O cabeça-de-lista pelo único partido nacionalista português às eleições europeias, o Partido Nacional Renovador (PNR), participará num debate promovido pela RTP, logo à noite, a partir das 22h00. Quem puder ver, não perca, porque o PNR é de extrema-necessidade!
Aqui fica também a grelha de transmissão dos Tempos de Antena do PNR nos três canais de televisão com maior audiência de Portugal:
Um breve comentário do Presidente do único partido nacionalista
português, o Partido Nacional Renovador (PNR), à censura covarde da
estação de televisão do bilderberguer Balsemão:
"De acordo com os seus critérios editoriais", disseram os cretinos, como se pudesse haver "critérios editoriais" a considerar quando se trata de debates para eleições. É este o espírito democrático dos donos disto tudo! Isto é censura descarada, esta gente da SIC não tem um pingo de vergonha na cara!
Ao arquivar as queixas do PNR, a ERC e a CNE são coniventes com a censura me(r)diáica! É este o Portugal de Abril, "livre e democrático", onde os patrões globalistas podem censurar à vontadinha!
Confirma-se mais uma vez mais que o PNR é o único partido político português que mete medo aos senhores do sistema. Confirma-se mais uma vez que só o Nacionalismo é solução!!!
Com a presença de 21 dos 29 candidatos
que compõem a lista – entre efectivos e suplentes -, decorreu a sessão
de apresentação dos candidatos e dos pontos essenciais do programa e
posicionamento do PNR em relação à União Europeia. Seguiu-se um espaço
de questões que foi extremamente participado e muito enriquecedor.
Diana Almeida iniciou a sessão e deu as
boas vindas aos participantes seguindo-se a intervenção do
Vice-presidente do PNR, João Pais do Amaral, que apelou ao apoio aos
candidatos, à mobilização de todos e às partilhas maciças da nossa
campanha às Europeias nas redes sociais, já que é esse o único meio de
que dispomos, pois a cobertura mediática será residual e os meios
financeiros são igualmente residuais, não podendo haver outdoors e outro
tipo de propaganda. De seguida apresentou cada um dos candidatos –
presentes e ausentes – todos eles fortemente aplaudidos pelos
assistentes.
Por fim, apresentou a mandatária
nacional da lista do PNR, Otília Fernandes, que proferiu umas breves
palavras nas quais destacou a importância do papel da mulher na
sociedade, mas fora do espartilho do feminismo militante e histérico.
Seguiu-se a intervenção da candidata
número três da lista, Joana Dinis, que falou da perspectiva da juventude
acerca do valor da mobilidade e liberdade de circulação, mas com
fronteiras controladas, e da ameaça da censura sobre o digital por via
dos artigos 11 e 13 da Directiva da União Europeia sobre Direitos de
Autor, que mais não é que uma forma dissimulada, perniciosa, de
controlar os conteúdos na internet e exercer censura arbitrária. Acerca
do Imposto Sobre o Digital (ISD), afirmou a posição favorável do PNR no
sentido de taxar esses gigantes multinacionais sobre o seu volume de
negócios em Portugal e na Europa, o que representaria muitos milhões de
euros a entrar nos cofres do Estado.
Carlos Teles, o segundo da lista,
debruçou-se sobre o tema mais sensível dos tempos actuais que consiste
na invasão imigrante, nomeadamente a islâmica, que constitui uma séria e
grave ameaça à soberania, identidade e matriz civilizacional das
Pátrias Europeias. Novamente, e sempre, o PNR ergue a prumo esta
bandeira da defesa da identidade e do combate à invasão imigrante e ao
multiculturalismo.
Por fim, o candidato João Patrocínio,
numa intervenção de vinte minutos, expôs o essencial da posição do PNR
perante a União Europeia, com palavras e ideias contundentes e
eloquência combativa que diversas vezes levou a assistência ao rubro,
com salvas de palmas entusiásticas e de pé. Explicou o modelo que o PNR
defende para a Europa, que passa pelo fim desta União Europeia
castradora, convertendo-a, por dentro, numa Confederação de pátrias
livres e soberanas, formando um bloco coeso, da economia à defesa, no
qual a soberania das nações estaria garantida, ao contrário do que hoje
se passa, em que esta foi transferida para Bruxelas e onde as leis
“europeias” se sobrepõem às nacionais.
