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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Administração do YouTube vangloria-se de apagar mais de 100 mil vídeos,
17 mil canais e 500 milhões de comentários!



Isto está a ser feito por uma organização sediada no país que tem a Primeira Emenda. Imaginem o quão grave deverá ser a situação noutros países!


«O YouTube informou que o número de vídeos e canais removidos desde Junho, altura em que lançou uma nova política, foi cinco vezes maior do que o número do primeiro trimestre do ano. Desde Junho deste ano, altura em que foram implementadas novas políticas, o YouTube removeu mais de 100 mil vídeos e 17 mil canais por conterem discurso de ódio.»


Relembro aos caros leitores que o "discurso de ódio" é um conceito que não é reconhecido pelas leis dos EUA e que foi inclusivamente rejeitado duas vezes pelo Supremo Tribunal daquele país, com os juízes a rejeitá-lo por unanimidade!





Além disso, se o "discurso de ódio" fosse um conceito legítimo, quem é que o definiria? O esquerdalho e os globalistas? Era só o que faltava!!!


«A plataforma também eliminou cerca de 500 milhões de comentários com o mesmo teor, anunciou a plataforma de vídeos online esta terça-feira. O número de canais e vídeos removidos foi cinco vezes maior do que o registado no primeiro trimestre do ano e são, em parte, justificados pelo investimento na equipa e na tecnologia.»


Posso garantir-vos que, de entre esses 500 milhões de comentários eliminados, estavam dezenas de comentários deixados por mim. E, seguramente, milhões de comentários deixados por nacionalistas de todo o mundo.


«“Nos últimos anos duplicamos os esforços para cumprir as nossas responsabilidades, preservando o poder de uma plataforma aberta”, começa por explicar o YouTube no seu blogue oficial, acrescentando que uma das principais acções que as equipas têm levado a cabo é precisamente a remoção de conteúdo "ofensivo". Em Junho deste ano, recorde-se, o YouTube decidiu lançar uma nova política para combater os "conteúdos de ódio", prometendo que iria proibir e eliminar vídeos que discriminassem alguém pela sua idade, raça, cor de pele, religião ou orientação sexual.»


Mais uma vez, quem é que define o que é "ofensivo"? Quem é que decide onde começa o "ódio" e acaba a crítica legítima?


«“Temos prestado atenção à forma como abordamos conteúdo que dissemina "ódio" com a ajuda de dezenas de peritos. Analisamos extremismo violento, supremacismo, direitos cívicos e discurso livre. Com base no que aprendemos, estamos a fazer várias actualizações”, anunciou na altura a plataforma.»


Quem são esses "peritos"? Gentalha afecta ao partido "democrata"? Criminosos da laia do George Soros? Os racistas anti-brancos do Black Lives Matter, da CAIR, do SPLC ou da ADL???

«Actualmente, há uma equipa de cerca de 10 mil pessoas na Google com a função de detectar, rever e remover o conteúdo que viola as suas políticas, contando com a ajuda de tecnologia capaz de detectar conteúdo potencialmente perigoso e, posteriormente, enviar esse mesmo conteúdo para revisão humana. “Por exemplo, os quase 30 mil vídeos que removemos por "discurso de ódio" no último mês geraram apenas 3% das visualizações que os vídeos de tricô tiveram durante o mesmo período”, acrescenta a nota publicada pela plataforma.»


10 mil censores a trabalhar para assegurar que a mentira da narrativa globalista prevalece! E reparem, caros leitores, no orgulho mal contido com que eles se gabam de censurar os dissdentes!... 


«O YouTube informou ainda que o crescimento deste número de vídeos, contas e comentários removidos por "discurso de ódio" está também relacionado com o facto de muitos já serem antigos e terem sido autorizados na plataforma, no passado.

A tecnologia de machine learning (reconhece padrões e vai aprendendo com a utilização) que é utilizada para fazer este controlo permite “detectar padrões nos vídeos e, assim, encontrar conteúdo semelhante (mas não igual) a outros conteúdos que já foram removidos, sendo muitas vezes eficaz a detectar spam ou conteúdo para adultos”. No entanto, quando o assunto é o "discurso de ódio" e outros conteúdos que vão contra as políticas da plataforma, é preciso uma revisão humana, que avalie e tome uma decisão.»


