Aqui fica uma breve entrevista concedida pelo Presidente do único partido nacionalista português à Antena 1.
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quarta-feira, 18 de setembro de 2019
quinta-feira, 5 de setembro de 2019
«O Patriarcado» - novo blogue antifeminista e defensor da masculinidade
O blogueiro Patriarca, que escreveu inúmeras postas interessantíssimas no blogue A Távola Redonda, criou hoje um novo blogue que podem encontrar na "Blogosfera Relevante" e que incentivo vivamente os leitores do TU a passarem a seguir:
"O quê?! O Patriarca tem um novo blogue?!?! Misoginiiiiiiiiiiiiaaaaaaaa!!!!!!!"
Porque é que devem seguir o Patriarca e o seu Patriarcado ? Por vários motivos:
▪ Para começar, o Patriarca usa uma foto do Steve McQueen na sua imagem de perfil e tudo o que tenha a ver com o Sr. McQueen é simplesmente épico. Tristes millennials e gen z que nem sequer sabem quem ele foi.
▪ O textos redigidos pelo Patriarca são bem acima da média, tanto em termos da qualidade da sua escrita como da pertinência dos assuntos tratados.
▪ O declínio da masculinidade, que o Patriarca visa combater, é um dos problemas mais graves do Ocidente actual e explica muita da nossa falta de resistência à "diversidade"; numa altura em que até a Associação de Psicólogos Americanos ataca a "masculinidade tradicional" e em que as multinacionais como a Gillette fazem anúncios a condenar a "masculinidade tóxica", é cada vez mais importante dispormos de vozes que defendam a perspectiva masculina do mundo, promovam comportamentos saudáveis e que apelem ao restabelecimento da ordem natural das coisas.
▪ Já aqui o disse noutras ocasiões, mas eu não acredito que um nacionalista coerente possa ser feminista; as mulheres já têm a liberdade de fazer tudo aquilo que os homens podem fazer e mais ainda; sugerir que as mulheres ocidentais são oprimidas é absurdo e até insultuoso para as mulheres que vivem em países onde existe opressão de facto; o movimento feminista actual não procura a igualdade entre homens e mulheres, ele procura a remoção dos homens brancos -e só dos homens brancos- dos lugares de poder, bem como o seu desapossamento. As várias situações gravíssimas que têm ocorrido em tempos recentes, como por exemplo esta denunciada pela Doutora Janice Fiamengo no início deste ano, devem preocupar seriamente qualquer pessoa que se importe com a nossa civilização e que a queira preservar.
terça-feira, 6 de agosto de 2019
"Jovem" astrofísico me(r)diático adorado pelo esquerdalho ousa pensar por si próprio... e o esquerdalho que o adorava cai-lhe em cima!
O "jovem" cientista Neil deGrasse Tyson, conhecido do grande público sobretudo por ser o apresentador e narrador da série "Cosmos: Uma Odisseia no Espaço-Tempo", tem sido, nas últimas horas, o alvo da revolta indignadinha do esquerdalho ianque. Porquê? Por causa deste tuíte que ele teve o "atrevimento" de partilhar:
Uau! Morre mais gente a cada 48 horas abatida por pessoas com revólveres e pistolas do que morreram nos dois ataques de El Paso e Dayton! "Quem diria, hã?" Bem, este artigo no Observador ainda vai mais longe, informando-nos que o número de homicídios desse género (revólveres e pistolas) andou na casa dos 45/dia durante as 48 horas em que ocorreram os dois ataques, e não apenas 20/dia, como tuítou o "jovem" Tyson. Porque será, já agora? 😏
Ora, como não podia deixar de ser, o esquerdalho não gostou nada desta verdade inconveniente. Como se pode ler aqui, houve logo várias reacções indignadas ao tuíte do "jovem" Tyson que, infelizmente, já cedeu à pressão e pediu desculpa.
