A pouca-vergonha me(r)diática não acaba. São 'fake news' atrás de 'fake news', numa sequência aparentemente interminável... a propósito, tomem bem nota dos comentários dos muçulmanos ao incêndio.
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quinta-feira, 18 de abril de 2019
Paul Joseph Watson denuncia mais 'fake news' dos cabrões esquerdalhistas do Buzzfeed a propósito do incêndio de Notre-Dame (com legendas)
domingo, 24 de março de 2019
Helena Matos sobre a diferença de tratamento dado pelos mé(r)dia aos diferentes terroristas
A Helena Matos é uma das poucas escribas que ainda se aproveitam no cada vez mais abominável Observador da direitinha. Uma das razões para que assim seja é que ela tem uma capacidade notável de, em apenas alguns parágrafos, pôr em evidência a hipocrisia escandalosa dos donos disto tudo:
«Após uma leitura aturada dos jornais desta semana venho propor uma nova classificação para o terrorismo/terroristas. A saber:1. O terrorista anti-islâmico que como o nome indica ataca mesquitas e muçulmanos. Na Nova Zelândia tivemos um caso claro deste tipo de terrorismo. Vimos o rosto e soubemos o nome deste terrorista. Não houve dúvidas sobre as suas intenções.2. O terrorista. Apresentado unicamente como terrorista opera geralmente em África e na Ásia. Tem os cristãos como alvos. Mas nunca é apresentado como anti-cristão ou anti o quer que seja. É terrorista apenas ou preferencialmente “membro de grupo armado”. Não tem nome nem rosto. As suas vítimas são igualmente desprovidas de qualquer elemento que as identifique.
3. O terrorista sem motivação. Trata-se de um endemismo europeu: alguém que age como terrorista, faz atentados, fere e mata. Mas uma vez detido as autoridades têm dificuldade em detectar-lhe motivações terroristas mesmo que o terrorista dito sem motivações confesse, grite e reivindique o seu ódio aos cristãos e ao Ocidente. Numa evolução recente o terrorista sem motivação transformou-se no perturbado [ou como nós dizemos aqui no TU, "maluquinho"] que pratica actos que parecem terrorismo mas não são terrorismo. Ou só são admitidos como tal quando o atentado já desapareceu das notícias. Por exemplo, no atentado que teve lugar esta semana em Utrech o terrorista até fez questão de redigir uma carta a dar conta das suas motivações mas mesmo assim ainda não está claro que ele estivesse mesmo motivado.
O tipo da esquerda é um "terrorista anti-islâmico". O tipo da direita é apenas um "maluquinho".
4. O terrorista invisível autor de atentados não referidos. Em Itália um homem sequestrou esta semana um autocarro, com 51 crianças lá dentro. Amarrou-as e, em seguida, incendiou o autocarro. Anunciou-lhes que iam morrer porque ele queria protestar desse modo contra as mortes de imigrantes no Mediterrâneo. Após uma perseguição policial as crianças foram retiradas do autocarro em chamas e o homem em questão, um cidadão nascido no Senegal, foi detido e as crianças libertas. Graças ao efeito terrorista-invisível este atentado pouco foi noticiado. O terrorista invisível, autor de atentados ainda mais invisíveis é a versão mais moderna do terrorista sem motivação.
Actualização: o Ilo Stabet trouxe-nos aqui este link com o caso referido pela Helena no ponto 4. Muito obrigado, caro Ilo!
segunda-feira, 11 de março de 2019
Organização ligada ao criminoso Soros ataca Tucker Carlson
Era inevitável: o jornalista da Fox, um dos poucos homens no Ocidente que ainda é mesmo um jornalista -sem aspas-, tem ousado criticar ambos esquerdalho e direitinha no seu programa, pelo que a superclasse precisa urgentemente de o abater.