Sobretudo porque muito desse "discurso de ódio" é constituído por críticas e comentários à situação política actual, pelo que não há algoritmo que consiga apanhar tudo, por mais "inteligente" que seja. A Google terá sempre por isso que recorrer a censores humanos!


«Mesmo assim, acrescenta a nota publicada no blogue oficial da plataforma, quase 87% dos nove milhões de vídeos removidos no segundo trimestre de 2019 foram sinalizados por sistemas automáticos e 80% dos vídeos sinalizados “foram removidos antes de receberem qualquer visualização”.»


Eu posso confirmar isto em primeira mão. Ha cerca de um ano, um dos meus vídeos foi removido ainda antes de se publicado, sendo a minha conta do YouTube supensa por 90 dias.


«O YouTube acrescenta que a actualização relativa ao "discurso de ódio" foi “uma das maiores mudanças” da sua política. “Passámos meses a desenvolver cuidadosamente esta política e a trabalhar com as nossas equipas para criar a formação e ferramentas necessárias para aplicá-la”, sublinha, salientando que o impacto da actualização da sua política “já é evidente nos dados divulgados no relatório de aplicação das directrizes da comunidade deste semestre”.

A tarefa de controlar e avaliar os conteúdos publicados no YouTube tem recebido um investimento crescente, uma vez que também a quantidade de conteúdos publicados também tem vindo a aumentar. De acordo com a empresa de estatística Social Blade, a cada minuto são carregadas mais de 500 horas de vídeo na plataforma e só em 2018 foram criados mais de 23 milhões de canais.»


Toda a gente com dois dedos de teste percebe o que está realmente aqui em causa: em Novembro de 2016, foi eleito um Presidente dos EUA que não se enquadrava naquilo que a superclasse mundialista entendia como aceitável. A administração da Google, que é parte integrante dessa elite, já foi apanhada a admitir que fará tudo ao seu alcance para impedir que o Presidente Trump seja reeleito.

Isto e apenas o princípio. A censura dos nacionalistas, dos identitários, dos conservadores e até dos esquerdistas mais moderados só vai aumentar nos próximos meses. Preparem-se, a era da liberdade de expressão na internet está a chegar ao fim!

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Nos EUA: apresentadora de televisão obrigada a pedir desculpas ao seu colega preto em directo


Mais um lindo momento de culpa branca na "sua" televisão! Viva a "diversidade"!

«Alex Housden, apresentadora de televisão de um programa matutino da KOCO-TV (filial da ABC), na Cidade de Oklahoma [capital do Estado homónimo], teve de pedir desculpa em directo ao seu companheiro, o apresentador negro Jason Hackett.»


Pedir desculpa a um colega negro? Aposto que os caros leitores do TU até já imaginam porquê! 😏

«Um dia antes, Housden tinha comparado Hackett a um gorila, em directo, perante as câmaras. Ao comentar as imagens de um bebé gorila, ela exclamara: "é um pouco parecido contigo!", ao que o colega negro respondeu "de certa forma, sim."»


Portanto, o preto até tinha concordado que o bebé gorila se parecia com ele... mas, no dia seguinte, tudo mudou:

«A apresentadora pediu desculpa a Hackett entre lágrimas, dizendo: "Estou aqui esta manhã porque quero pedir desculpas, não só ao meu co-apresentador, Jason, mas também a toda a nossa comunidade." E prosseguiu: "Ontem disse algo que foi insensível e inapropriado... e magoei as pessoas."»


Perdão! Clemência! Eu pequei! Só me resta autofustigar-me até à morte!  Por minha culpa, minha tão grande culpa!!! 😭



«Housden acrescentou que ela e Hackett eram não só companheiros de trabalho, como também amigos: "Eu jamais faria algo de propósito para magoar-te. Adoro a nossa comunidade e quero que todos saibam, do fundo do meu coração: lamento aquilo que disse. Sei que estive mal e lamento muito!"»