A moral da história aqui é a seguinte: nem mesmo os "jovens" estão a salvo da ira dos seus donos quando se atrevem a sair da plantação. E também: o que o esquerdalho quer não é evitar mortes, é tirar as armas ao povo norte-americano.
quinta-feira, 25 de julho de 2019
Uma reflexão sobre os "resignados" que permitem que vá ficando tudo na mesma
Um muito obrigado! ao Stonefield por nos ter trazido aqui esta pertinente reflexão. Traduzi o texto original directamente do espanhol recorrendo a ferramentas online e procedendo posteriormente a alterações, pelo que algumas passagens poderão ter ficado semântica e gramaticalmente "estranhas". Esta análise foi feita para a realidade francesa e para o caso específico do Reagrupamento Nacional de Marine le Pen (antiga Frente Nacional). Mas as suas conclusões são válidas para qualquer país e partido nacionalista do Ocidente, assentando como uma luva à realidade portuguesa.
«Os defensores da imigração podem ser divididos em várias categorias. Os membros da classe dominante, que querem, fomentam e organizam a imigração, estão na primeira dessas categorias, a dos traidores. A imigração é parte integrante do projecto globalista que eles querem concretizar, com o objectivo de aumentar ainda mais seu poder e maximizar os seus lucros. Os imigracionistas que, sem pertencerem à classe dominante, colaboram com entusiasmo para constituírem a imigração em massa, formam o segundo grupo. Esses colaboradores aderem à utopia absurda de um mundo sem fronteiras onde reinaria a paz e a justiça e onde a pobreza e o racismo seriam erradicados.
Tendemos a pensar menos na última categoria de imigracionistas que, no entanto, é a mais numerosa, a da resignação. Eles não são os organizadores da imigração, não colaboram com o frenesi pró-imigrante e não percebem todos os riscos associados. Mas eles sabem bem que, na realidade, a Europa está a ser invadida pela imigração. (...) É impossível não a ver. A realidade da invasão salta aos nossos olhos e nós temo-la diariamente diante de nós. Basta apanhar o metro ou andar alguns minutos pelas ruas das nossas grandes cidades. Aliás, o comportamento dos resignados mostra o quanto eles já sabem.»
Há "resignados" em todos os quadrantes do espectro político, caros leitores. Inclusive entre os nacionalistas!...
«A escolha do bairro onde moram, os amigos com quem andam, a escola que os filhos frequentam, as actividades de lazer que praticam, toda a vivência diária é guiada de perto pelo objectivo implícito de evitar, tanto quanto possível, o contacto frequente com imigrantes. E no entanto, os resignados são na prática imigracionistas. Em público ou no seu círculo privado, repetem o discurso da classe dominante. Ou, na melhor das hipóteses, ficam calados. E em ambos os casos, continuam a votar em partidos pró-imigração, de esquerda, centro ou direita, a rejeitar o Reagrupamento Nacional (RN) de Marine le Pen e "populismo". Porque é que isto acontece?»
Continuo a ver demasiadas vezes este erro em textos nacionalistas: quando se fala em populismo no contexto nacionalista, é preciso esclarecer que ele constitui a antítese do elitismo. A palavra populismo tem hoje uma conotação tão negativa quanto a palavra nazi, graças à sua diabolização constante por parte das elites académicas e me(r)diáticas. Portanto, quem a empregar no âmbito do combate nacionalista deve deixar bem claro que se está a referir à defesa da vontade do povo por oposição à vontade da elite. Porque a rejeição do populismo, só por si, tem actualmente a mesma conotação que a rejeição do nazismo, é encarada como uma coisa boa.
«Se os imigracionistas resignados continuam a votar nos partidos pró-imigração quando já sabem que a imigração é uma catástrofe, é porque fazem alguns cálculos. Estes cálculos compreendem três componentes. Primeiro, a idade. Entre os resignados estão muitos aposentados. E entre os que ainda trabalham, há muitos já chegaram ou passaram dos 50 anos.
Esses resignados sabem que as coisas vão continuar a degradar-se. Que o crime vai continuar a aumentar. Que a descaracterização das suas cidades vai acentuar-se. Que o número de bairros sob controlo dos imãs e dos gangues étnicos continuará a crescer. Que o Islão vai ser estar cada vez mais presente, arrogante e vingativo nos nossos territórios. E que a imigração será maciça, acabando por chegar àquelas localidades que ainda estão ainda relativamente tranquilas. Mas eles também sabem que toda esta degradação está a processar-se a um ritmo suficientemente lento para permitir que eles já não venham a ser afectados directamente por ela ao longo dos vinte ou trinta anos de expectativa de vida que ainda lhes restam.»
