Mostrar mensagens com a etiqueta Refujiadistas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Refujiadistas. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 25 de março de 2019

Apresentação da candidatura do PNR às eleições europeias de 2019


«O PNR fez a apresentação da sua candidatura às Europeias, em Lisboa, no dia 23 de Março, numa sessão de entrada livre onde esteve presente, no início, a RTP e a Lusa.




Com a presença de 21 dos 29 candidatos que compõem a lista – entre efectivos e suplentes -, decorreu a sessão de apresentação dos candidatos e dos pontos essenciais do programa e posicionamento do PNR em relação à União Europeia. Seguiu-se um espaço de questões que foi extremamente participado e muito enriquecedor.

Diana Almeida iniciou a sessão e deu as boas vindas aos participantes seguindo-se a intervenção do Vice-presidente do PNR, João Pais do Amaral, que apelou ao apoio aos candidatos, à mobilização de todos e às partilhas maciças da nossa campanha às Europeias nas redes sociais, já que é esse o único meio de que dispomos, pois a cobertura mediática será residual e os meios financeiros são igualmente residuais, não podendo haver outdoors e outro tipo de propaganda. De seguida apresentou cada um dos candidatos – presentes e ausentes – todos eles fortemente aplaudidos pelos assistentes. 

Por fim, apresentou a mandatária nacional da lista do PNR, Otília Fernandes, que proferiu umas breves palavras nas quais destacou a importância do papel da mulher na sociedade, mas fora do espartilho do feminismo militante e histérico.  

Seguiu-se a intervenção da candidata número três da lista, Joana Dinis, que falou da perspectiva da juventude acerca do valor da mobilidade e liberdade de circulação, mas com fronteiras controladas, e da ameaça da censura sobre o digital por via dos artigos 11 e 13 da Directiva da União Europeia sobre Direitos de Autor, que mais não é que uma forma dissimulada, perniciosa, de controlar os conteúdos na internet e exercer censura arbitrária. Acerca do Imposto Sobre o Digital (ISD), afirmou a posição favorável do PNR no sentido de taxar esses gigantes multinacionais sobre o seu volume de negócios em Portugal e na Europa, o que representaria muitos milhões de euros a entrar nos cofres do Estado.

Carlos Teles, o segundo da lista, debruçou-se sobre o tema mais sensível dos tempos actuais que consiste na invasão imigrante, nomeadamente a islâmica, que constitui uma séria e grave ameaça à soberania, identidade e matriz civilizacional das Pátrias Europeias. Novamente, e sempre, o PNR ergue a prumo esta bandeira da defesa da identidade e do combate à invasão imigrante e ao multiculturalismo.

Por fim, o candidato João Patrocínio, numa intervenção de vinte minutos, expôs o essencial da posição do PNR perante a União Europeia, com palavras e ideias contundentes e eloquência combativa que diversas vezes levou a assistência ao rubro, com salvas de palmas entusiásticas e de pé. Explicou o modelo que o PNR defende para a Europa, que passa pelo fim desta União Europeia castradora, convertendo-a, por dentro, numa Confederação de pátrias livres e soberanas, formando um bloco coeso, da economia à defesa, no qual a soberania das nações estaria garantida, ao contrário do que hoje se passa, em que esta foi transferida para Bruxelas e onde as leis “europeias” se sobrepõem às nacionais.

João Patrocínio afirmou, preto no branco, que o objectivo eleitoral do PNR não é outro se não o da sua eleição para o Parlamento Europeu, onde, como primeiro deputado nacionalista português assumirá uma posição de exigência de respeito por Portugal. Somos uma nação com quase 900 anos de História que não tem de andar a mendigar subsídios e a inferiorizar-se perante os outros países que, até mesmo por isso, nos tratam com desrespeito. No Parlamento Europeu, integrado no grupo dos partidos de Direita Nacional (que não é do centro) – que se prevê venha a ser o maior – lutará em conjunto com eles por esse objectivo: mudar a União Europeia por dentro, deixando de ser nociva para os países que a compõem a fim de se tornar um bloco de peso que possa enfrentar outros blocos, super-potências e todas as ameaças que daí possam advir.

