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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Nos EUA: apresentadora de televisão obrigada a pedir desculpas ao seu colega preto em directo


Mais um lindo momento de culpa branca na "sua" televisão! Viva a "diversidade"!

«Alex Housden, apresentadora de televisão de um programa matutino da KOCO-TV (filial da ABC), na Cidade de Oklahoma [capital do Estado homónimo], teve de pedir desculpa em directo ao seu companheiro, o apresentador negro Jason Hackett.»


Pedir desculpa a um colega negro? Aposto que os caros leitores do TU até já imaginam porquê! 😏

«Um dia antes, Housden tinha comparado Hackett a um gorila, em directo, perante as câmaras. Ao comentar as imagens de um bebé gorila, ela exclamara: "é um pouco parecido contigo!", ao que o colega negro respondeu "de certa forma, sim."»


Portanto, o preto até tinha concordado que o bebé gorila se parecia com ele... mas, no dia seguinte, tudo mudou:

«A apresentadora pediu desculpa a Hackett entre lágrimas, dizendo: "Estou aqui esta manhã porque quero pedir desculpas, não só ao meu co-apresentador, Jason, mas também a toda a nossa comunidade." E prosseguiu: "Ontem disse algo que foi insensível e inapropriado... e magoei as pessoas."»


Perdão! Clemência! Eu pequei! Só me resta autofustigar-me até à morte!  Por minha culpa, minha tão grande culpa!!! 😭



«Housden acrescentou que ela e Hackett eram não só companheiros de trabalho, como também amigos: "Eu jamais faria algo de propósito para magoar-te. Adoro a nossa comunidade e quero que todos saibam, do fundo do meu coração: lamento aquilo que disse. Sei que estive mal e lamento muito!"»


Piedade! Eu prometo aprender o meu lugar e nunca mais voltar a pecar! Por favor, chicoteiem-me até eu desfalecer! Eu estou tão arrependida! Buááá!!! 😭😭😭

«A opinião pública caiu-lhe em cima: vários utilizadores do Twitter chamaram-lhe racista. "Não aceitamos as tuas desculpas para não seres despedida". "Estamos fartos das lágrimas desta senhora branca depois de ela ter sido abertamente racista."»


Pois é, pedir desculpa à multidão politicamente correcta em fúria nunca funciona. Pelo contrário, só agrava a situação. Mas entre os apresentadores de televisão dos EUA, só o Tucker Carlson parece entender isso...

«O apresentador negro, visivelmente contrariado, acabou por se pronunciar a respeito do caso: "Temos de entender os estereótipos. Temos de entender os antecedentes do outro e as palavras que doem, as palavras que cortam fundo. Temos de encontrar uma forma de substituir essas palavras com amor e também com palavras de afirmação".»


"Palavras que doem" e "cortam fundo"! "Substituir essas palavras com amor"!... Parece que até mesmo os "jovens" no Ocidente (e não do Ocidente) estão a ficar mariquinhas!

Agora a sério, este episódio, tal como tantos outros semelhantes que se têm repetido um pouco por todo o Mundo Ocidental, é absolutamente ridículo. Está mais do que visto que a apresentadora disse o que disse num momento de espontaneidade e de brincadeira com o seu colega. Mas a Inquisição Anti-racista é assim mesmo, nunca perdoa!

O mais escandaloso neste género de casos é a hipocrisia. Durante os anos em que o George W. Bush foi presidente, não faltaram cartoons, montagens e caricaturas que o representavam como macaco. Se os caros leitores escreverem as palavras "Bush" + "monkey" num motor de busca, qualquer motor de busca, aparecerão logo dezenas de imagens bem esclarecedoras. Por exemplo:






Porque é que isto é perfeitamente aceitável para os brancos mas, quando que o visado é preto, passa a ser inaceitável?! A pergunta é retórica, evidentemente...

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Ver também:

Organização ligada ao criminoso Soros ataca Tucker Carlson

sábado, 3 de agosto de 2019

O PNR condena a atribuição do nome de uma rua em Lisboa a uma falsa mártir do esquerdalho


Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«A Câmara Municipal de Lisboa, na senda da insanidade e a reboque da agenda de extrema-esquerda, aprovou por unanimidade – ou seja, com os votos da “direitinha” cobarde, cúmplice e traidora do CDS e PSD – a atribuição de um nome de rua a Marielle Franco na nossa capital .

Quem foi afinal Marielle Franco e que tem ela a ver com Lisboa, quando nunca pôs cá os pés? Não passava de uma ilustre desconhecida – até no próprio Brasil! – vereadora no Rio de Janeiro, activista de extrema-esquerda e alinhada nas ideologias de condenação às Descobertas Portuguesas e à nossa civilização – empenhadas em reescrever a História, submetendo-a ao gueto ideológico marxista. A desconhecida Marielle vivia no meio dos gangues do crime e do tráfico de droga e, com toda a probabilidade, foi morta por um gangue rival, em Março de 2018, mas em vésperas de eleições quentes, que opunham Bolsonaro a Haddad, rapidamente se transformou em mártir da causa esquerdista, anti-”racista”, anti-polícia e pró-LGBT, fruto da eficaz máquina de engenharia social do marxismo-cultural. Acusam a direita pró-Bolsonaro de a ter assassinado. Como se alguém tivesse interesse em assassinar uma “Marielle-Ninguém” e com isso criar uma mártir para a causa esquerdopata…

