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sexta-feira, 29 de março de 2019

"Jovem" hollywoodesco diz que não quer mais homens brancos como protagonistas principais dos seus filmes


Quem é que podia ter previsto uma coisas destas? Para além das pessoas com um QI de três dígitos, evidentemente?


Atenção: isto não é racismo! Racismo é só quando os brancos excluem outras raças!
Quando os pretos excluem os brancos, trata-se de progressismo, evidentemente!


Sabem o que tem mais piada nisto tudo, caros leitores? É que, não obstante a multiplicação de declarações deste género (veja-se por exemplo o caso da putéfia feminista que fez de Capitã Marvel), os eunucos dos brancos continuam a ir em manada ao cinema. Alguns chegam até a afirmar que boicotar a valente porcaria de filmes que são exibidos actualmente nas salas de cinema seria como "isolar-se numa caverna", como se o mundo retratado nos filmes tivesse alguma coisa a ver com a realidade!

Tudo isto se resume àquilo que eu e vários leitores do TU andamos a dizer há já uns tempos: os brancos só têm que o que merecem. A raça branca não tem carácter, nem coluna vertebral suficientes para merecer ser livre, quanto mais para sobreviver. Quem nem sequer consegue boicotar o lixo que Hollywood produz por ter medo de ser rejeitado socialmente ou de perder o comboio da modernidade não passa de um escravo, sem apelo nem agravo.

segunda-feira, 25 de março de 2019

O xadrez é racista, pá!


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui mais esta pérola do fanatismo anti-racista. Nem vou dizer mais nada, vejam e riam!... Ou chorem, que isto dá para as duas coisas! E se tiverem conta no YouTube, não se esqueçam de dar "não gosto", que os promotores desta "parvoíce" bem merecem!

quinta-feira, 7 de março de 2019

O vice-reitor da Universidade de Kingston pede acção afirmativa nas notas escolares!


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia absolutamente surreal publicada no inenarrável Al-Guardian, o jornaleco neomarxista e pós-modernista do Reino Unido que serve de inspiração aos "nossos" Al-Público e Diário de Noticiazinhas (e até ao próprio Observador da direitinha, que republica artigos do Al-Guardian de vez em quando).

Quando li os escritos que vou reproduzir a seguir pela primeira vez, eu não me apercebi do quão grave é o caso. É que eu julguei que a notícia tinha sido escrita por um alucinado neomarxista lá do pasquim, como é habitual. Só depois reparei que o seu autor era nada mais, nada menos, que o vice-reitor da Universidade de Kingston!

Vamos começar pelo título e primeiro parágrafo, que resumem logo o essencial:

«As universidades deviam ser castigadas por darem notas mais baixas aos estudantes negros
O governo devia julgar o ensino universitário com base na forma como promove a igualdade e a diversidade.»

Promissor, não é? Não vou publicar aqui o resto, porque não estou para ter a trabalheira de andar a traduzir para depois praticamente ninguém ler. Quem quiser, pode deliciar-se com a maravilha aqui.

Vou só comentar a ideia central do artigo: o vice-reitor da Universidade de Kingston, a criatura de beleza arrebatadora que podem ver na fotografia abaixo, acha que as universidades da Grã-Bretanha não têm feito o suficiente para promover a "diversidade". A prova, segundo o Estêvão, é que os alunos negros continuam a ter notas mais baixas do que os alunos brancos. Ele cita números relativos ao ano lectivo de 2016-2017, em que "apenas" 66% dos alunos de "minorias" étnicas obtiveram um diploma académico, enquanto o número equivalente para os alunos brancos foi 79,6%.



Steven Spier: vice-reitor da Universidade de Kingston e soyboy extraordinaire!


Ora bem, qualquer nacionalista minimamente atento reconhecerá imediatamente a falácia no "raciocínio" do Estêvão: se o QI médio dos habitantes da África subsariana ronda apenas os 70 pontos, enquanto o dos alunos brancos ronda os 100 pontos, os alunos negros não estão sub-representados nas estatísticas, mas sim sobre-representados, ao contrário do que ele afirma.

Ora reparem, caros leitores: 


Aliás, mesmo que consideremos que os estudantes negros do Reino Unido são um pouco mais inteligentes do que os africanos, os brancos ainda saem a perder. Por exemplo, se admitirmos um QI médio de 80 pontos, teremos 66/80 = 82,5%.

