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sexta-feira, 12 de abril de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 51


     Aqui fica mais um episódio da excelente e cada vez mais relevante série "Portugal Desintegrado", da autoria do nosso amigo e camarada Ilo Stabet

O tema do episódio de hoje é o famoso caso do bairro da Jamaica, em que vários agentes da PSP foram acusados de agredir vários "jovens" quando, na verdade, os agentes se limitaram a cumprir o seu papel e a reagir a agressões dos "pobre coitadinhos que vieram fazer aquilo que os portugueses não querem."

Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor da série Verbos Malditos, na qual ele desconstrói eloquentemente vários conceitos, termos e expressões da linguagem criada pelos engenheiros sociais neomarxistas (e neoliberais) que trabalham para a destruição do Ocidente. O Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes.
 
Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!




ACTUALIZAÇÃO: Aparentemente, TODOS os vídeos do Ilo Stabet foram colocados em modo privado. É possível que o canal dele esteja novamente sob ataque, tal como aconteceu ao meu próprio canal e também ao canal do José Silva. Aguardemos pacientemente pelos próximos capítulos...

Seja como for, aproveito a ocasião para relembrar aos nacionalistas que não podemos depender apenas do YouTube... se até os grandes canais são alvo de ataques e por vezes chegam mesmo a ser eliminados, nenhum de nós está a salvo de um dia vir a sofrer o mesmo destino. Lembrem-se, o YouTube pertence aos nossos inimigos. Não podemos ter a ilusão de que o vamos poder usar para sempre. E o mesmo se aplica aqui ao Blogger!...

quinta-feira, 14 de março de 2019

Do Pretogal profundo... imagens deslumbrantes!


     E agora, caros leitores, vamos fazer uma viagem maravilhosa por um recantozinho de Portugal que a esmagadora maioria de vocês certamente desconhece, o Bairro 6 de Maio, nesse magnífico concelho cada vez mais pretoguês que dá pelo nome de Amadora.

Que agradecer ao Filho da Truta (FdT) por mais esta sua contribuição preciosa para o TU: foi ele que nos trouxe estas fotografias cuja beleza é de cortar a respiração! Muito obrigado, caríssimo!

«A pouco mais de cinco quilómetros do centro de Lisboa, onde o turismo avança a velocidades nunca vistas, o Bairro 6 de Maio, no concelho da Amadora, está a definhar.

Estigmatizado durante anos a fio, mitificado ao longo de décadas como "o sítio onde nem a polícia entra", o Bairro 6 de Maio começou a ser desmantelado em 2016, num processo de despejos, realojamentos polémicos, rusgas policiais frequentes e tentativas activistas de travar o inevitável. Um processo que se arrasta e que tem servido para enfatizar ainda mais os problemas de uma comunidade na sua maioria composta por cabo-verdianos que decidiram tentar uma vida nova em Portugal no pós-Ultramar, entre o final dos anos 70 e início de 80. Um gueto às portas de Lisboa, onde mais do que viver, todos tentam sobreviver. Alguns da única forma que sabem, à margem da lei.»

É sempre a mesma conversa de merda por parte dos mé(r)dia: "da única forma que sabem", como se o analfabetismo fosse desculpa válida para se ser um criminoso. Enfim... sem mais demora, vamos então até o Bairro 6 de Maio. Não se esqueçam que estas fotografias foram todas tiradas em Portugal!



“G” (nome fictício), faz uma vigia no bairro com a sua caçadeira, na expectativa da chegada de membros de gangues rivais. 
Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018. 


Mulher caminha no Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018. Este bairro degradado situa-se a cerca de cinco quilómetros do centro da capital. Construído ilegalmente nos anos 70 por imigrantes Cabo-verdianos e guineenses é, actualmente, um foco de problemas sociais e criminalidade, tráfico de drogas, armas e prostituição. 

 
Carlon, 35 anos, barbeiro, atende um cliente. Natural de Cabo Verde, imigrou aos dois anos de idade com os seus pais, há 18 anos que é o barbeiro do bairro. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


 Homem (não identificado), no interior da sua casa empunha uma arma de fogo. A posse de armas ilegais é comum entre os membros dos gangs do bairro. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


 Homens praticam exercício numa casa que tinha sido demolida pela Câmara Municipal e posteriormente reconstruída pelos residentes. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


Dois homens lutam junto a uma casa demolida. Ambos são “snipers”, vigias das entradas do bairro que alertam os traficantes para a aproximação de forças policiais e membros de gangues rivais. A luta foi desencadeada porque um dos “snipers” falhou na sua missão. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.

