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quinta-feira, 28 de março de 2019

O Fuçaslivro vai apertar ainda mais a malha aos nacionalistas


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia. Ela foi redigida em português do Brasil, por isso tenham paciência...

«O Facebook vai ampliar a sua definição de "discurso de ódio" para enquadrar "nacionalistas brancos" e "separatistas brancos." Anteriormente, a empresa permitia postagens desses grupos, apesar de proibir há muito tempo a "supremacia branca".»

 "A longo prazo, a minha rede social terá apenas globalistas e guerreiros da (in)justiça social!"

«Numa publicação nesta quarta-feira (27), a rede social disse que anteriormente ligava expressões do nacionalismo branco a conceitos mais amplos de nacionalismo e separatismo - como o orgulho americano ou o separatismo basco, ambos ainda permitidos.
Mas grupos de defesa dos direitos civis e académicos chamaram essa visão de "equivocada" e há muito pressionam a empresa a mudar sua postura. O Facebook diz que concluiu após meses de "conversas" com eles que o nacionalismo e o separatismo branco não podem ser significativamente separados da supremacia branca e dos grupos de ódio organizados.»

Perceberam o que aconteceu aqui, caros leitores? "Grupos de defesa dos direitos civis e académicos"! Os nacionalistas bem podem espernear contra a censura do Facebook e têm bastantes razões para isso. Mas culpar apenas o Facebook é uma atitude extremamente míope. O grande problema é que houve pessoas e grupos de interesse que pressionaram o Facebook a agir, i.e. houve alguém que se mexeu em nome da sua mundivisão e objectivos políticos... enquanto os nacionalistas, conservadores e direitinhas em geral cruzaram os braços!

Quando eu falo em guerra cultural é precisamente a isto que me refiro. A esta poderosíssima influência sore a sociedade a todos os níveis. O esquerdalho sabe fazer lobbying, sabe influenciar a opinião pública e pressionar as figuras-chave da sociedade, mesmo que essas figuras-chave sejam líderes das corporações mais poderosas do mundo. É por isso que temos a Gillette a fazer anúncios misandristas, a Disney a fazer filmes cheios de engenharia social multirracialista e homossexualista, a Starbucks a oferecer empregos aos "refugiados" e o Twitter e o Facebook a censurar opiniões antiglobalistas. O mundo é de quem melhor sabe lavar o cérebro das pessoas, o mundo é de quem melhor sabe perpetuar a sua narrativa.

terça-feira, 26 de março de 2019

Três vídeos que vale a pena ver (68): "Verbos Malditos"
- A nova série do Ilo Stabet


      O Ilo Stabet, autor da excelente série "Portugal Desintegrado", criou uma nova rubrica intitulada "Verbos Malditos", na qual desconstrói eloquentemente vários conceitos, termos e expressões da linguagem criada pelos engenheiros sociais neomarxistas (e neoliberais) que trabalham para a destruição do Ocidente. Trata-se de um valiosíssimo contributo da sua parte para a guerra cultural em curso: a linguagem é uma das maiores armas dos nossos inimigos, sobretudo porque poucos na Direita têm sabido compreender a sua importância e contrariá-la adequadamente ao longo dos anos.

Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes. Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!




sábado, 23 de março de 2019

Três vídeos que vale a pena ver (67): o cancro da ideológia de "género"


1. Augustín Laje explica como a ideologia de "género" é nociva para a sociedade - e não só para o indivíduo - e as consequências de seguir a agenda internacional que impõe essa bandeira. 



2. Sean McDowell, Professor Associado de teologia e de filosofia na Universidade de Biola (em Os Anjos, Califórnia -não, não é Los Angeles, eu não sou espanhol e por isso não tenho que escrever em espanhol!), mostra-nos vários exemplos de como as tentativas de transformar meninos em meninas e vice-versa falham estrondosamente.



