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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Nos EUA: apresentadora de televisão obrigada a pedir desculpas ao seu colega preto em directo


Mais um lindo momento de culpa branca na "sua" televisão! Viva a "diversidade"!

«Alex Housden, apresentadora de televisão de um programa matutino da KOCO-TV (filial da ABC), na Cidade de Oklahoma [capital do Estado homónimo], teve de pedir desculpa em directo ao seu companheiro, o apresentador negro Jason Hackett.»


Pedir desculpa a um colega negro? Aposto que os caros leitores do TU até já imaginam porquê! 😏

«Um dia antes, Housden tinha comparado Hackett a um gorila, em directo, perante as câmaras. Ao comentar as imagens de um bebé gorila, ela exclamara: "é um pouco parecido contigo!", ao que o colega negro respondeu "de certa forma, sim."»


Portanto, o preto até tinha concordado que o bebé gorila se parecia com ele... mas, no dia seguinte, tudo mudou:

«A apresentadora pediu desculpa a Hackett entre lágrimas, dizendo: "Estou aqui esta manhã porque quero pedir desculpas, não só ao meu co-apresentador, Jason, mas também a toda a nossa comunidade." E prosseguiu: "Ontem disse algo que foi insensível e inapropriado... e magoei as pessoas."»


Perdão! Clemência! Eu pequei! Só me resta autofustigar-me até à morte!  Por minha culpa, minha tão grande culpa!!! 😭



«Housden acrescentou que ela e Hackett eram não só companheiros de trabalho, como também amigos: "Eu jamais faria algo de propósito para magoar-te. Adoro a nossa comunidade e quero que todos saibam, do fundo do meu coração: lamento aquilo que disse. Sei que estive mal e lamento muito!"»


Piedade! Eu prometo aprender o meu lugar e nunca mais voltar a pecar! Por favor, chicoteiem-me até eu desfalecer! Eu estou tão arrependida! Buááá!!! 😭😭😭

«A opinião pública caiu-lhe em cima: vários utilizadores do Twitter chamaram-lhe racista. "Não aceitamos as tuas desculpas para não seres despedida". "Estamos fartos das lágrimas desta senhora branca depois de ela ter sido abertamente racista."»


Pois é, pedir desculpa à multidão politicamente correcta em fúria nunca funciona. Pelo contrário, só agrava a situação. Mas entre os apresentadores de televisão dos EUA, só o Tucker Carlson parece entender isso...

«O apresentador negro, visivelmente contrariado, acabou por se pronunciar a respeito do caso: "Temos de entender os estereótipos. Temos de entender os antecedentes do outro e as palavras que doem, as palavras que cortam fundo. Temos de encontrar uma forma de substituir essas palavras com amor e também com palavras de afirmação".»


"Palavras que doem" e "cortam fundo"! "Substituir essas palavras com amor"!... Parece que até mesmo os "jovens" no Ocidente (e não do Ocidente) estão a ficar mariquinhas!

Agora a sério, este episódio, tal como tantos outros semelhantes que se têm repetido um pouco por todo o Mundo Ocidental, é absolutamente ridículo. Está mais do que visto que a apresentadora disse o que disse num momento de espontaneidade e de brincadeira com o seu colega. Mas a Inquisição Anti-racista é assim mesmo, nunca perdoa!

O mais escandaloso neste género de casos é a hipocrisia. Durante os anos em que o George W. Bush foi presidente, não faltaram cartoons, montagens e caricaturas que o representavam como macaco. Se os caros leitores escreverem as palavras "Bush" + "monkey" num motor de busca, qualquer motor de busca, aparecerão logo dezenas de imagens bem esclarecedoras. Por exemplo:






Porque é que isto é perfeitamente aceitável para os brancos mas, quando que o visado é preto, passa a ser inaceitável?! A pergunta é retórica, evidentemente...

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Ver também:

Organização ligada ao criminoso Soros ataca Tucker Carlson

Uma boa notícia, apesar de tudo...




Porque o Correio da Manhã é, apesar de tudo, o único jornal que nos vai informando regularmente acerca das "travessuras" dos "jovens", dos "feirantes" e dos "enriquecedores" afins... e também é o único jornal que não publica constantemente  artigos de "opinião" a louvaminhar o multiculturalismo e a "diversidade", ou a apelar a novas formas de perpetuar a culpa branca e de combater o "patriarcado heteronormativo"...

...é um jornal 'pimba' que publica demasiadas notícias cor-de-rosa? É um tablóide sensacionalista que apela à emoção primária? Quero lá saber! O que eu quero é jornalistas me digam a verdade, não quero “comentadeiras” que andem constantemente a tentar enredar-me em falácias e falsos moralismos que insultam a minha inteligência, tudo sempre muito mal embrulhadinho em pseudo-erudição pretensiosa… sim, paspalhos do afro-público, do diário de noticiazinhas e até do observador da direitinha, estou a falar de vocês!!! Viva o CM, abaixo o vosso “jornalismo de elite”!

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Os frutos da ideologia de "género": anúncio da Volkswagen banido no Reino Unido por não ser suficientemente feminista


      Mais um dia, mais uma prova de que o feminismo e a sua irmã bastarda ideologia de "género" são doutrinas criminosas. O anúncio que se  segue (só tem 30 segundos, por isso ninguém tem desculpa para não o ver), foi banido no Reino Unido. E porque é que foi banido? Vejam o anúncio e tentem perceber. Se não conseguirem -devo dizer que é algo preocupante se não conseguirem, porque nesta altura do campeonato já deviam ser capazes de o fazer, sobretudo tendo em conta o título desta posta- leiam o que eu escrevi a seguir ao vídeo.




Então, conseguiram? É isso mesmo, o anúncio foi banido porque mostra homens a fazerem coisas tipicamente masculinas e mulheres a fazerem coisas tipicamente femininas! Se conseguiram perceber, parabéns, vocês entendem como funciona o marxismo cultural. Se não conseguiram, aqui vai a explicação. Nem sequer a vou traduzir, que é para vocês não acharem que eu inventei alguma coisa:


«The commercial was banned by the UK Advertising Standard Authority (ASA) after just three people complained, with the ASA asserting that it violated gender stereotyping rules.

