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quinta-feira, 28 de março de 2019

Paul Joseph Watson tenta explicar o colapso do Ocidente.
Jared Taylor discorda. (ambos os vídeos com legendas)


O Paul Joseph Watson fez um bom vídeo sobre o estado actual da nossa civilização:



Infelizmente, há um pequeno "detalhe" que o PJW deixou de fora do seu vídeo, provavelmente para evitar ser censurado pelos eunucos do YouTube. Mas esse pequeno "detalhe" (notem bem as aspas) faz toda a diferença:



Quem tem razão? O PJW ou o JT? Só o tempo dirá. Eu, infelizmente, tendo mais para o lado do PJW, uma vez que o optimismo do JT me parece francamente excessivo. Porquê? Porque o JT se esqueceu da ameaça mais importante que a raça branca enfrenta no presente, que é o facto de não estar a proceder à sua renovação demográfica. Já o escrevi várias vezes aqui no TU, mas insisto: sem filhos, não há futuro. As nossas fronteiras não se fecharão por milagre, é preciso que haja vontade política para isso. E se os europeus continuarem a não ter filhos, a sua vontade política será cada vez menos determinante para o futuro do Ocidente, uma vez que a vontade política dos alógenos tenderá cada vez mais a sobrepor-se.

sábado, 23 de março de 2019

Cinema "português": propaganda pró-mestiçagem revoltante


Um muito obrigado! ao Fuas Roupinho por nos ter trazido aqui este vídeo que mete nojo aos cães, às pulgas e até aos vermes dentro das pulgas. Trata-se do trailer de um filme "tuga" de que, felizmente, eu nunca tinha ouvido falar, mas que é do mais cretino que existe. O Fuas Roupinho resumiu muito bem o que está em jogo no seu comentário:

«Afonso, repara no novo filme português a estrear esta semana, o herói escurinho, contra os polícias brancos portugueses malvados e a branca loira que fica com ele. A narrativa nunca muda é sempre isto, estão mesmo apostados em acabar com os portugueses brancos.»

Perfeito! Em três linhas, ficou tudo dito. É para mim um motivo de grande orgulho ter aqui no TU vários leitores com a inteligência do Fuas Roupinho. Durante muitos anos, eu tive (e continuo a ter) grandes dificuldades em fazer entender às pessoas a enorme toxicidade dos nossos mé(r)dia. A par do sistema (des)educativo, os mé(r)dia são os principais responsáveis por moldar o imaginário e a mundivisão dos nossos jovens, lavando-lhes o cérebro bem lavadinho logo desde tenra idade. É a esse processo que eu chamo guerra cultural, que mais não é do que a aplicação prática da Teoria Crítica. A Direita ocidental tem perdido essa guerra de uma forma verdadeiramente espectacular, porque não tem sabido contrariar a formatação ideológica imposta pelo esquerdalho e pela direitinha neoliberal.

Vejam bem esta valente merda, caros leitores. Faço notar que este não é o primeiro filme deste género, já nos anos 90 houve o famoso "Zona J", outro verdadeiro nojo de filme financiado em parte com o dinheiro dos nossos impostos e em que um preto e uma branca viviam um "amor proibido", acabando por se suicidar por term sido "rejeitados pela sociedade". Vejam e digam de vossa sentença! 


quinta-feira, 14 de março de 2019

Propaganda à mestiçagem num anúncio de fraldas do Pingo Doce


     Um muito obrigado! ao Portugal português numa Europa europeia! por nos ter trazido aqui este videozinho curtinho, mas absolutamente sintomático e esclarecedor da forma como o capitalismo selvagem incentiva descaradamente à mestiçagem. Trata-se de um anúncio às fraldas do Pingo Doce, umas fraldas para "uma geração mais exigente", segundo a narradora do anúncio. Por "geração mais exigente", entenda-se uma geração mestiça, evidentemente...

Faço notar que, no rodapé do vídeo, aparece escrito "testemunhos reais". A confirmar-se, isto não é apenas propaganda, estamos a falar mesmo de casais "vibrantes" reais que aceitaram dar a cara pelo anúncio.

Para alguns autoproclamados nacionalistas, isto é completamente irrelevante...