Em Portugal, desde logo, essa figura atirada da obscuridade para a visibilidade, já em cadáver, teve um fortíssimo eco na extrema-esquerda, contagiando-se rapidamente, através do politicamente correcto – veículo do intelectualmente desonesto – ao habitual leque de forças políticas que vai desde a extrema-esquerda ao centro-direita: PSD e CDS. Mas o PNR, a verdadeira Direita Nacional, não cala, como de resto nunca calou, perante tamanha vergonha e prepotência esquerdista e não aceitamos que as suas agendas se imponham sem contraditório!

Perante esta situação, o PNR convoca um protesto-boicote à inauguração da tal rua e apelamos também à presença dos brasileiros de Direita que residem em Portugal. Lutemos pela nossa dignidade: querermos um ar mais respirável!
»

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Mansa Musa, o homem mais rico de toda a História da humanidade


      Alguma vez tinham ouvido falar dele? Não? É natural... é que Mansa Musa I do Mali, o homem mais rico de toda a História da humanidade, foi um monarca e conquistador negro que enriqueceu desmesuradamente à custa de raptar, traficar e vender os seus irmãos de raça como escravos! E neste cada vez menos nosso Ocidente "moderno" e "progressista", falar em escravatura feita pelos pretos é tabu...


terça-feira, 23 de julho de 2019

Presidente do Gana quer que descendentes de negros africanos “voltem”


     Um muito obrigado! ao Zé do Burro por nos ter trazido aqui esta notícia curiosa... a notícia foi redigida em português do Brasíu... por isso, tenham paciência, caros leitores!

«O presidente do Gana, Nana Akufo-Addo deseja e está trabalhando para que os “africanos da diáspora”, como ele denomina os descendentes dos escravos africanos vendidos a outros continentes, visitem e passem a residir naquele país. Com este objectivo, o governo de Gana criou uma campanha para tornar mais fácil para eles retornarem à “Terra-Mãe”.»

O presidente Nana, do Gana.

«2019 marca 400 anos, afirma o site Travel Noire, desde que os primeiros africanos foram arrancados de suas famílias e forçados à escravidão. 77 milhões de pretos africanos foram enviados como negros para o Caribe e outras regiões da América. A maioria dessas pessoas veio de países da África Ocidental, então conhecida como Costa do Ouro. Gana está agora chamando “seu povo” para visitar e, espera, viver.»

Nenhuma referência ao facto de que a maioria desses pretos foram capturados e vendidos pelos seus próprios irmãos de raça. "Porreiro, pá!" como dizia o 44.

«No Brasil, negros africanos passaram a conviver com negros índios (alcunhados pelos portugueses de “negros da terra”), sendo empregados especialmente no trabalho agrícola. Esta convivência também resultou em intensa mestiçagem.»

Isto, escrito desta forma desonesta, até dá a sensação que os pretos e os índios não se miscigeram com os portugueses. Infelizmente, miscigenaram-se... e não foi pouco!

«A iniciativa, conhecida como “Ano do Retorno, Gana 2019”, é liderada pelo Gabinete da Diáspora e apoiada pelo presidente Nana Akufo-Addo. Para o ano de 2019, haverá uma série de eventos, festivais e actividades de boas-vindas, incentivando aqueles “em sua jornada espiritual de direito de nascimento”.»

Era bom que retornassem, lá isso era... mas podemos ir sonhando, porque já sabemos que eles não vão retornar. O que os pretos mais gostam é precisamente de viver nos países dos brancos. O que nos leva à pergunta: se eles não vão retornar -e o presidente do Gana sabe perfeitamente que eles não vão retornar-, então qual é o objectivo desta iniciativa?

«“O Ano do Retorno, Gana 2019” celebra a resiliência cumulativa de todas as vítimas do tráfico transatlântico de escravos que foram espalhadas e deslocadas pelo mundo na América do Norte, América do Sul, Caribe, Europa e Ásia, afirma o site. Foi anunciado em Setembro de 2018, mas foi oficialmente lançado em Dezembro de 2018 no Full Circle Festival de Gana. Boris Kodjoe, Michael Jai White, Djimon Hounsou, Anthony Anderson e Jidenna eram apenas algumas das estrelas de Hollywood que participaram. Em Julho de 2019, um festival pan-africano de artes e cultura terá lugar em todo o país e uma cerimônia de “cura e expiação” terá lugar no Dia da Emancipação em Agosto.»

Ah... "ano do retorno" é mais uma forma de perpetuar a culpa branca e de manter revoltados os pretos do continente africano! Bem pensado, Sr. Akufo-Addo!

«Como parte de uma campanha de um ano de duração, 200 pessoas afro-americanas e afro-caribenhas que vivem em Gana ganharão cidadania. As taxas de visto também foram reduzidas de US$ 150 para US$ 75. O objectivo é tornar mais fácil para aqueles que estão na diáspora viajar para o Gana. Eles estão também fazendo parcerias com companhias aéreas.
Há toneladas de eventos de “Ano do Retorno” programados durante todo o ano de 2019 com Afrochella em 28 de Dezembro, sendo a maneira perfeita de coroar o ano, enfatiza o site.»