“By juxtaposing images of men in extraordinary environments and carrying out adventurous activities with women who appeared passive or engaged in a stereotypical care-giving role, we considered that the ad directly contrasted stereotypical male and female roles and characteristics in a manner that gave the impression that they were exclusively associated with one gender,” said the ASA. “We concluded that the ad presented gender stereotypes in way that was likely to cause harm and therefore breached the Code.”»


Isto é tão surreal que até parece uma mentira de 1 de Abril! Palavra, ao ler esta "justificação", eu dei comigo a esfregar os meus olhos de incredulidade! Mas não há engano, estamos em pleno mês de Agosto, isto é mesmo é verdade! Notem bem, caros leitores, bastaram apenas três queixas -que podem muito bem ter sido feitas por cadelas raivosas feministas, sem ofensa para as cadelas- para o anúncio ser banido! Um anúncio que não tinha nada de anormal, chocante ou insultuoso, pelo contrário! 

Mas neste cada vez menos nosso Ocidente, o maior inimigo da elite reinante é a família, a verdadeira família, em que o homem é homem e a mulher é mulher. É com ela que os globalistas querem acabar de uma vez por todas. Porquê? Porque só a família tradicional produz homens e mulheres brancos saudáveis e politicamente conscientes da sua identidade. Ou seja, os únicos homens e mulheres com o potencial de se virem ao opor ao projecto globalista. É por isso que eu desconfio cada vez mais de todos aqueles que se dizem nacionalistas mas depois também se dizem feministas e chegam até ao ridículo de papaguear os chavões neomarxistas da luta de classes. A guerra cultural é o domínio mais importante da luta pela preservação das nações. Se perdermos essa guerra, acabaremos por perder também a guerra demográfica e logo a seguir a guerra política, o que só nos deixará a guerra propriamente dita, a guerra civil, que dificilmente poderemos vencer, uma vez que nem sequer estamos armados.

___________
Ver também:


Os frutos do feminismo (5): a Gillette acumula perdas de milhares de milhões!
Observador, o "jornal" que comprova que a direitinha é tão má ou até pior do que o esquerdalho
O James Bond vai passar a ser uma preta "empoderada"!
«Filhos do feminismo» - o novo livro da Doutora Janice Fiamengo
Mais merda feminista na sociedade "tuga"
A última machadada na credibilidade da psicologia: APA declara guerra à "masculinidade tradicional"
Sobre os movimentos feministas (inclui uma entrevista concedida pela Drª Rocío Monasterio, do Vox)

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Porque voto no PNR e não no Chega


Razão Nº 1: porque o PNR percebe a realidade do marxismo cultural e a importância da linguagem que usamos no nosso dia-a-dia para o combater. Andam por aí muitos aleijadinhos que se dizem nacionalistas sem a perceber! Muitos deles nem sequer sabem que a palavra "género", com o significado concreto de "papel sexual" supostamente impingido à sociedade pelo "patriarcado", foi introduzida no nosso vocabulário por "cientistas" sociais de esquerda, em particular pelo animal sem carácter e sem vergonha que dava pelo nome de Erich Fromm.

A guerra que é preciso vencer para salvar Portugal e os portugueses tem de ser travada sobretudo no plano cultural e demográfico, não no plano material. "Nacionalista" que não compreenda isto não é nacionalista nenhum, é um imbecil ou um infiltrado.



terça-feira, 6 de agosto de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 6: TRANStorno


     Este mês de Agosto vai ser o mês do podcast 'Portugal Desintegrado' aqui no TU. Vou publicar um episódio diferente a cada dia, desde o início até ao fim da série.

No episódio de hoje, o sexto da série, podemos ouvir o Ilo denunciar a aberração do transsexualismo, outro filho bastardo do neomarxismo pós-modernista, que possibilitou que uma doença mental -a transsexualidade-, passasse a ser encarada como algo perfeitamente normal na nossa sociedade. E até, nalguns casos, de incentivar!

Recordo mais uma vez que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde foram publicadas várias postas excelentes.


segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 5: Opiniões Académicas


     Este mês de Agosto vai ser o mês do podcast 'Portugal Desintegrado' aqui no TU. Vou publicar um episódio diferente a cada dia, desde o início até ao fim da série.

No episódio de hoje, o quinto da série, podemos ouvir o Ilo dissertar acerca do estado do ensino superior no Ocidente, bem como do ambiente de intimidação intelectual que se vive nas universidades, outrora centros de excelência e de racionalidade.  Vem mesmo a propósito do ensaio do Vicente Baltazar que reproduzi na posta anterior!

O Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde foram publicadas várias postas excelentes.


Afinal, nem toda a nossa juventude (sem aspas) está perdida!


     Só resta saber quantos jovens millennials e da geração z é que pensarão como o autor do texto que reproduzo a seguir, de seu nome Vincente Teles Baltazar, estudante do ensino secundário. Não se deixem enganar pela sua falta de currículo: o rapaz ainda é novinho, mas percebe melhor o que se está a passar do que a sonsa da Cristas ou o bilderberguer Rio Risonho!

Um muito obrigado! ao Nuno por nos ter trazido os escritos do Vicente aqui ao TU!

«Acção afirmativa num mundo académico pós-modernista/neomarxista


Hoje em dia, os chamados “progressistas” estão a tentar voltar a categorizar os indivíduos e a sociedade. Defendem a política de identidade, de maneira a alcançar o seu objectivo supremo, a "justiça social".

Os factos são coisas teimosas, e quaisquer que sejam os nossos desejos ou inclinações,
ou os ditames das nossas paixões, estes não podem alterar o estado dos factos e das provas.