 Alex (nome fictício) segura na mão uma catana num dos becos do bairro. Uma arma branca que o seu pai trouxe para Portugal quando emigrou no período pós-colonial. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


 Elvis (nome fictício) mostra uma cicatriz abdominal resultante de um ferimento causado por uma bala perdida durante uma luta com um gangue rival. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.


Carlos (nome fictício) treina o seu cão “Pitt-Bull” para atacar em frente à sua casa. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018. 


Traficante trata plantas de canábis numa estufa ilegal. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
 

 Boss G (nome fictício), com uma máscara para ocultar a identidade, mostra as suas jóias de ouro num beco do bairro. Aos 15 anos foi integrado numa casa de correcção juvenil, aos 18 sentenciado a uma pena de prisão por “car-jacking” e aos 25 anos voltou a cumprir pena por assalto a uma joalharia.


Traficante de droga (não identificado) prepara doses para venda, junto a uma imagem de Nossa Senhora de Fátima. Os traficantes acreditam na sua protecção para o negócio.


 Toxicodependentes consomem crack numa das habitações devolutas do bairro.  


 Patrulha da Polícia de Segurança Pública. 
 


Fátima (à esquerda), 20 anos, dependente de crack, junto a Joana (à direita - nome fictício), também toxicodependente, "mulher" trans. Ambas trabalhadoras sexuais.


Wilson, 24 anos, treina boxe diariamente num ginásio instalado numa casa demolida e posteriormente reconstruída pelos residentes. Sonha em ser pugilista profissional. 


  Drogas, balança de precisão, arma automática, munições e notas de euros no chão de uma das casas do bairro.  


Uma mulher penteia uma jovem e outra alimenta de biberão um bebé. O quotidiano das famílias no bairro.  


 Esta rua é um autêntico supermercado de estupefacientes, onde os traficantes se juntam para fazer negócio com os residentes e consumidores externos.


 Rute (à esquerda - nome fictício) e Dany(à direita - nome fictício) acariciam Tivon (nome fictício) numa festa no bairro. Tivon, um dos criminosos mais respeitados do bairro, já foi condenado a penas de prisão mais de quatro vezes, por roubos à mão armada e assaltos a habitações.


 Jogo de poker a dinheiro entre habitantes durante a noite.  


  Homens e mulheres divertem-se numa festa.


  Casas demolidas no bairro, a Câmara Municipal da Amadora alega que as famílias desalojadas aderiram a programas de apoio ao auto-alojamento.


Então, gostaram, caros leitores? Não é inspirador ver como estes imigrantes cabo-verdianos vieram fazer o que nós, portugueses preguiçosos, já não queremos fazer? E não é reconfortante ver como os nossos impostos estão a ser usados para financiar estas... hum... "famílias"? É não, é?... Porque "os melhores são os que partem", como diz o Daniel (l)Oliveira! Não se esqueçam de continuar a votar massivamente no PS/PSD/CDS/CDU/BE/PAN, que é para vermos se os bairros 6 de Maio se multiplicam um pouco por todo o país! 😜

Propaganda à mestiçagem num anúncio de fraldas do Pingo Doce


     Um muito obrigado! ao Portugal português numa Europa europeia! por nos ter trazido aqui este videozinho curtinho, mas absolutamente sintomático e esclarecedor da forma como o capitalismo selvagem incentiva descaradamente à mestiçagem. Trata-se de um anúncio às fraldas do Pingo Doce, umas fraldas para "uma geração mais exigente", segundo a narradora do anúncio. Por "geração mais exigente", entenda-se uma geração mestiça, evidentemente...