João Patrocínio afirmou, preto no
branco, que o objectivo eleitoral do PNR não é outro se não o da sua
eleição para o Parlamento Europeu, onde, como primeiro deputado
nacionalista português assumirá uma posição de exigência de respeito por
Portugal. Somos uma nação com quase 900 anos de História que não tem de
andar a mendigar subsídios e a inferiorizar-se perante os outros países
que, até mesmo por isso, nos tratam com desrespeito. No Parlamento
Europeu, integrado no grupo dos partidos de Direita Nacional (que não é
do centro) – que se prevê venha a ser o maior – lutará em conjunto com
eles por esse objectivo: mudar a União Europeia por dentro, deixando de
ser nociva para os países que a compõem a fim de se tornar um bloco de
peso que possa enfrentar outros blocos, super-potências e todas as
ameaças que daí possam advir.
Seguiu-se, por fim, um amplo espaço de
questões que serviram também de reflexão e enriquecimento do programa
que por não ser estático estará sempre aberto a contributos que o
enriqueçam e aprofundem.
Como sempre, cantou-se o Hino Nacional e
deu-se por encerrada esta sessão que foi extraordinariamente
motivadora. No próximo dia 25 de Abril, realiza-se uma apresentação
idêntica no Porto.»
«Portugal precisa de nós, que somos a verdadeira Alternativa ao regime
vigente, Hoje e Agora: com ideias modernas e claras e o olhar posto no
amanhã. E para isso já não servem antigos modelos e métodos, que têm o
seu lugar na História, mas “são águas passadas que não movem os moinhos”
do Presente e do Futuro.
Portugal precisa de ver Renovada a Fé
dos Portugueses nos “seus” e na sua Nação, mas para isso, precisa de
modelos em que acreditar e de caminhos onde veja esperança e objectivos.
Precisa de Renovar os Valores e mudar mentalidades. Sem estes, não
existe sistema politico algum que sirva a Nação e o seu Povo. A
sociedade é composta de seres humanos díspares e imperfeitos e, como
tal, não almejamos um modelo social utópico ou moralista, mas um sistema
em que os valores estejam presentes e moldem mentalidades e condutas.
Precisa de Renovar o conceito de Identidade e Comunidade – amplamente
ameaçado, mas ainda muito presente nas nossas vilas e aldeias, guardiãs
das tradições – e incutir em cada um de nós o sentido, gosto e missão de
contribuir para o objectivo e desígnio nacional: a promoção social e o
progresso do país em prol de um Estado Nacional e Social.
Importa
Renovar o conceito de Nacionalismo, adaptando-o às necessidades e
realidades de hoje, sem nunca perder o ADN que nos caracteriza, sem
nunca abdicar dos nossos Valores e Fundamentos, mas compreendendo, na
complexidade do mundo actual, as soluções realistas que interpelem as
pessoas, fazendo com que se identifiquem e se revejam nas nossas causas e
propostas.»
Este vídeo procura resumir o essencial dos protestos levados a cabo pelo único partido nacionalista português, o PNR, nos últimos dias 26 e 27 de Fevereiro. Contém intervenções do Presidente, José Pinto-Coelho, e também do cabeça de lista às próximas eleições europeias, João Patrocínio, entre outros.
«Como anunciado, nos dias 26 de
Fevereiro, em Coimbra, e 27 em Lisboa, o PNR protestou contra a presença
de Jean Wyllys em Portugal, o ex-deputado brasileiro do PSOL (partido
de extrema-Esquerda), a convite da Universidade de Coimbra e da Fundação
Saramago – ou seja, pago com o nosso dinheiro – para proferir duas
conferências repletas de lixo ideológico, mentira e ódio aos valores
normais e tradicionais de uma sociedade.