Por outras palavras, quando a bomba multikulti rebentar finalmente, eles já vão estar todos mortos. E como dizem os brasileiros, "pimenta no cu dos outros é refresco".
«O segundo parâmetro do cálculo dos resignados é a sua situação material, que é geralmente satisfatória. Proprietários da sua própria habitação num bairro decente, com uma pensão de reforma suficiente ou poupanças consideráveis, os resignados estimam que o bem-estar material lhes vai permitir continuar a escapar das áreas mais problemática durante o tempo de vida que lhes resta.
Em terceiro lugar, os resignados antevêem correctamente que a chegada ao poder dos "populistas" implicaria o risco de um aumento considerável das tensões, provocar revoltas e até desencadear uma guerra civil que levasse ao caos. E o caos é precisamente o que o resignado mais quer evitar: eles querem uma situação suficientemente estável para serem capazes de manter o que têm e desfrutar de sua pensão e património enquanto puderem viver.»
Lembram-se daqueles velhos de Queluz que se queixavam da insegurança provocada pelos "jovens" mas depois não faziam nada? Pois bem, os parágrafos anteriores descrevem-nos na perfeição: idade (velhos), situação material (têm recursos suficientes para viverem com dignidade) e aversão ao risco (medo dos "fascistas"). A tríade dos resignados que permitem que a sua terra se encha de imigrantes agressivos sem nunca fazerem nada!
"E o que é havemos de fazer, Afonso?! Votar nos fascistas é que não pode ser!"
«Por outro lado, os resignados sabem assumir publicamente o "populismo" implicaria desistir de qualquer perspectiva de carreira, ser afastado da função pública e demitido das grandes empresas.
Considerados indesejáveis, eles seriam rejeitados pelos seus amigos e interesses românticos. E, acima de tudo, reconhecer-se como hostis à imigração levá-los-ia a renunciar à sua identidade humanista e anti-racista, em torno da qual se desenvolveram.»
Qualquer pessoa que seja nacionalista perceberá tudo isto bem demais. Mas é preciso dizer bem alto que aqueles que aceitam a imigração por terem medo das consequências de protestar não merecem os incontáveis sacrifícios dos nossos antepassados e, sobretudo, não merecem ficar com esta terra que herdámos deles. Morreu muita gente para que hoje pudéssemos ter este nosso Portugal. Ficou muita gente estropiada, muitas famílias destroçadas, muitos filhos sem pai, muitas mães sem filhos. Não é minimamente admissível que haja agora pessoas que aceitam perder, só para não se chatearem demasiado, o que os nossos antepassados conquistaram ao longo de tantos séculos e à custa de tanto esforço e sofrimento.
«O resultado desta análise de custo-benefício da resignação é, portanto, encarado como positivo pelos resignados. E isto acontece mesmo quando eles são vítimas, seja de uma agressão, de um roubo com violência, ou quando são insultados, ameaçados, humilhados na rua ou nos transportes públicos, actos cometidos quase sempre por imigrantes [e ainda falta aqui mencionar a "acção afirmativa" e outras aberrações do género...]. Conscientes de que a passividade é, ainda e apesar de tudo, a opção menos dispendiosa, os resignados não mudam suas posições de imigração e, uma vez assimilados o medo e a vergonha, colocam o que sofreram sob os efeitos do “álcool, drogas ou estupidez ". O cálculo da renúncia é simples, resumido e muito racional: apostar numa degradação suficientemente lenta da situação em vez de correr o risco de carregar tudo.»
Devo dizer que esta é a parte que mais me incomoda em todo este processo, constatar que há brancos que, mesmo depois de terem sido agredidos, roubados e humilhados pelos alógenos, continuam a agir como se nada se passasse...
«Os resignados estão objectivamente interessados em continuar a ser imigracionistas, apesar de terem de assumir com uma posição pouco gloriosa: são imigracionistas por estratégia, sabendo perfeitamente que a imigração é uma calamidade. Como é que o resignado consegue viver esta situação da melhor forma possível e não sofrer muito com esta esquizofrenia?
O primeiro método já foi descrito mais acima. O imigracionistas protegem-se o máximo possível da imigração escolhendo o seu local de residência, a escola dos seus filhos ou a sua rede de relacionamentos. Assim protegido, o resignado pode pensar mais facilmente noutra coisa e extrair a questão da imigração de suas principais preocupações.»
