Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):
«O jornal Público, de
esquerdopatia concentrada, deu à estampa um artigo da consagrada
historiadora Maria de Fátima Bonifácio e que levou o seu director a
pedir desculpas pelo mesmo: “Cometemos um erro de análise e de
avaliação”, lê-se na conclusão do seu editorial.
No dito artigo -que tem provocado a ira
dos novos inquisidores que, qual polícia política do pensamento único,
dispara a costumeira rajada de rótulos e persegue com um bullying
social-, esta reconhecida intelectual desmonta a fábula
pseudo-igualitarista do Partido Socialista que pretende ”implementar a
discriminação positiva para as minorias étnico-raciais”, inscrevendo
esse tópico no seu programa eleitoral para as próximas legislativas.
Todos sabemos que a chamada
“discriminação positiva” não é senão um racismo camuflado que sacrifica o
mérito e o mais elementar sentido de justiça ao facto de se nascer
preto, cigano ou o que seja. Tal não deixa de adquirir um carácter
bizarro quando somos bombardeados por uma narrativa que afirma não
existirem raças… A confusão reina nas mentes liberais e esquerdistas, o
que não é novidade, mas percebe-se também que chafurdam cada vez mais
fundo na negação das realidades e mergulham na flagrante contradição.
Esta gente é tão insensata que pretende combater o suposto “racismo” e
“xenofobia”, existente sobretudo no seu imaginário, através da política
discricionária das quotas. A cegueira por levar a sua agenda insana por
diante acaba por produzir o efeito contrário: gerar a revolta e o
sentimento de injustiça nas pessoas e, precisamente por causa disso, espoletar um racismo irracional, primário e igualmente cego.
Leia-se, pois, o artigo desta enorme
figura da cultura portuguesa, que não se rende perante a ditadura do
politicamente obrigatório, a quem louvamos a coragem e verticalidade de
se manter de pé frente à estupidificação generalizada que nos querem
impor, eliminando desonestamente o contraditório que defende a verdade o
senso comum.»
