Se esta impunidade moral da
extrema-Esquerda, que tanto dano faz à sociedade – ao dominar a
educação, a universidade e a comunicação social – é, para muitos, motivo
de um encolher de ombros, para o PNR não é! Não podíamos nem devíamos
calar diante da afronta que tal convite constituiu.
No dia 26, manifestámo-nos junto à
Universidade de Coimbra e enfrentámos uma contra-manifestação muito
maior, promovida por partidos e movimentos de extrema-Esquerda que
facilmente mobilizam jovens manipuláveis, subsídio e bolso-dependentes,
doutrinados por dentro, pela cartilha do marxismo cultural, e
estereotipados por fora, pelo aspecto piolhoso. Viveram-se momentos de
tensão entre os quais o momento em que uma extremista despejou um copo
de purpurinas na cabeça de um dirigente do PNR. Isso, como se viu,
passou completamente ao lado da indignação selectiva da comunicação
social que apenas se deteve no facto de militantes do PNR (um deles
anónimo, encarregue de fazer as filmagens que divulgámos) no interior do
auditório da universidade, terem interrompido a “douta palestra” do
convidado “respeitável” com o arremesso de um ovo que só não acertou no
próprio Jean Wyllys (o tal que cuspiu em Bolsonaro) devido à intercepção
do objecto voador por parte de um segurança.
No dia seguinte, em Lisboa, levámos a
cabo novo protesto em frente à Casa do Alentejo, onde nova sessão de
mentira e lixo foi proferido com o apoio entusiástico de esquerdistas
nacionais e brasileiros que ali acorreram para ouvir o guru de serviço,
sendo que mais de metade não tiveram e lugar lá dentro e tiveram de se
contentar em contra-manifestar-se na rua contra o PNR.
Entretanto, no interior, já quase no fim
da conferência, um assistente levantou-se, abriu o casaco e deixou a
descoberto a t-shirt com a imagem do “Capitão” enquanto gritou: “Jair
Bolsonaro”! Novamente surpreendidos, como na véspera, os esquerdistas
expulsaram-no do recinto, entre urros e cânticos, tendo ele vindo
juntar-se a nós.
As duas acções do contaram com a
presença de brasileiros de Direita, a residir em Portugal, que se
juntaram aos apoiantes do PNR. Jean Wyllys confessou à imprensa que não
equaciona refugiar-se em Portugal – enquanto foragido da Justiça
brasileira – pois aqui não teria sossego. Pois não teria mesmo! O recado
ficou dado.»
Os protestos do PNR até nem carecem de explicação, basta andar com os olhos abertos para perceber que a esquerda se apoderou das nossas universidades e sistema (des)educativo em geral desde há já várias décadas. Aquilo que é verdadeiramente obsceno é não haver muitos mais protestos deste género por parte de outros partidos de "direita" portugueses, porque a extrema-esquerda promove constantemente este tipo de personagens em lugares onde deviam reinar a ciência e a razão. E muitas vezes promove-os usando o dinheiro dos impostos dos contribuintes portugueses!
Mais uma vez, aqui fica o meu sincero agradecimento a todos os militantes e simpatizantes do PNR. Bem hajam todos!
O PNR foi à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra protestar contra a vinda -a convite do inenarrável neomarxista e pós-modernista Boaventura Sousa Santos- do gueizola brasuca totalitário Jean Wyllys, o tal "democrata" que cuspiu em Jair Bolsonaro.
Quero saudar e louvar todos os militantes e simpatizantes do PNR que compareceram. É um grande orgulho constatar que nem toda a gente em Portugal desistiu de lutar pelo que é nosso e, sobretudo, que há um partido político no nosso país cujos dirigentes compreendem a realidade da guerra cultural que está a destruir o Ocidente a partir de dentro.
Alguns de vocês poderão achar este protesto excessivo. Mas não foi: a extrema-esquerda impediu Marine Le Pen de vir à Web Summit, pelo que este protesto, em termos comparativos, foi completamente inócuo. Aliás, o Presidente do PNR explicou isso mesmo num vídeo que partilhou hoje na página do Facebook do PNR e que espero poder partilhar convosco mais logo.