-John Adams, 2º Presidente dos Estados Unidos da América»

Relembrando aos mais distraídos: o pós-modernismo é a doutrina sociológica desenvolvida na segunda metade do séc. XX segundo a qual não existem verdades absolutas, colocando em causa a noção de racionalidade, de validade do conhecimento científico e até da própria realidade objectiva; já o neomarxismo é a extensão dos conceitos de luta de classes desenvolvidos por Marx, em particular da sua dicotomia cretina "proletariado vs. burguesia", ao contexto sociocultural das nações, através da incorporação da teoria crítica do marxismo cultural, da psicanálise e até do existencialismo. O resultado final é que os neomarxistas encaram a luta de classes como não apenas uma luta entre proletários e burgueses mas sobretudo entre "classes com poder" e "classes sem poder": ricos vs pobres; brancos vs negros; nativos vs imigrantes; cristãos vs muçulmanos; mulheres vs homens; etc. O neomarxismo é uma estupidez completa por motivos óbvios: o poder é circunstancial, não depende da raça, nem do sexo, nem da religião das pessoas.

Voltando ao texto:

«Neste ensaio, defenderei a tese de que a acção afirmativa (referida, muitas vezes, através da expressão “quotas para entrada nas universidades”) é moralmente errada, injusta e discriminatória e, portanto, não deve ser implementada em Portugal.
Acção afirmativa, termo cunhado em 1961 pelo então presidente dos EUA, John Kennedy, é entendida pelos seus apoiantes como discriminação positiva a favor de minorias historicamente oprimidas e deve ser usada como arma para alcançar a equidade. A acção afirmativa, posta em prática actualmente nos EUA, consiste, em sentido lato, no estabelecimento de quotas de admissão nas universidades para minorias historicamente desfavorecidas

Reparem que o Vicente escreve "equidade" e não "igualdade". E escreve muito bem, porque a diferença entre os dois conceitos é extremamente importante: por igualdade, no contexto político, entende-se o acesso universal às mesmas oportunidades, o haver as mesmas oportunidades para todas as pessoas. No entanto, a equidade consiste na obtenção dos mesmos resultados para todas as pessoas. Por exemplo, para haver equidade numa turma de alunos, é preciso que todos os alunos dessa turma tenham as mesmas notas, a todas as disciplinas! Não é preciso grande inteligência para perceber que a igualdade é desejável, enquanto a equidade é abominável!

«No entanto, esta noção é baseada numa miríade de falácias, perpetuada pelos académicos pós-modernistas/neomarxistas[1] que, actualmente, dominam as universidades norte-americanas.»

E também as universidades europeias e sul-americanas, caro Vicente!...

«Muitos dos que estão a ler este ensaio pensarão que as ideias marxistas são coisa do passado, exaltadas apenas, por volta da dupla 25 de Abril/1º de maio. Este equívoco é compreensível, contudo, não fosse os novos apologistas de Marx se terem camuflado sob o vulto do pós-modernismo, movimento político-cultural apregoado, entre outros, por uma grande parte dos millennials. Mas como e porque aconteceu o aparente cisma?
Na década de 1960, em França, progressivamente se tomava conhecimento dos horrores levados a cabo pela implementação da ideologia marxista (China, 65 milhões de mortos; URSS, 20 milhões de mortos; Coreia do Norte, dois milhões de mortos; Camboja, dois milhões de mortos; etc.).[2] Esta situação levou a que os filósofos marxistas franceses da época, porventura o mais conhecido Jean-Paul Sartre, tivessem de camuflar a sua perspectiva. Para tal, efectuaram uma troca simples: a clássica classificação marxista de opressor/oprimido foi alterada. Deixava de ser a burguesia contra o proletariado para passarem a ser os homens brancos contra todos os outros. Estava criado o neomarxismo e, consigo, a política identitária.[3]»

Em rigor, foram os marxistas da Escola de Francoforte quem primeiro alargou a dicotomia "proletariado vs. burguesia" para "classe sem poder vs. classe com poder", como referi mais acima. O que, por definição, redunda de facto em "homem branco vs. todos os outros", como o Vicente bem observou. Mas é importante percebermos que o problema já vem da primeira metade do séc. XX.

«Discriminação positiva é outro dos termos imaginados pelos pensadores neomarxistas e que está na base da implementação de programas como a acção afirmativa, mas não só; veja-se o Estado-Providência no qual este termo se encontra mascarado através da designação de princípio de Solidariedade Social. Porém, a maior falha encontra-se no próprio termo: “discriminação” e “positiva” são incompatíveis:

Guerra é Paz
Liberdade é Escravidão
Ignorância é Força

É este o famoso slogan do INGSOC (Socialismo Inglês), partido que controla a Oceânia na famosa obra “1984” de George Orwell. À semelhança do Big Brother também os pensadores pós-modernistas/neomarxistas tentam controlar a nossa linguagem com termos completamente orwellianos, como “acção afirmativa” e “discriminação positiva”. Esta táctica devia ser particularmente preocupante para todos aqueles que apoiam a liberdade, já que sabemos que o controlo da linguagem é o controlo do pensamento ou como diria o INGSOC “quem controla o passado, controla o futuro; quem controla o presente, controla o passado.[4]»

É por isso que, quando me aparecem nacionalistas a falar em "patriarcado", eu fico logo muito preocupado: significa que não só não entendem a parte que sublinhei a cor vermelha, como já engoliram, digeriram e incorporaram na sua mundivisão a falsa narrativa engendrada por quem controla o presente.

«Poderia argumentar que a acção afirmativa é pura e simplesmente inconstitucional:
Constituição da República Portuguesa – Artigo 13.º
Princípio da igualdade
1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.
2. Ninguém pode ser privilegiado*, beneficiado*, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.»

É curioso, eu próprio usei este argumento aqui no TU numa conversa que mantive com o Silvino de Portugal. Será que o jovem Vicente lê este blogue?  😜

«No entanto, o propósito deste ensaio não é abordar o tema de um ponto de vista jurídico. Martin Luther King Jr. proferiu, no seu famoso discurso de 28 de agosto de 1963, que “[tinha] um sonho que um dia os [indivíduos] pudessem ser julgados, não pela cor da pele, mas pelo conteúdo do carácter”. As suas palavras são tão actuais como o eram há 56 anos, num mundo hoje conduzido pela política de identidade. De facto, estamos a assistir a um retorno da segregação racial, patrocinado pelo neomarxismo: ou não são as políticas de acção afirmativa injustas para os indivíduos prejudicados em detrimento de outros, simplesmente por terem nascido com uma certa cor de pele, facto que não conseguem controlar.»

