Mostrar mensagens com a etiqueta Mundialismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mundialismo. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Presidente da Itália dá uma de Jorge Sampaio e expulsa Salvini do poder


      Aliás, é ainda pior do que aquilo que fez o Sampaio, porque o 'xuxa' teve pelo menos a decência de convocar eleições. Agora vamos ver como reage o povo italiano. Para já, vai ter de gramar um governo pró-UE e pró-iminvasão, pelo menos nos próximos meses. É o que dá não se votar em que se deve votar logo à primeira!

«O Presidente italiano, Sergio Mattarella, deu luz verde ao primeiro-ministro demissionário, Giuseppe Conte, para formar governo e pôs de fora o líder da Liga e ministro da Administração Interna, Matteo Salvini — que a 8 de Agosto desfez a coligação de governo entre o Movimento 5 Estrelas (M5E) e a Liga, colocando Itália numa crise política. Conte tinha apresentado a demissão na semana passada, na sequência desta ruptura.»


O presidente Mattarella com a bandeira a que obedece... aquela azulinha mais à direita.

«Conte aceitou o mandato “com reservas”, segundo escreve o jornal italiano Corriere della Serra. “A ideia de formar um novo Governo com uma maioria diferente da anterior suscitou-me mais do que dúvidas”, disse num comentário à saída da reunião, garantindo que vai formar “um governo para o bem dos cidadãos“. Conte acrescentou ainda que “este é um momento de coragem, um momento de determinação” e reconheceu que é preciso “sair da incerteza política o mais rápido possível”.»


"Um governo para o bem os cidadãos?"... Como é que isso é possível quando se vai passar a deixar entrar em Itália milhares de refujiadistas?

«O presidente italiano recebeu na manhã desta quinta-feira o primeiro-ministro demissionário, Giuseppe Conte, depois dos partidos Movimento 5 Estrelas (M5E) e Democrático (PD) terem anunciado um acordo para a formação de um novo executivo em Itália. “Expressámos ao Presidente da República a nossa luz verde para um governo com uma nova maioria política. Comunicamos ao presidente que aceitamos a proposta do M5E no nome para presidente do Conselho [primeiro-ministro]”, referiu Nicola Zingaretti, citado pelo Corriere della Sera.»


A jogada de Salvini era de facto muito arriscada e o resultado está à vista. Mas, como dizem os bifes, "every cloud has a silver lining"... tudo depende da forma como o povo italiano reagir a esta tomada de posição por parte do "seu" presidente.

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Uma reflexão sobre os "resignados" que permitem que vá ficando tudo na mesma


     Um muito obrigado! ao Stonefield por nos ter trazido aqui esta pertinente reflexão. Traduzi o texto original directamente do espanhol recorrendo a ferramentas online e procedendo posteriormente a alterações, pelo que algumas passagens poderão ter ficado semântica e gramaticalmente "estranhas". Esta análise foi feita para a realidade francesa e para o caso específico do Reagrupamento Nacional de Marine le Pen (antiga Frente Nacional). Mas as suas conclusões são válidas para qualquer país e partido nacionalista do Ocidente, assentando como uma luva à realidade portuguesa.

«Os defensores da imigração podem ser divididos em várias categorias. Os membros da classe dominante, que querem, fomentam e organizam a imigração, estão na primeira dessas categorias, a dos traidores. A imigração é parte integrante do projecto globalista que eles querem concretizar, com o objectivo de aumentar ainda mais seu poder e maximizar os seus lucros. Os imigracionistas que, sem pertencerem à classe dominante, colaboram com entusiasmo para constituírem a imigração em massa, formam o segundo grupo. Esses colaboradores aderem à utopia absurda de um mundo sem fronteiras onde reinaria a paz e a justiça e onde a pobreza e o racismo seriam erradicados.
Tendemos a pensar menos na última categoria de imigracionistas que, no entanto, é a mais numerosa, a da resignação. Eles não são os organizadores da imigração, não colaboram com o frenesi pró-imigrante e não percebem todos os riscos associados. Mas eles sabem bem que, na realidade, a Europa está a ser invadida pela imigração. (...) É impossível não a ver. A realidade da invasão salta aos nossos olhos e nós temo-la diariamente diante de nós. Basta apanhar o metro ou andar alguns minutos pelas ruas das nossas grandes cidades. Aliás, o comportamento dos resignados mostra o quanto eles já sabem.»