Piedade! Eu prometo aprender o meu lugar e nunca mais voltar a pecar! Por favor, chicoteiem-me até eu desfalecer! Eu estou tão arrependida! Buááá!!! 😭😭😭

«A opinião pública caiu-lhe em cima: vários utilizadores do Twitter chamaram-lhe racista. "Não aceitamos as tuas desculpas para não seres despedida". "Estamos fartos das lágrimas desta senhora branca depois de ela ter sido abertamente racista."»


Pois é, pedir desculpa à multidão politicamente correcta em fúria nunca funciona. Pelo contrário, só agrava a situação. Mas entre os apresentadores de televisão dos EUA, só o Tucker Carlson parece entender isso...

«O apresentador negro, visivelmente contrariado, acabou por se pronunciar a respeito do caso: "Temos de entender os estereótipos. Temos de entender os antecedentes do outro e as palavras que doem, as palavras que cortam fundo. Temos de encontrar uma forma de substituir essas palavras com amor e também com palavras de afirmação".»


"Palavras que doem" e "cortam fundo"! "Substituir essas palavras com amor"!... Parece que até mesmo os "jovens" no Ocidente (e não do Ocidente) estão a ficar mariquinhas!

Agora a sério, este episódio, tal como tantos outros semelhantes que se têm repetido um pouco por todo o Mundo Ocidental, é absolutamente ridículo. Está mais do que visto que a apresentadora disse o que disse num momento de espontaneidade e de brincadeira com o seu colega. Mas a Inquisição Anti-racista é assim mesmo, nunca perdoa!

O mais escandaloso neste género de casos é a hipocrisia. Durante os anos em que o George W. Bush foi presidente, não faltaram cartoons, montagens e caricaturas que o representavam como macaco. Se os caros leitores escreverem as palavras "Bush" + "monkey" num motor de busca, qualquer motor de busca, aparecerão logo dezenas de imagens bem esclarecedoras. Por exemplo:






Porque é que isto é perfeitamente aceitável para os brancos mas, quando que o visado é preto, passa a ser inaceitável?! A pergunta é retórica, evidentemente...

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Ver também:

Organização ligada ao criminoso Soros ataca Tucker Carlson

sábado, 3 de agosto de 2019

Jared Taylor: «O que é o realismo racial?»



      Na sequência deste vídeo que publiquei aqui há uns dias, aqui fica mais uma pertinentíssima reflexão por parte do Dr. Jared Taylor no âmbito da discussão sobre a existência ou não de raças humanas. Devo confessar que eu próprio não tinha conhecimento do desprezo anticientífico que certos académicos de renome mundial devotam ao tema. Parece que afinal, tantos séculos depois do caso de Galileu, ainda há quem se recuse a aceitar determinadas evidências ou, pelo menos, a discutir a sua validade enquanto evidências.

sexta-feira, 12 de julho de 2019

O PNR sobre o caso da historiadora Maria de Fátima Bonifácio


 Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«O jornal Público, de esquerdopatia concentrada, deu à estampa um artigo da consagrada historiadora Maria de Fátima Bonifácio e que levou o seu director a pedir desculpas pelo mesmo: “Cometemos um erro de análise e de avaliação”, lê-se na conclusão do seu editorial.

No dito artigo -que tem provocado a ira dos novos inquisidores que, qual polícia política do pensamento único, dispara a costumeira rajada de rótulos e persegue com um bullying social-, esta reconhecida intelectual desmonta a fábula pseudo-igualitarista do Partido Socialista que pretende ”implementar a discriminação positiva para as minorias étnico-raciais”, inscrevendo esse tópico no seu programa eleitoral para as próximas legislativas. 