Pretos em Portugal, não percam mais tempo! Vão já todos para o Gana, que o Nana está à vossa espera! O paraíso africano, livre dos brancos e da sua interminável opressão colonialista está a vossa espera! Como assim, não?! Vocês querem mesmo ficar aqui, neste país "racista"???

quinta-feira, 11 de julho de 2019

"Acção afirmativa" vai mesmo avançar: relatório do PS pede quotas nas universidades para pretos e ciganos


      Há apenas alguns anos atrás, ainda era possível encontrar nacionalistas que não acreditavam que o sistema de quotas raciais que vigora há várias décadas em países como os EUA, o Canadá ou Reino Unido pudesse vir a ser implementado aqui em Portugal. De nada adiantaram os avisos das pessoas mais atentas, que percebiam que os nossos problemas com as "minorias" decorriam em grande parte de termos adoptado as políticas de desenvolvimento e "integração" do mundo anglófono.

Pois bem, o Mamadou e seus comparsas pediram, o Partido Xuxalista atendeu:
«Intitulado “Relatório sobre Racismo, Xenofobia e Discriminação Étnico-racial em Portugal”, o documento de 30 páginas identifica as áreas em que é necessário intervir: justiça e segurança, educação, saúde, habitação ou trabalho. Documento será apresentado hoje na Assembleia da Republica.»

Reparem bem na parte que eu sublinhei a cor vermelha, caros leitores. Para já, as quotas cingem-se à educação, mas elas vão estender-se aos outros sectores mencionados!

«O estudo que avalia as condições de racismo, xenofobia e descriminação étnico-racial em Portugal na actualidade vai ser apresentado na Assembleia da República (AR), esta terça-feira, 9 de Julho.
Segundo o “Relatório sobre Racismo, Xenofobia e Discriminação Étnico-Racial”, concluído na passada semana pela AR e elaborado ao longo de cinco meses, Portugal é um país onde há comportamentos racistas.
O documento é preliminar e a sua relatora, a deputada do PS Catarina Marcelino [reparem bem, uma mulher, mais uma vez!], ainda irá incorporar sugestões, mas para já deixa em cima da mesa propostas como a criação de quotas nas universidades para afrodescendentes e ciganos.»

Quotas para "afrodescendentes", ou seja pretos com a nacionalidade portuguesa, muitos do quais nem sequer têm ligações às nossas ex-colónias, como o próprio Mamadou... e ciganos. Como se já não bastasse a obscenidade de termos de aceitar todo e qualquer caramelo que venha cá parar, agora temos de lhes reservar vagas nas nossas universidades!


"Acho muito bem! É preciso dar diplomas universitários aos "jovens", para que possam ser ministros como eu!"


Mas agora reparem, caros leitores, nos "critérios" utilizados pela Catarina Marcelino para redigir este "relatório"...

«A avaliação, intitulada de “Relatório sobre Racismo, Xenofobia e Discriminação Étnico-racial em Portugal”, tem 30 páginas e nasceu de uma proposta do PS. As páginas foram redigidas com base em testemunhos de cerca de 31 entidades e personalidades, visitas a mais de 28 organizações e o parecer de 18 deputados de todos os partidos políticos com assento parlamentar. Nele, são identificadas as áreas em que é necessário intervir: justiça e segurança, educação, saúde, habitação ou trabalho.»

Ou seja, estas quotas estão a ser recomendadas -e eu aposto que acabarão por ser aprovadas- não com base em dados, factos ou números concretos, mas apenas com base na opinião de "entidades", "personalidades", "organizações" e deputados! Fabuloso!!! E o povo português não reage, não se indigna, não se revolta!...

E sublinho, as quotas nas universidades são apenas o princípio. Ora reparem, caros leitores:

«A justiça e segurança  é  são apresentadas como “uma das áreas mais sensíveis”, onde há uma “desconfiança das camadas mais jovens da população dos bairros (…) em relação às forças de segurança e, por outro lado, uma indiferença das forças de segurança relativamente à necessidade de gerar confiança entre as camadas mais jovens destas comunidades”, percepção resultante sobretudo das visitas a bairros da área metropolitana de Lisboa.»

Ou seja, a Catarina Marcelino e a cambada que escreveu esta valente merda de "relatório" com ela basearam-se apenas nas "opiniões" dos "jovens"!!!

«Para esta área, são feitas quatro recomendações, entre câmaras de vídeo na lapela das fardas dos agentes quando há intervenções policiais e projectos de proximidade com os jovens e as comunidades dos bairros da área metropolitana de Lisboa que aumentem a confiança entre comunidade e polícia.»

Sim, porque em Londres e nos EUA, essa medida resultou lindamente! Quando os agentes passaram a usar câmaras corporais, os "jovens" e a polícia passaram a dar-se muito bem uns com os outros!... Ou nem por isso!!!

