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sexta-feira, 12 de julho de 2019

O PNR sobre o caso da historiadora Maria de Fátima Bonifácio


 Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«O jornal Público, de esquerdopatia concentrada, deu à estampa um artigo da consagrada historiadora Maria de Fátima Bonifácio e que levou o seu director a pedir desculpas pelo mesmo: “Cometemos um erro de análise e de avaliação”, lê-se na conclusão do seu editorial.

No dito artigo -que tem provocado a ira dos novos inquisidores que, qual polícia política do pensamento único, dispara a costumeira rajada de rótulos e persegue com um bullying social-, esta reconhecida intelectual desmonta a fábula pseudo-igualitarista do Partido Socialista que pretende ”implementar a discriminação positiva para as minorias étnico-raciais”, inscrevendo esse tópico no seu programa eleitoral para as próximas legislativas. 

Todos sabemos que a chamada “discriminação positiva” não é senão um racismo camuflado que sacrifica o mérito e o mais elementar sentido de justiça ao facto de se nascer preto, cigano ou o que seja. Tal não deixa de adquirir um carácter bizarro quando somos bombardeados por uma narrativa que afirma não existirem raças… A confusão reina nas mentes liberais e esquerdistas, o que não é novidade, mas percebe-se também que chafurdam cada vez mais fundo na negação das realidades e mergulham na flagrante contradição. Esta gente é tão insensata que pretende combater o suposto “racismo” e “xenofobia”, existente sobretudo no seu imaginário, através da política discricionária das quotas. A cegueira por levar a sua agenda insana por diante acaba por produzir o efeito contrário: gerar a revolta e o sentimento de injustiça nas pessoas e, precisamente por causa disso, espoletar um racismo irracional, primário e igualmente cego. 

Leia-se, pois, o artigo desta enorme figura da cultura portuguesa, que não se rende perante a ditadura do politicamente obrigatório, a quem louvamos a coragem e verticalidade de se manter de pé frente à estupidificação generalizada que nos querem impor, eliminando desonestamente o contraditório que defende a verdade o senso comum.»

terça-feira, 9 de julho de 2019

Propaganda à mestiçagem num anúncio do Banco Montepio


     Um muito obrigado! ao João Rodrigues por nos ter trazido aqui este videozinho curtinho, mas bastante sintomático e esclarecedor da forma como o capitalismo selvagem incentiva descaradamente à mestiçagem e, um pouco menos descaradamente, à cornice mansa. Trata-se de um anúncio a um crédito de habitação para viver "a três"... vejam e tirem as vossas próprias conclusões, caros leitores!



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Espera lá, parece haver aqui uma tendência...

Propaganda à mestiçagem num anúncio de fraldas do Pingo Doce
A Gillette volta a atacar: o seu novo anúncio é protagonizado por um negro "transgénero"
«A Única Mulher»... e o "jovem" único 

quinta-feira, 4 de julho de 2019

«Homem-aranha: Longe de Casa»: mais um filme a boicotar!


    Está em exibição nas salas de cinema mais um filme da Marvel/Disney!... Ou seja, mais lavagem cerebral hollywoodesca anti-racista, feminista e pró-globalização! Como é que eu sei, se nunca vi o filme? Bem, há vários trailers disponíveis na net, mas nem é preciso vê-los, basta olhar para as imagens que acompanham os incontáveis artigos sobre o filme. Por exemplo:


Depois de ter tido uma namorada mestiça no primeiro filme, o
 Homem-aranha arranjou... outra namorada mestiça! Viva a diversidade!!!


Na banda desenhada original, o Peter Parker só namorava com moçoilas brancas (Gwen Stacy, Mary Jane Watson, Felicia Hardy)... mas isso era demasiado racista, pá! É preciso actualizar as personagens para melhor se enquadrarem nos parâmetros da "modernidade"!