Faço notar que, no rodapé do vídeo, aparece escrito "testemunhos reais". A confirmar-se, isto não é apenas propaganda, estamos a falar mesmo de casais "vibrantes" reais que aceitaram dar a cara pelo anúncio.

segunda-feira, 4 de março de 2019

O cúmulo do nojo: (des)governo português pede desculpa a Angola pelas agressões dos "jovens" do bairro da Jamaica às autoridades portuguesas


Via O Cavaleiro do Apocalipse

     A subserviência cretina da nossa classe pulhítica para com o terceiro mundo lusófono nunca deixa de me surpreender: por mais que já tenham vendido Portugal a retalho e conspurcado o nome da nossa nação como se de uma reles rameira se tratasse, eles conseguem arranjar sempre novas formas de nos enterrar ainda mais no lodo da falta de carácter:

«O Governo angolano garantiu esta segunda-feira que "não existe qualquer irritante" nas relações entre Angola e Portugal, salientando, paralelamente, que o "Caso Jamaica", com críticas à actuação da polícia, está ultrapassado, depois de uma actuação "discreta" das duas partes.
Em conferência de imprensa realizada hoje em Luanda, destinada a fazer o "lançamento" da visita a Angola do Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, que começa oficialmente quarta-feira, Manuel Augusto lembrou que as autoridades angolanas acompanharam, em conjunto com as congéneres portuguesas, o assunto desde o primeiro momento.
"Desculpem! Perdão! Clemência! Eu chupo... eeeer... perdão, eu faço o que for preciso!

«Em causa o incidente entre moradores angolanos daquele bairro, no concelho do Seixal, e a polícia, ocorrido em Janeiro e que deu origem depois a uma manifestação realizada em Lisboa, em que se registaram incidentes entre manifestantes e polícias.
Manuel Augusto escusou-se a comentar o tratamento que as autoridades e a imprensa de Portugal deram ao assunto, considerando uma "matéria interna" portuguesa, apesar das críticas, nos dois países, à actuação da polícia.
(...) "Quero aqui assegurar que o Governo angolano, através dos seus representantes em Portugal, assumiu as suas responsabilidades, estabeleceu pontes de diálogo com as autoridades portuguesas, condenou o uso excessivo da força, tal como também o fez tem relação ao respeito às autoridades (policiais portuguesas). Tivemos uma atitude permanente, sem muito barulho, mas eficaz", salientou.
Por outro lado, Manuel Augusto salientou ter estado em contacto com o homólogo português, Augusto Santos Silva.
"Teve a hombridade de me ligar, não só para apresentar desculpas, mas também para sublinhar a forma, com sentido de Estado, como as autoridades angolanas reagiram", sublinhou.»

Fabuloso! Os "jovens" agridem a polícia; a polícia, logicamente, reage... mas no final, ainda acabamos de joelhos, todos nós portugueses, a pedir desculpa a Angola através do nosso inenarrável ministro dos Negócios Estrangeiros! Mas que puta de nojo!!!

E reparem bem na contradição gritante, caros leitores: então os "jovens" da Jamaica não são portugueses de pleno direito?! Que tem a Angola de meter o bedelho em assuntos entre portugueses? E que tem o governo português de pedir desculpa a Angola por causa de quezílias entre portugueses? Ou será que afinal isso da raça e da nacionalidade não é bem a história da Carochinha que as "nossas" elites e os genocidas globalistas querem fazer vingar?...

PSP obrigada a disparar para "serenar os ânimos" em Carcavelos


     Esta notícia já do passado dia 25 de Fevereiro, mas todos nós sabemos que o tópico da "juventude" é intemporal. Atenção que nem todos os protagonistas deste caso são "jovens" mas, dado o elevado número de participantes, é bem provável que os outros protagonistas sejam "indivíduos" (ou "feirantes", se preferirem).

«Tudo o que estava à mão foi usado como arma numa rixa que envolveu, na madrugada deste domingo [24-Fev], cerca de 20 pessoas à porta de um bar em Carcavelos, Cascais.
Nos confrontos pode ver-se um homem a empunhar uma faca de grandes dimensões, enquanto outros arremessam pedras na direcção dos rivais. Até uma chave de rodas foi usada nas agressões. Um cenário de violência extrema que levou a PSP a efectuar quatro disparos de shotgun espingarda para o ar. Só então as agressões cessaram.»


