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sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Year3: realizador "jovem" tira fotografias que celebram e documentam o genocídio branco em Londres


Um muito obrigado! à Raquel por nos ter trazido aqui esta notícia tão reveladora quanto deprimente. Depois de, em Junho deste ano, o Diário de Notícias ter celebrado o genocídio dos portugueses alentejanos, o mesmo jornal celebra agora o genocídio dos ingleses de Londres:

«Steve McQueen [o preto hipócrita que realizou o filme "12 Anos Escravo" e que casou com uma mulher inglesa branca, não o actor norte-americano e ícone da masculinidade ocidental] teve a ideia de convidar todos os alunos do terceiro ano de Londres a participarem no seu projecto e a deixarem-se fotografar por uma equipa da Tate Gallery. Inscreveram-se miúdos das mais diversas proveniências: de escolas públicas e de escolas religiosas, de ensino especial e de colégios, de escolas artísticas e até do ensino doméstico. O trabalho durou mais de um ano: era preciso ter as autorizações de todos os pais, algumas escolas queriam participar no projeto mas não tinham os meios para o fazer, a equipa da Tate teve mesmo que se envolver no processo para tornar o projeto possível.
O resultado já está nas ruas e no metro de Londres, em 33 cartazes espalhados pela cidade, e vai estar na exposição intitulada Year 3, na Tate Britain, a partir de amanhã e até 3 de Maio. A entrada é gratuita.»

Um exposição que, apesar de ter sido feita por um "jovem", tem especial interesse para nós, racialistas, uma vez que nos providencia mais documentação e provas do genocídio branco.

«Todas as fotografias têm o mesmo formato, foram feitas nas escolas e com luz natural. No total, foram feitas mais de 3 mil fotografias com 76 mil crianças de sete e oito anos, de famílias ricas e pobres, de diferentes bairros e etnias, todas muito diferentes e ao mesmo tempo todas muito parecidas. "Nestas fotografias são todos iguais. Todos começam da mesma maneira. Como vão ser, no futuro, logo veremos." Mas o futuro está aqui, explicou ao The Guardian: "Haverá um criminoso, um banqueiro, um que não viverá até aos 21 anos. Estão todos aqui."

O futuro de Londres será mestiço, evidentemente. Uma salgalhada multirracial tão grotesca e aberrante que fará inveja ao próprio Brasil!

«"Há uma urgência em reflectir em quem somos e em qual será o nosso futuro", explicou McQueen, vencedor do Prémio Turner em 1999 e do Óscar de Melhor Realizador (por Doze Anos Escravo, de 2013), que vê esta exposição como uma "reflexão visual sobre as pessoas que fazem esta cidade funcionar".»

LOL! "Que fazem esta cidade funcionar"! Nem ele próprio acredita nisso... Vamos passar agora às fotografias, caros leitores. Fiz um pequeno exercício em cada uma delas: contem o número de alunos brancos, o número de alunos não-brancos e calculei a percentagem brancos/total. Como o interesse da exposição é o futuro demográfico de Londres (e não o presente), excluí da contagem @s professor@s  apesar de também já haver muitos professores não-brancos. Infelizmente, nem todas as imagens têm uma boa resolução, não permitindo concluir em definitivo acerca da raça de todas as crianças, pelo que algumas contagens não são certas. Nesses casos, optei por usar majorantes e minorantes.



Nº de alunos brancos: 4; nº de alunos não-brancos: 15; brancos/total: 21,1%.


 Nº de alunos brancos: 2-3; nº de alunos não-brancos: 4-5; brancos/total: 28,6%-42,9%


 Nº de alunos brancos: 0; nº de alunos não-brancos: 22; brancos/total: 0%.
(já agora, o que pensará a professora branca a respeito disto?) 


 Nº de alunos brancos: 13-14; nº de alunos não-brancos: 15-16; brancos/total: 44,8%-48,3%.


 Nº de alunos brancos: 5-7; nº de alunos não-brancos: 22-24; brancos/total: 17,2%-24,1%.


  Nº de alunos brancos: 8-9; nº de alunos não-brancos: 16-17; brancos/total: 32,0%-36,0%.


Repararam como, em TODAS as fotografias, os alunos brancos são minoritários? Isto significa que, dentro de apenas duas décadas (na melhor das hipóteses), deixará de haver qualquer possibilidade de um partido nacionalista vencer as eleições em Londres!

Já agora, aqui ficam os números se juntarmos todas as fotagrafias numa só: 

Nº de alunos brancos: 32-37; nº de alunos não-brancos: 94-99; brancos/total: 24,4%-28,2% 

É realmente esclarecedor!... O que vale é o genocídio branco não passa de uma reles teoria da conspiração, senão estaríamos bem lixados!...

domingo, 27 de outubro de 2019

Uma estatística extremamente preocupante


     Nos EUA, uma organização de defesa da Liberdade de Expressão fez uma sondagem acerca da forma como os norte-americanos encaram o "discurso livre" (free speech). Os resultados são extremamente preocupantes:

▪ 51% norte-americanos acham que Primeira Emenda, adoptada em 1791, "deve ser actualizada para reflectir as normas culturais da actualidade".

▪ Entre os 'millennials' (29-38 anos), a situação é especialmente grave; 51% acredita que o "discurso de ódio" deve ser criminalizado.

▪ A percentagem correspondente para a 'geração x' (39-54 anos) e para os 'baby boomers' (55-73 anos), desce para 46%; ou seja, as gerações mais novas são menos respeitadoras da Liberdade de Expressão do que as gerações mais velhas.

▪ Entre os que defendem a criminalização do "discurso de ódio", 54% acha que o castigo a aplicar deve ser a prisão; só 46% acha que multar seria suficiente.


