Um muito obrigado! ao Zé do Burro por nos ter trazido aqui esta notícia tão deprimente quanto hilariante e que, "estranhamente", não apareceu em nenhum dos grandes mé(r)dia "tugas"...
«“A ciclista Rachel McKinnon, um homem biológico que se apresenta como mulher, venceu o campeonato mundial feminino no sábado e estabeleceu um recorde mundial feminino no evento classificatório.
McKinnon, professor de filosofia canadiano na Universidade de Charleston, vencera o mesmo evento em 2018. Numa entrevista concedida na sexta-feira (18) à Sky News, McKinnon disse que as tentativas de nivelar o campo de actuação do desporto feminino discriminando os atletas transgénero equivalem a “negar os seus direitos humanos”.»
Ouviram? Um homem a competir com mulheres diz que não o deixarem competir com mulheres seria "negar os seus direitos humanos". Estão contentes, femiporcas (e femiporcos)? Estão orgulhosas? Este é o vosso legado, seus grandessíssimos imbecis!!!
«“Todos os meus registos médicos dizem que sou mulher”, disse McKinnon. “O meu médico trata-me como uma mulher, a minha licença de corrida diz que sou uma mulher, mas as pessoas que se opõem à minha existência ainda querem pensar em mim como homem… dizer que se acredita que você é uma mulher à sociedade excepto nessa parte central que é o desporto, isso não é justo. ”»
Coitado do médico que se atrevesse a dizer que tu não és uma mulher! Perdia logo a licença! Ainda por cima no Canadá, o país que reelegeu o Justino Asinino que até mandou mudar o hino!
«Victoria Hood, ex-campeã de ciclismo e gerente de uma equipa britânica de ciclismo feminina, desafiou McKinnon, dizendo à Sky que “não é complicado, a ciência está lá e diz que é injusto. O corpo masculino, que passou pela puberdade masculina, ainda mantém sua vantagem, que não desaparece. Eu tenho simpatia por eles. Eles têm o direito de praticar desporto, mas não o direito de entrar em qualquer categoria que desejarem.”»
Ah, menina Hood, essa ciência de que fala é demasiado patriarcal e heteronormativa! A verdadeira ciência, a ciência pós-moderna, estipula que os homens que mandaram cortar a sua pilinha são tão mulheres como qualquer mulher que tenha nascido com uma vagina! Temos pena, mas agora é mesmo assim! Agradeça às broncas da femiestalinistas pelo "progresso"!
«No sábado, McKinnon divulgou um comunicado à imprensa denunciando Hood por ter “um medo irracional de mulheres trans”.»
Ah ah ah ah, mas que lata! O gajo venceu o campeonato MUNDIAL já por duas vezes, mas depois tem o descaramento de falar em "medo irracional"! Isto é clown world total, caros leitores! 😂
«Após a vitória, McKinnon foi ao Twitter para desafiar os críticos. No domingo, McKinnon tuítou: “Ainda não encontrei uma verdadeira campeã que tenha problemas com "mulheres" trans. Campeões de verdade querem uma concorrência mais forte. Se você vencer porque o fanatismo proibiu sua concorrência… você é uma perdedora."»
Portanto, segundo este bronco do McKinnon, exigir a igualdade de circunstâncias entre as atletas emm competição é "fanatismo"! Será que o McKinnon percebe os motivos pelos quais foram criadas as diferentes categorias de peso nos deportos de combate? Será que ele compreende que o simples tamanho, massa muscular, densidade óssea e capacidade explosiva conferem vantagem a um adversário? É claro que percebe, porque ele usufrui de todas essas vantagens quando compete com mulheres.
Este é o mundo que o mito da igualdade está a criar, um mundo desigual, profundamente injusto e até surreal. Um mundo onde a verdade e os factos são completamente distorcidos, quando não invertidos, para obedecer a narrativas e ideologias aberrantes.



