"Tudo o que é preciso é fechar as fronteiras, pá!", dizem os palermas. Pois claro, resta saber como é que se vai conseguir impor isso à medida que a proporção de brancos em cada país europeu for diminuindo... vão ser os alógenos a viver na Europa que vão querer fechar as fronteiras por nós, querem ver?

sábado, 9 de março de 2019

Jared Taylor explica o declínio da raça branca


      O Dr. Jared Taylor, que é o autor de muito do material publicado na página American Renaissance, refere alguns dos motivos pelos quais, na sua opinião, a raça branca está em declínio.

quinta-feira, 7 de março de 2019

O vice-reitor da Universidade de Kingston pede acção afirmativa nas notas escolares!


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia absolutamente surreal publicada no inenarrável Al-Guardian, o jornaleco neomarxista e pós-modernista do Reino Unido que serve de inspiração aos "nossos" Al-Público e Diário de Noticiazinhas (e até ao próprio Observador da direitinha, que republica artigos do Al-Guardian de vez em quando).

Quando li os escritos que vou reproduzir a seguir pela primeira vez, eu não me apercebi do quão grave é o caso. É que eu julguei que a notícia tinha sido escrita por um alucinado neomarxista lá do pasquim, como é habitual. Só depois reparei que o seu autor era nada mais, nada menos, que o vice-reitor da Universidade de Kingston!

Vamos começar pelo título e primeiro parágrafo, que resumem logo o essencial:

«As universidades deviam ser castigadas por darem notas mais baixas aos estudantes negros
O governo devia julgar o ensino universitário com base na forma como promove a igualdade e a diversidade.»

Promissor, não é? Não vou publicar aqui o resto, porque não estou para ter a trabalheira de andar a traduzir para depois praticamente ninguém ler. Quem quiser, pode deliciar-se com a maravilha aqui.

Vou só comentar a ideia central do artigo: o vice-reitor da Universidade de Kingston, a criatura de beleza arrebatadora que podem ver na fotografia abaixo, acha que as universidades da Grã-Bretanha não têm feito o suficiente para promover a "diversidade". A prova, segundo o Estêvão, é que os alunos negros continuam a ter notas mais baixas do que os alunos brancos. Ele cita números relativos ao ano lectivo de 2016-2017, em que "apenas" 66% dos alunos de "minorias" étnicas obtiveram um diploma académico, enquanto o número equivalente para os alunos brancos foi 79,6%.



Steven Spier: vice-reitor da Universidade de Kingston e soyboy extraordinaire!


Ora bem, qualquer nacionalista minimamente atento reconhecerá imediatamente a falácia no "raciocínio" do Estêvão: se o QI médio dos habitantes da África subsariana ronda apenas os 70 pontos, enquanto o dos alunos brancos ronda os 100 pontos, os alunos negros não estão sub-representados nas estatísticas, mas sim sobre-representados, ao contrário do que ele afirma.

Ora reparem, caros leitores: 


Aliás, mesmo que consideremos que os estudantes negros do Reino Unido são um pouco mais inteligentes do que os africanos, os brancos ainda saem a perder. Por exemplo, se admitirmos um QI médio de 80 pontos, teremos 66/80 = 82,5%.

Resumindo e concluindo: agora que já temos acção afirmativa para as vagas em várias universidades ocidentais, há quem queira também alargar o âmbito da acção afirmativa aos resultados académicos! Porque a guerra à raça branca nunca vai acabar, por mais "direitos" e "conquistas" que as outras raças obtenham no Ocidente. Esse é ponto crítico a reter, a engenharia social que visa exterminar a raça branca nunca vai parar. É por isso que não há alternativa ao Nacionalismo, por mais que os líderes nacionalistas possam deixar a desejar nalguns aspectos. O esquerdalho e a direitinha não vão parar. Os mé(r)dia não vão parar. As elites académicas não vão parar. E quem os controla a todos a partir dos bastidores não vai parar: a raça branca é mesmo para acabar!

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Infanticídio: nem sequer foram precisos 15 dias, já há quem o esteja a exigir!


     Há apenas alguns dias, eu publiquei aqui no TU esta posta sobre o fim do limite do período para abortar em vários estados norte-americanos. No final dessa posta, eu fiz esta previsão sinistra: chegará o dia em que vai ser legal matar recém-nascidos! 