▪ 52% dos inquiridos acha que a o "discurso racista" deve ser proibido.

▪ 50% dos inquiridos acha que os neonazis não devem poder falar livremente,


▪ 46% dos inquiridos acha que os islamistas radicais não devem poder falar livremente;

▪ 35 % dos inquiridos acha que os negadores do Holocausto não devem poder falar livremente.

▪ 20% dos inquiridos acha que os movimentos anti-vacinação devem ser proibidos;

▪ 18% dos inquiridos acha que os negadores das alterações climáticas devem ser silenciados.

Porque é que isto é grave? Porque os EUA são o único país do Ocidente onde ainda existe realmente Liberdade de Expressão. Uma revisão da Primeira Emenda no sentido desejado por aqueles que responderam a este inquérito significaria o fim dessa liberdade e, muito provavelmente, o silenciamento final dos povos do Ocidente, sobretudo dos Nacionalistas.

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Uma boa notícia, apesar de tudo...




Porque o Correio da Manhã é, apesar de tudo, o único jornal que nos vai informando regularmente acerca das "travessuras" dos "jovens", dos "feirantes" e dos "enriquecedores" afins... e também é o único jornal que não publica constantemente  artigos de "opinião" a louvaminhar o multiculturalismo e a "diversidade", ou a apelar a novas formas de perpetuar a culpa branca e de combater o "patriarcado heteronormativo"...

...é um jornal 'pimba' que publica demasiadas notícias cor-de-rosa? É um tablóide sensacionalista que apela à emoção primária? Quero lá saber! O que eu quero é jornalistas me digam a verdade, não quero “comentadeiras” que andem constantemente a tentar enredar-me em falácias e falsos moralismos que insultam a minha inteligência, tudo sempre muito mal embrulhadinho em pseudo-erudição pretensiosa… sim, paspalhos do afro-público, do diário de noticiazinhas e até do observador da direitinha, estou a falar de vocês!!! Viva o CM, abaixo o vosso “jornalismo de elite”!

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Crescimento da população mundial entre 10 000 a.C. e 2019 d.C.


Encontrei este gráfico por acaso e decidi partilhá-lo aqui:




Já sei que certas alminhas perdidas -incluindo algumas que até se dizem nacionalistas- são muito bem capazes de olhar para este gráfico e ver nele a confirmação de que o mundo gente tem gente a mais e que não devemos ter filhos. A pensar nessas pessoas, vou incluir aqui mais alguns gráficos, que é para ver se abrem a pestana de uma vez por todas. O primeiro mostra o crescimento populacional em cada continente em termos absolutos, i.e. a evolução do número de habitantes em cada continente:




Reparem que este gráfico é algo enganador: como os números do crescimento populacional usados são absolutos (e não relativos), fica-se com a sensação de que  o problema reside sobretudo na Ásia, o que não é verdade. A Ásia tem de facto muita população mas, quando se pensa em termos de crescimento populacional, o mais importante aqui é observar o declive das curvas! E é aqui que saltam à vista sobretudo dois casos: a África subsariana e o Sul da Ásia.

Este segundo gráfico mostra exactamente o que eu quero dizer. Trata-se de um mapa de cores consoante a taxa de fertilidade (número de filhos por mulher). Reparem como praticamente todo o Ocidente está a cor azul (apenas 1 a 2 filhos/mulher), abaixo da taxa de fertilidade mínima que assegura a substituição populacional (2,1 filhos/mulher). Reparem também que todos os países com elevado crescimento demográfico estão fora do Ocidente, com especial destaque para a África subsariana:





Em sentido contrário, estes são os países do mundo em que a população menos cresceu. Vejam lá se reconhecem algum!...





E para quem mesmo assim não estiver convencido, aqui ficam as percentagens por continente:




E também o crescimento populacional separado por nível de desenvolvimento dos países (reparem como o crescimento da população praticamente estagnou nos países desenvolvidos, mas continua imparável nos países em vias de desenvolvimento):




Porque é que eu fiz questão de colocar todos estes gráficos aqui? Por um motivo muito simples: estou farto, farto, mas realmente FARTO de ouvir autoproclamados nacionalistas a desvalorizar constantemente a questão da natalidade. Isto é tão simples quanto isto: não é minimamente realista pensar que podemos fechar as fronteiras do Ocidente num futuro próximo; pelo que, se não tivermos filhos, os filhos dos outros povos acabarão por tomar o lugar dos filhos que devíamos ter tido. Não me venham com histórias da carochinha sobre o Japão, porque até mesmo o "país do sol nascente" está a receber cada vez mais imigrantes. É certo que ainda são muito poucos comparados aos que a Europa e  a América do Norte têm recebido. Mas nestas coisas da demografia, tudo muda de repente e há indicadores de que a abertura dos japoneses à imigração poderá ser apenas uma questão de tempo e de deixar morrer a geração actualmente no poder.

Uma coisa é certa: a abertura dos europeus e dos norte-americanos à imigração não vai  diminuir significativamente nos próximos tempos. Nesse sentido, apelar ao aumento da natalidade dos países ocidentais não se trata de "competir demograficamente com os povos de outras paragens", como alguns nacionalistas me têm dito, a meu ver estupidamente. Trata-se única e exclusivamente de assegurar que a população autóctone não continua a diminuir, dando assim argumentos aos capitalistas selvagens, ao esquerdalho universalista e aos representantes das religiões abraâmicas que insistem em querer importar mais e mais imigrantes. Mais do que isso, se perdermos a corrida demográfica nos nossos países, tornar-se-á impossível vencer eleições. Notem que nem sequer é necessário que os iminvasores nos ultrapassem em número, basta que votem nos partidos globalistas de forma concertada, uma vez que a maioria dos brancos não vota fielmente nos partidos nacionalistas, para não mencionar aqueles imbecis que se abstêm por "princípio". E depois, o que é que nos restará? A guerra? Não me façam rir! Não é possível fazer guerra -quanto mais vencê-la- quando a esmagadora maioria da população nunca pegou numa arma!

