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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Numa instituição do "ensino" superior de Lisboa: indignaçãozinha hipócrita por causa de um boneco preto que afinal era branco


Um muito obrigado! ao 8gn8g3 por nos ter trazido aqui esta pérola da indignaçãozinha anti-racista militante:

«A imagem de um boneco negro colocado nos corredores do ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa, com a frase "bate-me agora" escrita num papel pendurado na figura, está a causar polémica nas redes sociais.




A imagem foi partilhada por Miguel Vale de Almeida, docente daquela instituição académica, que acusa os organizadores de "ignorância". A iniciativa partiu da empresa Smash It Room que, em colaboração com estudantes do ISCTE, colocou um boneco com um bastão ao lado, incentivando a que os académicos "destressem", atingindo a figura com um pancada.

"Isto é pura e simplesmente inaceitável. Tanto os organizadores do evento, quanto a empresa que lhes forneceu objectos para alívio do stress (ou lá o que é) demonstram uma escolha ou ignorância inadmissíveis", escreveu o docente na sua página de Facebook.»


Típico: o Almeida (recuso-me a tratar por professor um cretino como este) fala em "ignorância", mas não sem nunca explicar exactamente em que é que os organizadores do evento são "ignorantes".  Isto é a Teoria Crítica do Marxismo Cultural em estado puro: critica-se só por criticar, sem nunca apresentar justificações ou alternativas.

E claro, esta história do boneco não era nada do que parecia:


«Um dos sócios-gerentes da empresa Smash It Room, César Lemos, disse considerar estas acusações infundamentadas. "A cor original do boneco nem sequer é negro. Ele ficou assim por causa do uso constante, uma vez que está exposto diariamente no nosso estabelecimento para o mesmo fim. Este tipo de bonecos existem em vários ginásios e são utilizado para artes marciais. Estão até disponíveis para venda", explicou.»




«Na página de Instagram da empresa, os responsáveis pela mesma mostram uma fotografia do mesmo boneco na sua "cor de fabrico", garantindo que a fotografia que originou a polémica está "claramente escurecida". "No nosso estabelecimento temos várias pessoas, inclusivamente de diferentes raças e etnias a bater no boneco. Nunca a questão do racismo foi levantada, até hoje", concluiu.
Por fim, César Lemos esclarece que o papel que está ao pescoço do boneco, que diz "bate-me agora" só foi colocado uma vez que as pessoas questionavam constantemente se podiam bater na figura. Entretanto, a Smash It Room foi contactada pelo ISCTE a fim de retirar a imagem dos corredores, algo que não foi preciso, uma vez que o evento já terminou.»

Ou seja, tratou-se de mais um episódio absolutamente ridículo protagonizado pelos funcionários perpetuamente ofendidos da indústria da vitimização anti-racista, sempre à procura de "racismo" onde quer que seja, logo desde o momento em que saem de casa, talvez até desde o momento em que se levantam da cama todas as manhãs. 

Qualquer dia ainda há-de aparecer um destes "iluminados" a jurar que o cabelo humano é racista, porque, com o passar dos anos, vai ficando branco...

domingo, 24 de março de 2019

«Filhos do feminismo» - o novo livro da Doutora Janice Fiamengo


      Aqueles que ainda não conhecem a Doutora Janice Fiamengo, antifeminista convicta e professora na Universidade de Otava, no Canadá, não sabem o que perdem. Esta mulher é um autêntico tesouro mundial, como as dezenas de vídeos de grande qualidade que ela já colocou no canal Studio Brulé permitem comprovar.




Nos últimos anos, a Doutora Fiamengo compilou relatos de vários homens cujas vidas foram destruídas pelos resultados práticos da ideologia feminista, desde vítimas de falsas acusações de violação, a homens cujo processo de divórcio os afastou permanentemente de todos os seus bens materiais e dos seus filhos, passando pela forma verdadeiramente CRIMINOSA como os jovens universitários do sexo masculino estão a ser ensinados a odiar-se nos estabelecimentos de ensino superior do país (des)governado pelo larilas Justino.  E, já agora, de praticamente todo o mundo ocidental, incluindo este (cada vez menos) nosso Portugal.

