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segunda-feira, 25 de março de 2019

Mais um "refugiado" que foi apanhado a roubar no nosso país


     Há pouco mais de um mês, eu reportei aqui no TU o caso de um "refugiado" africano (notar as aspas) de 34 anos que foi apanhado a roubar uma loja em Loures (porque "os melhores são os que partem!").

Pois bem, temos agora um segundo "refugiado", que estava alojado exactamente mo mesmo centro de "pobres coitadinhos fugidos à guerra" e que também decidiu "fazer aquilo que os portugueses não querem fazer":

«Um "refugiado" palestiniano, natural da Síria, está a cumprir uma pena de dois anos e quatro meses de prisão, após ter sido condenado por um crime de roubo que foi cometido 22 dias depois da sua entrada em território português. Foi o único de seis suspeitos a ser identificado, detido e condenado.


O crime aconteceu em Janeiro do ano passado, no dia 22 às 03.30, em Lisboa. O homem de 27 anos tinha chegado a Portugal no dia 1 do mesmo mês e desde que foi detido, logo na madrugada da ocorrência, não saiu mais da prisão. Da sentença do Juízo Local Criminal de Lisboa já houve decisão em recurso, com o Tribunal da Relação de Lisboa a confirmar a pena, rejeitando as questões colocadas pela defesa do arguido: a falha no reconhecimento do arguido pelo ofendido em audiência de julgamento, a qualificação do crime como roubo consumado e a não suspensão da pena.
Naquela madrugada do ano passado, um homem apanhou um táxi com o destino a ser o Porto de Lisboa, onde estava o navio em que trabalhava. Durante o percurso, o taxista, que as autoridades não conseguiram identificar (apenas se determinou que se tratava de veículo da marca Mercedes), parou junto a uma pensão. Nesse momento, um grupo de cinco indivíduos arrastou o homem para fora do táxi e levou-o para o interior da pensão. Ali retiraram-lhe 400 euros em dinheiro e o telemóvel que valia 300 euros. A vítima foi depois para um quarto onde surgiu um homem, o "refugiado", que lhe pediu os cartões bancários e os respetivos PIN. O suspeito terá deixado a divisão momentaneamente e regressado depois, gritando que o ofendido o havia enganado ao fornecer códigos PIN errado. Mas eram verdadeiros, apurou-se em tribunal. Descreve a sentença que o "refugiado" atirou depois os cartões ao chão e saiu do quarto.
(...)

O Ministério Público pediu a expulsão do território português após o cumprimento da pena mas o juiz indeferiu. Esta questão não foi analisada no acórdão da Relação de Lisboa, datado do dia 12 de Março.»

Sublinho: o MP pediu a expulsão do alógeno criminoso, mas o juiz indeferiu! E ninguém protesta!!! É que citar a bíblia para confirmar sentenças de primeira instância é imperdoável, mas deixar criminosos estrangeiros permanecer no nosso país é perfeitamente normal... Portugal é isto, um país onde as prioridades estão todas ao contrário! E não esquecer: há mais cinco "seres humanos como nós" que participaram no assalto ao homem que ia no táxi e nunca chegaram a ser presos!

quinta-feira, 14 de março de 2019

Mais merda feminista na sociedade "tuga"


     A TVI e a SIC tem dois novos reality shows que, segundo consta, são de gosto muito duvidoso. Eu nunca os vi nem tenciono ver, mas é o que me dizem amigos e conhecidos. Seja como for, por muito má que seja a qualidade dos programas, esta atitude da Associação Portuguesa das Mulheres Juristas é inqualificável:

«A Associação Portuguesa das Mulheres Juristas vai avançar com uma queixa na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) contra os novos reality shows da TVI e da SIC. Em causa estão os programas que estrearam no passado domingo, “Quem quer namorar com o agricultor?”, da SIC, e “Quem quer casar com o meu filho?”, da TVI.


«Para a Associação das Mulheres Juristas, a ERC pode exigir a suspensão dos dois programas televisivos por estes violarem princípios do Direito Internacional de “combate aos papéis estereotipados de mulheres e homens”. Para além desta queixa, os programas já acumulam outras no regulador da comunicação social.»

Ou seja, estas fulanas da Associação Portuguesa das Mulheres Juristas querem CENSURAR estes programas da SIC e da TVI só porque não gostam do seu conteúdo! É esta a "democracia" das feministas! Alguém obrigou as concorrentes destes programas a participar? Não, pois não? Então quem são estas tipas para quererem decidir o que é ou deixa de ser aceitável? Cada vez dou mais razão ao Orlando Braga quando ele diz que "o Feministão é a antítese simétrica do Islão"!

sábado, 2 de março de 2019

Em defesa do juiz Neto de Moura contra o feminismo justiceiro populista


      O juiz Neto de Moura decidiu processar algumas das "personalidades" me(r)diáticas que, nos últimos meses, o têm insultado, enxovalhado e até tentado fazer com que seja despedido. Veja-se, a título de exemplo, este vídeo absolutamente repugnante que o FdT nos trouxe (muito obrigado!, caro FdT). Julgo que Neto de Moura faz muito bem, porque há uma diferença entre discordar e injuriar. E ainda há uma diferença maior entre discordar e tentar destruir completamente, que é aquilo que essas "personalidades" estão a tentar fazer à carreira do juiz do Tribunal da Relação do Porto.

Este caso é muito mais importante do que parece. Não se trata apenas de um juiz do Porto contra um grupelho de "bem pensantes" lisboetas, não se trata apenas de um juiz tendencialmente conservador contra a elite cosmopolita, hedonista e modernaça da tugalândia (não confundir com Portugal). Desde logo porque Neto de Moura até será de Esquerda, não de Direita.




Nada disso, o que está aqui em causa é muito mais sério do que isso, o que está aqui em causa é a imposição de uma mundivisão mediante a qual, em caso de conflito entre o casal, os homens têm sempre toda e qualquer responsabilidade e as mulheres nenhuma. Uma mulher encorna o marido? Azar o dele, só tinha de virar as costas e arranjar outra, até porque o encornado tem sempre culpa, ele que fosse mais homem e não se deixasse encornar! O quê? Um dos votos do casamento é precisamente o de fidelidade? Epá, isso é uma coisa muito antiquada, quase medieval! O que é mesmo moderno é o poliamor, pá! Um marido prega um par de estalos na mulher? Que bruto, é claro que ela não fez nada para o merecer... e mesmo que fizesse, quando uma mulher bate é por carinho, quando um homem bate é por maldade! 

Em suma, de um lado temos o feminismo justiceiro populista que, se for preciso, até defende os gangues de criminosos violadores pedófilos muçulmanos, mas que depois fica todo indignadinho quando um homem branco dá um tabefe na sua mulher (nota para imbecis: eu não estou a defender que um homem possa bater na sua mulher, estou apenas a dizer que a maioria das agressões tem um contexto e que não surge espontaneamente a partir do nada).  Do outro lado, temos a razoabilidade daqueles que percebem que, entre dois adultos, há sempre culpas de parte a parte, mesmo que uma das partes tenha mais culpa do que a outra. Quanto mais não seja porque, em algum momento das suas vidinhas "inocentes", as "santinhas" das mulheres escolheram os "brutamontes" dos seus maridos para parceiros.