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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Chico-esperto oportunista que fundou e fez crescer o Bloco de Esterco diz que as rede sociais "exploram preconceitos" e "fomentam o ódio"


     O Chico Louçã, aquele trotskista tão coerente que até aceitou um cargo na administração da CGD no Conselho Consultivo do Banco de Portugal (porque o capitalismo, aparentemente, só é mau quando não se anda a facturar pessoalmente), pediu aos seus camaradas do Bloco de Esterco que não respondessem ao "ódio" nas redes sociais. Faz sentido: quando se milita num partido que é constantemente levado ao colo pela comunicação sucial, as redes sociais só servem para atrapalhar...


«O fundador do Bloco de Esquerda Francisco Louçã pediu ao partido que responda com "boa moeda" e não "na mesma moeda" numa crítica à forma como diz que a Direita utiliza as redes sociais. "A resposta não é na mesma moeda, porque não é. Do que se trata é de colocar boa moeda nos mesmos instrumentos e não um mecanismo de criação de ódio ou de fechamento”, afirmou, pedindo a opção por “conteúdos de qualidade”. Foi desta forma que o fundador do Bloco de Esquerda Francisco Louçã pediu este sábado ao partido que responda aos “mecanismos de contaminação” da realidade que diz serem adoptados pela Direita nas redes sociais.»


Tradução: "A Direita recorre às redes sociais para dizer a verdade e desmontar a nossa narrativa, o que é odioso. Não devemos responder da mesma forma, desde logo porque não precisamos, temos os mé(r)dia todos do nosso lado".

«Falando no Porto, numa sessão do Fórum Socialismo 2019 (‘rentrée‘ política bloquista) sobre o tema “Eles andam por aí nas redes sociais: A nova Direita”, o também conselheiro de Estado assinalou o crescente recurso da direita e da extrema-direita às redes sociais para distorcer a realidade.

"Ai, as redes sociais!!! Ai, que elas andam a dar-nos cabo do arranjinho!"

«São, disse, “mecanismos de contaminação” que “criam um senso comum explorando preconceitos, fomentando o ódio”.»


Reparem que o Chico trotskista recorre apenas a expressões e chavões vazios, não providenciando nenhum exemplo concreto de como a "contaminação", os "preconceitos" e o "ódio" são usados para "distorcer a realidade"...


«O co-fundador do Bloco de Esquerda citou o caso da actual coordenadora do partido, Catarina Martins, como uma das visadas na “estrutura de criação de crenças” nas redes sociais, quando lhe foi atribuída a compra de um relógio de dois milhões de euros, num ‘post’ que suscitou mesmo a defesa do julgamento da dirigente partidária no tribunal de Nuremberga.

Mas, ironizou, “os mecanismos deste tipo de campanhas de sujas, sobretudo em campanha eleitoral, não passam só por entusiasmar a gente que está à espera da morte desses trastes no cadafalso de Nuremberga”.»


Eis aqui uma falácia muito recorrente por parte dos paspalhos de Esquerda da estirpe do Louçã: pega-se na excepção e faz-se dela a regra, como se tudo o que fosse publicado pela Direita nas redes sociais fosse mentira. Além de que o Bloco de Esterco é culpado exactamente do mesmo. Basta ver que, há apenas uns dias atrás, os meios de propaganda desse partido asqueroso publicaram várias fake news acerca dos incêndios na Amazónia.


«Durante a sua comunicação, Francisco Louçã considerou que “um dos aspectos mais preocupantes que vivemos nos últimos anos é a forma particular de relação entre os antigos meios de comunicação social, que ainda são muito poderosos, e estes mecanismos de contaminação identificação emocional criados nas redes sociais”


Esta então é o cúmulo da hipocrisia! Se há veículo "informativo" que explora até ao tutano as emoções mais primárias das pessoas, esse veículo é precisamente a televisão, em paricular os noticiários dos grandes canais de televisão! Abrem sempre de uma forma exageradamente sensacionalista e dramática, exacerbam a vertente emocional das notícias até ao limite! As redes sociais não podem, de forma alguma, competir com os velhinhos a chorar compulsivamente em directo porque perderam tudo nos incêndios de Pedrógão Grande, ou com o desespero de uma família cigana que foi expulsa do prédio em que morava por não pagar a renda há 30 anos, ou com a revolta "legítima" daqueles "jovens" injustiçados que foram barbaramente agredidos pela polícia (apesar de nunca haver provas das agressões, nem nunca ser mencionado o contexto em que as mesmas ocorreram)...