Termino com um gráfico que todo o bom nacionalista já deverá conhecer, o das projecções de crescimento populacional em cada continente até 2050:

 


Só há um continente com uma curva descendente (diminuição populacional) em todos os cenários, que é precisamente Europa! E não haja ilusões: o reduzido crescimento da população da América do Norte será conseguido à custa de população não-branca, porque todos os estudos feitos nos EUA e no Canadá apontam para que as populações brancas se tornem uma minoria até meados deste século! 

Portanto, vejam se acordam de uma vez por todas e deixam de fazer o jogo dos globalistas. Se queremos mesmo que a raça branca sobreviva, então temos de ter mais filhos, muitos mais filhos do que estamos a ter presentemente! Isto é matemática simples, não é engenharia aerospacial. A redução da percentagem relativa da população branca em cada país do Ocidente levará ao declínio da sua influência política, administrativa e, finalmente, militar. A partir de um certo nível de redução, atingiremos o ponto de não-retorno, o limite a partir do qual só nos restará o abrasileiramento, ou pior do que isso, a africanização.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

«Mass Shooters 2019»


     Não sei até que ponto é que esta fotomontagem é legítima, i.e. se as pessoas que nela foram incluídas dispararam mesmo sobre 4 ou mais pessoas. Mas uma coisa é certa: mesmo que metade dos "jovens" que foram incluídos nesta montagem não sejam realmente culpados -e nada me faz acreditar que não sejam-, dá para perceber a mentira gigantesca que é culpar a "supremacia branca" ou o nacionalismo pelas mortes com armas de fogo.

Um muito obrigado! ao "Unkown" (chamemos-lhe assim 😜) por no-la ter trazido aqui!



sábado, 3 de agosto de 2019

A factura do Novo Banco já vai em 7 850 milhões de euros!


Mas depois a direitinha betola -e os próprios xuxalistas- ficam muito admirados por haver cada vez mais gente a votar na extrema-esquerda!...

«A 3 de Agosto de 2014, a resolução do Banco Espírito Santo (BES) fazia nascer o Novo Banco. Dividiam-se banco bom para um lado e activos tóxicos para o outro, sendo a opção da nacionalização afastada para proteger o sistema financeiro, os depositantes e o financiamento da economia

Não é por acaso que o povo diz que "de boas intenções está o Inferno cheio"...

«Ao longo dos últimos cinco anos, percebeu-se que a divisão não foi assim tão simples e o legado é pesado. “É importante mostrar às pessoas que os resultados do Novo Banco estão mascarados por uma resolução falhada“, afirmava o ministro das Finanças, Mário Centeno, numa audição no Parlamento, em Março, apontando a Carlos Costa. “Resolução deixou um banco mau dentro do Novo Banco“.»

Tradução: "A culpa não foi minha, pá, foi do outro gajo que esteve aqui antes de mim!"


Este resultado representa um agravamento de 88,5% dos prejuízos do banco (agravamento de 2018 para 2019).

«A factura do Novo Banco — repartida entre Estado (na grande maioria), contribuições dos outros bancos e accionista maioritário Lone Star - já vai em 7 850 mil milhões de euros. E começou a fazer-se sentir logo em Agosto de 2014. O Fundo de Resolução (FdR) foi chamado a suportar custos: eram precisos 4,9 milhões de euros, mas o organismo liderado por Luís Máximo dos Santos (que tinha então apenas dois anos e cujas receitas vêm de contribuições da banca) tinha apenas 365 milhões de euros em caixa. Pediu um empréstimo de 3 900 milhões ao Estado e outro de 700 milhões aos bancos.»

Nada como começar uma recuperação económica pedindo dinheiro a Estado e aos outros bancos! Imaginem isto aplicado às pessoas: "caro gerente de conta, fui despedido, tive de vender o meu carro para pagar umas dívidas, cortaram-me a luz e a água em casa, devo dinheiro em várias lojas... não me empresta uns milhares de euritos para eu refazer a minha vida?" Soa ridículo, não soa? Mas é mesmo assim aqui em Portugal, o que seria ridículo para as pessoas tornou-se a realidade para os bancos!

«A partir daí, o objectivo era claro. Era preciso encontrar comprador para a renascida instituição financeira. Em 2015, uma tentativa falhada custou 9,7 milhões de euros em consultoria jurídica e financeira ao Fundo de Resolução. Só dois anos depois, é que o negócio ficou fechado: o Lone Star comprava 75% do Novo Banco (os restantes 25% ficaram no FdR), numa transacção que aumentou a conta em mais mil milhões de euros.

A totalidade do valor serviu para injectar no banco, sendo que ficou ainda acordada uma rede de segurança para eventuais custos futuros. Para que a venda se concretizasse, o Governo teve de aceitar criar um mecanismo de capital contingente, ou seja, um mecanismo suportado pelo Fundo de Resolução, que entra em acção se os rácios de capital do banco caírem abaixo de um determinado valor.»

Eu também gostava de ter um fundo que "entrasse em acção" sempre que as minhas despesas excedessem as minhas expectativas.

