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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Chico-esperto oportunista que fundou e fez crescer o Bloco de Esterco diz que as rede sociais "exploram preconceitos" e "fomentam o ódio"


     O Chico Louçã, aquele trotskista tão coerente que até aceitou um cargo na administração da CGD no Conselho Consultivo do Banco de Portugal (porque o capitalismo, aparentemente, só é mau quando não se anda a facturar pessoalmente), pediu aos seus camaradas do Bloco de Esterco que não respondessem ao "ódio" nas redes sociais. Faz sentido: quando se milita num partido que é constantemente levado ao colo pela comunicação sucial, as redes sociais só servem para atrapalhar...


«O fundador do Bloco de Esquerda Francisco Louçã pediu ao partido que responda com "boa moeda" e não "na mesma moeda" numa crítica à forma como diz que a Direita utiliza as redes sociais. "A resposta não é na mesma moeda, porque não é. Do que se trata é de colocar boa moeda nos mesmos instrumentos e não um mecanismo de criação de ódio ou de fechamento”, afirmou, pedindo a opção por “conteúdos de qualidade”. Foi desta forma que o fundador do Bloco de Esquerda Francisco Louçã pediu este sábado ao partido que responda aos “mecanismos de contaminação” da realidade que diz serem adoptados pela Direita nas redes sociais.»


Tradução: "A Direita recorre às redes sociais para dizer a verdade e desmontar a nossa narrativa, o que é odioso. Não devemos responder da mesma forma, desde logo porque não precisamos, temos os mé(r)dia todos do nosso lado".

«Falando no Porto, numa sessão do Fórum Socialismo 2019 (‘rentrée‘ política bloquista) sobre o tema “Eles andam por aí nas redes sociais: A nova Direita”, o também conselheiro de Estado assinalou o crescente recurso da direita e da extrema-direita às redes sociais para distorcer a realidade.

"Ai, as redes sociais!!! Ai, que elas andam a dar-nos cabo do arranjinho!"

«São, disse, “mecanismos de contaminação” que “criam um senso comum explorando preconceitos, fomentando o ódio”.»


Reparem que o Chico trotskista recorre apenas a expressões e chavões vazios, não providenciando nenhum exemplo concreto de como a "contaminação", os "preconceitos" e o "ódio" são usados para "distorcer a realidade"...


«O co-fundador do Bloco de Esquerda citou o caso da actual coordenadora do partido, Catarina Martins, como uma das visadas na “estrutura de criação de crenças” nas redes sociais, quando lhe foi atribuída a compra de um relógio de dois milhões de euros, num ‘post’ que suscitou mesmo a defesa do julgamento da dirigente partidária no tribunal de Nuremberga.

Mas, ironizou, “os mecanismos deste tipo de campanhas de sujas, sobretudo em campanha eleitoral, não passam só por entusiasmar a gente que está à espera da morte desses trastes no cadafalso de Nuremberga”.»


Eis aqui uma falácia muito recorrente por parte dos paspalhos de Esquerda da estirpe do Louçã: pega-se na excepção e faz-se dela a regra, como se tudo o que fosse publicado pela Direita nas redes sociais fosse mentira. Além de que o Bloco de Esterco é culpado exactamente do mesmo. Basta ver que, há apenas uns dias atrás, os meios de propaganda desse partido asqueroso publicaram várias fake news acerca dos incêndios na Amazónia.


«Durante a sua comunicação, Francisco Louçã considerou que “um dos aspectos mais preocupantes que vivemos nos últimos anos é a forma particular de relação entre os antigos meios de comunicação social, que ainda são muito poderosos, e estes mecanismos de contaminação identificação emocional criados nas redes sociais”


Esta então é o cúmulo da hipocrisia! Se há veículo "informativo" que explora até ao tutano as emoções mais primárias das pessoas, esse veículo é precisamente a televisão, em paricular os noticiários dos grandes canais de televisão! Abrem sempre de uma forma exageradamente sensacionalista e dramática, exacerbam a vertente emocional das notícias até ao limite! As redes sociais não podem, de forma alguma, competir com os velhinhos a chorar compulsivamente em directo porque perderam tudo nos incêndios de Pedrógão Grande, ou com o desespero de uma família cigana que foi expulsa do prédio em que morava por não pagar a renda há 30 anos, ou com a revolta "legítima" daqueles "jovens" injustiçados que foram barbaramente agredidos pela polícia (apesar de nunca haver provas das agressões, nem nunca ser mencionado o contexto em que as mesmas ocorreram)...