Há "resignados" em todos os quadrantes do espectro político, caros leitores. Inclusive entre os nacionalistas!...

«A escolha do bairro onde moram, os amigos com quem andam, a escola que os filhos frequentam, as actividades de lazer que praticam, toda a vivência diária é guiada de perto pelo objectivo implícito de evitar, tanto quanto possível, o contacto frequente com imigrantes. E no entanto, os resignados são na prática imigracionistas. Em público ou no seu círculo privado, repetem o discurso da classe dominante. Ou, na melhor das hipóteses, ficam calados. E em ambos os casos, continuam a votar em partidos pró-imigração, de esquerda, centro ou direita, a rejeitar o Reagrupamento Nacional (RN) de Marine le Pen e "populismo". Porque é que isto acontece?»

Continuo a ver demasiadas vezes este erro em textos nacionalistas: quando se fala em populismo no contexto nacionalista, é preciso esclarecer que ele constitui a antítese do elitismo. A palavra populismo tem hoje uma conotação tão negativa quanto a palavra nazi, graças à sua diabolização constante por parte das elites académicas e me(r)diáticas. Portanto, quem a empregar no âmbito do combate nacionalista deve deixar bem claro que se está a referir à defesa da vontade do povo por oposição à vontade da elite. Porque a rejeição do populismo, só por si, tem actualmente a mesma conotação que a rejeição do nazismo, é encarada como uma coisa boa.

«Se os imigracionistas resignados continuam a votar nos partidos pró-imigração quando já sabem que a imigração é uma catástrofe, é porque fazem alguns cálculos. Estes cálculos compreendem três componentes. Primeiro, a idade. Entre os resignados estão muitos aposentados. E entre os que ainda trabalham, há muitos já chegaram ou passaram dos 50 anos.
Esses resignados sabem que as coisas vão continuar a degradar-se. Que o crime vai continuar a aumentar. Que a descaracterização das suas cidades vai acentuar-se. Que o número de bairros sob controlo dos imãs e dos gangues étnicos continuará a crescer. Que o Islão vai ser estar cada vez mais presente, arrogante e vingativo nos nossos territórios. E que a imigração será maciça, acabando por chegar àquelas localidades que ainda estão ainda relativamente tranquilas. Mas eles também sabem que toda esta degradação está a processar-se a um ritmo suficientemente lento para permitir que eles já não venham a ser afectados directamente por ela ao longo dos vinte ou trinta anos de expectativa de vida que ainda lhes restam.»
 
Por outras palavras, quando a bomba multikulti rebentar finalmente, eles já vão estar todos mortos. E como dizem os brasileiros, "pimenta no cu dos outros é refresco".

«O segundo parâmetro do cálculo dos resignados é a sua situação material, que é geralmente satisfatória. Proprietários da sua própria habitação num bairro decente, com uma pensão de reforma suficiente ou poupanças consideráveis, os resignados estimam que o bem-estar material lhes vai permitir continuar a escapar das áreas mais problemática durante o tempo de vida que lhes resta
Em terceiro lugar, os resignados antevêem correctamente que a  chegada ao poder dos "populistas" implicaria o risco de um aumento considerável das tensões, provocar revoltas e até desencadear uma guerra civil que levasse ao caos. E o caos é precisamente o que o resignado mais quer evitar: eles querem uma situação suficientemente estável para serem capazes de manter o que têm e desfrutar de sua pensão e património enquanto puderem viver.»

Lembram-se daqueles velhos de Queluz que se queixavam da insegurança provocada pelos "jovens" mas depois não faziam nada? Pois bem, os parágrafos anteriores descrevem-nos na perfeição: idade (velhos), situação material (têm recursos suficientes para viverem com dignidade) e aversão ao risco (medo dos "fascistas"). A tríade dos resignados que permitem que a sua terra se encha de imigrantes agressivos sem nunca fazerem nada!


"E o que é havemos de fazer, Afonso?! Votar nos fascistas é que não pode ser!"

«Por outro lado, os resignados sabem assumir publicamente o "populismo" implicaria desistir de qualquer perspectiva de carreira, ser afastado da função pública e demitido das grandes empresas.
Considerados indesejáveis, eles seriam rejeitados pelos seus amigos e interesses românticos. E, acima de tudo, reconhecer-se como hostis à imigração levá-los-ia a renunciar à sua identidade humanista e anti-racista, em torno da qual se desenvolveram.»