Já agora, o melhor amigo do Peter Parker era o lingrinhas Harry Osborn, filho do terrível Norman Osborn, o Duende Verde, precisamente o maior inimigo do herói aracnídeo. Só que a família Osborne era demasiado... hum... demasiado branca para o séc. XXI! Por isso, o melhor amigo do Peter Parker é agora um havaiano gorducho a quem deram o nome de Ned Leeds! Perceberam? Havaiano (viva a diversidade) e gorducho (abaixo os padrões de beleza patriarcais)! Só acho mal o nome Ned Leeds... ainda soa demasiado a homem branco, pá!


 Da esquerda para a direita: o Homem-aranha, o seu melhor amigo e a sua namorada. Que vibrante, pá!


Sabem qual é a parte mesmo gira nesta história, caros leitores? É que o Ned Leeds não foi criado propositadamente para o Universo Cinematográfico da Marvel, ele já existia nas bandas desenhadas originais! Quer dizer, mais ou menos... comparem o Ned dos filmes com o Ned original:



"O quê!? Não! Esse havaiano gordo não tem nada a ver comigo!!!"


Epá, ó Ned original, não sejas racista! É claro que ele tem tudo a ver contigo, a raça é uma construção social! E a gordura é apenas um estado de alma, basta que o novo Ned se identifique como magro para ser magro! A propósito, o Ned modernaço também tem uma namorada... bem branquinha, é claro!



Já agora, o segundo caramelo a contar da esquerda é, supostamente, o terrível Flash Thompson, o "bully" que atormentou o Peter Parker durante anos a fio! É realmente curioso, porque o Flash Thompson original era assim:


Tem tudo a ver não tem?... Pobre Flash, deve ter ido passar umas férias à Índia e apanhou tanto sol e calor que agora parece um dos filhos betinhos do António Costa! Isto para não mencionar o habitual Nick Fury, outra figura maior da Marvel que adquiriu um "bronze" demasiado pronunciado.



À esquerda, Nick Fury em versão racista; à direita, Nick Fury em versão "moderna".

 
Agora vem a parte mesmo gira, caros leitores... sabem o que é o actor Tom Holland, que dá corpo à personagem principal do filme (o Homem-aranha), tem a dizer sobre tudo isto? Sabem? Ora leiam:


«Spider-Man star Tom Holland has said that the future of the Marvel Universe will need to include greater representation in terms of race, gender and sexuality. “The world isn’t as simple as a straight white guy,” the actor told the Sunday Times. “It doesn’t end there, and these films need to represent more than one type of person.”Holland also suggested that Marvel is already actively planning to include further representation and diversity in its forthcoming films, and said that a possible queer superhero is likely.“Yeah, of course,” he said.»

Preciso de dizer mais?... Boicotem esta merda, caros leitores! 

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Ver também:


Os verdadeiros nacionalistas devem boicotar os filmes da Marvel
"Capitã Marvel", mais um filme a boicotar
"X-men: Fénix Negra": mais um filme a evitar!
"Jovem" hollywoodesco diz que não quer mais homens brancos como protagonistas principais dos seus filmes  
E ainda mais lixo feminista: vejam só o trailer do novo, ou melhor, da nova Terminator!
Nova série de TV tem como protagonista uma mulher-morcego fufa e guerreira da (in)justiça social

domingo, 30 de junho de 2019

O Diário de Notícias celebra o genocídio dos portugueses alentejanos!





Espero que esta notícia sirva de exemplo a todos os "anjinhos" que andam sempre a dizer que os "refugiados" ou os "(i)migrantes" não querem nada com Portugal... deixem de ser palermas e de fazer o jogo dos globalistas! Entendam de uma vez por todas: os buracos de onde esta gente vem são tão maus, mas tão maus, que haverá sempre quem aceite viver em Portugal nas piores condições possíveis! E isto só se evita fechando as fronteiras, deportando os transgressores e prendendo os patrões sem escrúpulos!

quinta-feira, 6 de junho de 2019

"X-men: Fénix Negra": mais um filme a evitar!