«O primeiro-ministro António Costa garantia, ao lado de Centeno, que não existiria “impacto directo ou indirecto nas contas públicas, nem novos encargos para os contribuintes” enquanto apresentava o negócio e explicava que activação do mecanismo previa duas condições cumulativas

E a parte mais engraçada é que houve muita gente que acreditou nele! 😂

«Por um lado, que os activos considerados tóxicos do Novo Banco sofressem uma desvalorização face ao valor de referência e, por outro, que os rácios de capital baixassem do nível acordado. No máximo, o fundo (com garantias públicas) podia transferir 3,89 mil milhões de euros e, apesar das garantias do Governo, foi chamado a intervir logo no ano seguinte.

Ao longo de todo o período em que se limitava a ser um banco de transição (antes da venda), o Novo Banco nunca tinha tido lucros — foram prejuízos de 500 milhões entre Agosto e Dezembro de 2014, de 981 milhões em 2015 e de 780 milhões de euros em 2016 — e assim continuou.»

Reparem, teve sempre prejuízos, num período em que as economias nacional e mundial cresceram sempre! É obra!!!

«Após perdas de 2 298 milhões em 2017 (ano da venda e da criação do mecanismo), o Estado financiou uma injecção do Fundo de Resolução de 791,6 milhões. No ano passado, prejuízos de 1 412 milhões levaram a nova injecção de 1 149 milhões. O FdR já esgotou mais de 1 941 mil milhões de euros, ficando apenas dois mil milhões disponíveis. 
O Governo prevê diminuir as transferências para 600 milhões de euros em 2020 e 400 milhões no ano seguinte, segundo as estimativas inscritas no Programa de Estabilidade. Entre 2022 e 2026, a margem total emagrece para mil milhões de euros, mas a expectativa é que seja suficiente.»

A Comissão de Acompanhamento do Novo Banco estima que seja necessário um total de 3 000 milhões. “Penso que vamos ficar aquém [do limite]. O quanto aquém é difícil quantificar“, confirmava Máximo dos Santos. No entanto, as contas ainda estão longe do equilíbrio. Fruto do esforço de “limpeza”, o banco liderado por António Ramalho apresentou mais 400 milhões de euros de prejuízos na primeira metade deste ano.

Apesar de o ano ainda ir a meio, o Novo Banco já está a alertar que vai precisar de mais dinheiro no fecho das contas de 2019. Tendo em conta mais estes milhões de prejuízos, já prevê pedir 540 milhões de euros ao FdR, valor que pode variar em função do que acontecer nos próximos meses.

Esta estratégia tem exigido todas estas injecções pelo FdR (que tem mais de duas décadas para cobrar taxas aos bancos e devolver o empréstimo público). Ainda assim, o ministro das Finanças tem mantido a posição: a nacionalização seria ainda pior.

“Todos os custos que vemos passar à nossa frente passavam a ser financiados pelos portugueses. Mas tinha mais consequências: Portugal entrava em 2017 no procedimento por défices excessivos e iria endividar-se mais“, acrescentou Centeno, na mesma audição no Parlamento.»

Agora vamos fazer umas continhas rápidas, caros leitores. O Estado português gastou 3,9 mil milhões de euros logo em 2014. A propósito, esse valor é dado como perdido pelo próprio Estado. Ou seja, vai ser preciso ir buscar dinheiro a outro lado para, até 2046, devolver esse dinheiro ao Tesouro e aos outros credores, com juros. Mas assumindo que os valores desta notícia estão correctos, temos 3,9 G€ em 2014, mais 9,7 M€ e 2015, mais 791,6 M€ em 2017, mais 1 149 M€ em 2018... o que perfaz a fantástica quantia de 5 855,2 milhões de euros atirados pelo Estado português ao buraco sem fundo do Novo Banco! Sendo que a este valor ainda deverá ser preciso adicionar os tais 541 milhões que o Novo Banco pediu esta semana ao Fundo de Resolução e que dificilmente lhe serão recusados!

A propósito, quem desconfiar das minhas contas pode confirmá-las neste outro artigo do Expresso.

Mas alegre-se, car@ leitor@... apesar de estar a ser roubad@ à força toda, pelo menos você não votou nos "fascistas" do PNR! 25 de Abril, sempre! Fascismo, nunca mais!!!

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Novos imigrantes aumentaram 51%. Estão a vir mais do Bangladeche e do Nepal (que vibrante, pá!)


Esta notícia já é do dia 28 do mês passado, mas é sempre "bom" saber estas coisas... porque "o saber não ocupa lugar", certo? Mesmo que nos despedace o coração:

«Mais de 93 mil estrangeiros adquiriram autorizações de residência em Portugal em 2018, mais 51,7% que em 2017. Entre os novos destacam-se os cidadãos do Bangladesh Bangladeche e do Nepal.»

Vamos pôr este número em perspectiva: 93 mil pessoas representam 18,4% da população da cidade de Lisboa, 32,3% da população do Porto, 48,2% da população de Braga, 64,6% da população de Coimbra e 94,8% da população de Setúbal. Todas as outras capitais de distrito portuguesas têm uma população inferior a 93 mil habitantes! E isto, sublinhe-se, só em 2018!!!

«(...) entre os novos imigrantes destaca-se os cidadãos oriundos do Bangladesh Bangladeche e do Nepal, segundo um relatório do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).»

 "Vocês já eram, tuguinhas resignados! O futuro de Portugal é todo nosso!"

«“No que diz respeito ao fluxo imigratório, mantém-se a tendência de subida de novos títulos emitidos (93 154), com um aumento de 51,7% face ao ano anterior (61 413) e perto do dobro em relação a 2016 (46 921)”, indica o Relatório de Imigração, Fronteiras e Asilo (RIFA) de 2018, divulgado por ocasião do 43.º Aniversário do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) que se assinala esta sexta-feira.»