Qualquer pessoa que seja nacionalista perceberá tudo isto bem demais. Mas é preciso dizer bem alto que aqueles que aceitam a imigração por terem medo das consequências de protestar não merecem os incontáveis sacrifícios dos nossos antepassados e, sobretudo, não merecem ficar com esta terra que herdámos deles. Morreu muita gente para que hoje pudéssemos ter este nosso Portugal. Ficou muita gente estropiada, muitas famílias destroçadas, muitos filhos sem pai, muitas mães sem filhos. Não é minimamente admissível que haja agora pessoas que aceitam perder,  só para não se chatearem demasiado, o que os nossos antepassados conquistaram ao longo de tantos séculos e à custa de tanto esforço e sofrimento.
 
«O resultado desta análise de custo-benefício da resignação é, portanto, encarado como positivo pelos resignados. E isto acontece mesmo quando eles são vítimas, seja de uma agressão, de um roubo com violência, ou quando são insultados, ameaçados, humilhados na rua ou nos transportes públicos, actos cometidos quase sempre por imigrantes [e ainda falta aqui mencionar a "acção afirmativa" e outras aberrações do género...]. Conscientes de que a passividade é, ainda e apesar de tudo, a opção menos dispendiosa, os resignados  não mudam suas posições de imigração e, uma vez assimilados o medo e a vergonha, colocam o que sofreram sob os efeitos do “álcool, drogas ou estupidez ". O cálculo da renúncia é simples, resumido e muito racional: apostar numa degradação suficientemente lenta da situação em vez de correr o risco de carregar tudo.»

Devo dizer que esta é a parte que mais me incomoda em todo este processo, constatar que há brancos que, mesmo depois de terem sido agredidos, roubados e humilhados pelos alógenos, continuam a agir como se nada se passasse...

«Os resignados estão objectivamente interessados em continuar a ser imigracionistas, apesar de terem de assumir com uma posição pouco gloriosa: são imigracionistas por estratégia, sabendo perfeitamente que a imigração é uma calamidade. Como é que o resignado consegue viver esta situação da melhor forma possível e não sofrer muito com esta esquizofrenia?
O primeiro método já foi descrito mais acima. O imigracionistas protegem-se o máximo possível da imigração escolhendo o seu local de residência, a escola dos seus filhos ou a sua rede de relacionamentos. Assim protegido, o resignado pode pensar mais facilmente noutra coisa e extrair a questão da imigração de suas principais preocupações.»

Uma observação que tanto eu, como os outros nacionalistas que não resumem todos os problemas do Ocidente aos judeus e ao sionismo, temos feito ao longo dos anos...

«Os resignados afastam-se cuidadosamente da imprensa regional e das suas notícias. Evitam, evidentemente, ler nos média as inconformidades que poderiam desestabilizá-los. Eles têm um olhar particular na rua que consiste em olhar sem ver. Em conversas, os resignados protegem-se por detrás de fórmulas pré-concebidas: as coisas são mais complicadas do que tudo isso; os extremismos nunca são boa solução. Sobre a questão da imigração, os resignados têm uma autêntica panóplia de afirmações memorizadas, sem relação com a verdade, mas que são recitadas energeticamente uma após outra: o que precisa ser feito é ajudar os países pobres a desenvolverem-se; a maior parte dos imigrantes deseja integrar-se; as coisas seriam melhores se a extrema-direita não deitasse mais lenha para o fogo...
No entanto, o argumento mais importante entre aqueles papagueados pelo resignado é o seguinte: “de qualquer forma, já não se pode fazer outra coisa: é impossível impedir a imigração de forma material ou moral; é uma realidade inevitável."»

E é por isto, caros leitores, é precisamente por isto que se pode ler nos dois parágrafos anteriores, que eu deixei de ter paciência para com os nazionaliztaz. Porque se é verdade que há um grande apoio por parte de certos sectores da comunidade judaica à imigração, não é menos verdade que não há praticamente nenhuma resistência, por parte das populações autóctones, ao fenómeno. Sobretudo aqui em Portugal, onde o único partido nacionalista legalizado ainda não conseguiu obter nem sequer 1% dos votos!