Seguiu-se, por fim, um amplo espaço de questões que serviram também de reflexão e enriquecimento do programa que por não ser estático estará sempre aberto a contributos que o enriqueçam e aprofundem.

Como sempre, cantou-se o Hino Nacional e deu-se por encerrada esta sessão que foi extraordinariamente motivadora. No próximo dia 25 de Abril, realiza-se uma apresentação idêntica no Porto.»

Mais um "refugiado" que foi apanhado a roubar no nosso país


     Há pouco mais de um mês, eu reportei aqui no TU o caso de um "refugiado" africano (notar as aspas) de 34 anos que foi apanhado a roubar uma loja em Loures (porque "os melhores são os que partem!").

Pois bem, temos agora um segundo "refugiado", que estava alojado exactamente mo mesmo centro de "pobres coitadinhos fugidos à guerra" e que também decidiu "fazer aquilo que os portugueses não querem fazer":

«Um "refugiado" palestiniano, natural da Síria, está a cumprir uma pena de dois anos e quatro meses de prisão, após ter sido condenado por um crime de roubo que foi cometido 22 dias depois da sua entrada em território português. Foi o único de seis suspeitos a ser identificado, detido e condenado.


O crime aconteceu em Janeiro do ano passado, no dia 22 às 03.30, em Lisboa. O homem de 27 anos tinha chegado a Portugal no dia 1 do mesmo mês e desde que foi detido, logo na madrugada da ocorrência, não saiu mais da prisão. Da sentença do Juízo Local Criminal de Lisboa já houve decisão em recurso, com o Tribunal da Relação de Lisboa a confirmar a pena, rejeitando as questões colocadas pela defesa do arguido: a falha no reconhecimento do arguido pelo ofendido em audiência de julgamento, a qualificação do crime como roubo consumado e a não suspensão da pena.
Naquela madrugada do ano passado, um homem apanhou um táxi com o destino a ser o Porto de Lisboa, onde estava o navio em que trabalhava. Durante o percurso, o taxista, que as autoridades não conseguiram identificar (apenas se determinou que se tratava de veículo da marca Mercedes), parou junto a uma pensão. Nesse momento, um grupo de cinco indivíduos arrastou o homem para fora do táxi e levou-o para o interior da pensão. Ali retiraram-lhe 400 euros em dinheiro e o telemóvel que valia 300 euros. A vítima foi depois para um quarto onde surgiu um homem, o "refugiado", que lhe pediu os cartões bancários e os respetivos PIN. O suspeito terá deixado a divisão momentaneamente e regressado depois, gritando que o ofendido o havia enganado ao fornecer códigos PIN errado. Mas eram verdadeiros, apurou-se em tribunal. Descreve a sentença que o "refugiado" atirou depois os cartões ao chão e saiu do quarto.
(...)

O Ministério Público pediu a expulsão do território português após o cumprimento da pena mas o juiz indeferiu. Esta questão não foi analisada no acórdão da Relação de Lisboa, datado do dia 12 de Março.»

Sublinho: o MP pediu a expulsão do alógeno criminoso, mas o juiz indeferiu! E ninguém protesta!!! É que citar a bíblia para confirmar sentenças de primeira instância é imperdoável, mas deixar criminosos estrangeiros permanecer no nosso país é perfeitamente normal... Portugal é isto, um país onde as prioridades estão todas ao contrário! E não esquecer: há mais cinco "seres humanos como nós" que participaram no assalto ao homem que ia no táxi e nunca chegaram a ser presos!

domingo, 24 de março de 2019

Helena Matos sobre a diferença de tratamento dado pelos mé(r)dia aos diferentes terroristas


     A Helena Matos é uma das poucas escribas que ainda se aproveitam no cada vez mais abominável Observador da direitinha. Uma das razões para que assim seja é que ela tem uma capacidade notável de, em apenas alguns parágrafos, pôr em evidência a hipocrisia escandalosa dos donos disto tudo:
«Após uma leitura aturada dos jornais desta semana venho propor uma nova classificação para o terrorismo/terroristas. A saber:

1. O terrorista anti-islâmico que como o nome indica ataca mesquitas e muçulmanos. Na Nova Zelândia tivemos um caso claro deste tipo de terrorismo. Vimos o rosto e soubemos o nome deste terrorista. Não houve dúvidas sobre as suas intenções.