Reparem bem, caros leitores: só entre 2016 e 2018 (três anos), obtiveram autorização de residência em Portugal 201 488 imigrantes! Repito, em três míseros anos! Imaginem quantos não terão feito o mesmo desde o tempo em que o Cavaco foi primeiro-ministro!

«O relatório sustenta que este aumento é explicado “em grande medida pelo crescimento do número de nacionais da União Europeia a residir em Portugal (33,7% do total). Apesar das nacionalidades mais relevantes que adquiriram novos títulos em 2018 serem a brasileira (28 210), italiana (6 989), francesa (5 306) e britânica (5 079), os cidadãos oriundos do Bangladeche aumentaram 165,1% no ano passado face a 2017, totalizando 5 325.»

Reparem nesta curiosidade: @ "jornalista" que redigiu esta notícia escreveu Bangladeche à inglesa no título e nos parágrafos mais acima, mas neste último já escreveu em português...

«O RIFA indica também que os cidadãos oriundos do Nepal aumentaram 141,2% no ano passado (11 489) e os indianos subiram 127,3% (11 393), bem como os venezuelanos, que cresceram 83,2% (4 740). Segundo o mesmo documento, os motivos mais relevantes para atribuição de novas autorizações de residência foram o reagrupamento familiar, o exercício de uma actividade profissional e o estudo.»

Recapitulando: brasileiros, bangladechianos, nepaleses, indianos... e velhos europeus que vêm para Portugal passar a reforma, fazendo aqui do rectângulo uma espécie de Florida da Europa. Ou seja, na prática, os imigrantes que vão ficar cá são os sul-americanos e sul-asiáticos, muitos dos quais vão ter filhos que serão pretogueses de pelo direito...

«(...) muitos cidadãos do Bangladesh Bangladeche e do Nepal têm vindo a Portugal para trabalhar em actividades de exploração agrícola, a regiões como Odemira. Em destaque, as explorações de morangos, mirtilos e tomates.»

Como eu denunciei aqui no TU. Ou seja, os sul-asiáticos estão a vir para trabalhar na agricultura a preço de chuva. Agora vamos ver quantos "novos portugueses" tivémos no ano passado:

«Mais de 41 mil cidadãos estrangeiros pediram a nacionalidade portuguesa em 2018, o valor mais elevado dos últimos cinco anos, revela o mesmo relatório.

Foram registadas no ano passado um total de 41 324 pedidos de aquisição de nacionalidade portuguesa, verificando-se “um aumento expressivo” face a 2017 (10,9%). O relatório adianta que o SEF emitiu 33 839 pareceres, 32 414 dos quais positivos e 1 425 negativos.

Segundo o documento, quem mais adquiriu a nacionalidade portuguesa em 2018 foram os naturais do Brasil (11.586), Israel (4.289), Cabo Verde (4.259), Angola (1.953) e Ucrânia (1.849).
»

Israel é uma surpresa, pelo menos para mim... o que quererão os israelitas com o nosso país?

«Num outro indicador, o relatório do SEF revela que os estrangeiros barrados nos postos de fronteira, principalmente no aeroporto de Lisboa, por não reunirem as condições legais para entrar no país aumentaram 75,4% em 2018 face a 2017. O relatório avança que cerca de 75% das recusas de entrada incidiram sobre cidadãos do Brasil (2 866), Angola (168), Paraguai (121), Guiné-Bissau (58) e Moldávia (52).»

Sublinho, mais uma vez, que os números apresentados nesta notícia dizem respeito apenas ao ano de 2018. É preciso ter em conta que o verdadeiro número de alógenos em Portugal, entre imigrantes, naturalizados e descendentes, é muito superior aos 93 mil mencionados...


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Ver também: 


terça-feira, 16 de julho de 2019

Matteo Salvini volta a demonstrar que só mesmo o Nacionalismo é solução


Um muito obrigado! ao Silvino de Portugal por nos ter trazido aqui esta notícia:

«O ministro italiano do Interior, Matteo Salvini, ordenou nesta terça-feira [16-Jul-2019] a realização de um relatório sobre os acampamentos de ciganos no país para localizar aqueles que estão ilegais e “preparar um plano de desalojamento”.
Matteo Salvini, que é também vice-primeiro-ministro e líder do partido da Liga (de extrema-direita de "extrema-direita" são os liberais, seus palhaços da Lusa!), pediu aos presidentes das câmaras municipais de todo o país para fazerem um relatório sobre os vários tipos de "povos nómadas" e ciganos presentes no território e entregar o documento no prazo de duas semanas, anunciou o ministério em comunicado.


“O objectivo é verificar a presença de campos ilegais para estabelecer um plano de expulsão”, explicou Salvini, sublinhando que a prioridade deve ser dada “às situações de ilegalidade e degradação que frequentemente se registam nesses acampamentos” e que “constituem um perigo para a ordem pública e a segurança”. 
O censo, escreveu o ministro na ordem enviada aos autarcas, terá de ter informação sobre o tipo de “alojamento”, a densidade da população, as condições dos acampamentos (existência de água, redes eléctricas e esgotos) e o número de menores.

Segundo explica, será elaborado “um plano de evacuação progressiva das áreas ilegalmente ocupadas” para “ultrapassar as situações de degradação e restaurar as condições de legalidade”.

Salvini afirmou em declarações recentes que “está na hora de os ciganos começarem a pagar pelos serviços”.
(...) Números avançados pelo ministro do Interior indicam a existência de 40 mil ciganos a viver em acampamentos em Itália, mas o Conselho da Europa estima que, entre as várias etnias de ciganos, o número esteja entre os 120 mil e os 180 mil.»