Todos sabemos que a chamada “discriminação positiva” não é senão um racismo camuflado que sacrifica o mérito e o mais elementar sentido de justiça ao facto de se nascer preto, cigano ou o que seja. Tal não deixa de adquirir um carácter bizarro quando somos bombardeados por uma narrativa que afirma não existirem raças… A confusão reina nas mentes liberais e esquerdistas, o que não é novidade, mas percebe-se também que chafurdam cada vez mais fundo na negação das realidades e mergulham na flagrante contradição. Esta gente é tão insensata que pretende combater o suposto “racismo” e “xenofobia”, existente sobretudo no seu imaginário, através da política discricionária das quotas. A cegueira por levar a sua agenda insana por diante acaba por produzir o efeito contrário: gerar a revolta e o sentimento de injustiça nas pessoas e, precisamente por causa disso, espoletar um racismo irracional, primário e igualmente cego. 

Leia-se, pois, o artigo desta enorme figura da cultura portuguesa, que não se rende perante a ditadura do politicamente obrigatório, a quem louvamos a coragem e verticalidade de se manter de pé frente à estupidificação generalizada que nos querem impor, eliminando desonestamente o contraditório que defende a verdade o senso comum.»

quarta-feira, 22 de maio de 2019

O PNR condena a perseguição à PSP por parte da imprensa


Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«É com profundo sentimento de revolta que lemos a notícia publicada pelo Diário de Notícias, na sua edição digital, datada de 21 de Maio de 2019, intitulada “Cova da Moura. Quem são os oito polícias condenados?”, da autoria da jornalista Valentina Marcelino.

Neste artigo, a mencionada jornalista expõe os nomes dos oito agentes julgados e condenados ao abrigo do chamado processo da Cova da Moura. Entretanto, esta jornalista, que se tem destacado na elaboração de peças “jornalísticas” sistematicamente com alvo na chamada “extrema-direita” e nas instituições que asseguram a ordem pública, expõe de forma inaceitável parte do que refere constar no acórdão da sentença, concretamente os dados biográficos dos mencionados agentes da PSP, onde não faltam detalhes sobre os familiares e respectivas actividades profissionais.

Nós entendemos que isso não é jornalismo! Trata-se de uma exposição gratuita – despida de qualquer interesse social – dos agentes da PSP, bem como uma inqualificável devassa das suas vidas privadas e familiares, que, mercê do lamentável texto dessa jornalista, vêem agora a sua própria segurança e integridade física colocadas em risco.

O Partido Nacional Renovador quer aqui manifestar total solidariedade com os agentes visados pelo Diário de Notícias, que assim mais parece um “pasquim”. Este artigo representa um despudorado ataque não só aos referidos agentes, como também visa denegrir toda a PSP, – que tem sido objecto de uma campanha vil e muito negativa por parte de certa comunicação social politicamente comprometida.

Assim, o Partido Nacional Renovador declara:
– Solidariedade absoluta com os agentes condenados e alvo desta abjecta peça jornalística, e com toda a Polícia de Segurança Pública na sua missão de garante da ordem pública e da paz social.
– Corte de todas as relações com o jornal Diário de Notícias.  Além da publicação desse texto desprezível ser um acto irresponsável, consideramos que este órgão da imprensa nacional tem reiteradamente contribuído para a promoção de reconhecidas “fake news” (notícias falsas).»

domingo, 5 de maio de 2019

Arrogância alógena: alunos brasileiros da FDUL são favorecidos,
mas choramingam contra a "xenofobia"


     Um muito obrigado! ao 8gn8g3, que até é brasileiro, por nos ter trazido aqui mais uma notícia bem esclarecedora sobre o apoio verdadeiramente CRIMINOSO que o "ensino" superior português concede aos alunos estrangeiros. Esta notícia é longa, mas atenção, ela contém estatísticas muito importantes.

«Um grupo satírico instalou na Faculdade de Direito de Lisboa uma caixa com pedras para "atirar a um zuca que passou à frente nos mestrados". Os alunos brasileiros indignaram-se: "Xenofobia não tem piada."»

E passar à frente dos alunos portugueses, não é "xenofobia"? ...

«Susana e Camila estão a conversar à porta da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. São ambas brasileiras, são ambas alunas de mestrado. Às dez da manhã de segunda-feira, quando entraram no edifício da Cidade Universitária, havia uma caixa de cartão com pedras lá dentro que dizia: "Grátis se for para atirar a um zuca que passou à frente no mestrado."