Resumindo e concluindo: agora que já temos acção afirmativa para as vagas em várias universidades ocidentais, há quem queira também alargar o âmbito da acção afirmativa aos resultados académicos! Porque a guerra à raça branca nunca vai acabar, por mais "direitos" e "conquistas" que as outras raças obtenham no Ocidente. Esse é ponto crítico a reter, a engenharia social que visa exterminar a raça branca nunca vai parar. É por isso que não há alternativa ao Nacionalismo, por mais que os líderes nacionalistas possam deixar a desejar nalguns aspectos. O esquerdalho e a direitinha não vão parar. Os mé(r)dia não vão parar. As elites académicas não vão parar. E quem os controla a todos a partir dos bastidores não vai parar: a raça branca é mesmo para acabar!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

"Capitã Marvel", mais um filme a boicotar


      Esta posta poderá ser algo surpreendente para os leitores habituais deste blogue, uma vez que, ao longo dos anos, eu tenho apelado a que os nacionalistas abdiquem de ir ao cinema e boicotem TODOS os filmes que puderem. O cinema no Ocidente, tanto nos EUA como na Europa, foi capturado por grupos de interesses descaradamente antibrancos e tendencialmente neomarxistas, pelo que pagar para ir ao cinema é alimentar um bando de filhos da puta ingratos que enriquecem às nossas custas enquanto nos dão lições de moral e trabalham para nos destruir.

Mas este "Capitã Marvel", que deverá estrear no início do próximo mês, promete elevar a fasquia antibranca ainda mais alto. A actriz Brie Larson, que protagoniza o filme, já teceu vários comentários contra os homens brancos. Nomeadamente:

1. «Eu comecei a prestar atenção às minhas conferências de imprensa e reparei que a maioria dos críticos de filmes são maioritariamente homens brancos. (...) Decidi por isso certificar-me que as minhas futuras conferências de imprensa vão ser mais inclusivas.»

Brie Larson, mais uma vacória feminista hollywoodesca.

2. «Eu não quero ouvir um homem branco de 40 anos a dizer-me o que não gostou do filme. Não foi feito para ele! Eu quero é saber o que o filme significou para as mulheres de cor, as mulheres birraciais, as adolescentes de cor.»

E um dos realizadores do filme acrescentou:
3. «Não é apenas um filme feminista, é um filme humanista.»

Preciso de dizer mais? Boicotem esta merda, caros leitores!!! 


Actualização: entretanto, descobri esta 'curiosidade' hilariante acerca da criatura.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

🏳️‍🌈 «Silêncio, que se vai cantar o Fado Bicha!» (2) 🏳️‍🌈


    Não sei se os caros leitores ainda se recordam mas, aqui há uns tempos, publiquei esta posta "colorida" aqui no TU onde vos dei a conhecer o "fado bicha". Pois bem, os "artistas" do fado bicha andam muito indignados! Porquê? Por causa da atitude dos muçulmanos em relação aos panascas? Não, nada disso! Eles andam muito indignados por causa da "violência policial" no bairro da Jamaica, pá!

«"Lisboa, não sejas racista" é o novo tema do Fado Bicha, dupla composta por Lila Fadista (voz) e João Caçador (guitarra). A canção é uma adaptação de "Lisboa, não sejas francesa", tema criado em 1952 por Raul Ferrão (música) e José Galhardo (letra).»

 Os "artistas" do fado bicha num protesto anti-touradas patrocinado pelo partido animalista.

«"Lisboa, não sejas racista/ De visão simplista/ Só te fica mal", canta o duo na canção, que já conta com um videoclip clipe de vídeo. No tema, o Fado Bicha relembra vários acontecimentos, como  assassínio de Alcindo Monteiro, em 1995, os incidentes do Bairro da Jamaica ou o projecto do Museu das Descobertas.
"Lisboa, não sejas racista/ Não é só pra turista/ Vir e ocupar/ Lisboa, não sejas racista/ Velha cavaquista/ Não queiras voltar/ Lisboa, não sejas racista/ E crê que esta lista/ Não vai amansar/ Lisboa, não vives não falas/ Tira-me essas palas E aprende a escutar", canta o duo.»

Perguntarão vocês, caros leitores: "mas ó Afonso, que interesse tem esta notícia?" Tem muito! É que, nos últimos anos, tenho ouvido muitos argumentos a favor da inclusão dos rabetas no combate nacionalista porque "os rabetas estão connosco na luta contra os invasores muçulmanos, pá!" Ou então: "se queremos ter sucesso como a Marine Le Pen ou como a AfD, temos de abrir as portas do Nacionalismo aos homossexuais!" Ou ainda: "a homossexualidade fez sempre parte da história europeia, foram os intolerantes dos cristãos que acabaram com isso, tanto os celtas, como os nórdicos, como os gregos e os romanos papavam rapazinhos regularmente, hã!"

Portanto, esta notícia é para lembrar aos mais "distraídos" que os gueis não querem nada com o Nacionalismo, pelo contrário, apoiam incondicionalmente o invasor alógeno. E só podemos estar-lhes gratos por isso, a sodomia não contribui em nada para o bem-estar social e o hedonismo LGBT apenas acelera  o declínio moral e demográfico do nosso país.

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Ver também:


🏳️‍🌈 «Silêncio, que se vai cantar o Fado Bicha!» 🏳️‍🌈
Richard Spencer, o líder da "alt-right" seropositiva