Uma observação que tanto eu, como os outros nacionalistas que não resumem todos os problemas do Ocidente aos judeus e ao sionismo, temos feito ao longo dos anos...
«Os resignados afastam-se cuidadosamente da imprensa regional e das suas notícias. Evitam, evidentemente, ler nos média as inconformidades que poderiam desestabilizá-los. Eles têm um olhar particular na rua que consiste em olhar sem ver. Em conversas, os resignados protegem-se por detrás de fórmulas pré-concebidas: as coisas são mais complicadas do que tudo isso; os extremismos nunca são boa solução. Sobre a questão da imigração, os resignados têm uma autêntica panóplia de afirmações memorizadas, sem relação com a verdade, mas que são recitadas energeticamente uma após outra: o que precisa ser feito é ajudar os países pobres a desenvolverem-se; a maior parte dos imigrantes deseja integrar-se; as coisas seriam melhores se a extrema-direita não deitasse mais lenha para o fogo...
No entanto, o argumento mais importante entre aqueles papagueados pelo resignado é o seguinte: “de qualquer forma, já não se pode fazer outra coisa: é impossível impedir a imigração de forma material ou moral; é uma realidade inevitável."»
E é por isto, caros leitores, é precisamente por isto que se pode ler nos dois parágrafos anteriores, que eu deixei de ter paciência para com os nazionaliztaz. Porque se é verdade que há um grande apoio por parte de certos sectores da comunidade judaica à imigração, não é menos verdade que não há praticamente nenhuma resistência, por parte das populações autóctones, ao fenómeno. Sobretudo aqui em Portugal, onde o único partido nacionalista legalizado ainda não conseguiu obter nem sequer 1% dos votos!
«Para demonstrar a impossibilidade material de travar a imigração, os resignados apontam o aumento da pressão (i)migratória por causa da demografia mundial, das fomes e da degradação do clima. Quando lhes é dito que a maioria dos imigrantes chega a França legalmente e que seria muito fácil, por exemplo, não fornecer mais vistos ou autorizações de residência e abolir o direito ao reagrupamento familiar, o resignado mudam a cassete para o registo da impossibilidade moral, invocando os "valores". E quando lhes fazemos ver que esses valores são absurdos, pois levam à instalação, sem reacção contra, da desordem, da violência e da desestabilização, eles bloqueiam e cortam a conversa, denunciando o "ódio" e o "fascismo".»
E já se sabe, "fascismo nunca mais", "25 de Abril, sempre", pá!!!
«Mais recentemente, os resignados descobriram um novo subterfúgio para eliminar qualquer desconforto existencial: todos estão agora mobilizados para a causa do meio ambiente. É nela que eles exibem os seus ímpetos por sinceridade, a sua capacidade de indignação, o seu zelo militante, a sua sede de verdade. É na questão do clima que eles se permitem confessar o seu pessimismo e seus medos. A questão ambiental reveste-se, para os resignados, de um duplo interesse. Permite-lhes ocupar o espírito e pensar menos sobre a questão da imigração. Ela serve para refrear a angústia que a invasão da França causa, tanto no resignado quanto em qualquer outra pessoa: temerosos, como todos os europeus, com a ideia do caos que está a chegar e a ser aos poucos instalado, os resignados optam por desviar seus medos para questão climática e para a "pegada ecológica".»
Ora aqui está uma boa teoria para explicar metade sucesso do PAN. A outra metade explica-se pelo amorzinho patológico que os betinhos cosmopolitas devotam cada vez mais aos seus animais de estimação e que eu denunciei neste vídeo.
«Por tudo isto, a vitória eleitoral do RN afigura-se impossível. Seja qual for o líder, o discurso e o programa do partido, os "populistas" não podem vencê-los ou convencê-los porque a maioria dos franceses não acham bem que eles cheguem ao poder, com os problemas que isso poderia causar. É o caso dos aposentados. É o caso de pessoas abastadas de certa idade, que julgam dispor dos meios para que a imigração não os afecte. E quando se trata de jovens, aqueles com dinheiro dizem que, em qualquer caso, se a situação na França se degradasse demais, eles sempre teriam o recurso de se estabelecer nos Estados Unidos, no Canadá ou na Austrália. Essa juventude das classes abastadas vive agora noutro mundo, o da metrópole cosmopolita, e já estabeleceu suas distâncias com qualquer tipo de identificação nacional.»