«Para demonstrar a impossibilidade material de travar a imigração, os resignados apontam o aumento da pressão (i)migratória por causa da demografia mundial, das fomes e da degradação do clima. Quando lhes é dito que a maioria dos imigrantes chega a França legalmente e que seria muito fácil, por exemplo, não fornecer mais vistos ou autorizações de residência e abolir o direito ao reagrupamento familiar, o resignado mudam a cassete para o registo da impossibilidade moral, invocando os "valores". E quando lhes fazemos ver que esses valores são absurdos, pois levam à instalação, sem reacção contra, da desordem, da violência e da desestabilização, eles bloqueiam e cortam a conversa, denunciando o "ódio" e o "fascismo".»

E já se sabe, "fascismo nunca mais", "25 de Abril, sempre", pá!!!

«Mais recentemente, os resignados descobriram um novo subterfúgio para eliminar qualquer desconforto existencial: todos estão agora mobilizados para a causa do meio ambiente. É nela que eles exibem os seus ímpetos por sinceridade, a sua capacidade de indignação, o seu zelo militante, a sua sede de verdade. É na questão do clima que eles se permitem confessar o seu pessimismo e seus medos. A questão ambiental reveste-se, para os resignados, de um duplo interesse. Permite-lhes ocupar o espírito e pensar menos sobre a questão da imigração. Ela serve para refrear a angústia que a invasão da França causa, tanto no resignado quanto em qualquer outra pessoa: temerosos, como todos os europeus, com a ideia do caos que está a chegar e a ser aos poucos instalado, os resignados optam por desviar seus medos para questão climática e para a "pegada ecológica".»

Ora aqui está uma boa teoria para explicar metade sucesso do PAN. A outra metade explica-se pelo amorzinho patológico que os betinhos cosmopolitas devotam cada vez mais aos seus animais de estimação e que eu denunciei neste vídeo.

«Por tudo isto, a vitória eleitoral do RN afigura-se impossível. Seja qual for o líder, o discurso e o programa do partido, os "populistas" não podem vencê-los ou convencê-los porque a maioria dos franceses não acham bem que eles cheguem ao poder, com os problemas que isso poderia causar. É o caso dos aposentados. É o caso de pessoas abastadas de certa idade, que julgam dispor  dos meios para que a imigração não os afecte. E quando se trata de jovens, aqueles com dinheiro dizem que, em qualquer caso, se a situação na França se degradasse demais, eles sempre teriam o recurso de se estabelecer nos Estados Unidos, no Canadá ou na Austrália. Essa juventude das classes abastadas vive agora noutro mundo, o da metrópole cosmopolita, e já estabeleceu suas distâncias com qualquer tipo de identificação nacional.»

A este propósito, sugiro aos caros leitores um exercício bem giro: perguntem aos vossos familiares e amigos se se consideram cidadãos do mundo. E depois digam-me o que é que eles responderam!

«Quanto aos imigrantes, cujo número aumenta em cerca de mil pessoas todos os dias, graças a nascimentos e chegadas legais e ilegais, eles têm todo o interesse, é claro, de que o sistema de imigração continue no poder. É por isso que o eleitorado do RN é composto, na maior parte, daqueles para quem o futuro constitui uma ameaça: as classes média e popular de origem europeia que ainda estão longe da aposentadoria... Todos sabem que não terão os meios para se proteger de catástrofes que se avizinham e que, nalguns casos, já estão a chegar.»

Resumindo e concluindo, fomos traídos pela geração dos nossos pais, os "baby boomers". E estamos a trair-nos a nós próprios, ao abraçar ideologias suicidas como o cosmopolitismo, o antinatalismo, o globalismo, o neomarxismo, o pós-modernismo, o relativismo moral e claro, o multiculturalismo e o multirracialismo. Como é que isto vai acabar?... Só o tempo dirá, mas a demografia -e, por conseguinte, o tempo- estão claramente contra nós. O que acontecer nos próximos 20 anos vai ser quase garantidamente decisivo para estabelecer se a Europa sobrevive ou se se transforma num gigantesco Brasil! Ou ainda pior, numa gigantesca Eurábia...

segunda-feira, 15 de julho de 2019

"Diz-me com quem andas..."




Macron: Ó Marcelo, ainda me hás-de explicar como é que consegues ser tão popular lá au Portugal... é que eu sou essencialmente la même chose que toi, um miserável lacaio globalista, mas os franceses detestam-me!