E atenção que hoje há outro protesto! Quem puder, compareça: Lisboa – dia 27 – 17h00 – R. das Portas de Santo Antão, 58 – “Casa do Alentejo”.
O Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR), apelou à partilha deste vídeo da sua própria autoria nas redes sociais. Trata-se de um esclarecimento -porque a desinformação do sistema abunda- sobre a posição do PNR em matéria de imigração.
«Jean Wyllys, o ex-deputado brasileiro
do partido de extrema-Esquerda, PSOL, vem a Portugal proferir duas
conferências. Uma, na Universidade de Coimbra, tem por título,
“Discursos de ódio e fake news da extrema direita e seus impactos nos
modos de vida de minorias sexuais, étnicas e religiosas – o caso do
Brasil” e a outra na Casa do Alentejo, em Lisboa, tendo por tema,
“Porque se exilar do Brasil hoje?”.
O PNR, único partido português que
apoiou entusiasticamente a eleição de Bolsonaro – ao contrário de toda a
restante classe política que o hostilizava ou se remetia a um silêncio
dúbio – vem manifestar o seu mais veemente repúdio pela iniciativa da
Universidade de Coimbra, o que configura uma afronta ao prestígio desta
Universidade e aos portugueses.
O PNR declara que esse senhor não é
bem-vindo a Portugal! É persona non grata esse agitador de
extrema-Esquerda, foragido à justiça brasileira, por fortes suspeitas de
envolvimento no atentado contra Bolsonaro e por questões ligadas a
trafulhices fiscais. Mente descaradamente ao dizer-se ameaçado pela
“extrema-Direita”, vendo-se forçado a deixar o seu país. É a habitual
mentira de vitimização tão comum na extrema-Esquerda.
O PNR convoca protestos no local das
suas conferências, quer contra a sua presença, quer contra o teor do seu
discurso venenoso de propagação do marxismo-cultural, de ódio a
Bolsonaro, de lixo da Ideologia de Género, de incentivo ao conflito
racial, de perseguição aos valores tradicionais. Para agitadores contra
os nossos valores e cultura já bem bastam os de cá. Jean Wyllys não é
bem-vindo!
Por isso, convocamos os apoiantes do PNR
e os brasileiros pró-Bolsonaro residentes em Portugal a demonstrarem o
seu descontentamento e mais viva repulsa pela sua presença entre nós.
Compareçam em:
Coimbra – dia 26 – 15h30 – Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra Lisboa – dia 27 – 17h00 – R. das Portas de Santo Antão, 58 – “Casa do Alentejo”.
«O PNR repudia veementemente a visita do
Presidente da República ao bairro da Jamaica – como de resto, a de
qualquer outro político – que vai perdendo cada vez mais a noção do
ridículo à medida que aumenta o seu ego insaciável, alimentado a
extremo-populismo cada vez mais politicamente correcto. Entendeu, o mais
alto magistrado da nação, ser mais importante ir dar afectos aos
bandidos, para ficar “bem na fotografia”, do que ir visitar e as forças
da autoridade para lhes dar apoio institucional.
O “jovem”, que foi acarinhar, além de
ter agredido um agente da autoridade, já foi detido várias vezes, por
tráfico de heroína, tentativa de roubo e por participação num motim
contra a polícia, em 2009.
Ainda ontem, no julgamento de outros
quatro “jovens” detidos nos desacatos da Avenida da Liberdade,
promovidos pela extrema-Esquerda, este “segmento social” voltou a ser
notícia pelos piores motivos: novos desacatos em pleno tribunal! E
porquê? Porque se sentem impunes e protegidos não só pela Esquerda, pelo
politicamente correcto, pela comunicação social e pela governação, mas
também pela mais alta figura da nação. Com essas atitudes cresce o
desrespeito e a falta de civismo dessa gente.
Essa atitude, além de configurar um
desrespeito pelos portugueses, é uma vergonha, senhor Presidente! Sempre
a escolher o lado errado, popularucho, segundo a óptica do pensamento
único, politicamente correcto, e da mais afrontosa injustiça!»
Só há uma forma de castigar os pulhíticos traiçoeiros como o Marcelo: votar naqueles que os querem responsabilizar! Portanto, no próximo dia 26 de Maio, já sabe em quem deve votar:
«O PNR lança agora a candidatura às
eleições Europeias, decidida no Conselho Nacional que teve lugar em
Fátima, no passado dia 12, confiando a João Patrocínio a missão de
liderar este combate na qualidade de cabeça-de-lista.
João Patrocínio, de Direita
Nacionalista, católico, é pequeno empresário, tem 47 anos, pai de três
filhos, divorciado, vive na Costa da Caparica e trabalha em Lisboa.
Sempre teve uma forte iniciativa para a intervenção cívica, sentindo o
apelo e a necessidade de participar em reuniões públicas da Câmara
Municipal e Junta de Freguesia, de estar envolvido nas associações de
pais nas escolas e em diversas associações e colectividades.
Com formação na área de recursos humanos
e contabilidade, tem longa experiência profissional em diversos ramos
da actividade laboral e trabalhou durante alguns anos na Holanda, Angola
e Irlanda. Regressado a Portugal em 2010, filiou-se logo no PNR,
partido no qual se empenhou de forma plena e incondicional. Pertence à
Comissão Política Nacional deste 2012 onde ocupa o cargo de
Secretário-Geral. Já foi candidato à autarquia de Lisboa em 2013, de
Almada em 2017 e cabeça-de-lista pelo círculo de Setúbal nas eleições
legislativas de 2015.
Candidata-se agora às eleições
europeias, sucedendo a Humberto Nuno de Oliveira – anterior
cabeça-de-lista e a quem o PNR se demonstra profundamente reconhecido –
com o propósito de alcançar um crescimento notável neste tipo de
eleição.
Com o lema “Portugal português numa
Europa europeia”, pretende o PNR vincar a luta imperiosa pela identidade
e soberania de Portugal numa Europa que recupere a sua matriz
civilizacional dramaticamente ameaçada. Nesse sentido, os pontos
fundamentais da nossa campanha assentam em:
– Contribuir para o
reforço do grupo dos partidos nacionalistas e anti “Pacto Global para as
Migrações”, tornando-o o maior e mais poderoso naquele órgão;
– Pugnar pela
Identidade ocidental e a matriz cultural cristã, reverter os fluxos
migratórios e combater o multiculturalismo que destrói a nossa
identidade e ameaça a estabilidade interna. E, sobretudo, desislamizar a
Europa;
– Travar a ideologia
de género que, assente na mentira e na desconstrução social, propaga o
lixo sociológico que mina os alicerces de uma sociedade normal;
– Combater o
totalitarismo dos poderes não eleitos, razão pela qual a abstenção nas
eleições é tão elevada, pois a população dos vários países não se sente
representada;
– Transformar a
União Europeia por dentro, renovando-a e corrigindo-a, a fim de se mudar
o paradigma de uma federação castradora da liberdade das nações para
uma confederação de estados onde se respeite a soberania de cada um
deles.
Apelamos a todos os patriotas que apoiem
o PNR e o seu candidato nesta batalha eleitoral tão importante para a
afirmação do crescimento inequívoco do partido que faz tanta falta a
Portugal. Venha fazer parte da Renovação Nacional!»
João Patrocínio, o cabeça de lista às eleições europeias deste ano pelo único partido nacionalista português -o Partido Nacional Renovador (PNR)- fala na primeira pessoa a todos os nacionalistas.
1. João Patrocínio promete trabalhar e lutar pela afirmação de Portugal numa Europa de nações soberanas (o que é muito diferente da actual União Europeia).
2. João Patrocínio agradece a todos os que estão a apoiar a sua candidatura.
3. João Patrocínio fala sobre o caso do bairro da Jamaica e denuncia a hipocrisia do racista desavergonhado Mamadu Ba e dos seus donos traiçoeiros do Bloco de Esterco.