A este propósito, sugiro aos caros leitores um exercício bem giro: perguntem aos vossos familiares e amigos se se consideram cidadãos do mundo. E depois digam-me o que é que eles responderam!
«Quanto aos imigrantes, cujo número aumenta em cerca de mil pessoas todos os dias, graças a nascimentos e chegadas legais e ilegais, eles têm todo o interesse, é claro, de que o sistema de imigração continue no poder. É por isso que o eleitorado do RN é composto, na maior parte, daqueles para quem o futuro constitui uma ameaça: as classes média e popular de origem europeia que ainda estão longe da aposentadoria... Todos sabem que não terão os meios para se proteger de catástrofes que se avizinham e que, nalguns casos, já estão a chegar.»
Resumindo e concluindo, fomos traídos pela geração dos nossos pais, os "baby boomers". E estamos a trair-nos a nós próprios, ao abraçar ideologias suicidas como o cosmopolitismo, o antinatalismo, o globalismo, o neomarxismo, o pós-modernismo, o relativismo moral e claro, o multiculturalismo e o multirracialismo. Como é que isto vai acabar?... Só o tempo dirá, mas a demografia -e, por conseguinte, o tempo- estão claramente contra nós. O que acontecer nos próximos 20 anos vai ser quase garantidamente decisivo para estabelecer se a Europa sobrevive ou se se transforma num gigantesco Brasil! Ou ainda pior, numa gigantesca Eurábia...
quinta-feira, 18 de julho de 2019
Bolsas de Estudo da Associação Portugueses Primeiro
A Associação Portugueses Primeiro pretende ajudar jovens estudantes portugueses que desejem
desenvolver investigação e trabalho académico nas seguintes categorias
temáticas:
a) Crise demográfica e sustentabilidade cultural;b) Multiculturalismo;c) Pressão migratória e explosão demográfica dos continentes. africano e asiático.
Nem consigo expressar-vos o quão fantástico eu acho que isto é! Finalmente alguém no movimento nacionalista português que percebe a realidade da guerra cultural e que combate o esquerdalho com as armas do esquerdalho! Arre porra, tenho quase vontade chorar de alegria!!!
O meu louvor à Associação Portugueses Primeiro por esta iniciativa brilhante!...
Associação Escudo Identitário responde ao jornal Sol
Na sequência desta posta que publiquei no TU ontem, achei por bem partilhar isto aqui. Foi retirado directamente da página do Facebook da Associação Escudo Identitário:
«Direito de Resposta do Escudo Identitário
Exmos. Srs. do Jornal “Sol”
No dia 13 de Julho saiu um artigo no vosso sítio (https://sol.sapo.pt/…/braga-antifascistas-contra-escudo-ide…) intitulado “Braga. Antifascistas contra Escudo Identitário” que nos pintou numa luz absurdamente desfasada da realidade. O problema do artigo passa por ser um artigo mentiroso e, pior, por ser um mau artigo. Assim, uma vez que o Escudo tem um pendor claramente pedagógico e formativo, queriamos ensinar uma ou duas coisas ao vosso “jornalista” que assinou a peça, o Joaquim Gomes.
Joaquim, nunca é tarde para aprenderes sobre uma coisinha do jornalismo que é fundamental a todos os da tua profissão, quer essa seja praticada em democracias, monarquias, teocracias, etc. – é uma coisinha pequenina mas muito importante chamada Deontologia. Essa Deontologia é uma coisa complexa e difícil de estudar, temos de ler muito para a compreender a fundo, mas aqui vai um textinho para começares.
Primeiro, não fazemos ideia quem são esses antifascistas que se contra-manifestaram em Braga contra o Escudo Identitário. Pelo que nos dizem os nossos camaradas minhotos, nem em Braga se sabe muito bem quem eles são. Falam as lendas de um sujeito gordo de patilhas que comanda um pequeno exército de perfis falsos de facebook, mas isso dificilmente conta como um movimento ou uma associação. Diz-nos lá, ó Joaquim, tu já foste ter com esses ditos “antifascistas” de Braga?
