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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Administração do YouTube vangloria-se de apagar mais de 100 mil vídeos,
17 mil canais e 500 milhões de comentários!



Isto está a ser feito por uma organização sediada no país que tem a Primeira Emenda. Imaginem o quão grave deverá ser a situação noutros países!


«O YouTube informou que o número de vídeos e canais removidos desde Junho, altura em que lançou uma nova política, foi cinco vezes maior do que o número do primeiro trimestre do ano. Desde Junho deste ano, altura em que foram implementadas novas políticas, o YouTube removeu mais de 100 mil vídeos e 17 mil canais por conterem discurso de ódio.»


Relembro aos caros leitores que o "discurso de ódio" é um conceito que não é reconhecido pelas leis dos EUA e que foi inclusivamente rejeitado duas vezes pelo Supremo Tribunal daquele país, com os juízes a rejeitá-lo por unanimidade!





Além disso, se o "discurso de ódio" fosse um conceito legítimo, quem é que o definiria? O esquerdalho e os globalistas? Era só o que faltava!!!


«A plataforma também eliminou cerca de 500 milhões de comentários com o mesmo teor, anunciou a plataforma de vídeos online esta terça-feira. O número de canais e vídeos removidos foi cinco vezes maior do que o registado no primeiro trimestre do ano e são, em parte, justificados pelo investimento na equipa e na tecnologia.»


Posso garantir-vos que, de entre esses 500 milhões de comentários eliminados, estavam dezenas de comentários deixados por mim. E, seguramente, milhões de comentários deixados por nacionalistas de todo o mundo.


«“Nos últimos anos duplicamos os esforços para cumprir as nossas responsabilidades, preservando o poder de uma plataforma aberta”, começa por explicar o YouTube no seu blogue oficial, acrescentando que uma das principais acções que as equipas têm levado a cabo é precisamente a remoção de conteúdo "ofensivo". Em Junho deste ano, recorde-se, o YouTube decidiu lançar uma nova política para combater os "conteúdos de ódio", prometendo que iria proibir e eliminar vídeos que discriminassem alguém pela sua idade, raça, cor de pele, religião ou orientação sexual.»


Mais uma vez, quem é que define o que é "ofensivo"? Quem é que decide onde começa o "ódio" e acaba a crítica legítima?


«“Temos prestado atenção à forma como abordamos conteúdo que dissemina "ódio" com a ajuda de dezenas de peritos. Analisamos extremismo violento, supremacismo, direitos cívicos e discurso livre. Com base no que aprendemos, estamos a fazer várias actualizações”, anunciou na altura a plataforma.»


Quem são esses "peritos"? Gentalha afecta ao partido "democrata"? Criminosos da laia do George Soros? Os racistas anti-brancos do Black Lives Matter, da CAIR, do SPLC ou da ADL???

«Actualmente, há uma equipa de cerca de 10 mil pessoas na Google com a função de detectar, rever e remover o conteúdo que viola as suas políticas, contando com a ajuda de tecnologia capaz de detectar conteúdo potencialmente perigoso e, posteriormente, enviar esse mesmo conteúdo para revisão humana. “Por exemplo, os quase 30 mil vídeos que removemos por "discurso de ódio" no último mês geraram apenas 3% das visualizações que os vídeos de tricô tiveram durante o mesmo período”, acrescenta a nota publicada pela plataforma.»


10 mil censores a trabalhar para assegurar que a mentira da narrativa globalista prevalece! E reparem, caros leitores, no orgulho mal contido com que eles se gabam de censurar os dissdentes!... 


«O YouTube informou ainda que o crescimento deste número de vídeos, contas e comentários removidos por "discurso de ódio" está também relacionado com o facto de muitos já serem antigos e terem sido autorizados na plataforma, no passado.

A tecnologia de machine learning (reconhece padrões e vai aprendendo com a utilização) que é utilizada para fazer este controlo permite “detectar padrões nos vídeos e, assim, encontrar conteúdo semelhante (mas não igual) a outros conteúdos que já foram removidos, sendo muitas vezes eficaz a detectar spam ou conteúdo para adultos”. No entanto, quando o assunto é o "discurso de ódio" e outros conteúdos que vão contra as políticas da plataforma, é preciso uma revisão humana, que avalie e tome uma decisão.»


Sobretudo porque muito desse "discurso de ódio" é constituído por críticas e comentários à situação política actual, pelo que não há algoritmo que consiga apanhar tudo, por mais "inteligente" que seja. A Google terá sempre por isso que recorrer a censores humanos!


«Mesmo assim, acrescenta a nota publicada no blogue oficial da plataforma, quase 87% dos nove milhões de vídeos removidos no segundo trimestre de 2019 foram sinalizados por sistemas automáticos e 80% dos vídeos sinalizados “foram removidos antes de receberem qualquer visualização”.»