3. Para terminar, Maria Helena Costa, que tem sido a principal oradora das palestras contra a ideologia de "género" promovidas pelo PNR, denuncia a doutrinação escandalosa a que as nossas crianças estão a ser sujeitas nas "nossas" escolas. Ela tem um blogue intitulado "Ideologia de Género [Sexo]", que adicionei à Blogosfera Relevante, no qual ela tem denunciado muitas situações inacreditáveis e que eu considero até  abuso infantil.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Resumo das acções do PNR contra o Jean Wyllys em Coimbra e Lisboa


     Este vídeo procura resumir o essencial dos protestos levados a cabo pelo único partido nacionalista português, o PNR, nos últimos dias 26 e 27 de Fevereiro. Contém intervenções do Presidente, José Pinto-Coelho, e também do cabeça de lista às próximas eleições europeias, João Patrocínio, entre outros.

quarta-feira, 6 de março de 2019

O PNR teve sucesso: Jean Wyllys desiste de se refugiar em Portugal


Da página oficial de internet do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«Como anunciado, nos dias 26 de Fevereiro, em Coimbra, e 27 em Lisboa, o PNR protestou contra a presença de Jean Wyllys em Portugal, o ex-deputado brasileiro do PSOL (partido de extrema-Esquerda), a convite da Universidade de Coimbra e da Fundação Saramago – ou seja, pago com o nosso dinheiro – para proferir duas conferências repletas de lixo ideológico, mentira e ódio aos valores normais e tradicionais de uma sociedade. 




Se esta impunidade moral da extrema-Esquerda, que tanto dano faz à sociedade – ao dominar a educação, a universidade e a comunicação social – é, para muitos, motivo de um encolher de ombros, para o PNR não é! Não podíamos nem devíamos calar diante da afronta que tal convite constituiu.

No dia 26, manifestámo-nos junto à Universidade de Coimbra e enfrentámos uma contra-manifestação muito maior, promovida por partidos e movimentos de extrema-Esquerda que facilmente mobilizam jovens manipuláveis, subsídio e bolso-dependentes, doutrinados por dentro, pela cartilha do marxismo cultural, e estereotipados por fora, pelo aspecto piolhoso. Viveram-se momentos de tensão entre os quais o momento em que uma extremista despejou um copo de purpurinas na cabeça de um dirigente do PNR. Isso, como se viu, passou completamente ao lado da indignação selectiva da comunicação social que apenas se deteve no facto de militantes do PNR (um deles anónimo, encarregue de fazer as filmagens que divulgámos) no interior do auditório da universidade, terem interrompido a “douta palestra” do convidado “respeitável” com o arremesso de um ovo que só não acertou no próprio Jean Wyllys (o tal que cuspiu em Bolsonaro) devido à intercepção do objecto voador por parte de um segurança.

No dia seguinte, em Lisboa, levámos a cabo novo protesto em frente à Casa do Alentejo, onde nova sessão de mentira e lixo foi proferido com o apoio entusiástico de esquerdistas nacionais e brasileiros que ali acorreram para ouvir o guru de serviço, sendo que mais de metade não tiveram e lugar lá dentro e tiveram de se contentar em contra-manifestar-se na rua contra o PNR.

Entretanto, no interior, já quase no fim da conferência, um assistente levantou-se, abriu o casaco e deixou a descoberto a t-shirt com a imagem do “Capitão” enquanto gritou: “Jair Bolsonaro”! Novamente surpreendidos, como na véspera, os esquerdistas expulsaram-no do recinto, entre urros e cânticos, tendo ele vindo juntar-se a nós.

As duas acções do contaram com a presença de brasileiros de Direita, a residir em Portugal, que se juntaram aos apoiantes do PNR. Jean Wyllys confessou à imprensa que não equaciona refugiar-se em Portugal – enquanto foragido da Justiça brasileira – pois aqui não teria sossego. Pois não teria mesmo! O recado ficou dado.»

terça-feira, 5 de março de 2019

O preço do anti-Cristianismo primário


     Os nacionalistas que combatem o Cristianismo de uma forma fanática -e a meu ver, absolutamente contraproducente-, deviam pôr os seus olhinhos indignados nesta notícia sintomática:

«Na passada sexta-feira [01-Mar-2019], cerca de 600 crianças foram retiradas de uma escola primária, na comunidade de Parkfield, em Birmingham, em protesto contra o programa "No Outsiders" - em português, "sem pessoas de fora" -, um programa que visa promover o fim da homofobia. O movimento teve início por parte de pais e mães muçulmanos, que afirmam que os seus filhos estão a sofrer uma "lavagem cerebral".