Enquanto Susana começou a protestar com os colegas que tinham feito aquilo, Camila desatou naquilo que agora chama "um choro de raiva". É disso que falam agora, de que podem ficar no papel de vítimas ou protestar pelo que consideram "um acto de xenofobia inadmissível." Fotografaram a instalação e começaram a enviar a mensagem via Whatsapp a mais alunos brasileiros. A meio da tarde, tinha-se juntado um grupo em protesto à porta da faculdade.




A autoria da instalação foi da Tertúlia Libertas, um grupo satírico fundado depois do 25 de Abril para zombar de professores, alunos, e cenas da vida académica. Quando Passos Coelho era primeiro-ministro e visitou a faculdade, eles passearam-se pelas instalações com um coelho enforcado. O ano passado fecharam as portas do estabelecimento em protesto contra o número excessivo de alunos nas turmas. São eles que publicam o jornal O Berro, que troça despudoradamente de professores e alunos.»


Ah, mas troçar de professores, alunos e políticos portugueses é salutar e democrático... já troçar de estrangeiros é "xenofobia"...


«"Limitámo-nos a fazer uma piada", diz uma porta-voz do grupo, que diz não se poder identificar por serem esses os estatutos da Tertúlia. "Há muitas piadas aqui sobre uma situação de privilégio de que os alunos brasileiros de mestrado auferem e nós quisemos gozar com quem discrimina os brasileiros, não com os brasileiros. Mas fomos mal entendidos e a coisa tomou proporções que não esperávamos."

Segunda-feira era dia de arranque da campanha eleitoral para a associação de estudantes e a entrada da universidade tem bancas para cada uma das quatro listas. No topo da escadaria há também o posto da Tertúlia, que eles chamaram de Movimento Cívico Os Marretas, com cartazes que dizem para não alimentar os pombos e um panfleto de propostas como viagens de finalistas a Auschwitz, operar as cordas vocais de um dos candidatos, organizar um fórum jurídico de Direito Penal com Lula da Silva e José Sócrates. 
"As piadas só têm piada quando funcionam para os dois lados. Eu sou estudante de mestrado e estou aqui com sacrifício, mas se me atrevesse a rir dos portugueses sei que eles não iam admitir e mandar-me de volta para a minha terra", diz Amanda Machado, brasileira de Cuiabá. "Este humor parece-me muito inclinado num só sentido."»


Tretas! As piadas têm piada independentemente dos visados e da (falta de) universalidade da piada. E se há de facto uma situação de favorecimento dos brasileiros em Portugal, então os brasileiros deviam ter vergonha ao invés de se fazerem de vítimas. Aliás, a menina Machado escusa de se armar em virgem ofendida, porque toda a gente sabe que os portugueses são o alvo de piadas constantes por parte dos brasileiros no Brasil, sendo a maioria dessas piadas de extremo mau gosto.


 «A presidente do Núcleo de estudos Luso-Brasileiros, que também é representante dos estudantes do maior país lusófono na Faculdade de Direito, diz que "de há dois anos para cá que se sente um aumento da discriminação, não só de alunos, como também de professores." Elizabeth Lima está cá há quatro anos, e sabe que a mudança das regras de acesso aos mestrados vieram veio acirrar os ânimos. "Mas, haja que justificação houver, a xenofobia nunca tem piada."»


Mais uma vez,  recorre-se ao uso gratuito e abusivo da palavra "xenofobia", sem nunca falar da situação que, em concreto, deu origem ao protesto (favorecimento dos alunos brasileiros).


«Ao final da manhã, a direcção da faculdade pediu aos alunos que retirassem a caixa de pedras. Mais tarde, emitiria um comunicado dizendo que "se orgulha de ser um espaço de liberdade", que "convive com a autocrítica, o humor e a sátira", mas que "não tolera quaisquer acções ofensivas relativamente a alunos da faculdade".»