A Media Matters, uma organização financiada pelo criminoso globalista e aspirante a exterminador da raça branca George Soros (aliás Schwartz György), terá encontrado uma entrevista antiga em que o Sr. Carlson manifesta uma série de opiniões que os soyboys e as femiporcas consideram "inaceitáveis". Felizmente, o Sr. Carlson percebe a realidade da guerra cultural e seguiu o conselho do Prof. Jordan Peterson: nunca, mas NUNCA se pede desculpa quando o esquerdalho o exige!
(Fonte)
segunda-feira, 4 de março de 2019
O cúmulo do nojo: (des)governo português pede desculpa a Angola pelas agressões dos "jovens" do bairro da Jamaica às autoridades portuguesas
Via O Cavaleiro do Apocalipse
A subserviência cretina da nossa classe pulhítica para com o terceiro mundo lusófono nunca deixa de me surpreender: por mais que já tenham vendido Portugal a retalho e conspurcado o nome da nossa nação como se de uma reles rameira se tratasse, eles conseguem arranjar sempre novas formas de nos enterrar ainda mais no lodo da falta de carácter:
«O Governo angolano garantiu esta segunda-feira que "não existe qualquer irritante" nas relações entre Angola e Portugal, salientando, paralelamente, que o "Caso Jamaica", com críticas à actuação da polícia, está ultrapassado, depois de uma actuação "discreta" das duas partes.
Em conferência de imprensa realizada hoje em Luanda, destinada a fazer o "lançamento" da visita a Angola do Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, que começa oficialmente quarta-feira, Manuel Augusto lembrou que as autoridades angolanas acompanharam, em conjunto com as congéneres portuguesas, o assunto desde o primeiro momento.
"Desculpem! Perdão! Clemência! Eu chupo... eeeer... perdão, eu faço o que for preciso!
«Em causa o incidente entre moradores angolanos daquele bairro, no concelho do Seixal, e a polícia, ocorrido em Janeiro e que deu origem depois a uma manifestação realizada em Lisboa, em que se registaram incidentes entre manifestantes e polícias.
Manuel Augusto escusou-se a comentar o tratamento que as autoridades e a imprensa de Portugal deram ao assunto, considerando uma "matéria interna" portuguesa, apesar das críticas, nos dois países, à actuação da polícia.
(...) "Quero aqui assegurar que o Governo angolano, através dos seus representantes em Portugal, assumiu as suas responsabilidades, estabeleceu pontes de diálogo com as autoridades portuguesas, condenou o uso excessivo da força, tal como também o fez tem relação ao respeito às autoridades (policiais portuguesas). Tivemos uma atitude permanente, sem muito barulho, mas eficaz", salientou.
Por outro lado, Manuel Augusto salientou ter estado em contacto com o homólogo português, Augusto Santos Silva.
"Teve a hombridade de me ligar, não só para apresentar desculpas, mas também para sublinhar a forma, com sentido de Estado, como as autoridades angolanas reagiram", sublinhou.»
Fabuloso! Os "jovens" agridem a polícia; a polícia, logicamente, reage... mas no final, ainda acabamos de joelhos, todos nós portugueses, a pedir desculpa a Angola através do nosso inenarrável ministro dos Negócios Estrangeiros! Mas que puta de nojo!!!
E reparem bem na contradição gritante, caros leitores: então os "jovens" da Jamaica não são portugueses de pleno direito?! Que tem a Angola de meter o bedelho em assuntos entre portugueses? E que tem o governo português de pedir desculpa a Angola por causa de quezílias entre portugueses? Ou será que afinal isso da raça e da nacionalidade não é bem a história da Carochinha que as "nossas" elites e os genocidas globalistas querem fazer vingar?...
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Tucker Carlson sobre guerra às palhinhas plástico (com legendas)
Ultimamente, temos ouvido falar muito do "grave problema ambiental criado pelas palhinhas de plástico". Várias multinacionais, incluindo a inenarrável Starbucks, estão a banir as palhinhas de plástico em nome da ecologia e da preservação do meio ambiente.
Neste vídeo, o sempre eloquente e inteligente Tucker Carlson mostra-nos como a cruzada contra as palhinhas de plástico não passa de um grande circo.
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