Dois homens acabaram feridos e foram transportados pelos bombeiros da Parede ao hospital de Cascais. Quanto à PSP, procedeu à identificação de quatro homens envolvidos, de 28, 35, 37 e 47 anos. Devido ao elevado número de intervenientes, a PSP não conseguiu apurar quem seriam os responsáveis e as vítimas, pelo que não foi feita qualquer detenção. O caso segue para investigação.
Os envolvidos nos confrontos terão estado num bar das imediações, tendo as agressões começado no exterior. A PSP teve de chamar reforços para manter a ordem na Estrada da Rebelva, palco desta desordem.»


Nenhuma detenção? Acho muito bem! Temos de respeitar os "hábitos culturais" dos imigrantes! Não é isso que a esquerda e a direitinha querem?...

«Moradores preocupados com confrontos
Uma moradora da zona contou que são cada vez mais frequentes as confusões nas imediações do bar, que encerra as portas ao público às 04h00 da madrugada.
Após o fecho das portas, muitos dos clientes permanecem na zona, fazem barulho e, muitas vezes, envolvem-se em brigas nas imediações da Estrada da Rebelva. Já não é a primeira vez que as autoridades policiais são chamadas ao local, conta a fonte sob anonimato.»

Pois é, os moradores estão preocupados... mas na hora de votar, que partido terão escolhido? É que não se pode ter o sol na eira e a chuva no nabal, como diz o povo. Os moradores, tal como o povo português em geral, têm de enfiar isso na cabeça de uma vez por todas.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

No Estoril: "jovens" agridem menina de forma selvagem, arracando-lhe o cabelo


     Um muito obrigado! à pessoa que nos trouxe o primeiro destes três vídeos que eu juntei num só. Infelizmente, a pessoa em causa não assinou o seu comentário, pelo que não a posso nomear.

«Dois vídeos que circulam nas redes sociais mostram agressões violentas entre jovens, que aconteceram num parque de skate de São João do Estoril, concelho do Cascais. A GNR e a PSP estão a investigar o caso.

Nas imagens, vê-se uma jovem de cabelo loiro a ser esmurrada com violência por uma outra adolescente
[adolescente "jovem"], perante vários outros "jovens" que pouco ou nada fazem para separar as rivais. Num momento posterior, uma das "jovens" mostra uma madeixa de cabelo que terá arrancado da cabeça da rival.»


«A mãe da jovem agredida apresentou queixa às autoridades. O caso aconteceu no 'Parque Gerações' em São João do Estoril. Lawrence Aragão, um dos sócios do espaço, conta que a jovem agredida tem apenas 12 anos. As agressões aconteceram dentro da carroçaria de um carro que é usado como decoração.

"Elas já traziam chatices, julgo que havia problemas por causa de namorados". Lawrence lamenta não ter assistido à cena. "Já tivemos casos semelhantes e conseguimos intervir. Se estivesse cá, tinha-os chamado à razão". As menores em causa serão alunas das escolas da Alapraia e da Galiza.
»
Como é que os nacionalistas norte-americanos dizem mesmo? "Around blacks, never relax!" Se bem que me é difícil ter pena desta miúda: quem anda à chuva, acaba molhado; quem brinca com fogo, acaba queimado; e quem anda com "jovens", acaba enriquecido... é tão certo como o sol nascer amanhã!

sábado, 16 de fevereiro de 2019

"Jovem" são-tomense ouve "a voz de Deus" e decide enriquecer umas quantas viaturas...


     Tudo aconteceu nos Olivais, em Lisboa. Parece que também já temos "maluquinhos" que "ouvem vozes" e desatam a fazer asneiras... pelo menos não morreu ninguém. Desta vez...

«Um condutor de 29 anos entrou esta sexta-feira [15-Fev-2019] em contramão na Rua Cidade de Bissau, junto ao Shopping dos Olivais, em Lisboa, e abalroou um autocarro da Carris e posteriormente chocou contra 9 carros.

O condutor do veículo com matrícula britânica é são-tomense, sem antecedentes criminais, e, num primeiro momento, ter-se-á recusado a abandonar a viatura, mesmo após a presença e pressão da PSP. Permaneceu cerca uma hora dentro da viatura até ser detido pelas autoridades sem oferecer resistência.



Após a detenção foram realizados testes de alcoolemia que apresentaram resultados negativos. Segundo Peixoto Rodrigues, presidente do Sindicato Unificado da Polícia, este condutor apresenta um discurso incoerente e disse à polícia que "foi a voz de Deus" que o levou a abalroar as 10 viaturas. 