Ou seja, mais uma direcção do ensino superior sem carácter, sem vergonha e sem coluna vertebral. Mas prestem atenção, caros leitores, que estamos prestes a esclarecer o motivo da "xenofobia":


«"A tensão começou a aumentar no ano passado", admite Paula Vaz Freire, subdirectora da instituição, "quando reformulámos o regulamento de entrada no mestrado e o momento de candidatura." Ao abrir os concursos em Março e Abril, verificaram um problema: os alunos portugueses que ainda não tinham concluído a licenciatura não podiam seguir para mestrado.
E, ao contar apenas com a média, verificaram que os alunos brasileiros chegavam com médias mais altas, e por isso entravam nos cursos com maior facilidade. "As notas nunca são muito elevadas na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa", diziam vários alunos, das duas nacionalidades. "Faz parte da cultura da casa." »


Estão a ver esta verdadeira filha da putice, caros leitores? A FDUL tem regras que beneficiam os alunos brasileiros e penalizam os alunos portugueses! E asseguro-vos, caros leitores, isto está longe de ser um caso isolado no "ensino" superior português!


«Hoje, 60 % dos alunos de mestrado em Direito e Ciências Jurídicas são brasileiros. A própria representante dos alunos do Brasil admite que as regras beneficiam quem chega de fora com o curso já concluído. A subdirectora da faculdade promete resolver o assunto no futuro. "E ainda este ano", diz Paula Vaz Freire.
Dos 5488 alunos da Faculdade de Direito de Lisboa, 1227 são brasileiros - ou seja, 22%. Os portugueses representam 66% dos estudantes da instituição, com 3620 inscritos.»

Pois é, as administrações das instituições do ensino superior "tugas" gostam muito de alunos estrangeiros. A coisa só podia dar asneira, evidentemente. E a procissão ainda vai no adro...

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Numa instituição do "ensino" superior de Lisboa: indignaçãozinha hipócrita por causa de um boneco preto que afinal era branco


Um muito obrigado! ao 8gn8g3 por nos ter trazido aqui esta pérola da indignaçãozinha anti-racista militante:

«A imagem de um boneco negro colocado nos corredores do ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa, com a frase "bate-me agora" escrita num papel pendurado na figura, está a causar polémica nas redes sociais.




A imagem foi partilhada por Miguel Vale de Almeida, docente daquela instituição académica, que acusa os organizadores de "ignorância". A iniciativa partiu da empresa Smash It Room que, em colaboração com estudantes do ISCTE, colocou um boneco com um bastão ao lado, incentivando a que os académicos "destressem", atingindo a figura com um pancada.

"Isto é pura e simplesmente inaceitável. Tanto os organizadores do evento, quanto a empresa que lhes forneceu objectos para alívio do stress (ou lá o que é) demonstram uma escolha ou ignorância inadmissíveis", escreveu o docente na sua página de Facebook.»


Típico: o Almeida (recuso-me a tratar por professor um cretino como este) fala em "ignorância", mas não sem nunca explicar exactamente em que é que os organizadores do evento são "ignorantes".  Isto é a Teoria Crítica do Marxismo Cultural em estado puro: critica-se só por criticar, sem nunca apresentar justificações ou alternativas.

E claro, esta história do boneco não era nada do que parecia:


«Um dos sócios-gerentes da empresa Smash It Room, César Lemos, disse considerar estas acusações infundamentadas. "A cor original do boneco nem sequer é negro. Ele ficou assim por causa do uso constante, uma vez que está exposto diariamente no nosso estabelecimento para o mesmo fim. Este tipo de bonecos existem em vários ginásios e são utilizado para artes marciais. Estão até disponíveis para venda", explicou.»




«Na página de Instagram da empresa, os responsáveis pela mesma mostram uma fotografia do mesmo boneco na sua "cor de fabrico", garantindo que a fotografia que originou a polémica está "claramente escurecida". "No nosso estabelecimento temos várias pessoas, inclusivamente de diferentes raças e etnias a bater no boneco. Nunca a questão do racismo foi levantada, até hoje", concluiu.
Por fim, César Lemos esclarece que o papel que está ao pescoço do boneco, que diz "bate-me agora" só foi colocado uma vez que as pessoas questionavam constantemente se podiam bater na figura. Entretanto, a Smash It Room foi contactada pelo ISCTE a fim de retirar a imagem dos corredores, algo que não foi preciso, uma vez que o evento já terminou.»

