Uma das provas mais contundentes de que não existe uma verdadeira democracia em Portugal é a forma como as "nossas" elites olham para os mé(r)dia norte-americanos. Todo o bom iluminado "tuga", do esquerdalho bloquista à direitinha da islamófila Cristas, faz questão de falar mal da Fox News, a "estação de televisão dos parolos rurais da América", e de tecer elogios rasgados à CNN e à MSNBC, veículos de propaganda completamente controlados pelo Partido "Democrata".
Neste vídeo, o grande PJW mostra-nos porque é que as "nossas" elites" é que são os verdadeiros parolos. E porque é que os portugueses que votam nessa gente são pior do que parolos, são autênticos analfabetos, mesmo quando têm diplomas universitários...
Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia. Ela foi redigida em português do Brasil, por isso tenham paciência...
«O Facebook vai ampliar a sua definição de "discurso de ódio" para enquadrar "nacionalistas brancos" e "separatistas brancos." Anteriormente, a empresa permitia postagens desses grupos, apesar de proibir há muito tempo a "supremacia branca".»
"A longo prazo, a minha rede social terá apenas globalistas e guerreiros da (in)justiça social!"
«Numa publicação nesta quarta-feira (27), a rede social disse que
anteriormente ligava expressões do nacionalismo branco a conceitos mais
amplos de nacionalismo e separatismo - como o orgulho americano ou o
separatismo basco, ambos ainda permitidos.
Mas grupos de defesa dos direitos civis e académicos chamaram essa
visão de "equivocada" e há muito pressionam a empresa a mudar sua
postura. O Facebook diz que concluiu após meses de "conversas" com eles
que o nacionalismo e o separatismo branco não podem ser
significativamente separados da supremacia branca e dos grupos de ódio
organizados.»
Perceberam o que aconteceu aqui, caros leitores? "Grupos de defesa dos direitos civis e académicos"! Os nacionalistas bem podem espernear contra a censura do Facebook e têm bastantes razões para isso. Mas culpar apenas o Facebook é uma atitude extremamente míope. O grande problema é que houve pessoas e grupos de interesse que pressionaram o Facebook a agir, i.e. houve alguém que se mexeu em nome da sua mundivisão e objectivos políticos... enquanto os nacionalistas, conservadores e direitinhas em geral cruzaram os braços!
Quando eu falo em guerra cultural é precisamente a isto que me refiro. A esta poderosíssima influência sore a sociedade a todos os níveis. O esquerdalho sabe fazer lobbying, sabe influenciar a opinião pública e pressionar as figuras-chave da sociedade, mesmo que essas figuras-chave sejam líderes das corporações mais poderosas do mundo. É por isso que temos a Gillette a fazer anúncios misandristas, a Disney a fazer filmes cheios de engenharia social multirracialista e homossexualista, a Starbucks a oferecer empregos aos "refugiados" e o Twitter e o Facebook a censurar opiniões antiglobalistas. O mundo é de quem melhor sabe lavar o cérebro das pessoas, o mundo é de quem melhor sabe perpetuar a sua narrativa.
Os seguintes eurodeputados votaram a favor de limitar a nossa liberdade de expressão:
António Marinho e Pinto (PDR) Carlos Coelho (PSD) Carlos Zorrinho (PS) Cláudia Aguiar (PSD) Fernando Ruas (PSD) José Inácio Faria (PT) José Manuel Fernandes (PSD) Liliana Rodrigues (PS) Manuel dos Santos (PS) Maria João Rodrigues (PS) Nuno Melo (CDS/PP) Paulo Rangel (PSD) Pedro Silva Pereira (PS) Ricardo Serrão Santos (PS) Sofia Ribeiro (PSD)
Não se esqueçam de lhes agradecer devidamente, continuando a votar fielmente nos partidos do arco da grande tragédia abrilina. E depois não se queixem quando um dia a polícia vos bater à porta por causa de meia-dúzia de tretas que escreveram no Facebook. Se já acontece na Alemanha e no Reino Unido, é uma questão de tempo até começar a acontecer aqui também. A Liberdade não se perde do dia para a noite, ela perde-se um bocadinho todos os dias...
Com a presença de 21 dos 29 candidatos
que compõem a lista – entre efectivos e suplentes -, decorreu a sessão
de apresentação dos candidatos e dos pontos essenciais do programa e
posicionamento do PNR em relação à União Europeia. Seguiu-se um espaço
de questões que foi extremamente participado e muito enriquecedor.
Diana Almeida iniciou a sessão e deu as
boas vindas aos participantes seguindo-se a intervenção do
Vice-presidente do PNR, João Pais do Amaral, que apelou ao apoio aos
candidatos, à mobilização de todos e às partilhas maciças da nossa
campanha às Europeias nas redes sociais, já que é esse o único meio de
que dispomos, pois a cobertura mediática será residual e os meios
financeiros são igualmente residuais, não podendo haver outdoors e outro
tipo de propaganda. De seguida apresentou cada um dos candidatos –
presentes e ausentes – todos eles fortemente aplaudidos pelos
assistentes.