       Mais um filme da Disney para meter nojo aos cães, às pulgas e até aos vermes dentro das pulgas! Mais engenharia social neomarxista, mais feminismo de dar vómitos às próprias retretes, mais misandria de fazer ferver o sangue! Vejam só esta cena "giríssima", caros leitores, em que a Raven sugere ao lendário Professor X mudar o nome dos X-men para... X-women! Girl power, yay!

Ah, e já agora, não se esqueçam de que a Jennifer Lawrence (Raven) é aquela fulana que em tempos disse que o Presidente Trump era responsável pelos furacões! E també não se esqueçam que a fulana que faz de Jean Grey (Fénix Negra) disse que se recusava a trabalhar em qualquer estado onde o aborto fosse ilegal...




E por falar em aborto...


Esta tipa anda sempre com a língua de fora! Começou a sua "carreira" precisamente na Disney, ao encarnar a personagem "infantil" Hannah Montana. Coincidência?... Não creio!

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Ver também:

E ainda mais lixo feminista: vejam só o trailer do novo, ou melhor, da nova Terminator!
Nova série de TV tem como protagonista uma mulher-morcego fufa e guerreira da (in)justiça social
Lembrete: os verdadeiros nacionalistas devem boicotar os filmes da Marvel
"Jovem" hollywoodesco diz que não quer mais homens brancos como protagonistas principais dos seus filmes 
"Capitã Marvel", mais um filme a boicotar

terça-feira, 28 de maio de 2019

A Gillette volta a atacar: o seu novo anúncio é protagonizado por um negro "transgénero" a fazer a barba pela primeira vez


     Eu sei que tinha prometido fazer um comentário às Eleições Europeias, mas já só falta apurar dois consulados, pelo que decidi esperar pelo resultado final antes de me pronunciar.

O título desta posta diz tudo. Depois de ter feito um anúncio absolutamente lamentável em que atacava a masculinidade, a Gillette continua na senda da (in)justiça social, abraçando agora também o transsexualismo. Aqui fica o novo anúncio em causa: 




Vou deixar aqui esta paródia feita em resposta à nojice acima...


Moral da história? Boicotem a Gillette, caros leitores!...

sexta-feira, 24 de maio de 2019

João Patrocínio denuncia a censura da SIC, a estação de fake news do bilderberguer Balsemão


     Estas imagens foram gravadas no passado dia 7 de Maio, aquando da exclusão do PNR de um debate promovido pela SIC, a estação de televisão do bilderberguer Balsemão. Esta censura descarada por parte dos lacaios do sistema justifica só por si o voto no único partido nacionalista português!




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Leituras complementares:

José Pinto-Coelho comenta a censura vergonhosa da SIC, a estação de televisão do bilderberguer Balsemão
A SIC, a estação de televisão do bilderberguer Balsemão, censura o PNR!

E ainda mais lixo feminista: vejam só o trailer do novo, ou melhor, da nova Terminator!


      Depois de ontem termos visto a nova Batwoman lésbica e guerreira da (in)justiça social, hoje temos a nova 'exterminadora implacável', uma lingrinhas loira praticamente sem rabo nem mamas, corte de cabelo à rapazinho e um ar repugnante de Brie Lars... eeer... perdão, um ar modernaço e refrescante de lambedora de carpetes, que é salva pela avozinha Sara Connor, heroína dos primeiros dois filmes. Apesar de só ter 63 anos, a Linda Hamilton parece quase uma velhinha de 80, com os braços flácidos e um pescoço de galinha. A sério, a minha avó tinha melhor aspecto aos 90 anos do que esta tipa aos 60 e poucos, sendo que a minha avó nem sequer tinha acesso à multiplicidade de tecnologias dermoestéticas que as prostitut.. eeer... perdão, as actrizes de Hollywood têm ao seu dispor.