Eu posso confirmar isto em primeira mão. Ha cerca de um ano, um dos meus vídeos foi removido ainda antes de se publicado, sendo a minha conta do YouTube supensa por 90 dias.


«O YouTube acrescenta que a actualização relativa ao "discurso de ódio" foi “uma das maiores mudanças” da sua política. “Passámos meses a desenvolver cuidadosamente esta política e a trabalhar com as nossas equipas para criar a formação e ferramentas necessárias para aplicá-la”, sublinha, salientando que o impacto da actualização da sua política “já é evidente nos dados divulgados no relatório de aplicação das directrizes da comunidade deste semestre”.

A tarefa de controlar e avaliar os conteúdos publicados no YouTube tem recebido um investimento crescente, uma vez que também a quantidade de conteúdos publicados também tem vindo a aumentar. De acordo com a empresa de estatística Social Blade, a cada minuto são carregadas mais de 500 horas de vídeo na plataforma e só em 2018 foram criados mais de 23 milhões de canais.»


Toda a gente com dois dedos de teste percebe o que está realmente aqui em causa: em Novembro de 2016, foi eleito um Presidente dos EUA que não se enquadrava naquilo que a superclasse mundialista entendia como aceitável. A administração da Google, que é parte integrante dessa elite, já foi apanhada a admitir que fará tudo ao seu alcance para impedir que o Presidente Trump seja reeleito.

Isto e apenas o princípio. A censura dos nacionalistas, dos identitários, dos conservadores e até dos esquerdistas mais moderados só vai aumentar nos próximos meses. Preparem-se, a era da liberdade de expressão na internet está a chegar ao fim!

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Chico-esperto oportunista que fundou e fez crescer o Bloco de Esterco diz que as rede sociais "exploram preconceitos" e "fomentam o ódio"


     O Chico Louçã, aquele trotskista tão coerente que até aceitou um cargo na administração da CGD no Conselho Consultivo do Banco de Portugal (porque o capitalismo, aparentemente, só é mau quando não se anda a facturar pessoalmente), pediu aos seus camaradas do Bloco de Esterco que não respondessem ao "ódio" nas redes sociais. Faz sentido: quando se milita num partido que é constantemente levado ao colo pela comunicação sucial, as redes sociais só servem para atrapalhar...


«O fundador do Bloco de Esquerda Francisco Louçã pediu ao partido que responda com "boa moeda" e não "na mesma moeda" numa crítica à forma como diz que a Direita utiliza as redes sociais. "A resposta não é na mesma moeda, porque não é. Do que se trata é de colocar boa moeda nos mesmos instrumentos e não um mecanismo de criação de ódio ou de fechamento”, afirmou, pedindo a opção por “conteúdos de qualidade”. Foi desta forma que o fundador do Bloco de Esquerda Francisco Louçã pediu este sábado ao partido que responda aos “mecanismos de contaminação” da realidade que diz serem adoptados pela Direita nas redes sociais.»


Tradução: "A Direita recorre às redes sociais para dizer a verdade e desmontar a nossa narrativa, o que é odioso. Não devemos responder da mesma forma, desde logo porque não precisamos, temos os mé(r)dia todos do nosso lado".

«Falando no Porto, numa sessão do Fórum Socialismo 2019 (‘rentrée‘ política bloquista) sobre o tema “Eles andam por aí nas redes sociais: A nova Direita”, o também conselheiro de Estado assinalou o crescente recurso da direita e da extrema-direita às redes sociais para distorcer a realidade.

"Ai, as redes sociais!!! Ai, que elas andam a dar-nos cabo do arranjinho!"

«São, disse, “mecanismos de contaminação” que “criam um senso comum explorando preconceitos, fomentando o ódio”.»


Reparem que o Chico trotskista recorre apenas a expressões e chavões vazios, não providenciando nenhum exemplo concreto de como a "contaminação", os "preconceitos" e o "ódio" são usados para "distorcer a realidade"...


«O co-fundador do Bloco de Esquerda citou o caso da actual coordenadora do partido, Catarina Martins, como uma das visadas na “estrutura de criação de crenças” nas redes sociais, quando lhe foi atribuída a compra de um relógio de dois milhões de euros, num ‘post’ que suscitou mesmo a defesa do julgamento da dirigente partidária no tribunal de Nuremberga.

Mas, ironizou, “os mecanismos deste tipo de campanhas de sujas, sobretudo em campanha eleitoral, não passam só por entusiasmar a gente que está à espera da morte desses trastes no cadafalso de Nuremberga”.»