Esse relato deu origem ao livro "Sons of feminism" ou, em português "Filhos do feminismo", que contém os 25 relatos que a Doutora Fiamengo considerou mais relevantes:

«Feminist leaders tell us that men are entitled and powerful. Janice Fiamengo actually asked men what it is like to be male in a feminist culture -and they responded. These 25 stories may surprise you with their accounts of men belittled, disliked, dismissed, blamed, falsely accused, and discriminated against under law—all while being expected to apologize for their “male privilege.” The volume includes a substantial introduction by the editor, Janice Fiamengo, and an Appendix of Recommended Reading.»

Eu vou mandar vir uma cópia para mim, quanto mais não seja porque a Doutora Fiamengo merece o nosso apoio. Depois digo-vos o que achei...

sexta-feira, 22 de março de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 50


     Aqui fica mais um episódio da excelente e cada vez mais relevante série "Portugal Desintegrado", da autoria do nosso já conhecido amigo e camarada Ilo Stabet. Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes.
 
Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!




Para verem mais episódios da série "Portugal Desintegrado" cliquem no separador "Portugal Desintegrado", por debaixo do título deste blogue. 

Já agora,  quem estiver interessado em ouvir na íntegra a música que o Ilo usou para abrir a série, aqui fica uma versão mais ou menos decente:


quinta-feira, 14 de março de 2019

Líder da bancada parlamentar do PSD sai em defesa de Bruno Vitorino


      É raro vermos um direitinha a fazer a coisa certa, pelo que hoje vou elogiar Fernando Negrão, líder parlamentar do PSD, por ter saído em defesa do deputado Bruno Vitorino, que tinha denunciado a doutrinação homossexualista nas nossas escolas do ensino básico e foi por isso alvo de uma queixa por parte de duas deputadas do bloco de esterco:

«Os deputados do PSD reuniram-se para falar sobre a queixa de que Bruno Vitorino está a ser alvo por parte de duas deputadas do BE: Joana Mortágua e Sandra Cunha. Em causa está um post que o deputado do Barreiro fez no Facebook, onde questionava, a propósito de uma sessão de esclarecimento numa escola levada a cabo por uma organização LBGT, ‘Que porcaria é esta?’, considerando a sessão “perversa” e uma “vergonha”. Reunida a bancada, Fernando Negrão conclui que a queixa é um atentado à “liberdade de expressão” e à democracia, tendo enviado uma carta ao Presidente da Assembleia da República a queixar-se disso mesmo. Pedagogia não é doutrinação, diz.»


Excelente, Dr. Negrão. É para mim uma grande e agradável surpresa constatar que nem tudo está perdido entre os laranjinhas.

«A liberdade de expressão é sagrada, e no dia em que um deputado se sentir impedido de falar com receio de queixas que possam vir de outros deputados, então aí estaremos a matar a democracia”, disse o líder parlamentar social-democrata aos jornalistas no final da reunião, explicando que a carta redigida e endereçada a Ferro Rodrigues tem o propósito de impôr na agenda da conferência de líderes uma discussão sobre o tema.»


"No dia em que um deputado se sentir impedido de falar com receio de queixas" já teremos matado a democracia. Ela começa a morrer a partir do momento em que o cidadão comum tem receio, algo que acontece em Portugal logo desde o início desta Terceira República. 




Sim, leram bem, eu estou a afirmar que nunca houve uma democracia em Portugal. Para haver democracia tem de haver liberdade de expressão. É condição sine qua non, não pode ser negociada. Mas nunca houve liberdade de expressão no nosso país, a própria Constituição proíbe a expressão de certas ideias e tendências políticas.

«Para Fernando Negrão, há uma diferença entre fazer “pedagogia” nas escolas e “doutrinação”, considerando que a tal palestra de sensibilização para as diferentes orientações sexuais levada a cabo numa escola do Barreiro era “doutrinação” sobre crianças “de 11 anos”, e que isso sim devia ser motivo de “preocupação”. Questionado sobre se se revia nas expressões usadas pelo deputado (“perverso” e “vergonha”), Negrão disse que isso era “assessório” e que a página de Facebook de cada um é um espaço “pessoal”, com “uma margem de expressão muito maior”, mesmo tratando-se de alguém com um cargo público.»