Seja como for, a Sara protege a lingrinhas, que por sua vez protege uma miúda com ar de mexicana. Que moderno e progressista, pá! Viva a diversidade! Mas claro, o exterminador "mau" continua a ser um homem, embora também ele com ar mestiço. A certa altura do trailer ainda aparece o bom e velho Arnaldo, que parece ter apenas um papel secundário neste filme. Girl Power! Yay!!!

Ora, o mesmo fulano irlandês que arrasava a Batwoman no vídeo anterior,  decidiu comentar o trailer que foi ontem divulgado:


quinta-feira, 23 de maio de 2019

Mais lixo feminista: nova série de TV tem como protagonista uma mulher-morcego fufa e guerreira da (in)justiça social


      Para quem ainda tem paciência suficiente para ligar a televisão, vem aí uma nova série de super-heróis "moderna" e "vanguardista" que nenhum soyboy que se preze deve perder: a Batwoman! Não confundir com o Batman, que esse gajo é misógino, patriarcal e sexista, pá!... Trata-se antes da Batwoman, a mulher-morcego, uma heroína lésbica e progressista, completamente nova e super-original... mas que no fundo não passa de uma versão rasca do Batman com vagina! Confuso?

Não se preocupe, caro leitor, temos um trailer perfeitamente esclarecedor e também o vídeo que se segue, no qual um fulano irlandês desconstrói habilmente a propaganda femiestalinista:


segunda-feira, 6 de maio de 2019

A SIC, a estação de televisão do bilderberguer Balsemão, censura o PNR!






"De acordo com os seus critérios editoriais", disseram os cretinos, como se pudesse haver "critérios editoriais" a considerar quando se trata de debates para eleições. É este o espírito democrático dos donos disto tudo! Isto é censura descarada, esta gente da SIC não tem um pingo de vergonha na cara!




Ao arquivar as queixas do PNR, a ERC e a CNE são coniventes com a censura me(r)diáica! É este o Portugal de Abril, "livre e democrático", onde os patrões globalistas podem censurar à vontadinha!

Confirma-se mais uma vez mais que o PNR é o único partido político português que mete medo aos senhores do sistema. Confirma-se mais uma vez que só o Nacionalismo é solução!!!

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Lembrete: os verdadeiros nacionalistas devem boicotar os filmes da Marvel


     Amanhã estreia o novo filme da Marvel, "Vingadores: Endgame". Tenho reparado que há uma grande expectativa, entre a população masculina em geral -e até mesmo entre "homens" que já têm idade para ter juízo- em relação ao filme. Muitos confessam abertamente a sua vontade de irem a correr gastar o seu dinheiro em três horas de "entretenimento" juvenil e verem mais um festival de lugares-comuns, graçolas infantis, girl power de dar vómitos e batalhas intermináveis em CGI, cheias de explosões, luzinhas coloridas e muitos flashes.

Normalmente eu não teria nada contra isso, cada um é livre de gastar o seu dinheiro como bem entender. E eu até me fartava de ler bandas desenhadas da Marvel (e da DC) quando era adolescente, pelo que não condeno ninguém por gostar de super-heróis. Porém, como já expliquei a propósito do filme Capitã Marvel, o cinema norte-americano é um inimigo declarado do Nacionalismo e cada euro que dermos a Hollywood será mais um prego no caixão da raça branca.




Por exemplo, aquando da eleição do Presidente Trump, vários actores dos filmes da Marvel apelaram aos eleitores norte-americanos que não votassem no Donaldo porque ele era "racista" e "misógino". Entre eles constavam a mega-estrela Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Mark Ruffalo (Hulk), Don Cheadle (Máquina de Guerra ou Patriota de Ferro nas versões brasileiras), James Franco (Harry Osborne na primeira trilogia do Homem-Aranha), e Cobie Smulders (agente Maria Hill).