Segundo, Joaquim Gomes do Sol, outra coisa que também faz parte da ética de um jornalista decente, é dar espaço ao contraditório. No teu caso, se querias escrever sobre uma contra-manifestação, o natural seria quereres ver primeiro quem eram as pessoas a ser, vamos lá, “contra-manifestadas”. Mas não, seguiste a opinião do tal gordinho sem sequer fazer o teu trabalho de jornalista. O teu Jornal SOL permitiu que nos retratassem de neonazis e extrema direita. Nunca nos perguntaram a nossa opinião. Isto, senhores do SOL, não é jornalismo. Não é jornalismo afectar as reputações de pessoas, de organizações, perseguir cidadãos que dão do seu tempo para limpar matas, distribuir roupa aos sem-abrigo, brinquedos aos órfãos, organizar conferências sem custos de entrada e até auxiliar em lançamentos de livros.
O Escudo não é extrema-direita neonazi nenhuma, nem quer ser. Mas o nosso Joaquim, o Gomes, saberia isso se soubesse ser jornalista.
Mas há um terceiro pecado grave, Joaquim Gomes “jornalista” do “Sol, que te faz ainda mais manhoso, Joaquim, que és o menos Joaquim de uma história nacional povoada de enormes Joaquins. Colocaste uma fotozinha do evento “contra-manifestante” que não corresponde à verdade. Ó Joaquim, diz-me lá, tu esperas que a gente se acredite numa foto velha, que já apareceu antes, há meses atrás, numa das páginas do inominável gordinho das patilhas de Braga, o mesmo que comenta em português macarrónico nas caixas de comentário da própria notícia que publicaste, tu achas, Joaquim Gomes, que em Braga, no dia 13 de Julho, estava assim tanto frio que os antifas todos iam aparecer de casacos de inverno e calças? Vai à nossa página, Joaquim, trabalha lá um bocadinho e verás que estava calor nesse dia, que saíam as pessoas à rua de calções e de saias! Que nem sequer a Avenida onde a foto foi tirada estava já assim enfeitada em Julho!
Joaquim, não nos comas por lôrpa.
Pedimos ao teu jornal SOL que se digne a publicar este nosso direito de resposta, assim como está, para servir de instrução a todos os Joaquins Gomes do nosso jornalismo e para defesa da nossa honra.
Até breve e muito obrigado.»
terça-feira, 16 de julho de 2019
Matteo Salvini volta a demonstrar que só mesmo o Nacionalismo é solução
Um muito obrigado! ao Silvino de Portugal por nos ter trazido aqui esta notícia:
«O ministro italiano do Interior, Matteo Salvini, ordenou nesta terça-feira [16-Jul-2019] a realização de um relatório sobre os acampamentos de ciganos no país para localizar aqueles que estão ilegais e “preparar um plano de desalojamento”.
Matteo Salvini, que é também vice-primeiro-ministro e líder do partido da Liga (de extrema-direitade "extrema-direita" são os liberais, seus palhaços da Lusa!), pediu aos presidentes das câmaras municipais de todo o país para fazerem um relatório sobre os vários tipos de "povos nómadas" e ciganos presentes no território e entregar o documento no prazo de duas semanas, anunciou o ministério em comunicado.
“O objectivo é verificar a presença de campos ilegais para estabelecer um plano de expulsão”, explicou Salvini, sublinhando que a prioridade deve ser dada “às situações de ilegalidade e degradação que frequentemente se registam nesses acampamentos” e que “constituem um perigo para a ordem pública e a segurança”.
O censo, escreveu o ministro na ordem enviada aos autarcas, terá de ter informação sobre o tipo de “alojamento”, a densidade da população, as condições dos acampamentos (existência de água, redes eléctricas e esgotos) e o número de menores.
Segundo explica, será elaborado “um plano de evacuação progressiva das áreas ilegalmente ocupadas” para “ultrapassar as situações de degradação e restaurar as condições de legalidade”.
Salvini afirmou em declarações recentes que “está na hora de os ciganos começarem a pagar pelos serviços”.
(...) Números avançados pelo ministro do Interior indicam a existência de 40 mil ciganos a viver em acampamentos em Itália, mas o Conselho da Europa estima que, entre as várias etnias de ciganos, o número esteja entre os 120 mil e os 180 mil.»