Pois bem, o mês de Fevereiro ainda não acabou e o tempo já começa a dar-me razão. Reparem bem no cartaz que uma vacória feminista levantava acima da sua cabeça durante um protesto contra apoiantes do Presidente Trump:


"Legalizem o aborto pós-parto"... depois não digam que eles não avisaram!


Como já sei que há sempre um(a) cretino(a) que me vai acusar de "ter retirado esta imagem do seu devido contexto", aqui fica um link que mostra que o "aborto pós-parto" é mesmo um conceito levado a sério por algumas pessoas.

Entretanto, houve alguém que me perguntou, nas caixas de comentários do TU, se eu concordava com o aborto para bebés não-brancos. A minha resposta é um rotundo NÃO, por vários motivos:
1. A minha oposição ao aborto é, antes de mais, uma oposição baseada na convicção de que a vida de um ser humano deve ser inviolável logo a partir do momento em que óvulo é fecundado pelo espermatozóide; não quero saber dos "argumentos" que dizem que "um feto não sofre", que "ainda não tem consciência" ou que "ainda não é um ser humano completamente formado"; isto é uma questão de princípio, não se matam seres humanos, quer estejam 100% desenvolvidos, que estejam apenas 0,001%; até porque matar seres humanos sob o argumento de que não estão suficientemente desenvolvidos é abrir a porta a que, mais tarde, se venham a matar quando estiverem desenvolvidos, como a recente lei aprovada em Nova Iorque e o cartaz da fotografia acima bem ilustram.
2. A propósito do "argumento" de que a maioria dos abortos no Ocidente são de bebés alógenos e que, por esse motivo, os racialistas brancos deviam ser a favor do aborto porque "o saldo final é positivo para a raça branca", eu respondo que isso é uma valente treta, porque não é verdade que o saldo final seja positivo para a raça branca: os bebés alógenos podem ser facilmente repostos por imigrantes, os bebés brancos não; ou seja, de um ponto de vista estritamente demográfico, é muito mais grave abortar um bebé branco do que vários bebés alógenos. Dado que a população branca é muito inferior, em termos mundiais, à população alógena, não adianta que sejam abortados 10 bebés alógenos por cada bebé branco, ou mesmo 100 bebés alógenos por cada bebé branco, porque há milhões de bebés alógenos a nascer todos os anos em todo o mundo (sim, literalmente milhões!), muitos dos quais quererão vir para o Ocidente quando crescerem; ou seja, o "benefício" de abortar bebés alógenos não compensa o prejuízo de abortar bebés brancos, que são muito mais raros e que não podem ser repostos facilmente ou de todo; ou seja, em termos proporcionais, a perda de um bebé branco é muito mais gravosa do que a perda de um bebé alógeno, pelo que defender o aborto argumentando que vitima mais bebés alógenos não faz sentido.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

O aborto infanticídio já é totalmente legal nalguns estados dos EUA


      Não sei quantos de vocês saberão mas, apesar da presidência de Donald Trump, os criminosos do partido "democrata" estão a conseguir avançar com a agenda demoníaca do aborto em vários estados norte-americanos, o que mais não é do que infanticídio em massa perpetrado a pretexto dos direitos da mulher. No estado de Nova Iorque, o aborto pode agora ser realizado depois das 24 semanas de gestação. E, no estado da Virgínia, uma proposta de Lei visa legalizar o aborto em qualquer momento da gravidez, o que significa poder abortar até ao momento do parto!

No vídeo que se segue, o judeu Ben Shapiro denuncia esta aberração, que é um autêntico crime contra a humanidade:



Eu quero acrescentar o seguinte: ao longo dos anos, fui ouvindo muitas pessoas jurarem -algumas das quais nacionalistas!- que o aborto não é imoral porque "um feto não é um ser humano totalmente desenvolvido e por isso não tem os mesmo direitos" ou porque "a maioria dos abortados são provavelmente alógenos" ou ainda porque "quem costuma ter bebés indesejados são as classes baixas, por isso acaba por ser melhor para a sociedade que haja aborto, uma vez que, se esse bebés nascessem, haveria uma grande probabilidade de se tornarem criminosos ou disfuncionais".