«Isto porque, como assinalou, a velocidade de transmissão das mensagens nas redes sociais funciona “como factor de enorme pressão sobre jornalistas, para os fazer publicar notícias em corrida contra essas redes sociais, sem o contexto da informação e a reflexão que uma notícia exige, ou até para serem enganados” por elas.»


Ou seja, para o Chico Louçã, a culpa de os "jornalistas" publicarem cada vez mais lixo e cometerem cada vez mais gaffes é das pessoas que lhes desmontam as tretas nas redes sociais! Coitadinhos, pá! Há apenas 20 anos, uma pessoa podia escrever tudo o que bem lhe aprouvesse num jornal... mas agora há uns tipos cheios de "ódio" nas redes sociais que publicam o contraditório, estragando assim o esquema aos aldrabões! Que chatice, pá!!!


«“É como se determinada coisa que acontece nas redes sociais tivesse de ser tomada como um sintoma significativo do que a sociedade está a pensar”, comentou.»


Bem, as redes sociais até poderão não ser o melhor barómetro da opinião social, mas uma coisa é certa: tu, Chico Louçã, tu e todos os elitistas despudorados como tu ainda são menos fiáveis. O teu problema é o mesmo de todos os tiranos ou, no teu caso, aspirante a tiranete: convives mal com o pluralismo, o contraditório e a liberdade de expressão.

Mas vai ter mesmo que se habituar, senhor conselheiro de Estado... nós viemos para ficar!

terça-feira, 6 de agosto de 2019

"Jovem" astrofísico me(r)diático adorado pelo esquerdalho ousa pensar por si próprio... e o esquerdalho que o adorava cai-lhe em cima!


    O "jovem" cientista Neil deGrasse Tyson, conhecido do grande público sobretudo por ser o apresentador e narrador da  série "Cosmos: Uma Odisseia no Espaço-Tempo", tem sido, nas últimas horas, o alvo da revolta indignadinha do esquerdalho ianque. Porquê? Por causa deste tuíte que ele teve o "atrevimento" de partilhar:




Uau! Morre mais gente a cada 48 horas abatida por pessoas com revólveres e pistolas do que morreram nos dois ataques de El Paso e Dayton! "Quem diria, hã?" Bem, este artigo no Observador ainda vai mais longe, informando-nos que o número de homicídios desse género (revólveres e pistolas) andou na casa dos 45/dia durante as 48 horas em que ocorreram os dois ataques, e não apenas 20/dia, como tuítou o "jovem" Tyson. Porque será, já agora? 😏

Ora, como não podia deixar de ser, o esquerdalho não gostou nada desta verdade inconveniente. Como se pode ler aqui, houve logo várias reacções indignadas ao tuíte do "jovem" Tyson que, infelizmente, já cedeu à pressão e pediu desculpa.

A moral da história aqui é a seguinte: nem mesmo os "jovens" estão a salvo da ira dos seus donos quando se atrevem a sair da plantação. E também: o que o esquerdalho quer não é evitar mortes, é  tirar as armas ao povo norte-americano.

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

O Bloco de Esterco volta a mostrar a sua verdadeira face...


...a face de um partido totalitarista e antidemocrático:

«O Bloco de Esquerda (BE) considerou nesta quinta-feira inaceitável a visita a Portugal do presidente do Brasil, defendendo que o Governo português a deve cancelar. O partido entende que Jair Bolsonaro “não é bem-vindo” ao país por ser alguém que mostra “constante desrespeito” pela democracia. Ainda nesta quinta-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros reagiu à posição demonstrada pelo partido, em declarações à TSF, dizendo que não pode “cancelar viagens que não estão programadas”.»

Sobretudo sob um argumento tão cretino como este que está a ser usado pelos anormais do BE. Bolsonaro "desrespeita constantemente a democracia"? Como, se ele foi eleito democraticamente? Como, se as decisões dele estão sujeitas aos limites impostos pela Constituição da República Federativa do Brasil e pelo Tribunal Superior Eleitoral do Brasil?!...