Eis aqui uma falácia muito recorrente por parte dos paspalhos de Esquerda da estirpe do Louçã: pega-se na excepção e faz-se dela a regra, como se tudo o que fosse publicado pela Direita nas redes sociais fosse mentira. Além de que o Bloco de Esterco é culpado exactamente do mesmo. Basta ver que, há apenas uns dias atrás, os meios de propaganda desse partido asqueroso publicaram várias fake news acerca dos incêndios na Amazónia.


«Durante a sua comunicação, Francisco Louçã considerou que “um dos aspectos mais preocupantes que vivemos nos últimos anos é a forma particular de relação entre os antigos meios de comunicação social, que ainda são muito poderosos, e estes mecanismos de contaminação identificação emocional criados nas redes sociais”


Esta então é o cúmulo da hipocrisia! Se há veículo "informativo" que explora até ao tutano as emoções mais primárias das pessoas, esse veículo é precisamente a televisão, em paricular os noticiários dos grandes canais de televisão! Abrem sempre de uma forma exageradamente sensacionalista e dramática, exacerbam a vertente emocional das notícias até ao limite! As redes sociais não podem, de forma alguma, competir com os velhinhos a chorar compulsivamente em directo porque perderam tudo nos incêndios de Pedrógão Grande, ou com o desespero de uma família cigana que foi expulsa do prédio em que morava por não pagar a renda há 30 anos, ou com a revolta "legítima" daqueles "jovens" injustiçados que foram barbaramente agredidos pela polícia (apesar de nunca haver provas das agressões, nem nunca ser mencionado o contexto em que as mesmas ocorreram)...


«Isto porque, como assinalou, a velocidade de transmissão das mensagens nas redes sociais funciona “como factor de enorme pressão sobre jornalistas, para os fazer publicar notícias em corrida contra essas redes sociais, sem o contexto da informação e a reflexão que uma notícia exige, ou até para serem enganados” por elas.»


Ou seja, para o Chico Louçã, a culpa de os "jornalistas" publicarem cada vez mais lixo e cometerem cada vez mais gaffes é das pessoas que lhes desmontam as tretas nas redes sociais! Coitadinhos, pá! Há apenas 20 anos, uma pessoa podia escrever tudo o que bem lhe aprouvesse num jornal... mas agora há uns tipos cheios de "ódio" nas redes sociais que publicam o contraditório, estragando assim o esquema aos aldrabões! Que chatice, pá!!!


«“É como se determinada coisa que acontece nas redes sociais tivesse de ser tomada como um sintoma significativo do que a sociedade está a pensar”, comentou.»


Bem, as redes sociais até poderão não ser o melhor barómetro da opinião social, mas uma coisa é certa: tu, Chico Louçã, tu e todos os elitistas despudorados como tu ainda são menos fiáveis. O teu problema é o mesmo de todos os tiranos ou, no teu caso, aspirante a tiranete: convives mal com o pluralismo, o contraditório e a liberdade de expressão.

Mas vai ter mesmo que se habituar, senhor conselheiro de Estado... nós viemos para ficar!

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 11: Frutos de Más Árvores


     Este mês de Agosto vai ser o mês do podcast 'Portugal Desintegrado' aqui no TU. Vou publicar um episódio diferente a cada dia (mais ou menos), desde o início até ao fim da série.

No episódio de hoje, o décimo primeiro da série, o Ilo Stabet começa por falar no estado lastimável em que se encontra a instituição da família no Ocidente, para depois diagnosticar a causa da maleita: o declínio moral dos ocidentais. Depois disso, o Ilo faz uma incursão pela forma como a tecnologia, em particular os telemóveis e as redes sociais, está a afectar negativamente o desenvolvimento das nossas crianças.

A meio do vídeo, o Ilo lê-nos um artigo verdadeiramente ridículo da revista 'Delas', outro panfleto do feminismo neomarxista e pós-modernista militante (a propósito, não existe outro feminismo, por mais pessoas pouco lúcidas que haja na Direita a dizer o contrário). Nesse artigo defende-se, mais uma vez, que a masculinidade e a feminidade são apenas construções sociais. Sem apresentar quaisquer provas nesse sentido, é claro, porque à escumalha das "ciências" sociais basta apenas argumentar e especular, nunca é preciso provar nada!

Recordo mais uma vez que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde foram publicadas várias postas excelentes.


quarta-feira, 24 de julho de 2019

O Ministério do Interior espanhol faz diligências para poder censurar directamente os utilizadores do Twitter, do Facebook e da Google


    Um muito obrigado! ao Stonefield por nos ter trazido aqui esta notícia bem ilustrativa da crescente tendência orwellianista dos (des)governos da Europa:

«O Gabinete Nacional de Combate aos Crimes de Ódio, sob tutela do Ministério do Interior (MI), acaba de se reunir com dirigentes do Twitter em Espanha, fechando um acordo para se tornar um denunciador fiável ou um comunicador fiável. Nos próximos dias, o  MI iniciará contactos com a Google e o Facebook para o mesmo fim.