Evidentemente. Até porque a linguagem usado pelo deputado Vitorino é, a meu ver, bastante moderada. Eu iria muito para além do "perverso" e da "vergonha", eu diria mesmo que se trata de uma verdadeira filha da putice!

«Para Fernando Negrão, que lidera a bancada social-democrata, não é igual um partido político ou uma associação LGBT ir falar a uma escola. “Quando falo numa escola não digo que a democracia é o PSD, explico o que é o sistema democrático e falo da pluralidade de partidos”, disse, afirmando que, pelo contrário, uma associação LGBT “faz doutrinação em vez de pedagogia” sobre as crianças.»


Agora vamos ver como é que o bilderberguer modernaço Rui Rio vai reagir a isto. Espero estar enganado mas, conhecendo a peça, o Dr. Negrão pode muito bem ter os dias contados à frente da bancada parlamentar do PSD...


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Ver também:

quarta-feira, 13 de março de 2019

Deputadas do bloco de esterco apresentam queixa contra deputado do PSD que criticou doutrinação homossexualista nas escolas básicas


      Repare-se que estas deputadas são as mesmas hipócritas que disseram que o juiz Neto de Moura "não sabia conviver com a liberdade de expressão" por processar as pessoas que o injuriaram. Tanta falta de vergonha na cara impressiona!

«As deputadas do Bloco de Esquerda Joana Mortágua e Sandra Cunha vão apresentar uma queixa na Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) contra o deputado do PSD Bruno Vitorino. Em causa está um comentário que o também vereador da Câmara Municipal do Barreiro fez sobre uma palestra na Escola Básica 2/3  da Quinta da Lomba, no Barreiro, que pretendia “promover a igualdade de género” e “sensibilizar os alunos para as diferentes orientações sexuais”.




Numa publicação na sua página de Facebook no passado dia 8 de Março, Bruno Vitorino criticou esta iniciativa, considerando-a “uma vergonha” e “uma porcaria” por entender que “é perverso” ver “adultos a avançar sobre este campo junto de crianças”. Um post que foi entretanto eliminado da rede social depois de ter sido denunciado.»


É lamentável que o deputado tenha eliminado a posta. Foi um erro da sua parte, porque dá a entender que haveria lago errado na posta, quando não havia.

«Um dia depois, o deputado social-democrata voltou ao tema novamente no Facebook. “Nunca discriminei ninguém em função da sua orientação sexual, do seu partido político, da sua raça, cor de pele, religião ou clube ou seja o que for. Tenho amigos homossexuais, heterossexuais, e muitos que nem sei que orientação têm ou deixam de ter. Mas não aceito este tipo de “doutrinação” nas escolas com miúdos destas idades. Ainda mais com associações totalmente duvidosas. Acho uma vergonha”, escreveu num tom menos agressivo do que na publicação original.»

O deputado laranjinha está coberto de razão! É efectivamente doutrinação, é lavagem cerebral desde tenra idade para programar as crianças e fazê-las aceitar o que é totalmente inaceitável, a sodomia e o hedonismo degradante dos invertidos. Espero que o deputado se mantenha firme, mas devo dizer-lhe que está no partido errado. Em Portugal, só há um partido onde os conservadores são aceites, o Partido Nacional Renovador (PNR). O PSD não é lugar para um homem que percebe a realidade do marxismo cultural e a terrível influência do lóbi guei na nossa sociedade.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Resumo das acções do PNR contra o Jean Wyllys em Coimbra e Lisboa


     Este vídeo procura resumir o essencial dos protestos levados a cabo pelo único partido nacionalista português, o PNR, nos últimos dias 26 e 27 de Fevereiro. Contém intervenções do Presidente, José Pinto-Coelho, e também do cabeça de lista às próximas eleições europeias, João Patrocínio, entre outros.

quinta-feira, 7 de março de 2019

O vice-reitor da Universidade de Kingston pede acção afirmativa nas notas escolares!


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia absolutamente surreal publicada no inenarrável Al-Guardian, o jornaleco neomarxista e pós-modernista do Reino Unido que serve de inspiração aos "nossos" Al-Público e Diário de Noticiazinhas (e até ao próprio Observador da direitinha, que republica artigos do Al-Guardian de vez em quando).