Jair Bolsonaro: a fazer o esquerdalho espumar de raiva dos dois lados do atlântico!

«Numa nota do BE enviada às redacções, o partido começa por se referir às afirmações de Jair Bolsonaro “a propósito da morte do activista estudantil e militante político Fernando Santa Cruz, dado como desaparecido em 1974, em plena ditadura militar naquele país“. O Presidente do Brasil provocou o presidente da Ordem dos Advogados brasileiro, filho de Santa Cruz, afirmando que se quisesse poderia dizer-lhe de que forma o seu pai desapareceu no período de ditadura militar. “E não vai querer saber a verdade”, acrescentou ainda Jair Bolsonaro.»

E como é que isto, sendo de gosto duvidoso, representa um ataque à democracia??? 

«Por isso, o Bloco de Esquerda pega neste recente exemplo para apelar ao Governo que não receba o Presidente do Brasil com honras de Estado. Em declarações ao Observador, a deputada do Bloco de Esquerda Joana Mortágua detalha as razões que levaram o partido a avançar com este pedido. “Está na altura de a comunidade internacional dar um sinal. A nossa solidariedade é com o Brasil e com o povo brasileiro, não temos de dar sinais de aprovação ou de legitimação deste tipo de declarações“, critica a bloquista. “A vinda de Jair Bolsonaro poderia sinalizar que o Governo português é conivente com o constante desrespeito pela democracia”.»

O povo brasileiro elegeu Bolsonaro. Desrespeito para com a democracia seria não o receber com honras de Estado.

«O cancelamento da visita podia, no entender do partido, ser o sinal político necessário para que a comunidade internacional olhasse para este assunto e afirmasse a sua posição. “Seria um sinal importante num momento em que o Brasil em peso, da esquerda à direita, está indignado com estas declarações de Jair Bolsonaro“, diz a deputada.»

Mas que "direita" é que está indignada, exactamente? A direitinha lá do sítio?

«“É um sinal político mas tem de ser dado. Receber ou deixar de receber com honras de Estado um presidente em determinado momento tem uma mensagem política. E é esse sinal político que a comunidade internacional devia enviar: o de que não está de acordo com as declarações de um presidente que demonstra ausência de respeito pelos direitos humanos e pela democracia“, resume Joana Mortágua.»

Isto, vindo da filha de um terrorista, é de uma ironia que só não é deliciosa porque a certa altura lembramo-nos que ela tem assento no Assembleia da República de Portugal.

«Joana Mortágua não acredita que esta atitude venha a significar uma ruptura das relações bilaterais entre os dois países. “O que deve ser sinalizado é que a comunidade internacional, numa altura de movimentos que põem em causa as nossas liberdades democráticas, tem de tomar uma posição quando um presidente de um país democrático faz uma declaração perversa em que demonstra ter algum tipo de acordo ou conivência com a tortura e a ditadura brasileiras“, conclui.»

 Excepto que a declaração, sendo de mau gosto, não mostra nada disso.

«Assim, o partido considera “inaceitável a realização desta visita”, afirmando que “Jair Bolsonaro não é bem-vindo a Portugal” e pedindo directamente ao Ministério dos Negócios Estrangeiros que cancele a visita “o quanto antes“. A visita ainda não está agendada, mas ainda decorrem negociações entre os corpos diplomáticos dos dois países e é expectável que venha a acontecer no início do próximo ano.»

Era só o que faltava o Governo Português cancelar a visita do Chefe de Estado do maior país da Lusofonia porque a extrema-esquerda "tuga" não aprova a sua conduta! Mas quem é que esta gentinha execrável do BE julga que é???



terça-feira, 23 de julho de 2019

Presidente do Gana quer que descendentes de negros africanos “voltem”


     Um muito obrigado! ao Zé do Burro por nos ter trazido aqui esta notícia curiosa... a notícia foi redigida em português do Brasíu... por isso, tenham paciência, caros leitores!

«O presidente do Gana, Nana Akufo-Addo deseja e está trabalhando para que os “africanos da diáspora”, como ele denomina os descendentes dos escravos africanos vendidos a outros continentes, visitem e passem a residir naquele país. Com este objectivo, o governo de Gana criou uma campanha para tornar mais fácil para eles retornarem à “Terra-Mãe”.»

