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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Infanticídio: nem sequer foram precisos 15 dias, já há quem o esteja a exigir!


     Há apenas alguns dias, eu publiquei aqui no TU esta posta sobre o fim do limite do período para abortar em vários estados norte-americanos. No final dessa posta, eu fiz esta previsão sinistra: chegará o dia em que vai ser legal matar recém-nascidos! 

Pois bem, o mês de Fevereiro ainda não acabou e o tempo já começa a dar-me razão. Reparem bem no cartaz que uma vacória feminista levantava acima da sua cabeça durante um protesto contra apoiantes do Presidente Trump:


"Legalizem o aborto pós-parto"... depois não digam que eles não avisaram!


Como já sei que há sempre um(a) cretino(a) que me vai acusar de "ter retirado esta imagem do seu devido contexto", aqui fica um link que mostra que o "aborto pós-parto" é mesmo um conceito levado a sério por algumas pessoas.

Entretanto, houve alguém que me perguntou, nas caixas de comentários do TU, se eu concordava com o aborto para bebés não-brancos. A minha resposta é um rotundo NÃO, por vários motivos:
1. A minha oposição ao aborto é, antes de mais, uma oposição baseada na convicção de que a vida de um ser humano deve ser inviolável logo a partir do momento em que óvulo é fecundado pelo espermatozóide; não quero saber dos "argumentos" que dizem que "um feto não sofre", que "ainda não tem consciência" ou que "ainda não é um ser humano completamente formado"; isto é uma questão de princípio, não se matam seres humanos, quer estejam 100% desenvolvidos, que estejam apenas 0,001%; até porque matar seres humanos sob o argumento de que não estão suficientemente desenvolvidos é abrir a porta a que, mais tarde, se venham a matar quando estiverem desenvolvidos, como a recente lei aprovada em Nova Iorque e o cartaz da fotografia acima bem ilustram.
2. A propósito do "argumento" de que a maioria dos abortos no Ocidente são de bebés alógenos e que, por esse motivo, os racialistas brancos deviam ser a favor do aborto porque "o saldo final é positivo para a raça branca", eu respondo que isso é uma valente treta, porque não é verdade que o saldo final seja positivo para a raça branca: os bebés alógenos podem ser facilmente repostos por imigrantes, os bebés brancos não; ou seja, de um ponto de vista estritamente demográfico, é muito mais grave abortar um bebé branco do que vários bebés alógenos. Dado que a população branca é muito inferior, em termos mundiais, à população alógena, não adianta que sejam abortados 10 bebés alógenos por cada bebé branco, ou mesmo 100 bebés alógenos por cada bebé branco, porque há milhões de bebés alógenos a nascer todos os anos em todo o mundo (sim, literalmente milhões!), muitos dos quais quererão vir para o Ocidente quando crescerem; ou seja, o "benefício" de abortar bebés alógenos não compensa o prejuízo de abortar bebés brancos, que são muito mais raros e que não podem ser repostos facilmente ou de todo; ou seja, em termos proporcionais, a perda de um bebé branco é muito mais gravosa do que a perda de um bebé alógeno, pelo que defender o aborto argumentando que vitima mais bebés alógenos não faz sentido.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Em Coimbra: o PNR protestou contra a vinda do rabeta brasuca armado em vítima Jean Wyllys


      O PNR foi à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra protestar contra a vinda -a convite do inenarrável neomarxista e pós-modernista Boaventura Sousa Santos- do gueizola brasuca totalitário Jean Wyllys, o tal "democrata" que cuspiu em Jair Bolsonaro.

Quero saudar e louvar todos os militantes e simpatizantes do PNR que compareceram. É um grande orgulho constatar que nem toda a gente em Portugal desistiu de lutar pelo que é nosso e, sobretudo, que há um partido político no nosso país cujos dirigentes compreendem a realidade da guerra cultural que está a destruir o Ocidente a partir de dentro.




Alguns de vocês poderão achar este protesto excessivo. Mas não foi: a extrema-esquerda impediu Marine Le Pen de vir à Web Summit, pelo que este protesto, em termos comparativos, foi completamente inócuo. Aliás, o Presidente do PNR explicou isso mesmo num vídeo que partilhou hoje na página do Facebook do PNR e que espero poder partilhar convosco mais logo.


E atenção que hoje há outro protesto! Quem puder, compareça:
Lisboa – dia 27 – 17h00 – R. das Portas de Santo Antão, 58 – “Casa do Alentejo”. 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

O aborto infanticídio já é totalmente legal nalguns estados dos EUA


      Não sei quantos de vocês saberão mas, apesar da presidência de Donald Trump, os criminosos do partido "democrata" estão a conseguir avançar com a agenda demoníaca do aborto em vários estados norte-americanos, o que mais não é do que infanticídio em massa perpetrado a pretexto dos direitos da mulher. No estado de Nova Iorque, o aborto pode agora ser realizado depois das 24 semanas de gestação. E, no estado da Virgínia, uma proposta de Lei visa legalizar o aborto em qualquer momento da gravidez, o que significa poder abortar até ao momento do parto!

No vídeo que se segue, o judeu Ben Shapiro denuncia esta aberração, que é um autêntico crime contra a humanidade:



Eu quero acrescentar o seguinte: ao longo dos anos, fui ouvindo muitas pessoas jurarem -algumas das quais nacionalistas!- que o aborto não é imoral porque "um feto não é um ser humano totalmente desenvolvido e por isso não tem os mesmo direitos" ou porque "a maioria dos abortados são provavelmente alógenos" ou ainda porque "quem costuma ter bebés indesejados são as classes baixas, por isso acaba por ser melhor para a sociedade que haja aborto, uma vez que, se esse bebés nascessem, haveria uma grande probabilidade de se tornarem criminosos ou disfuncionais".

O que têm a dizer agora, seus grandessíssimos filhos da puta? Um bebé prestes a nascer também não é um ser humano totalmente desenvolvido? E a nossa taxa de natalidade, não interessa para nada? É preferível importar milhares, aliás, milhões de alógenos a ter bebés brancos de classe baixa? Não, não me venha com a merda da conversa de que "basta fecharmos as fronteiras", porque isso não é sério, nem é minimamente exequível! No mundo actual, nenhum país se conseguirá manter se os seus habitantes não tiverem filhos!

Tudo isto para dizer o seguinte: as coisas começam sempre devagarinho, mas depois progridem. Os gueis começaram por ser tolerados, depois passaram a poder casar e agora podem adoptar. Com o aborto é a mesma coisa: começou por se adoptar uma posição "razoável", permitia-se o aborto até às primeiras semanas, depois passaram a ser meses e agora pode-se matar um bebé prestes a nascer. Marquem bem o que eu digo: chegará o dia em que vai ser legal matar recém-nascidos! Não acreditam? Então guardem bem esta posta, porque vai acontecer bem mais cedo do que vocês julgam!