Marcelo: Ehehe... é assim, ó Micron: antes de seres presidente, devias ter passado uns valentes anos como comentador de televisão. Isso teria feito com que todos os parolos te adorassem, mesmo que os teus comentários fossem quase sempre completamente inócuos. Para além disso, tens de tirar muitas selfies, algumas delas ao lado de criminosos, telefonar às apresentadoras de programas de televisão foleiros quando elas estiverem em directo, dizer bem de toda a gente, mesmo dos aspirantes a terroristas, e fazer discursos de circunstância quando houver um "azarito".

Macron: Oh, la la... e eu que pensava que era tudo uma questão de dizer bem de l'Islam, mandar espancar les Gilets Jaunes e de laisser les églises arder!...

Rutte: Então, Frau Merkel? As suas crises de tremores já passaram?

Mer(d)kel: Ó Rutte, desculpa lá desconversar, mas... quem é este tipo todo sorridente à minha esquerda? Um Rothschild como o Macron?

Rutte: Nada disso, é apenas o presidente de Portugal...

Mer(d)kel: Aaahhh... ich verstehe, outro sabujo como o Barroso!

Rutte: Hum... talvez um bocadinho mais esperto, mas sim, é essencialmente isso...

domingo, 2 de junho de 2019

Durão "cherne" Barroso regressa ao Clube de Bilderberg... e leva dois novos recrutas com ele!


     Tomem bem nota destes nomes e caras, caros leitores... os bilderbergues tendem a acabar no (des)governo "tuga"! O actual presidente da Câmara Municipal de Lisboa até pode parecer um parolinho, mas dizia-se o mesmo de Jorge Sampaio e de António Costa quando ocupavam o seu lugar...

«Fernando Medina e Estela Barbot juntam-se a Durão Barroso na representação de Portugal no encontro do grupo de Bilderberg que este ano decorre entre os dias 30 de Maio e 2 de Junho, em Montreux, Suíça.»

 Da esquerda para a direita: Barroso, Medina e Barbot.

«Para a 67.ª edição da reunião do grupo de poderosos em que se encontram alguns dos milionários, empresários e líderes políticos mais relevantes em termos mundiais, Durão Barroso escolheu o presidente da autarquia lisboeta e a administradora da REN como os representantes de Portugal.
Recorde-se que foi em 2015 que Pinto Balsemão escolheu o agora ex-presidente da Comissão Europeia e antigo primeiro-ministro para o substituir no conselho director responsável pela organização dos encontros anuais do grupo de Bilderberg. Na edição do ano passado, Durão escolheu duas mulheres: Paula Amorim e Isabel Mota.

Este ano serão 11 os principais temas em debate e são todas questões muito actuais: uma ordem estratégica estável, o futuro da Europa, alterações climáticas, China, Rússia, Brexit, o futuro do capitalismo, as questões éticas relacionadas com a inteligência artificial, a importância do espaço, e ataques cibernéticos. A reunião vai contar com cerca de 130 participantes oriundos de 23 países.

Fernando Medina chegou à liderança da câmara da capital em 2015, substituindo António Costa. Até aí tinha sido número dois, desde 2013, do actual primeiro-ministro na autarquia.

Antes de enveredar pela política local, Medina foi deputado eleito pelo PS e membro do Governo de José Sócrates como secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, pasta tutelada pelo ministro do Trabalho, Vieira da Silva.

Já Estela Barbot tem um vasto currículo no mundo empresarial, tendo passado por sectores como a banca (directora do Banco Santander de Negócios) ou o energético, onde actualmente se encontra como administradora da REN.

Foi também empresária e conselheira do Fundo Monetário Internacional (FMI).»


Já agora, no ano passado o Durão da Goldman 'Saques' tinha escolhido a herdeira Amorim e a Isabel da Gulbenkian.