O presidente Nana, do Gana.

«2019 marca 400 anos, afirma o site Travel Noire, desde que os primeiros africanos foram arrancados de suas famílias e forçados à escravidão. 77 milhões de pretos africanos foram enviados como negros para o Caribe e outras regiões da América. A maioria dessas pessoas veio de países da África Ocidental, então conhecida como Costa do Ouro. Gana está agora chamando “seu povo” para visitar e, espera, viver.»

Nenhuma referência ao facto de que a maioria desses pretos foram capturados e vendidos pelos seus próprios irmãos de raça. "Porreiro, pá!" como dizia o 44.

«No Brasil, negros africanos passaram a conviver com negros índios (alcunhados pelos portugueses de “negros da terra”), sendo empregados especialmente no trabalho agrícola. Esta convivência também resultou em intensa mestiçagem.»

Isto, escrito desta forma desonesta, até dá a sensação que os pretos e os índios não se miscigeram com os portugueses. Infelizmente, miscigenaram-se... e não foi pouco!

«A iniciativa, conhecida como “Ano do Retorno, Gana 2019”, é liderada pelo Gabinete da Diáspora e apoiada pelo presidente Nana Akufo-Addo. Para o ano de 2019, haverá uma série de eventos, festivais e actividades de boas-vindas, incentivando aqueles “em sua jornada espiritual de direito de nascimento”.»

Era bom que retornassem, lá isso era... mas podemos ir sonhando, porque já sabemos que eles não vão retornar. O que os pretos mais gostam é precisamente de viver nos países dos brancos. O que nos leva à pergunta: se eles não vão retornar -e o presidente do Gana sabe perfeitamente que eles não vão retornar-, então qual é o objectivo desta iniciativa?

«“O Ano do Retorno, Gana 2019” celebra a resiliência cumulativa de todas as vítimas do tráfico transatlântico de escravos que foram espalhadas e deslocadas pelo mundo na América do Norte, América do Sul, Caribe, Europa e Ásia, afirma o site. Foi anunciado em Setembro de 2018, mas foi oficialmente lançado em Dezembro de 2018 no Full Circle Festival de Gana. Boris Kodjoe, Michael Jai White, Djimon Hounsou, Anthony Anderson e Jidenna eram apenas algumas das estrelas de Hollywood que participaram. Em Julho de 2019, um festival pan-africano de artes e cultura terá lugar em todo o país e uma cerimônia de “cura e expiação” terá lugar no Dia da Emancipação em Agosto.»

Ah... "ano do retorno" é mais uma forma de perpetuar a culpa branca e de manter revoltados os pretos do continente africano! Bem pensado, Sr. Akufo-Addo!

«Como parte de uma campanha de um ano de duração, 200 pessoas afro-americanas e afro-caribenhas que vivem em Gana ganharão cidadania. As taxas de visto também foram reduzidas de US$ 150 para US$ 75. O objectivo é tornar mais fácil para aqueles que estão na diáspora viajar para o Gana. Eles estão também fazendo parcerias com companhias aéreas.
Há toneladas de eventos de “Ano do Retorno” programados durante todo o ano de 2019 com Afrochella em 28 de Dezembro, sendo a maneira perfeita de coroar o ano, enfatiza o site.»

Pretos em Portugal, não percam mais tempo! Vão já todos para o Gana, que o Nana está à vossa espera! O paraíso africano, livre dos brancos e da sua interminável opressão colonialista está a vossa espera! Como assim, não?! Vocês querem mesmo ficar aqui, neste país "racista"???

domingo, 24 de março de 2019

Helena Matos sobre a diferença de tratamento dado pelos mé(r)dia aos diferentes terroristas


     A Helena Matos é uma das poucas escribas que ainda se aproveitam no cada vez mais abominável Observador da direitinha. Uma das razões para que assim seja é que ela tem uma capacidade notável de, em apenas alguns parágrafos, pôr em evidência a hipocrisia escandalosa dos donos disto tudo:
«Após uma leitura aturada dos jornais desta semana venho propor uma nova classificação para o terrorismo/terroristas. A saber:

1. O terrorista anti-islâmico que como o nome indica ataca mesquitas e muçulmanos. Na Nova Zelândia tivemos um caso claro deste tipo de terrorismo. Vimos o rosto e soubemos o nome deste terrorista. Não houve dúvidas sobre as suas intenções.

