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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

No Seixal: ciganos recusam-se a pagar conta em marisqueira e partem para a violência; dias mais tarde, voltam ao local para dar uns tirinhos


     O caso começa no passado dia 23 de Agosto (sexta-feira), quando uma simpática família cigana foi oprimida por uma conta que lhes foi apresentada pelos empregados de uma marisqueira em Paio Pires, Seixal. Perante tamanha opressão, expressa em euros, os ciganos decidiram fazer aquilo que melhor sabem fazer: partir para a porrada em grupo!

«Uma desordem entre várias pessoas, no interior e exterior de um café/marisqueira de Paio Pires, no concelho do Seixal, obrigou à intervenção da GNR na noite desta sexta-feira. Do confronto resultaram quatro feridos, tendo algumas delas recebido assistência por parte dos bombeiros. Uma das vítimas é uma mulher grávida.
Ao que tudo indica, um grupo de clientes recusou-se a pagar a conta do jantar. Foi então que teve início uma troca de palavras mais acesa, ao que se seguiram as agressões.
A cena de pancadaria foi filmada. (...) É possível ver que foram usadas cadeiras como arma, assim como paus. A troca de agressões teve início dentro daquele espaço de restauração, terminando já no exterior. Segundo foi possível apurar, os danos no café são avultados.


Segundo fonte do Comando de Setúbal da GNR, o alerta foi dado às 21h50 mas, à chegada dos militares, os suspeitos já se tinham colocado em fuga. Não há detenções.
»

Isto foi na sexta-feira... e reparem que a notícia não identifica a etnia da "família", apesar de qualquer pessoa minimamente atenta perceber imediatamente que só podemos estar perante mais um "enriquecimento" proporcionado à sociedade portuguesa pelo "povo nómada". Mas ontem, terça-feira, ou Martes (dia de Marte), se preferirem, os ciganos voltaram à marisqueira para "enriquecer" novamente os donos do estabelecimento:

«Um tiroteio teve lugar esta terça-feira ao final da tarde em Paio Pires, Seixal, num ajuste de contas na sequência, ao que tudo indica, de desacatos numa marisqueira no passado fim-de-semana que deixaram uma grávida ferida. Os suspeitos estão em fuga e armados. A GNR procura os atiradores envolvidos. 
Segundo testemunhas no local, mais de 50 tiros de caçadeira foram ouvidos. Recorde-se que dois grupos rivais envolveram-se em desacatos, na passada sexta-feira.»


Reparem, caros leitores, só sabemos que os "indivíduos" eram ciganos porque a criança assustada que se ouve nos primeiros segundos do vídeo acima o disse. Se não fosse isso, o Correio Manhoso não no-lo teria dito, como é sua obrigação. E o CM é, apesar de tudo, o jornal português que mais reporta este género de casos! A pergunta é por isso inevitável: quantas outras situações semelhantes ficarão por reportar?... Quantos outros portugueses terão sido "enriquecidos" por elementos do "povo nómada" sem que nunca se tenha chegado a saber?...

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Ver também:


Em Carcavelos: "artista" cigano lança o pânico em anima feira local
Ciganos dão mais vida à loja do Pingo Doce de Peso da Régua
"Acção afirmativa" vai mesmo avançar: relatório do PS pede quotas nas universidades para pretos e ciganos
Sermões do Afonso #5: Ainda se fossem cães

segunda-feira, 4 de março de 2019

O cúmulo do nojo: (des)governo português pede desculpa a Angola pelas agressões dos "jovens" do bairro da Jamaica às autoridades portuguesas


Via O Cavaleiro do Apocalipse

     A subserviência cretina da nossa classe pulhítica para com o terceiro mundo lusófono nunca deixa de me surpreender: por mais que já tenham vendido Portugal a retalho e conspurcado o nome da nossa nação como se de uma reles rameira se tratasse, eles conseguem arranjar sempre novas formas de nos enterrar ainda mais no lodo da falta de carácter:

«O Governo angolano garantiu esta segunda-feira que "não existe qualquer irritante" nas relações entre Angola e Portugal, salientando, paralelamente, que o "Caso Jamaica", com críticas à actuação da polícia, está ultrapassado, depois de uma actuação "discreta" das duas partes.
Em conferência de imprensa realizada hoje em Luanda, destinada a fazer o "lançamento" da visita a Angola do Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, que começa oficialmente quarta-feira, Manuel Augusto lembrou que as autoridades angolanas acompanharam, em conjunto com as congéneres portuguesas, o assunto desde o primeiro momento.
"Desculpem! Perdão! Clemência! Eu chupo... eeeer... perdão, eu faço o que for preciso!

«Em causa o incidente entre moradores angolanos daquele bairro, no concelho do Seixal, e a polícia, ocorrido em Janeiro e que deu origem depois a uma manifestação realizada em Lisboa, em que se registaram incidentes entre manifestantes e polícias.
Manuel Augusto escusou-se a comentar o tratamento que as autoridades e a imprensa de Portugal deram ao assunto, considerando uma "matéria interna" portuguesa, apesar das críticas, nos dois países, à actuação da polícia.
(...) "Quero aqui assegurar que o Governo angolano, através dos seus representantes em Portugal, assumiu as suas responsabilidades, estabeleceu pontes de diálogo com as autoridades portuguesas, condenou o uso excessivo da força, tal como também o fez tem relação ao respeito às autoridades (policiais portuguesas). Tivemos uma atitude permanente, sem muito barulho, mas eficaz", salientou.
Por outro lado, Manuel Augusto salientou ter estado em contacto com o homólogo português, Augusto Santos Silva.
"Teve a hombridade de me ligar, não só para apresentar desculpas, mas também para sublinhar a forma, com sentido de Estado, como as autoridades angolanas reagiram", sublinhou.»

Fabuloso! Os "jovens" agridem a polícia; a polícia, logicamente, reage... mas no final, ainda acabamos de joelhos, todos nós portugueses, a pedir desculpa a Angola através do nosso inenarrável ministro dos Negócios Estrangeiros! Mas que puta de nojo!!!

E reparem bem na contradição gritante, caros leitores: então os "jovens" da Jamaica não são portugueses de pleno direito?! Que tem a Angola de meter o bedelho em assuntos entre portugueses? E que tem o governo português de pedir desculpa a Angola por causa de quezílias entre portugueses? Ou será que afinal isso da raça e da nacionalidade não é bem a história da Carochinha que as "nossas" elites e os genocidas globalistas querem fazer vingar?...