O fulano que dá corpo ao Capitão América já disse várias vezes que não gosta dos apoiantes do Presidente Trump, criticando em particular o jogador da NFL Tom Brady por apoiar o Presidente.

A Marvel tem um historial de promoção da (in)justiça social, sobretudo da ideologia feminista e de incontáveis apelos à miscigenação. Há vários personagens da Marvel que eram originalmente brancos e que foram sendo gradualmente substituídos por negros, como por exemplo Nick Fury, Heimdall, Valquíria e até o Homem-Aranha. Há inclusivamente uma versão feminina do Thor!

Eu podia dar aqui muitos mais exemplos, mas não me vou alongar mais, senão já sei que ninguém vai ler. O ponto é este: não podemos ter o sol na eira e a chuva no nabal. Quem quiser realmente salvar a raça branca, não pode andar a enriquecer os seus maiores inimigos, justamente aqueles que mais a querem destruir. Isto não é radicalismo, é a realidade. Se vocês nem sequer conseguem resistir a irem ver a propaganda inimiga, ainda por cima pagando por ela, vocês não merecem ser salvos. Tudo na vida tem um preço, tudo o que vale a pena implica sacrifícios.

terça-feira, 16 de abril de 2019

Paul Joseph Watson: «EUA e Rússia: A Maior Fake News de toda uma Geração» (com legendas)


     Uma das provas mais contundentes de que não existe uma verdadeira democracia em Portugal é a forma como as "nossas" elites olham para os mé(r)dia norte-americanos. Todo o bom iluminado "tuga", do esquerdalho bloquista à direitinha da islamófila Cristas, faz questão de falar mal da Fox News, a "estação de televisão dos parolos rurais da América", e de tecer elogios rasgados à CNN e à MSNBC, veículos de propaganda completamente controlados pelo Partido "Democrata".

Neste vídeo, o grande PJW mostra-nos porque é que as "nossas" elites" é que são os verdadeiros parolos. E porque é que os portugueses que votam nessa gente são pior do que parolos, são autênticos analfabetos, mesmo quando têm diplomas universitários...


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Ver também: 

A montanha pariu um rato: Trump ilibado de ligações à Rússia

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Delicioso: o al-Público está em estado de desespero total!


     Já não passava os olhos pela "nossa" imprensa há alguns dias, pelo que só recentemente descobri que o execrável al-Público (ou afro-Público, se preferirem) entrou em modo de desespero absoluto:




"Pense bem, pense Público", apelam os doutrinadores neomarxistas deslavados, como se se alguém pudesse arvorar-se de "pensar bem" no que respeita àquilo que é quase sempre do foro político -e por isso opinativo e altamente subjectivo. Sobretudo quando aquilo que os "jornalistas" do al-Público fazem, na esmagadora maioria dos casos, é limitarem-se copiar notícias ou estilos de "crítica social" de outros jornais europeus e norte-americanos, em particular dos pós-modernistas e neomarxistas al-Guardian e Washington Bosta... eeer... perdão, Post.

O último parágrafo  do texto acima chega até a meter nojo, de tão hipócrita, cínico e condescendente: «o seu apoio aos valores de uma sociedade aberta, tolerante e solidária». Ou seja, exactamente o contrário de tudo aquilo que o al-Público é na realidade, um jornal onde se apela constantemente à censura política, em particular non que respeita aos nacionalistas, onde os comentários dos leitores são sistematicamente eliminados por trolls dedicados, onde as críticas à (des)União Europeia, as mentiras, meias-verdades e distorções sobre o Brexit, sobre Matteo Salvini, sobre Marine Le Pen, sobre Viktor Orbán, sobre o Presidente Trump e tantas outras personalidades e acontecimentos são uma constante, sem que nunca, mas NUNCA seja concedido o direito ao contraditório. Não, não há nada de "aberto" nem de "tolerante" no inenarrável al-Público... e a única solidariedade que o jornal fundado pelo capitalista selvagem Belmiro da Xoné tem é para com os delinquentes africanos dos bairros da Jamaica e afins ou para com os "refujiadistas" parasísticos.