2. O terrorista. Apresentado unicamente como terrorista opera geralmente em África e na Ásia. Tem os cristãos como alvos. Mas nunca é apresentado como anti-cristão ou anti o quer que seja. É terrorista apenas ou preferencialmente “membro de grupo armado”. Não tem nome nem rosto. As suas vítimas são igualmente desprovidas de qualquer elemento que as identifique.
3. O terrorista sem motivação. Trata-se de um endemismo europeu: alguém que age como terrorista, faz atentados, fere e mata. Mas uma vez detido as autoridades têm dificuldade em detectar-lhe motivações terroristas mesmo que o terrorista dito sem motivações confesse, grite e reivindique o seu ódio aos cristãos e ao Ocidente. Numa evolução recente o terrorista sem motivação transformou-se no perturbado [ou como nós dizemos aqui no TU, "maluquinho"] que pratica actos que parecem terrorismo mas não são terrorismo. Ou só são admitidos como tal quando o atentado já desapareceu das notícias. Por exemplo, no atentado que teve lugar esta semana  em Utrech o terrorista até fez questão de redigir uma carta a dar conta das suas motivações mas mesmo assim  ainda não está claro que ele estivesse mesmo motivado.

O tipo da esquerda é um "terrorista anti-islâmico". O tipo da direita é apenas um "maluquinho".

4. O terrorista invisível autor de atentados não referidos. Em Itália um homem sequestrou esta semana um autocarro, com 51 crianças lá dentro. Amarrou-as e, em seguida, incendiou o autocarro. Anunciou-lhes que iam morrer porque ele queria protestar desse modo contra as mortes de imigrantes no Mediterrâneo. Após uma perseguição policial as crianças foram retiradas do autocarro em chamas e o homem em questão, um cidadão nascido no Senegal, foi detido e as crianças libertas. Graças ao efeito terrorista-invisível este atentado pouco foi noticiado. O terrorista invisível, autor de atentados ainda mais invisíveis é a versão mais moderna do terrorista sem motivação.

Actualização: o Ilo Stabet trouxe-nos aqui este link com o caso referido pela Helena no ponto 4. Muito obrigado, caro Ilo!

segunda-feira, 11 de março de 2019

Organização ligada ao criminoso Soros ataca Tucker Carlson


     Era inevitável: o jornalista da Fox, um dos poucos homens no Ocidente que ainda é mesmo um jornalista -sem aspas-, tem ousado criticar ambos esquerdalho e direitinha no seu programa, pelo que a superclasse precisa urgentemente de o abater. 

A Media Matters, uma organização financiada pelo criminoso globalista e aspirante a exterminador da raça branca George Soros (aliás Schwartz György), terá encontrado uma entrevista antiga em que o Sr. Carlson manifesta uma série de opiniões que os soyboys e as femiporcas consideram "inaceitáveis". Felizmente, o Sr. Carlson percebe a realidade da guerra cultural e seguiu o conselho do Prof. Jordan Peterson: nunca, mas NUNCA se pede desculpa quando o esquerdalho o exige!



segunda-feira, 4 de março de 2019

O cúmulo do nojo: (des)governo português pede desculpa a Angola pelas agressões dos "jovens" do bairro da Jamaica às autoridades portuguesas


Via O Cavaleiro do Apocalipse

     A subserviência cretina da nossa classe pulhítica para com o terceiro mundo lusófono nunca deixa de me surpreender: por mais que já tenham vendido Portugal a retalho e conspurcado o nome da nossa nação como se de uma reles rameira se tratasse, eles conseguem arranjar sempre novas formas de nos enterrar ainda mais no lodo da falta de carácter:

«O Governo angolano garantiu esta segunda-feira que "não existe qualquer irritante" nas relações entre Angola e Portugal, salientando, paralelamente, que o "Caso Jamaica", com críticas à actuação da polícia, está ultrapassado, depois de uma actuação "discreta" das duas partes.
Em conferência de imprensa realizada hoje em Luanda, destinada a fazer o "lançamento" da visita a Angola do Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, que começa oficialmente quarta-feira, Manuel Augusto lembrou que as autoridades angolanas acompanharam, em conjunto com as congéneres portuguesas, o assunto desde o primeiro momento.
"Desculpem! Perdão! Clemência! Eu chupo... eeeer... perdão, eu faço o que for preciso!

«Em causa o incidente entre moradores angolanos daquele bairro, no concelho do Seixal, e a polícia, ocorrido em Janeiro e que deu origem depois a uma manifestação realizada em Lisboa, em que se registaram incidentes entre manifestantes e polícias.
Manuel Augusto escusou-se a comentar o tratamento que as autoridades e a imprensa de Portugal deram ao assunto, considerando uma "matéria interna" portuguesa, apesar das críticas, nos dois países, à actuação da polícia.
(...) "Quero aqui assegurar que o Governo angolano, através dos seus representantes em Portugal, assumiu as suas responsabilidades, estabeleceu pontes de diálogo com as autoridades portuguesas, condenou o uso excessivo da força, tal como também o fez tem relação ao respeito às autoridades (policiais portuguesas). Tivemos uma atitude permanente, sem muito barulho, mas eficaz", salientou.
Por outro lado, Manuel Augusto salientou ter estado em contacto com o homólogo português, Augusto Santos Silva.
"Teve a hombridade de me ligar, não só para apresentar desculpas, mas também para sublinhar a forma, com sentido de Estado, como as autoridades angolanas reagiram", sublinhou.»

Fabuloso! Os "jovens" agridem a polícia; a polícia, logicamente, reage... mas no final, ainda acabamos de joelhos, todos nós portugueses, a pedir desculpa a Angola através do nosso inenarrável ministro dos Negócios Estrangeiros! Mas que puta de nojo!!!

E reparem bem na contradição gritante, caros leitores: então os "jovens" da Jamaica não são portugueses de pleno direito?! Que tem a Angola de meter o bedelho em assuntos entre portugueses? E que tem o governo português de pedir desculpa a Angola por causa de quezílias entre portugueses? Ou será que afinal isso da raça e da nacionalidade não é bem a história da Carochinha que as "nossas" elites e os genocidas globalistas querem fazer vingar?...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Tucker Carlson sobre guerra às palhinhas plástico (com legendas)


       Ultimamente, temos ouvido falar muito do "grave problema ambiental criado pelas palhinhas de plástico". Várias multinacionais, incluindo a inenarrável Starbucks, estão a banir as palhinhas de plástico em nome da ecologia e da preservação do meio ambiente.

Neste vídeo, o sempre eloquente e inteligente Tucker Carlson mostra-nos como a cruzada contra as palhinhas de plástico não passa de um grande circo.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

O "pai da democracia" abrilina ganhou o euromilhões, mas o Salazar é que era mau, pá!


      Ainda a propósito da passagem do Mário Machado pelo programa folcórico do rabeta Goucha, há quem ainda tenha o descaramento de disputar o FACTO de que o Salazar não fez fortuna com a sua governação durante o Estado Novo.

Não, não estou a defender o Mário Machado, nem o Salazar, muito menos o Estado Novo, estou apenas a defender a VERDADE.

Nesta grandessíssima FRAUDE indecentemente chamada de "Polígrafo", afirma-se que quando o Mário Machado disse que Salazar “terminou a sua vida exactamente com o mesmo dinheiro que quando entrou para a política”, ele estava a ser "impreciso". Só que não estava. Com todos os seus defeitos, o MM não disse mentira nenhuma, Salazar morreu mesmo sem ter enriquecido à custa do Estado, por muito que isso custe à comunada raivosa e à direitinha impotente.

E a pouca-vergonha deste "polígrafo" da treta fica bem patente quanto confrontamos o trajecto de Salazar com o do "pai da democracia" abrilina:



Ou seja, Salazar morreu com o mesmo dinheiro que tinha antes de ser governante, mais escudo, menos escudo.  Já o "democrata" Soares, herói supremo da escumalha abrilina, acumulou o equivalente ao primeiro prémio do euromilhões para deixar aos seus herdeiros!