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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Numa instituição do "ensino" superior de Lisboa: indignaçãozinha hipócrita por causa de um boneco preto que afinal era branco


Um muito obrigado! ao 8gn8g3 por nos ter trazido aqui esta pérola da indignaçãozinha anti-racista militante:

«A imagem de um boneco negro colocado nos corredores do ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa, com a frase "bate-me agora" escrita num papel pendurado na figura, está a causar polémica nas redes sociais.




A imagem foi partilhada por Miguel Vale de Almeida, docente daquela instituição académica, que acusa os organizadores de "ignorância". A iniciativa partiu da empresa Smash It Room que, em colaboração com estudantes do ISCTE, colocou um boneco com um bastão ao lado, incentivando a que os académicos "destressem", atingindo a figura com um pancada.

"Isto é pura e simplesmente inaceitável. Tanto os organizadores do evento, quanto a empresa que lhes forneceu objectos para alívio do stress (ou lá o que é) demonstram uma escolha ou ignorância inadmissíveis", escreveu o docente na sua página de Facebook.»


Típico: o Almeida (recuso-me a tratar por professor um cretino como este) fala em "ignorância", mas não sem nunca explicar exactamente em que é que os organizadores do evento são "ignorantes".  Isto é a Teoria Crítica do Marxismo Cultural em estado puro: critica-se só por criticar, sem nunca apresentar justificações ou alternativas.

E claro, esta história do boneco não era nada do que parecia:


«Um dos sócios-gerentes da empresa Smash It Room, César Lemos, disse considerar estas acusações infundamentadas. "A cor original do boneco nem sequer é negro. Ele ficou assim por causa do uso constante, uma vez que está exposto diariamente no nosso estabelecimento para o mesmo fim. Este tipo de bonecos existem em vários ginásios e são utilizado para artes marciais. Estão até disponíveis para venda", explicou.»




«Na página de Instagram da empresa, os responsáveis pela mesma mostram uma fotografia do mesmo boneco na sua "cor de fabrico", garantindo que a fotografia que originou a polémica está "claramente escurecida". "No nosso estabelecimento temos várias pessoas, inclusivamente de diferentes raças e etnias a bater no boneco. Nunca a questão do racismo foi levantada, até hoje", concluiu.
Por fim, César Lemos esclarece que o papel que está ao pescoço do boneco, que diz "bate-me agora" só foi colocado uma vez que as pessoas questionavam constantemente se podiam bater na figura. Entretanto, a Smash It Room foi contactada pelo ISCTE a fim de retirar a imagem dos corredores, algo que não foi preciso, uma vez que o evento já terminou.»

Ou seja, tratou-se de mais um episódio absolutamente ridículo protagonizado pelos funcionários perpetuamente ofendidos da indústria da vitimização anti-racista, sempre à procura de "racismo" onde quer que seja, logo desde o momento em que saem de casa, talvez até desde o momento em que se levantam da cama todas as manhãs. 

Qualquer dia ainda há-de aparecer um destes "iluminados" a jurar que o cabelo humano é racista, porque, com o passar dos anos, vai ficando branco...

terça-feira, 26 de março de 2019

Três vídeos que vale a pena ver (68): "Verbos Malditos"
- A nova série do Ilo Stabet


      O Ilo Stabet, autor da excelente série "Portugal Desintegrado", criou uma nova rubrica intitulada "Verbos Malditos", na qual desconstrói eloquentemente vários conceitos, termos e expressões da linguagem criada pelos engenheiros sociais neomarxistas (e neoliberais) que trabalham para a destruição do Ocidente. Trata-se de um valiosíssimo contributo da sua parte para a guerra cultural em curso: a linguagem é uma das maiores armas dos nossos inimigos, sobretudo porque poucos na Direita têm sabido compreender a sua importância e contrariá-la adequadamente ao longo dos anos.

Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes. Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!




terça-feira, 5 de março de 2019

Os casos de Neto de Moura e de Donald Trump...


...ilustram perfeitamente quem é que realmente detém o poder no Ocidente. Não são as autoridades. Não é a Justiça. Nem sequer são os pulhíticos, por mais incrível que pareça.