Para aqueles que eventualmente desconfiem da qualidade da minha tradução da expressão "denunciador fiável", a expressão original era "trusted flagger". 

«Isto significará que, quando o Gabinete Nacional de Combate aos Crimes de Ódio contactar o Twitter sobre um possível caso de "crime de ódio" num tuíte, a rede social toma essa exigência como prioritária sobre os outros usuários, processando-a o mais depressa possível.
Caberá portanto à rede social a decisão final sobre retirar o comentário ou tuíte caso considere tratar-se de um crime de ódio, ou que o seu conteúdo viole as políticas de utilização

Ou seja, na prática, o (des)governo espanhol e o Tuíter acordaram que, a partir de agora, o (des)governo espanhol tem liberdade para censurar quem escreva algo que desagrade ao (des)governo espanhol. Censura a pedido, um novo marco histórico desta Europa "civilizada"!

«“Não estamos a falar apenas de crimes de ódio. Também podemos alertar o Twitter sobre logotipos ou hashtags que violam as regras de uso da plataforma. O acordo é interessante porque a denúncia de uma organização com o estatuto de denunciador fiável tem precedência sobre um utilizador comum. Tem preferência. Em breve vamos reunir com a Google e o Facebook para conseguir o mesmo”, explica Carlos Morán, chefe de serviço do Gabinete Nacional de Combate aos Crimes de Ódio.»

"O acordo é interessante porque permite que a nossa censura tenha prioridade sobre tudo o resto! Viva!!!!" E atenção, caros leitores, vocês não pensem que isto é apenas uma questão de censurar tuítes, postas e vídeos:

«É algo que já constava no Plano de Acção para Combater os Crimes de Ódio apresentado no início deste ano, (...) a intenção de “promover o Gabinete Nacional de Combate aos Crimes de Ódio a denunciador fiável, ainda antes que os provedores de serviços de Internet procedam à remoção de conteúdo que constitua discurso de ódio, de forma coordenada com as forças de segurança do Estado, para evitar interferir [mais tarde] nas investigações judiciais em curso.″»

Dito de uma forma mais clara: o objectivo do MI espanhol é dispor dos dados disponibilizados pelas redes sociais ainda antes de o Estado levar os "criminosos de ódio" a julgamento. Ou seja, o Estado espanhol conseguiu que, na prática, o Tuíter passe a censurar e a identificar os utilizadores das redes sociais cujo comportamento o Estado reprova!

«A União Europeia (UE) tem levado a cabo estudos sobre o comportamento dos utilizadores da Internet associado a esses "crimes". O Gabinete Nacional de Combate aos Crimes de Ódio participará da próxima análise, que será realizada no final do ano. Nestes tipos de eventos, a Comissão estabelece seis semanas nas quais os estados membros reportam notificações a plataformas como Facebook, YouTube ou Twitter, entre outras redes sociais.

 "Eu bem vos avisei, mas vocês continuam a votar no esquerdalho à mesma..."

«Em seguida, analisa-se o que foi feito para eliminar os comentários denunciados como "crimes de ódio", a fim de estabelecer rotinas que melhorem a velocidade de análise e a retirada desse tipo de conteúdo.»

Notem bem o estado a que chegámos aqui na Europa, caros leitores: na maioria dos estados-membros, a imigração ilegal já não é um crime, mas criticar a imigração ilegal é! Como se os europeus não tivessem o direito de se pronunciar sobre quem vem para a sua terra!!!

Ora, o actual (des)governo espanhol é xuxalista, tal como o actual (des)governo "tuga"... não deverá por isso demorar muito até termos iniciativas do género aqui no rectângulo. Agora reparem, caros leitores: em todo o Ocidente, o único país onde os cidadãos ainda estão livres deste flagelo são os Estados Unidos da América. Porquê? Porque têm a Primeira Emenda, que lhes garante que o "discurso de ódio" não pode ser usado para estabelecer restrições à  Liberdade de Expressão.

Um dos maiores problemas que eu vejo na UE é precisamente este: ninguém em toda a Europa parece estar interessado em querer criar uma versão da Primeira Emenda para o Velho Continente, nem mesmo os partidos nacionalistas. E isso diz-nos tudo o que precisamos de saber sobre a verdadeira natureza da classe pulhítica europeia, da UE e do futuro que nos espera se não conseguirmos inverter esta situação. Se eles nem sequer nos deixam expressar livremente, como podemos esperar vir a resolver o que quer que seja?...