O que têm a dizer agora, seus grandessíssimos filhos da puta? Um bebé prestes a nascer também não é um ser humano totalmente desenvolvido? E a nossa taxa de natalidade, não interessa para nada? É preferível importar milhares, aliás, milhões de alógenos a ter bebés brancos de classe baixa? Não, não me venha com a merda da conversa de que "basta fecharmos as fronteiras", porque isso não é sério, nem é minimamente exequível! No mundo actual, nenhum país se conseguirá manter se os seus habitantes não tiverem filhos!

Tudo isto para dizer o seguinte: as coisas começam sempre devagarinho, mas depois progridem. Os gueis começaram por ser tolerados, depois passaram a poder casar e agora podem adoptar. Com o aborto é a mesma coisa: começou por se adoptar uma posição "razoável", permitia-se o aborto até às primeiras semanas, depois passaram a ser meses e agora pode-se matar um bebé prestes a nascer. Marquem bem o que eu digo: chegará o dia em que vai ser legal matar recém-nascidos! Não acreditam? Então guardem bem esta posta, porque vai acontecer bem mais cedo do que vocês julgam!

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Os "novos portugueses": penacovenses de gema!


      Lembram-se de eu ter comentado, aquando do grande incêndio de Pedrógão Grande, em 2017, que parecia haver muitos "jovens" entre as vítimas? Pois bem, o nosso amigo G, o cigano trouxe-nos aqui uma página do Fuçaslivro que parece confirmar essa observação. Trata-se da página do Fuçaslivro da Escola Profissional Beira Aguieira, em Penacova, no distrito de Coimbra (não confundir com Aguiar da Beira, no distrito da Guarda).

Vou transcrever o texto do comentário do G, uma vez que resume o essencial. E muito obrigado, caro G!
«Recomendo uma visita à Escola Profissional Beira Aguieira (Penacova) para apreciar a quantidade de "jovens" que frequentam esta diversa escola.

Existe uma turma formada unicamente por "jovens", muito inteligentes, que frequentam um curso de informática. Atente-se que são jovens oriundos directamente de Africa, ou seja, com grande prática em computadores.

Farão parte, no futuro, dos quadros de grandes empresas na area tecnológica, retribuindo dessa forma o investimento que Portugal faz no presente nestes jovens. Ou não.»

Vamos lá então dar uma olhadela (clicar nas imagens para aumentar o seu tamanho)...















Há muitas mais fotografias como estas na tal página do Fuçaslivro, mas acho que os caros leitores já deverão ter ficado com uma ideia bastante concreta da coisa.

Vou repetir o comentário que fiz na altura a propósito de Pedrógrão Grande:
«Não estamos a falar de um qualquer dormitório do capitalismo selvagem anexo às grandes cidades, como é o caso de Almada, Amadora, Setúbal ou até Vila Nova de Gaia. Pelo contrário, estamos a falar do interior de Portugal, ou perto disso, de um lugar onde supostamente não deveria haver oportunidades de trabalho que permitissem fixar a população alógena... e no entanto, eles aqui estão!

...E você, o que é que vai fazer quando isto acontecer aí no seu bairro? E quando a sua filha chegar um dia a sua casa e anunciar estar noiva de um destes "jovens"? E quando os seus netos já não se parecerem consigo? Vai dar graças por nunca ter sido racista?»

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Ver também:

Sobre a tragédia de Pedrógão Grande...
SEF confirma "aumento significativo" de brasileiros em Portugal
Sobre a subida ilusória da natalidade portuguesa...
Insanidade total: a 'geringonça' vai instalar "refugiados" nos quartéis militares!
A sondagem mais deprimente que alguma vez partilhei neste blogue
O (des)governo da 'geringonça' quer acabar de vez com o Interior de Portugal
A 'geringonça' insiste em tentar destruir Portugal: (des)governo quer 75 mil imigrantes por ano!
Bosta das Índias: «Portugal precisa da imigração para resolver problema demográfico»
Filhos de imigrantes passam a ser "portugueses" de pleno direito, mesmo sem terem nascido em Portugal!
Um testemunho sobre a crescente presença alógena no interior português
Um testemunho sobre a crescente islamização e miscigenação na zona da Grande Lisboa
Nova lei da imigração levou a um aumento recorde dos pedidos de residência em Portugal!
Triste futebol: "Associação dos Estudantes Africanos de Bragança"
Confirma-se mais uma vez: o ensino superior é um dos maiores focos de promoção da iminvasão!