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domingo, 24 de março de 2019

«Filhos do feminismo» - o novo livro da Doutora Janice Fiamengo


      Aqueles que ainda não conhecem a Doutora Janice Fiamengo, antifeminista convicta e professora na Universidade de Otava, no Canadá, não sabem o que perdem. Esta mulher é um autêntico tesouro mundial, como as dezenas de vídeos de grande qualidade que ela já colocou no canal Studio Brulé permitem comprovar.




Nos últimos anos, a Doutora Fiamengo compilou relatos de vários homens cujas vidas foram destruídas pelos resultados práticos da ideologia feminista, desde vítimas de falsas acusações de violação, a homens cujo processo de divórcio os afastou permanentemente de todos os seus bens materiais e dos seus filhos, passando pela forma verdadeiramente CRIMINOSA como os jovens universitários do sexo masculino estão a ser ensinados a odiar-se nos estabelecimentos de ensino superior do país (des)governado pelo larilas Justino.  E, já agora, de praticamente todo o mundo ocidental, incluindo este (cada vez menos) nosso Portugal.

Esse relato deu origem ao livro "Sons of feminism" ou, em português "Filhos do feminismo", que contém os 25 relatos que a Doutora Fiamengo considerou mais relevantes:

«Feminist leaders tell us that men are entitled and powerful. Janice Fiamengo actually asked men what it is like to be male in a feminist culture -and they responded. These 25 stories may surprise you with their accounts of men belittled, disliked, dismissed, blamed, falsely accused, and discriminated against under law—all while being expected to apologize for their “male privilege.” The volume includes a substantial introduction by the editor, Janice Fiamengo, and an Appendix of Recommended Reading.»

Eu vou mandar vir uma cópia para mim, quanto mais não seja porque a Doutora Fiamengo merece o nosso apoio. Depois digo-vos o que achei...

quinta-feira, 14 de março de 2019

Mais merda feminista na sociedade "tuga"


     A TVI e a SIC tem dois novos reality shows que, segundo consta, são de gosto muito duvidoso. Eu nunca os vi nem tenciono ver, mas é o que me dizem amigos e conhecidos. Seja como for, por muito má que seja a qualidade dos programas, esta atitude da Associação Portuguesa das Mulheres Juristas é inqualificável:

«A Associação Portuguesa das Mulheres Juristas vai avançar com uma queixa na Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) contra os novos reality shows da TVI e da SIC. Em causa estão os programas que estrearam no passado domingo, “Quem quer namorar com o agricultor?”, da SIC, e “Quem quer casar com o meu filho?”, da TVI.


«Para a Associação das Mulheres Juristas, a ERC pode exigir a suspensão dos dois programas televisivos por estes violarem princípios do Direito Internacional de “combate aos papéis estereotipados de mulheres e homens”. Para além desta queixa, os programas já acumulam outras no regulador da comunicação social.»

Ou seja, estas fulanas da Associação Portuguesa das Mulheres Juristas querem CENSURAR estes programas da SIC e da TVI só porque não gostam do seu conteúdo! É esta a "democracia" das feministas! Alguém obrigou as concorrentes destes programas a participar? Não, pois não? Então quem são estas tipas para quererem decidir o que é ou deixa de ser aceitável? Cada vez dou mais razão ao Orlando Braga quando ele diz que "o Feministão é a antítese simétrica do Islão"!

quarta-feira, 6 de março de 2019

O feminismo venceu, Portugal perdeu: Neto de Moura já não vai julgar mais casos de violência doméstica


      A caça às bruxas me(r)diática surtiu o efeito pretendido: o juiz Neto de Moura vai deixar de julgar casos de violência doméstica. Tal como tem acontecido um pouco por todo o Mundo Ocidental, a (i)moralidade esquerdalhista de fazer dos homens o epicentro de toda a violência doméstica, perseguindo activamente todos os não respeitarem esse paradigma, prevaleceu.

É realmente assombrosa a forma como um grupelho de cretinos "bem pensantes" tem tamanha influência sobre a sociedade portuguesa, a ponto conseguir fazer com que um juiz do Tribunal da Relação do Porto seja transferido de secção.

A pergunta é inevitável: se eles conseguem fazer isto a um juiz, o que não conseguirão fazer ao cidadão comum?... Como escrevi antes, aqui no Ocidente, o verdadeiro poder está nas mãos dos mé(r)dia. Esta é a lição que todos os Nacionalistas e amantes da liberdade devem retirar deste caso.

sábado, 2 de março de 2019

Em defesa do juiz Neto de Moura contra o feminismo justiceiro populista


      O juiz Neto de Moura decidiu processar algumas das "personalidades" me(r)diáticas que, nos últimos meses, o têm insultado, enxovalhado e até tentado fazer com que seja despedido. Veja-se, a título de exemplo, este vídeo absolutamente repugnante que o FdT nos trouxe (muito obrigado!, caro FdT). Julgo que Neto de Moura faz muito bem, porque há uma diferença entre discordar e injuriar. E ainda há uma diferença maior entre discordar e tentar destruir completamente, que é aquilo que essas "personalidades" estão a tentar fazer à carreira do juiz do Tribunal da Relação do Porto.

Este caso é muito mais importante do que parece. Não se trata apenas de um juiz do Porto contra um grupelho de "bem pensantes" lisboetas, não se trata apenas de um juiz tendencialmente conservador contra a elite cosmopolita, hedonista e modernaça da tugalândia (não confundir com Portugal). Desde logo porque Neto de Moura até será de Esquerda, não de Direita.




Nada disso, o que está aqui em causa é muito mais sério do que isso, o que está aqui em causa é a imposição de uma mundivisão mediante a qual, em caso de conflito entre o casal, os homens têm sempre toda e qualquer responsabilidade e as mulheres nenhuma. Uma mulher encorna o marido? Azar o dele, só tinha de virar as costas e arranjar outra, até porque o encornado tem sempre culpa, ele que fosse mais homem e não se deixasse encornar! O quê? Um dos votos do casamento é precisamente o de fidelidade? Epá, isso é uma coisa muito antiquada, quase medieval! O que é mesmo moderno é o poliamor, pá! Um marido prega um par de estalos na mulher? Que bruto, é claro que ela não fez nada para o merecer... e mesmo que fizesse, quando uma mulher bate é por carinho, quando um homem bate é por maldade! 

Em suma, de um lado temos o feminismo justiceiro populista que, se for preciso, até defende os gangues de criminosos violadores pedófilos muçulmanos, mas que depois fica todo indignadinho quando um homem branco dá um tabefe na sua mulher (nota para imbecis: eu não estou a defender que um homem possa bater na sua mulher, estou apenas a dizer que a maioria das agressões tem um contexto e que não surge espontaneamente a partir do nada).  Do outro lado, temos a razoabilidade daqueles que percebem que, entre dois adultos, há sempre culpas de parte a parte, mesmo que uma das partes tenha mais culpa do que a outra. Quanto mais não seja porque, em algum momento das suas vidinhas "inocentes", as "santinhas" das mulheres escolheram os "brutamontes" dos seus maridos para parceiros.