Nada disso, o à-vontade descarado, a presunção de superioridade moral e a ferocidade asinina com que os "humoristas" da nossa praça têm atacado o juiz do Tribunal da Relação do Porto, tal como a campanha de fake news incessante dos mé(r)dia norte-americanos contra o Presidente Trump, mostram-nos que o verdadeiro poder está nas mãos dos mé(r)dia

É disto que se trata quando eu e outros nacionalistas falamos em guerra cultural. E é precisamente essa guerra que as Direitas do Ocidente têm perdido de forma sistemática. Aliás, a Direita em geral nem sequer percebe a realidade da guerra cultural, pelo que não tem comparecido no campo de batalha.

A grande consequência disto tudo é que hoje praticamente todos os veículos me(r)diáticos estão nas mãos dos globalistas, sejam direitinhas, sejam esquerdalhistas. E quem controla a narrativa, controla o futuro...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

"Capitã Marvel", mais um filme a boicotar


      Esta posta poderá ser algo surpreendente para os leitores habituais deste blogue, uma vez que, ao longo dos anos, eu tenho apelado a que os nacionalistas abdiquem de ir ao cinema e boicotem TODOS os filmes que puderem. O cinema no Ocidente, tanto nos EUA como na Europa, foi capturado por grupos de interesses descaradamente antibrancos e tendencialmente neomarxistas, pelo que pagar para ir ao cinema é alimentar um bando de filhos da puta ingratos que enriquecem às nossas custas enquanto nos dão lições de moral e trabalham para nos destruir.

Mas este "Capitã Marvel", que deverá estrear no início do próximo mês, promete elevar a fasquia antibranca ainda mais alto. A actriz Brie Larson, que protagoniza o filme, já teceu vários comentários contra os homens brancos. Nomeadamente:

1. «Eu comecei a prestar atenção às minhas conferências de imprensa e reparei que a maioria dos críticos de filmes são maioritariamente homens brancos. (...) Decidi por isso certificar-me que as minhas futuras conferências de imprensa vão ser mais inclusivas.»

Brie Larson, mais uma vacória feminista hollywoodesca.

2. «Eu não quero ouvir um homem branco de 40 anos a dizer-me o que não gostou do filme. Não foi feito para ele! Eu quero é saber o que o filme significou para as mulheres de cor, as mulheres birraciais, as adolescentes de cor.»

E um dos realizadores do filme acrescentou:
3. «Não é apenas um filme feminista, é um filme humanista.»

Preciso de dizer mais? Boicotem esta merda, caros leitores!!! 


Actualização: entretanto, descobri esta 'curiosidade' hilariante acerca da criatura.

Em Coimbra: o PNR protestou contra a vinda do rabeta brasuca armado em vítima Jean Wyllys


      O PNR foi à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra protestar contra a vinda -a convite do inenarrável neomarxista e pós-modernista Boaventura Sousa Santos- do gueizola brasuca totalitário Jean Wyllys, o tal "democrata" que cuspiu em Jair Bolsonaro.

Quero saudar e louvar todos os militantes e simpatizantes do PNR que compareceram. É um grande orgulho constatar que nem toda a gente em Portugal desistiu de lutar pelo que é nosso e, sobretudo, que há um partido político no nosso país cujos dirigentes compreendem a realidade da guerra cultural que está a destruir o Ocidente a partir de dentro.




Alguns de vocês poderão achar este protesto excessivo. Mas não foi: a extrema-esquerda impediu Marine Le Pen de vir à Web Summit, pelo que este protesto, em termos comparativos, foi completamente inócuo. Aliás, o Presidente do PNR explicou isso mesmo num vídeo que partilhou hoje na página do Facebook do PNR e que espero poder partilhar convosco mais logo.


E atenção que hoje há outro protesto! Quem puder, compareça:
Lisboa – dia 27 – 17h00 – R. das Portas de Santo Antão, 58 – “Casa do Alentejo”. 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

O al-Público continua a sua guerra sem tréguas contra a natalidade portuguesa


    Sendo uma publicação de forte pendor neomarxista, a versão "tuga" do al-Guardian foi presenteando os seus leitores, praticamente desde a sua fundação, com muitos artigos escandalosamente feministas em que a demagogia pós-modernista e politicamente correcta se sobrepunha à verdade dos factos, à razoabilidade política e até à própria lógica. 