Mais uma vez fica demonstrado que votar nos partidos nacionalistas compensa. Infelizmente, há demasiado imbecis que continuam a achar, contra todas as evidências, que abster-se é que é a solução...
domingo, 14 de julho de 2019
Não depositem demasiada fé no BitChute...
Moral da história? Na internet, nada está realmente garantido. Tenham isso sempre presente, camaradas!
ACTUALIZAÇÃO: todos os comentários que eu deixei hoje no BitChute despareceram. TODOS!
ACTUALIZAÇÃO: todos os comentários que eu deixei hoje no BitChute despareceram. TODOS!
segunda-feira, 10 de junho de 2019
É hoje mesmo: grande festa da nacionalidade do PNR! Não faltem!!!
Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):
«Este ano, ao contrário das últimas edições da comemoração do 10 de Junho, por parte do PNR – único partido político que o faz –, em vez da “Marcha da Nacionalidade”, levaremos a cabo uma festa-comício, “Festa da Nacionalidade”, privilegiando, desta feita, o convívio entre todos aqueles que queiram comparecer ao longo da tarde, engrandecendo o nosso evento.
Haverá arraial com churrasco e bebidas, bancas de venda de artigos do PNR e não só, banda de música e discursos políticos. Às 18h30 encerra-se o acto, como sempre com o Hino Nacional. A quatro meses das eleições Legislativas é de extrema necessidade começar a contar, desde já, com o apoio – também na rua, e sobretudo no 10 de Junho – de todos os militantes e simpatizantes do nosso partido. No Dia 10 de Junho lá vos esperamos, a partir das 15:00 horas, na Praça Luís de Camões em Lisboa!»
sexta-feira, 24 de maio de 2019
No próximo dia 26, todos os nacionalistas têm de cumprir o seu dever!
Asbter-se é pactuar com o sistema! Abster-se é dar a bênção aos globalistas! Abster-se é condenar a Europa ao desparecimento e os povos europeus à extinção! Por isso:
Tempo de Antena do PNR (versão 6)
Aqui fica o sexto e último Tempo de Antena do PNR para as eleições europeias do próximo domingo. Porque só o Nacionalismo é solução!
Tempo de Antena do PNR (versão 4)
Em Portugal, não há mais nenhum partido
político que defenda aquilo que os dirigentes do PNR defendem neste excelente Tempo de
Antena. É por isso que, no próximo dia 26 de Maio, só o Nacionalismo é
solução!
quarta-feira, 22 de maio de 2019
O PNR condena a perseguição à PSP por parte da imprensa
Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):
«É com profundo sentimento de revolta que lemos a notícia publicada pelo Diário de Notícias, na sua edição digital, datada de 21 de Maio de 2019, intitulada “Cova da Moura. Quem são os oito polícias condenados?”, da autoria da jornalista Valentina Marcelino.
Neste artigo, a mencionada jornalista expõe os nomes dos oito agentes julgados e condenados ao abrigo do chamado processo da Cova da Moura. Entretanto, esta jornalista, que se tem destacado na elaboração de peças “jornalísticas” sistematicamente com alvo na chamada “extrema-direita” e nas instituições que asseguram a ordem pública, expõe de forma inaceitável parte do que refere constar no acórdão da sentença, concretamente os dados biográficos dos mencionados agentes da PSP, onde não faltam detalhes sobre os familiares e respectivas actividades profissionais.Nós entendemos que isso não é jornalismo! Trata-se de uma exposição gratuita – despida de qualquer interesse social – dos agentes da PSP, bem como uma inqualificável devassa das suas vidas privadas e familiares, que, mercê do lamentável texto dessa jornalista, vêem agora a sua própria segurança e integridade física colocadas em risco.O Partido Nacional Renovador quer aqui manifestar total solidariedade com os agentes visados pelo Diário de Notícias, que assim mais parece um “pasquim”. Este artigo representa um despudorado ataque não só aos referidos agentes, como também visa denegrir toda a PSP, – que tem sido objecto de uma campanha vil e muito negativa por parte de certa comunicação social politicamente comprometida.Assim, o Partido Nacional Renovador declara:– Solidariedade absoluta com os agentes condenados e alvo desta abjecta peça jornalística, e com toda a Polícia de Segurança Pública na sua missão de garante da ordem pública e da paz social.– Corte de todas as relações com o jornal Diário de Notícias. Além da publicação desse texto desprezível ser um acto irresponsável, consideramos que este órgão da imprensa nacional tem reiteradamente contribuído para a promoção de reconhecidas “fake news” (notícias falsas).»