Mais uma vez fica demonstrado que votar nos partidos nacionalistas compensa. Infelizmente, há demasiado imbecis que continuam a achar, contra todas as evidências, que abster-se é que é a solução...

quarta-feira, 3 de julho de 2019

O número de imigrantes em Portugal nunca foi tão elevado


Um muito obrigado! ao Fuas Roupinho por nos ter trazido aqui esta notícia "colorida":

«Em 2018, o número de cidadãos estrangeiros residentes em Portugal aumentou 13,9% para mais de 480 300. Trata-se do valor mais alto registado pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), segundo o Relatório de Imigração Fronteiras e Asilo 2018 (RIFA) divulgado esta sexta-feira [28-06-2019]. A maioria continua a preferir o litoral do país, sobretudo os distritos de Lisboa, Faro e Setúbal, onde estão registados 213 065, 77 489 e 40 209 cidadãos estrangeiros respectivamente.»

Relembro que estes números dizem respeito apenas aos imigrantes que se encontravam em Portugal em 2018. Há já para aí 25 anos que Portugal tem centenas de milhares de imigrantes, pelo que já haverá muitos que, entretanto, passaram a ser "portugueses" de pleno direito. E que, ao contrário de muitos "iluminados" que se dizem nacionalistas, estão a votar nas eleições.


Esta foi a fotografia que os aleijadinhos do Expresso escolheram para acompanhar a notícia. O que é que ela tem a ver com a notícia, em concreto? Exceptuando o facto de mostrar imigrantes, nada, rigorosamente nada. Mas é preciso ir lavando bem os cérebros de quem for lendo, inculcando neles a ideia errada de que não aceitar imigrantes às carradas é rejeitar a "gente como nós"...


«O Brasil continua a liderar o top 3 das nacionalidades com mais imigrantes em Portugal, com 105 423 cidadãos, o que equivale a um crescimento de 21,9% face ao ano anterior. Segue-se Cabo Verde, que já assumia a segunda posição, com 34 663 cidadãos, correspondendo a um acréscimo de 7,2%. A alteração no pódio verifica-se no terceiro lugar com os cidadãos romenos residentes em Portugal a ultrapassarem os cidadãos ucranianos: 30 908 (6,4%) contra 29 218 (6,1%).»

Romenos ou "romenos" (lelos vindos da Roménia)? Lá teremos que ficar mais uma vez sem saber... 

«É notória também a maior presença de residentes britânicos, chineses, franceses e italianos. No caso de Itália verifica-se um aumento de 35,9% de residentes estrangeiros, subindo dois lugares no ranking, enquanto França assinalou um crescimento de 29,1%, subindo uma posição.»

Gostava muito de saber a faixa etária destes britânicos, franceses e italianos... mas porque virá esta gente para Portugal?

«No documento, o SEF realça “o particular impacto dos factores de atractividade já apontados em anos anteriores, nos cidadãos estrangeiros, oriundos dos países da União Europeia, como a percepção de Portugal como país seguro, bem como as vantagens fiscais decorrentes do regime para o residente não habitual”.»

Ah...

«Já no que diz respeito aos cidadãos do Reino Unido, que aumentaram 5.5% para 26 445 em Portugal no ano passado, o relatório aponta as consequências da saída do país da União Europeia.»

Boa piada!... E sempre gostava saber como é que foi estabelecida essa relação. Perguntaram directamente aos cidadãos britânicos que se mudaram para Portugal, foi?

«Os cidadãos africanos de Angola e de Guiné-Bissau também figuram entre as 10 nacionalidades estrangeiras com mais cidadãos a viver em Portugal com 18 382 (3,2%) e 16 186 (3,4%).»

"Angola é nossa", mas Pretogal é todo deles...

«No total, o SEF identificou 1839 cidadãos estrangeiros em situação ilegal. A maioria eram oriundos era oriunda do Brasil (776), Índia (182) e Nepal (156) e foram detectados sobretudo em actividades agrícolas, restauração e estabelecimentos de diversão nocturna.»

Actividades agrícolas? Eu até seria capaz de apostar que a maioria destes casos aconteceu no Alentejo! É um palpite que eu cá tenho... 😜

domingo, 26 de maio de 2019

Afluência até às 16h00 diminui significativamente, pelo que o valor final da abstenção deverá aumentar


     A afluência às urnas até às 16 h foi de apenas 23,37%. Nas Europeias de 2014, a afluência às urnas até às 16 h tinha sido 26,31%, e nas Europeias de 2009 26,82%. Acutalizei a tabela da posta anterior com os novos dados:




Estamos a falar de uma redução de quase 3% em relação às Europeias de 2014, o que é bastante significativo. Perante esta redução expressiva da afluência às urnas, é quase garantido que o valor final da abstenção deverá voltar a aumentar, podendo mesmo ficar acima dos 70%. As urnas fecham às 19 h, portanto já só falta pouco mais de uma hora e meia. Não há tempo de recuperar uma diferença de afluência tão grande.

Actualização: o Observador da direitinha publicou há pouco este gráfico com a evolução da taxa de abstenção desde 1987. Algumas das percentagens não batem certo com as da minha tabela, provavelmente porque o Observador também recorreu a dados da Comissão Nacional de Eleições (CNE), enquanto eu usei apenas os dados do Ministério da Administração Interna (MAI).