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Sobre o mais recente ataque da ICAR ao PNR


Da página de Facebook do Presidente do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«Não resisto a publicar aqui o "desabafo" do nosso candidato do Porto, José Pedro Leão:
«Como católico, devo evitar o ultramontanismo ou seja, pôr em causa ou duvidar da autoridade da Santa Sé. No entanto, simples mortal e imperfeito que sou, por vezes vejo-me tentado a questionar certas atitudes do clero. Hoje, acordei com a notícia que o Patriarcado de Lisboa, fez referência a que o voto em alguns partidos, se enquadra na fé cristã. Para meu espanto, não foi mencionado o único partido que incondicionalmente apoiou e apoia, todas as decisões da Igreja, mesmo as menos populares, como o incondicional NÃO ao aborto, o incondicional NÃO à eutanásia, o incondicional NÃO às ligações homossexuais, o incondicional NÃO à maçonaria, o total respeito à autoridade do Clero. O PNR, é o único partido que não é permeável ao facilitismo, é o único partido que entende que jamais nos havemos de afastar de Deus para agradar ao Homem, mas sim, por muito que nos custe, temos de nos afastar do Homem para agradar a Deus. Estou triste pois nunca pensei que membros do Clero fossem tentados ao politicamente correcto».


 O Patriarcado de Lisboa incluiu o Aliança da direitinha e o Basta da direitinha, mas "esqueceu-se" do PNR.

Estamos habituados ao boicote mediático e a todo o género de tropelias e injustiças que tornam a nossa luta profundamente desigual, revelando-se tão mais frustrante quando se trata de ir a votos. Mas há certo tipo de injustiças que ainda magoam mais. Hoje foi uma delas.»

Ora bem, normalmente eu abstenho-me de fazer considerações sobre os comentários deixados por dirigentes do PNR nas redes sociais, mas hoje não consigo. Há aqui demasiadas coisas que me revoltam, que me fazem cerrar os punhos de raiva e esmurrar a mesa.

Para começar, a atitude da Igreja, que só supreenderá quem andar muito distraído. Ao longo das últimas décadas, a ICAR tem estado sempre contra os nacionalistas. SEMPRE! Os católicos bem podem protestar, porque a verdade é que os clérigos cristãos, de uma forma geral, atacam implacavelmente o Nacionalismo. E de nada adianta haver um ou outro padre que não ataca, porque as figuras mais destacadas, os bispos, os arcebispos e sobretudo o próprio papa, atacam-no de forma sistemática.

Em relação ao "desabafo" deixado por José Pedro Leão, parece haver uma confusão em relação ao significado do termo "ultramontanismo". O ultramontano é aquele que apoia incondicionalmente o papa e a Igreja, não o contrário. Talvez o  José Pedro Leão esteja a confundir ultramontanismo com sedevecantismo?... Mas isso é o menos importante. O que realmente me incomoda no comentário do candidato do Porto é esta passagem: «pôr em causa ou duvidar da autoridade da Santa Sé». Mas porque diabo é que, em pleno séc. XXI, não havemos de duvidar dos homens que lideram a Igreja? Quem são eles para estarem isentos do nosso escrutínio? Porque é que esta atitude patética de submissão bovina prevalece entre os católicos? A quem serve esta constante genuflexão incondicional perante o clero? 

Finalmente, temos o comentário do Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, que se diz "magoado" com a atitude do Patriarcado de Lisboa. Pois eu não estou "magoado", Sr. Presidente. Eu estou revoltado, furioso!!! Os clérigos que condenam o PNR são os mesmos que levaram a ICAR ao descrédito, que afastaram as pessoas das igrejas e as deixaram às moscas! São exactamente as mesmas pessoas que, ao longo das últimas décadas, falharam(?) estrondosamente o combate ao marxismo cultural, permitindo que os valores da nossa sociedade regredissem até ao niilismo e ao hedonismo grotescos a que assistimos hoje em dia, com as graves consequências demográficas que o Sr. Presidente tão bem conhece!

A submissão dos povos dos países do Sul da Europa aos ditames do clero católico é um erro histórico que já vai sendo hora de rectificarmos de uma vez por todas! Ser cristão não é -ou pelo menos não deveria ser- obedecer cegamente a um cretino globalista só porque esse cretino é padre, ou bispo, ou até papa!!! A religião da submissão é o Islão, não é o Cristianismo! A Igreja existe para servir a sociedade, regulando a moral e os costumes, não o contrário! A sociedade não existe para servir a Igreja!!!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Jorge Bergoglio: um canalha, um vigarista e um hipócrita




