ler um pedido de desculpas? Será que vamos ter pelo menos uma retracção das milhares de notícias, crónicas e artigos de "opinião" que davam como certa a hipótese de Trump ser uma marioneta de Putin?

É claro que não. Um dos maiores problemas do Ocidente é mesmo esse, os mé(r)dia são praticamente inimputáveis. Podem publicar tudo e mais alguma coisa, todas as mentiras e mais alguma, que raramente lhes acontece alguma coisa, raramente há consequências. A situação é particularmente grave aqui em Portugal, onde a esmagadora maioria dos "tugas" continua a engolir alegremente todas as tretas que a elite me(r)diática lhes enfia pela goela abaixo... eu perdi a conta às pessoas que, aqui no rectângulo, se convenceram de que Trump era mesmo um agente russo. Cheguei a ser insultado por algumas delas, apenas por lhes dizer que ainda não tinha visto quaisquer provas do famigerado "conluio". Um povo que se deixa manipular tão facilmente não merece ser livre. E grande parte dos nossos problemas decorre disso mesmo, engolimos demasiado facilmente todas as tretas que nos impingem...

sábado, 16 de março de 2019

Sobre o atentado terrorista que teve lugar ontem na Nova Zelândia


     Para minha surpresa, ainda ninguém me perguntou nada sobre o ataque anti-islâmico que teve lugar ontem na Nova Zelândia. Mas como sei que alguém o acabará por fazer, vou ser o mais claro que me é possível.
1. Eu não sei se o ataque é real ou foi uma operação de bandeira falsa (OBF); duvido muito que alguém saiba com certeza, a não ser os próprios autores do massacre, os seus mentores (no caso de se tratar de uma OBF) e parte das autoridades.
2. O esquerdalho e a direitinha tentaram imediatamente associar o ataque ao Nacionalismo. O Observador, por exemplo, ainda vai buscar o Anders Breivik para mostrar uma "tendência", enquanto o Al-Público insiste que os atacantes foram radicalizados pela internet para, é claro, apelar a um maior controlo das redes sociais. Porém, no seu manifesto de 74 páginas, o principal responsável pelo massacre foi muito claro:


3. Em menos de 24 horas, a primeira-ministra neozelandesa anunciou novas medidas de controlo do acesso às armas. Os caros leitores sabem que eu não sou nada dado a teorias da conspiração, mas é quase "como se" ela estivesse à espera de um atentado destes para agarrar a oportunidade. Aliás, sempre que há um atentado em solo ocidental, independentemente do seu(s) autor(es), o resultado final é sempre a perda de direitos dos cidadãos, em especial no que diz respeito ao uso e porte de armas.


4. Além disso, o próprio atacante afirma que pretendia isso mesmo no seu manifesto, fazer com que a esquerda fosse atrás das armas dos conservadores:


5. Não posso deixar de sublinhar que, mesmo que este ataque tenha sido verdadeiro, no sentido em que tenha havido mesmo dois ou três imbecis que desataram a matar muçulmanos com o intuito de precipitar uma guerra racial, essa estratégia é um valente tiro nos pés. Aliás, um autêntico tiro de canhão nos pés, tanto para o movimento contra-jiade, como para o Nacionalismo. Desde logo, porque essa estratégia jamais resultará, uma vez que 99% dos brancos deste planeta não estão dispostos a lutar pela sua raça. Mas sobretudo porque cada atentado terrorista dá mais argumentos aos globalistas para apertarem o controlo e a censura sobre os nacionalistas. Conforme expliquei neste vídeo, não adianta atacar directamente os imigrantes, porque os imigrantes são o resultado de políticas implementadas pelas elites, podendo ser rápida e facilmente substituídos. O que é realmente preciso é remover as elites globalistas do poder. Se queremos mesmo salvar a raça branca, nada mais resultará!