Mas calma, qua a palhaçada ainda não fica por aqui:

«Recomenda, por outro lado, campanhas de recrutamento de agentes de segurança dentro das comunidades afrodescendentes e cigana, bem como a realização de um levantamento da origem étnico-racial da população prisional portuguesa.»

Ou seja, os "jovens" não gostam dos polícias brancos? Não há problema, trocam-se os polícias brancos por polícias pretos! Porque a única explicação possível para os conflitos entre os "jovens" e a polícia é o "racismo" dos polícias brancos! O comportamento violento, a mundivisão de vítima e a atitude ingrata dos "jovens" não são para aqui chamados!

E também tem imensa piada que se peça agora um levantamento da origem étnico-racial da população prisional portuguesa, algo que os nacionalistas em todo o Mundo Ocidental têm pedido recorrentemente, mas por motivos contrários aos sugeridos pela Catarino Marcelino: os nacionalistas sabem que esses dados demonstram uma maior propensão dos "jovens" para o crime, propensão que se verifica sem excepção em todos os países onde há registos étnicos; já a Catarina Marcelino e os seus comparsas querem usar esses mesmos dados para "mostrar" que os "jovens" são vítimas de racismo por parte do sistema judicial! A isto, caros amigos, chama-se confundir deliberadamente causa com efeito, ou pôr o carro à frente dos bois, como bem diz o nosso povo!

«Relativamente à educação, é defendido o combate à segregação das crianças afrodescendentes e ciganas do sistema de ensino, “garantindo o fim de escolas ou turmas exclusivamente com crianças de minorias étnico-raciais”, bem como a realização de um estudo sobre a integração destas crianças e jovens no ensino universitário para avaliar futuras possíveis medidas de acção positiva.

Mas quais turmas "exclusivamente com crianças de minorias étnico-raciais"?  Que eu saiba, a única turma que havia deste género, numa escola de Tomar, foi mandada desfazer pelo próprio Ministério da Educação! Qual é a escola do nosso país que põe os meninos pretos e ciganos em turmas à parte??? Mesmo que o fenómeno exista, duvido muito que tenha significado estatístico!

«A habitação é apresentada como “um dos principais factores de desigualdade das comunidades afrodescendentes e comunidades ciganas”, contra o qual é recomendado que sejam criados mecanismos jurídicos e sociais de apoio ao arrendamento, de modo a impedir que haja proprietários que se recusem a alugar casas a pessoas ciganas ou afrodescendentes.

Já viram isto? Se tiverem uma casa para alugar e os aspecto dos candidatos a vossos inquilinos não for do vosso agrado, paciência, vocês não podem recusar aquelas "pessoas" que, garantidamente, vos vão partir a mobília toda, estragar os electrodomésticos e, muito provavelmente, atrasar-se no pagamento da renda de forma sistemática!

«É também sugerido que sejam feitos “todos os esforços” para “acabar com as situações habitacionais indignas em Portugal até 2024”.»

Isto quererá dizer o quê, exactamente? Construir mais casas para os parasitas pagas com o dinheiro dos contribuintes portugueses?

«Em matéria de trabalho e emprego, uma “dimensão estruturante na vida das pessoas”, são feitas quatro recomendações, entre regulamentar o estatuto do mediador sociocultural, promover formação específica sobre racismo para os inspectores da Autoridade para as Condições no Trabalho (ACT), criar projectos de emprego apoiado para as comunidades ciganas, dentro da política pública de emprego, e criar mecanismos de combate à exclusão por motivos étnico-raciais nos processos de selecção de emprego.»

Por outras palavras, vão arranjar forma de obrigar os patrões a contratar pretos e ciganos, provavelmente impondo quotas.

«Para a área da saúde é recomendado um reforço das orientações técnicas e mecanismos de informação e formação em todos os serviços sobre os direitos dos utentes, imigrantes em geral e pessoas sem documentos ou em situação irregular.»

O SNS está em risco de falência? Então vamos dar mais direitos e garantias aos imigrantes que, em violação da Lei, se encontram no nosso país ilegalmente! Paguem, tugas estúpidos!!! Vocês votaram décadas a fio no PS/PSD/CDS/CDU/BE/PAN, ou pior, nem sequer votaram de todo, garantindo assim que estes partidos venciam... não quiseram votar nos "fascistas", por isso agora paguem!

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Mais lixo feminista: nova série de TV tem como protagonista uma mulher-morcego fufa e guerreira da (in)justiça social


      Para quem ainda tem paciência suficiente para ligar a televisão, vem aí uma nova série de super-heróis "moderna" e "vanguardista" que nenhum soyboy que se preze deve perder: a Batwoman! Não confundir com o Batman, que esse gajo é misógino, patriarcal e sexista, pá!... Trata-se antes da Batwoman, a mulher-morcego, uma heroína lésbica e progressista, completamente nova e super-original... mas que no fundo não passa de uma versão rasca do Batman com vagina! Confuso?