Quando li os escritos que vou reproduzir a seguir pela primeira vez, eu não me apercebi do quão grave é o caso. É que eu julguei que a notícia tinha sido escrita por um alucinado neomarxista lá do pasquim, como é habitual. Só depois reparei que o seu autor era nada mais, nada menos, que o vice-reitor da Universidade de Kingston!

Vamos começar pelo título e primeiro parágrafo, que resumem logo o essencial:

«As universidades deviam ser castigadas por darem notas mais baixas aos estudantes negros
O governo devia julgar o ensino universitário com base na forma como promove a igualdade e a diversidade.»

Promissor, não é? Não vou publicar aqui o resto, porque não estou para ter a trabalheira de andar a traduzir para depois praticamente ninguém ler. Quem quiser, pode deliciar-se com a maravilha aqui.

Vou só comentar a ideia central do artigo: o vice-reitor da Universidade de Kingston, a criatura de beleza arrebatadora que podem ver na fotografia abaixo, acha que as universidades da Grã-Bretanha não têm feito o suficiente para promover a "diversidade". A prova, segundo o Estêvão, é que os alunos negros continuam a ter notas mais baixas do que os alunos brancos. Ele cita números relativos ao ano lectivo de 2016-2017, em que "apenas" 66% dos alunos de "minorias" étnicas obtiveram um diploma académico, enquanto o número equivalente para os alunos brancos foi 79,6%.



Steven Spier: vice-reitor da Universidade de Kingston e soyboy extraordinaire!


Ora bem, qualquer nacionalista minimamente atento reconhecerá imediatamente a falácia no "raciocínio" do Estêvão: se o QI médio dos habitantes da África subsariana ronda apenas os 70 pontos, enquanto o dos alunos brancos ronda os 100 pontos, os alunos negros não estão sub-representados nas estatísticas, mas sim sobre-representados, ao contrário do que ele afirma.

Ora reparem, caros leitores: 


Aliás, mesmo que consideremos que os estudantes negros do Reino Unido são um pouco mais inteligentes do que os africanos, os brancos ainda saem a perder. Por exemplo, se admitirmos um QI médio de 80 pontos, teremos 66/80 = 82,5%.

Resumindo e concluindo: agora que já temos acção afirmativa para as vagas em várias universidades ocidentais, há quem queira também alargar o âmbito da acção afirmativa aos resultados académicos! Porque a guerra à raça branca nunca vai acabar, por mais "direitos" e "conquistas" que as outras raças obtenham no Ocidente. Esse é ponto crítico a reter, a engenharia social que visa exterminar a raça branca nunca vai parar. É por isso que não há alternativa ao Nacionalismo, por mais que os líderes nacionalistas possam deixar a desejar nalguns aspectos. O esquerdalho e a direitinha não vão parar. Os mé(r)dia não vão parar. As elites académicas não vão parar. E quem os controla a todos a partir dos bastidores não vai parar: a raça branca é mesmo para acabar!

quarta-feira, 6 de março de 2019

O PNR teve sucesso: Jean Wyllys desiste de se refugiar em Portugal


Da página oficial de internet do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«Como anunciado, nos dias 26 de Fevereiro, em Coimbra, e 27 em Lisboa, o PNR protestou contra a presença de Jean Wyllys em Portugal, o ex-deputado brasileiro do PSOL (partido de extrema-Esquerda), a convite da Universidade de Coimbra e da Fundação Saramago – ou seja, pago com o nosso dinheiro – para proferir duas conferências repletas de lixo ideológico, mentira e ódio aos valores normais e tradicionais de uma sociedade. 




Se esta impunidade moral da extrema-Esquerda, que tanto dano faz à sociedade – ao dominar a educação, a universidade e a comunicação social – é, para muitos, motivo de um encolher de ombros, para o PNR não é! Não podíamos nem devíamos calar diante da afronta que tal convite constituiu.