Mas a lata destes canalhas não fica por aqui, eles chegam mesmo ao ridículo de se saírem com esta:




Ou seja: «Quer continuar a ler a valente merda que nós publicamos e continuar incógnito? Então dê-nos o seu nome, morada, IP, NIB e sabe-se lá que mais! Dê-nos os seus dados pessoais todos, que nós prometemos não os dar a mais ninguém, hã! ;)»

Vão mas é para o caralho, seus grandessíssimos estafermos! Eu não vos dava nem sequer o suor dos meus tomates, seu bando de vigaristas!!! Espero que o vosso jornal MORRA!!! Espero sinceramente que vocês acabem todos no desemprego, como acabaram aqueles cabrões do Buzzfeed que só escreviam mentiras e delírios de (in)justiça social! Donald Trump tinha toda a razão quando o afirmou: «os média são inimigos do povo». E o al-Público é apenas uma entre milhões de provas dessa realidade.

Portugal merece melhor, muito melhor do que o al-Público! Os portugueses merecem informação de verdade e de qualidade, merecem ouvir os dois lados de cada história! E qualquer pessoa que pague para ler o vosso o al-Público merece pena, na melhor das hipóteses...

quinta-feira, 28 de março de 2019

O Fuçaslivro vai apertar ainda mais a malha aos nacionalistas


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia. Ela foi redigida em português do Brasil, por isso tenham paciência...

«O Facebook vai ampliar a sua definição de "discurso de ódio" para enquadrar "nacionalistas brancos" e "separatistas brancos." Anteriormente, a empresa permitia postagens desses grupos, apesar de proibir há muito tempo a "supremacia branca".»

 "A longo prazo, a minha rede social terá apenas globalistas e guerreiros da (in)justiça social!"

«Numa publicação nesta quarta-feira (27), a rede social disse que anteriormente ligava expressões do nacionalismo branco a conceitos mais amplos de nacionalismo e separatismo - como o orgulho americano ou o separatismo basco, ambos ainda permitidos.
Mas grupos de defesa dos direitos civis e académicos chamaram essa visão de "equivocada" e há muito pressionam a empresa a mudar sua postura. O Facebook diz que concluiu após meses de "conversas" com eles que o nacionalismo e o separatismo branco não podem ser significativamente separados da supremacia branca e dos grupos de ódio organizados.»

Perceberam o que aconteceu aqui, caros leitores? "Grupos de defesa dos direitos civis e académicos"! Os nacionalistas bem podem espernear contra a censura do Facebook e têm bastantes razões para isso. Mas culpar apenas o Facebook é uma atitude extremamente míope. O grande problema é que houve pessoas e grupos de interesse que pressionaram o Facebook a agir, i.e. houve alguém que se mexeu em nome da sua mundivisão e objectivos políticos... enquanto os nacionalistas, conservadores e direitinhas em geral cruzaram os braços!

Quando eu falo em guerra cultural é precisamente a isto que me refiro. A esta poderosíssima influência sore a sociedade a todos os níveis. O esquerdalho sabe fazer lobbying, sabe influenciar a opinião pública e pressionar as figuras-chave da sociedade, mesmo que essas figuras-chave sejam líderes das corporações mais poderosas do mundo. É por isso que temos a Gillette a fazer anúncios misandristas, a Disney a fazer filmes cheios de engenharia social multirracialista e homossexualista, a Starbucks a oferecer empregos aos "refugiados" e o Twitter e o Facebook a censurar opiniões antiglobalistas. O mundo é de quem melhor sabe lavar o cérebro das pessoas, o mundo é de quem melhor sabe perpetuar a sua narrativa.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Al-Público, o "jornal" em que a pornografia é elevada a arte