Não se preocupe, caro leitor, temos um trailer perfeitamente esclarecedor e também o vídeo que se segue, no qual um fulano irlandês desconstrói habilmente a propaganda femiestalinista:


quarta-feira, 22 de maio de 2019

O PNR condena a perseguição à PSP por parte da imprensa


Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«É com profundo sentimento de revolta que lemos a notícia publicada pelo Diário de Notícias, na sua edição digital, datada de 21 de Maio de 2019, intitulada “Cova da Moura. Quem são os oito polícias condenados?”, da autoria da jornalista Valentina Marcelino.

Neste artigo, a mencionada jornalista expõe os nomes dos oito agentes julgados e condenados ao abrigo do chamado processo da Cova da Moura. Entretanto, esta jornalista, que se tem destacado na elaboração de peças “jornalísticas” sistematicamente com alvo na chamada “extrema-direita” e nas instituições que asseguram a ordem pública, expõe de forma inaceitável parte do que refere constar no acórdão da sentença, concretamente os dados biográficos dos mencionados agentes da PSP, onde não faltam detalhes sobre os familiares e respectivas actividades profissionais.

Nós entendemos que isso não é jornalismo! Trata-se de uma exposição gratuita – despida de qualquer interesse social – dos agentes da PSP, bem como uma inqualificável devassa das suas vidas privadas e familiares, que, mercê do lamentável texto dessa jornalista, vêem agora a sua própria segurança e integridade física colocadas em risco.

O Partido Nacional Renovador quer aqui manifestar total solidariedade com os agentes visados pelo Diário de Notícias, que assim mais parece um “pasquim”. Este artigo representa um despudorado ataque não só aos referidos agentes, como também visa denegrir toda a PSP, – que tem sido objecto de uma campanha vil e muito negativa por parte de certa comunicação social politicamente comprometida.

Assim, o Partido Nacional Renovador declara:
– Solidariedade absoluta com os agentes condenados e alvo desta abjecta peça jornalística, e com toda a Polícia de Segurança Pública na sua missão de garante da ordem pública e da paz social.
– Corte de todas as relações com o jornal Diário de Notícias.  Além da publicação desse texto desprezível ser um acto irresponsável, consideramos que este órgão da imprensa nacional tem reiteradamente contribuído para a promoção de reconhecidas “fake news” (notícias falsas).»

domingo, 5 de maio de 2019

Arrogância alógena: alunos brasileiros da FDUL são favorecidos,
mas choramingam contra a "xenofobia"


     Um muito obrigado! ao 8gn8g3, que até é brasileiro, por nos ter trazido aqui mais uma notícia bem esclarecedora sobre o apoio verdadeiramente CRIMINOSO que o "ensino" superior português concede aos alunos estrangeiros. Esta notícia é longa, mas atenção, ela contém estatísticas muito importantes.

«Um grupo satírico instalou na Faculdade de Direito de Lisboa uma caixa com pedras para "atirar a um zuca que passou à frente nos mestrados". Os alunos brasileiros indignaram-se: "Xenofobia não tem piada."»

E passar à frente dos alunos portugueses, não é "xenofobia"? ...

«Susana e Camila estão a conversar à porta da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. São ambas brasileiras, são ambas alunas de mestrado. Às dez da manhã de segunda-feira, quando entraram no edifício da Cidade Universitária, havia uma caixa de cartão com pedras lá dentro que dizia: "Grátis se for para atirar a um zuca que passou à frente no mestrado."




Enquanto Susana começou a protestar com os colegas que tinham feito aquilo, Camila desatou naquilo que agora chama "um choro de raiva". É disso que falam agora, de que podem ficar no papel de vítimas ou protestar pelo que consideram "um acto de xenofobia inadmissível." Fotografaram a instalação e começaram a enviar a mensagem via Whatsapp a mais alunos brasileiros. A meio da tarde, tinha-se juntado um grupo em protesto à porta da faculdade.




A autoria da instalação foi da Tertúlia Libertas, um grupo satírico fundado depois do 25 de Abril para zombar de professores, alunos, e cenas da vida académica. Quando Passos Coelho era primeiro-ministro e visitou a faculdade, eles passearam-se pelas instalações com um coelho enforcado. O ano passado fecharam as portas do estabelecimento em protesto contra o número excessivo de alunos nas turmas. São eles que publicam o jornal O Berro, que troça despudoradamente de professores e alunos.»


Ah, mas troçar de professores, alunos e políticos portugueses é salutar e democrático... já troçar de estrangeiros é "xenofobia"...


«"Limitámo-nos a fazer uma piada", diz uma porta-voz do grupo, que diz não se poder identificar por serem esses os estatutos da Tertúlia. "Há muitas piadas aqui sobre uma situação de privilégio de que os alunos brasileiros de mestrado auferem e nós quisemos gozar com quem discrimina os brasileiros, não com os brasileiros. Mas fomos mal entendidos e a coisa tomou proporções que não esperávamos."

Segunda-feira era dia de arranque da campanha eleitoral para a associação de estudantes e a entrada da universidade tem bancas para cada uma das quatro listas. No topo da escadaria há também o posto da Tertúlia, que eles chamaram de Movimento Cívico Os Marretas, com cartazes que dizem para não alimentar os pombos e um panfleto de propostas como viagens de finalistas a Auschwitz, operar as cordas vocais de um dos candidatos, organizar um fórum jurídico de Direito Penal com Lula da Silva e José Sócrates. 
"As piadas só têm piada quando funcionam para os dois lados. Eu sou estudante de mestrado e estou aqui com sacrifício, mas se me atrevesse a rir dos portugueses sei que eles não iam admitir e mandar-me de volta para a minha terra", diz Amanda Machado, brasileira de Cuiabá. "Este humor parece-me muito inclinado num só sentido."»