No dia 26, manifestámo-nos junto à Universidade de Coimbra e enfrentámos uma contra-manifestação muito maior, promovida por partidos e movimentos de extrema-Esquerda que facilmente mobilizam jovens manipuláveis, subsídio e bolso-dependentes, doutrinados por dentro, pela cartilha do marxismo cultural, e estereotipados por fora, pelo aspecto piolhoso. Viveram-se momentos de tensão entre os quais o momento em que uma extremista despejou um copo de purpurinas na cabeça de um dirigente do PNR. Isso, como se viu, passou completamente ao lado da indignação selectiva da comunicação social que apenas se deteve no facto de militantes do PNR (um deles anónimo, encarregue de fazer as filmagens que divulgámos) no interior do auditório da universidade, terem interrompido a “douta palestra” do convidado “respeitável” com o arremesso de um ovo que só não acertou no próprio Jean Wyllys (o tal que cuspiu em Bolsonaro) devido à intercepção do objecto voador por parte de um segurança.

No dia seguinte, em Lisboa, levámos a cabo novo protesto em frente à Casa do Alentejo, onde nova sessão de mentira e lixo foi proferido com o apoio entusiástico de esquerdistas nacionais e brasileiros que ali acorreram para ouvir o guru de serviço, sendo que mais de metade não tiveram e lugar lá dentro e tiveram de se contentar em contra-manifestar-se na rua contra o PNR.

Entretanto, no interior, já quase no fim da conferência, um assistente levantou-se, abriu o casaco e deixou a descoberto a t-shirt com a imagem do “Capitão” enquanto gritou: “Jair Bolsonaro”! Novamente surpreendidos, como na véspera, os esquerdistas expulsaram-no do recinto, entre urros e cânticos, tendo ele vindo juntar-se a nós.

As duas acções do contaram com a presença de brasileiros de Direita, a residir em Portugal, que se juntaram aos apoiantes do PNR. Jean Wyllys confessou à imprensa que não equaciona refugiar-se em Portugal – enquanto foragido da Justiça brasileira – pois aqui não teria sossego. Pois não teria mesmo! O recado ficou dado.»

terça-feira, 5 de março de 2019

O preço do anti-Cristianismo primário


     Os nacionalistas que combatem o Cristianismo de uma forma fanática -e a meu ver, absolutamente contraproducente-, deviam pôr os seus olhinhos indignados nesta notícia sintomática:

«Na passada sexta-feira [01-Mar-2019], cerca de 600 crianças foram retiradas de uma escola primária, na comunidade de Parkfield, em Birmingham, em protesto contra o programa "No Outsiders" - em português, "sem pessoas de fora" -, um programa que visa promover o fim da homofobia. O movimento teve início por parte de pais e mães muçulmanos, que afirmam que os seus filhos estão a sofrer uma "lavagem cerebral".


Fatima Shah, mãe de uma aluna da escola de Parkfield afirma que "os homossexuais deveriam ser tratados com respeito", no entanto, condenou o programa, afirmando que este é "desapropriado e completamente errado". Shah defende que 98% dos alunos da escola são muçulmanos e que é errado dizer-lhes que ser homossexual está certo, visto a homossexualidade ser proibida no Islão. "A educação sobre relações sexuais está a ser dada sem o nosso consentimento. Nós não fomos informados sobre o que está a ser ensinado", defende.»

Quando um casal cristão retira os seus filhos de uma escola, começa-se logo a discutir se o Estado não devia obrigar os pais a submeter as suas crianças à "educação tolerante e progressista". Será que vai acontecer o mesmo no caso dos casais muçulmanos? Vamos ver:

«Os pais justificam a atitude de terem retirado os filhos da escola devido a sentirem que os seus direitos estão a ser postos em causa e que a homossexualidade está "a ser promovida agressivamente". Também se pode ler na publicação feita pela comunidade que petições e tentativas de diálogo por parte dos pais foram ignoradas pela escola, o que levou ao protesto da manhã de dia 1. Durante o protesto, as crianças seguraram cartazes com mensagens como "deixem as crianças serem crianças" e "parem de explorar a inocência infantil".
Depois do protesto de sexta-feira, o conselho directivo da escola reuniu com o comissário das escolas regionais e com os pais dos alunos e decidiu acabar com o programa até depois da Páscoa, pelo menos, para poder abordar o assunto com os pais e ter a sua opinião em conta.
(...) O ministro das escolas, Nick Gibb, disse ser importante as escolas terem em consideração, as crenças religiosas dos seus alunos quando decidem entregar certos conteúdos para garantir que os tópicos são tratados de maneira apropriada.»