2. O terrorista. Apresentado unicamente como terrorista opera geralmente em África e na Ásia. Tem os cristãos como alvos. Mas nunca é apresentado como anti-cristão ou anti o quer que seja. É terrorista apenas ou preferencialmente “membro de grupo armado”. Não tem nome nem rosto. As suas vítimas são igualmente desprovidas de qualquer elemento que as identifique.
3. O terrorista sem motivação. Trata-se de um endemismo europeu: alguém que age como terrorista, faz atentados, fere e mata. Mas uma vez detido as autoridades têm dificuldade em detectar-lhe motivações terroristas mesmo que o terrorista dito sem motivações confesse, grite e reivindique o seu ódio aos cristãos e ao Ocidente. Numa evolução recente o terrorista sem motivação transformou-se no perturbado [ou como nós dizemos aqui no TU, "maluquinho"] que pratica actos que parecem terrorismo mas não são terrorismo. Ou só são admitidos como tal quando o atentado já desapareceu das notícias. Por exemplo, no atentado que teve lugar esta semana  em Utrech o terrorista até fez questão de redigir uma carta a dar conta das suas motivações mas mesmo assim  ainda não está claro que ele estivesse mesmo motivado.

O tipo da esquerda é um "terrorista anti-islâmico". O tipo da direita é apenas um "maluquinho".

4. O terrorista invisível autor de atentados não referidos. Em Itália um homem sequestrou esta semana um autocarro, com 51 crianças lá dentro. Amarrou-as e, em seguida, incendiou o autocarro. Anunciou-lhes que iam morrer porque ele queria protestar desse modo contra as mortes de imigrantes no Mediterrâneo. Após uma perseguição policial as crianças foram retiradas do autocarro em chamas e o homem em questão, um cidadão nascido no Senegal, foi detido e as crianças libertas. Graças ao efeito terrorista-invisível este atentado pouco foi noticiado. O terrorista invisível, autor de atentados ainda mais invisíveis é a versão mais moderna do terrorista sem motivação.

Actualização: o Ilo Stabet trouxe-nos aqui este link com o caso referido pela Helena no ponto 4. Muito obrigado, caro Ilo!

terça-feira, 12 de março de 2019

O estado do Ocidente: alemães fogem em pânico durante o funeral de uma mulher assassinada por um iminvasor tunisino


      E porque é que fugiram em pânico? Porque um "pobre coitadinho fugido à guerra" entrou na igreja e gritou 'Allahu Akbar!' (Alá acima de todos):

«Na cidadde de Worms, mais de 500 pessoas participavam no funeral de Cynthia R., uma jovem de 21 anos que fora assassinada pelo seu namorado Ahmed T., de 22 anos. A jovem Cynthia tinha acedido a usar o hijabe e aprender a língua árabe para agradar ao seu namorado requerente de asilo.»

 Ahmed T. e Cynthia R., antes da islamização da jovem alemã.

«No entanto, Ahmed já sabia que ia ser deportado. Ele tinha abusado do generoso sistema de segurança social alemão usando três nomes diferentes. Exigiu então que Cynthia regressasse com ele à Tunísia, mas a jovem recusou. Furioso, Ahmed assassinou a jovem esfaqueando-a mais de 10 vezes no pescoço, pulmões, costas e mãos.»

Cynthia R. e Achmed T., depois da islamização da jovem alemã. O piscar de olho é para nós, cornos mansos europeus.

«O funeral foi arruinado quando um homem entrou na igreja, estendeu os seus braços e mãos e gritou: 'Allahu Akbar!'  (Alá acima de todos). Isto fez com cerca de 20 pessoas fugissem a correr da igreja, em pânico, e algumas até a chorar. O homem foi depois detido pelas autoridades.»