Todavia, em anos recentes, o al-Público deu mais um passso "rumo à modernidade" e passou a ter também artigos anti-natalidade. No passado dia 14 de Fevereiro, por exemplo, o dia dos namorados (ou de S. Valentim, se preferirem), o escriba Miguel Esteves Cardoso, um autêntico poster-boy do cosmopolitismo hedonista e irresponsável da geração baby boomer, escreveu o grandessíssimo monte de merda que vou transcrever mais abaixo e que tem como título "Tudo menos filhos". Não, o Cardoso não está a brincar, a croniqueta é mesmo um manifesto anti-natalidade.



MEC: anti-natalista convicto e 'soyboy' extraordinaire!


Um muito obrigado! ao Noordoostelijk30jaar por nos ter trazido aqui os escritos em causa, que constituem um excelente exemplo da imundice que as nossas "elites" têm na cabeça:

«Toda a gente tem um conselho que dá a toda a gente. No dia dos namorados lembro-me sempre do conselho da minha mãe. Ela dava-o a casais que encontrava à espera do comboio. Esse conselho era “não tenham filhos”.»

Um conselho que, claramente, a própria senhora devia ter seguido. Tinha-se evitado assim a existência deprimida e deprimente do MEC. Mas reparem no insólito desta descrição, caros leitores: «ela dava o conselho a casais que encontrava à espera do comboio.» Acham isto normal? Que uma mulher ande a dizer aos casais de namorados numa estação ferroviária para não terem filhos? É evidente que não é normal! Ou esta história é falsa, ou a mãe do MEC tinha um transtorno qualquer. Não vejo outra alternativa.

«Quando nascem apaixonamo-nos por eles mas já não se pode voltar atrás. A minha mãe explicava, com paciência, coragem e honestidade que os filhos matam o romance, os filhos desfazem um casal, os filhos desapaixonam os pais, o amor pelos filhos come o amor que se tem por quem se ama.»

Com coragem? O Cardoso saberá o que é coragem?! Acaso a mãe dele corria algum perigo quando importunava os jovens casais com o seu conselho de merda?... É claro que não! Eu só posso imaginar quão constrangedor devia ser para os casais de namorados serem importunados pela demente anti-natalista que pariu o MEC!

Porque alguém que tenha a mínima experiência de vida perceberá o que realmente aconteceu. O que a mãe do MEC estava realmente a fazer era a desabafar e a pedir ajuda. Ela estava a projectar nos casais que importunava o fracasso do seu próprio casamento, admitindo que ela era casada. Não, não é verdade que os filhos desapaixonam os pais. Se isso acontecer, é porque os pais já estavam desapaixonados antes de terem filhos. Ou pior, estavam numa relação de co-dependência que o nascimento dos filhos veio inviabilizar.

«Os romances precisam de tempo e de liberdade. Os filhos consomem o tempo e a liberdade dos pais como se fossem Cerelac. Os romances precisam de energia e de disponibilidade. Os filhos consomem a energia e a disponibilidade dos pais como se fossem Cerelac. Os romances precisam de dedicação e de exclusividade. Os filhos consomem dedicação e exclusividade como se fossem Cerelac. Os romances precisam de generosidade e de loucura. Os filhos absorvem uma coisa e outra, apropriando-se delas e não deixando nada para os pais.»

É inegável que os filhos consomem muito tempo, mas não é verdade que o tempo dedicado aos filhos mate o romance. O que é preciso é saber gerir o tempo e os recursos. É evidente que não se vai poder ir passear tantas vezes como antes, nem ir jantar fora a dois como se fazia antes de eles nascerem. Mas o tempo dedicado aos filhos fortalece o casal, não o aparta! As estatísticas não mentem: os homens com filhos trabalham muito mais arduamente do que os solteiros para levar dinheiro para casa e sustentar a família. E as mulheres com filhos tendem a ser muito mais fiéis aos seus maridos do que as solteiras.

«O dever e o sacrifício são inimigos do amor romântico. Com os filhos nascem deveres e sacrifícios que precisam de toda a nossa energia para serem obedecidos. Com os filhos nascem culpabilidades que os namorados nunca teriam sentido se tivessem ficado quietos.»