Ou seja: contrariamente ao que sucede quase sempre quando os pais são cristãos, a escola e o próprio Estado (pela voz do ministro da escolas) cederam à pressão dos pais muçulmanos!

Os nacionalistas anticristãos deviam pensar nisto seriamente: se os muçulmanos podem ser abertamente "homofóbicos" e serem recompensados por isso, enquanto os cristãos "homofóbicos" são perseguidos activamente por várias organizações a começar pelo próprio Estado, o que é que acham que os cristãos "homofóbicos" vão tender a fazer com o tempo? Converter-se ao Islão, evidentemente! 

Não, isto não é uma fantasia e um exagero da minha parte, conheço cada vez mais cristãos que elogiam abertamente o Islão, não devido a uma formatação ideológica de pendor multiculturalista, mas por entenderem que o Islão pode desempenhar um papel de regulação dos costumes da sociedade que o Cristianismo já não pode.

Já sei que a resposta de algumas pessoas a isto vai ser "ai, isso resolve-se com mais educação, mais cidadania e mais civilização." Tretas! A tolerância dos ocidentais para com os sodomitas decorre da doutrinação massiva por parte dos mé(r)dia e do sistema (des)educativo, pelo que os muçulmanos, ao rejeitarem naturalmente a nossa sociedade e modo de vida, estão geralmente imunes a essa formatação! Já disse isto várias vezes, mas vou repeti-lo novamente: as sociedades humanas ainda não estão preparadas para viver totalmente sem religião, sem um sentido maior para a nossa existência. Isso significa que haverá sempre religião na sociedade. E se nós acabarmos com uma grande religião, outra religião da mesma dimensão surgirá no seu lugar.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Em Coimbra: o PNR protestou contra a vinda do rabeta brasuca armado em vítima Jean Wyllys


      O PNR foi à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra protestar contra a vinda -a convite do inenarrável neomarxista e pós-modernista Boaventura Sousa Santos- do gueizola brasuca totalitário Jean Wyllys, o tal "democrata" que cuspiu em Jair Bolsonaro.

Quero saudar e louvar todos os militantes e simpatizantes do PNR que compareceram. É um grande orgulho constatar que nem toda a gente em Portugal desistiu de lutar pelo que é nosso e, sobretudo, que há um partido político no nosso país cujos dirigentes compreendem a realidade da guerra cultural que está a destruir o Ocidente a partir de dentro.




Alguns de vocês poderão achar este protesto excessivo. Mas não foi: a extrema-esquerda impediu Marine Le Pen de vir à Web Summit, pelo que este protesto, em termos comparativos, foi completamente inócuo. Aliás, o Presidente do PNR explicou isso mesmo num vídeo que partilhou hoje na página do Facebook do PNR e que espero poder partilhar convosco mais logo.


E atenção que hoje há outro protesto! Quem puder, compareça:
Lisboa – dia 27 – 17h00 – R. das Portas de Santo Antão, 58 – “Casa do Alentejo”. 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

O PNR fala claro: «Jean Wyllys não é bem vindo!»


Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«Jean Wyllys, o ex-deputado brasileiro do partido de extrema-Esquerda, PSOL, vem a Portugal proferir duas conferências. Uma, na Universidade de Coimbra, tem por título, “Discursos de ódio e fake news da extrema direita e seus impactos nos modos de vida de minorias sexuais, étnicas e religiosas – o caso do Brasil” e a outra na Casa do Alentejo, em Lisboa, tendo por tema, “Porque se exilar do Brasil hoje?”.


O PNR, único partido português que apoiou entusiasticamente a eleição de Bolsonaro – ao contrário de toda a restante classe política que o hostilizava ou se remetia a um silêncio dúbio – vem manifestar o seu mais veemente repúdio pela iniciativa da Universidade de Coimbra, o que configura uma afronta ao prestígio desta Universidade e aos portugueses. 

O PNR declara que esse senhor não é bem-vindo a Portugal! É persona non grata esse agitador de extrema-Esquerda, foragido à justiça brasileira, por fortes suspeitas de envolvimento no atentado contra Bolsonaro e por questões ligadas a trafulhices fiscais. Mente descaradamente ao dizer-se ameaçado pela “extrema-Direita”, vendo-se forçado a deixar o seu país. É a habitual mentira de vitimização tão comum na extrema-Esquerda. 

