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sábado, 23 de março de 2019

Cinema "português": propaganda pró-mestiçagem revoltante


Um muito obrigado! ao Fuas Roupinho por nos ter trazido aqui este vídeo que mete nojo aos cães, às pulgas e até aos vermes dentro das pulgas. Trata-se do trailer de um filme "tuga" de que, felizmente, eu nunca tinha ouvido falar, mas que é do mais cretino que existe. O Fuas Roupinho resumiu muito bem o que está em jogo no seu comentário:

«Afonso, repara no novo filme português a estrear esta semana, o herói escurinho, contra os polícias brancos portugueses malvados e a branca loira que fica com ele. A narrativa nunca muda é sempre isto, estão mesmo apostados em acabar com os portugueses brancos.»

Perfeito! Em três linhas, ficou tudo dito. É para mim um motivo de grande orgulho ter aqui no TU vários leitores com a inteligência do Fuas Roupinho. Durante muitos anos, eu tive (e continuo a ter) grandes dificuldades em fazer entender às pessoas a enorme toxicidade dos nossos mé(r)dia. A par do sistema (des)educativo, os mé(r)dia são os principais responsáveis por moldar o imaginário e a mundivisão dos nossos jovens, lavando-lhes o cérebro bem lavadinho logo desde tenra idade. É a esse processo que eu chamo guerra cultural, que mais não é do que a aplicação prática da Teoria Crítica. A Direita ocidental tem perdido essa guerra de uma forma verdadeiramente espectacular, porque não tem sabido contrariar a formatação ideológica imposta pelo esquerdalho e pela direitinha neoliberal.

Vejam bem esta valente merda, caros leitores. Faço notar que este não é o primeiro filme deste género, já nos anos 90 houve o famoso "Zona J", outro verdadeiro nojo de filme financiado em parte com o dinheiro dos nossos impostos e em que um preto e uma branca viviam um "amor proibido", acabando por se suicidar por term sido "rejeitados pela sociedade". Vejam e digam de vossa sentença! 


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

🏳️‍🌈 «Silêncio, que se vai cantar o Fado Bicha!» (2) 🏳️‍🌈


    Não sei se os caros leitores ainda se recordam mas, aqui há uns tempos, publiquei esta posta "colorida" aqui no TU onde vos dei a conhecer o "fado bicha". Pois bem, os "artistas" do fado bicha andam muito indignados! Porquê? Por causa da atitude dos muçulmanos em relação aos panascas? Não, nada disso! Eles andam muito indignados por causa da "violência policial" no bairro da Jamaica, pá!

«"Lisboa, não sejas racista" é o novo tema do Fado Bicha, dupla composta por Lila Fadista (voz) e João Caçador (guitarra). A canção é uma adaptação de "Lisboa, não sejas francesa", tema criado em 1952 por Raul Ferrão (música) e José Galhardo (letra).»

 Os "artistas" do fado bicha num protesto anti-touradas patrocinado pelo partido animalista.

«"Lisboa, não sejas racista/ De visão simplista/ Só te fica mal", canta o duo na canção, que já conta com um videoclip clipe de vídeo. No tema, o Fado Bicha relembra vários acontecimentos, como  assassínio de Alcindo Monteiro, em 1995, os incidentes do Bairro da Jamaica ou o projecto do Museu das Descobertas.
"Lisboa, não sejas racista/ Não é só pra turista/ Vir e ocupar/ Lisboa, não sejas racista/ Velha cavaquista/ Não queiras voltar/ Lisboa, não sejas racista/ E crê que esta lista/ Não vai amansar/ Lisboa, não vives não falas/ Tira-me essas palas E aprende a escutar", canta o duo.»

Perguntarão vocês, caros leitores: "mas ó Afonso, que interesse tem esta notícia?" Tem muito! É que, nos últimos anos, tenho ouvido muitos argumentos a favor da inclusão dos rabetas no combate nacionalista porque "os rabetas estão connosco na luta contra os invasores muçulmanos, pá!" Ou então: "se queremos ter sucesso como a Marine Le Pen ou como a AfD, temos de abrir as portas do Nacionalismo aos homossexuais!" Ou ainda: "a homossexualidade fez sempre parte da história europeia, foram os intolerantes dos cristãos que acabaram com isso, tanto os celtas, como os nórdicos, como os gregos e os romanos papavam rapazinhos regularmente, hã!"

Portanto, esta notícia é para lembrar aos mais "distraídos" que os gueis não querem nada com o Nacionalismo, pelo contrário, apoiam incondicionalmente o invasor alógeno. E só podemos estar-lhes gratos por isso, a sodomia não contribui em nada para o bem-estar social e o hedonismo LGBT apenas acelera  o declínio moral e demográfico do nosso país.

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Ver também:


🏳️‍🌈 «Silêncio, que se vai cantar o Fado Bicha!» 🏳️‍🌈
Richard Spencer, o líder da "alt-right" seropositiva