Exacto, a acção afirmativa é intrinsecamente racista, porque assenta na falácia de que todos os indivíduos de uma determinada raça são beneficiados ou, como dizem os tarados dos guerreiros da (in)justiça social, "têm privilégio".

«Por que razão terá um estudante branco de ter melhor nota de candidatura que um estudante cigano? Os defensores de tais políticas afirmam que certas raças foram/têm sido historicamente prejudicadas e que, por isso, os indivíduos que por mero acaso nasceram com essa cor de pele precisam de ajuda para entrar na universidade.[5]

Em primeira análise, este argumento parece-me ser racista, mais que não seja para com os indivíduos “historicamente oprimidos”. Não me parece que uma pessoa, no século XXI, seja menos capaz de ter um bom aproveitamento escolar devido à sua raça ou etnia. Aliás, porque é que o PS não propôs quotas para indivíduos com ascendência asiática, que são uma minoria étnica em Portugal? É bastante óbvio: porque estes têm bom aproveitamento escolar. Torna-se claro que as quotas são um instrumento para legitimar e prolongar o insucesso e o facilitismo.»

Também, mas não só: as quotas são sobretudo um instrumento para remover os homens brancos do poder: privá-los da formação académica, dos bons empregos, das forças de segurança, dos cargos públicos, etc.

«A pergunta que temos de fazer é “que características é que definem a nota que obtemos no ensino secundário e, portanto, se entramos na universidade ou não?”. Eu respondo que são o empenho, inteligência, autonomia, esforço, dedicação, competência, entre outros. E não outro qualquer factor físico.

É realmente estonteante as incoerências com que nos deparamos ao tomar conhecimento dos argumentos dos nossos opositores. Um tema tão importante como este deveria, com toda a certeza, contar com a influência de filósofos/pensadores quer de um lado como do outro. Do lado da minha tese destacaria Jordan Peterson, Ben Shapiro e Thomas Sowell, este último apresentando um argumento particularmente distintivo.»

O esquerdalho odeia o mérito, porque o mérito cria automaticamente as tais classes que eles abominam. É incontornável, os neomarxistas odeiam a competência e sobretudo a inteligência, porque as pessoas inteligentes tendem a desenrascar-se na vida, a rejeitar a cultura de vitimização e a mundivisão infantil da luta de classes. O marxismo e os seus derivados consistem, uma vez despidos da sua pretensiosidade científica, na mera exaltação da inveja e do ressabiamento, duas das emoções mais poderosas do ser humano. Mas não haja ilusões: os capitalistas também só gostam de competência e de inteligência até um determinado ponto, quando se deparam com alguém realmente inteligente e que não pode ser comprado, decretam imediatamente que essa pessoa constitui um perigo para as suas aspirações... eer... perdão, "para a sociedade".

«No outro campo, não tenho receio de dizer que não existem pessoas que se possam chamar de filósofos. Em minha opinião, são ideólogos. Existirá outro nome para pessoas que, apesar de contradições tão graves, consigam continuar a apregoar a sua doutrina? De facto, indivíduos como deputados do PS e Bloco de Esquerda e membros de “delegações” do BE, como a ILGA, SOS Racismo, OMAR e MDM não passam de activistas que pretendem passar a sua agenda interseccional[6]

É realmente muito corajoso, por parte do Vicente, escrever isto -que é inteiramente verdade- e dar a cara. Espero bem que, daqui a uns anos, não deixem de lhe dar emprego por causa disto.

«Estes sujeitos afirmam que devemos ter diversidade de pensamento nas universidades, de maneira a cada “grupo social” ser representado justamente. No entanto, não são capazes de apresentar um único estudo ou outro documento que prove que, digamos, um homem cigano tenha um modo de pensar diferente de um homem branco ou que pense sequer em assuntos distintos. De facto, a única diferença biológica a esse nível dá-se entre sexo masculino e sexo feminino.[7]»

Esse é outro problema crónico do neomarxismo: mil teorias, zero evidências. Aliás, as evidências disponíveis mostram que o marxismo falhou espectacularmente onde quer que tenha sido implementado. Não, a Escandinávia não é socialista. Tenham paciência, não é!

«O princípio da equidade (igualdade de resultados) afirma que, por exemplo, as mulheres deviam representar 50% dos canalizadores ou que metade dos educadores de infância sejam homens. Desenganem-se aqueles que pensam que o sistema de quotas ainda não chegou a Portugal: veja-se a Lei da Paridade, onde tem de haver um mínimo de 40% de mulheres e 40% de homens nas listas apresentadas por partidos políticos a eleições[8]. Na realidade, surpreende-me o facto do número não ser 50%. Estará 20% reservado para não-binários?»

Por favor, não lhes dês ideias, Vicente...

«O argumento essencial que contradiz as teorias da equidade, justiça social e demais terminologias pós-modernistas afirma que o desejável é termos hierarquias baseadas na competência. Estas hierarquias são, pois, o melhor sistema possível para a sociedade se auto-organizar e que mais efectivamente asseguram o progresso humano. Partilho totalmente desta opinião. Na realidade, foram estas hierarquias que construíram a civilização ocidental e, portanto, as universidades.
No entanto, os ideólogos pós-modernistas pretendem destruir as bases da civilização que proporcionou ao mais alto nível a liberdade, procura da felicidade, prosperidade e que mais massas levantou da pobreza em países que adoptaram o seu sistema económico, o capitalismo, como por exemplo a Índia. O objectivo neomarxista é transformar as universidades, instituições que deviam transmitir todas as conquistas da civilização ocidental, em completos campos de doutrinação.»

Objectivo que, em grande medida, foi alcançado, sobretudo no domínio das "ciências" sociais e humanas.