«Isto porque, como assinalou, a velocidade de transmissão das mensagens nas redes sociais funciona “como factor de enorme pressão sobre jornalistas, para os fazer publicar notícias em corrida contra essas redes sociais, sem o contexto da informação e a reflexão que uma notícia exige, ou até para serem enganados” por elas.»


Ou seja, para o Chico Louçã, a culpa de os "jornalistas" publicarem cada vez mais lixo e cometerem cada vez mais gaffes é das pessoas que lhes desmontam as tretas nas redes sociais! Coitadinhos, pá! Há apenas 20 anos, uma pessoa podia escrever tudo o que bem lhe aprouvesse num jornal... mas agora há uns tipos cheios de "ódio" nas redes sociais que publicam o contraditório, estragando assim o esquema aos aldrabões! Que chatice, pá!!!


«“É como se determinada coisa que acontece nas redes sociais tivesse de ser tomada como um sintoma significativo do que a sociedade está a pensar”, comentou.»


Bem, as redes sociais até poderão não ser o melhor barómetro da opinião social, mas uma coisa é certa: tu, Chico Louçã, tu e todos os elitistas despudorados como tu ainda são menos fiáveis. O teu problema é o mesmo de todos os tiranos ou, no teu caso, aspirante a tiranete: convives mal com o pluralismo, o contraditório e a liberdade de expressão.

Mas vai ter mesmo que se habituar, senhor conselheiro de Estado... nós viemos para ficar!

sábado, 31 de agosto de 2019

Mais uma sondagem deprimente (9): 'xuxas' cada vez mais perto da maioria absoluta


     A Pitagórica voltou a actualizar a sondagem para as próximas Eleições Legislativas que eu tinha publicado aqui em Julho.  Por incrível que pareça, o PS e o BE voltaram a subir, enquanto o PSD e o CDS voltaram a descer! A margem de erro desta sondagem é de ±2,56%, pelo que as percentagens obtidas dos partidos mais pequenos devem ser encaradas cum grano salis.





Reparem que a Esquerda toda junta (PS+BE+CDU) já reúne 60,2% das intenções de voto. Se acrescentarmos o PAN (sim, o PAN também é de extrema-esquerda, por muito que isso custe a certos "nacionalistas" mais cosmopolitas), chegamos aos 63,4%! Ou seja, a Esquerda apátrida que odeia Portugal e a sua História está muito perto de chegar aos tais 2/3 de representação eleitoral (66,7%) que lhe permitirão fazer o que quiser da "nossa" Constituição.

Observem ainda que a minha teoria de que o PSD e o CDS estão a perder votos por se estarem a aproximar demasiado à Esquerda parece confirmar-se mais uma vez: a "Aliança" do Santa Lopes e o "Iniciativa Liberal" dos betinhos da FEP do Carlos Guimarães Pinto subiram; dado o carácter marcadamente liberal (no sentido económico) destes partidos, não me parece crível que estes novos votos tenham vindo da Esquerda; pelo contrário, eles só podem ter vindo da direitinha impotente e desnorteada de bilderberguer Rio e da dimiesca Cristas.

Mas as más notícias não ficam por aqui. Quando se olha para as intenções de voto por faixa etária, há uma realidade muito dura que sobressai:




Reparem bem, caros leitores, é precisamente entre os jovens que o BE, a CDU e o PAN têm maior intenção de voto! Muito mau sinal para o futuro de Portugal... 

Outro dado importante é que, em relação à sondagem de Julho, o CDS cresceu bastante nas intenções de voto dos mais jovens (será que isto vai penalizar o Chega?). No entanto, ainda há uma clara tendência para os jovens serem menos de direita do que os velhos, excepção feita aos novos partidos Aliança e Iniciativa Liberal.

Para terminar, deixo aqui  a evolução das sondagens efectuadas pela Pitagórica para o JN desde Abril de 2019. A confirmarem-se estes resultados, teremos mais quatro anos de (des)governo 'xuxa', aos quais se juntarão cinco mais anos de "presidência" Marcelista.


terça-feira, 6 de agosto de 2019

"Jovem" astrofísico me(r)diático adorado pelo esquerdalho ousa pensar por si próprio... e o esquerdalho que o adorava cai-lhe em cima!