Fatima Shah, mãe de uma aluna da escola de Parkfield afirma que "os homossexuais deveriam ser tratados com respeito", no entanto, condenou o programa, afirmando que este é "desapropriado e completamente errado". Shah defende que 98% dos alunos da escola são muçulmanos e que é errado dizer-lhes que ser homossexual está certo, visto a homossexualidade ser proibida no Islão. "A educação sobre relações sexuais está a ser dada sem o nosso consentimento. Nós não fomos informados sobre o que está a ser ensinado", defende.»

Quando um casal cristão retira os seus filhos de uma escola, começa-se logo a discutir se o Estado não devia obrigar os pais a submeter as suas crianças à "educação tolerante e progressista". Será que vai acontecer o mesmo no caso dos casais muçulmanos? Vamos ver:

«Os pais justificam a atitude de terem retirado os filhos da escola devido a sentirem que os seus direitos estão a ser postos em causa e que a homossexualidade está "a ser promovida agressivamente". Também se pode ler na publicação feita pela comunidade que petições e tentativas de diálogo por parte dos pais foram ignoradas pela escola, o que levou ao protesto da manhã de dia 1. Durante o protesto, as crianças seguraram cartazes com mensagens como "deixem as crianças serem crianças" e "parem de explorar a inocência infantil".
Depois do protesto de sexta-feira, o conselho directivo da escola reuniu com o comissário das escolas regionais e com os pais dos alunos e decidiu acabar com o programa até depois da Páscoa, pelo menos, para poder abordar o assunto com os pais e ter a sua opinião em conta.
(...) O ministro das escolas, Nick Gibb, disse ser importante as escolas terem em consideração, as crenças religiosas dos seus alunos quando decidem entregar certos conteúdos para garantir que os tópicos são tratados de maneira apropriada.»

Ou seja: contrariamente ao que sucede quase sempre quando os pais são cristãos, a escola e o próprio Estado (pela voz do ministro da escolas) cederam à pressão dos pais muçulmanos!

Os nacionalistas anticristãos deviam pensar nisto seriamente: se os muçulmanos podem ser abertamente "homofóbicos" e serem recompensados por isso, enquanto os cristãos "homofóbicos" são perseguidos activamente por várias organizações a começar pelo próprio Estado, o que é que acham que os cristãos "homofóbicos" vão tender a fazer com o tempo? Converter-se ao Islão, evidentemente! 

Não, isto não é uma fantasia e um exagero da minha parte, conheço cada vez mais cristãos que elogiam abertamente o Islão, não devido a uma formatação ideológica de pendor multiculturalista, mas por entenderem que o Islão pode desempenhar um papel de regulação dos costumes da sociedade que o Cristianismo já não pode.

Já sei que a resposta de algumas pessoas a isto vai ser "ai, isso resolve-se com mais educação, mais cidadania e mais civilização." Tretas! A tolerância dos ocidentais para com os sodomitas decorre da doutrinação massiva por parte dos mé(r)dia e do sistema (des)educativo, pelo que os muçulmanos, ao rejeitarem naturalmente a nossa sociedade e modo de vida, estão geralmente imunes a essa formatação! Já disse isto várias vezes, mas vou repeti-lo novamente: as sociedades humanas ainda não estão preparadas para viver totalmente sem religião, sem um sentido maior para a nossa existência. Isso significa que haverá sempre religião na sociedade. E se nós acabarmos com uma grande religião, outra religião da mesma dimensão surgirá no seu lugar.

Os casos de Neto de Moura e de Donald Trump...