O condutor foi internado compulsivamente, ou seja, contra a sua vontade. Este tipo de internamento acontece "por decisão judicial" e é dirigido a um "portador de anomalia psíquica grave que crie, por força dela, uma situação de perigo para bens jurídicos", segundo a Lei de Saúde Mental.

De acordo com as autoridades, não há vítimas a registar do acidente que teve lugar às 16h25.»

Os donos dos carros é que não devem ter ficado lá muito contentes... mas "aceitar imigrantes é o nosso dever moral", não é mesmo? Então "aguenta e não chora", como dizia o Tomás Taveira... ou então ganhem juízo e comecem a votar no PNR! Ontem já era tarde!

domingo, 10 de fevereiro de 2019

"Jovens" fazem arrastão em centro comercial do Carregado (no concelho de Alenquer)


     Esta notícia já tem alguns dias, mas eu ainda não a tinha publicado aqui no TU, pelo que julgo que vale a pena retê-la para a posterioridade. Quero agradecer às duas pessoas que a trouxeram até aqui, mas já não me lembro ao certo de quem foram. Muito obrigado! a essas duas pessoas e desculpem a minha amnésia!

«A Guarda Nacional Republicana (GNR) identificou vinte e nove "jovens", com idades compreendidas entre os 13 e os 20 anos, por suspeitas da prática de crimes de furto numa loja de materiais desportivos do Centro Comercial “Campera” do Carregado. Cinco destes jovens foram mesmo detidos por terem na sua posse bens do estabelecimento comercial em causa. Foram constituídos arguidos e saíram em liberdade, tendo também em conta o facto de serem menores de idade.»

Alguns dos leitores mais "inocentes" deste blogue poderão ter lido parágrafo anterior e pensado algo do género: "lá está este racistazinho primário do Afonso a colocar aspas de forma abusiva... sabe lá ele se os criminosos eram pretos ou não"!

Sei pois... desde logo, o modus operandi dos protagonistas deste arrastão tresanda a "juventude". Mas há uma prova concreta de que foram mesmo "jovens" a protagonizá-lo, que é o vídeo que se segue:


 


Repararam bem no tipo que aparece algemado à esquerda a partir dos 11 segundos do vídeo? Então deixem-se de conversas, porque eu não falo de cor (embora fale de cor, perceberam? 😉). A maioria dos miúdos brancos já nem sequer tem amigos suficientes para fazer algo deste género! Adiante...

«O Comando Territorial de Lisboa da GNR explica que, cerca das 11h30 de quinta-feira [31 de Janeiro de 2019], “a GNR foi informada que cerca de 30 indivíduos encontravam-se no interior de uma loja a furtar diversos artigos desportivos. De imediato foram mobilizadas diversas patrulhas para o local, tendo sido montado um dispositivo policial que possibilitou a detecção e intercepção do grupo de suspeitos nas imediações do referido estabelecimento comercial e recuperar parte do material furtado”.
A mesma nota acrescenta que os cinco jovens detidos “foram constituídos arguidos e restituídos à liberdade, pelo facto de serem menores de idade, tendo sido entregues aos seus representantes legais, sendo os factos remetidos ao Tribunal Judicial de Alenquer”. A operação mobilizou cerca de 30 militares dos destacamentos territoriais de Alenquer e de Vila Franca de Xira e do Destacamento de Trânsito do Carregado, bem como militares da estrutura de investigação criminal.»

Reparem, caros leitores: os "jovens" nem sequer vão ser castigados, porque são demasiado novinhos e fofinhos!...  De onde terão saído, estes "jovens" tão bonitos e singelos, como diria aquele génio musical que dá pelo nome de Zé Cabra?

«Os cerca de 30 jovens, na sua maioria oriundos da Linha de Sintra, que na quinta-feira foram interceptados pela GNR quando realizavam uma sucessão de furtos (arrastão) de material desportivo dentro de uma loja do centro comercial Campera, no Carregado, Alenquer, combinaram a incursão criminosa através da troca de mensagens em redes sociais na internet.

O quê? Linha de Sintra?!?! Quem diria, hem? 😜

«(...) Nas primeiras conversas mantidas com os "jovens" interceptados, alguns com 13 ou 14 anos, os militares da GNR de Alenquer perceberam que o arrastão já estava a ser preparado há algum tempo. A maioria dos membros do gangue já se conhecia e combinou nas redes sociais ou em aplicações de telemóvel, a deslocação até ao Campera para efectivar o assalto.