«Como tenho vindo a demonstrar ao longo das últimas linhas, a acção afirmativa contribui para o fortalecimento de estereótipos, através do pensamento de que todas as pessoas de certa raça são “estúpidas” e destrói a ideia da meritocracia (as pessoas mais aptas devem receber os melhores cargos ou posições) que, por sua vez, dá origem às hierarquias.

Thomas Sowell, renomado economista [e "jovem", nunca é demais lembrar], apresentou um argumento que se concentra não na moralidade da implementação da acção afirmativa, mas antes, nos seus efeitos, ou seja, um argumento empírico. Sowell afirma que os estudantes que precisariam, em condições naturais, de ter uma média igual ou superior ao último candidato aceite em, digamos, Harvard, vão ser prejudicados se entrarem com notas inferiores. Isto acontece porque esses estudantes não estarão preparados para enfrentar o ambiente extremamente competitivo e a carga lectiva de uma instituição de topo.

Ora, esta situação originará descontentamento para o estudante porque este não se identificará com os outros colegas e, por isso, provavelmente, desistirá do curso. Conclui-se, portanto, que se esses estudantes tivessem sido tratados em condições de igualdade teriam entrado noutra universidade com menos prestígio, mas onde se sentiriam integrados e pudessem dar continuidade ao seu percurso académico e, posteriormente, profissional.[9] Do mesmo modo, possíveis empregadores não contratarão estudantes excepcionais do mesmo grupo étnico para o qual foram definidas quotas porque terá a dúvida se este entrou na universidade por mérito próprio.[10]»

A menos que os neomarxistas dêem o passo seguinte nas suas aspirações criminosas, que é impor quotas nas empresas! Parece impossível? Também o casamento guei, a adopção guei, as quotas nos partidos políticos e a acção afirmativa o pareciam ser, há apenas algumas décadas atrás! Aliás, a Comissão Europeia já tentou exigir ao estados-membros que os conselhos de administração das empresas cotadas em bolsa tivessem pelo menos 40% de mulheres! Agora que o bêbado Juncker foi substituído pela Ursula von der Leyen, uma feminista convicta, é muito provável que a Comissão volte a tentar exigir algo do género.

«Em suma, penso que se deve voltar ao pensamento desenvolvido por John Locke de que todos os Homens são iguais perante a lei[11] e têm capacidades inatas que lhes permitem a aplicar razão.

Hoje em dia, os chamados “progressistas” estão a tentar voltar a categorizar os indivíduos e a sociedade. Defendem a política de identidade, de maneira a alcançar o seu objectivo supremo, a "justiça social".

No entanto, quem preza a liberdade e a prosperidade que vivemos no Ocidente deve fazer frente a esta ideologia. Além disso, devemos tratar cada ser humano como um indivíduo único, que tem características próprias que definem o seu curso de vida. Um dos aspectos do seu curso de vida é, então, a entrada na universidade que deve ser independente de características físicas que o indivíduo não controla. Nem o Estado nem a reitoria de uma universidade pública ou privada deve através de critérios arbitrários que nada têm que ver com as capacidades de um indivíduo definir se este entrará no ensino superior.

Este ensaio foi elaborado no âmbito de um trabalho escolar e publicado à data de hoje, dia 30 de Julho de 2019, no site do Jornal Económico.»

[1] Jordan Peterson explica o fenómeno do pós-modernismo/neomarxismo
[2] Courtois, Stéphane, O Livro Negro do Comunismo, Quetzal, 1998
[3] Ver discurso inicial de Jordan Peterson
[4] George Orwell, 1984, Antígona, 2012
* Negritos são da responsabilidade do autor
[5] Ver os argumentos a favor da ação afirmativa
[6] Ben Shapiro explica a teoria da interseccionalidade
[7] Jordan Peterson nas diferenças entre homens e mulheres, que também explicam a desigualdade salarial entre os dois sexos
[8] Lei da Paridade
[9] Sowell, Thomas, Affirmative Action Around the World-an Empirical Study, 2005, Yale University Press
[10] Clarence Thomas, juiz do Supremo Tribunal dos Estados Unidos, teve dificuldade em arranjar trabalho depois de se graduar em Yale
[11] Locke, John, Dois Tratados do Governo, 2006, Edições 70»

Excelente ensaio, especialmente tendo em conta que foi escrito por um miúdo do secundário. Parabéns, Vicente! Que seja o primeiro de muitos!!!

quinta-feira, 4 de julho de 2019

«Homem-aranha: Longe de Casa»: mais um filme a boicotar!


    Está em exibição nas salas de cinema mais um filme da Marvel/Disney!... Ou seja, mais lavagem cerebral hollywoodesca anti-racista, feminista e pró-globalização! Como é que eu sei, se nunca vi o filme? Bem, há vários trailers disponíveis na net, mas nem é preciso vê-los, basta olhar para as imagens que acompanham os incontáveis artigos sobre o filme. Por exemplo:


Depois de ter tido uma namorada mestiça no primeiro filme, o
 Homem-aranha arranjou... outra namorada mestiça! Viva a diversidade!!!


Na banda desenhada original, o Peter Parker só namorava com moçoilas brancas (Gwen Stacy, Mary Jane Watson, Felicia Hardy)... mas isso era demasiado racista, pá! É preciso actualizar as personagens para melhor se enquadrarem nos parâmetros da "modernidade"!

Já agora, o melhor amigo do Peter Parker era o lingrinhas Harry Osborn, filho do terrível Norman Osborn, o Duende Verde, precisamente o maior inimigo do herói aracnídeo. Só que a família Osborne era demasiado... hum... demasiado branca para o séc. XXI! Por isso, o melhor amigo do Peter Parker é agora um havaiano gorducho a quem deram o nome de Ned Leeds! Perceberam? Havaiano (viva a diversidade) e gorducho (abaixo os padrões de beleza patriarcais)! Só acho mal o nome Ned Leeds... ainda soa demasiado a homem branco, pá!


 Da esquerda para a direita: o Homem-aranha, o seu melhor amigo e a sua namorada. Que vibrante, pá!