Tretas! As piadas têm piada independentemente dos visados e da (falta de) universalidade da piada. E se há de facto uma situação de favorecimento dos brasileiros em Portugal, então os brasileiros deviam ter vergonha ao invés de se fazerem de vítimas. Aliás, a menina Machado escusa de se armar em virgem ofendida, porque toda a gente sabe que os portugueses são o alvo de piadas constantes por parte dos brasileiros no Brasil, sendo a maioria dessas piadas de extremo mau gosto.


 «A presidente do Núcleo de estudos Luso-Brasileiros, que também é representante dos estudantes do maior país lusófono na Faculdade de Direito, diz que "de há dois anos para cá que se sente um aumento da discriminação, não só de alunos, como também de professores." Elizabeth Lima está cá há quatro anos, e sabe que a mudança das regras de acesso aos mestrados vieram veio acirrar os ânimos. "Mas, haja que justificação houver, a xenofobia nunca tem piada."»


Mais uma vez,  recorre-se ao uso gratuito e abusivo da palavra "xenofobia", sem nunca falar da situação que, em concreto, deu origem ao protesto (favorecimento dos alunos brasileiros).


«Ao final da manhã, a direcção da faculdade pediu aos alunos que retirassem a caixa de pedras. Mais tarde, emitiria um comunicado dizendo que "se orgulha de ser um espaço de liberdade", que "convive com a autocrítica, o humor e a sátira", mas que "não tolera quaisquer acções ofensivas relativamente a alunos da faculdade".»


Ou seja, mais uma direcção do ensino superior sem carácter, sem vergonha e sem coluna vertebral. Mas prestem atenção, caros leitores, que estamos prestes a esclarecer o motivo da "xenofobia":


«"A tensão começou a aumentar no ano passado", admite Paula Vaz Freire, subdirectora da instituição, "quando reformulámos o regulamento de entrada no mestrado e o momento de candidatura." Ao abrir os concursos em Março e Abril, verificaram um problema: os alunos portugueses que ainda não tinham concluído a licenciatura não podiam seguir para mestrado.
E, ao contar apenas com a média, verificaram que os alunos brasileiros chegavam com médias mais altas, e por isso entravam nos cursos com maior facilidade. "As notas nunca são muito elevadas na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa", diziam vários alunos, das duas nacionalidades. "Faz parte da cultura da casa." »


Estão a ver esta verdadeira filha da putice, caros leitores? A FDUL tem regras que beneficiam os alunos brasileiros e penalizam os alunos portugueses! E asseguro-vos, caros leitores, isto está longe de ser um caso isolado no "ensino" superior português!


«Hoje, 60 % dos alunos de mestrado em Direito e Ciências Jurídicas são brasileiros. A própria representante dos alunos do Brasil admite que as regras beneficiam quem chega de fora com o curso já concluído. A subdirectora da faculdade promete resolver o assunto no futuro. "E ainda este ano", diz Paula Vaz Freire.
Dos 5488 alunos da Faculdade de Direito de Lisboa, 1227 são brasileiros - ou seja, 22%. Os portugueses representam 66% dos estudantes da instituição, com 3620 inscritos.»

Pois é, as administrações das instituições do ensino superior "tugas" gostam muito de alunos estrangeiros. A coisa só podia dar asneira, evidentemente. E a procissão ainda vai no adro...

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Numa instituição do "ensino" superior de Lisboa: indignaçãozinha hipócrita por causa de um boneco preto que afinal era branco


Um muito obrigado! ao 8gn8g3 por nos ter trazido aqui esta pérola da indignaçãozinha anti-racista militante:

«A imagem de um boneco negro colocado nos corredores do ISCTE- Instituto Universitário de Lisboa, com a frase "bate-me agora" escrita num papel pendurado na figura, está a causar polémica nas redes sociais.




A imagem foi partilhada por Miguel Vale de Almeida, docente daquela instituição académica, que acusa os organizadores de "ignorância". A iniciativa partiu da empresa Smash It Room que, em colaboração com estudantes do ISCTE, colocou um boneco com um bastão ao lado, incentivando a que os académicos "destressem", atingindo a figura com um pancada.

"Isto é pura e simplesmente inaceitável. Tanto os organizadores do evento, quanto a empresa que lhes forneceu objectos para alívio do stress (ou lá o que é) demonstram uma escolha ou ignorância inadmissíveis", escreveu o docente na sua página de Facebook.»


Típico: o Almeida (recuso-me a tratar por professor um cretino como este) fala em "ignorância", mas não sem nunca explicar exactamente em que é que os organizadores do evento são "ignorantes".  Isto é a Teoria Crítica do Marxismo Cultural em estado puro: critica-se só por criticar, sem nunca apresentar justificações ou alternativas.