O PNR convoca protestos no local das suas conferências, quer contra a sua presença, quer contra o teor do seu discurso venenoso de propagação do marxismo-cultural, de ódio a Bolsonaro, de lixo da Ideologia de Género, de incentivo ao conflito racial, de perseguição aos valores tradicionais. Para agitadores contra os nossos valores e cultura já bem bastam os de cá. Jean Wyllys não é bem-vindo!

Por isso, convocamos os apoiantes do PNR e os brasileiros pró-Bolsonaro residentes em Portugal a demonstrarem o seu descontentamento e mais viva repulsa pela sua presença entre nós. Compareçam em:

Coimbra – dia 26 – 15h30 – Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra  
Lisboa – dia 27 – 17h00 – R. das Portas de Santo Antão, 58 – “Casa do Alentejo”.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Os "novos portugueses": penacovenses de gema!


      Lembram-se de eu ter comentado, aquando do grande incêndio de Pedrógão Grande, em 2017, que parecia haver muitos "jovens" entre as vítimas? Pois bem, o nosso amigo G, o cigano trouxe-nos aqui uma página do Fuçaslivro que parece confirmar essa observação. Trata-se da página do Fuçaslivro da Escola Profissional Beira Aguieira, em Penacova, no distrito de Coimbra (não confundir com Aguiar da Beira, no distrito da Guarda).

Vou transcrever o texto do comentário do G, uma vez que resume o essencial. E muito obrigado, caro G!
«Recomendo uma visita à Escola Profissional Beira Aguieira (Penacova) para apreciar a quantidade de "jovens" que frequentam esta diversa escola.

Existe uma turma formada unicamente por "jovens", muito inteligentes, que frequentam um curso de informática. Atente-se que são jovens oriundos directamente de Africa, ou seja, com grande prática em computadores.

Farão parte, no futuro, dos quadros de grandes empresas na area tecnológica, retribuindo dessa forma o investimento que Portugal faz no presente nestes jovens. Ou não.»

Vamos lá então dar uma olhadela (clicar nas imagens para aumentar o seu tamanho)...















Há muitas mais fotografias como estas na tal página do Fuçaslivro, mas acho que os caros leitores já deverão ter ficado com uma ideia bastante concreta da coisa.

Vou repetir o comentário que fiz na altura a propósito de Pedrógrão Grande:
«Não estamos a falar de um qualquer dormitório do capitalismo selvagem anexo às grandes cidades, como é o caso de Almada, Amadora, Setúbal ou até Vila Nova de Gaia. Pelo contrário, estamos a falar do interior de Portugal, ou perto disso, de um lugar onde supostamente não deveria haver oportunidades de trabalho que permitissem fixar a população alógena... e no entanto, eles aqui estão!

...E você, o que é que vai fazer quando isto acontecer aí no seu bairro? E quando a sua filha chegar um dia a sua casa e anunciar estar noiva de um destes "jovens"? E quando os seus netos já não se parecerem consigo? Vai dar graças por nunca ter sido racista?»

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Ver também:

Sobre a tragédia de Pedrógão Grande...
SEF confirma "aumento significativo" de brasileiros em Portugal
Sobre a subida ilusória da natalidade portuguesa...
Insanidade total: a 'geringonça' vai instalar "refugiados" nos quartéis militares!
A sondagem mais deprimente que alguma vez partilhei neste blogue
O (des)governo da 'geringonça' quer acabar de vez com o Interior de Portugal
A 'geringonça' insiste em tentar destruir Portugal: (des)governo quer 75 mil imigrantes por ano!
Bosta das Índias: «Portugal precisa da imigração para resolver problema demográfico»
Filhos de imigrantes passam a ser "portugueses" de pleno direito, mesmo sem terem nascido em Portugal!
Um testemunho sobre a crescente presença alógena no interior português
Um testemunho sobre a crescente islamização e miscigenação na zona da Grande Lisboa
Nova lei da imigração levou a um aumento recorde dos pedidos de residência em Portugal!
Triste futebol: "Associação dos Estudantes Africanos de Bragança"
Confirma-se mais uma vez: o ensino superior é um dos maiores focos de promoção da iminvasão!