Sabem qual é a parte mesmo gira nesta história, caros leitores? É que o Ned Leeds não foi criado propositadamente para o Universo Cinematográfico da Marvel, ele já existia nas bandas desenhadas originais! Quer dizer, mais ou menos... comparem o Ned dos filmes com o Ned original:



"O quê!? Não! Esse havaiano gordo não tem nada a ver comigo!!!"


Epá, ó Ned original, não sejas racista! É claro que ele tem tudo a ver contigo, a raça é uma construção social! E a gordura é apenas um estado de alma, basta que o novo Ned se identifique como magro para ser magro! A propósito, o Ned modernaço também tem uma namorada... bem branquinha, é claro!



Já agora, o segundo caramelo a contar da esquerda é, supostamente, o terrível Flash Thompson, o "bully" que atormentou o Peter Parker durante anos a fio! É realmente curioso, porque o Flash Thompson original era assim:


Tem tudo a ver não tem?... Pobre Flash, deve ter ido passar umas férias à Índia e apanhou tanto sol e calor que agora parece um dos filhos betinhos do António Costa! Isto para não mencionar o habitual Nick Fury, outra figura maior da Marvel que adquiriu um "bronze" demasiado pronunciado.



À esquerda, Nick Fury em versão racista; à direita, Nick Fury em versão "moderna".

 
Agora vem a parte mesmo gira, caros leitores... sabem o que é o actor Tom Holland, que dá corpo à personagem principal do filme (o Homem-aranha), tem a dizer sobre tudo isto? Sabem? Ora leiam:


«Spider-Man star Tom Holland has said that the future of the Marvel Universe will need to include greater representation in terms of race, gender and sexuality. “The world isn’t as simple as a straight white guy,” the actor told the Sunday Times. “It doesn’t end there, and these films need to represent more than one type of person.”Holland also suggested that Marvel is already actively planning to include further representation and diversity in its forthcoming films, and said that a possible queer superhero is likely.“Yeah, of course,” he said.»

Preciso de dizer mais?... Boicotem esta merda, caros leitores! 

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Ver também:


Os verdadeiros nacionalistas devem boicotar os filmes da Marvel
"Capitã Marvel", mais um filme a boicotar
"X-men: Fénix Negra": mais um filme a evitar!
"Jovem" hollywoodesco diz que não quer mais homens brancos como protagonistas principais dos seus filmes  
E ainda mais lixo feminista: vejam só o trailer do novo, ou melhor, da nova Terminator!
Nova série de TV tem como protagonista uma mulher-morcego fufa e guerreira da (in)justiça social

quinta-feira, 6 de junho de 2019

"X-men: Fénix Negra": mais um filme a evitar!


       Mais um filme da Disney para meter nojo aos cães, às pulgas e até aos vermes dentro das pulgas! Mais engenharia social neomarxista, mais feminismo de dar vómitos às próprias retretes, mais misandria de fazer ferver o sangue! Vejam só esta cena "giríssima", caros leitores, em que a Raven sugere ao lendário Professor X mudar o nome dos X-men para... X-women! Girl power, yay!

Ah, e já agora, não se esqueçam de que a Jennifer Lawrence (Raven) é aquela fulana que em tempos disse que o Presidente Trump era responsável pelos furacões! E també não se esqueçam que a fulana que faz de Jean Grey (Fénix Negra) disse que se recusava a trabalhar em qualquer estado onde o aborto fosse ilegal...




E por falar em aborto...


Esta tipa anda sempre com a língua de fora! Começou a sua "carreira" precisamente na Disney, ao encarnar a personagem "infantil" Hannah Montana. Coincidência?... Não creio!

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Ver também:

E ainda mais lixo feminista: vejam só o trailer do novo, ou melhor, da nova Terminator!
Nova série de TV tem como protagonista uma mulher-morcego fufa e guerreira da (in)justiça social
Lembrete: os verdadeiros nacionalistas devem boicotar os filmes da Marvel
"Jovem" hollywoodesco diz que não quer mais homens brancos como protagonistas principais dos seus filmes 
"Capitã Marvel", mais um filme a boicotar

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Numa instituição do "ensino" superior de Lisboa: indignaçãozinha hipócrita por causa de um boneco preto que afinal era branco


Um muito obrigado! ao 8gn8g3 por nos ter trazido aqui esta pérola da indignaçãozinha anti-racista militante:

«A imagem de um boneco negro colocado nos corredores do ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa, com a frase "bate-me agora" escrita num papel pendurado na figura, está a causar polémica nas redes sociais.




A imagem foi partilhada por Miguel Vale de Almeida, docente daquela instituição académica, que acusa os organizadores de "ignorância". A iniciativa partiu da empresa Smash It Room que, em colaboração com estudantes do ISCTE, colocou um boneco com um bastão ao lado, incentivando a que os académicos "destressem", atingindo a figura com um pancada.

"Isto é pura e simplesmente inaceitável. Tanto os organizadores do evento, quanto a empresa que lhes forneceu objectos para alívio do stress (ou lá o que é) demonstram uma escolha ou ignorância inadmissíveis", escreveu o docente na sua página de Facebook.»


Típico: o Almeida (recuso-me a tratar por professor um cretino como este) fala em "ignorância", mas não sem nunca explicar exactamente em que é que os organizadores do evento são "ignorantes".  Isto é a Teoria Crítica do Marxismo Cultural em estado puro: critica-se só por criticar, sem nunca apresentar justificações ou alternativas.

E claro, esta história do boneco não era nada do que parecia:


«Um dos sócios-gerentes da empresa Smash It Room, César Lemos, disse considerar estas acusações infundamentadas. "A cor original do boneco nem sequer é negro. Ele ficou assim por causa do uso constante, uma vez que está exposto diariamente no nosso estabelecimento para o mesmo fim. Este tipo de bonecos existem em vários ginásios e são utilizado para artes marciais. Estão até disponíveis para venda", explicou.»