    O "jovem" cientista Neil deGrasse Tyson, conhecido do grande público sobretudo por ser o apresentador e narrador da  série "Cosmos: Uma Odisseia no Espaço-Tempo", tem sido, nas últimas horas, o alvo da revolta indignadinha do esquerdalho ianque. Porquê? Por causa deste tuíte que ele teve o "atrevimento" de partilhar:




Uau! Morre mais gente a cada 48 horas abatida por pessoas com revólveres e pistolas do que morreram nos dois ataques de El Paso e Dayton! "Quem diria, hã?" Bem, este artigo no Observador ainda vai mais longe, informando-nos que o número de homicídios desse género (revólveres e pistolas) andou na casa dos 45/dia durante as 48 horas em que ocorreram os dois ataques, e não apenas 20/dia, como tuítou o "jovem" Tyson. Porque será, já agora? 😏

Ora, como não podia deixar de ser, o esquerdalho não gostou nada desta verdade inconveniente. Como se pode ler aqui, houve logo várias reacções indignadas ao tuíte do "jovem" Tyson que, infelizmente, já cedeu à pressão e pediu desculpa.

A moral da história aqui é a seguinte: nem mesmo os "jovens" estão a salvo da ira dos seus donos quando se atrevem a sair da plantação. E também: o que o esquerdalho quer não é evitar mortes, é  tirar as armas ao povo norte-americano.

sábado, 3 de agosto de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 3: Concordar com a Esquerda pelas Razões Erradas


     Este mês de Agosto vai ser o mês do podcast 'Portugal Desintegrado' aqui no TU. Vou publicar um episódio diferente a cada dia, desde o início até ao fim da série.

O grande Ilo Stabet teve a gentileza de me conceder a sua permissão para partilhar aqui os vídeos da sua fabulosa série 'Portugal Desintegrado' que, infelizmente, ele se viu forçado a interromper por tempo indeterminado. Relembro os leitores do TU que o Ilo teve de colocar todos os vídeos desta série -e também da sua outra série 'Verbos Malditos'- em modo privado, por ter sido alvo da censura covarde por parte dos eunucos do YouTube.

Considero que a série 'Portugal Desintegrado' é demasiado boa e pertinente para permanecer na obscuridade, pelo que decidi republicar aqui -com a sua bênção- todos os vídeos que o Ilo criou ao longo dos últimos dois anos.

O Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde foram publicadas várias postas excelentes.


quinta-feira, 25 de julho de 2019

Agora que já é legal matar os bebés brancos que estão por nascer...



...há que dar o passo seguinte e matar os velhos brancos que teimam em viver! E depois lá se há-de arranjar uma solução para o resto dos brancos. É apenas uma questão de tempo!

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Resultados finais das Eleições Europeias de 2019
...e comentários do vosso blogueiro


      Estão finalmente apuradas todas as 3092 freguesias de Portugal e 100 consulados no estrangeiro. Os resultados finais obtidos pelo único partido nacionalista português -o Partido Nacional Renovador (PNR)- nas Eleições Europeias que tiveram lugar no passado domingo [26-Mai-2019] são os seguintes:
▪ Território nacional: 15 999 votos (0,48%)
▪ Estrangeiro: 166 votos (1,20%)
▪ Total (território nacional + estrangeiro): 16 165 votos (0,49%)
A abstenção final foi de 69,27%, o maior valor de sempre da história da "democracia" abrilina. Chegou a hora de eu fazer alguns comentários acerca de tudo isto.




I. Comentários ao resultado obtido pelo PNR


Vamos começar a olhar para todos os resultados obtidos pelo PNR em eleições europeias desde a sua primeira participação, em 2004:




Apesar da subida do número de votos (de 15 036 para 16 165) e da percentagem relativa (de 0,46 % para 0,49 %), é realmente difícil não considerar este resultado como uma desilusão. Mais uma vez, cumpriu-se a "maldição do meio ponto percentual": ainda não foi desta que o PNR conseguiu ter mais do que 0,50 % numas eleições. Pior do que isso, a tabela acima mostra um claro abrandamento do crescimento do PNR em eleições europeias. Isto deve preocupar todos os nacionalistas dignos desse nome, por ser um forte indício de que a nossa mensagem não está a passar. 

Ora, as próximas eleições legislativas são já no próximo dia 6 de Outubro. Quer dizer que temos pouco mais de 4 meses para mudarmos a nossa abordagem e tentarmos convencer os eleitores portugueses a votar no PNR. Perante esta dolorosa realidade, o que é que pode ser feito? Tenho de vos confessar, caros leitores, pela primeira vez desde que sou nacionalista, estou sem ideias. Sempre pensei que o crescimento do Nacionalismo português fosse apenas uma questão de tempo, que bastaria seguir o exemplo dos outros partidos nacionalistas europeus para termos sucesso aqui em Portugal.