...ilustram perfeitamente quem é que realmente detém o poder no Ocidente. Não são as autoridades. Não é a Justiça. Nem sequer são os pulhíticos, por mais incrível que pareça.

Nada disso, o à-vontade descarado, a presunção de superioridade moral e a ferocidade asinina com que os "humoristas" da nossa praça têm atacado o juiz do Tribunal da Relação do Porto, tal como a campanha de fake news incessante dos mé(r)dia norte-americanos contra o Presidente Trump, mostram-nos que o verdadeiro poder está nas mãos dos mé(r)dia

É disto que se trata quando eu e outros nacionalistas falamos em guerra cultural. E é precisamente essa guerra que as Direitas do Ocidente têm perdido de forma sistemática. Aliás, a Direita em geral nem sequer percebe a realidade da guerra cultural, pelo que não tem comparecido no campo de batalha.

A grande consequência disto tudo é que hoje praticamente todos os veículos me(r)diáticos estão nas mãos dos globalistas, sejam direitinhas, sejam esquerdalhistas. E quem controla a narrativa, controla o futuro...

sábado, 2 de março de 2019

Sobre os movimentos feministas


Via José Silva (YouTube)

     Este vídeo inclui excertos de uma entrevista concedida pela Drª. Rocío Monasterio (vice-secretária de Acção Social do partido espanhol de "extrema-direita" VOX) e também alguns escritos do Dr. António de Oliveira Salazar.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

O Presidente do PNR explica os protestos contra Jean Wyllys


     Os protestos do PNR até nem carecem de explicação, basta andar com os olhos abertos para perceber que a esquerda se apoderou das nossas universidades e sistema (des)educativo em geral desde há já várias décadas. Aquilo que é verdadeiramente obsceno é não haver muitos mais protestos deste género por parte de outros partidos de "direita" portugueses, porque a extrema-esquerda promove constantemente este tipo de personagens em lugares onde deviam reinar a ciência e a razão. E muitas vezes promove-os usando o dinheiro dos impostos dos contribuintes portugueses!

Mais uma vez, aqui fica o meu sincero agradecimento a todos os militantes e simpatizantes do PNR. Bem hajam todos!


"Capitã Marvel", mais um filme a boicotar


      Esta posta poderá ser algo surpreendente para os leitores habituais deste blogue, uma vez que, ao longo dos anos, eu tenho apelado a que os nacionalistas abdiquem de ir ao cinema e boicotem TODOS os filmes que puderem. O cinema no Ocidente, tanto nos EUA como na Europa, foi capturado por grupos de interesses descaradamente antibrancos e tendencialmente neomarxistas, pelo que pagar para ir ao cinema é alimentar um bando de filhos da puta ingratos que enriquecem às nossas custas enquanto nos dão lições de moral e trabalham para nos destruir.

Mas este "Capitã Marvel", que deverá estrear no início do próximo mês, promete elevar a fasquia antibranca ainda mais alto. A actriz Brie Larson, que protagoniza o filme, já teceu vários comentários contra os homens brancos. Nomeadamente:

1. «Eu comecei a prestar atenção às minhas conferências de imprensa e reparei que a maioria dos críticos de filmes são maioritariamente homens brancos. (...) Decidi por isso certificar-me que as minhas futuras conferências de imprensa vão ser mais inclusivas.»

Brie Larson, mais uma vacória feminista hollywoodesca.

2. «Eu não quero ouvir um homem branco de 40 anos a dizer-me o que não gostou do filme. Não foi feito para ele! Eu quero é saber o que o filme significou para as mulheres de cor, as mulheres birraciais, as adolescentes de cor.»

E um dos realizadores do filme acrescentou:
3. «Não é apenas um filme feminista, é um filme humanista.»

Preciso de dizer mais? Boicotem esta merda, caros leitores!!! 


Actualização: entretanto, descobri esta 'curiosidade' hilariante acerca da criatura.