«Na página de Instagram da empresa, os responsáveis pela mesma mostram uma fotografia do mesmo boneco na sua "cor de fabrico", garantindo que a fotografia que originou a polémica está "claramente escurecida". "No nosso estabelecimento temos várias pessoas, inclusivamente de diferentes raças e etnias a bater no boneco. Nunca a questão do racismo foi levantada, até hoje", concluiu.
Por fim, César Lemos esclarece que o papel que está ao pescoço do boneco, que diz "bate-me agora" só foi colocado uma vez que as pessoas questionavam constantemente se podiam bater na figura. Entretanto, a Smash It Room foi contactada pelo ISCTE a fim de retirar a imagem dos corredores, algo que não foi preciso, uma vez que o evento já terminou.»

Ou seja, tratou-se de mais um episódio absolutamente ridículo protagonizado pelos funcionários perpetuamente ofendidos da indústria da vitimização anti-racista, sempre à procura de "racismo" onde quer que seja, logo desde o momento em que saem de casa, talvez até desde o momento em que se levantam da cama todas as manhãs. 

Qualquer dia ainda há-de aparecer um destes "iluminados" a jurar que o cabelo humano é racista, porque, com o passar dos anos, vai ficando branco...

terça-feira, 26 de março de 2019

Três vídeos que vale a pena ver (68): "Verbos Malditos"
- A nova série do Ilo Stabet


      O Ilo Stabet, autor da excelente série "Portugal Desintegrado", criou uma nova rubrica intitulada "Verbos Malditos", na qual desconstrói eloquentemente vários conceitos, termos e expressões da linguagem criada pelos engenheiros sociais neomarxistas (e neoliberais) que trabalham para a destruição do Ocidente. Trata-se de um valiosíssimo contributo da sua parte para a guerra cultural em curso: a linguagem é uma das maiores armas dos nossos inimigos, sobretudo porque poucos na Direita têm sabido compreender a sua importância e contrariá-la adequadamente ao longo dos anos.

Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes. Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!




terça-feira, 5 de março de 2019

Os casos de Neto de Moura e de Donald Trump...


...ilustram perfeitamente quem é que realmente detém o poder no Ocidente. Não são as autoridades. Não é a Justiça. Nem sequer são os pulhíticos, por mais incrível que pareça.

Nada disso, o à-vontade descarado, a presunção de superioridade moral e a ferocidade asinina com que os "humoristas" da nossa praça têm atacado o juiz do Tribunal da Relação do Porto, tal como a campanha de fake news incessante dos mé(r)dia norte-americanos contra o Presidente Trump, mostram-nos que o verdadeiro poder está nas mãos dos mé(r)dia

É disto que se trata quando eu e outros nacionalistas falamos em guerra cultural. E é precisamente essa guerra que as Direitas do Ocidente têm perdido de forma sistemática. Aliás, a Direita em geral nem sequer percebe a realidade da guerra cultural, pelo que não tem comparecido no campo de batalha.

A grande consequência disto tudo é que hoje praticamente todos os veículos me(r)diáticos estão nas mãos dos globalistas, sejam direitinhas, sejam esquerdalhistas. E quem controla a narrativa, controla o futuro...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

"Capitã Marvel", mais um filme a boicotar


      Esta posta poderá ser algo surpreendente para os leitores habituais deste blogue, uma vez que, ao longo dos anos, eu tenho apelado a que os nacionalistas abdiquem de ir ao cinema e boicotem TODOS os filmes que puderem. O cinema no Ocidente, tanto nos EUA como na Europa, foi capturado por grupos de interesses descaradamente antibrancos e tendencialmente neomarxistas, pelo que pagar para ir ao cinema é alimentar um bando de filhos da puta ingratos que enriquecem às nossas custas enquanto nos dão lições de moral e trabalham para nos destruir.

Mas este "Capitã Marvel", que deverá estrear no início do próximo mês, promete elevar a fasquia antibranca ainda mais alto. A actriz Brie Larson, que protagoniza o filme, já teceu vários comentários contra os homens brancos. Nomeadamente:

1. «Eu comecei a prestar atenção às minhas conferências de imprensa e reparei que a maioria dos críticos de filmes são maioritariamente homens brancos. (...) Decidi por isso certificar-me que as minhas futuras conferências de imprensa vão ser mais inclusivas.»

Brie Larson, mais uma vacória feminista hollywoodesca.

2. «Eu não quero ouvir um homem branco de 40 anos a dizer-me o que não gostou do filme. Não foi feito para ele! Eu quero é saber o que o filme significou para as mulheres de cor, as mulheres birraciais, as adolescentes de cor.»

E um dos realizadores do filme acrescentou:
3. «Não é apenas um filme feminista, é um filme humanista.»

Preciso de dizer mais? Boicotem esta merda, caros leitores!!! 


Actualização: entretanto, descobri esta 'curiosidade' hilariante acerca da criatura.

Em Coimbra: o PNR protestou contra a vinda do rabeta brasuca armado em vítima Jean Wyllys


      O PNR foi à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra protestar contra a vinda -a convite do inenarrável neomarxista e pós-modernista Boaventura Sousa Santos- do gueizola brasuca totalitário Jean Wyllys, o tal "democrata" que cuspiu em Jair Bolsonaro.

Quero saudar e louvar todos os militantes e simpatizantes do PNR que compareceram. É um grande orgulho constatar que nem toda a gente em Portugal desistiu de lutar pelo que é nosso e, sobretudo, que há um partido político no nosso país cujos dirigentes compreendem a realidade da guerra cultural que está a destruir o Ocidente a partir de dentro.




Alguns de vocês poderão achar este protesto excessivo. Mas não foi: a extrema-esquerda impediu Marine Le Pen de vir à Web Summit, pelo que este protesto, em termos comparativos, foi completamente inócuo. Aliás, o Presidente do PNR explicou isso mesmo num vídeo que partilhou hoje na página do Facebook do PNR e que espero poder partilhar convosco mais logo.