Afluência até às 12h00 diminui e fica abaixo dos níveis de 2009


     A afluência às urnas até ao meio-dia foi de apenas 11,56%. Nas Europeias de 2014, a afluência às urnas até ao meio-dia tinha sido 12,14%, e nas Europeias de 2009 11,84%. Fiz uma pequena tabela para tentarmos perceber quão elevado poderá vir a ser o valor final da abstenção:




Olhando para a tabela acima, verificamos que o valor da afluência até às 12 h não tem utilidade como estimador do valor final da abstenção. Por exemplo, em 2009 a afluência às urnas até às 12 h tinha sido menor do que em 2014 (11,84% < 12,14%), mas a abstenção acabou por ser maior em 2014 (66,16% > 61,20%).

O que realmente salta à vista nesta tabela é que o valor da abstenção tem aumentado claramente desde 1999 e, pior do que isso, tem aumentado cada vez mais mais a cada novo acto eleitoral. Se a tendência se mantiver, hoje teremos uma abstenção na casa dos 70%. Um número escandaloso para um povo que está sempre a queixar-se da ditadura do Estado Novo, mas que depois não cumpre os requisitos mínimos para merecer viver em democracia...

Vamos lá ver como é que isto acaba logo à noite. Pouco depois das 17h00, irei actualizar novamente esta tabela com os valores relativos à afluência até às 16 h. Até lá, se ainda não foram votar, vão!!!

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Damas e cavalheiros, eis a "mulher" ocidental! (12): a vontade de "conhecer" da apresentadora de televisão mais popular de Portugal


    Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia "tão bonita e singela", como cantava aquele talento ímpar da música popularucha 'tuga' que dava pelo nome de Zé Cabra:

«Cristina Ferreira protagonizou um momento insólito e muito revelador no programa desta terça-feira, dia 23 de Abril. A apresentadora juntou em estúdio Cláudio Ramos, Eduardo Madeira e o médico Almeida Nunes para desmitificarem tabus sobre o pénis. A ideia era perceber «se o tamanho importa» e quais é que são as causas que influenciam o crescimento, ou não, do órgão sexual masculino.
Durante a conversa, o Dr. Almeida Nunes esclarece que o tamanho do pénis é influenciado pela genética, mas também pela alimentação. «Podem reparar que as gerações mais novas são cada vez mais altas e isso tem a ver com o teor proteico». De seguida, esclarece um mito antigo: «Os pénis mais avultados do Planeta são dos homens da República democrática do Congo». Cristina aproveita logo para brincar com esta revelação. «Vou marcar isso como destino de férias, uma pessoa precisa ter conhecimento», diz, entre gargalhadas, para a seguir partilhar uma preocupação de mãe. «Tenho uma preocupação de mãe, como é que sabemos que 'aquilo' vai ser assim [faz um gesto com as mãos], chega a uma altura que nunca mais vamos ver. Eu agora ainda vejo e depois vou deixar de ver. Como é que eu sei se 'aquilo' está no tamanho certo e a funcionar? Ele por acaso é bem feitinho», questiona,  referindo-se ao filho Tiago, de 10 anos.»

Reparem bem, caros leitores, na cara gulosa da criatura:



«Se você diz que é genético, eu lembrei-me do pai [António Casinhas, o antigo companheiro da apresentadora], vou saber como é o filho?», pergunta Cristina Ferreira muito sorridente. Ao receber uma resposta positiva, a apresentadora fica com um sorriso de orelha a orelha.
O tema continua a ser discutido e Almeida Nunes segue nos seus esclarecimentos: «É normal ter entre 12 e 16 centímetros no estado erectus. Ser pequenino não é problema, porque a sensibilidade da mulher está no clitóris..
Quase no final da rubrica, Cristina Ferreira esclarece o porquê de falar sobre este tema tabu no seu programa. «Este assunto é muito sério, porque tem muita implicação na vida dos homens e das mulheres».
«Sabe quais é que são os europeus que têm os pénis com um diâmetro maior? Os franceses», continua Almeida Nunes.
«Lá está, por isso é que eu quero aprender a falar francês, que eu andei a fazer um estudo...», brinca a estrela da SIC mais uma vez, para a seguir dar a conversa por encerrada: «Que esta conversa sirva para aliviar cabeças!».

Franceses ou "franceses"? É no mínimo muito estranho que os gauleses tenham um tamanho médio do pénis superior ao do resto dos europeus. A menos que, é claro, os efeitos da mestiçagem distorçam a média de uma forma significativa, que é aquilo em que eu aposto.

Seja como for, o objectivo desta posta não é tanto discutir o impacto da iminvasão na sexualidade europeia, mas antes apontar, mais uma vez, a facilidade e o descaramento com que as mulheres europeias se mostram dispostas a experimentar carne fumada. Ou a "ter conhecimento", como diz alegremente a Cristina...

Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (2)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (3)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (4)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (5)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (6)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (7)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (8)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (9)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (10)
Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (11)

domingo, 28 de abril de 2019

Mais uma sondagem deprimente (7): Marcelo com via aberta para a reeleição


      Antes de mais, quero dizer os leitores mais assíduos do TU que não me esqueci dos vários links que vocês deixaram aqui nos últimos dias, irei aproveitá-los. Mas, entretanto, julgo que esta notícia tem prioridade por ser -infelizmente- demasiado importante para o futuro de Portugal:

«Marcelo Rebelo de Sousa parece ter uma popularidade à prova de bala. Se se repetissem agora as eleições presidenciais de 2016, seria escolhido com 74%, diz a sondagem da Pitagórica. Uma intenção de voto alicerçada nos 91% que fazem uma avaliação positiva da sua presidência.»

Facto "giro": a confirmar-se este assombroso número, 74%, será o melhor resultado de sempre para um Presidente da República. E já não falta assim tanto tempo para as eleições, que terão lugar em Janeiro de 2020...