Agora, já não tenho tanta certeza. As minhas dúvidas começaram com os resultados brutais desta sondagem que eu publiquei aqui no TU em Setembro do ano passado. E, na sequência dos resultados deste domingo, surgiram ainda mais reservas e interrogações na minha cabeça. A fórmula utilizada pelos partidos nacionalistas europeus que têm tido sucesso não parece estar a resultar aqui em Portugal. Resta saber porquê.


II. A maior abstenção de sempre


Dos 10 780 068 eleitores inscritos, votaram apenas 3 314 423, ou seja, cerca de 30,73%. Isto corresponde a uma abstenção de  69,27%, o maior valor de toda a  história da "democracia" abrilina. Ou seja, quase sete em cada dez portugueses optaram por não ir votar nestas eleições europeias. E ainda pior do que o valor em si, é o facto de a abstenção estar a crescer cada vez mais a cada novo acto eleitoral:





Desde 1999, a abstenção aumentou quase 10%. Há muitas formas de olhar para estes números. Para os nacionalistas adeptos da abstenção, o resultado de domingo será certamente uma grande vitória, porque eles acreditam que a legitimidade do sufrágio fica comprometida ou, pelo menos, beliscada. Pura ilusão, é claro, mas quando se vive num mundo de fantasia, acredita-se em fantasias...

A verdade é que este número, apesar de elevado, não significa rigorosamente nada em termos práticos. A validade das eleições não depende do número de votos, porque a Constituição a República Portuguesa estipula que a Lei não pode estabelecer um número mínimo de votos para eleger deputados. Os puhíticos e as comentadeiras de serviço dizem estar preocupados com a abstenção, mas é tudo fogo de vista, palhaçada para inglês ver. Eles sabem perfeitamente que, quanto menos gente for votar, melhor será para eles. Porquê? Porque os boys e as girls deles votam sempre, garantindo a sua eleição, pelo que a abstenção apenas fará crescer a sua percentagem relativa.

A abstenção também não legitima o que quer que seja, porque a abstenção não representa um bloco coeso e homogéneo de eleitores, muito menos pode ser utilizada como argumento para validar intervenções armadas. Há abstencionistas que não votam por preguiça, há outros que não votam por não compreender a política, há outros que não votam por protesto, há outros que não votam por pura indiferença... querer juntar toda esta gente sob a mesma bandeira é ridículo, absolutamente ridículo!

A minha opinião em relação à abstenção é a mesma de sempre: ela traduz o analfabetismo e o atraso democrático severo do povo português. Todos aqueles que a defendem vão ter o que merecem, vão chegar à terceira idade desdentados e descabelados, mais ainda a sonhar com revoluções que nunca hão-de concretizar-se...

Curiosamente, houve uma redução dos votos brancos e nulos:





III. Sobre a grande vitória da extrema-esquerda


O pior aspecto da noite eleitoral de domingo foi, na minha opinião, o reforço do Partido Socialista (PS) e do Bloco de Esquerda (BE), acompanhado pela ascensão fulgurante do Pessoas, Animais e Natureza (PAN). A subida do BE, em particular, veio confirmar os meus piores receios: o partido mais extremista de Portugal é aquele que mais potencial de crescimento parece ter, porque à medida que a população urbana cresce e a população rural diminui, ao mesmo tempo que dezenas de milhares de imigrantes vão sendo naturalizados todos os anos, a tendência é para o número de votos e o peso relativo do bloco aumentar. Repare-se bem, no quadro abaixo: o BE conseguiu duplicar o seu número de eurodeputados e mais que duplicar o seu número de votos!


(Número de eurodeputados eleitos em 2019 e em 2014, Fonte: SGMAI)


É muito provável que muitos dos votos ganhos pelo BE tenham sido "roubados" à CDU, que teve um resultado desastroso. Tão desastroso que, contrariamente ao que tem sido habitual nos dirigentes do PCP ao longo dos anos, Jerónimo de Sousa admitiu a derrota. Pela parte que me toca, entre o BE e a CDU prefiro a segunda. A malta do BE é tão marxista como os comunas, mas muito mais hipócrita e muito menos conservadora nos costumes. O ideal era mesmo que ambos os partidos desaparecessem...