E atenção que hoje há outro protesto! Quem puder, compareça:
Lisboa – dia 27 – 17h00 – R. das Portas de Santo Antão, 58 – “Casa do Alentejo”. 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

O al-Público continua a sua guerra sem tréguas contra a natalidade portuguesa


    Sendo uma publicação de forte pendor neomarxista, a versão "tuga" do al-Guardian foi presenteando os seus leitores, praticamente desde a sua fundação, com muitos artigos escandalosamente feministas em que a demagogia pós-modernista e politicamente correcta se sobrepunha à verdade dos factos, à razoabilidade política e até à própria lógica. 

Todavia, em anos recentes, o al-Público deu mais um passso "rumo à modernidade" e passou a ter também artigos anti-natalidade. No passado dia 14 de Fevereiro, por exemplo, o dia dos namorados (ou de S. Valentim, se preferirem), o escriba Miguel Esteves Cardoso, um autêntico poster-boy do cosmopolitismo hedonista e irresponsável da geração baby boomer, escreveu o grandessíssimo monte de merda que vou transcrever mais abaixo e que tem como título "Tudo menos filhos". Não, o Cardoso não está a brincar, a croniqueta é mesmo um manifesto anti-natalidade.



MEC: anti-natalista convicto e 'soyboy' extraordinaire!


Um muito obrigado! ao Noordoostelijk30jaar por nos ter trazido aqui os escritos em causa, que constituem um excelente exemplo da imundice que as nossas "elites" têm na cabeça:

«Toda a gente tem um conselho que dá a toda a gente. No dia dos namorados lembro-me sempre do conselho da minha mãe. Ela dava-o a casais que encontrava à espera do comboio. Esse conselho era “não tenham filhos”.»

Um conselho que, claramente, a própria senhora devia ter seguido. Tinha-se evitado assim a existência deprimida e deprimente do MEC. Mas reparem no insólito desta descrição, caros leitores: «ela dava o conselho a casais que encontrava à espera do comboio.» Acham isto normal? Que uma mulher ande a dizer aos casais de namorados numa estação ferroviária para não terem filhos? É evidente que não é normal! Ou esta história é falsa, ou a mãe do MEC tinha um transtorno qualquer. Não vejo outra alternativa.

«Quando nascem apaixonamo-nos por eles mas já não se pode voltar atrás. A minha mãe explicava, com paciência, coragem e honestidade que os filhos matam o romance, os filhos desfazem um casal, os filhos desapaixonam os pais, o amor pelos filhos come o amor que se tem por quem se ama.»

Com coragem? O Cardoso saberá o que é coragem?! Acaso a mãe dele corria algum perigo quando importunava os jovens casais com o seu conselho de merda?... É claro que não! Eu só posso imaginar quão constrangedor devia ser para os casais de namorados serem importunados pela demente anti-natalista que pariu o MEC!

Porque alguém que tenha a mínima experiência de vida perceberá o que realmente aconteceu. O que a mãe do MEC estava realmente a fazer era a desabafar e a pedir ajuda. Ela estava a projectar nos casais que importunava o fracasso do seu próprio casamento, admitindo que ela era casada. Não, não é verdade que os filhos desapaixonam os pais. Se isso acontecer, é porque os pais já estavam desapaixonados antes de terem filhos. Ou pior, estavam numa relação de co-dependência que o nascimento dos filhos veio inviabilizar.

«Os romances precisam de tempo e de liberdade. Os filhos consomem o tempo e a liberdade dos pais como se fossem Cerelac. Os romances precisam de energia e de disponibilidade. Os filhos consomem a energia e a disponibilidade dos pais como se fossem Cerelac. Os romances precisam de dedicação e de exclusividade. Os filhos consomem dedicação e exclusividade como se fossem Cerelac. Os romances precisam de generosidade e de loucura. Os filhos absorvem uma coisa e outra, apropriando-se delas e não deixando nada para os pais.»

É inegável que os filhos consomem muito tempo, mas não é verdade que o tempo dedicado aos filhos mate o romance. O que é preciso é saber gerir o tempo e os recursos. É evidente que não se vai poder ir passear tantas vezes como antes, nem ir jantar fora a dois como se fazia antes de eles nascerem. Mas o tempo dedicado aos filhos fortalece o casal, não o aparta! As estatísticas não mentem: os homens com filhos trabalham muito mais arduamente do que os solteiros para levar dinheiro para casa e sustentar a família. E as mulheres com filhos tendem a ser muito mais fiéis aos seus maridos do que as solteiras.

«O dever e o sacrifício são inimigos do amor romântico. Com os filhos nascem deveres e sacrifícios que precisam de toda a nossa energia para serem obedecidos. Com os filhos nascem culpabilidades que os namorados nunca teriam sentido se tivessem ficado quietos.»

Culpabilidades? Mas que género de aleijadinho(a) sentiria culpa por dedicar mais tempo aos filhos do que ao seu cônjuge? E que tipo de transtornado(a) ficaria ressentido pelo facto do seu cônjuge dedicar mais tempo aos seus filhos do que a ele(a)? O MEC não pode estar a falar de pessoas normais, mas sim de pessoas com graves problemas emocionais!!! Todo o ser humano adulto e maduro sabe perfeitamente que criar uma família implica menos tempo para o romance, mas isso não significa que o romance esmoreça, muito menos que termine!

«Crescemos com uma enorme dívida para com os nossos pais. Pagamo-la quando temos filhos. A única maneira de ficar a ganhar é recusarmo-nos a pagar a dívida, recusando-nos a ter filhos.
Esta é a verdade mais bonita do dia dos namorados.»

Bonita?! Verdade?!?! Não há nada de verdadeiro no que escreveste, MEC, rigorosamente NADA, muito menos bonito!!! Chega até a ser obsceno que o al-Público tenha publicado esta valente merda no dia dos namorados, este apelo cretino e irresponsável a que o jovens portugueses não tenham filhos, numa altura em que Portugal é precisamente o país com a taxa de natalidade mais baixa de toda a OCDE (fonte1 fonte2)!

Depois "temos de importar mais imigrantes para resolver o problema demográfico", não é?! Demagogo de merda!!!...