Por fim, apresentou a mandatária
nacional da lista do PNR, Otília Fernandes, que proferiu umas breves
palavras nas quais destacou a importância do papel da mulher na
sociedade, mas fora do espartilho do feminismo militante e histérico.
Seguiu-se a intervenção da candidata
número três da lista, Joana Dinis, que falou da perspectiva da juventude
acerca do valor da mobilidade e liberdade de circulação, mas com
fronteiras controladas, e da ameaça da censura sobre o digital por via
dos artigos 11 e 13 da Directiva da União Europeia sobre Direitos de
Autor, que mais não é que uma forma dissimulada, perniciosa, de
controlar os conteúdos na internet e exercer censura arbitrária. Acerca
do Imposto Sobre o Digital (ISD), afirmou a posição favorável do PNR no
sentido de taxar esses gigantes multinacionais sobre o seu volume de
negócios em Portugal e na Europa, o que representaria muitos milhões de
euros a entrar nos cofres do Estado.
Carlos Teles, o segundo da lista,
debruçou-se sobre o tema mais sensível dos tempos actuais que consiste
na invasão imigrante, nomeadamente a islâmica, que constitui uma séria e
grave ameaça à soberania, identidade e matriz civilizacional das
Pátrias Europeias. Novamente, e sempre, o PNR ergue a prumo esta
bandeira da defesa da identidade e do combate à invasão imigrante e ao
multiculturalismo.
Por fim, o candidato João Patrocínio,
numa intervenção de vinte minutos, expôs o essencial da posição do PNR
perante a União Europeia, com palavras e ideias contundentes e
eloquência combativa que diversas vezes levou a assistência ao rubro,
com salvas de palmas entusiásticas e de pé. Explicou o modelo que o PNR
defende para a Europa, que passa pelo fim desta União Europeia
castradora, convertendo-a, por dentro, numa Confederação de pátrias
livres e soberanas, formando um bloco coeso, da economia à defesa, no
qual a soberania das nações estaria garantida, ao contrário do que hoje
se passa, em que esta foi transferida para Bruxelas e onde as leis
“europeias” se sobrepõem às nacionais.
João Patrocínio afirmou, preto no
branco, que o objectivo eleitoral do PNR não é outro se não o da sua
eleição para o Parlamento Europeu, onde, como primeiro deputado
nacionalista português assumirá uma posição de exigência de respeito por
Portugal. Somos uma nação com quase 900 anos de História que não tem de
andar a mendigar subsídios e a inferiorizar-se perante os outros países
que, até mesmo por isso, nos tratam com desrespeito. No Parlamento
Europeu, integrado no grupo dos partidos de Direita Nacional (que não é
do centro) – que se prevê venha a ser o maior – lutará em conjunto com
eles por esse objectivo: mudar a União Europeia por dentro, deixando de
ser nociva para os países que a compõem a fim de se tornar um bloco de
peso que possa enfrentar outros blocos, super-potências e todas as
ameaças que daí possam advir.
Seguiu-se, por fim, um amplo espaço de
questões que serviram também de reflexão e enriquecimento do programa
que por não ser estático estará sempre aberto a contributos que o
enriqueçam e aprofundem.
Como sempre, cantou-se o Hino Nacional e
deu-se por encerrada esta sessão que foi extraordinariamente
motivadora. No próximo dia 25 de Abril, realiza-se uma apresentação
idêntica no Porto.»
«Os deputados do PSD reuniram-se para falar sobre a
queixa de que Bruno Vitorino está a ser alvo por parte de duas deputadas
do BE: Joana Mortágua e Sandra Cunha. Em causa está um post
que o deputado do Barreiro fez no Facebook, onde questionava, a propósito
de uma sessão de esclarecimento numa escola levada a cabo por uma
organização LBGT, ‘Que porcaria é esta?’, considerando a sessão
“perversa” e uma “vergonha”. Reunida a bancada, Fernando Negrão conclui
que a queixa é um atentado à “liberdade de expressão” e à democracia,
tendo enviado uma carta ao Presidente da Assembleia da República a
queixar-se disso mesmo. “Pedagogia não é doutrinação”, diz.»
Excelente, Dr. Negrão. É para mim uma grande e agradável surpresa constatar que nem tudo está perdido entre os laranjinhas.
«A liberdade de expressão é sagrada, e no dia em que um deputado se sentir impedido de falar com receio de queixas que possam vir de outros deputados, então aí estaremos a matar a democracia”, disse o líder parlamentar social-democrata aos jornalistas no final da reunião, explicando que a carta redigida e endereçada a Ferro Rodrigues tem o propósito de impôr na agenda da conferência de líderes uma discussão sobre o tema.»