Depois temos o fenómeno do PAN: os movimentos ecologistas já existem em força há muitos anos noutros países europeus, mas a liderança do PAN usou uma estatégia de génio, que consiste em juntar ecologia com "direitos" dos animais. Em 2014, o PAN já tinha obtido 56 363 votos (1,72%), o que já era impressionante dada a criação recente do partido. Mas agora, em 2019, o PAN quase triplicou essa votação, conseguindo eleger um eurodeputado.

Isto significa que, dos 21 eurodeputados eleitos por Portugal, 14 são de esquerda, dos quais 5 são de extrema-esquerda, sendo que os restantes 7 eurodeputados são da direitinha apátrida e cosmopolita. Um desastre total, em termos de representação dos interesses portugueses na Europa.

E também aqui é necessário que os nacionalistas saibam responder à seguinte pergunta: o que leva tantos portugueses a votar no BE?


IV. Sobre a derrota bem merecida da direitinha globalista e cosmopolita


Não posso ser hipócrita: a votação desastrosa -mas deliciosa- obtida pelo PSD do bilderberguer Rio Risonho e da islamófila pseudo-humanista Assunção "do hijabe" Cristas soube-me muito, mas muito bem! Sempre achei que a "convergência para o centro" dos direitinhas 'tugas' não passava de um eufemismo para rebuçar a sua revoltante covardia política.

O Rio Risonho, tal qual senhor feudal arrogante, julgava que mandar no PSD era como mandar na Câmara do Porto, que ele ia chegar ali e transformar o PSD numa espécie de PS um pouquinho mais liberal e toda a gente ia aceitar. Acabou por alienar os militantes mais à direita do PSD, que se parecem ter redistribuído pelos novos partidos da direitinha. Já a Cristas da direitinha parece ter achado que os eleitores do CDS queriam um partido mais "modernaço" e "progressista". O seu apoio às quotas de "género", a sua submissão ao Islão (sim, submissão, porque ir à mesquita do David das cotovoeladas de hibaje enfiado na cabeça para depois ser enfiada numa sala à parte é mesmo submissão), o seu louvor ao deputado rabeta do CDS que saiu do armário, a sua falta de condenação veemente à iniciativa das passadeiras LGBT, enfim, a Cristas é, no plano dos valores sociais, indistinguível de qualquer militante do BE.

Tudo isto paga-se caro: o PSD teve o seu pior resultado de sempre em eleições de âmbito nacional e o CDS teve um dos seus piores resultados de sempre. E a melhor parte é que estes imbecis não parecem ter aprendido a lição! Veja-se, por exemplo, esta análise feita à derrota do CDS no Observador da direitinha... a Cristas acha que o CDS perdeu votos por ser demasiado conservador! Ela deve ter achado que os eleitores do CDS votaram no BE!!! Ó Cristas, olha bem para isto:



(Resultados dos pequenos partidos de Direita em 2019 e em 2014, Fonte: SGMAI)



De onde é que a Cristas achará que vieram os 88 701 votos (156 532 - 67 831) que os pequenos partidos de direita conquistaram entre 2014 e 2019? Será que ela acha que vieram do PCP? Ou do Livre? Ou do MPT??? Não, Cristas burrinha, vieram do PSD e CDS, evidentemente!!! Mas eu até aprecio este autismo impassível por parte da líder do CDS... porque significa que, muito provavelmente, a direitinha vai voltar a estampar-se no próximo mês de Outubro. Nós, na verdadeira Direita, só podemos congratular-nos com esta atitude! Espero que o Rio e a Cristas continuem a liderar os seus partidos durante muito tempo!



V. Comentário ao desempenho dos novos partidos da direitinha


É preciso sermos humildes e reconhecermos: os novos partidos da direitinha, Aliança, Basta e Iniciativa Liberal tiveram uma boa estreia. A título de exemplo, todos eles superaram o melhor resultado alguma vez obtido pelo PNR (
27 269 votos nas Legislativas de 2015). Não é coisa pouca. E não me venham com a desculpa de que eles foram levados ao colo pela comunicação social, porque isso, sendo verdade, não explica tudo.

É verdade que os novos partidos da direitinha beneficiaram imenso da incompetência de Rui Rio e de Assunção Cristas. E também é verdade que Santana (f)Lopes é um autêntico dinossauro da política portuguesa e que, nessa condição, arrastaria sempre parte da militância tradicional do PSD com ele. Mas não é menos verdade que a mensagem do Basta e da IL têm algo de diferente e de muito refrescante em relação à direitinha corrompida do PSD e do CDS.

