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quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Nos EUA: apresentadora de televisão obrigada a pedir desculpas ao seu colega preto em directo


Mais um lindo momento de culpa branca na "sua" televisão! Viva a "diversidade"!

«Alex Housden, apresentadora de televisão de um programa matutino da KOCO-TV (filial da ABC), na Cidade de Oklahoma [capital do Estado homónimo], teve de pedir desculpa em directo ao seu companheiro, o apresentador negro Jason Hackett.»


Pedir desculpa a um colega negro? Aposto que os caros leitores do TU até já imaginam porquê! 😏

«Um dia antes, Housden tinha comparado Hackett a um gorila, em directo, perante as câmaras. Ao comentar as imagens de um bebé gorila, ela exclamara: "é um pouco parecido contigo!", ao que o colega negro respondeu "de certa forma, sim."»


Portanto, o preto até tinha concordado que o bebé gorila se parecia com ele... mas, no dia seguinte, tudo mudou:

«A apresentadora pediu desculpa a Hackett entre lágrimas, dizendo: "Estou aqui esta manhã porque quero pedir desculpas, não só ao meu co-apresentador, Jason, mas também a toda a nossa comunidade." E prosseguiu: "Ontem disse algo que foi insensível e inapropriado... e magoei as pessoas."»


Perdão! Clemência! Eu pequei! Só me resta autofustigar-me até à morte!  Por minha culpa, minha tão grande culpa!!! 😭



«Housden acrescentou que ela e Hackett eram não só companheiros de trabalho, como também amigos: "Eu jamais faria algo de propósito para magoar-te. Adoro a nossa comunidade e quero que todos saibam, do fundo do meu coração: lamento aquilo que disse. Sei que estive mal e lamento muito!"»


Piedade! Eu prometo aprender o meu lugar e nunca mais voltar a pecar! Por favor, chicoteiem-me até eu desfalecer! Eu estou tão arrependida! Buááá!!! 😭😭😭

«A opinião pública caiu-lhe em cima: vários utilizadores do Twitter chamaram-lhe racista. "Não aceitamos as tuas desculpas para não seres despedida". "Estamos fartos das lágrimas desta senhora branca depois de ela ter sido abertamente racista."»


Pois é, pedir desculpa à multidão politicamente correcta em fúria nunca funciona. Pelo contrário, só agrava a situação. Mas entre os apresentadores de televisão dos EUA, só o Tucker Carlson parece entender isso...

«O apresentador negro, visivelmente contrariado, acabou por se pronunciar a respeito do caso: "Temos de entender os estereótipos. Temos de entender os antecedentes do outro e as palavras que doem, as palavras que cortam fundo. Temos de encontrar uma forma de substituir essas palavras com amor e também com palavras de afirmação".»


"Palavras que doem" e "cortam fundo"! "Substituir essas palavras com amor"!... Parece que até mesmo os "jovens" no Ocidente (e não do Ocidente) estão a ficar mariquinhas!

Agora a sério, este episódio, tal como tantos outros semelhantes que se têm repetido um pouco por todo o Mundo Ocidental, é absolutamente ridículo. Está mais do que visto que a apresentadora disse o que disse num momento de espontaneidade e de brincadeira com o seu colega. Mas a Inquisição Anti-racista é assim mesmo, nunca perdoa!

O mais escandaloso neste género de casos é a hipocrisia. Durante os anos em que o George W. Bush foi presidente, não faltaram cartoons, montagens e caricaturas que o representavam como macaco. Se os caros leitores escreverem as palavras "Bush" + "monkey" num motor de busca, qualquer motor de busca, aparecerão logo dezenas de imagens bem esclarecedoras. Por exemplo:






Porque é que isto é perfeitamente aceitável para os brancos mas, quando que o visado é preto, passa a ser inaceitável?! A pergunta é retórica, evidentemente...