________________________________
Outras do papa charlatão (e não só):


Sobre tudo aquilo que o escroque Bergoglio (não) disse acerca do Islão
Sobre a hipocrisia monumental do escroque Bergoglio
O escroque Bergoglio volta a exigir aos outros o que ele próprio não faz
O Papa Chico(-esperto) foi finalmente consagrado como um traidor à Europa pelos seus pares!
Papa Chico, o podólatra!
Cardeal Patriarca de Lisboa decide dar uma de Bergoglio!
Deprimente: Portugal é o país onde o papa Francisco tem mais popularidade!
Papa Chico(-esperto) volta a choramingar pelos refujiadistas
Papa Chico(-esperto): "Buááá, não tratem os imigrantes como mercadorias, buááá!!!"
Papa Chico(-esperto) pede à Europa que receba mais imigrantes
Papa Chico(-esperto) quer mais imigração para a Europa
«A Europa deve "construir uma sociedade mestiça
Bergoglio diz que Donald Trump "não é cristão" por "querer construir muros".
Ainda sobre a troca de galhardetes entre o Papa e Donald Trump
Nos EUA: personalidades católicas assinam carta aberta contra Donald Trump
O Papa Chico(-esperto) chora pelos cristãos mortos no Médio Oriente (ou não!)
Papa Chico(-esperto) diz que "há limites para a liberdade de expressão"
Mais uma cretinice por parte do Papa Chico(-esperto)
Papa Chico(-esperto) preside a cerimónia religiosa com orações hebraicas e islâmicas no Vaticano
Papa quer "intensificar diálogo com o Islão"
Igrejas da Sicília usadas como dormitórios para os iminvasores
Sobre o périplo do Bergoglio pelos EUA
O Papa Chico(-esperto) fala claro: os países ricos devem sacrificar o seu crescimento
À atenção de todos os católicos nacionalistas
Igreja Católica apela aos Portugueses para que se vistam de branco pelos imigrantes
Mais uma da Igreja Católica "tuga"...
Bergoglio pede aos padres para perdoarem o aborto
Bispo "tuga": «Não podemos deixar que a história da humanidade fique nas mãos de gente xenófoba»
Robert Spencer denuncia o escroque Bergoglio, provavelmente o pior papa de sempre!

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

A sondagem mais deprimente que alguma vez partilhei neste blogue


     Como os caros leitores do TU certamente terão reparado, eu quase não publiquei nada aqui no blogue durante o passado mês de Agosto. Não foi só por causa das férias... foi sobretudo porque descobri esta sondagem da Aximage publicada no Jornal de Negócios e... bem, sendo o mais claro e sincero possível, fiquei bastante abalado!

Adiei a publicação desta posta até agora porque demorei este tempo todo a digerir os resultados da sondagem. Espero que os caros leitores tenham mais estômago do que eu, porque vão precisar! Peço àqueles que não quiserem ler tudo que leiam pelo menos as partes a cor vermelha, é imprescindível que todos compreendamos a dimensão desta catástrofe:
«Segundo uma sondagem da Aximage feita para o Jornal de Negócios e para Correio da Manhã, seis em cada dez portugueses (60%) entendem que Portugal deve "abrir a porta a todos os imigrantes".»

Sublinho: "a TODOS os imigrantes"!!! E segurem-se bem, caros leitores, que o descalabro ainda mal começou...
«A percentagem sobe ainda mais quando a pergunta é sobre imigrantes  vindos exclusivamente de países africanos de língua portuguesa (PALOP): 28,6% defendem manter as fronteiras abertas só para estes cidadãos, o que significa que 88,6% defendem que Portugal receba mais imigrantes daqueles países.»

Este parágrafo foi redigido de uma forma algo confusa, pelo que vou tentar simplificar:
  • 60% dos "tugas" querem mais imigração, venha ela de onde vier.
  • 28,6% dos "tugas", para além dos 60% anteriores, entendem que apenas devemos aceitar imigrantes vindos dos PALOP.
  • Isto significa que 88,6% (60% + 28,6%) dos "tugas" defende - ou, pelo menos, não se opõe- à vinda de mais imigrantes dos PALOP!!!

A esmagadora maioria dos portugueses aprova esta fotografia!


Nem nos meus piores pesadelos imaginei um cenário tão dantesco como este! Repare-se:
«Do lado oposto estão apenas 11,4% de portugueses que acham que o Governo "deve fechar as portas a todos os imigrantes, seja qual for a sua origem".»