sexta-feira, 17 de maio de 2019
Entrevista de João Patrocínio à brasileira Play Mídia TV
João Patriocínio, o cabeça de lista pelo único partido nacionalista português (o PNR) às próximas eleições europeias, deu em Abril esta entrevista à brasileira Play Mídia TV No próximo dia 26 de Maio, não se esqueçam de votar no PNR!
segunda-feira, 13 de maio de 2019
Algumas impressões sobre o debate para eleições europeias na RTP 1
▪ O cabeça-de-lista do PNR esteve globalmente bem,
falando com fluidez e convicção. Se tivermos em conta que João Patrocínio é praticamente um estreante nestas andanças, foi uma boa première e acho sinceramente que não se lhe podia exigir mais.
▪ A moderadora, Maria Flor Pedroso, esteve quase sempre bem, exceptuando ter permitido ao candidato do MAS atacar directamente o PNR e o Chega várias vezes.
▪ No que respeita à
denúncia da utilização inadequada dos fundos europeus, o candidato mais próximo
de João Patrocínio foi Paulo Morais. Não surpreende, uma vez que a grande
bandeira do Prof. Morais tem sido, ao longo dos anos, o combate à corrupção. E
como eu disse várias vezes aqui no TU, ele é que devia ser agora o nosso
Presidente da República, não o execrável demagogo bilderberguer
populista que dá pelo nome de Marcelo Rebelo de Sousa.
▪ O candidato do MAS,
num estilo surrealmente estalinista, afirmou a certa altura que “na Europa
não pode haver lugar para os salazaristas e para o discurso de ódio do Chega e
do PNR”. Que fique registado: o MAS é abertamente a favor da censura,
o que faz dele um partido claramente antidemocrático. Aliás, o candidato do MAS chegou ao cúmulo de acusar a "extrema-direita" de ser a principal causa do terrorismo na Europa!
▪ Mais uma vez, os
militantes do PCTP-MRPP revelaram ser uns canalhas: o cabeça-de-lista deste
partido defendeu que, uma vez que os militares portugueses têm participado em
diversas missões no estrangeiro, “não devemos ficar surpreendidos se
houver retaliações nas grandes cidades portuguesas”. Ou seja, tal
como o animal felizmente já defunto do Arnaldo Matos, o comuna Luís Júdice
legitimou os atentados terroristas no nosso país.
▪ O Ricardo Arroja, do Iniciativa Liberal, não
conseguiu disfarçar um sorrisinho cretino durante as intervenções de João
Patrocínio, em especial durante aquela em que o candidato do PNR apelou à canalização
dos fundos comunitários dos movimentos LGBT e de outros movimentos inúteis para
a revitalização da nossa produção nacional.
▪ A propósito da imigração em massa para a Europa, o Ricardo Arroja defendeu ainda que "os países que não cumpram as suas obrigações humanitárias devem ser multados". Perceberam, caros leitores? Ou acolhem os imigrantes ou são multados!!! É esta a famigerada "liberdade de escolha" com que os liberais tugas enchem a boca!
▪ Houve um momento hilariante em que o candidato do PURP se pegou com o betinho do PAN e lhe disse: "nós achamos que as pessoas estão primeiro que os animais"!
▪ Houve um momento hilariante em que o candidato do PURP se pegou com o betinho do PAN e lhe disse: "nós achamos que as pessoas estão primeiro que os animais"!
▪ Aliás, o candidato do PURP, Fernando Loureiro, surpreendeu-me pela positiva. A certa altura ele disse mesmo: "não aceito esta imigração para a Europa quando temos aqui em Portugal 4 milhões de reformados em condições de miséria". Infelizmente, o Sr. Loureiro fez questão de se demarcar dos nacionalistas logo a seguir: "mas não sou racista e não tenho nada a ver com o PNR".
▪ O betinho do PAN, que é um partido de extrema-esquerda, protagonizou outro momento hilariante, ao dizer: "os extremismos, tanto à esquerda como à direita, são sempre de evitar!" A propósito, este caramelo vai propor brevemente ao Par(a)lamento "tuga" a redução da idade mínima de voto para os 16 anos.
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