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Ver também:

Organização ligada ao criminoso Soros ataca Tucker Carlson

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Associação Escudo Identitário responde ao jornal Sol


Na sequência desta posta que publiquei no TU ontem, achei por bem partilhar isto aqui. Foi retirado directamente da página do Facebook da Associação Escudo Identitário:

«Direito de Resposta do Escudo Identitário

Exmos. Srs. do Jornal “Sol”

No dia 13 de Julho saiu um artigo no vosso sítio (https://sol.sapo.pt/…/braga-antifascistas-contra-escudo-ide…) intitulado “Braga. Antifascistas contra Escudo Identitário” que nos pintou numa luz absurdamente desfasada da realidade. O problema do artigo passa por ser um artigo mentiroso e, pior, por ser um mau artigo. Assim, uma vez que o Escudo tem um pendor claramente pedagógico e formativo, queriamos ensinar uma ou duas coisas ao vosso “jornalista” que assinou a peça, o Joaquim Gomes. 


Joaquim, nunca é tarde para aprenderes sobre uma coisinha do jornalismo que é fundamental a todos os da tua profissão, quer essa seja praticada em democracias, monarquias, teocracias, etc. – é uma coisinha pequenina mas muito importante chamada Deontologia. Essa Deontologia é uma coisa complexa e difícil de estudar, temos de ler muito para a compreender a fundo, mas aqui vai um textinho para começares. 
Primeiro, não fazemos ideia quem são esses antifascistas que se contra-manifestaram em Braga contra o Escudo Identitário. Pelo que nos dizem os nossos camaradas minhotos, nem em Braga se sabe muito bem quem eles são. Falam as lendas de um sujeito gordo de patilhas que comanda um pequeno exército de perfis falsos de facebook, mas isso dificilmente conta como um movimento ou uma associação. Diz-nos lá, ó Joaquim, tu já foste ter com esses ditos “antifascistas” de Braga? 
Segundo, Joaquim Gomes do Sol, outra coisa que também faz parte da ética de um jornalista decente, é dar espaço ao contraditório. No teu caso, se querias escrever sobre uma contra-manifestação, o natural seria quereres ver primeiro quem eram as pessoas a ser, vamos lá, “contra-manifestadas”. Mas não, seguiste a opinião do tal gordinho sem sequer fazer o teu trabalho de jornalista. O teu Jornal SOL permitiu que nos retratassem de neonazis e extrema direita. Nunca nos perguntaram a nossa opinião. Isto, senhores do SOL, não é jornalismo. Não é jornalismo afectar as reputações de pessoas, de organizações, perseguir cidadãos que dão do seu tempo para limpar matas, distribuir roupa aos sem-abrigo, brinquedos aos órfãos, organizar conferências sem custos de entrada e até auxiliar em lançamentos de livros. 
O Escudo não é extrema-direita neonazi nenhuma, nem quer ser. Mas o nosso Joaquim, o Gomes, saberia isso se soubesse ser jornalista. 
Mas há um terceiro pecado grave, Joaquim Gomes “jornalista” do “Sol, que te faz ainda mais manhoso, Joaquim, que és o menos Joaquim de uma história nacional povoada de enormes Joaquins. Colocaste uma fotozinha do evento “contra-manifestante” que não corresponde à verdade. Ó Joaquim, diz-me lá, tu esperas que a gente se acredite numa foto velha, que já apareceu antes, há meses atrás, numa das páginas do inominável gordinho das patilhas de Braga, o mesmo que comenta em português macarrónico nas caixas de comentário da própria notícia que publicaste, tu achas, Joaquim Gomes, que em Braga, no dia 13 de Julho, estava assim tanto frio que os antifas todos iam aparecer de casacos de inverno e calças? Vai à nossa página, Joaquim, trabalha lá um bocadinho e verás que estava calor nesse dia, que saíam as pessoas à rua de calções e de saias! Que nem sequer a Avenida onde a foto foi tirada estava já assim enfeitada em Julho! 
Joaquim, não nos comas por lôrpa. 
Pedimos ao teu jornal SOL que se digne a publicar este nosso direito de resposta, assim como está, para servir de instrução a todos os Joaquins Gomes do nosso jornalismo e para defesa da nossa honra.
Até breve e muito obrigado.»