Sublinho: "apenas 11,4%"!!!
«A Aximage estratificou ainda os resultados por intenções de voto e concluiu que são os eleitores do CDS e da CDU os que menos toleram a imigração. A percentagem dos que defendem o encerramento de fronteiras aos imigrantes, seja qual for a sua origem, sobe de 11,4% para 20% no caso do CDS e para 15% no caso da CDU. No PSD e no PS, aquela percentagem é de 8% e 7%, ao passo que no Bloco ninguém quer fechar as fronteiras.»

Sobre este último parágrafo, quero deixar três notas: 

  1. Se os eleitores do CDS e da CDU estão realmente preocupados com a imigração, então estão definitivamente a votar nos partidos errados; o CDS é assumidamente globalista e pró-UE, tendo os seus deputados votado contra Orbán recentemente; já a a CDU não teme a imigração em si própria, o que os comunistas temem é a perda de controlo dos sindicatos de trabalhadores para os nacionalistas, como já aconteceu em França com a Rassemblement National (antiga Front National) de Marine Le Pen, à medida que os trabalhadores franceses autóctones foram perdendo postos de trabalho para os alógenos.
  2. Repare-se como, mais uma vez, não há diferença significativa entre PS e PSD em matéria de imigração, a diferença entre os dois partidos é de apenas 1%!!! 
  3. Confirma-se, também mais uma vez, que o Bloco de Esquerda é o partido político mais inimigo de Portugal e dos portugueses. 

Por último,
«Em termos regionais, é no Litoral Norte que se nota uma maior resistência à imigração, com 21% a defenderem o fecho total de portas. Já no Sul e nas Ilhas, aconteceu o oposto: apenas 5% recusam mais trabalhadores estrangeiros.»

Um resultado extremamente preocupante, porque o Sul, em especial a região da Grande Lisboa, tem muitos mais alógenos do que o Norte, pelo que eu esperaria uma maior aversão e resistência à imigração, fruto da maior exposição aos "benefícios" e "enriquecimentos" proporcionados pelos imigrantes. Mas o que se passa é precisamente o contrário!!

Alguns de vocês poderão tentar relativizar estes resultados dizendo algo do género "calma, Afonso, é só uma sondagem, vale o que vale"... lamento, mas isso é querer tapar o sol com uma peneira. Mesmo que esta sondagem seja uma fraude, alguns números são demasiado grandes para poderem ser ignorados (60%, 88,6%,...). Sobretudo se levarmos em conta que, em 2003, a esmagadora maioria dos portugueses era contra a imigração, mas agora, apenas 15 anos depois, a maioria é claramente favor!

Evidentemente, algo está a falhar na forma como os nacionalistas têm passado a mensagem ao povo português. Numa altura em que o nacionalismo cresce em vários países da Europa, Portugal caminha em sentido contrário, o sentido da mestiçagem e da diluição étnica. Os portugueses querem mesmo viver numa espécie de Brasil de segunda categoria? Porque é isso, inevitavelmente, que vamos ter se continuarmos a importar africanos e brasileiros a torto e a direito! O QI médio português caiu 5 pontos nos últimos 20 anos, estando agora apenas nos 95 pontos! Ora, o QI médio dos países da CPLP é simplesmente assustador:

  • Brasil: 87 pontos (fonte)
  • Cabo Verde: 76 pontos (fonte)
  • Angola: 68 pontos (fonte)
  • Guiné-Bissau: 67 pontos (fonte)
  • São Tomé e Príncipe: 67 pontos (fonte)
  • Moçambique: 64 pontos (fonte)
  • Guiné Equatorial: 59 pontos (fonte)

Vocês acham mesmo que importar milhões de pessoas destas paragens não terá consequências para a capacidade científica, tecnológica e produtiva do nosso país? Acham mesmo?!?! Pois desenganem-se! Contrariamente ao que julga muita gente neste país -pelo visto, a esmagadora maioria da população- a imigração a partir da CPLP será a ruína definitiva de Portugal! África não é atrasada por acaso, ou porque foi "explorada e oprimida" como insiste o esquerdalho! África é atrasada porque os povos que a habitam não têm capacidade de edificar civilizações complexas como a Ocidental! E se os portugueses se tornarem africanos ou mestiços, também nós, que já fomos uma das nações mais brilhantes da Europa, sobretudo considerando a nossa pequena dimensão, perderemos a nossa capacidade civilizacional!