Viajaram de comboio até ao Carregado para depois entrarem, todos juntos, no centro comercial, procurando consumar os crimes com a maior rapidez possível. A intervenção da GNR foi acelerada pelos próprios empregados da loja atacada, que rapidamente perceberam que eram poucos para controlar tantos jovens.

À chegada, os militares rapidamente encostaram os assaltantes a uma zona de gradeamento do recinto do Campera, para assim conseguirem identificá-los e recuperar os bens furtados.
»

Não há nada para ver aqui, hã! O multiculturalismo e o multirracialismo funcionam! Só não vê quem não quer, pá! Continuem a votar alegremente no PS/PSD/CDS/CDU/BE/PAN, ouviram? Obedeçam!!!

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Os "novos portugueses": penacovenses de gema!


      Lembram-se de eu ter comentado, aquando do grande incêndio de Pedrógão Grande, em 2017, que parecia haver muitos "jovens" entre as vítimas? Pois bem, o nosso amigo G, o cigano trouxe-nos aqui uma página do Fuçaslivro que parece confirmar essa observação. Trata-se da página do Fuçaslivro da Escola Profissional Beira Aguieira, em Penacova, no distrito de Coimbra (não confundir com Aguiar da Beira, no distrito da Guarda).

Vou transcrever o texto do comentário do G, uma vez que resume o essencial. E muito obrigado, caro G!
«Recomendo uma visita à Escola Profissional Beira Aguieira (Penacova) para apreciar a quantidade de "jovens" que frequentam esta diversa escola.

Existe uma turma formada unicamente por "jovens", muito inteligentes, que frequentam um curso de informática. Atente-se que são jovens oriundos directamente de Africa, ou seja, com grande prática em computadores.

Farão parte, no futuro, dos quadros de grandes empresas na area tecnológica, retribuindo dessa forma o investimento que Portugal faz no presente nestes jovens. Ou não.»

Vamos lá então dar uma olhadela (clicar nas imagens para aumentar o seu tamanho)...















Há muitas mais fotografias como estas na tal página do Fuçaslivro, mas acho que os caros leitores já deverão ter ficado com uma ideia bastante concreta da coisa.

Vou repetir o comentário que fiz na altura a propósito de Pedrógrão Grande:
«Não estamos a falar de um qualquer dormitório do capitalismo selvagem anexo às grandes cidades, como é o caso de Almada, Amadora, Setúbal ou até Vila Nova de Gaia. Pelo contrário, estamos a falar do interior de Portugal, ou perto disso, de um lugar onde supostamente não deveria haver oportunidades de trabalho que permitissem fixar a população alógena... e no entanto, eles aqui estão!

...E você, o que é que vai fazer quando isto acontecer aí no seu bairro? E quando a sua filha chegar um dia a sua casa e anunciar estar noiva de um destes "jovens"? E quando os seus netos já não se parecerem consigo? Vai dar graças por nunca ter sido racista?»

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Ver também:

Sobre a tragédia de Pedrógão Grande...
SEF confirma "aumento significativo" de brasileiros em Portugal
Sobre a subida ilusória da natalidade portuguesa...
Insanidade total: a 'geringonça' vai instalar "refugiados" nos quartéis militares!
A sondagem mais deprimente que alguma vez partilhei neste blogue
O (des)governo da 'geringonça' quer acabar de vez com o Interior de Portugal
A 'geringonça' insiste em tentar destruir Portugal: (des)governo quer 75 mil imigrantes por ano!
Bosta das Índias: «Portugal precisa da imigração para resolver problema demográfico»
Filhos de imigrantes passam a ser "portugueses" de pleno direito, mesmo sem terem nascido em Portugal!
Um testemunho sobre a crescente presença alógena no interior português
Um testemunho sobre a crescente islamização e miscigenação na zona da Grande Lisboa
Nova lei da imigração levou a um aumento recorde dos pedidos de residência em Portugal!
Triste futebol: "Associação dos Estudantes Africanos de Bragança"
Confirma-se mais uma vez: o ensino superior é um dos maiores focos de promoção da iminvasão!