"No dia em que um deputado se sentir impedido de falar com receio de queixas" já teremos matado a democracia. Ela começa a morrer a partir do momento em que o cidadão comum tem receio, algo que acontece em Portugal logo desde o início desta Terceira República.
Sim, leram bem, eu estou a afirmar que nunca houve uma democracia em Portugal. Para haver democracia tem de haver liberdade de expressão. É condição sine qua non, não pode ser negociada. Mas nunca houve liberdade de expressão no nosso país, a própria Constituição proíbe a expressão de certas ideias e tendências políticas.
«Para Fernando Negrão, há uma diferença entre fazer “pedagogia” nas
escolas e “doutrinação”, considerando que a tal palestra de
sensibilização para as diferentes orientações sexuais levada a cabo numa
escola do Barreiro era “doutrinação” sobre crianças “de 11 anos”, e que isso sim devia ser motivo de “preocupação”.
Questionado sobre se se revia nas expressões usadas pelo deputado
(“perverso” e “vergonha”), Negrão disse que isso era “assessório” e que a
página de Facebook de cada um é um espaço “pessoal”, com “uma margem de
expressão muito maior”, mesmo tratando-se de alguém com um cargo
público.»
Evidentemente. Até porque a linguagem usado pelo deputado Vitorino é, a meu ver, bastante moderada. Eu iria muito para além do "perverso" e da "vergonha", eu diria mesmo que se trata de uma verdadeira filha da putice!
«Para Fernando Negrão, que lidera a bancada social-democrata, não é
igual um partido político ou uma associação LGBT ir falar a uma escola.
“Quando falo numa escola não digo que a democracia é o PSD, explico o
que é o sistema democrático e falo da pluralidade de partidos”, disse,
afirmando que, pelo contrário, uma associação LGBT “faz doutrinação em
vez de pedagogia” sobre as crianças.»
Agora vamos ver como é que o bilderberguer modernaço Rui Rio vai reagir a isto. Espero estar enganado mas, conhecendo a peça, o Dr. Negrão pode muito bem ter os dias contados à frente da bancada parlamentar do PSD...
Aqui fica mais um episódio da excelente e cada vez mais relevante série "Portugal Desintegrado", da autoria do nosso já conhecido Ilo Stabet.
Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes.
Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo
e, para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem
comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com
ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!
Repare-se que estas deputadas são as mesmas hipócritasque disseram que o juiz Neto de Moura "não sabia conviver com a liberdade de expressão" por processar as pessoas que o injuriaram. Tanta falta de vergonha na cara impressiona!
«As deputadas do Bloco de Esquerda Joana Mortágua e Sandra Cunha vão
apresentar uma queixa na Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género
(CIG) contra o deputado do PSD Bruno Vitorino. Em causa está um
comentário que o também vereador da Câmara Municipal do Barreiro fez
sobre uma palestra na Escola Básica 2/3 da Quinta da Lomba, no
Barreiro, que pretendia “promover a igualdade de género” e “sensibilizar
os alunos para as diferentes orientações sexuais”.
Numa publicação na sua página de Facebook no passado dia 8 de Março, Bruno Vitorino criticou esta iniciativa, considerando-a “uma vergonha” e “uma porcaria” por entender que “é perverso” ver “adultos a avançar sobre este campo junto de crianças”. Um post que foi entretanto eliminado da rede social depois de ter sido denunciado.»
É lamentável que o deputado tenha eliminado a posta. Foi um erro da sua parte, porque dá a entender que haveria lago errado na posta, quando não havia.
«Um dia depois, o deputado social-democrata voltou ao tema novamente no
Facebook. “Nunca discriminei ninguém em função da sua orientação sexual,
do seu partido político, da sua raça, cor de pele, religião ou clube ou
seja o que for. Tenho amigos homossexuais, heterossexuais, e muitos que
nem sei que orientação têm ou deixam de ter. Mas não aceito este tipo
de “doutrinação” nas escolas com miúdos destas idades. Ainda mais com
associações totalmente duvidosas. Acho uma vergonha”, escreveu num tom
menos agressivo do que na publicação original.»
O deputado laranjinha está coberto de razão! É efectivamente doutrinação, é lavagem cerebral desde tenra idade para programar as crianças e fazê-las aceitar o que é totalmente inaceitável, a sodomia e o hedonismo degradante dos invertidos. Espero que o deputado se mantenha firme, mas devo dizer-lhe que está no partido errado. Em Portugal, só há um partido onde os conservadores são aceites, o Partido Nacional Renovador (PNR). O PSD não é lugar para um homem que percebe a realidade do marxismo cultural e a terrível influência do lóbi guei na nossa sociedade.