Ou seja, tratou-se de mais um episódio absolutamente ridículo protagonizado pelos funcionários perpetuamente ofendidos da indústria da vitimização anti-racista, sempre à procura de "racismo" onde quer que seja, logo desde o momento em que saem de casa, talvez até desde o momento em que se levantam da cama todas as manhãs. 

Qualquer dia ainda há-de aparecer um destes "iluminados" a jurar que o cabelo humano é racista, porque, com o passar dos anos, vai ficando branco...

segunda-feira, 25 de março de 2019

O xadrez é racista, pá!


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui mais esta pérola do fanatismo anti-racista. Nem vou dizer mais nada, vejam e riam!... Ou chorem, que isto dá para as duas coisas! E se tiverem conta no YouTube, não se esqueçam de dar "não gosto", que os promotores desta "parvoíce" bem merecem!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

🏳️‍🌈 «Silêncio, que se vai cantar o Fado Bicha!» (2) 🏳️‍🌈


    Não sei se os caros leitores ainda se recordam mas, aqui há uns tempos, publiquei esta posta "colorida" aqui no TU onde vos dei a conhecer o "fado bicha". Pois bem, os "artistas" do fado bicha andam muito indignados! Porquê? Por causa da atitude dos muçulmanos em relação aos panascas? Não, nada disso! Eles andam muito indignados por causa da "violência policial" no bairro da Jamaica, pá!

«"Lisboa, não sejas racista" é o novo tema do Fado Bicha, dupla composta por Lila Fadista (voz) e João Caçador (guitarra). A canção é uma adaptação de "Lisboa, não sejas francesa", tema criado em 1952 por Raul Ferrão (música) e José Galhardo (letra).»

 Os "artistas" do fado bicha num protesto anti-touradas patrocinado pelo partido animalista.

«"Lisboa, não sejas racista/ De visão simplista/ Só te fica mal", canta o duo na canção, que já conta com um videoclip clipe de vídeo. No tema, o Fado Bicha relembra vários acontecimentos, como  assassínio de Alcindo Monteiro, em 1995, os incidentes do Bairro da Jamaica ou o projecto do Museu das Descobertas.
"Lisboa, não sejas racista/ Não é só pra turista/ Vir e ocupar/ Lisboa, não sejas racista/ Velha cavaquista/ Não queiras voltar/ Lisboa, não sejas racista/ E crê que esta lista/ Não vai amansar/ Lisboa, não vives não falas/ Tira-me essas palas E aprende a escutar", canta o duo.»

Perguntarão vocês, caros leitores: "mas ó Afonso, que interesse tem esta notícia?" Tem muito! É que, nos últimos anos, tenho ouvido muitos argumentos a favor da inclusão dos rabetas no combate nacionalista porque "os rabetas estão connosco na luta contra os invasores muçulmanos, pá!" Ou então: "se queremos ter sucesso como a Marine Le Pen ou como a AfD, temos de abrir as portas do Nacionalismo aos homossexuais!" Ou ainda: "a homossexualidade fez sempre parte da história europeia, foram os intolerantes dos cristãos que acabaram com isso, tanto os celtas, como os nórdicos, como os gregos e os romanos papavam rapazinhos regularmente, hã!"

Portanto, esta notícia é para lembrar aos mais "distraídos" que os gueis não querem nada com o Nacionalismo, pelo contrário, apoiam incondicionalmente o invasor alógeno. E só podemos estar-lhes gratos por isso, a sodomia não contribui em nada para o bem-estar social e o hedonismo LGBT apenas acelera  o declínio moral e demográfico do nosso país.

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Ver também:


🏳️‍🌈 «Silêncio, que se vai cantar o Fado Bicha!» 🏳️‍🌈
Richard Spencer, o líder da "alt-right" seropositiva