O que é que se faz com um eleitorado destes? Nada, rigorosamente nada... Portugal é cada vez mais o país que os portugueses merecem. E continuará inevitavelmente a regredir, porque a sociedade tuga está perfeitamente resignada e não parece minimamente interessada em apostar no seu futuro.
 
«(...) Não há região, classe social, grupo etário ou eleitoral que não lhe dê um apoio massivo. Marcelo somaria agora mais 22 pontos do que aqueles que teve há três anos. Embora seja necessário olhar para estes dados com a ressalva de se saber que voltou a ser confrontado com os mesmos adversários de Janeiro de 2016, vários deles fora do radar público, é relevante a capacidade de conquistar apoios em todos os partidos. Com especial destaque para os eleitores do PS, que lhe dariam agora 80%, um ponto mais que os do PSD/CDS, o berço natural da sua candidatura. Os eleitores da CDU são os menos disponíveis para a rendição. Ainda assim, o apoio chega aos 50% (são apenas menos dois pontos que os 52% que o levaram à Presidência).»

As intenções de voto dos eleitores do PS confirmam mais uma vez aquilo que os nacionalistas têm vindo a dizer ao longo dos anos: já não há nenhuma diferença entre o PS e o PSD, se é que alguma vez houve.

«Adivinha-se um passeio para a recandidatura de 2021, que Marcelo já pré-anunciou durante as Jornadas Mundiais da Juventude no Panamá, enquanto rejubilava com a escolha de Lisboa para as que se seguem, em 2022. No entanto, se quiser bater um recorde, há um número: os 70% que Mário Soares conseguiu na reeleição de 1991.
(...) São 91% os que acham boa a actuação do presidente Marcelo (29% dizem mesmo que é muito boa), conseguindo praticamente a unanimidade entre os portugueses da faixa etária dos 55 aos 64 anos (97%), dos habitantes de Lisboa (95%) e dos eleitores do PS e do Bloco (96%). São mais 10 pontos do que entre a sua família política de origem (PSD/CDS).»

Reparem: Marcelo não só tem mais intenções de voto no PS do que no "seu" PSD, como chega a ter mais intenções de voto no BE do que no PS! E ainda há quem tenha a lata de afirmar que ele não é um presidente de esquerda!...

quinta-feira, 7 de março de 2019

O vice-reitor da Universidade de Kingston pede acção afirmativa nas notas escolares!


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia absolutamente surreal publicada no inenarrável Al-Guardian, o jornaleco neomarxista e pós-modernista do Reino Unido que serve de inspiração aos "nossos" Al-Público e Diário de Noticiazinhas (e até ao próprio Observador da direitinha, que republica artigos do Al-Guardian de vez em quando).

Quando li os escritos que vou reproduzir a seguir pela primeira vez, eu não me apercebi do quão grave é o caso. É que eu julguei que a notícia tinha sido escrita por um alucinado neomarxista lá do pasquim, como é habitual. Só depois reparei que o seu autor era nada mais, nada menos, que o vice-reitor da Universidade de Kingston!

Vamos começar pelo título e primeiro parágrafo, que resumem logo o essencial:

«As universidades deviam ser castigadas por darem notas mais baixas aos estudantes negros
O governo devia julgar o ensino universitário com base na forma como promove a igualdade e a diversidade.»

Promissor, não é? Não vou publicar aqui o resto, porque não estou para ter a trabalheira de andar a traduzir para depois praticamente ninguém ler. Quem quiser, pode deliciar-se com a maravilha aqui.

Vou só comentar a ideia central do artigo: o vice-reitor da Universidade de Kingston, a criatura de beleza arrebatadora que podem ver na fotografia abaixo, acha que as universidades da Grã-Bretanha não têm feito o suficiente para promover a "diversidade". A prova, segundo o Estêvão, é que os alunos negros continuam a ter notas mais baixas do que os alunos brancos. Ele cita números relativos ao ano lectivo de 2016-2017, em que "apenas" 66% dos alunos de "minorias" étnicas obtiveram um diploma académico, enquanto o número equivalente para os alunos brancos foi 79,6%.



Steven Spier: vice-reitor da Universidade de Kingston e soyboy extraordinaire!


Ora bem, qualquer nacionalista minimamente atento reconhecerá imediatamente a falácia no "raciocínio" do Estêvão: se o QI médio dos habitantes da África subsariana ronda apenas os 70 pontos, enquanto o dos alunos brancos ronda os 100 pontos, os alunos negros não estão sub-representados nas estatísticas, mas sim sobre-representados, ao contrário do que ele afirma.

Ora reparem, caros leitores: 


Aliás, mesmo que consideremos que os estudantes negros do Reino Unido são um pouco mais inteligentes do que os africanos, os brancos ainda saem a perder. Por exemplo, se admitirmos um QI médio de 80 pontos, teremos 66/80 = 82,5%.

Resumindo e concluindo: agora que já temos acção afirmativa para as vagas em várias universidades ocidentais, há quem queira também alargar o âmbito da acção afirmativa aos resultados académicos! Porque a guerra à raça branca nunca vai acabar, por mais "direitos" e "conquistas" que as outras raças obtenham no Ocidente. Esse é ponto crítico a reter, a engenharia social que visa exterminar a raça branca nunca vai parar. É por isso que não há alternativa ao Nacionalismo, por mais que os líderes nacionalistas possam deixar a desejar nalguns aspectos. O esquerdalho e a direitinha não vão parar. Os mé(r)dia não vão parar. As elites académicas não vão parar. E quem os controla a todos a partir dos bastidores não vai parar: a raça branca é mesmo para acabar!