Culpabilidades? Mas que género de aleijadinho(a) sentiria culpa por dedicar mais tempo aos filhos do que ao seu cônjuge? E que tipo de transtornado(a) ficaria ressentido pelo facto do seu cônjuge dedicar mais tempo aos seus filhos do que a ele(a)? O MEC não pode estar a falar de pessoas normais, mas sim de pessoas com graves problemas emocionais!!! Todo o ser humano adulto e maduro sabe perfeitamente que criar uma família implica menos tempo para o romance, mas isso não significa que o romance esmoreça, muito menos que termine!

«Crescemos com uma enorme dívida para com os nossos pais. Pagamo-la quando temos filhos. A única maneira de ficar a ganhar é recusarmo-nos a pagar a dívida, recusando-nos a ter filhos.
Esta é a verdade mais bonita do dia dos namorados.»

Bonita?! Verdade?!?! Não há nada de verdadeiro no que escreveste, MEC, rigorosamente NADA, muito menos bonito!!! Chega até a ser obsceno que o al-Público tenha publicado esta valente merda no dia dos namorados, este apelo cretino e irresponsável a que o jovens portugueses não tenham filhos, numa altura em que Portugal é precisamente o país com a taxa de natalidade mais baixa de toda a OCDE (fonte1 fonte2)!

Depois "temos de importar mais imigrantes para resolver o problema demográfico", não é?! Demagogo de merda!!!...

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Allie Stuckey: «Porque eu não digo que sou feminista: é hipocrisia.» (com legendas)


    E na sequência da posta anterior, aqui fica mais uma mulher a explicar porque é que o feminismo é uma fraude.



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Ver também:


Allie Stuckey: «A importância da masculinidade» (com legendas)
Uma breve nota sobre o tal anúncio misândrico da Gillette que tem dado muito que falar
Ainda sobre o anúncio imperdoável da Gillette
Na Argentina: vacórias feministas atacam igreja e câmara municipal
Sobre uma campanha "anti-sexista" em França que mete nojo aos cães
Femiporcas "tugas" protestam contra Bolsonaro
Observador da direitinha promove vacória feminista russa que ataca homens no metro!
Fórmula 1 decide banir as 'grid girls' por "estarem em desacordo com as normas actuais da sociedade"
Os frutos do feminismo (2): há quem queira agora que a NFL acabe com as 'cheerleaders'!
Os frutos do feminismo (3): depois da Fórmula 1 e da NFL, segue-se a Miss América!
Os frutos do feminismo (4): FIFA pede às televisões para não filmarem mulheres bonitas nos estádios
«O feminismo não tem nada a ver com a esquerda ou com a direita, pá!»
Al-Público promove as "novas feministas"...
Paul Joseph Watson: «A guerra contra os homens» (com legendas)

A horrível opressão do "patriarcado heteronormativo do homem branco" em dados concretos (2)


     Conforme se pode ver na tabela que se segue, os homens representam a esmagadora maioria dos empregados nas profissões de risco nos EUA. Se as feministas procuram realmente a igualdade entre os sexos (e não "géneros"), porque é que não dizem nada acerca disto?... A pergunta é retórica, evidentemente.



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Ver também: 


A horrível opressão do patriarcado heteronormativo do homem branco em dados concretos
Privilégio branco e masculino 
Stefan Molyneux: a verdade sobre as diferenças salariais entre os sexos (com legendas) 
Versão legendada em português do Brasil da entrevista do Prof. Jordan Peterson ao Channel 4
O Prof. Jordan Peterson fala sobre a importância das famílias na vida das mulheres (com legendas)
O (des)governo "tuga" legisla em função das mentiras do Marxismo Cutural!
O Prof. Jordan Peterson fala sobre a vida das mulheres no mundo moderno (com legendas)
Paul Joseph Watson: «A verdade sobre a igualdade de género»
Bill Whittle sobre as alegadas disparidades entre os salários dos homens e das mulheres
Em Berlim (Alemanha): feministas em marcha Anti-Trump cantam "Allahu Akbar"
"Misandria nos Mé(r)dia" ou o mito disparatado do Patriarcado, partes 1 e 2 (com legendas)