   Um muito obrigado! ao Zé do Burro por nos ter trazido aqui esta galeria de imagens que eu me recuso terminantemente a reproduzir aqui no TU. A "jornalista" que republicou esta valente porcaria dá-nos a entender que se trata de arte quando, na verdade, se trata simplesmente de pornografia:

«Ao longo do ano de 2018, a britânica Laura Stevens convidou cerca de 50 homens para serem fotografados nus, em sua casa, na sua cama. Em todos os casos, Laura observou, eles posaram. Eles frágeis, vulneráveis; ela dominante, directiva. 
As fotografias são silenciosas, lânguidas, suaves. ”Eu quero mostrar o corpo masculino a partir de um olhar feminino. Quis afastar-me das representações de masculinidade mais óbvias — dureza, força, virilidade (…). Interesso-me, geralmente, por fotografar a vulnerabilidade, a sensibilidade, sejam de origem masculina ou feminina.”»

Ou seja, a criatura que tirou esta nojice de fotos acha que olhar para homens nus é um acto feminista, desde que os homens nus estejam prostrados a seu gosto. Se esta merda tivesse sido publicada no Correio da Manhã seria um escândalo. Mas como foi no Al-Público, o jornal das elites "bem pensantes" da Tugalândia, temos aqui uma obra de arte...

segunda-feira, 25 de março de 2019

A montanha pariu um rato...




Ou seja, os mesmos mé(r)dia que passam o tempo todo a dar-nos sermões sobre fake news estiveram os últimos dois anos a tentar perpetuar a notícia falsa de que Trump seria uma espécie de agente russo. E agora? Será que vamos ouvir ou ler um pedido de desculpas? Será que vamos ter pelo menos uma retracção das milhares de notícias, crónicas e artigos de "opinião" que davam como certa a hipótese de Trump ser uma marioneta de Putin?

É claro que não. Um dos maiores problemas do Ocidente é mesmo esse, os mé(r)dia são praticamente inimputáveis. Podem publicar tudo e mais alguma coisa, todas as mentiras e mais alguma, que raramente lhes acontece alguma coisa, raramente há consequências. A situação é particularmente grave aqui em Portugal, onde a esmagadora maioria dos "tugas" continua a engolir alegremente todas as tretas que a elite me(r)diática lhes enfia pela goela abaixo... eu perdi a conta às pessoas que, aqui no rectângulo, se convenceram de que Trump era mesmo um agente russo. Cheguei a ser insultado por algumas delas, apenas por lhes dizer que ainda não tinha visto quaisquer provas do famigerado "conluio". Um povo que se deixa manipular tão facilmente não merece ser livre. E grande parte dos nossos problemas decorre disso mesmo, engolimos demasiado facilmente todas as tretas que nos impingem...

domingo, 24 de março de 2019

Helena Matos sobre a diferença de tratamento dado pelos mé(r)dia aos diferentes terroristas


     A Helena Matos é uma das poucas escribas que ainda se aproveitam no cada vez mais abominável Observador da direitinha. Uma das razões para que assim seja é que ela tem uma capacidade notável de, em apenas alguns parágrafos, pôr em evidência a hipocrisia escandalosa dos donos disto tudo:
«Após uma leitura aturada dos jornais desta semana venho propor uma nova classificação para o terrorismo/terroristas. A saber:

1. O terrorista anti-islâmico que como o nome indica ataca mesquitas e muçulmanos. Na Nova Zelândia tivemos um caso claro deste tipo de terrorismo. Vimos o rosto e soubemos o nome deste terrorista. Não houve dúvidas sobre as suas intenções.