E claro, esta história do boneco não era nada do que parecia:


«Um dos sócios-gerentes da empresa Smash It Room, César Lemos, disse considerar estas acusações infundamentadas. "A cor original do boneco nem sequer é negro. Ele ficou assim por causa do uso constante, uma vez que está exposto diariamente no nosso estabelecimento para o mesmo fim. Este tipo de bonecos existem em vários ginásios e são utilizado para artes marciais. Estão até disponíveis para venda", explicou.»




«Na página de Instagram da empresa, os responsáveis pela mesma mostram uma fotografia do mesmo boneco na sua "cor de fabrico", garantindo que a fotografia que originou a polémica está "claramente escurecida". "No nosso estabelecimento temos várias pessoas, inclusivamente de diferentes raças e etnias a bater no boneco. Nunca a questão do racismo foi levantada, até hoje", concluiu.
Por fim, César Lemos esclarece que o papel que está ao pescoço do boneco, que diz "bate-me agora" só foi colocado uma vez que as pessoas questionavam constantemente se podiam bater na figura. Entretanto, a Smash It Room foi contactada pelo ISCTE a fim de retirar a imagem dos corredores, algo que não foi preciso, uma vez que o evento já terminou.»

Ou seja, tratou-se de mais um episódio absolutamente ridículo protagonizado pelos funcionários perpetuamente ofendidos da indústria da vitimização anti-racista, sempre à procura de "racismo" onde quer que seja, logo desde o momento em que saem de casa, talvez até desde o momento em que se levantam da cama todas as manhãs. 

Qualquer dia ainda há-de aparecer um destes "iluminados" a jurar que o cabelo humano é racista, porque, com o passar dos anos, vai ficando branco...

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 51


     Aqui fica mais um episódio da excelente e cada vez mais relevante série "Portugal Desintegrado", da autoria do nosso amigo e camarada Ilo Stabet

O tema do episódio de hoje é o famoso caso do bairro da Jamaica, em que vários agentes da PSP foram acusados de agredir vários "jovens" quando, na verdade, os agentes se limitaram a cumprir o seu papel e a reagir a agressões dos "pobre coitadinhos que vieram fazer aquilo que os portugueses não querem."

Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor da série Verbos Malditos, na qual ele desconstrói eloquentemente vários conceitos, termos e expressões da linguagem criada pelos engenheiros sociais neomarxistas (e neoliberais) que trabalham para a destruição do Ocidente. O Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes.
 
Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!




ACTUALIZAÇÃO: Aparentemente, TODOS os vídeos do Ilo Stabet foram colocados em modo privado. É possível que o canal dele esteja novamente sob ataque, tal como aconteceu ao meu próprio canal e também ao canal do José Silva. Aguardemos pacientemente pelos próximos capítulos...

Seja como for, aproveito a ocasião para relembrar aos nacionalistas que não podemos depender apenas do YouTube... se até os grandes canais são alvo de ataques e por vezes chegam mesmo a ser eliminados, nenhum de nós está a salvo de um dia vir a sofrer o mesmo destino. Lembrem-se, o YouTube pertence aos nossos inimigos. Não podemos ter a ilusão de que o vamos poder usar para sempre. E o mesmo se aplica aqui ao Blogger!...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

"Capitã Marvel", mais um filme a boicotar


      Esta posta poderá ser algo surpreendente para os leitores habituais deste blogue, uma vez que, ao longo dos anos, eu tenho apelado a que os nacionalistas abdiquem de ir ao cinema e boicotem TODOS os filmes que puderem. O cinema no Ocidente, tanto nos EUA como na Europa, foi capturado por grupos de interesses descaradamente antibrancos e tendencialmente neomarxistas, pelo que pagar para ir ao cinema é alimentar um bando de filhos da puta ingratos que enriquecem às nossas custas enquanto nos dão lições de moral e trabalham para nos destruir.

Mas este "Capitã Marvel", que deverá estrear no início do próximo mês, promete elevar a fasquia antibranca ainda mais alto. A actriz Brie Larson, que protagoniza o filme, já teceu vários comentários contra os homens brancos. Nomeadamente:

1. «Eu comecei a prestar atenção às minhas conferências de imprensa e reparei que a maioria dos críticos de filmes são maioritariamente homens brancos. (...) Decidi por isso certificar-me que as minhas futuras conferências de imprensa vão ser mais inclusivas.»

Brie Larson, mais uma vacória feminista hollywoodesca.

2. «Eu não quero ouvir um homem branco de 40 anos a dizer-me o que não gostou do filme. Não foi feito para ele! Eu quero é saber o que o filme significou para as mulheres de cor, as mulheres birraciais, as adolescentes de cor.»

E um dos realizadores do filme acrescentou:
3. «Não é apenas um filme feminista, é um filme humanista.»

Preciso de dizer mais? Boicotem esta merda, caros leitores!!! 


Actualização: entretanto, descobri esta 'curiosidade' hilariante acerca da criatura.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

O PNR fala claro: «Jean Wyllys não é bem vindo!»


Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«Jean Wyllys, o ex-deputado brasileiro do partido de extrema-Esquerda, PSOL, vem a Portugal proferir duas conferências. Uma, na Universidade de Coimbra, tem por título, “Discursos de ódio e fake news da extrema direita e seus impactos nos modos de vida de minorias sexuais, étnicas e religiosas – o caso do Brasil” e a outra na Casa do Alentejo, em Lisboa, tendo por tema, “Porque se exilar do Brasil hoje?”.


O PNR, único partido português que apoiou entusiasticamente a eleição de Bolsonaro – ao contrário de toda a restante classe política que o hostilizava ou se remetia a um silêncio dúbio – vem manifestar o seu mais veemente repúdio pela iniciativa da Universidade de Coimbra, o que configura uma afronta ao prestígio desta Universidade e aos portugueses. 

O PNR declara que esse senhor não é bem-vindo a Portugal! É persona non grata esse agitador de extrema-Esquerda, foragido à justiça brasileira, por fortes suspeitas de envolvimento no atentado contra Bolsonaro e por questões ligadas a trafulhices fiscais. Mente descaradamente ao dizer-se ameaçado pela “extrema-Direita”, vendo-se forçado a deixar o seu país. É a habitual mentira de vitimização tão comum na extrema-Esquerda. 

O PNR convoca protestos no local das suas conferências, quer contra a sua presença, quer contra o teor do seu discurso venenoso de propagação do marxismo-cultural, de ódio a Bolsonaro, de lixo da Ideologia de Género, de incentivo ao conflito racial, de perseguição aos valores tradicionais. Para agitadores contra os nossos valores e cultura já bem bastam os de cá. Jean Wyllys não é bem-vindo!

Por isso, convocamos os apoiantes do PNR e os brasileiros pró-Bolsonaro residentes em Portugal a demonstrarem o seu descontentamento e mais viva repulsa pela sua presença entre nós. Compareçam em:

Coimbra – dia 26 – 15h30 – Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra  
Lisboa – dia 27 – 17h00 – R. das Portas de Santo Antão, 58 – “Casa do Alentejo”.

sábado, 26 de janeiro de 2019

Bosta das Índias sugere que a Cristas da direitinha é racista


     Sim, é mesmo verdade, o monhé 'xuxa' perdeu finalmente o último vestígio de vergonha que ainda detinha e decidiu jogar a cartada racial contra a xenófila Cristas, uma fulana que sempre apoiou a imigração de fronteiras escancaradas, que teria votado na pérfida bruxa Hilária e que chegou até a enfiar um hijabe na cabeça para ir passear à mesquita do David das cotoveladas!

Um muito obrigado! ao FdT por nos ter trazido aqui esta notícia:

«"Deve ser pela cor da minha pele que me pergunta se condeno ou não condeno", lançou António Costa, exaltado com a pergunta feita pela líder do CDS sobre se o primeiro-ministro condena ou não incidentes como os que têm sido relatados nos últimos dias e que dão conta de ataques a esquadras de polícia e fogo posto a caixotes do lixo e a um autocarro, alegadamente em protesto contra a violência policial no Bairro da Jamaica.»

Que fique bem registado para referência futura: o Bosta não condenou!

«A resposta de António Costa gerou uma pateada geral no plenário, com o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues a pedir que esse tipo de discussão não entrasse no debate parlamentar. "Temos todos de ter calma", disse Ferro, que fez o apelo não só aos deputados, mas também directamente ao primeiro-ministro.»

"É isso mesmo! Perdi a vergonha em definitivo e decidi jogar a cartada racial! Chupem, tugas!!!"


«"Eu nem vou responder ao comentário final porque fiquei com vergonha alheia", limitou-se a dizer Assunção Cristas quando voltou a ter a palavra.»

Fizeste mal, Cristas da direitinha, perdeste uma oportunidade de ouro de denunciar a estratégia de autovitimização das "minorias étnicas" (escrevo com aspas porque há muitos mais indianos do que portugueses neste planeta, pelo que é pura e simplesmente ridículo falar em minorias).

«A líder do CDS tinha mostrado uma série de notícias de jornal sobre os incidentes dos últimos dias, pedindo a António Costa que fosse claro na condenação a estes actos.
Costa já tinha, em resposta a Fernando Negrão, condenado atitudes racistas e defendido que excessos cometidos pela polícia sejam "investigados", mas frisando que "Portugal é o quarto país mais seguro do mundo" e que os incidentes dos últimos dias não espelham níveis de violência semelhantes aos que se têm visto noutros países.»

Reparem na forma como o(a) cretino(a) que escreveu esta notícia induz os leitores em erro: "a líder do CDS pediu que o Bosta condenasse, mas o Bosta já tinha condenado"... só que o Bosta tinha condenado outra coisa totalmente diferente, que era "o racismo"! O Bosta nunca chegou a condenar os ataques dos "jovens" à polícia e os actos de fogo posto!

E claro, no fim tinha de vir a conversa relativista do costume: "ai, a violência em Portugal não tem nada a ver com o que se passa lá fora! Portugal é um país seguro!" Isto quer dizer o quê, exactamente, que temos de esperar até que Portugal tenha os mesmos problemas de Londres, Paris ou Estocolmo até que alguém faça finalmente alguma coisa?! É isso!?!?

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Ver também:

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