Comecemos pelo Basta, uma coligação de monárquicos, militantes pró-vida e conservadores descontentes com os grandes partidos da direitinha. O seu líder, André Ventura, dispensa apresentações. Nitidamente inteligente, Ventura percebeu o enorme potencial do discurso anti-imigração e usou-o para se catapultar para a ribalta, primeiro na televisão, depois na política. Ventura teve sucesso onde os dirigentes do PNR têm falhado ao longo dos anos, conseguindo convencer as pessoas a votarem num partido genuinamente conservador. Em 2014, o PPM e o PPV tinham obtido, em conjunto, 29 749 votos. Em 2019, a coligação Basta obteve 49 496 votos, quase mais 20 mil votos. Esses quase 20 mil votos adicionais devem-se, quer queiramos, quer não, a André Ventura, ao seu carisma e eloquência. O homem até pode ser um charlatão, mas temos de admitir, é um charlatão convincente. Aprendamos com ele aquilo que funciona.

Já o Iniciativa Liberal ficou aquém das minhas expectativas, mais ainda assim teve inegavelmente uma boa estreia. Por exemplo, os quase 30 mil votos que a IL obteve superaram o resultado do PCTP/MRPP, o partido de simpatizantes do terrorismo que já anda nisto há várias décadas. A minha perspectiva sobre a IL foi provavelmente distorcida pelo facto de eu viver no Porto há já mais de 22 anos e de ter notado uma grande simpatia por este novo partido entre as elites tripeiras. Eu próprio tenho de confessar que me revejo em grande parte do programa económico da IL (menos estado, menos despesa pública), mas o seu anti-conservadorismo social e a sua apologia da imigração fazem-me descartá-la automaticamente. Eu acredito na Direita, não na direitinha. E a IL representa o que de pior existe na direitinha: pessoas que adoram os mercados de uma forma quase religiosa, mas que depois desprezam os valores morais e a organização social e comunitária que fez do Ocidente o portento científico, militar e tecnológico que tem dominado o mundo nos últimos séculos.

Até onde podem ir o Basta e a IL no futuro? É difícil dizer mas, da perspectiva nacionalista, é o primeiro que nos deve preocupar. O eleitorado do Basta é o eleitorado natural do PNR e o facto de o Ventura & C.ª terem conseguido ir tão longe na sua estreia deve ser objecto de uma reflexão profunda por parte dos nacionalistas. Repito: não me venham com a desculpa de que o Basta foi levado ao colo pela comunicação social, porque isso não explica tudo. Há algo no PNR que está a falhar e precisamos urgentemente de perceber o que é.


VI. Breve nota sobre o desempenho dos pequenos partidos de Esquerda


De uma forma geral, os pequenos partidos de esquerda perderam votos nestas europeias. Já vimos que o PAN foi a excepção a esta regra, todos os outros perderam terreno:



(Resultados Globais em 2019 e em 2014, Fonte: SGMAI)


O PCTP/MRPP foi o pequeno partido de esquerda que mais votos perdeu, passando de 54 622 votos em 2014 para 27 222 votos em 2019 (-27 400 votos). Uma excelente notícia para todos os amantes da democracia e da liberdade, uma vez que este partido representa o que de pior existe na sociedade portuguesa: marxismo puro e duro, apologia do terrorismo e um ódio primário criminoso à Pátria e aos portugueses.

Também é reconfortante constatar que o "Livre" do repugnante Rui Tavares e da racista despudorada Joacine Katar-Moreira perdeu mais de 11 mil votos; e que o MAS do drogado antidemocrata que defendia a censura do PNR e do Basta praticamente se eclipsou, tal como o PTP. 

A humilhação de Marinho Pinto e do seu PDR também foi inteiramente merecida. Não nos esqueçamos que este "senhor" foi um dos mais ardentes defensores dos artigos 11 e 13, os tais que vão "regular" (eufemismo para censurar) o conteúdo das redes sociais na União Europeia. A argumentação de Marinho a favor da "regulação" foi do mais absurdo que pode haver, Marinho comparou os artistas famosos e as multinacionais me(r)diáticas a Luís de Camões que, "coitadinho, morreu pobrezinho porque ninguém lhe pagou o que era devido pela sua obra"! Isto só tem uma qualificação possível, caros leitores: cretinice e falta de vergonha na cara. 

Para onde foram os votos de todos estes pequenos partidos de Esquerda? É difícil dizer, mas as hipóteses mais prováveis são o PS e, sobretudo, o BE.