2. O terrorista. Apresentado unicamente como terrorista opera geralmente em África e na Ásia. Tem os cristãos como alvos. Mas nunca é apresentado como anti-cristão ou anti o quer que seja. É terrorista apenas ou preferencialmente “membro de grupo armado”. Não tem nome nem rosto. As suas vítimas são igualmente desprovidas de qualquer elemento que as identifique.
3. O terrorista sem motivação. Trata-se de um endemismo europeu: alguém que age como terrorista, faz atentados, fere e mata. Mas uma vez detido as autoridades têm dificuldade em detectar-lhe motivações terroristas mesmo que o terrorista dito sem motivações confesse, grite e reivindique o seu ódio aos cristãos e ao Ocidente. Numa evolução recente o terrorista sem motivação transformou-se no perturbado [ou como nós dizemos aqui no TU, "maluquinho"] que pratica actos que parecem terrorismo mas não são terrorismo. Ou só são admitidos como tal quando o atentado já desapareceu das notícias. Por exemplo, no atentado que teve lugar esta semana  em Utrech o terrorista até fez questão de redigir uma carta a dar conta das suas motivações mas mesmo assim  ainda não está claro que ele estivesse mesmo motivado.

O tipo da esquerda é um "terrorista anti-islâmico". O tipo da direita é apenas um "maluquinho".

4. O terrorista invisível autor de atentados não referidos. Em Itália um homem sequestrou esta semana um autocarro, com 51 crianças lá dentro. Amarrou-as e, em seguida, incendiou o autocarro. Anunciou-lhes que iam morrer porque ele queria protestar desse modo contra as mortes de imigrantes no Mediterrâneo. Após uma perseguição policial as crianças foram retiradas do autocarro em chamas e o homem em questão, um cidadão nascido no Senegal, foi detido e as crianças libertas. Graças ao efeito terrorista-invisível este atentado pouco foi noticiado. O terrorista invisível, autor de atentados ainda mais invisíveis é a versão mais moderna do terrorista sem motivação.

Actualização: o Ilo Stabet trouxe-nos aqui este link com o caso referido pela Helena no ponto 4. Muito obrigado, caro Ilo!

sábado, 23 de março de 2019

Cinema "português": propaganda pró-mestiçagem revoltante


Um muito obrigado! ao Fuas Roupinho por nos ter trazido aqui este vídeo que mete nojo aos cães, às pulgas e até aos vermes dentro das pulgas. Trata-se do trailer de um filme "tuga" de que, felizmente, eu nunca tinha ouvido falar, mas que é do mais cretino que existe. O Fuas Roupinho resumiu muito bem o que está em jogo no seu comentário:

«Afonso, repara no novo filme português a estrear esta semana, o herói escurinho, contra os polícias brancos portugueses malvados e a branca loira que fica com ele. A narrativa nunca muda é sempre isto, estão mesmo apostados em acabar com os portugueses brancos.»

Perfeito! Em três linhas, ficou tudo dito. É para mim um motivo de grande orgulho ter aqui no TU vários leitores com a inteligência do Fuas Roupinho. Durante muitos anos, eu tive (e continuo a ter) grandes dificuldades em fazer entender às pessoas a enorme toxicidade dos nossos mé(r)dia. A par do sistema (des)educativo, os mé(r)dia são os principais responsáveis por moldar o imaginário e a mundivisão dos nossos jovens, lavando-lhes o cérebro bem lavadinho logo desde tenra idade. É a esse processo que eu chamo guerra cultural, que mais não é do que a aplicação prática da Teoria Crítica. A Direita ocidental tem perdido essa guerra de uma forma verdadeiramente espectacular, porque não tem sabido contrariar a formatação ideológica imposta pelo esquerdalho e pela direitinha neoliberal.

Vejam bem esta valente merda, caros leitores. Faço notar que este não é o primeiro filme deste género, já nos anos 90 houve o famoso "Zona J", outro verdadeiro nojo de filme financiado em parte com o dinheiro dos nossos impostos e em que um preto e uma branca viviam um "amor proibido", acabando por se suicidar por term sido "rejeitados pela sociedade". Vejam e digam de vossa sentença!