Em Coimbra: o PNR protestou contra a vinda do rabeta brasuca armado em vítima Jean Wyllys


      O PNR foi à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra protestar contra a vinda -a convite do inenarrável neomarxista e pós-modernista Boaventura Sousa Santos- do gueizola brasuca totalitário Jean Wyllys, o tal "democrata" que cuspiu em Jair Bolsonaro.

Quero saudar e louvar todos os militantes e simpatizantes do PNR que compareceram. É um grande orgulho constatar que nem toda a gente em Portugal desistiu de lutar pelo que é nosso e, sobretudo, que há um partido político no nosso país cujos dirigentes compreendem a realidade da guerra cultural que está a destruir o Ocidente a partir de dentro.




Alguns de vocês poderão achar este protesto excessivo. Mas não foi: a extrema-esquerda impediu Marine Le Pen de vir à Web Summit, pelo que este protesto, em termos comparativos, foi completamente inócuo. Aliás, o Presidente do PNR explicou isso mesmo num vídeo que partilhou hoje na página do Facebook do PNR e que espero poder partilhar convosco mais logo.


E atenção que hoje há outro protesto! Quem puder, compareça:
Lisboa – dia 27 – 17h00 – R. das Portas de Santo Antão, 58 – “Casa do Alentejo”. 

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

O al-Público continua a sua guerra sem tréguas contra a natalidade portuguesa


    Sendo uma publicação de forte pendor neomarxista, a versão "tuga" do al-Guardian foi presenteando os seus leitores, praticamente desde a sua fundação, com muitos artigos escandalosamente feministas em que a demagogia pós-modernista e politicamente correcta se sobrepunha à verdade dos factos, à razoabilidade política e até à própria lógica. 

Todavia, em anos recentes, o al-Público deu mais um passso "rumo à modernidade" e passou a ter também artigos anti-natalidade. No passado dia 14 de Fevereiro, por exemplo, o dia dos namorados (ou de S. Valentim, se preferirem), o escriba Miguel Esteves Cardoso, um autêntico poster-boy do cosmopolitismo hedonista e irresponsável da geração baby boomer, escreveu o grandessíssimo monte de merda que vou transcrever mais abaixo e que tem como título "Tudo menos filhos". Não, o Cardoso não está a brincar, a croniqueta é mesmo um manifesto anti-natalidade.



MEC: anti-natalista convicto e 'soyboy' extraordinaire!


Um muito obrigado! ao Noordoostelijk30jaar por nos ter trazido aqui os escritos em causa, que constituem um excelente exemplo da imundice que as nossas "elites" têm na cabeça:

«Toda a gente tem um conselho que dá a toda a gente. No dia dos namorados lembro-me sempre do conselho da minha mãe. Ela dava-o a casais que encontrava à espera do comboio. Esse conselho era “não tenham filhos”.»

Um conselho que, claramente, a própria senhora devia ter seguido. Tinha-se evitado assim a existência deprimida e deprimente do MEC. Mas reparem no insólito desta descrição, caros leitores: «ela dava o conselho a casais que encontrava à espera do comboio.» Acham isto normal? Que uma mulher ande a dizer aos casais de namorados numa estação ferroviária para não terem filhos? É evidente que não é normal! Ou esta história é falsa, ou a mãe do MEC tinha um transtorno qualquer. Não vejo outra alternativa.

«Quando nascem apaixonamo-nos por eles mas já não se pode voltar atrás. A minha mãe explicava, com paciência, coragem e honestidade que os filhos matam o romance, os filhos desfazem um casal, os filhos desapaixonam os pais, o amor pelos filhos come o amor que se tem por quem se ama.»

Com coragem? O Cardoso saberá o que é coragem?! Acaso a mãe dele corria algum perigo quando importunava os jovens casais com o seu conselho de merda?... É claro que não! Eu só posso imaginar quão constrangedor devia ser para os casais de namorados serem importunados pela demente anti-natalista que pariu o MEC!