VII. Conclusões e nota final


Resumindo novamente os pontos principais desta posta:
1. O PNR obteve 16165 votos (0,49 %), aumentando ligeiramente a sua votação face a 2014 (15 036 votos - 0,46%);
2. Observa-se, desde 2009, um abrandamento preocupante do crescimento do número de votos do PNR em eleições europeias;
3. É urgente identificar as causas deste abrandamento e corrigi-las até às próximas eleições legislativas de 6 de Outubro;
4. A abstenção foi a maior de sempre (69,27%), não obstante ter havido uma ligeira redução dos votos brancos e nulos. 

5. A extrema-esquerda mais extrema-esquerda de Portugal, o Bloco de Esquerda, foi um dos grandes vencedores destas eleições. É urgente compreendermos o que leva tantos portugueses a votar neste partido.
6. A direitinha do arco da governação, PSD e CDS foi uma das grandes derrotadas destas eleições. Dada a reacção desnorteada dos líderes destes dois partidos, temos motivos para confiar que isto pode vir a repetir-se no próximo mês de Outubro.
7. O resultado obtido pela coligação 'Basta' demonstra que é possível convencer o eleitorado a votar mais nos partidos conservadores. É urgente que os nacionalistas aprendam com o exemplo de André Ventura, por mais execrável que possamos considerar o homem. Todos nós, nacionalistas, temos de melhorar o nosso discurso, o nosso carisma e a forma como nos apresentamos ao eleitorado.

Tal como fiz nas últimas legislativas, eu vou olhar agora para os resultados do PNR em cada distrito, para tentar perceber onde é que o partido perdeu e ganhou mais votos...

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Infanticídio: nem sequer foram precisos 15 dias, já há quem o esteja a exigir!


     Há apenas alguns dias, eu publiquei aqui no TU esta posta sobre o fim do limite do período para abortar em vários estados norte-americanos. No final dessa posta, eu fiz esta previsão sinistra: chegará o dia em que vai ser legal matar recém-nascidos! 

Pois bem, o mês de Fevereiro ainda não acabou e o tempo já começa a dar-me razão. Reparem bem no cartaz que uma vacória feminista levantava acima da sua cabeça durante um protesto contra apoiantes do Presidente Trump:


"Legalizem o aborto pós-parto"... depois não digam que eles não avisaram!


Como já sei que há sempre um(a) cretino(a) que me vai acusar de "ter retirado esta imagem do seu devido contexto", aqui fica um link que mostra que o "aborto pós-parto" é mesmo um conceito levado a sério por algumas pessoas.

Entretanto, houve alguém que me perguntou, nas caixas de comentários do TU, se eu concordava com o aborto para bebés não-brancos. A minha resposta é um rotundo NÃO, por vários motivos:
1. A minha oposição ao aborto é, antes de mais, uma oposição baseada na convicção de que a vida de um ser humano deve ser inviolável logo a partir do momento em que óvulo é fecundado pelo espermatozóide; não quero saber dos "argumentos" que dizem que "um feto não sofre", que "ainda não tem consciência" ou que "ainda não é um ser humano completamente formado"; isto é uma questão de princípio, não se matam seres humanos, quer estejam 100% desenvolvidos, que estejam apenas 0,001%; até porque matar seres humanos sob o argumento de que não estão suficientemente desenvolvidos é abrir a porta a que, mais tarde, se venham a matar quando estiverem desenvolvidos, como a recente lei aprovada em Nova Iorque e o cartaz da fotografia acima bem ilustram.
2. A propósito do "argumento" de que a maioria dos abortos no Ocidente são de bebés alógenos e que, por esse motivo, os racialistas brancos deviam ser a favor do aborto porque "o saldo final é positivo para a raça branca", eu respondo que isso é uma valente treta, porque não é verdade que o saldo final seja positivo para a raça branca: os bebés alógenos podem ser facilmente repostos por imigrantes, os bebés brancos não; ou seja, de um ponto de vista estritamente demográfico, é muito mais grave abortar um bebé branco do que vários bebés alógenos. Dado que a população branca é muito inferior, em termos mundiais, à população alógena, não adianta que sejam abortados 10 bebés alógenos por cada bebé branco, ou mesmo 100 bebés alógenos por cada bebé branco, porque há milhões de bebés alógenos a nascer todos os anos em todo o mundo (sim, literalmente milhões!), muitos dos quais quererão vir para o Ocidente quando crescerem; ou seja, o "benefício" de abortar bebés alógenos não compensa o prejuízo de abortar bebés brancos, que são muito mais raros e que não podem ser repostos facilmente ou de todo; ou seja, em termos proporcionais, a perda de um bebé branco é muito mais gravosa do que a perda de um bebé alógeno, pelo que defender o aborto argumentando que vitima mais bebés alógenos não faz sentido.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Em Coimbra: o PNR protestou contra a vinda do rabeta brasuca armado em vítima Jean Wyllys


      O PNR foi à Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra protestar contra a vinda -a convite do inenarrável neomarxista e pós-modernista Boaventura Sousa Santos- do gueizola brasuca totalitário Jean Wyllys, o tal "democrata" que cuspiu em Jair Bolsonaro.