Sublinho, caros leitores, bastou um muslo seboso entrar na igreja aos berros e logo uma data de alemães desataram a fugir cheiinhos de medo! Este é o estado do Ocidente... mas continuem a vociferar que os homens brancos são opressores e que a sua masculinidade é tóxica.  Depois não se queixem!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Aqui em Portugal: "refugiado" africano detido por assalto a estabelecimento comercial


     "Os melhores são os que partem"! Como é que eu sei? Porque este cretin... eer... perdão, esta pessoa muito culta, bem-formada e inteligente no-lo explicou em tempos:


 Daniel (L)Oliveira: feio por fora, horroroso por dentro!
«Bem lhes podem fechar a porta. Eles entrarão pela janela. Felizmente tomarão conta das nossas cidades (...). E, se não fôssemos tão estupidamente arrogantes, até fariam qualquer coisa desta Europa aristocrata, falida e snobe. Se tivéssemos aprendido com a América, saberíamos que o futuro é dos melhores. E os melhores são os que partem. Espero que não se integrem na mediocridade nacional. Que venham muitos e façam disto um país.»

Pois bem, hoje veio a público uma notícia protagonizada por um dos "melhores" do Daniel (L)Oliveira, um "ser humano como nós" que não se quis "integrar na mediocridade nacional". Um muito obrigado! ao Ramiro Lopes Andrade, autor do blogue O Cavaleiro do Apocalipse por no-la ter trazido:

«A PSP apanhou em flagrante delito, na madrugada deste domingo, um homem, de 34 anos, a assaltar um estabelecimento comercial. De acordo com a notícia avançada pelo Correio da Manhã, o assaltante é imigrante requerente de asilo em Portugal e encontrava-se a residir no Centro de Acolhimento para Refugiados (CAR) da Bobadela, Loures.»

 O tal centro para "pobres coitadinhos", em Loures.

O quê? Um "refugiado" que estava alojado numa instituição paga com o dinheiro dos nossos impostos decidiu assaltar uma loja? Quem é que podia ter previsto uma coisa destas!?!?! O Daniel (L)Oliveira não, certamente!...

«O mesmo jornal escreve que a PSP foi chamada ao local devido ao alerta de populares. Quando chegaram ao local, os agentes encontraram a porta de uma pastelaria arrombada e os vidros da montra partidos. O assaltante, que se encontrava no interior do estabelecimento, ainda tentou fugir, mas acabou por ser apanhado e algemado.
No interior da pastelaria, o homem havia arrombado a máquina de tabaco e separado 78 maços, tinha tirado 510 euros da causa registadora e consumido vários alimentos.
A PSP apreendeu ainda uma mochila com dois telemóveis, umas luvas, um pé de cabra e uma chave inglesa, escreve o Correio da Manhã. O homem, oriundo de um país africano, já tinha antecedentes criminais.»

Já tem antecedentes criminais? Então porque é que ainda não foi deportado?... Enfim, não se esqueçam de continuar a votar PS/PSD/CDS/CDU/BE/PCP/PAN para termos muitos mais casos como este no futuro, um pouco por todo o país! "Eles não são um perigo, eles estão em perigo", lembram-se? É o vosso dever moral, pá!!!

____________
Ver também:

Aqui, em Portugal: "refugiado" eritreu violou uma mulher sem-abrigo de 67 anos!
Insanidade total: a 'geringonça' vai instalar "refugiados" nos quartéis militares!
Portugal vai acolher 10 dos 58 imigrantes que estão no navio Aquarius
O (des)governo da 'geringonça' quer acabar de vez com o Interior de Portugal
O (des)Governo "tuga" quer receber os "refugiados" que Itália e Malta recusaram!!!
A 'geringonça' insiste em tentar destruir Portugal: (des)governo quer 75 mil imigrantes por ano!
Arrogância alógena: imigrantes exigem ainda mais facilidades na Lei da Nacionalidade!
Obsceno: filhos de imigrantes passam a ser "portugueses" de pleno direito sem terem nascido em Portugal!
Par(a)lamento "tuga" aprova acção afirmativa para os "jovens" em Portugal!
Bosta das Índias: «Portugal precisa da imigração para resolver problema demográfico»