Porque alguém que tenha a mínima experiência de vida perceberá o que realmente aconteceu. O que a mãe do MEC estava realmente a fazer era a desabafar e a pedir ajuda. Ela estava a projectar nos casais que importunava o fracasso do seu próprio casamento, admitindo que ela era casada. Não, não é verdade que os filhos desapaixonam os pais. Se isso acontecer, é porque os pais já estavam desapaixonados antes de terem filhos. Ou pior, estavam numa relação de co-dependência que o nascimento dos filhos veio inviabilizar.

«Os romances precisam de tempo e de liberdade. Os filhos consomem o tempo e a liberdade dos pais como se fossem Cerelac. Os romances precisam de energia e de disponibilidade. Os filhos consomem a energia e a disponibilidade dos pais como se fossem Cerelac. Os romances precisam de dedicação e de exclusividade. Os filhos consomem dedicação e exclusividade como se fossem Cerelac. Os romances precisam de generosidade e de loucura. Os filhos absorvem uma coisa e outra, apropriando-se delas e não deixando nada para os pais.»

É inegável que os filhos consomem muito tempo, mas não é verdade que o tempo dedicado aos filhos mate o romance. O que é preciso é saber gerir o tempo e os recursos. É evidente que não se vai poder ir passear tantas vezes como antes, nem ir jantar fora a dois como se fazia antes de eles nascerem. Mas o tempo dedicado aos filhos fortalece o casal, não o aparta! As estatísticas não mentem: os homens com filhos trabalham muito mais arduamente do que os solteiros para levar dinheiro para casa e sustentar a família. E as mulheres com filhos tendem a ser muito mais fiéis aos seus maridos do que as solteiras.

«O dever e o sacrifício são inimigos do amor romântico. Com os filhos nascem deveres e sacrifícios que precisam de toda a nossa energia para serem obedecidos. Com os filhos nascem culpabilidades que os namorados nunca teriam sentido se tivessem ficado quietos.»

Culpabilidades? Mas que género de aleijadinho(a) sentiria culpa por dedicar mais tempo aos filhos do que ao seu cônjuge? E que tipo de transtornado(a) ficaria ressentido pelo facto do seu cônjuge dedicar mais tempo aos seus filhos do que a ele(a)? O MEC não pode estar a falar de pessoas normais, mas sim de pessoas com graves problemas emocionais!!! Todo o ser humano adulto e maduro sabe perfeitamente que criar uma família implica menos tempo para o romance, mas isso não significa que o romance esmoreça, muito menos que termine!

«Crescemos com uma enorme dívida para com os nossos pais. Pagamo-la quando temos filhos. A única maneira de ficar a ganhar é recusarmo-nos a pagar a dívida, recusando-nos a ter filhos.
Esta é a verdade mais bonita do dia dos namorados.»

Bonita?! Verdade?!?! Não há nada de verdadeiro no que escreveste, MEC, rigorosamente NADA, muito menos bonito!!! Chega até a ser obsceno que o al-Público tenha publicado esta valente merda no dia dos namorados, este apelo cretino e irresponsável a que o jovens portugueses não tenham filhos, numa altura em que Portugal é precisamente o país com a taxa de natalidade mais baixa de toda a OCDE (fonte1 fonte2)!

Depois "temos de importar mais imigrantes para resolver o problema demográfico", não é?! Demagogo de merda!!!...

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

O PNR fala claro: «Jean Wyllys não é bem vindo!»


Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«Jean Wyllys, o ex-deputado brasileiro do partido de extrema-Esquerda, PSOL, vem a Portugal proferir duas conferências. Uma, na Universidade de Coimbra, tem por título, “Discursos de ódio e fake news da extrema direita e seus impactos nos modos de vida de minorias sexuais, étnicas e religiosas – o caso do Brasil” e a outra na Casa do Alentejo, em Lisboa, tendo por tema, “Porque se exilar do Brasil hoje?”.


O PNR, único partido português que apoiou entusiasticamente a eleição de Bolsonaro – ao contrário de toda a restante classe política que o hostilizava ou se remetia a um silêncio dúbio – vem manifestar o seu mais veemente repúdio pela iniciativa da Universidade de Coimbra, o que configura uma afronta ao prestígio desta Universidade e aos portugueses. 