Quero saudar e louvar todos os militantes e simpatizantes do PNR que compareceram. É um grande orgulho constatar que nem toda a gente em Portugal desistiu de lutar pelo que é nosso e, sobretudo, que há um partido político no nosso país cujos dirigentes compreendem a realidade da guerra cultural que está a destruir o Ocidente a partir de dentro.




Alguns de vocês poderão achar este protesto excessivo. Mas não foi: a extrema-esquerda impediu Marine Le Pen de vir à Web Summit, pelo que este protesto, em termos comparativos, foi completamente inócuo. Aliás, o Presidente do PNR explicou isso mesmo num vídeo que partilhou hoje na página do Facebook do PNR e que espero poder partilhar convosco mais logo.


E atenção que hoje há outro protesto! Quem puder, compareça:
Lisboa – dia 27 – 17h00 – R. das Portas de Santo Antão, 58 – “Casa do Alentejo”. 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

O aborto infanticídio já é totalmente legal nalguns estados dos EUA


      Não sei quantos de vocês saberão mas, apesar da presidência de Donald Trump, os criminosos do partido "democrata" estão a conseguir avançar com a agenda demoníaca do aborto em vários estados norte-americanos, o que mais não é do que infanticídio em massa perpetrado a pretexto dos direitos da mulher. No estado de Nova Iorque, o aborto pode agora ser realizado depois das 24 semanas de gestação. E, no estado da Virgínia, uma proposta de Lei visa legalizar o aborto em qualquer momento da gravidez, o que significa poder abortar até ao momento do parto!

No vídeo que se segue, o judeu Ben Shapiro denuncia esta aberração, que é um autêntico crime contra a humanidade:



Eu quero acrescentar o seguinte: ao longo dos anos, fui ouvindo muitas pessoas jurarem -algumas das quais nacionalistas!- que o aborto não é imoral porque "um feto não é um ser humano totalmente desenvolvido e por isso não tem os mesmo direitos" ou porque "a maioria dos abortados são provavelmente alógenos" ou ainda porque "quem costuma ter bebés indesejados são as classes baixas, por isso acaba por ser melhor para a sociedade que haja aborto, uma vez que, se esse bebés nascessem, haveria uma grande probabilidade de se tornarem criminosos ou disfuncionais".

O que têm a dizer agora, seus grandessíssimos filhos da puta? Um bebé prestes a nascer também não é um ser humano totalmente desenvolvido? E a nossa taxa de natalidade, não interessa para nada? É preferível importar milhares, aliás, milhões de alógenos a ter bebés brancos de classe baixa? Não, não me venha com a merda da conversa de que "basta fecharmos as fronteiras", porque isso não é sério, nem é minimamente exequível! No mundo actual, nenhum país se conseguirá manter se os seus habitantes não tiverem filhos!

Tudo isto para dizer o seguinte: as coisas começam sempre devagarinho, mas depois progridem. Os gueis começaram por ser tolerados, depois passaram a poder casar e agora podem adoptar. Com o aborto é a mesma coisa: começou por se adoptar uma posição "razoável", permitia-se o aborto até às primeiras semanas, depois passaram a ser meses e agora pode-se matar um bebé prestes a nascer. Marquem bem o que eu digo: chegará o dia em que vai ser legal matar recém-nascidos! Não acreditam? Então guardem bem esta posta, porque vai acontecer bem mais cedo do que vocês julgam!

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Paul Joseph Watson: «Por que o meme NPC faz a esquerda pirar» (com legendas)


    A maioria dos meus leitores já deve estar ao corrente do novo meme forjado no 4Chan, essa pequena maravilha da resistência antiglobalista no ciberespaço. O meme NPC (non-playable character) tem provocado muito ranger de dentes e correr de lágrimas raivosas entre o esquerdalho do mundo anglófono. Mas, para quem ainda não estiver ao corrente, aqui fica o resumo: