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sábado, 16 de março de 2019

Sobre o atentado terrorista que teve lugar ontem na Nova Zelândia


     Para minha surpresa, ainda ninguém me perguntou nada sobre o ataque anti-islâmico que teve lugar ontem na Nova Zelândia. Mas como sei que alguém o acabará por fazer, vou ser o mais claro que me é possível.
1. Eu não sei se o ataque é real ou foi uma operação de bandeira falsa (OBF); duvido muito que alguém saiba com certeza, a não ser os próprios autores do massacre, os seus mentores (no caso de se tratar de uma OBF) e parte das autoridades.
2. O esquerdalho e a direitinha tentaram imediatamente associar o ataque ao Nacionalismo. O Observador, por exemplo, ainda vai buscar o Anders Breivik para mostrar uma "tendência", enquanto o Al-Público insiste que os atacantes foram radicalizados pela internet para, é claro, apelar a um maior controlo das redes sociais. Porém, no seu manifesto de 74 páginas, o principal responsável pelo massacre foi muito claro:


3. Em menos de 24 horas, a primeira-ministra neozelandesa anunciou novas medidas de controlo do acesso às armas. Os caros leitores sabem que eu não sou nada dado a teorias da conspiração, mas é quase "como se" ela estivesse à espera de um atentado destes para agarrar a oportunidade. Aliás, sempre que há um atentado em solo ocidental, independentemente do seu(s) autor(es), o resultado final é sempre a perda de direitos dos cidadãos, em especial no que diz respeito ao uso e porte de armas.


4. Além disso, o próprio atacante afirma que pretendia isso mesmo no seu manifesto, fazer com que a esquerda fosse atrás das armas dos conservadores:


5. Não posso deixar de sublinhar que, mesmo que este ataque tenha sido verdadeiro, no sentido em que tenha havido mesmo dois ou três imbecis que desataram a matar muçulmanos com o intuito de precipitar uma guerra racial, essa estratégia é um valente tiro nos pés. Aliás, um autêntico tiro de canhão nos pés, tanto para o movimento contra-jiade, como para o Nacionalismo. Desde logo, porque essa estratégia jamais resultará, uma vez que 99% dos brancos deste planeta não estão dispostos a lutar pela sua raça. Mas sobretudo porque cada atentado terrorista dá mais argumentos aos globalistas para apertarem o controlo e a censura sobre os nacionalistas. Conforme expliquei neste vídeo, não adianta atacar directamente os imigrantes, porque os imigrantes são o resultado de políticas implementadas pelas elites, podendo ser rápida e facilmente substituídos. O que é realmente preciso é remover as elites globalistas do poder. Se queremos mesmo salvar a raça branca, nada mais resultará!