O PNR declara que esse senhor não é bem-vindo a Portugal! É persona non grata esse agitador de extrema-Esquerda, foragido à justiça brasileira, por fortes suspeitas de envolvimento no atentado contra Bolsonaro e por questões ligadas a trafulhices fiscais. Mente descaradamente ao dizer-se ameaçado pela “extrema-Direita”, vendo-se forçado a deixar o seu país. É a habitual mentira de vitimização tão comum na extrema-Esquerda. 

O PNR convoca protestos no local das suas conferências, quer contra a sua presença, quer contra o teor do seu discurso venenoso de propagação do marxismo-cultural, de ódio a Bolsonaro, de lixo da Ideologia de Género, de incentivo ao conflito racial, de perseguição aos valores tradicionais. Para agitadores contra os nossos valores e cultura já bem bastam os de cá. Jean Wyllys não é bem-vindo!

Por isso, convocamos os apoiantes do PNR e os brasileiros pró-Bolsonaro residentes em Portugal a demonstrarem o seu descontentamento e mais viva repulsa pela sua presença entre nós. Compareçam em:

Coimbra – dia 26 – 15h30 – Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra  
Lisboa – dia 27 – 17h00 – R. das Portas de Santo Antão, 58 – “Casa do Alentejo”.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Allie Stuckey: «Porque eu não digo que sou feminista: é hipocrisia.» (com legendas)


    E na sequência da posta anterior, aqui fica mais uma mulher a explicar porque é que o feminismo é uma fraude.



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Ver também:


Allie Stuckey: «A importância da masculinidade» (com legendas)
Uma breve nota sobre o tal anúncio misândrico da Gillette que tem dado muito que falar
Ainda sobre o anúncio imperdoável da Gillette
Na Argentina: vacórias feministas atacam igreja e câmara municipal
Sobre uma campanha "anti-sexista" em França que mete nojo aos cães
Femiporcas "tugas" protestam contra Bolsonaro
Observador da direitinha promove vacória feminista russa que ataca homens no metro!
Fórmula 1 decide banir as 'grid girls' por "estarem em desacordo com as normas actuais da sociedade"
Os frutos do feminismo (2): há quem queira agora que a NFL acabe com as 'cheerleaders'!
Os frutos do feminismo (3): depois da Fórmula 1 e da NFL, segue-se a Miss América!
Os frutos do feminismo (4): FIFA pede às televisões para não filmarem mulheres bonitas nos estádios
«O feminismo não tem nada a ver com a esquerda ou com a direita, pá!»
Al-Público promove as "novas feministas"...
Paul Joseph Watson: «A guerra contra os homens» (com legendas)

A horrível opressão do "patriarcado heteronormativo do homem branco" em dados concretos (2)


     Conforme se pode ver na tabela que se segue, os homens representam a esmagadora maioria dos empregados nas profissões de risco nos EUA. Se as feministas procuram realmente a igualdade entre os sexos (e não "géneros"), porque é que não dizem nada acerca disto?... A pergunta é retórica, evidentemente.



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Ver também: 


A horrível opressão do patriarcado heteronormativo do homem branco em dados concretos
Privilégio branco e masculino 
Stefan Molyneux: a verdade sobre as diferenças salariais entre os sexos (com legendas) 
Versão legendada em português do Brasil da entrevista do Prof. Jordan Peterson ao Channel 4
O Prof. Jordan Peterson fala sobre a importância das famílias na vida das mulheres (com legendas)
O (des)governo "tuga" legisla em função das mentiras do Marxismo Cutural!
O Prof. Jordan Peterson fala sobre a vida das mulheres no mundo moderno (com legendas)
Paul Joseph Watson: «A verdade sobre a igualdade de género»
Bill Whittle sobre as alegadas disparidades entre os salários dos homens e das mulheres
Em Berlim (Alemanha): feministas em marcha Anti-Trump cantam "Allahu Akbar"
"Misandria nos Mé(r)dia" ou o mito disparatado do Patriarcado, partes 1 e 2 (com legendas)